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    Crise do cinema brasileiro tem semana emblemática com quatro estreias sufocadas

    18 de agosto de 2022 /

    Na ausência de blockbusters, a programação de cinema da semana coloca o novo desenho da franquia televisiva “Dragon Ball” em quase mil salas. Trata-se da maior distribuição de um anime no Brasil em todos os tempos. Enquanto isso, quatro estreias nacionais precisam brigar por espaço na concorrida programação. Com maior distribuição, “45 do Segundo Tempo” chega a 230 cinemas. Mas todos enfrentam a falta de proteção ao cinema brasileiro no mercado. A falta de regulamentação e critério é tanta que permite até um desenho japonês sufocar a produção nacional. O Brasil sempre teve problemas para distribuir, mas com o governo Bolsonaro acabaram-se os mecanismos de proteção e os lançamentos acontecem em circuito cada vez mais limitado, impedindo a possibilidade de sucessos comerciais. A crise está escancarada, fruto de uma política anticultural fomentada por ódio político e ideológico, que culminou em veto do presidente à lei que incentiva a abertura de novos cinemas e na cumplicidade da Câmara, que trava a lei das cotas de telas aprovada desde setembro passado na Comissão de Cultura. Pois o resultado está aí, claro como o dia, para todo mundo não ver, exatamente na falta de destaques nacionais em cartaz. Confira abaixo as 10 estreias desta quinta (18/8), que incluem ainda o novo filme do mestre Zhang Yimou e outros títulos, que disputam os cinemas de arte com as produções brasileiras que mereciam maior destaque.   | MEU ÁLBUM DE AMORES |   O diretor Rafael Gomes (“Música para Morrer de Amor”) completa uma trilogia sentimental com esta comédia sobre um jovem que descobre ser filho de um famoso cantor popular dos anos 1970 no mesmo dia em que é dispensado pela namorada. A notícia é dada por um meio-irmão que não conhecia e com quem vai compartilhar uma missão: deixar as cinzas do ídolo brega com o grande amor de sua vida. Só que, mulherengo, o cantor deixou muitos amores e não será fácil achar o maior deles. O filme destaca Gabriel Leone (“Dom”) em papel duplo, encarnando o cantor e seu filho, além de uma trilha sonora original de Odair José e Arnaldo Antunes, que acrescentam muito à trama. O elenco também inclui Felipe Frazão (“Todxs Nós”), Carla Salle (“Onisciente”), Maria Luísa Mendonça (“Verdades Secretas”), Lorena Comparato (“Rensga Hits!”) e Clarisse Abujamra (“Como Nossos Pais”), entre muitos outros.   | 45 DO SEGUNDO TEMPO |   Três amigos de colégio se reencontram após 40 anos para recriar uma foto tirada no dia da inauguração do metrô de São Paulo. A reunião é, na realidade, o pretexto de um deles, dono de um restaurante com problemas financeiros, para avisar aos demais que pretende se matar. Mas não antes de ver o Palmeiras ser campeão. A comédia sombria de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) é estrelada por Tony Ramos (“Se Eu Fosse Você”), Cassio Gabus Mendes (“Justiça”) e Ary França (“Samantha!”) e usa o expediente do reencontro para confrontar a nostalgia de um passado irreal, embelezado por lembranças distantes, e um presente de desencanto com os rumos das vidas. Os três viraram pessoas completamente diferentes de quem eram. E embora um deles tenha tomado a decisão de encerrar sua história assim, os outros dois passam a ponderar a opção da ressignificação. O resultado é um belo filme que, como o título indica, reforça a fé na esperança até o apito final.   | MAIOR QUE O MUNDO |   A adaptação do livro homônimo de Reinaldo Moraes traz Eriberto Leão (“Ilha de Ferro”) como um escritor que assinou apenas uma obra e sofre com bloqueio criativo. Ao encontrar um diário perdido, ele fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrevê-la como se fosse sua criação. Vira o maior sucesso, mas também desperta a fúria do autor original, um criminoso perigoso, criando consequências inesperadas. A comédia besteirol chama mais atenção por incluir a primeira cena de nudez de Luana Piovani (“A Mulher Invisível”) no cinema. Com visual diferente e moderno, ela vive uma bissexual amiga do protagonista e tem uma cena de sexo a três. O elenco do longa de Roberto Marquez também destaca Maria Flor (“Pequeno Segredo”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Giovanni Venturini (“Veneza”) como Altair, além de Fernanda Young (criadora de “Os Normais”) em seu último trabalho, filmado em 2018, meses antes de morrer – sim, o filme levou quatro anos para chegar às telas.   | PAIXÕES RECORRENTES |   A cineasta Ana Carolina retorna ao cinema após oito anos – estava ausente desde “A Primeira Missa” (2014) – com uma premissa de piada. Um comunista brasileiro, um capitalista português, um fascista argentino e uma trotskista francesa se encontram num bar… A alegoria se passa numa praia remota onde, de forma teatralizada, todos defendem suas ideologias no dia em que estoura a 2ª Guerra Mundial.   | A TEORIA DOS VIDROS QUEBRADOS |   A comédia uruguaia acompanha um empregado de uma companhia de seguros designado a trabalhar em uma longínqua e pequena cidade. Após sua chegada, vários carros começam a aparecer incendiados durante a noite sem motivo aparente, e ele deverá resolver o mistério para impedir que a escalada de cobertura de seguros impeça sua progressão dentro da empresa. Tudo isso, enquanto administra uma crise em seu casamento. Escrito e dirigido por Diego Fernández (“Rincón de Darwin”), foi o candidato do Uruguai a uma vaga na categoria de Filme Internacional do Oscar 2022.   | LUTA PELA LIBERDADE |   O primeiro filme de espionagem do mestre Zhang Yimou (“Herói”) se passa na década de 1930 e segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Mas ao embarcarem em sua primeira missão, são traídos e se veem cercados por perigos de todos os lados. A fotografia é deslumbrante – praxe nos filmes de Yimou – e foi reconhecida com alguns dos 19 troféus conquistados pelo filme em festivais e premiações da indústria cinematográfica chinesa.   | UM PEQUENO GRANDE PLANO |   O astro Louis Garrel (“O Formidável”) dirige e estrela essa comédia francesa sobre pais de uma criança sensível, que decide vender vários objetos de valor da família para salvar o planeta. Vendo que a determinação do garoto é séria, sua mãe (Laetitia Casta, de “O Que as Mulheres Querem”) resolve acompanhá-lo em sua missão na África.   | DE VOLTA À BORGONHA |   O novo filme do francês Cédric Klapisch (de “Albergue Espanhol”) acompanha o reencontro de três irmãos na fazenda da família, após o pai adoecer de forma terminal. Um deles não voltava há 10 anos e tudo o que quer da herança é vender sua parte e desaparecer. Mas os outros querem convencê-lo a dar continuidade à vinícola da família.   | LOS CONDUCTOS |   O drama do colombiano Camilo Restrepo foi premiado como Melhor Filme de Estreia no Festival de 2020. A trama acompanha um homem com a vida despedaçada e assombrado por um único desejo: assassinar o líder da seita da qual fez parte por muitos anos.   | DRAGON BALL SUPER – SUPER HERO |   O novo filme da franquia animada coloca os Saiyajins contra androides poderosos num enredo que pode ser resumido como uma batalha de super-heróis. Mesmo com o exército Red Ribbon destruído por Son Goku, seus remanescentes decidem levar adiante sua missão e criaram os androides supremos Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan, dando início ao conflito da produção.

