Personagens de “Duna” ilustram coleção de pôsteres
A Warner divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Duna”, que destacam o elenco grandioso da atração em seus respectivos papéis. O filme é um dos muitos adiados pela pandemia e será lançado nos EUA com distribuição simultânea em streaming, na HBO Max. Clássico sci-fi originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e já levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”), o filme acompanha a família aristocrática Atreides, que deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que os Atreides enfrentem complôs e sofram um atentado ao chegar no único lugar do universo que a produz: o planeta Arrakis. Mas o integrante mais jovem da família, Paul, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Atreides, o elenco ainda destaca Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como os pais do protagonista, o duque Leto Atreides e Lady Jessica Atreides, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Chani, a “garota dos sonhos” de Paul, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) como Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul, Jason Momoa (o “Aquaman”) como Duncan Idaho, braço direito do duque Atreides, Javier Barden (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Stilgar, líder dos Fremen, uma tribo do deserto, Charlotte Rampling (“45 Anos”) como a Reverenda Madre Mohiam, oráculo do imperador, Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, e Stellan Skarsgard (“Thor”) como o Barão Vladimir Harkonnen, o grande vilão da história – entre outros. Embora não tenha sido oficialmente confirmado, o filme não deve contar a história completa de “Duna”, mas apenas a primeira parte. Por isso, a produção já teria uma continuação confirmada. Além dos filmes, o diretor Denis Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max. O filme terá première internacional no Festival de Veneza, em 3 de setembro, e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro.
Remake de “Cenas de um Casamento” ganha trailer com Oscar Issac e Jessica Chastain
A HBO divulgou o trailer legendado de “Scenes from a Marriage”, minissérie que traz Oscar Issac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jessica Chastain (“It – Capítulo 2”) como um casal em crise. A produção é um remake americano de “Cenas de um Casamento”, obra-prima de Ingmar Bergman. A minissérie original de 1973 acompanhava a desintegração do casamento de Marianne, uma advogada de família especializada em divórcio, e Johan, durante um período de 10 anos. E foi inspirada nas experiências do próprio Bergman, incluindo seu relacionamento com a atriz Liv Ullmann, que estrelou a produção original – filmada com um orçamento pequeno em Estocolmo e Fårö em 1972. Depois de ser exibida na TV sueca em seis partes, a minissérie foi condensada em uma versão para o cinema (de 2h49 minutos!) em 1974, ocasião em que venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A obra influenciou cineastas como Woody Allen e Richard Linklater, e ainda foi apontada como responsável pelo aumento na taxa de divórcios na Suécia nos anos 1970. “Cenas de um Casamento” ainda foi adaptado para o teatro e recebeu uma continuação, “Saraband”, em 2003, que se tornou o último longa da carreira de Bergman, falecido em 2007. A nova versão está a cargo do israelense Hagai Levi, criador das séries “The Affair” e “Em Terapia”, que escreve e dirige os cinco episódios. Outros nomes do elenco são Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), Tovah Feldshuh (“The Walking Dead”), Maury Ginsberg (“Manifest”), Sunita Mani (“GLOW”) e a menina Lily Jane (“Sand Dollar Cove”). A estreia está marcada para setembro na TV paga e na plataforma de streaming HBO Max.
