PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Filme,  Série

    Bill Paxton (1955 – 2017)

    26 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator americano Bill Paxton, que marcou época em grandes produções como “Aliens, o Resgate” (1986), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997) e estrelou a série “Amor Imenso” (Big Love) na HBO. Segundo comunicado da família, ele morreu repentinamente devido a complicações de uma cirurgia, aos 61 anos. Paxton não começou sua carreira em Hollywood como ator. Nos anos 1970, ele trabalhou como carpinteiro e pintor de cenários de diversos filmes B, incluindo produções de Roger Corman. Foi numa delas, “Galáxia do Terror” (1981), que chamou atenção do cenógrafo e diretor assistente James Cameron. Os dois se tornaram grandes amigos e Cameron o convidou a participar de seu segundo filme como cineasta: “O Exterminador do Futuro” (1984). Ele viveu um punk que enfrentava o robô interpretado por Arnold Schwarzenegger logo no começo da trama. No mesmo ano, apareceu no clipe “Shadows of the Night” (1984), de Pat Benatar, e logo começou a demonstrar sua capacidade para roubar cenas, como o irmão mais velho de um dos nerds de “Mulher Nota Mil” (1985), clássico de John Hughes. Mas foi o velho amigo James Cameron quem lhe deu seu primeiro grande papel, como o soldado Hudson, um dos fuzileiros espaciais do cultuado “Aliens, o Resgate”. Indo do egoísmo ao sacrifício pessoal, da covardia ao heroísmo, Paxton construiu um arco tão rico do personagem que sua morte foi uma das mais lamentadas do filme. A cineasta Kathryn Bigelow, na época namorada de Cameron, também se impressionou com o rapaz e o escalou como um vampiro sanguinário em “Quando Chega a Escuridão” (1987), mistura de terror, western e love story rural com idéias inovadoras. Mergulhando no sadismo do personagem, Paxton roubou as cenas e acabou sendo escolhido para ilustrar o cartaz da produção, mesmo não sendo o mocinho. O ator também apareceu num clipe do New Order, “Touched by the Hand of God” (1989), enfrentou os futuros rivais dos Aliens em “Predador 2 – A Caçada Continua” (1990) e acabou se consolidando como um dos coadjuvantes mais requisitados de Hollywood. O período incluiu papéis de destaque em “Marcados Pelo Ódio” (1989), “Os Saqueadores” (1992), “Encaixotando Helena” (1993), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995) e “True Lies” (1994), novamente dirigido por Cameron. Tantos destaques consecutivos abriram caminho para sua transformação em protagonista, que aconteceu no filme de desastre ambiental “Twister” (1996), em que enfrentou tornados com a mesma coragem com que lutou contra Aliens. Ele confirmou ser um dos atores favoritos de James Cameron ao embarcar a bordo de “Titanic” (1997), que bateu recordes de bilheteria mundial. E aproveitou o período de sucesso para dar sequência à carreira de protagonista, estrelando o excelente suspense “Um Plano Simples” (1998), de Sam Raimi, um remake infantil da Disney, “Poderoso Joe” (1998), ao lado de Charlize Theron, e um thriller de alpinismo, “Limite Vertical” (2000). A esta altura, decidiu passar para trás das câmeras, estrelando e dirigindo o terror “A Mão do Diabo” (2001), que conquistou críticas positivas, mas baixa bilheteria. Ele só dirigiu mais um filme, “O Melhor Jogo da História” (2005), no qual escalou seu filho, James Paxton (atualmente na série “Eyewitness”). Mas acabou descuidando da própria carreira de ator. Apostou em produções infantis, como a franquia “Pequenos Espiões” e a adaptação da série de fantoches “Thunderbirds”, que implodiram. E o declínio o convenceu a realizar uma curva estratégica, rumo à televisão. Com o primeiro papel fixo numa série, veio a consagração que lhe faltava. Ele conquistou três indicações ao Globo de Ouro como protagonista de “Big Love”, história de um polígamo, casado com três mulheres diferentes, exibida entre 2006 e 2011. Também se agigantou na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2011), que lhe rendeu sua única indicação ao Emmy, teve uma passagem marcante como vilão em “Agents of SHIELD” (em 2014) e liderou o elenco da minissérie “Texas Rising” (2015). Ao voltar às produções de ponta, relembrou o soldado Hudson na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), na qual voltou a enfrentar alienígenas, desta vez ao lado de Tom Cruise. E ainda teve papel importante no excelente “O Abutre” (2014), filme indicado ao Oscar, com Jake Gyllenhaal. Paxton participava atualmente da nova série “Traning Day”, baseada no filme “Dia de Treinamento”, numa versão do papel que deu o Oscar a Denzel Washington, e poderá ser visto ainda em uma última sci-fi, “O Círculo”, de James Ponsoldt, com Emma Watson e Tom Hanks, que estreia em abril.