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    Luana Piovani vai aparecer nua pela primeira vez no cinema

    15 de agosto de 2022 /

    Luana Piovani filmou sua primeira cena nua de sexo aos 45 anos. Depois de negar inúmeras vezes, a atriz aceitou fazer uma sequência de sexo a três no filme “Maior que o Mundo”, de Roberto Marquez, que estreia na quinta-feira (18/8). Ela contou que se sentiu segura para realizar a filmagem. Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que topou aparecer nua por considerar que a abordagem do filme fugia das cenas de fetiches que muitas vezes são impostas às mulheres. “A ideia do filme não quer vender corpos bonitos e sexo, entendeu? Sou uma personagem que não tem nada a ver com sensualidade. O sexo era apenas um pedaço da história. Achei que cabia ali. Eu estava feliz com o todo e me senti segura”, disse a atriz. Ela também comentou que as filmagens não tiveram “coordenadora de intimidade”, uma responsável por determinar protocolos de segurança e bem-estar em cenas de nudez e sexo para impedir abusos – função que surgiu após as denúncias de abuso do movimento #MeToo. “Entendo as americanas quererem isso, porque americano é fod*, né? Homem branco já é insuportável. Homem branco americano acha que é o dono do mundo. Então, imagina os poderosos de Hollywood?”, afirmou. O detalhe que isso tudo já está no passado distante da atriz, que atualmente mora em Portugal. É que “Maior que o Mundo” foi filmado em 2018. Levou quatro anos para chegar as telas. “A gente tem dinheiro para fazer o filme, mas não tem dinheiro para montar. Tem dinheiro para montar, mas não tem para lançar. Finalmente, tem dinheiro para lançar, mas o distribuidor não confia tanto, prefere o blockbuster. Assim vai, né? Chama Brasilzão”, desabafou. No filme, Luana vive Mina, uma bissexual paulistana do baixo Augusta, em São Paulo, moderna e amiga do protagonista Cabeto (Eriberto Leão). Ele é escritor de um best-seller só, que resolve plagiar um diário e a partir disso precisará lidar com a fúria do autor original e as consequências desse crime. O elenco também destaca Maria Flor (“Pequeno Segredo”). Veja o trailer do filme abaixo.

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    Juventude de Glauber Rocha vai virar filme

    13 de agosto de 2022 /

    A produtora Vânia Catani (“O Palhaço”, “Zama”) comprou os direitos de “A Primavera do Dragão”, biografia escrita por Nelson Motta, que conta a juventude de Glauber Rocha (1939-1981). A obra procura recuperar a trajetória dos anos de ouro do cineasta mais famoso do Cinema Novo, autor de clássicos como “Barravento” (1962), “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “Terra em Transe” (1967), para narrar a juventude de um gênio precoce contra a monotonia cultural. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o roteiro já está sendo escrito e as filmagens começarão em breve. Mas não há informações sobre a equipe que desenvolve a adaptação.

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    Veja o teaser de “Regra 34”, filme brasileiro que venceu o Festival de Locarno

    13 de agosto de 2022 /

    Vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, o drama “Regra 34”, da diretora Julia Murat (“Histórias que Só Existem Quando Lembradas”), teve seu teaser disponibilizado pela Imovision no YouTube. O nome “Regra 34” refere-se à “34ª regra da Internet, que afirma que qualquer objeto, personagem ou franquia de mídia imaginável tem pornografia associada a ele”. A trama gira em torno de Simone, uma jovem negra formada em Direito, que pagou a faculdade com a venda de performances sexuais online. Aprovada num concurso para a Defensoria Pública, ela pretende atuar em favor de mulheres vítimas de violência doméstica, enquanto seus próprios interesses sexuais a levam à práticas de violência e erotismo. O papel principal marca a estreia no cinema da atriz e dramaturga Sol Miranda, idealizadora do premiado espetáculo “Mercedes” (sobre Mercedes Baptista, primeira bailarina negra a dançar no Theatro Municipal). O elenco também destaca Lucas Andrade (“Corpo Elétrico”), Lorena Comparato (“Rensga Hits!”) e a estreante Isabella Mariotto. A produção brasileira superou 17 obras internacionais na competição da 75ª edição do prestigioso festival europeu, encerrado neste sábado (13/8) na Suíça, consagrando Murat, que já havia sido premiada pela crítica no Festival de Berlim em 2017 por seu longa anterior, “Pendular”.