“A Noite dos Mortos-Vivos” vai ganhar remake animado
O clássico de 1968 que lançou os zumbis modernos no cinema vai voltar à vida, após dois remakes, como animação. Intitulada “Night of the Animated Dead” (Noite dos Mortos Animada), a produção será a primeira adaptação animada de “A Noite dos Mortos-Vivos”, terror escrito e dirigido por George A. Romero. O longa original mostrava um grupo de pessoas se protegendo numa casa isolada durante um ataque de mortos-vivos. Filmado em preto e branco e com orçamento mínimo, a obra impressionou por criar uma ameaça até então nunca vista: uma epidemia apocalíptica zumbi. Todos os zumbis anteriores do cinema eram criaturas ligadas ao vudu e ao folclore haitiano. “A Noite dos Mortos-Vivos” foi o primeiro longa a abandonar essa premissa sobrenatural, trocando a base supersticiosa das criaturas por uma ameaça de raízes na ficção científica apocalíptica – o filme inclusive indica que tudo teria começado com a queda de uma sonda espacial. O próprio Romero continuou a história dez anos depois com “O Despertar dos Mortos” (1978), mostrando a epidemia zumbi atingindo uma grande metrópole e o templo do consumo moderno – um shopping center. O sucesso foi tanto que os filmes de zumbis se espalharam pelo mundo como epidemia real. O diretor ainda desenvolveu seu conceito com outro clássico, “Dia dos Mortos” (1985), e em seus três filmes mais recentes, “Terra dos Mortos” (2005), “Diário dos Mortos” (2007) e “Ilha dos Mortos” (2009), antes de morrer trabalhando no longa que encerraria a história. A Warner Bros. vai desenvolver uma variação animada da trama original com direção de Jason Axinn (do terror animado “To Your Last Death”). Os personagens são os mesmos do filme de 1968, dublados por Katharine Isabelle (“A Ordem”), Dulé Hill (“Psych”), Josh Duhamel (“Transformers”), Nancy Travis (“Last Man Standing”), Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), James Roday Rodriguez (também de “Psych”), Jimmi Simpson (“Westworld”) e Will Sasso (“Mom”). A expectativa é lançar o longa animado de forma digital durante o próximo outono norte-americano (nossa primavera). Reveja abaixo os trailers do filme original em preto e branco e de seu melhor remake, feito em 1990 por Tom Savini, criador dos efeitos dos zumbis de “O Despertar dos Mortos” e “Dia dos Mortos”.
Adaptação do clássico sci-fi “Fundação” ganha trailer épico
A Apple TV+ divulgou um pôster e o novo trailer épico da série baseada em “Fundação” (Foundation), considerada uma das principais obras da ficção científica mundial, escrita nos anos 1950 por Isaac Asimov (1920-1992). A prévia revela a data de estreia da produção, além de se mostrar tão ambiciosa quanto o livro, com a materialização de diferentes planetas e muitos efeitos visuais. O projeto está sendo desenvolvido por David S. Goyer (roteirista de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance, e destaca os atores Jared Harris (“Chernobyl”) e Lee Pace (“Capitã Marvel”) como protagonistas. Harris interpretará o cientista Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. O elenco também inclui Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Lou Llobell (“Voyagers”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Entretanto, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. De posse desse conhecimento, ele passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar o conhecimento humano. A trilogia original teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no bolso da Apple. Além de “A Fundação”, Issac Asimov também é conhecido por ter formulado as chamadas “leis da robótica” em outro de seus livros famosos, que já teve, inclusive, adaptação (bastante livre) de Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. A série “Foundation” (o nome da série em inglês) estreia em 24 de setembro.
“Duna” terá première mundial no Festival de Veneza
O Festival de Veneza confirmou nesta quinta-feira (17/6) que a sci-fi “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), terá première mundial em sua edição de 2021. O longa será exibido fora da competição principal, no dia 3 de setembro, duas semanas antes do lançamento no Brasil. O filme é um dos muitos adiados pela pandemia e será lançado nos EUA com distribuição simultânea em streaming, na HBO Max. A história de “Duna” é bastante conhecida pelos fãs de ficção científica. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e já levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel principal, como Paul Atreides, o elenco grandioso inclui Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Embora não tenha sido oficialmente confirmado, o filme não deve contar a história completa de “Duna”, mas apenas a primeira parte. Por isso, a produção já teria uma continuação confirmada. Além dos filmes, o diretor Denis Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max.
Remake do terror “Chamas da Vingança” ganha primeira foto
A Blumhouse e a Universal Pictures divulgaram a primeira foto do terror “Firestarter”. A imagem registra a atriz mirim Ryan Kiera Armstrong, de 11 anos – que coadjuvou a série infantil “Anne with an E” – , no papel-título do livro “A Incendiária” de Stephen King. O livro foi filmado pela primeira vez em 1984. Batizado no Brasil de “Chamas da Vingança”, a produção original trazia David Keith como pai de uma garotinha com poderes paranormais, que era capaz de incendiar objetos – e pessoas! – com a força do pensamento e, por isso, era perseguida por uma agência governamental secreta que desejava usar seu poderoso dom como arma. Inspiração clara para a personagem Eleven, de “Stranger Things”, a menina foi interpretada em 1984 por ninguém menos que Drew Barrymore, então com 9 anos de idade. A versão atual tem roteiro de Scott Teems (da série “Rectify”), será dirigida por Keith Thomas (“The Vigil”) e seu elenco ainda inclui Zac Efron (“Vizinhos”) e Michael Greyeyes (“Fear the Walking Dead”). Além deste papel, Ryan Kiera Armstrong também será vista em breve na sci-fi “A Guerra do Amanhã”, que estreia em 2 de julho na Amazon, no filme da super-heroína “Viúva Negra”, marcado para 8 de julho nos cinemas, e na 10ª temporada de “American Horror Story”, previsto para agosto no canal pago FX.