    Leia mais
  • Música

    Katy Perry vai parar num parque de diversões retro-futurista em clipe estiloso

    21 de fevereiro de 2017 /

    Katy Perry lançou um segundo clipe de “Chained to the Rhythm”. Ao contrário do “lyric video” tedioso, sobre a vida de um hamster, a nova versão traz a cantora numa superprodução repleta de cores e estilo, passeando num parque de diversões retrô-futurista, que lembra “Tomorrowland” (2015) e o desenho animado dos “Jetsons” (1962–1963). Todos os passeios remetem ao sonho americano e são experimentados com sorrisos por uma multidão de consumidores felizes, sem reparar na falta de segurança de cada um deles. Skip Marley, neto de Bob Marley, aparece no final para reforçar a mensagem, tão evidente quanto uma catástrofe anunciada. A direção é de Matthew Cullen, responsável pelos melhores clipes da carreira da cantora – “California Gurls” e “Dark Horse”. Por sinal, Cullen fez recentemente seu primeiro filme: “London Fields”, uma produção de época estrelada por Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”), que acabou rendendo grande polêmica, inclusive um processo do próprio diretor contra os produtores.

    Leia mais
  • Música

    Novo clipe de Katy Perry é estrelado por um hamster

    10 de fevereiro de 2017 /

    Sem lançar clipes desde “Rise”, tema da Olimpíada do Rio na TV americana, Katy Perry divulgou o “lyric video” de “Chained to the Rhythm”, uma apresentação oficial, mas que não é o vídeo definitivo. Quem estrela a criação é um hamster. Quarto clipe da cantora dirigido pela australiana Aya Tanimura, o vídeo ilustra a chatice da vida de um hamster, mostrando-o vendo TV, enquanto mãos gigantes preparam comida num fogão em miniatura. A missão é muito bem cumprida, porque o vídeo é um tédio só. A música é melhor que o clipe, misturando pop e reggae, mas também não tem muito a cara de Katy Perry. Soa como as músicas da compositora, Sia. Há ainda uma pequena participação vocal de Skip Marley, neto de Bob Marley.

    Leia mais
  • Música,  Reality

    Mariah Carey queima seu vestido de noiva de US$ 250 milhões em novo clipe

    4 de fevereiro de 2017 /

    A cantora Mariah Carey resolveu aproveitar o novo clipe para se desfazer de seu vestido de noiva, após o súbito rompimento de seu ex-noivo milionário James Packer no ano passado. No vídeo de “I Don’t”, a cantora aparece jogando o vestido em uma fogueira. O site TMZ foi investigar e constatou que realmente é a peça da grife Valentino que ela usaria no casamento com Packer. O valor do vestido é US$ 250 milhões, o que torna o clipe, brega no último, um dos mais caros de todos os tempos. O casal estava junto desde 2015, num namoro que começou pouco depois do fim do casamento da cantora com o empresário Nick Cannon, com quem tem dois filhos. O final abrupto da relação, na véspera do casamento, teria sido incentivado pela igreja da Cientologia, segundo apurou o jornal New York Post na ocasião. Packer é cientólogo e teria recebido “ordem” de terminar com Carey. Já fontes próximas a Packer asseguram que a separação não teve nada a ver com a cientologia, e sim com os gastos excessivos e o drama eterno em torno de Mariah. As versões convergem na questão da exposição que o reality show “Mariah’s World” traria para a vida íntima do empresário. A Cientologia é avessa a qualquer exposição, fazendo questão de manter suas práticas um segredo só conhecido por seus membros. O reality poderia escancarar alguns hábitos. O milionário australiano recentemente entrou na indústria cinematográfica, criando uma produtora muito bem-sucedida, a RatPack Entertaiment, em parceria com o diretor Brett Ratner em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment, começando seus negócios com os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Aliança do Crime” (2015) e “O Regresso” (2015).

