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    Alan Parker (1944 – 2020)

    31 de julho de 2020 /

    O cineasta britânico Alan Parker, que marcou época no cinema com obras como “O Expresso da Meia-Noite” (1978), “Fama” (1980) e “The Wall” (1982), morreu nesta sexta-feira (31/7) em Londres, aos 76 anos. A notícia foi confirmada pelo Instituto Britânico de Cinema, citando que Parker sofria há anos de uma doença não especificada. Apesar de sua filmografia abranger vários gêneros, Parker é mais lembrado como “especialista” em musicais. Além do popular “Fama”, também assinou “The Wall” (1982), inspirado no disco clássico do Pink Floyd, “Evita” (1996), estrelado por Madonna, “Bugsy Malone – Quando as Metralhadoras Cospem” (1976) e “The Commitments: Loucos pela Fama” (1991). “Se você pode usar música e imagens juntos, é muito poderoso”, observou ele em 1995. Apesar dessa relação íntima com a música, foi por dois dramas inspirados em fatos reais que o diretor foi reconhecido pela Academia. Sua primeira indicação ao Oscar veio por “O Expresso da Meia-Noite” (1978), com roteiro de Oliver Stone sobre um jovem americano preso por tráfico de drogas na Turquia, e a segunda por “Mississippi em Chamas” (1988), sobre a investigação do desaparecimento de ativistas do movimento dos direitos civis, no sul racista dos EUA durante os anos 1960. Filho único, Parker nasceu em 14 de fevereiro de 1944 em Islington, barro da classe trabalhadora de Londres. Sua mãe, Elise, era costureira e seu pai, William, foi jornaleiro e pintor de casas. Criativo desde jovem, seu primeiro emprego foi como redator de publicidade nas agências Maxwell Clarke, PKL e depois CDP, de onde progrediu para a direção de comerciais. “Minhas ambições não eram ser diretor de cinema, tudo que eu queria era me tornar diretor de criação no CDP… até que de repente os comerciais de televisão se tornaram muito importantes e a agência se transformou”, afirmou ele, numa longa entrevista sobre sua vida e carreira para Instituto Britânico de Cinema há três anos. “Eu estava no momento em que o [CDP] fez os melhores comerciais e tive a sorte de fazer parte desse mundo”. Parker fundou uma produtora para criar comerciais, mas acabou se dedicando ao cinema, antecipando uma tendência posteriormente seguida por outros de seus contemporâneos – Ridley Scott, Tony Scott, Adrian Lyne, etc. Em seu caso, a mudança de rumo teve um empurrão de David Puttnam. Com o encorajamento do futuro produtor de “Carruagens de Fogo” (1981), ele escreveu o roteiro de “Quando Brota o Amor” (1971), seu primeiro musical, que usava músicas dos Bee Gees para ilustrar um romance adolescente inspirado em seus dias de escola. Puttnam produziu esse filme (que foi dirigido por Waris Hussein), assim como os primeiros longas do diretor, e os dois permaneceram amigos por toda a vida. “Como fui o primeiro a fazer a transição do mundo dos comerciais para os longas-metragens, acho que fui mais sensível às críticas de que, de alguma maneira, não éramos legítimos, apenas um grupo de vendedores vulgares que vendiam produtos com frágeis credenciais intelectuais”, ele disse em uma entrevista de 2017. “Então parei de fazer comerciais para ser levado a sério como cineasta”. Parker ganhou o primeiro de seus seis prêmios BAFTA em 1976, ao estrear como diretor de longas no telefilme “The Evacuees”, uma produção da BBC sobre dois meninos, passada durante os bombardeios da 2ª Guerra Mundial. Sua estreia no cinema aconteceu no mesmo ano e também foi estrelada por crianças. Com o inventivo “Bugsy Malone – Quando as Metralhadoras Cospem”, Parker filmou um musical de época, ambientado em 1929 na cidade de Nova York durante a Lei Seca. Só que os intérpretes dos gângsteres americanos eram todos astros mirins, entre eles uma Jodie Foster de 13 anos de idade e o futuro diretor de “Rocketman”, Dexter Fletcher, com 10. A ideia veio da publicidade, num período em que Parker fazia muitos comerciais com crianças. Além disso, ele tinha quatro filhos, todos com menos de 9 anos na época. Seu filme seguinte foi o oposto completo daquele projeto divertido. Denso, maduro e sombrio, “O Expresso da Meia-Noite” (1978) abordava violência e homossexualidade na prisão. A mudança tão radical atendia o desejo do diretor de não ficar marcado por nenhum tipo específico de filme. “Gosto de fazer coisas diferentes