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    Filme de Julia Murat vence o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno

    13 de agosto de 2022 /

    O drama “Regra 34”, novo filme da diretora Julia Murat (“Histórias que Só Existem Quando Lembradas”), venceu o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, um dos mais respeitados do mundo cinematográfico. A produção brasileira superou 17 obras internacionais na competição da 75ª edição do evento encerrado neste sábado (13/8) na Suíça, consagrando a filha de também cineasta Lucia Murat, que já havia sido premiada pela crítica no Festival de Berlim em 2017 por seu longa anterior, “Pendular”. O nome “Regra 34” refere-se à “34ª regra da Internet, que afirma que qualquer objeto, personagem ou franquia de mídia imaginável tem pornografia associada a ele”. A trama gira em torno de Simone, uma jovem negra formada em Direito, que pagou a faculdade com a venda de performances sexuais online. Aprovada num concurso para a Defensoria Pública, ela pretende atuar em favor de mulheres vítimas de violência doméstica, enquanto seus próprios interesses sexuais a levam à práticas de violência e erotismo. O papel principal marca a estreia no cinema da atriz e dramaturga Sol Miranda, idealizadora do premiado espetáculo “Mercedes” (sobre Mercedes Baptista, primeira bailarina negra a dançar no Theatro Municipal). O detalhe é que a conquista de “Regra 34” não foi a única obra nacional celebrada no evento suíço. Todos os três filmes brasileiros incluídos na programação do 75º Festival de Locarno foram premiados. O curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, ganhou o Leopardo de Ouro de sua categoria – Melhor Curta Autoral. Estrelado por Giovanni Venturini, que tem nanismo, a obra mostra como ele sobrevive, desprezado pela sociedade, consertando fornos em Uberlândia. Além disso, o primeiro longa de Ana Vaz (do curta premiado “Apiyemiyekî?”), “É Noite na América”, exibido na seção paralela Cineasti Del Presente, recebeu Menção Honrosa do júri do festival. O filme segue animais que fogem da extinção em Brasília. Todos os três filmes também são coproduções com a França. “É Noite na América” inclui também participação italiana em sua realização. Para completar, Wara, cineasta de nacionalidade brasileira, levou o Leopardo de Ouro de Melhor Curta Internacional pela produção cubana “Soberane”. As vitórias enaltecem a participação do país em Locarno, depois de dois anos de ausência de filmes brasileiros no festival. Em 2019, o cinema nacional também fez bonito com “A Febre”, de Maya Da-Rin, que venceu o Prêmio da Crítica e rendeu a Regis Myrupu o troféu de Melhor Ator. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Locarno Film Festival (@filmfestlocarno)

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    Rodrigo Faro termina filme em que vive Silvio Santos

    11 de agosto de 2022 /

    O ator Rodrigo Faro revelou ter terminado as filmagens de “O Sequestro”, longa em que vive Silvio Santos. Para anunciar o final dos trabalhos, ele publicou uma foto no Instagram em que aparece caracterizado como o apresentador e dono do SBT. Ao lado da imagem, ele descreveu a rotina que viveu durante a produção. “Fim de uma jornada puxada, difícil, exaustiva… 40 dias filmando e apresentando meu programa simultaneamente e sem parar… Longe da família, dos amigos… Um cuidado maluco com a voz, o corpo, o personagem”, ele começou. “Gravar até tarde o ‘Vai dar Namoro’, chegar em casa morto e ainda ter que decorar texto pro filme que começaria a gravar às 7 da manhã do dia seguinte… (o carro me pegava todo dia, às 6 da manhã). Eram 3 horas de caracterização, ensaios das coreografias pro ‘Dança Gatinho’, tudo junto”, lembrou. “Que loucura meu Deus… Mas, apesar do cansaço, essa foi uma jornada muito linda e emocionante… Tudo valeu muito a pena”, acrescentou. Para finalizar, Faro destacou que se sentiu honrado por interpretar Silvio Santos e agradeceu o apoio que recebeu. “Uma honra, uma felicidade de poder homenagear meu maior ídolo na TV!!!! Obrigado, meu Deus, e minha família pela força!!! Aguardem”, completou. Apesar da ênfase na caracterização de Faro, a produção da Moonshot Pictures não é uma biografia tradicional do dono do SBT, mas um recorte das sete horas em que Silvio Santos foi mantido refém em sua própria casa, no Morumbi, bairro nobre de São Paulo. O caso aconteceu em 30 de agosto de 2001, dois dias depois que a filha do empresário, Patrícia Abravanel, foi libertada de seu próprio sequestro – um caso que teve repercussão nacional. O apresentador foi feito de refém em sua casa por um dos bandidos do crime anterior. Enquanto Faro tem 48 anos, Sílvio Santos tinha 71 quando o crime aconteceu, por isso o ator teve que passar por uma transformação, com maquiagem especial de envelhecimento e prótese capilar. “O Sequestro” tem roteiro de Newton Cannito (“Cidade dos Homens”) e Anderson Almeida (“Spectros”), e a direção está a cargo de Marcelo Antunes (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). A estreia é esperada apenas para 2023.