    Leia mais
  • Música

    Zayn também divulga versão solo e acústica da música de Cinquenta Tons Mais Escuros

    3 de fevereiro de 2017 /

    Depois de Taylor Swift, Zayn Malik também divulgou sua versão solo e acústica da música “I Don’t Wanna Live Forever”, que integra a trilha de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. E, diferente de Taylor, postou a gravação na íntegra, num vídeo de estúdio em sua página no YouTube. Curiosamente, sua versão tem menos cacoete de boy band que a gravação original, feita como dueto. A cantoria acústica do ex-One Direction reflete mais o clima depressivo do clipe oficial, com voz tremida e muita sofrência. Qual versão o público vai achar que ficou melhor?

    Leia mais
  • Música

    Luan Santana lança seu primeiro clipe internacional com participação de Whindersson Nunes

    1 de fevereiro de 2017 /

    O cantor Luan Santana lançou seu primeiro clipe internacional. Musicalmente, também representa uma guinada. No lugar da sofrência sertaneja, “Acordando o Prédio” mira a vibração sexual do reggaeton. O tempero “caliente” inclui locações em Havana e um diretor cubano, Alejandro Perez, que assinou clipes de Enrique Iglesias (inclusive “Bailando”, o dueto com Luan) e a fotografia de dois longas-metragens realizados em Cuba. Apesar da abertura registrada em Havana, a maior parte do vídeo traz o cantor num quarto de hotel cenográfico, gabando-se de sua capacidade sexual. Curiosamente, a amante-modelo de lingerie (Idanis Batista), que vive seu par romântico, é quem menos aparece em cena, ofuscada pelo intérprete do faxineiro do prédio, encarnado pelo youtuber Whindersson Nunes, e dezenas de figurantes, que desandam a dançar em seus quartos. Ao final, todo mundo se inspira, invade corredores, elevadores e o hall do prédio para enfrentar a repressão (haveria ali uma alusão à ditadura?) e dançar em comemoração às proezas sexuais do cantor. A música faz parte do álbum “1977”, lançado em novembro do ano passado.

    Leia mais
  • Música

    Ed Sheeran luta boxe e se apaixona em clipe emocionante, divertido e cinematográfico

    30 de janeiro de 2017 /

    Ed Sheeran divulgou o clipe de sua nova música, “Shape of You”, que é uma das mais executadas do mundo neste começo de 2017. Caprichadíssima, a produção é literalmente cinematográfica, do estúdio de cinema Anonymous Content (“O Regresso”), e deve disputar alguns prêmios neste ano. O vídeo apresenta uma história completa, bonitinha, triste, engraçada e emocionante para acompanhar a melodia, em que Sheeran vive seus dias de “Mais Forte que o Mundo” (2016). Na trama, ele aparece numa academia, treinando para lutar boxe, e sem querer se apaixona por uma colega lutadora. A letra exalta o corpo da companheira, o que torna o clipe mais surpreendente, por não apelar para a objetificação. Ao contrário, destaca a dedicação para se manter uma boa forma física e escala para o papel de “namorada” uma atriz negra (Jennie Pegouskie) sem visual de revista masculina. Entre idas e vindas, chega-se a um final surpreendente, capaz de fazer vibrar e rolar de rir os fãs enrustidos de “O Grande Dragão Branco” (1988). Já os fãs cantor vão gostar de vê-lo mostrar seu tanquinho e suas tatuagens, enquanto sua para divertir os espectadores. O verdadeiro astro do vídeo, porém, é seu diretor, Jason Koenig, que já venceu prêmios pelo clipe de “Can’t Hold Us”, de Macklemore & Ryan Lewis, e começa a dar seus primeiros passos no cinema. Recentemente, ele dirigiu a fotografia do drama indie “Better Than Love”, ainda inédito. “Shape of You” é o segundo clipe derivado do disco “Divide” (÷). O primeiro foi “Castle On The Hill”, que pode ser visto aqui. O álbum tem lançamento marcado para 3 de março.