como forma de manter a criatividade”, afirmou. Ele seguiu nessa gangorra por toda a carreira. Em seu filme seguinte, “Fama”, voltou ao universo musical e juvenil para retratar os sonhos e aspirações dos alunos de uma escola de artes em Nova York. A produção se tornou seu primeiro grande sucesso comercial, puxado por uma trilha sonora vibrante, e sua influência foi brutal, inspirando até uma série de TV de mesmo nome. Mas, como muitas realizações da carreira de Parker, seu devido reconhecimento como pioneiro de um revival de filmes musicais, que atingiu seu auge nos anos 1980, foi minimizado pelos críticos da época. Depois das coreografias de “Fama”, Parker filmou um divórcio em “A Chama que não Se Apaga” (1982), antes de voltar à música com “The Wall” (1982) – desta vez sem danças, mas com grande influência dos videoclipes, levando ao surgimento do termo “estética MTV”. “The Wall” fez sucesso enorme entre fãs de rock, alimentando Sessões da Meia-Noite por anos, além de ter cenas transformadas, de fato, em clipes da MTV. Mas, inconformado com as críticas negativas, o diretor acabou se afastando do gênero por um longo período, trabalhando em filmes de temática mais dramática. O cineasta venceu o Prêmio do Júri de Cannes com “Asas da Liberdade” (1984), sobre amizade e traumas de guerra. Mas seu filme seguinte deu ainda mais o que falar. Único terror de sua carreira, “Coração Satânico” (1987) tornou-se cult devido à fotografia estilosa e pela escalação de Robert DeNiro como o diabo e Mickey Rourke como um detetive noir, em meio ao jazz e ao vudu de Nova Orleans. Os dois atores quebraram o pau nos bastidores, mas o maior desafio de Parker foi conseguir enfrentar a censura, que queria classificar o filme como “X” (basicamente pornô) após a transformação de Lisa Bonet, menina recatada da série familiar “The Cosby Show” – e futura mãe de Zoë Kravitz – em sex symbol. Em “Mississippi em Chamas” (1988) e “Bem-Vindos ao Paraíso” (1990), ele abordou o racismo americano, filmando casos históricos: o assassinato de ativistas dos direitos civis nos anos 1960 e os campos de concentração para japoneses nos anos 1940. Mas, depois de temas tão pesados, o diretor finalmente decidiu voltar à música, concebendo “The Commitments” (1991), sobre artistas amadores de Dublin que decidem formar uma banda de soul. Foi novo sucesso a extrapolar as telas. O filme vencedor do BAFTA transformou os atores em músicos de verdade, que fizeram turnês e gravaram discos após a repercussão nos cinemas, e ainda foi adaptado como espetáculo de teatro. Parker não foi tão feliz com a comédia “O Fantástico Mundo do Dr. Kellogg” (1994), o que o levou de volta, pela última vez, a seu gênero favorito, com a adaptação de “Evita”, versão da Broadway para a vida de Eva Peron, estrelada por Madonna e Antonio Banderas. Mais uma vez, a obra foi além dos cinemas, com Parker assinando dois clipes de Madonna extraídos da trilha sonora. Ele encerrou a carreira com mais dois longas, ambos de teor dramático, “As Cinzas de Ângela” (1999) e “A Vida de David Gale” (2003). O último, estrelado por Kevin Spacey e Kate Winslett, recebeu as críticas mais negativas de sua filmografia. Alan Parker nunca conseguiu agradar à imprensa. Sua carreira como diretor de comerciais lhe deu um apuro estético que causava estranheza entre os defensores do cinema mais tradicional. Mas a quantidade de obras cultuadas de seu currículo reflete, em retrospecto, como esteve à frente de seu tempo e como seu valor foi sempre reconhecido com atraso, em revisões críticas. Ironicamente, Parker acabou presidindo o Instituto Britânico de Cinema a partir de 1998. E por suas realizações e impacto cultural, foi nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico e, em 2002, cavaleiro pela rainha Elizabeth II. Ele também venceu quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e recebeu, em 2013, um BAFTA honorário pela carreira da Academia Britânica. “Eu vivi uma vida encantada”, disse. “Tive controle absoluto do meu trabalho, mesmo trabalhando em uma área muito difícil de expressar qualquer individualidade, como em Hollywood. Eles não interferiram no que eu fiz e, portanto, se meus filmes agradaram ou não, não é culpa de ninguém, apenas minha”. Parker deixa a mulher, a produtora Lisa Moran, e cinco filhos — entre eles, o roteirista Nathan Parker (“Lunar”).