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    Diretor de “Alemão” vai filmar dois livros de Ignácio de Loyola Brandão

    11 de agosto de 2022 /

    Dois livros do romancista Ignácio de Loyola Brandão vão virar filmes em breve. O cineasta José Eduardo Belmonte, que neste ano lançou nos cinemas os thrillers policiais “Alemão 2” e “As Verdades”, adquiriu os direitos de “Dentes ao Sol” e “O Beijo Não Vem da Boca” e, segundo a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo, já trabalha nos roteiros das adaptações. E um deles terá a parceria do próprio autor das obras. Lançado em 1976, “Dentes ao Sol” traz um retrato de uma cidade do interior por meio de um testemunho de um cidadão alijado da comunidade. E “O Beijo Não Vem da Boca” questiona, com uma dose de sarcasmo, o significado do amor e do destino em meio a cenários que vão do Brasil à Alemanha em 1985 – o escritor viveu em Berlim durante um período de 15 meses nos anos 1980, quando escreveu “O Verde Violentou o Muro”. Ainda não há previsão de lançamento para nenhum dos dois longas.

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    “Marighella” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    11 de agosto de 2022 /

    O filme “Marighella” saiu consagrado da cerimônia do 21º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, conquistando oito prêmios na noite de quarta (10/8) no Rio de Janeiro. Vencedor do principal troféu da noite, como Melhor Filme do ano, o longa também rendeu a Wagner Moura o prêmio de Melhor Primeira Direção e Roteiro Adaptado (dividido com Felipe Braga), e a Seu Jorge, intérprete de Marighella, o troféu de Melhor Ator. Os demais troféus da produção foram técnicos: Fotografia, Direção de Arte, Figurino e Som. Realizada na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, a entrega de prêmios teve apresentação de Silvero Pereira e Camila Pitanga em clima de festa, com direito a números musicais, torcida política e vários famosos em seu tapete vermelho. O bom astral refletiu o retorno do evento ao formato presencial, após amargar versão virtual durante a pandemia. Não por acaso, a consagração de “Marighella” fez justiça ao filme responsável pela nova retomada do cinema brasileiro, no ciclo pós-pandemia, que atraiu o público de volta às salas de exibição em novembro do ano passado. Foi um resultado importante também para consagrar um filme que estreou sob ataque de integrantes das áreas culturais do governo federal, numa resposta ao aparelhamento ideológico das estruturas de incentivo à Cultura no país. O prêmio de Melhor Direção em geral ficou com Daniel Filho por “O Silêncio da Chuva”. Já os demais intérpretes premiados foram Dira Paes (Melhor Atriz por “Veneza”), Rodrigo Santoro (Melhor Ator Coadjuvante por “7 Prisioneiros”) e Zezé Motta (Melhor Atriz Coadjuvante por “Doutor Gama”). Entre as premiações por gênero, “Depois a Louca Sou Eu” foi eleita a Melhor Comédia, “Turma da Mônica – Lições” foi o Melhor Longa Infantil, “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente” a Melhor Animação e “A Última Floresta” venceu como Melhor Documentário. O evento da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais também premiou séries, com “Dom” e “Sob Pressão” entre os destaques. A cerimônia foi transmitida ao vivo pelo Canal Brasil, Globoplay e pelo canal da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais no YouTube. O vídeo integral pode ser visto abaixo, seguido pela lista completa dos vencedores. Melhor Longa-Metragem de Ficção “Marighella”, de Wagner Moura Melhor Longa-Metragem de Comédia “Depois a Louca Sou Eu”, de Julia Rezende Melhor Longa-Metragem Infantil “Turma da Mônica – Lições”, de Daniel Rezende Menção Honrosa – Longa-Metragem Animação “Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”, de Cesar Cabral Melhor Longa-Metragem de Documentário “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi Melhor Direção Daniel Filho (“O Silêncio da Chuva”) Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Wagner Moura (“Marighella”) Melhor Atriz Dira Paes (“Veneza”) Melhor Ator Seu Jorge (“Marighella”) Melhor Atriz Coadjuvante Zezé Motta (“Doutor Gama”) Melhor Ator Coadjuvante Rodrigo Santoro (“7 Prisioneiros”) Melhor Roteiro Original Henrique Dos Santos e Aly Muritiba (“Deserto Particular”) Melhor Roteiro Adaptado Felipe Braga e Wagner Moura (“Marighella”) Melhor Direção de Fotografia Adrian Teijido (“Marighella”) Melhor Direção de Arte Frederico Pinto (“Marighella”) Melhor Figurino Verônica Julian (“Marighella”) Melhor Maquiagem Martín Macías Trujillo (“Veneza”) Melhor Som George Saldanha, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima e Renan Deodato (“Marighella”) Melhor Trilha Sonora André Abujamra e Márcio Nigro (“Bob Cuspe – Nós Não Gostamos de Gente”) Melhor Efeito Visual Pedro de Lima Marques (“Contos do Amanhã”) Melhor Montagem de Ficção Karen Harley (“Piedade”) Melhor Montagem de Documentário Ricardo Farias (“A Última Floresta”) Melhor Série Brasileira de Animação com Produção Independente “Angeli The Killer” – 2ª Temporada (Canal Brasil) Melhor Série Brasileira de Documentário com Produção Independente “Transamazônica – Uma Estrada para o Passado” – 1ª Temporada (HBO E HBO Max) Melhor Série Brasileira de Ficção com Produção Independente “Dom” – 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Melhor Série Brasileira de Ficção na TV Aberta “Sob Pressão” – 4ª Temporada (Globo) Melhor Curta-Metragem de Animação “Mitos Indígenas Em Travessia”, de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues Melhor Curta-Metragem de Documentário “Yaõkwa, Imagem e Memória”, de Rita Carelli e Vincent Carelli Melhor Curta-Metragem de Ficção “Ato”, de Bárbara Paz Melhor Filme Ibero-Americano “Ema”, de Pablo Larraín (Chile) Melhor Filme Internacional “Nomadland”, de Chloe Zhao (EUA)

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    Carla Diaz indica volta ao papel de Suzane von Richtofen

    11 de agosto de 2022 /

    A atriz Carla Diaz publicou na noite de quarta (10/8) no Instagram uma foto inédita caracterizada como Suzane von Richtofen. “E aí, seria um #tbt ou não?”, escreveu ao lado da imagem, plantando a dúvida entre os seguidores sobre se seria um registro de arquivo ou uma volta à personagem. A verdade é que “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais” vão gerar sim um terceiro filme. Os dois filmes foram um sucesso imenso na Amazon Prime Video e terão continuação. No mês passado, a atriz Gabi Lopes, que interpretou Carol, namorada de Cristian Cravinhos, confirmou que todo o elenco tinha sido recontratado para a produção. “Vai ter o terceiro filme de Suzane. Vai ser um único e mais forte. Vai mostrar uma parte que os primeiros não mostraram e vai misturar as versões [de Suzane e Daniel]. Tem um novo nome, novo conceito. Nós, do elenco, fomos todos recontratados, tudo igual. Tem umas pessoas novas, a mais, vai ser um ‘bafo’. Vai ser bem forte”, disse a atriz ao podcast Poddelas. O novo longa deverá mostrar o que aconteceu no período de quatro anos entre o crime o julgamento. Mas não falta assunto nem para um quarto filme, tendo em vista tudo a carreira de Suzane após a prisão – desde envolvimento com outra presidiária, começo de namoro com um empresário durante visitas no presídio, progressão de regime, quebras de confiança em saídas temporárias da prisão, início de faculdade durante a pena, etc. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. No elenco, estavam ainda Augusto Madeira e Debora Duboc, como os pais dos Cravinhos, Leonardo Medeiros e Vera Zimmermann, como os Richtofen, e Kauan Ceglio, no papel do irmão de Suzane, Andreas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz)

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    Thainá Duarte fará par com Gabriel Leone no novo filme de Aly Muritiba

    9 de agosto de 2022 /

    A atriz Thainá Duarte (uma das protagonistas de “Aruanas”) foi confirmada com par de Gabriel Leone (“Eduardo e Mônica”) no novo filme de Aly Muritiba, diretor de “Deserto Particular”, que foi o longa indicado pelo Brasil numa tentativa de vaga no Oscar 2022. Leone já tinha sido anunciado anteriormente em “Barba Ensopada de Sangue”, adaptação para o cinema do livro de mesmo nome de Daniel Galera. “Barba Ensopada de Sangue” será o terceiro livro de Galera transformado em filme, após os lançamentos de “Cão Sem Dono” (adaptação de “Até o Dia em que o Cão Morreu”) em 2007 e “Prova de Coragem” (adaptação de “Mãos de Cavalo”) em 2015. Na trama, Leone será um professor de educação física que, após ouvir uma história trágica na despedida de seu pai suicida, muda-se para o litoral de Santa Catarina e passa a investigar a morte do avô. A personagem de Thainá será uma moradora do local que dará um importante suporte emocional ao protagonista. Apesar de se passar no litoral catarinense, a trama será filmada numa praia de São Paulo, com produção marcada para novembro, depois que o ator voltar da Europa, onde roda “Ferrari”. O longa de Michael Mann tem no Penélope Cruz, Adam Driver e outras estrelas internacionais em seu elenco. Leone ainda tem outros projetos à vista. Ele fará no ano que vem o longa “Tão Parecidos” ao lado de Patricia Pillar, dirigido por Maurício Farias, com quem trabalhou recentemente na novela “Um Lugar ao Sol”. Além disso, poderá ser visto em breve na 2ª temporada de “Dom”, no Prime Video da Amazon, e em mais dois filmes finalizados: “Duetto”, de Vincente Amorim, e “O Adeus do Comandante”, de Sérgio Machado.

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    Antonio Fagundes vai estrelar continuação de “Deus É Brasileiro”

    9 de agosto de 2022 /

    O ator Antonio Fagundes vai voltar a ser Deus. Ele acertou seu retorno ao papel na continuação de “Deus É Brasileiro” (2003), de Cacá Diegues. O diretor também estará novamente trás das câmeras na sequência, que recebeu o título de “Deus Ainda É Brasileiro”. A produção vai começar a ser rodada em novembro no Nordeste, mas não há informações sobre o retorno de outros integrantes do elenco original. O filme de 2003 foi um dos primeiros estrelados por Wagner Moura. Com a escalação, Fagundes desiste de esperar por “Segundas Intenções”, novela que deveria acontecer na HBO Max, mas que foi paralisada indefinidamente pela chefia internacional da plataforma. Ele deveria viver um dos personagens principais da produção. Fagundes também estará na série “200 anos”, da TV Cultura, no papel de Dom João VI. Confira abaixo um trecho do ótimo filme de Cacá Diegues.

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    Diretor de “Tim Maia” vai filmar vida de Zeca Pagodinho

    6 de agosto de 2022 /

    O filme sobre a vida e a carreira de Zeca Pagodinho definiu seu diretor. A direção ficou a cargo de Mauro Lima, que está se tornando especialista em cinebiografias. Ele já assinou “João, o Maestro” (2017), “Tim Maia” (2014) e “Meu Nome Não é Johnny” (2008), e ainda vai dirigir “Não Aprendi Dizer Adeus”, o filme de Leandro e Leonardo. A produção é inspirada no livro “Deixa o Samba Me Levar”, dos jornalistas Jane Barboza e Leonardo Bruno. A obra retrata momentos emblemáticos da vida do cantor, como a infância no subúrbio carioca e o bullying que sofria por não saber jogar futebol; uma noite na prisão depois de cantar num show de Beth Carvalho; e o casamento com a mulher, Monica, cheio de convidados desconhecidos porque o cantor esqueceu num bar no Morro da Providência os convites que levara para entregar a amigos. O filme ainda deverá reconstituir as maiores rodas de samba do Rio de Janeiro — do Cacique de Ramos à Velha Guarda da Portela. No final de agosto serão escolhidos os três atores para representar a infância, a juventude e a fase atual do sambista. A produção é de Roberto Faustino (“A Hora e a Vez de Augusto Matraga”) e Marco Altberg (“Minha Fama de Mau”) e a distribuição nos cinemas será realizada pela Paris Filmes.

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    Jô Soares morre em São Paulo aos 84 anos

    5 de agosto de 2022 /

    O ator, humorista, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5/8), aos 84 anos. A notícia foi dada por sua ex-esposa, Flavia Pedras, no Instagram. “Aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida. A vida de um cara apaixonado pelo país aonde nasceu e escolheu viver, para tentar transformar, através do riso, num lugar melhor”, ela escreveu, ao comunicar o falecimento. A causa da morte não foi divulgada, mas Jô estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês passado, revelou sua assessoria. José Eugênio Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Queria ser diplomata, mas o senso de humor e a criatividade o levaram para outra direção. Em 1954, iniciou sua carreira nas telas com a chanchada “Rei do Movimento”, primeiro de quatro filmes estrelados por Ankito de que participou. Também trabalhou com Oscarito na famosa comédia “O Homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga, além de Ronald Golias em “Tudo Legal” (1960), de Victor Lima. Paralelamente, Jô começou a aparecer numa esquete semanal do humorístico “A Praça É Nossa”. E depois de dez anos sentando ao lado de Manuel de Nóbrega, voltou a contracenar com Golias na revolucionária sitcom “Família Trapo”, que em 1967 já fazia o que “Sai de Baixo” repetiria décadas mais tarde. O sucesso do programa da Record e sua transformação em protagonista, no clássico do cinema marginal “A Mulher de Todos” (1969), de Rogério Sganzerla, chamou a atenção da Globo. E em 1970, a emissora fisgou Jô para o lançamento de “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, a primeira produção moderna de humor do canal carioca – na verdade, bastante avançada para a época – , que ainda contava com o talento de Renato Côrte Real. Jô voltou a dividir a tela com outros humoristas famosos em “Satiricom” (lançado em 1973) e no popular “Planeta dos Homens” (de 1976), onde escreveu roteiros e apresentou personagens que marcaram época. No mesmo ano, assinou seu único filme como diretor, “O Pai do Povo” (1976), que também escreveu e estrelou como o último homem fértil da Terra, convocado a dar continuidade à espécie humana. A versatilidade o levou a conquistar seu primeiro programa “solo”: “Viva o Gordo”, em 1981. Mas com a audiência nas alturas, decidiu trocar a Globo pelo SBT, onde lançou uma versão extremamente parecida, chamada “Veja o Gordo”, em 1988. Essa encarnação não teve vida longa, mas o interesse de Jô ao fazer a mudança de canal era outro. Ele conseguiu de Sílvio Santos a promessa de comandar um programa noturno de entrevistas, que estreou no mesmo ano do humorístico. “Jô Soares Onze e Meia” acabou virando o primeiro talk show da TV brasileira, abrindo caminho para outros humoristas seguirem sua deixa. Realizado como entrevistador, Jô nunca mais quis encabeçar programas de humor. Mas não largou completamente a atuação, fazendo pequenas e pontuais participações em filmes como “Cidade Oculta” (1986), de Chico Botelho, “Sábado” (1995), de Ugo Giorgetti, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., e “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker. “O Xangô de Baker Street”, por sinal, foi uma adaptação de um best-seller escrito pelo próprio Jô, que imaginava a vinda de Sherlock Holmes ao Brasil colonial para investigar um caso na corte de D. Pedro II. Virou um enorme sucesso de bilheteria. Ele acabou voltando para a Globo no ano 2000, 12 anos depois de largar “Viva o Gordo”, para continuar a fazer entrevistas e alegrar as noites da TV brasileira com “O Programa do Jô”, que conduziu até se aposentar das telas em 2016.

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