    Leia mais
  • Música

    Clipe de Taylor Swift e Zayn Malik para a trilha de Cinquenta Tons Mais Escuros é broxante

    27 de janeiro de 2017 /

    O clipe do dueto de Taylor Swift e Zayn Malik, ex-One Direction, para a trilha do filme “Cinquenta Tons Mais Escuros”, ganhou lançamento oficial. Mas o que vinha gerando muita especulação e ansiedade acabou não sendo nada demais. O vídeo da música “I Don’t Wanna Live Forever” é pura sofrência. Taylor e Zayn nem se tocam na produção. Só lamentam a dor de cotovelo e jogam coisas no chão. Não deixa de ser irônico que a cenografia do clipe, dirigido por Grant Singer (inúmeros clipes de The Weeknd), incluam um elevador, uma cama, uma máscara negra e um quarto de iluminação avermelhada, elementos vistos em outro contexto na franquia cinematográfica. Broxante como marketing de filme erótico, o clipe até tenta sensualizar ao mostrar um pouco do sutiã e da meia de Taylor, mas o detalhe parece gratuito, já que absolutamente fora de contexto. Musicalmente, “I Don’t Wanna Live Forever” tem uma pegada de soul pop romântico, que enfatiza o estilo boy band do cantor com um insistente corinho “ô-ô-ô” masculino de fundo. Vai tocar até enjoar.

    Leia mais
  • Música

    Ed Sheeran recorda a adolescência em clipe belíssimo

    23 de janeiro de 2017 /

    Ed Sheeran divulgou um novo clipe, “Castle on the Hill”, com forte apelo nostálgico. Nele, o cantor relata como foi sua adolescência no interior rural da Inglaterra, a diversão da época com os amigos e até seu primeiro beijo. A produção chama atenção pela qualidade cinematográfica, com fotografia belíssima e locação em Framlingham, Inglaterra, onde Ed passou a infância e adolescência, próximo ao “castelo na colina” da letra. “Adorei filmar em Fram. Todos estes rapazes são realmente da minha escola”, contou ele nas redes sociais, referindo-se aos jovens que aparecem no clipe. Ele ainda brincou sobre sua semelhança com o rapaz que o interpreta. “Tenho a sensação que meu pai se divertiu alguns anos depois de eu nascer. Porque nós somos muito parecidos. O que você acha?”, disse em relação a seu sósia adolescente. O diretor George Belfield já fez diversos curtas e clipes de cantores indies anteriormente, mas este é seu trabalho de maior visibilidade. “Castle on the Hill” faz parte do disco “Divide” (÷), seu terceiro álbum, que chega às lojas em 3 de março, três anos após o premiado “Multiply” (x).