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    The Souvenir mergulha em relação tóxica vivida nos anos 1980

    19 de julho de 2020 /

    Quarto longa-metragem da inglesa Joanna Hogg, “The Souvenir” não é apenas um filme pessoal: é autobiográfico, baseado nas memórias dos 20 e poucos anos da diretora. Até mesmo o apartamento em que morava foi reconstruído a partir de uma fotografia que ela tinha. A história se passa em Londres, no início da década de 1980, e aborda um relacionamento que hoje podemos descrever mais facilmente como tóxico. O longa ganhou um dos principais prêmios do Festival de Sundance do ano passado, como Melhor Filme da mostra competitiva internacional, e é curioso que não tenha atingido grande repercussão entre os cinéfilos brasileiros, talvez por não ter sido lançado nos cinemas. Só chegou por aqui em VOD neste período da quarentena. Ainda assim, também quase passa batido em meio a tantas opções disponíveis, mesmo que a grande maioria das opções não valha nosso valioso tempo. Só o fato de ser um filme baseado em fatos reais já provoca o interesse. A própria diretora hesitou bastante em materializá-lo, justamente por tratar de algo muito íntimo e incômodo para ela. Para interpretar sua personagem na juventude ela escolheu a semi-estreante Honor Swinton Byrne, filha da atriz Tilda Swinton. A jovem atriz só tinha no currículo uma pequena participação em “Um Sonho de Amor”, de Luca Gaudagnino, estrelado pela mãe. Tilda Swinton também está no elenco, num pequeno papel como mãe da protagonista. Na trama, Honor é Julie, uma estudante de cinema que conhece um homem um pouco mais velho, Anthony (Tom Burke), por quem se interessa e se apaixona. O homem é arrogante, lacônico, costuma apontar defeitos na moça, quando ele mesmo não parece ter lá suas qualidades. Nem bonito ele é. Ele esconde uma vulnerabilidade que surgirá aos poucos, à medida que formos conhecendo mais o personagem. É impressionante a atuação de Honor. Nem parece estar atuando, de tão natural que é sua performance. Seu trabalho também foi de pesquisa: ela chegou a ler os diários da diretora dos anos 1980, a fim de buscar identificação e conhecimento sobre ela e ajudar na formulação da personagem. E Joanna Hogg imprime um trabalho realista nos diálogos que torna o filme verdadeiro em muitos aspectos. Em entrevista com a diretora ao jornal britânico The Guardian, a atriz abordou a situação. “Toda pessoa na faixa dos 20 anos não sabe o que está acontecendo em sua vida. Você está tentando descobrir no que você é bom, quem você é, o que você quer, quais são seus limites. E você comete erros e tem problemas de auto-confiança.” Então, o que Anthony faz com Julie é se aproveitar desse momento mais delicado de se estar em seus 20s. Ainda que seja possível se envolver com os problemas do homem na segunda metade do filme, a relação vampírica é difícil de perdoar, de aceitar, ainda mais sendo Julie uma pessoa tão doce. “The Souvenir” causa bastante desconforto, pois, desde o começo, a relação que se estabelece entre Julie e Anthony soa desagradável. Vemos tudo com certo distanciamento, não parece ser fácil se apegar ao personagem masculino como ela se apegou. Fica-se o tempo todo querendo que ela saia desse relacionamento e a pergunta vem e é feita à própria diretora na referida entrevista: “Por que ela ficou com Anthony por tanto tempo?”. Hogg afirma que é uma pergunta que não é possível responder. Há no filme também uma espécie de valorização e de saudosismo do mundo analógico, que se ressalta pela encenação nos anos 1980. Isto é explorado nas cenas em que Julie está fotografando os amigos em festas intimistas, nas aulas de cinema a que ela assiste e nas fitas cassete que ela coloca para escutar em seu aparelho de som. Aliás, é muito bom o uso bastante pontual da música no filme, entrecortando os silêncios. O filme foi rodado em ordem cronológica e usando a bitola 16 mm, e se percebe claramente a textura diferente e a granulação em sua fotografia. Como cada rolo de 16 mm tem duração de 11 minutos, a edição também lida com essa limitação. Já a opção por filmar em ordem cronológica pode ter influenciado positivamente na construção dramática da protagonista. No fim dos créditos, anuncia-se um “The Souvenir – Parte 2”, que já está em fase de pós-produção e será lançado no próximo ano. Segundo a diretora, a parte dois começa quase que imediatamente onde termina a primeira e vai de 1985 até o final da década. Se for tão bom quanto este filme, os cinéfilos devem marcar no calendário a data de lançamento, para desta vez não perder o mergulho na memória e nos sentimentos de Joanna Hogg.

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    Cinema britânicos voltarão a abrir em agosto

    17 de julho de 2020 /

    Os cinemas, teatros e casas de shows do Reino Unido poderão reabrir a partir do dia 1º de agosto. O anúncio foi feito por Oliver Dowden, secretário de cultura, mídia e esporte do governo britânico, pelas redes sociais. O secretário disse que a liberação acontece após a aprovação de “programas piloto” supervisionados pelo governo, incluindo performances da Orquestra Sinfônica de Londres que admitiram espectadores, implementando medidas de distanciamento social. O governo do Reino Unido ainda não apresentou as medidas de segurança que serão exigidas dos proprietários dos estabelecimentos durante a reabertura. A retomada da China, porém, sugere um modelo para o entretenimento pós-pandemia do coronavírus. A partir de segunda (20/7), os cinemas chineses poderão reabrir com a metade suas sessões diárias habituais e ocupação de apenas 30% de suas salas. Além disso, os ingressos só serão vendidos online, o uso de máscaras será obrigatório e os clientes terão suas temperaturas checadas antes de ingressarem nos locais. Mas o detalhe mais curioso é que os filmes exibidos não poderão ter mais de 2 horas de duração, para diminuir o tempo passado nas salas. Vários blockbusters recentes têm em torno de 2h30 de duração e alguns, como “Titanic” e “Vingadores: Ultimato”, até 3 horas. From 1 August socially distanced audiences can return for indoor performances in theatres, music halls and other venues. This builds on pilots with @londonsymphony and others. So pleased to make progress to Stage 4 of our road map for culture. pic.twitter.com/Js7dQUghZ6 — Oliver Dowden (@OliverDowden) July 17, 2020

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    Earl Cameron (1917 – 2020)

    4 de julho de 2020 /

    O ator Earl Cameron, um dos primeiros e maiores astros negros do cinema britânico, morreu na sexta-feira (3/7) em sua casa em Kenilworth, na Inglaterra, de causas não reveladas. Ele tinha 102 anos. Cameron virou ator por acaso. Imigrante de Barbados, trabalhava como lavador de pratos quando foi visitar um amigo nos bastidores de um musical no West End londrino no final dos anos 1940. Naquele dia, um ator foi demitido e ele acabou aproveitado no ensaio para cantar um refrão. Não só entrou na peça como participou de diversas montagens teatrais, antes de fazer sua estreia bombástica nas telas em 1951, escalado pelo célebre diretor Basil Dearden como um marinheiro recém-chegado de navio em Londres, no clássico noir “Beco do Crime”. Naquele filme, o personagem de Cameron se envolvia com uma garota branca (Susan Shaw), num contexto de racismo e crime que entrou para a História. Foi o primeiro romance interracial produzido pelo cinema britânico. Apesar desse começo impactante, ele foi relegado a papéis menores nos longas seguintes, atuando geralmente em produções passadas na África, ainda no período colonial britânico, como “Simba” (1955), “Odongo” (1956), “A Morte Espreita na Floresta” (1956), “A Marca do Gavião” (1957) e até na série “O Caçador Branco” (1957). Só foi voltar à Londres urbana em novo filme de Dearden, o clássico “Safira, a Mulher Sem Alma” (1959), noir excepcional, vencedor do BAFTA de Melhor Filme Britânico, que se passava nos clubes noturnos de jazz da capital inglesa e novamente revisitava as relações interracionais e o racismo contra imigrantes caribenhos. Desde vez, ele interpretou um médico, irmão da personagem-título. Era o assassinato de sua irmã, confundida com uma mulher branca pela polícia, que dava início à trama, apresentada como uma investigação de crime racial. Após outras aventuras coloniais, inclusive um Tarzan – foi parceiro do herói em “Tarzan, o Magnífico” (1960) – , ele estrelou seu terceiro drama racial, “Lá Fora Ruge o Ódio” (1961), mais uma vez numa relação com uma mulher branca. Dirigido por Roy Ward Baker, o drama trazia o ator como o operário-modelo de uma fábrica, que era selecionado para receber uma promoção, despertando grande ressentimento entre seus colegas brancos. Cameron fez outro Tarzan – “Os Três Desafios de Tarzan” (1963) – e sua maior produção colonial, “Os Rifles de Batasi” (1964), de John Guillermin, antes de virar um agente secreto aliado de James Bond em “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965). Ele também participou de “Dezembro Ardente” (1973), romance estrelado e dirigido por Sidney Poitier em Londres, integrou a produção libanesa “Maomé – O Mensageiro de Alá” (1976), ao lado de Anthony Quinn, e voltou a contracenar com o intérprete de 007, Sean Connery, em “Cuba” (1979). Mas aos poucos tomou o rumo da TV, onde apareceu em dezenas de produções, inclusive nas célebres séries “Doctor Who” e “O Prisioneiro”, antes de dar uma pausa de 15 anos nas telas. Retornou apenas na década de 1990 para dar continuidade à longa filmografia. Entre seus trabalhos mais recentes estão o thriller “A Intérprete” (2005), de Sydney Pollack, estrelado por Nicole Kidman, o premiado “A Rainha” (2006), de Stephen Frears, que consagrou Helen Mirren, e “A Origem” (2010), de Christopher Nolan, com Leonardo DiCaprio.

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    Steve McQueen diz que excesso de brancura em filmes e séries britânicas é “racismo descarado”

    21 de junho de 2020 /

    O diretor Steve McQueen, do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, chamou de “racismo descarado” o fato de que filmes e séries britânicas tenham poucos profissionais não brancos, tanto atuando na frente das câmeras como – e principalmente – atrás delas. Ele deu um depoimento ao jornal inglês The Guardian em que comparou sua experiência de trabalhar nos EUA, onde comandou três longas – o mais recente, “Viúvas”, foi estrelado por Viola Davis, Michelle Rodriguez e Elizabeth Debicki – , e na indústria audiovisual britânica. “No ano passado, visitei um set televisivo em Londres. Parecia que eu tinha saído de um ambiente, a Londres que me cercava, para outro, um lugar que era estranho para mim. Eu não podia acreditar na quantidade de brancura naquele cenário. Fiz três filmes nos Estados Unidos e parece que nada mudou para valer neste período na Inglaterra. O Reino Unido estão muito atrás em termos de representatividade, é vergonhoso”, escreveu. “Toda a cultura da indústria tem que mudar. Isso não é saudável. Está errado. E, no entanto, muitas pessoas na indústria concordam com isso, como se isso fosse normal. Isso não é normal. É tudo menos normal. É ofensivo, obviamente errado. É racismo descarado. Fato. Eu cresci com isso”, completou. O desabafo de Queen reflete a iniciativa de profissionais de minorias étnicas (grupo chamado de BAME no Reino Unido, que inclui também asiáticos e “outros”) que enviaram neste fim de semana uma carta de protesto ao governo britânico contra a falta de iniciativas para enfrentar a falta de diversidade nas representações culturais. McQueen contou que, durante a produção de “Small Axe”, série sobre a comunidade negra britânica que ele está desenvolvendo para a rede BBC, deparou-se com diversas dificuldades para contratar minorias. “Tivemos incentivos fiscais, apoio financeiro, mas as únicas pessoas da comunidade BAME contratadas foram os motoristas e um eletricista. A dura realidade é que não há infraestrutura para apoiar e contratar essas pessoas”, afirmou. Para ele, toda a indústria precisa mudar. Ele questionou o número de negros trabalhando em produções recentes da BBC e em filmes como “Harry Potter”. “Não se trata apenas de negros trabalhando em filmes negros, mas de negros trabalhando em cinema e televisão, ponto final”. Ele descreve como a cultura pode mudar. “A questão fundamental é que precisamos acelerar o treinamento e o acesso às artes para todas as crianças talentosas, e não apenas para as crianças brancas talentosas”. O cineasta conclui: “Sim, estou farto. Não quero ouvir ninguém dizer: ‘Ah, sim, é terrível’ novamente. Eu já ouvi isso milhares de vezes. Todos concordam, mas nada é feito. O que eu quero é ver a mudança, não ouvir desculpas. Estou totalmente indignado com a falta histórica de esforço. Agora é a hora da mudança real”.

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    Vera Lynn (1917 – 2020)

    18 de junho de 2020 /

    A cantora Vera Lynn, conhecida como a “namorada das Forças Armadas” por músicas, filmes e shows que ajudaram a elevar o ânimo dos soldados britânicos durante a 2ª Guerra Mundial, morreu nesta quinta (18/6) aos 103 anos. Ela quase morreu aos 2 anos de idade em um caso grave de difteria, mas sobreviveu para se tornar artista logo em seguida, de forma extremamente precoce, aos sete anos. Aos 19, gravou seu primeiro disco solo. E estourou mundialmente aos 22. A música que a tornou conhecida foi gravada em 1939. “We’ll Meet Again” se tornou símbolo de esperança e resistência durante a 2ª Guerra Mundial, ao falar ao coração dos soldados sobre como “nos encontraremos novamente, não sei onde, não sei quando, mas eu sei que nos encontraremos de novo, em um dia ensolarado”. A música era entoada nas despedidas de combatentes que iam para a guerra, e recordada como lembrança de que um dia o conflito acabaria. “We’ll Meet Again” fez tanto sucesso que virou filme, um musical de mesmo nome, estrelado pela própria Vera Lynn em 1943. Durante a guerra, ela estrelou mais dois musicais, o patriótico “Rhythm Serenade” (1943), em que administrava uma creche para trabalhadoras da indústria bélica, e “Bonita e Teimosa” (1944), comédia considerada seu melhor filme. Mas sua carreira cinematográfica não sobreviveu aos dias de paz. Sua importância para o esforço de guerra, porém, foi muito além de músicas e filmes. Ela se envolveu pessoalmente, em excursões militares, para entreter as tropas britânicas em países como Egito e Índia, durante o conflito mundial. Em reconhecimento, Vera ganhou diversas medalhas e foi homenageada pela Rainha Elizabeth II com a Ordem do Império Britânico, que lhe rendeu o título oficial de Dama. A Dama Vera Lynn virou uma personalidade televisiva importante na TV britânica durante o pós-guerra e chegou até a ter um programa com seu nome, entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970. Sua última aparição pública foi em 2005, no 60º aniversário da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial. Mas mesmo com a passagem dos anos, sua presença na cultura pop nunca foi esquecida. A banda Pink Floyd chegou a lhe dedicar uma música, “Vera”, no disco “The Wall” (1979), que também foi incluída no filme de 1982 de Alan Parker sobre o álbum. E, em 2002, o americano Johnny Cash regravou “We’ll Meet Again”, quase como despedida da própria vida – ele morreria em seguida. Com a pandemia do coronavírus, a música, em suas várias versões, vinha sendo resgatada também como tema dos tempos atuais. Novamente, a rainha Elizabeth II citou o título da famosa canção durante um discurso em abril para dar esperança aos britânicos confinados. “Dias melhores virão, reencontraremos nossos amigos, reencontraremos nossas famílias, nós vamos nos encontrar de novo”, disse a monarca. E, em maio passado, a população britânica foi convidada a cantar “We’ll Meet Again” para recordar o 75º aniversário da rendição da Alemanha nazista. Em comunicado, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson saudou Vera Lynn como a voz que elevou o espírito do Reino Unido em um de seus momentos mais difíceis. “Seu charme e sua voz mágica vão continuar aquecendo os corações das próximas gerações”, declarou.

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    Lily James vai estrelar filme do argentino Pablo Trapero

    17 de junho de 2020 /

    A atriz inglesa Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) vai estrelar “The Paris Trap”, estreia do diretor argentino Pablo Trapero (“O Clã”) numa produção falada em inglês. O filme é uma produção britânica do Studiocanal e será apresentado a distribuidores durante o mercado virtual de Cannes Com roteiro de Daniel Taplitz (“Cão Vermelho”) e Michael Lesslie (“Assassin’s Creed”), “The Paris Trap” é descrito como um thriller hitchcockiano, que gira em torno de um caso de identidade equivocada envolvendo uma jovem turista americana (Lily James) em Paris. Enredada em uma operação internacional secreta, ela precisará desempenhar o papel da falsa identidade para salvar sua própria vida, buscando encontrar uma forma de escapar da “armadilha”. As filmagens devem acontecer em Paris no início do próximo ano. Trapero recentemente dirigiu a série internacional “ZeroZeroZero” para o Studiocanal, que foi lançada pela Amazon em março. E James concluiu, antes da pandemia, um thriller realmente hitchcockiano, o remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível” (1940), que será disponibilizado na Netflix em data ainda não divulgada.

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  • Filme

    Diretor revela planos de continuação de Ataque ao Prédio com John Boyega

    17 de junho de 2020 /

    John Boyega pode voltar à sci-fi que o tornou famoso. Não se trata, claro, de “Star Wars”, mas de “Ataque ao Prédio”, filme britânico que ele estrelou “há muito tempo” (na verdade, em 2011), antes de se aventurar numa galáxia distante. Em entrevista ao podcast Script Apart, o diretor Joe Cornish, responsável pelo filme original, revelou que teve uma conversa recente com o ator sobre a produção de sua sequência. “Temos idéias. Eu me encontrei com John alguns meses atrás para falar sobre isso”, disse o cineasta. “Sempre tivemos idéias após o primeiro filme, mas obviamente nós dois estávamos ocupados fazendo coisas diferentes. De certa forma, quanto mais tempo passa, mais interessante o projeto fica. Então, isso é tudo o que vou dizer”, concluiu. Embora o projeto esteja numa fase muito inicial de planejamento, a possibilidade realmente conta com apoio de Boyega, que retuitou a cobertura da revista Empire sobre a revelação de Cornish. E ainda comentou: “Acho que vou precisar de Londres inteira como exército para este filme”. “Ataque ao Prédio” causou sensação na época de seu lançamento pela combinação de humor, tensão e ficção científica, ao acompanhar uma tentativa de invasão alienígena na periferia de Londres, que acaba contida por uma gangue de rua e traficantes. O filme ganhou vários prêmios internacionais, lançando a carreira de Boyega e do diretor Joe Cornish. O elenco também inclui a futura “Doctor Who” Jodie Whittaker e o comediante Nick Frost (“Chumbo Grosso”). E, se tiver curiosidade, a produção está disponível em vários serviços de VOD (aluguel digital) no Brasil. Veja o trailer abaixo. ….think imma need the whole of London for an army on this one…… https://t.co/hGu9IL4UBJ — John Boyega (@JohnBoyega) June 17, 2020

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  • Música

    Beats: Drama sobre raves britânicas dos anos 1990 ganha trailer pulsante

    5 de junho de 2020 /

    A distribuidora indie Music Box divulgou o pôster e o primeiro trailer americano de “Beats”, drama em preto e branco que tem como pano de fundo a cena das raves britânicas do começo dos anos 1990. A trama se passa no verão de 1994, após o governo britânico proibir a realização de raves sem licença pública, e acompanha dois adolescentes escoceses de personalidades e classes sociais diferentes, que apesar dos destinos destintos viram melhores amigos ao compartilharem a paixão pela música eletrônica pulsante. Eles resolvem ignorar pais e leis para participar da maior rave ilegal daquele verão, naquela que provavelmente será a última festa que viverão juntos. Dirigido pelo escocês Brian Welsh (“The Rack Pack”), o filme destaca os jovens Cristian Ortega (“Retribution”) e Lorn MacDonald (“World’s End”) nos papéis principais, além de muitos hits eletrônicos que marcaram época. A prévia, por sinal, é marcada por beats da banda Prodigy. O elenco também inclui Laura Fraser (“The Missing”), Gemma McElhinney (“Legítimo Rei”) e Amy Manson (a Merida de “Once Upon a Time”). Baseado na peça teatral homônima de Kieran Hurley, o filme ainda tem produção executiva do cineasta americano Steven Soderbergh (“Contágio”). Premiado no BIFA, o troféu indie britânico, e com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Beats” tem estreia digital em VOD marcada para 26 de junho nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Jon Whiteley (1945 – 2020)

    20 de maio de 2020 /

    O ator e curador de museu Jon Whiteley, que recebeu um raro Oscar honorário juvenil em 1953, morreu aos 75 anos. A causa do falecimento não foi revelada. Whiteley tinha 8 anos quando ele e Vincent Winter estrelaram o drama britânico “Os Raptores”, de Philip Leacock, como meninos que encontram um bebê abandonado e decidem criá-lo. Pela desempenho, ambos receberam o Oscar honorário, uma estátua menor que o troféu original, entregue pela primeira vez em 1934 para Shirley Temple e pela última vez em 1960, para Hayley Mills. Deanna Durbin, Mickey Rooney e Judy Garland também receberam o troféu como atores mirins. Apesar da cerimônia do Oscar ser uma noite de consagração, o menino escocês não pôde ir ao evento em Los Angeles. Seus pais não deixaram. Na verdade, a carreira de ator foi um acidente na vida de Whiteley. Filho do diretor de uma escola, ele aprendeu a ler muito cedo e acabou incentivado a fazer a leitura de uma obra infantil no rádio. A desenvoltura chamou atenção de um produtor de cinema de Londres, que em 1952 o contratou para atuar no thriller criminal “Devoção de Assassino”, em que contracenou com Dirk Bogarde. Depois do Oscar mirim, ele foi trabalhar com um mestre do cinema, Fritz Lang, na aventura “O Tesouro de Barba Rubra” (1955). Também participou do thriller “O Seu Primeiro Crime” (1956), de Val Guest, e “O Jardineiro Espanhol” (1956), novamente com Dirk Bogarde. Mas a carreira foi extremamente curta, encerrando-se após mais dois papéis em episódios de séries de TV. Ao encerrar precocemente sua vida de ator, Whiteley se dedicou a seus estudos, formando-se na faculdade Pembroke e se tornando curador de museus. Ele se aposentou há alguns anos, no Ashmolean Museum, dedicado à arte e arquitetura, na cidade de Oxford. “Ao longo dos séculos, muitos indivíduos ajudaram a forjar o Ashmolean. Entre eles, há aqueles cujos espíritos ainda pulsam nas veias dessa instituição. Jon é um deles”, disse Xa Sturgis, diretor do museu, em comunicado sobre a morte do antigo funcionário.

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  • Filme

    How to Build a Girl: Trailer de comédia britânica mostra como virar crítico de rock

    9 de abril de 2020 /

    A IFC Films divulgou o pôster e o trailer de “How to Build a Girl”, comédia britânica que adapta o livro homônimo de Caitlin Moran (“Raised by Wolves”) sobre uma garota tímida e fora de forma que sonha virar crítica de rock. A prévia mostra que, para conseguir seu objetivo, ela decide se reinventar, adotando cabelos vermelhos, roupas extravagantes e uma personalidade diferente, extrovertida e “perigosa”. Tudo combinado com um novo nome: Dolly Wilde. Dá certo. E graças à críticas cada vez mais maldosas, ela rapidamente se torna a crítica mais popular do Reino Unido. Mas nem todas as consequências de sua nova atitude são positivas. A própria Caitlin Moran adaptou seu livro, que é baseado em suas experiências nos anos 1990, mas com vários nomes alterados em relação aos fatos reais – note-se que o semanário musical Melody Maker, onde a escritora trabalhou, é rebatizado de D&ME na prévia, como na obra literária. O filme é dirigido por Coky Giedroyc (da série “Harlots”) e destaca Beanie Feldstein (de “Lady Bird”) no papel principal, além de vários astros famosos em seu elenco, como Alfie Allen (“Game of Thrones”), Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Jameela Jamil (“The Good Place”), Lucy Punch (“Caminhos da Floresta”), Sharon Horgan (“Catastrophe”), Paddy Considine (“Peaky Blinders”), Frank Dillane (“Fear the Walking Dead”), Sarah Solemani (“O Bebê de Bridget Jones”) e Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”). Como a maior parte dos cinemas do mundo estão fechados, como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, “How to Build a Girl” será lançado diretamente nas plataformas de VOD (video on demand) em 8 de maio.

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    Honor Blackman (1925 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    A atriz inglesa Honor Blackman, conhecida por viver a Bond girl Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), morreu nesta segunda (6/4) em sua casa em Lewes, no Reino Unido, de causas naturais não relacionadas ao novo coronavírus, segundo disse a família ao jornal The Guardian. Ela tinha aos 94 anos. “Além de ter sido uma mãe e avó adorada por nós, Honor era uma atriz de talento criativo imensamente prolífico, com uma extraordinária combinação de beleza, inteligência e poderio físico, além de sua voz única e sua ética de trabalho dedicada”, escreveu a família em nota. Ela começou a carreira nos anos 1940, geralmente escalada como jovem recatada em filmes como “A Filha das Trevas” (1948) e “Quarteto” (1948). E sua longa carreira inclui muitos clássicos, entre eles “Angústia de uma Alma” (1950), “Somente Deus por Testemunha” (1958), uma das versões cinematográficas do desastre do Titanic, e “Jasão e o Velo de Ouro” (1963), em que viveu a deusa Hera. Mas, curiosamente, sua popularidade só explodiu quando ela foi para a TV, ao estrelar a série “Os Vingadores” (The Avengers) em 1962 como Catherine Hale, uma espiã em roupa de couro preto que marcou época na programação televisiva britânica. Ela deixou o papel em 1964, exatamente para se juntar a Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”, a terceira aventura de James Bond nos cinemas. A personagem de Blackman, Pussy Galore, que liderava um esquadrão aéreo, rompeu com os clichês das Bond girls indefesas e submissas da franquia. “Ela era uma criatura fascinante e a menos previsível de todas as conquistas de James Bond”, disse Blackman uma vez. “Todas as outras sucumbiram rapidamente [à sedução de Bond], mas não Pussy. No livro [de Ian Fleming], ela era lésbica.” E ela era capaz de fazer mais que deixar os homens tontos com sua beleza, ela os fazia cair a seus pés, desmaiados após golpes de artes marciais. Graças ao papel de “Os Vingadores”, Blackman tinha treinado judô e a repercussão de seus papéis em produções de ação renderam até o lançamento de um livro em que atriz ensinava golpes de autodefesa. Seu papel em Pussy Galore ainda repercutiu na cultura pop, inspirando o nome de uma banda de rock, formada em Washington em 1985 pelo guitarrista e cantor Jon Spencer (posteriormente líder do trio The Jon Spencer Blues Explosion). O sucesso de “007 Contra Goldfinger” levou Blackman a estrelar três filmes em 1965: a comédia “O Segredo do Meu Sucesso”, o drama “Leilão de Almas” e o romance trágico “Por um Momento de Amor”. Ela voltou a contracenar com Sean Connery no western “Shalako” (1968) e continuou em alta até o fim dos anos 1970, aparecendo em “Twinky” (1970), de Richard Donner, e em vários terrores cultuados, como “Uma Noite de Pavor” (1971), “Uma Filha para o Diabo” (1976) e “O Gato e o Canário” (1978). Blackman também fez muitas produções televisivas, inclusive um arco em “Doctor Who”, nos anos 1980, e na maior parte dos anos 1990 estrelou a série de comédia “The Upper Hand”, a versão britânica da sitcom americana “Who’s the Boss?”, como uma mãe sexualmente ativa que contrata um empregado doméstico masculino. Entre seus últimos papéis estão participações nos filmes “O Diário de Bridget Jones” (2001), “Totalmente Kubrick” (2005), “Eu, Anna” (2012) e o terrir “Cockneys vs. Zombies” (2012). A atriz foi casada duas vezes. Seu último marido foi o também ator Maurice Kaufmann, com quem contracenou em “Uma Noite de Pavor”. O casal adotou dois filhos, Lottie e Barnaby, que lhes deram os netos Daisy, Oscar, Olive e Toby.

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    Um Amor, Mil Casamentos: Comédia romântica com Sam Claflin ganha trailer legendado

    1 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 14 fotos e o trailer legendado da comédia romântica “Um Amor, Mil Casamentos” (Love. Wedding. Repeat), estrelada por Sam Claflin (de “Jogos Vorazes: Em Chamas”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A prévia mostra as diversas confusões que acontecem nos bastidores de um casamento. Na trama, Claflin vive o irmão da noiva (Eleanor Tomlinson, de “Poldark”), que precisa lidar com a chegada de sua ex-namorada furiosa (Freida Pinto, de “Quem Quer Ser Um Milionário?”) e a aparição surpresa de um convidado indesejado (Jack Farthing, também de “Poldark”). No meio de planos frustrados e emergências médicas, ele ainda reencontra um interesse romântico (Munn), enquanto tenta fazer com a irmã tenha um casamento (praticamente) perfeito. A produção britânica marca a estreia na direção do roteirista Dean Craig. Ele escreveu o sucesso “Morte no Funeral” (2007), que ganhou remake americano. E, por coincidência, se lança como diretor em situação inversa. “Um Amor, Mil Casamentos” também é um remake: da comédia francesa “Plan de Table”, de 2012. A estreia está marcada para 10 de abril em streaming.

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