Busca por filme perdido de Orson Welles no Brasil vai virar documentário
A busca por um filme perdido de Orson Welles no Brasil vai pautar um documentário do canal pago americano TCM, do conglomerado WarnerMedia. A investigação, que será conduzida pelo diretor Joshua Grossberg, buscará no território brasileiro pistas da versão original de “Soberba” (The Magnificent Ambersons), desaparecida há três quartos de século. Filmado por Welles logo após “Cidadão Kane” (1941), o drama teve sua exibição editada pelos estúdios RKO, que cortaram grande parte do material original – nada menos do que 43 minutos. Além disso, o estúdio acrescentou cenas não filmadas por Welles e mudou o final, originando o grande desgosto do diretor com Hollywood. Grossberg acredita que uma cópia do original possa estar no Brasil, porque Welles veio filmar aqui seu filme seguinte, o inacabado “É Tudo Verdade”, que teve cenas descobertas num depósito da Paramount durante os anos 1980. Seu objetivo é restaurar as imagens perdidas para projetar a “versão do diretor” de “Soberba” nos cinemas. “A versão estendida de ‘Metrópolis’ de Fritz Lang foi encontrada em um museu argentino em 2008, então também pode ser que a cópia perdida de ‘Soberba’ exista em algum lugar no Brasil”, disse o documentarista em um comunicado. Veja abaixo o trailer da versão lançada nos cinemas em 1942.
Governador do DF indica filme para Bolsonaro aprender o que é Estado de Sítio
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, rebateu uma fala de Jair Bolsonaro com a sugestão de um filme. O político, que supostamente também é bolsonarista, não gostou de ouvir de Bolsonaro que tinha decretado um “estado de sítio” em Brasília e sugeriu que o presidente assistisse ao clássico “Estado de Sítio”, de Costa-Gavras, para aprender como é “o terror de viver sob repressão”. Bolsonaro comparou o toque de recolher decretado por Ibaneis, para conter a transmissão do coronavírus, a um Estado de Sítio durante sua live de quinta (11/3). “Uma medida extrema dessa, só eu, o presidente da República, e o Congresso Nacional, poderiam tomar”, disse Bolsonaro, antes de fazer alusões cifradas à quebra-quebras e tumulto social (até aqui inexistentes) por todo o Brasil. “O presidente da República, Jair Bolsonaro, por quem eu tenho respeito e apreço, disse que o Distrito Federal está sob estado de sítio. Desta vez eu discordo dele. O DF está sim com restrição na mobilidade das pessoas a partir de 22h por uma medida sanitária”, escreveu Ibaneis Rocha no Twitter. “O objetivo é claro, reduzir a disseminação do coronavírus”, acrescentou. Na sequência, Ibaneis indicou o filme de 1972, que retratou uma situação real. Em 1970, o cônsul brasileiro Aloysio Gomide e o agente da CIA Dan Mitrione foram sequestrados em Montevidéu, no Uruguai, pelo Movimento de Libertação Nacional Tupamaros, organização terrorista uruguaia. O americano foi executado e Gomide só foi libertado sete meses depois, após o governo uruguaio concordar em suspender um estado de sítio que tinha decretado no país. “Quem quiser saber o que é o terror de viver sob repressão, recomendo que veja o filme ‘Estado de Sítio’, de Costa Gravas, lançado em 1972”, afirmou Ibaneis, incluindo até um link para uma cópia (possivelmente pirata) da obra no YouTube. Apesar do uso como ferramenta pedagógica, há uma ironia histórica na citação ao longa, que foi proibido pela Ditadura no Brasil, assim como todos os longas de Costa-Gavras desde “Z” (1969), sobre censura e acobertamento de crimes políticos por militares. O cineasta grego foi o diretor mais censurado do regime que Bolsonaro costuma idolatrar. “Estado de Sítio” só foi exibido nos cinemas brasileiras quase uma década após seu lançamento e sob ameaça de bombas, após o último general-presidente, Figueiredo, anunciar a “abertura política” (“É pra abrir mesmo. Quem não quiser que abra, eu prendo e arrebento!”), em meio à vários atentados terroristas de grupos que não queriam abrir mão de dizer o que os brasileiros podiam ver, falar e fazer. O objetivo é claro, reduzir a disseminação do Coronavírus. Quem quiser saber o que é o terror de viver sob repressão, recomendo que veja o filme Estado de Sítio, de Costa Gravas, lançado em 1972, e que está na íntegra e com legendas no YouTube: https://t.co/GauTW3ToSj (2/2) — Ibaneis Oficial (@IbaneisOficial) March 12, 2021
Elle Fanning viverá Ali MacGraw em filme sobre bastidores de O Poderoso Chefão
A atriz Elle Fanning (“Malévola”) entrou no filme “Francis and The Godfather”, longa-metragem sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” (1972). Ela vai interpretar a atriz Ali MacGraw, estrela dos blockbusters “Love Story” (1970) e “Comboio” (1978), que foi casada com o produtor Robert Evans, ex-chefe da Paramount. Fanning se junta a um elenco grandioso. Anteriormente, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) foi confirmado como o intérprete de Evans, Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como Francis Ford Coppola e Elisabeth Moss (“O Homem-Invisível”) no papel de sua esposa, Eleanor Coppola. O filme tem direção do veterano Barry Levinson (“Rainman”) e é baseado no roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que brigaram pela escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e pelo pouco conhecido Al Pacino no papel principal. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, resumiu Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há quatro anos, havia menção de produção da HBO, mas os últimos comunicados afirmam que a Endeavour Content e a FilmNation ainda negociam os direitos de exibição mundial. Além deste projeto, a plataforma Paramount+ também desenvolve uma série sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Intitulada “The Offer”, a produção seriada narra a realização do filme de 1972 através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. O projeto perdeu recentemente seu ator principal. Ruddy seria interpretado por Armie Hammer, que se afastou da produção em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais.
Andy Garcia diz que nova versão encerra insatisfação com O Poderoso Chefão 3
O ator Andy Garcia comentou a nova versão de “O Poderoso Chefão 3”, após assistir uma sessão especial do longa ao lado de Al Pacino e Diane Keaton. Dizendo-se feliz e satisfeito com a edição feita pelo diretor Francis Ford Coppola, o intérprete de Vincent Corleone espera que o filme seja melhor compreendido, pois nunca entendeu a insatisfação com a versão original, lançada nos cinemas em 1990. “Nunca tive problemas com a versão original, mas estou muito próximo”, disse o ator que foi indicado ao Oscar por interpretar o filho ilegítimo de Sonny Corleone (James Caan). Ele comparou as duas versões em entrevista ao site The Hollywood Reporter, dizendo que “há uma clareza maior nessa versão, que Francis queria”. Os dois primeiros filmes estão entre os melhores já feitos, por isso o terceiro foi lançado sob um microscópio, avalia Garcia. Mas diante das indicações para prêmios, as críticas – e às vezes desdém – sempre parecerem injustificadas para o ator. “Achei que muitas coisas eram injustas sobre o filme, especialmente como Sofia [Coppola] foi tratada”, disse Garcia. A filha de Francis Ford Coppola assumiu o papel de filha de Michael Corleone (Pacino) após Winona Ryder, originalmente escalada como Mary Corleone, desistir no início da produção por ordem médica, devido à exaustão. Quando Sofia assumiu o papel de forma inesperada, ela acabou dilacerada pela crítica. Garcia espera que as pessoas assistam à nova versão e vejam a performance da agora cineasta sob uma nova luz. “Acho que se as pessoas revisitarem este filme, verão uma atuação muito honesta, profunda e comovente de Sofia. Acho que há uma grande tragédia na personagem, uma atuação muito corajosa e estou muito orgulhoso do trabalho que fizemos”, diz Garcia. Ele acredita que a nova versão vai encerrar esta e todas as insatisfações remanescentes sobre o filme original. Já sobre seu personagem, o ator não consegue escolher um momento favorito, mas concorda que a transferência de poder de Michael para Vincent no final foi uma cena “muito delicada”, como foi o momento em que Vincent concorda em abandonar seu amor por Maria em troca de uma responsabilidade maior. Para completar, ele brincou sobre sua relação com seu pai na trama. Ele e James Caan não chegaram a contracenar na trilogia, mas se tornaram amigos ao longo dos anos. Garcia contou rindo como o parentesco cinematográfico acabou virando uma piada entre eles. “A primeira vez que o encontrei, eu disse, ‘Ei, papai. Como você está?’ Ele estava orgulhoso de mim”, contou. Os filhos dos dois atores acabaram frequentando a mesma escola, o que fez com que eles passassem a se encontrar seguidamente. Segundo Garcia, Caan sempre dizia a quem os encontrasse: “Ei, você conhece meu filho?” Coppola ficou seis meses trabalhando na reedição de “O Poderoso Chefão 3”, que contou com a revisão completa dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas. Batizada em português de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, a edição do diretor terá um lançamento limitado nos cinemas brasileiros na quinta-feira (3/12) e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois. Veja o trailer abaixo.
Diane Keaton chama nova versão de O Poderoso Chefão 3 de “sonho que virou realidade”
A atriz Diane Keaton disse ter ficado impressionada pela nova versão de “O Poderoso Chefão 3”, reeditada pelo diretor Francis Ford Coppola para relançamento nos cinemas e em streaming. “Assistir [a nova versão] foi um dos melhores momentos da minha vida”, elogiou Keaton, em entrevista para a revista Variety. “Para mim, foi um sonho que virou realidade. Eu vi o filme sob uma luz completamente diferente. Quando eu vi lá atrás, minha reação foi ‘Oh, eu não sei.’ Não parecia funcionar muito bem e as críticas não eram boas. Mas Francis reestruturou o começo e o fim e, nossa, como funcionou.” Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas, para recuperar a obra, que encerrou com críticas apenas medianas uma trilogia que tinha começado excepcional. Com a nova versão finalmente finalizada, ele convidou o elenco original para uma exibição privada no estúdio da Paramount. E Keaton se maravilhou, lembrando da diversão que foram as filmagens no final dos anos 1980. “Isso me levou de volta”, diz Keaton. “Naquela época, eu estava meio que com Al. Eu realmente gostei do Andy Garcia [co-estrela]. Estávamos filmando na Itália. Foi um momento especial.” Mas ao ver o filme projetado nas telas em 1990, ela acabou concordando com a crítica. “E era uma das pessoas que não gostaram”, admite ela. “O que estava errado comigo? Por que eu não gostei disso antes? Eu meio que dei de ombros e pensei ‘tudo bem’.” Ela agora está convencida de que a reedição de Coppola fará as pessoas reconsiderarem o filme, inclusive um de seus elementos mais difamados, a atuação de Sofia Coppola como filha de Michael Corleone, Mary. Ela quase não tinha experiência em atuação quando substituiu Winona Ryder, que caiu doente pouco antes das filmagens, e os críticos dilaceraram sua atuação, chamando-a de amadora e pouco convincente. “Isso não vai acontecer mais”, diz Keaton, argumentando que a nova edição dá ao desempenho de Sofia Coppola mais chance de brilhar. “Ela é como uma filha seria se você tivesse este cara como seu pai, o chefe de uma organização criminosa. Ela não estava tão segura de si e está meio quieta. Meio assombrado. Achei ela fantástica. ” Keaton contou que conseguiu até mesmo deixar de lado sua antiga aversão a se ver na tela para apreciar o filme. “Nunca é divertido me ver”, diz Keaton. “Eu moro comigo. Eu não quero me ver na tela”, conta. Mas apesar de ser sua crítica mais dura, ela vê seu trabalho como Kay Corleone, a ex-esposa de Michael, como um dos destaques de uma carreira que inclui filmes amados como “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”, “Reds” e “Alguém tem que Ceder”. “Os filmes de ‘O Poderoso Chefão’ são realmente poderosos”, diz Keaton. “Eles estão cheios deste mundo criminoso. Há uma intensidade e questões familiares. Acho que é muito fácil entender por que eles são amados.” Rebatizado de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, o filme terá lançamento limitado nos cinemas brasileiros em 3 de dezembro e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois. E Keaton torce para que o público prefira e possa vê-lo nos cinemas, “com ótima música e ótimo som, para que ele possa levar você para longe”, diz ela. “Eu gosto de filmes grandes. Eu gosto deles na minha cara. Você fica imerso neles dessa forma. Isso tira você de sua vida mundana e idiota. Eu falo por mim, é claro. ” Veja o trailer legendado da nova versão do filme de 1990 abaixo.
Nova versão de O Poderoso Chefão III ganha trailer para lançamento digital e nos cinemas
A Paramount divulgou o trailer legendado da nova versão de “O Poderoso Chefão III”. Rebatizado de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, o filme foi reeditado pelo diretor Francis Ford Coppola com abertura e desfecho diferentes. “Para esta versão, criei um novo começo e fim, e reorganizei algumas cenas, tomadas e entradas de música. Com essas mudanças, e com o visual e o som restaurados, acho que chegamos a uma conclusão mais apropriada para a saga”, disse Coppola, em um comunicado sobre o projeto. Curiosamente, porém, a edição do diretor acabou menor que a versão projetada em tela grande em 1990. Nem o diretor nem o estúdio contaram o que foi cortado do filme original, que completa 30 anos em 2020. O fato é que, mesmo com cenas a mais, a nova edição será cinco minutos mais curta, com 2 horas e 37 minutos de duração. Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas. Segundo o diretor, ele realizou basicamente uma “restauração quadro a quadro”. Como os dois filmes anteriores, “O Poderoso Chefão: Parte III” foi um sucesso de bilheteria e foi indicado a sete prêmios da Academia. Porém, ao contrário dos outros, não ganhou nenhum. A crítica também o considerou o mais fraco dos três. Na verdade, ponderou que nem estaria à altura dos outros dois. A revista New Yorker o chamou de humilhação pública, enquanto o jornal Washington Post o classificou como um “fracasso de proporções dolorosas”. Durante anos, o longa também assombrou Sofia Coppola, filha do diretor, escalada no filme para viver Mary Corleone, filha do protagonista (Al Pacino). Ela foi arrasada pela crítica e praticamente desistiu da carreira de atriz, mas se reinventou anos depois como uma cineasta premiada. A nova versão do filme terá lançamento limitado nos cinemas brasileiros em 3 de dezembro e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois.
Alicia Vikander vai produzir e estrelar série baseada em Disque M para Matar
A estrela sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) está desenvolvendo uma série limitada baseada em “Disque M para Matar” para a MGM/UA Television. Trata-se de uma adaptação da peça de 1952 de mesmo nome, escrita por Frederick Knott, que foi famosamente levada às telas em 1954 por Alfred Hitchcock. O projeto promete reinventar a clássica história de suspense por uma perspectiva feminina. No filme de Hitchcock, o papel de protagonista feminina foi interpretado por Grace Kelly. A trama original dos anos 1950 girava em torno de um campeão de tênis aposentado (interpretado no filme por Ray Milland), que descobre que sua esposa (Kelly) teve um caso e contrata um conhecido para matá-la. Quando o tiro sai pela culatra e a esposa mata o assassino, o marido a incrimina pelo assassinato do homem. O subterfúgio só é descoberto com a ajuda do amante (Robert Cummings) horas antes da mulher ser executada, após ser sentenciada à morte. O roteiro da adaptação está a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”), sob supervisão de Terence Winter (criador de “Boardwalk Empire”). Os dois trabalharam juntos anteriormente na série “Vinyl”, da HBO. Vikander assina a produção e deve estrelar a série, que tem potencial para se tornar a 1ª temporada de uma antologia de suspenses famosos, abordados sob ponta de vista feminino. Veja abaixo o trailer do clássico de Hitchcock.