    Leia mais
  • Música

    Gorillaz lança novo clipe após seis anos, simulando a Trump Tower

    20 de janeiro de 2017 /

    O Gorillaz está de volta, após hiato de seis anos. A banda de desenho animado divulgou um novo clipe e música: “Hallelujah Money”, que contam com a participação do cantor-poeta inglês Benjamin Clementine. Bem diferente do que os fãs da banda estão acostumados, a música não não tem nada de comercial e o clipe deixa as animações em segundo plano. Literalmente ao fundo, mescladas com cenas de filmes, como a sci-fi “A Vila dos Malditos” (1960) e a animação “A Revolução dos Bichos” (1954), e até séries como “Couro Cru” (1959–1965), mostrando um Clint Eastwood muito jovem no papel de cowboy. Para completar, a cenografia simula a Trump Tower, um dos arranha-céus do presidente dos EUA. O clipe foi codirigido pela banda e Giorgio Testi, que anteriormente assinou o documentário da outra banda do cantor Damon Albern, “Blur: Live at Hyde Park, London – 2nd July 2009”, indicado ao Grammy. “Hallelujah Money” é a primeira novidade do disco novo do Gorillaz, que vai sair ainda este ano.

    Leia mais
  • Música

    Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks

    17 de janeiro de 2017 /

    A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.

    Leia mais
  • Música

    Top model sueca vira demônio de neon no novo clipe de The Weeknd

    12 de janeiro de 2017 /

    O cantor canadense conhecido como The Weeknd lançou o clipe da música “Party Monster”, terceiro single do seu disco “Starboy”. A balada de estrutura repetitiva (chatinha) tem vocais de Lana del Rey. E felizmente o clipe é bem melhor que sua melodia. O vídeo é uma combinação de temas de dois filmes de terror, o recente “Demônio de Neon” (2015) e o remake “A Marca da Pantera” (1982), mostrando The Weeknd ora dirigindo um carro rumo ao nada, ora chegando numa festa em que as garotas parecem modelos da Victoria’s Secret prestes a virarem monstros de neon. A principal demônio de neon é Zoe Mantzakanis, modelo sueca de ascendência grega, também conhecida como a atriz Zoe Aggeliki, que viveu uma deusa em “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013). O visual psicodélico, por sua vez, é dirigido pela dupla Alex Lee e Kyle Wightman, que assina seus vídeos como BRTHR. A dupla já tinha feito um clipe com elefante para Iggy Azalea e com peixes para The Drums. E antes de deixar sua marca da pantera também tinha feito o vídeo de “In the Night” para o próprio The Weeknd, com tiros e crocodilos. Um verdadeiro zoológico musical.

    Leia mais
  • Música

    Clipe de música inédita de David Bowie cai na Terra no dia do seu aniversário

    8 de janeiro de 2017 /

    David Bowie ganhou um novo clipe inédito, no dia em que completaria 70 anos de idade e na véspera do primeiro aniversário de sua morte. O vídeo que marca o início de sua carreira póstuma acompanha a música “No Plan”, faixa que ficou de fora de seu último disco, “Blackstar”, e que está sendo lançada num EP com duas outras canções inéditas e uma reedição de “Lazarus” – a música em que o cantor referencia o renascimento após a morte. As quatro faixas fazem parte do musical “Lazarus”, peça que Bowie escreveu em seu último ano de vida e podem ser consideradas as gravações finais de sua carreira. O vídeo referencia o filme clássico “O Homem que Caiu na Terra”, estrelado por Bowie em 1976, ao destacar uma parede de televisores na vitrine de uma loja – o videowall era uma presença marcante no design futurista da sci-fi dos anos 1970. De forma a complementar a citação, a loja se chama Newton Electrical, como a empresa do personagem de Bowie, Thomas Jerome Newton, no longa de Nicolas Roeg. O endereço também é significativo, uma vez que o cantor viveu na rua Foxgrove, em Londres, na época de “Space Oddity”. Enquanto imagens de foguetes sobem ao espaço nas telinhas, a letra traz Bowie falando do além, a respeito de outro espaço, onde se encontra, um lugar onde não há música, onde nem sequer há um lugar, nem planos. De arrepiar. A direção é de Tom Hingston, artista gráfico que já assinou capas da banda Massive Attack e a abertura do filme “O Homem Mais Procurado” (2014), além de muitas campanhas publicitárias. “No Plan” foi seu segundo clipe para o cantor, após dirigir o vídeo de “Sue (Or in a Season of Crime)” em 2014.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie