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    Vale Night: Filme com Linn da Quebrada ganha trailer

    10 de fevereiro de 2022 /

    A Buena Vista Brasil divulgou o trailer de “Vale Night”, filme que conta com participação de Linn da Quebrada, do “BBB 22”. O papel é pequeno. Ela não diálogos no trailer. Mesmo assim, é o terceiro nome destacado no vídeo. Já os papéis principais são de Gabriela Dias (“Cidade Proibida”) e Pedro Ottoni (“Pai em Dobro”), que vivem um casal da periferia de São Paulo. Cansada de lidar com as responsabilidades do primeiro filho, Daiana resolve pegar um “vale night” para passar a noite com as amigas, mas para isso precisa deixar o filho com o pai irresponsável da criança. Sem a menor noção, Vini também decide sair na noite, levando o bebê para um baile funk. Só que a criança some enquanto ele dança, fazendo com que mobilize os amigos (entre eles, Linn) numa busca por toda a comunidade, enquanto enrola Daiana para ela não perceber nada. Dirigido por Luis Pinheiro (“Mulheres Alteradas”), “Vale Night” também inclui em seu elenco Yuri Marçal (“Desjuntados”, Jonathan Haagensen (“Onisciente”), Maíra Azevedo (Tia Má, de “Medida Provisória”), Neusa Borges (“Juntos e Enrolados”), Sol Menezes (“Irmandade”), Natallia Rodrigues (“O Doutrinador”) e Iara Jamra (“O Signo da Cidade”), entre outros. O filme é uma produção da Querosene Filmes e tem estreia marcada para 17 de março.

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    Festival de Berlim 2022 começa em clima de pandemia

    10 de fevereiro de 2022 /

    O Festival de Berlim começa sua 72ª edição nesta quinta (10/2) em clima de pandemia, cercado de protocolos sanitários, como testes e exigência de vacinação, e sem festas e eventos públicos. A programação também foi compactada. Todos os 256 títulos serão exibidos até o dia 16, e os quatro dias restantes serão dedicados a reprises. Além disso, o European Film Market, a seção de negócios do festival, foi transformada em evento virtual. Tudo isso para exibir filmes de forma presencial, depois da edição online do ano passado. “Se fossemos obrigados a voltar ao virtual, teríamos que fazer uma nova seleção de filmes, pois metade está comprometida com a projeção em salas”, afirmou Carlo Chatrian, diretor artístico da Berlinale. Com apenas um filme americano em competição, pois, segundo Chatrian, os demais inscritos não eram “fortes o suficiente”, a disputa do Urso de Ouro destaca cineastas europeus e asiáticos. Além do filme de Ozon, que faz uma homenagem ao mítico “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, de Rainer Werner Fassbinder, outros destaques da mostra competitiva são o novo filme do sul-coreano Hong Sang-soo, “The Novelist’s Film”, a nova produção da francesa Claire Denis, “Avec Amour et Acharnement”, e o segundo longa solo do italiano Paolo Taviani após a morte do irmão, “Leonora Addio”. O cineasta M. Night Shyamalan é o presidente do júri, que inclui o cineasta brasileiro Karim Aïnouz e entregará o Leão de Ouro ao melhor da competição no dia 20. Fora da competição, a programação se estende por várias mostras, que exibirão desde “Dark Glasses”, a volta do mestre Dario Argento ao terror, até seis títulos brasileiros. Na principal mostra paralela, a Panorama, o destaque é “Fogaréu”, drama de Flávia Neves, estrelado por Bárbara Colen, sobre estruturas coloniais e desigualdade que resistem no interior do Brasil. Na Forum, são dois longas. “Mato Seco em Chamas”, codirigido por Adirley Queirós e pela portuguesa Joana Pimenta, mostra o contraste entre a realidade de mulheres de Ceilândia e a venda de petróleo encontrado sob a cidade, enquanto “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre, aborda a situação de jovens queer de São Paulo durante a pandemia de covid-19. Os demais títulos são curtas-metragens: “O Dente do Dragão”, de Rafael Castanheira Parrode, que estará na mostra Forum Expanded, “Manhã de Domingo”, de Bruno Ribeiro, e “Se Hace Camino al Andar”, de Paula Gaitán.

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    Remo Usai (1928-2022)

    9 de fevereiro de 2022 /

    O maestro e compositor brasileiro Remo Usai, considerado o maior autor de trilhas do cinema brasileiro, faleceu aos 93 anos. Ele teve a morte confirmada pelo advogado da família, Daniel Campello Queiroz, que não forneceu maiores detalhes. Desde 1957, quando começou a compor, Usai criou trilhas para mais de uma centena de obras de todos os gêneros. Foi importante nome do Cinema Novo, trabalhando com nomes como Nelson Pereira dos Santos, com que fez “Mandacaru Vermelho” (1960) e “Boca de Ouro” (1962). E compôs a trilha de inúmeros clássicos, entre eles a chanchada “Entrei de Gaiato” (1959), de J.B. Tanko, o drama “A Grande Feira”, de Roberto Pires, e os thrillers policiais “Assalto ao Trem Pagador” (1962), de Roberto Farias, e “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, para citar só o começo de sua carreira. Ele também fundador da Rede Globo em 26 de abril de 1965, tornando-se o primeiro Diretor Musical do canal de televisão da família Marinho. Em 1979, Usai conquistou o troféu Candango de Melhor Trilha no Festival de Brasília pelo filme de “true crime” “O Caso Claudia”, de Miguel Borges. Suas músicas também embalaram diversos filmes dos Trapalhões. Sua longeva parceria com Renato Aragão começou antes mesmo da estreia da famosa trupe de humoristas, quando trabalhou em “Na Onda do Iê-Iê-Iê”, estrelado por Aragão em 1966. Entre os filmes dos Trapalhões, ele musicou sucessos como “O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão” (1977), “Os Três Mosqueteiros Trapalhões” (1980), “O Incrível Monstro Trapalhão” (1980), “Atrapalhando a Suate” (1983) e “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983). A lista de trilhas inclui até o primeiro longa-metragem baseado nos quadrinhos de Mauricio de Sousa, “As Aventuras da Turma da Mônica”, animação lançada com grande sucesso em 1982. Apesar da carreira bem-sucedida, Usai sofreu para receber seus direitos devidos. Por quase 40 anos, travou uma disputa judicial com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) pelos direitos de execução de suas músicas em filmes, no cinema e na televisão. O maestro ingressou com a ação em 1983 e a disputa se arrastou por décadas. Em entrevista para o jornal O Globo de 2012, a filha do maestro, Lilian Usai, revelou que a família passava por problemas financeiros. “Meu pai recebe cerca de um salário mínimo por mês por ter se aposentado como autônomo. Já perdeu os imóveis que meu avô deixou e quase perdeu o apartamento em que vive, no Cosme Velho, por não conseguir arcar com o condomínio e o IPTU. Num momento de lucidez, me disse que achava que tinha fracassado por não ter conseguido juntar dinheiro nem vencido essa ação contra o Ecad”. A Justiça finalmente lhe deu ganho de causa em 2018, determinando o pagamento de cerca de R$ 3,5 milhões. O pagamento, no entanto, só ocorreu em 2021, meses antes de sua morte.

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    “Moonfall” tira “Homem-Aranha” do topo das bilheterias no Brasil

    7 de fevereiro de 2022 /

    Fracasso nos EUA, “Moonfall: Ameaça Lunar” estreou em 1º lugar no Brasil, mas quase que “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” manteve seu domínio, que já dura quase dois meses nas bilheterias brasileiras. De acordo com dados da consultoria Comscore, a catástrofe do diretor Roland Emmerich (“O Dia Depois de Amanhã”) estreou com R$ 3,18 milhões de arrecadação, levando 157,2 mil aos cinemas, enquanto o filme do Homem-Aranha fez R$ 3,06 milhões, visto por 152,6 mil espectadores no fim de semana. Em 3º lugar, ficou uma estreia nacional: a comédia “Tô Ryca 2”, com Samantha Schmütz, que vendeu 123 mil ingressos e faturou R$ 2,26 milhões. O cinema brasileiro tem outros dois representantes entre os filmes mais vistos. “Eduardo e Mônica” ficou em 6º lugar, com 44,9 mil espectadores e R$ 941 mil, e “Turma da Mônica – Lições” em 8º, com 21,2 mil ingressos vendidos e faturamento de R$ 407 mil. Os dois filmes podem se considerar bem-sucedidos. O romance inspirado pela música da Legião Urbana acumula público de 308 mil pessoas e R$ 5,8 milhões em bilheteria. Já a adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa foi assistida por 770 mil pessoas e totaliza R$ 12,7 milhões em ingressos vendidos. Confira abaixo o Top 10 nacional, de acordo com o levantamento da Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 3 – 6/Fev:1. #Moonfall 2. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 3. #ToRyca2 4. #PanicoOFilme #ScreamMovie 5. #Sing26. #EduardoEMonica 7. #Spencer 8. #TurmaDaMonica #Lições9. #OBecoDoPesadelo 10. #aventurasgulliver — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) February 7, 2022

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    “Moonfall” estreia em mil salas de cinema

    3 de fevereiro de 2022 /

    Segundo maior lançamento do ano nos cinemas brasileiros, “Moonfall – Ameaça Lunar” estreia em cerca de mil salas nesta quinta (3/2). Só perde para a animação “Sing 2”, lançada em 1,1 mil. A iniciativa busca tirar a liderança das bilheterias de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que é o filme mais visto do Brasil desde meados de dezembro passado. Mas não vai ser fácil. Para atingir seu objetivo, a catástrofe americana terá que superar ainda a concorrência da comédia brasileira “Tô Ryca 2”, outra produção superexagerada – histeria no último – distribuída em 637 salas. Como nenhum dos dois filmes empolga a crítica, a grande ironia da programação é que o único filme que valeria a pena ver no cinema nesta semana, sem esperar pelo lançamento em streaming, é da Netflix. O premiado “Mães Paralelas”, de Pedro Almodóvar, chega em circuito mínimo, ou melhor, promocional, apenas para chamar atenção para sua estreia digital daqui a duas semanas. A lista de lançamentos ainda incluiu uma animação ucraniana de pouco apelo comercial e, entre segunda (7/2) e quinta (10/2), o último show dos Beatles em IMAX. Confira abaixo os trailers e mais detalhes de cada titulo.   MOONFALL – AMEAÇA LUNAR Em sua nova sci-fi apocalíptica, Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”) volta a mostrar o mundo sendo destruído por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra, abrindo buracos enormes no roteiro, assinado pelo diretor com a ajuda de dois especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Esmagado pela gravidade das críticas, trata-se de um verdadeiro desastre, que desperdiça um elenco formado por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Aquaman”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”).   TÔ RYCA 2 A sequência deveria se chamar “Tô Pobre”, já que utiliza o mesmo artifício que justificou as continuações de “Até que a Sorte nos Separe”, fazendo a pobre que ficou milionária no primeiro filme perder tudo de uma hora para outra. Novamente miserável, ele enfrenta os perrengues típicos da classe trabalhadora, que são mostrados de forma mais estereotipada que os clichês de novo rico do filme “original”. Assim como no primeiro filme, o roteiro é de Fil Braz e a direção ficou a cargo de Pedro Antônio. Já o elenco acrescentou Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Te Prego Lá Fora”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”) e participação especial da dupla sertaneja Maiara e Maraisa.   AS AVENTURAS DE GULLIVER A animação ucraniana imagina a volta de Gulliver para Liliput, só que desta vez ele não é um gigante, mas um homem comum, que precisa lidar com a decepção dos moradores que contavam com sua ajuda descomunal para vencer seus inimigos. Além da “moral da história” evidente, o desenho também é bem simplezinho em seus aspectos técnicos, resultando numa animação sem muita expressividade.   MÃES PARALELAS Com distribuição limitadíssima, duas semanas antes de ser lançado em streaming na Netflix, o novo filme de Pedro Almodóvar gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor na esteira do sucesso de “Dor e Glória”. A produção reforça a mudança temática na filmografia de Almodóvar, que há tempos trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de mães e filhos. A trama acompanha duas mulheres grávidas que dividem o quarto em uma maternidade, sem saber que esse breve encontro as unirá de maneiras que nunca poderiam imaginar. Ao mesmo tempo, a personagem de Cruz ainda lida com o legado da guerra civil espanhola, que marcou sua família e a de muitos de seus compatriotas. Além de Cruz, que venceu o Festival de Veneza por seu desempenho no filme, “Mães Paralelas” tem como protagonistas Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”), a novata Milena Smit (“No Matarás”) e Israel Elejalde (“Veneno”), e volta a reunir outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar.   THE BEATLES GET BACK: O ÚLTIMO SHOW O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido no circuito IMAX apenas de segunda (7/2) a quinta (10/2). São 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+. O show histórico dos Beatles completou 53 anos no domingo passado (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso.

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    Drama brasileiro é selecionado para o Festival SXSW

    2 de fevereiro de 2022 /

    O Festival SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes eventos cinematográficos dos EUA, selecionou o filme “Raquel 1:1”, segundo longa da diretora Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”). Único filme brasileiro na programação do evento texano, “Raquel 1:1” entrou na seção Global. Segundo a sinopse, a Raquel do título é uma jovem que, ao chegar a uma pequena cidade do interior, “atravessa um misterioso acontecimento que lhe faz embarcar numa desafiadora missão ligada à Bíblia e a traumas de seu passado”. O papel principal é vivido por Valentina Herszage (“Mate-me Por Favor”). A produção é da Claraluz Filmes com distribuição da O2 Play. O festival americano acontece entre 11 e 20 de março na cidade de Austin, no Texas. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Carlos Saldanha vai transformar Iemanjá em super-heroína do cinema

    2 de fevereiro de 2022 /

    Depois de transformar crenças indígenas em personagens da série sobrenatural “Cidade Invisível”, o diretor Carlos Saldanha fará um filme de super-heróis com Iemanjá. Primeiro filme live-action de Saldanha, que disputou o Oscar de Melhor Animação por “Touro Ferdinando”, “Iemanjá – Deusa do Oceano” é uma produção da Warner Bros. e Ventre Studio, e “tem como proposta trazer elementos do Candomblé para o universo dos super-heróis”, segundo comunicado oficial. “Com Ogum, o Deus da Guerra, como mentor, Iemanjá tenta entender seus poderes ao enfrentar Iansã, orixá cultuada como Deusa das Tempestades”, informa a sinopse divulgada pela Warner. O anúncio do projeto foi feito pelas redes sociais do estúdio exatamente no dia de Iemanjá, celebrado nesta quarta (2/2) no Brasil. A atriz Camila Pitanga é uma das produtoras e não será surpresa se assumir o papel principal. “A Iemanjá é um símbolo para todo o Brasil, independentemente da religião ou crença de cada um. Nós acreditamos no poder dessa figura, parte da nossa herança ancestral, que tem tudo para cativar o público ao redor do globo da mesma forma que os deuses gregos, romanos, persas ou escandinavos, que já fazem parte do nosso imaginário”, disse Saldanha, em comunicado. “Para mim, é uma alegria infinita falar de um projeto que envolve pessoas que eu adoro e estou adorando trocar. Evocar uma das figuras mais queridas da nossa ancestralidade, uma divindade que, tenho certeza, vai abençoar esse projeto e vai fazer com que ele alcance uma voz que possa chegar em todos os cantos do mundo e falar com os jovens do mundo. Uma alegria, uma responsabilidade e uma vibração muito bonita”, acrescentou Camila Pitanga. A equipe do filme conta ainda com o quadrinista Ivan Reis, que desenha várias revistas da DC Comics e ficou responsável por desenvolver a identidade visual dos personagens de “Iemanjá – Deusa do Oceano”, dentro da proposta de adaptar as entidades do candomblé para a linguagem dos super-heróis. Ainda não há cronograma conhecido para a produção nem previsão de lançamento. Hoje é dia dela, da Iemanjá! E é com prazer que anunciamos o seu filme: "Iemanjá – Deusa do Oceano". Uma coprodução com o Ventre Studios, o longa tem como proposta trazer elementos do Candomblé para o Universo de super-heróis! #IemanjaDeusaDoOceano, breve nos cinemas pic.twitter.com/b9lIhn4hlG — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) February 2, 2022

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    Isaac Bardavid (1931-2022)

    1 de fevereiro de 2022 /

    O ator e dublador Isaac Bardavid morreu nesta terça-feira (1/2), aos 90 anos, devido a problemas respiratórios, no Rio de Janeiro. Em mais de 50 anos de carreira, Bardavid integrou o elenco de dezenas de novelas da Globo, como “Irmãos Coragem” (Beato Zacarias), “Escrava Isaura” (Seu Chico), “O Cravo e a Rosa” (Felisberto), “Eterna Magia” (Zequinha) e “Além do Horizonte” (Klaus). Ele também interpretou o Seu Elias Turco em “Síto do Pica-Pau Amarelo” e fez participação em diversos programas humorísticos, de “Os Trapalhões” a “Zorra Total”, além de ser conhecido como a voz de inúmeros personagens marcantes do cinema e TV, como o Wolverine (dos filmes dos “X-Men”), Freddy Krueger (de “A Hora do Pesadelo”), Tigrão (do “Usinho Pooh”) e Esqueleto (do “He-Man”). Seus trabalhos mais recentes como ator foram a minissérie “Dois Irmãos” (2017) e os filmes “O Escaravelho do Diabo” (2016), “Histórias Assombradas” (2017) e “Carcereiros – O Filme” (2019).

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    HBO Max anuncia filmagens de comédia com Camila Queiroz e Klebber Toledo

    27 de janeiro de 2022 /

    A HBO Max anunciou o início das filmagens de uma nova comédia brasileira estrelada pelo casal da vida real Camila Queiroz (“Verdades Secretas”) e Klebber Toledo (“Ilha de Ferro”). Com o título provisório de “Procura-se um Marido”, a produção também teve as primeiras imagens de seus bastidores liberadas. Veja abaixo. O filme é uma adaptação do best-seller homônimo da autora Carina Rissi, tem direção de Marcelo Antunez (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e é uma produção da Framboesa Filmes. A trama gira em torno de Alicia (Camila Queiroz), uma jovem bem-nascida que adora baladas e recebe uma herança de um parente milionário, mas com uma condição: apenas após o casamento. Recusando-se a ceder, ela decide trabalhar como assistente na empresa do falecido, logo descobrindo que o salário não cobre nem os gastos com a gasolina do seu Porshe. Além disso, seus colegas de trabalho são hostis. Cansada das pequenas dificuldades que encontra a cada dia, Alicia decide burlar o testamento com um plano maluco, aceitando a proposta de um colega de trabalho para virar seu namorado/marido de aluguel. A autora Carina Rissi já coleciona romances de sucesso, com a série “Perdida”, que conquistou o coração de diversos leitores de todas as idades. “Procura-se um Marido” agradou tanto o público que ganhou um spin-off chamado “A Mentira Perfeita”. O filme faz parte de um acordo maior com a escritora, que já tem outros projetos em desenvolvimento. Além de ter suas obras adaptadas para formatos audiovisuais, Carina Rissi ainda apresentará roteiros inéditos para a HBO Max nos próximos anos.

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    “O Beco do Pesadelo” e “Spencer” chegam aos cinemas

    27 de janeiro de 2022 /

    A programação de cinema da semana está em sintonia com a temporada de premiações de Hollywood, trazendo filmes cotados ao Oscar: “O Beco do Pesadelo”, de Guillermo del Toro, que já venceu o troféu da Academia por “A Forma da Água”, “Spencer”, que destaca a performance de Kristen Stewart como a Princesa Diana, “Summer of Soul”, já qualificado entre os 15 filmes pré-selecionados na categoria de Melhor Documentário do Oscar 2022, e “A Felicidade das Pequenas Coisas”, que tenta o Oscar de Melhor Filme Internacional. Ao todo, sete títulos novos chegam ao circuito nesta quinta (27/1), incluindo duas produções brasileiras com distribuição mais restrita. Confira abaixo todas as novidades que entram em cartaz.     O BECO DO PESADELO O novo espetáculo repleto de estrelas de Guillermo Del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”) tem clima de terror, mas é o primeiro trabalho da carreira do cineasta que deixa de lado elementos sobrenaturais para focar apenas no pior da raça humana. A história é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A trama gira em torno de um vigarista (Bradley Cooper) que entra num circo, aprende os truques de uma suposta vidente (Toni Colette) e resolve aplicar golpes como um falso médium, com a ajuda de uma jovem assistente (Rooney Mara). Tudo muda quando ele conhece uma psicóloga pilantra (Cate Blanchett) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela milionária com estas informações. O resultado é muito muito sombrio, mas aclamado com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.     SPENCER Na terceira cinebiografia de sua carreira, Kristen Stewart dá vida à Princesa Diana, encenando o momento em que a jovem aristocrata decide, durante as férias de Natal com a família real, encerrar seu casamento e sair da monarquia. O título faz referência ao nome de solteira da mãe dos príncipes Harry e William. “Spencer” tem direção do chileno Pablo Larrain, que já retratou a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em seu momento mais traumático, no filme “Jackie” (2016), e conta com roteiro de Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”). Mas é Stewart que faz o filme ser tão elogiado pela crítica – 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O fato dela ter sido esnobada pelo Sindicato dos Atores dos EUA, que não a indicou em seu prêmio anual, foi tratado como escândalo pela imprensa americana.     SUMMER OF SOUL (… OU QUANDO A REVOLUÇÃO NÃO PODE SER TELEVISIONADA) Vencedor do Festival de Sundance e do Critics Choice como Melhor Documentário do ano, o filme dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson, baterista da banda de hip-hop The Roots, resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que acabou esquecido, apesar de reunir grandes astros do soul, gospel, jazz e blues em Nova York, no mesmo verão e a apenas 100 milhas de distância do famoso festival de Woodstock. Além de mostrar performances arrepiantes de Nina Simone, Stevie Wonder, Mahalia Jackson, os Staple Singers, BB King e Sly and the Family Stone, guardadas durante cerca de 50 anos numa garagem, o filme conta a história do evento, acrescentando depoimentos de artistas e testemunhas daquele verão em Nova York.     A FELICIDADE DAS PEQUENAS COISAS Um jovem butanês, que sonha em se mudar para a Austrália e virar um cantor famoso, é enviado pelo governo para ser professor em Lunana, uma das regiões mais isoladas do mundo, onde deverá assumir uma escola infantil. Viajando a contragosto, ele logo descobre naquele lugar a felicidade das pequenas coisas, conforme a moral da história explicitada pelo título. A moral da história também é uma forma de criticar o desejo ocidental da busca pela fama e realização pessoal, evocando a ideologia comunista chinesa, que desde a revolução cultural manda intelectuais para o campo para aprenderem “a felicidade das pequenas coisas”. O tema já tinha sido abordado no clássico “O Caminho para Casa” (1999), de Zhang Yimou. Mesmo assim, o longa de Pawo Choyning Dorji tem fãs entre os críticos americanos e pode surpreender com uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional     FORTALEZA HOTEL Pilar, uma jovem empregada de hotel com planos de sair do Brasil, conhece Shin, um hóspede sul-coreana de meia-idade, que está no país para levar o corpo de seu falecido marido de volta à Seul. Quando os planos de ambas começam a dar errado, as duas mulheres acabam estabelecendo uma intensa relação de solidariedade. Segundo longa de Armando Praça (“Greta”), o drama destaca em seu elenco Clebia Sousa (“Bacurau”), premiada como Melhor Atriz pelo desempenho no Festival Cine Ceará 2021, Vanderlei Bernardino (“Sintonia”), o Melhor Ator no mesmo evento, e a veterana sul-coreana Lee Yeong-ran (“A Irmandade da Guerra”).     PASSAGEM SECRETA A aventura infantil de baixo orçamento gira em torno da menina novata na cidade, que se junta a um grupo de crianças para invadir um parque de diversões durante a noite e salvar um dos colegas, ao mesmo tempo que descobre segredos sobre sua identidade. Dirigido por Rodrigo Grota (“Leste Oeste”), o filme traz diversas crianças estreantes e o cantor Arrigo Barnabé (“Cidade Oculta”) no papel de vilão.     BELLE Versão futurista da fábula de “A Bela e a Fera”, “Belle” também é uma parábola crítica sobre as farsas da internet e o perigo das redes sociais. A trama gira em torno de uma cantora virtual chamada Belle, que tem sua turnê interrompida no metaverso pela viralização de uma criatura batizada pela mídia de a Fera. Nada, porém, é o que parece, já que o sucesso de Belle no “U”, universo de realidade virtual, esconde sua verdadeira identidade, uma adolescente “caipira” e pouco popular chamada Suzu, e a criatura misteriosa que surge em seu caminho não é realmente uma ameaça, mas uma vítima de bullying digital e cancelamento. O anime tem direção de Mamoru Hosoda, responsável por “Mirai”, indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2019, além de ter assinado cults como “Crianças Lobo” (2012), “Guerras de Verão” (2009) e “A Garota que Conquistou o Tempo” (2006).

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    “Turma da Mônica” supera R$ 10 milhões nas bilheterias

    24 de janeiro de 2022 /

    Com mais de um mês em cartaz, “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” continua dominando as bilheterias brasileiras, segundo levantamento da consultoria Comscore. O filme arrecadou mais R$ 5,9 milhões entre quinta-feira e domingo (23/1), bem à frente do 2º lugar, o novo “Pânico”, que faturou R$ 2,6 milhões no final de semana. O Top 3 se completa com a animação “Sing 2”, que fez R$ 2 milhões. Mas o que chama mais atenção no ranking é a sequência seguinte, que enfileira três produções brasileiras entre as mais vistas. Em 4º lugar, ficou a estreia de “Eduardo e Mônica”, que registrou R$ 1,74 milhão de 85 mil espectadores. A comédia “Juntos e Enrolados” aparece em seguida, com R$ 767 mil, acompanhada de perto por “Turma da Mônica: Lições”, com R$ 753 mil. Desde a estreia, o filme da “Turma da Mônica” acumulou público de 656 mil pessoas e já arrecadou impressionantes R$ 10,8 milhões de bilheteria, mais que qualquer outro lançamento nacional desde o começo da pandemia (em março de 2020). Confira abaixo o Top 10 das bilheterias da semana no Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 20-23/1:1. #HomemAranhaSemVoltaParaCasa 2. #PanicoOFilme #ScreamMovie 3. #Sing2 4. #EduardoEMonica 5. #JuntosEEnrolados6. #TurmaDaMonica #Lições 7. #Agentes3558. #MatrixResurrections 9. #KingsManAOrigem 10. #MyHeroAcademia — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 24, 2022

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    Theresa Amayo (1933-2022)

    24 de janeiro de 2022 /

    A atriz Theresa Amayo morreu na madrugada desta segunda-feira (24/1), aos 88 anos, em decorrência de um câncer de rim. Ela estava em casa e lutava contra a doença desde o ano passado. Nascida em Belém, Theresa iniciou a carreira como atriz na década de 1950, época em que se lançou no teatro e começou a se projetar no cinema em diversos filmes, primeiro em melodramas como “Meu Dia Chegará” (1951), “Santa de Um Louco” (1953), “Perdidos de Amor” (1953) e “O Diamante” (1955), e depois em chanchadas como “Fuzileiro do Amor” (1957), “Na Corda Bamba” (1958), “O Camelô da Rua Larga” (1958), “O Barbeiro Que Se Vira” (1958) e “Eu Sou o Tal” (1959). O sucesso no cinema a levou para a televisão, onde se tornou uma das primeiras contratadas da TV Globo, atuando nas novelas inaugurais da emissora, como “O Rei dos Ciganos” (1966), “A Rainha Louca” (1967), “Sangue e Areia” (1968) e “A Última Valsa” (1969), época em que costumava fazer par romântico com Claudio Marzo. Ela também participou de “Pecado Capital” (1975) e produções modernas como “Senhora do Destino” (2004) e “Flor do Caribe” (2013). Em dezembro de 2004, sua família foi abalada por uma tragédia, quando a filha, o genro e o neto se tornaram vítimas do tsunami na Tailândia que deixou mais de 220 mil mortos. Nos últimos anos, tinha voltado ao cinema, participando de várias comédias, entre elas “S.O.S.: Mulheres ao Mar” (2014), “Sorria, Você Está Sendo Filmado” (2014), “Doidas e Santas” (2016) e “Sai de Baixo: O Filme” (2019).

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    Gloria Pires vai dirigir primeiro filme

    23 de janeiro de 2022 /

    A atriz Gloria Pires (“Nise: O Coração da Loucura”) vai dirigir o primeiro longa-metragem da sua carreira. Chamado de “Sexa”, o filme que vai contar a história de uma mulher de 60 anos cheia de amor para dar e com medo de envelhecer. Além de dirigir, ela também será a protagonista, uma das roteiristas e produtora do longa. Na trama, sua personagem vai se apaixonar por um homem muito mais jovem, vivido por Thiago Martins (“Operações Especiais”), e terá que decidir se vive essa história de amor ou se deixa o medo da diferença de idade impedi-la de ser feliz. O elenco conta ainda com Isabel Fillardis (“Cinderela Pop”), que viverá a melhor amiga da protagonista, e Betty Faria (“A Dona do Pedaço”), numa participação especial. Com produção da Giros Filmes e da Audaz, o longa deve começar a ser rodado no segundo semestre e tem previsão de estrear em 2023.

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