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    “Pantera Negra 2” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana

    21 de novembro de 2022 /

    “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” manteve a liderança das bilheterias dos cinemas brasileiros pela segunda semana. O filme foi visto por 717 mil pessoas e arrecadou R$ 15,5 milhões entre quinta-feira e domingo (20/11), segundo dados da Comscore. Em 2º lugar, “Adão Negro” levou 112 mil pessoas aos cinemas para faturar R$ 2,23 milhões. Com bilheteria bem menor, a produção religiosa brasileira “Nada é por Acaso” completou o pódio. Estrelado por Giovanna Lancellotti (“Temporada de Verão”) e Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”), o filme vendeu 55 mil ingressos para gerar R$ 921 mil. Ao todo, os cinemas arrecadaram R$ 20,27 milhões com 965 mil espectadores pagantes no fim de semana. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do Brasil.   1 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   2 | ADÃO NEGRO |   3 | NADA É POR ACASO |   4 | LILO, LILO CROCODILO |   5 | A LUZ DO DEMÔNIO |

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    Diretor de “O Homem que Copiava” descobre plágio indiano de seu filme

    20 de novembro de 2022 /

    O cineasta Jorge Furtado descobriu que o diretor Swathi Bhaskar é o verdadeiro homem que copiava. Ele encontrou uma cópia indiana descarada de seu filme “O Homem que Copiava”, de 2003, escrita e dirigida por Bhaskar em 2009 com o título de “Currency”. “Ficamos sabendo pela Wikipedia que havia um filme ‘inspirado’ no nosso, falado em malaialo, língua dominante na província de Kerala [na Índia]. Um amigo varreu a internet e conseguiu uma cópia. É a mesma história, com sequências idênticas ao nosso filme, intercaladas com as tradicionais cenas musicais que quase todo filme indiano tem”, contou Furtado no Facebook. Ele acrescentou que não se trata de coincidência. “Nosso filme foi exibido no festival de Kerala, em 2003, eu ganhei o prêmio de direção, e desde então produtores indianos fizeram propostas para comprar o roteiro e refilmar a história na Índia. Como nós nunca chegamos a um acordo (a oferta de grana era ridícula) eles desistiram de comprar o roteiro, mas não de fazer o filme. E fizeram, roubando o roteiro”, denunciou. Segundo Furtado, a versão plagiada tem um roteiro “um pouco mais careta” que o filme original. E para o público poder comparar, ele divulgou um link com o filme que teria copiado “O Homem que Copiava”, mas não sem dar um alerta irônico: “Baixar filmes sem autorização é crime, mas acho que eles não vão me processar.” Furtado contou ao G1 que não pretende processar o diretor indiano, citando a dificuldade em buscar alguma reparação no país asiático. “Fiquei mais pensando em sacanear, pegar o filme deles e dublar”, brincou. O diretor brasileiro ainda disse que mostrou para os atores de “O Homem que Copiava” a produção indiana, mostrando como eles seriam numa produção de Bollywood. “O Homem que Copiava” foi estrelado por Lázaro Ramos, Leandra Leal, Pedro Cardoso e Luana Piovani. Na trama, Lázaro Ramos interpreta um jovem operador de máquina fotocopiadora que passa a falsificar dinheiro para comprar um presente para uma mulher com quem se apaixonou. O filme venceu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e foi premiado nos festivais de Havana, Lima e muitos outros. Veja abaixo os trailers dos dois filmes e o desabafo de Jorge Furtado.

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    O Pastor e o Guerrilheiro: Novo filme de Cassia Kis denuncia ditadura militar

    19 de novembro de 2022 /

    O Festival de Brasília exibiu na noite de sexta (18/11) a première de “O Pastor e o Guerrilheiro”, novo filme de José Eduardo Belmonte (“Alemão”), que destaca em seu elenco a nova musa do bolsonarismo, Cassia Kis. Curiosamente, o filme denuncia os excessos da ditadura militar no momento em que a atriz decide rezar na frente de quartéis pela volta da “intervenção” militar no país. Com enredo crítico, o filme traz Cassia como a avó da protagonista, vivida por Julia Dalavia (a Guta de “Pantanal”), filha bastarda de um coronel torturador que lutou na guerrilha do Araguaia em 1975 e se suicidou em 1999. O longa mostra cenas da guerrilha e de tortura, e destaca o remorso do torturador. O elenco também inclui Johnny Massaro (“Verdades Secretas”), César Mello (“Bom Dia, Verônica”) e Ricardo Gelli (“Rota 66: A Polícia que Mata”) A estreia comercial está marcada para 26 de janeiro. Veja abaixo o pôster e um making of da produção.

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    Ingrid Guimarães e Tatá Werneck filmam comédia em que vivem irmãs

    19 de novembro de 2022 /

    As atrizes Ingrid Guimarães e Tatá Werneck começaram a filmar a comédia “Minha Irmã e Eu” em Goiás. Na trama, elas vivem duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar. Amigas de longa data, as duas já dividiram a tela em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). O novo filme está sendo planejado há dois, mas só agora saiu do papel. Dirigido por Susana Garcia (do blockbuster “Minha Mãe é uma Peça 3”) e produzido pela Paris Entretenimento, o filme conta a história das irmãs Mirian (Ingrid) e Mirelly (Tatá), que nasceram em Rio Verde, Goiás. Elas não realizaram o sonho da mãe, de se tornarem uma dupla sertaneja e, além de terem seguido caminhos opostos, vivem às turras. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Já Mirelly partiu cedo para o Rio de Janeiro e toda a família acompanha pelas redes sociais seu sucesso, sempre rodeada de amigos famosos. O que os familiares não sabem é que é tudo mentira. Na verdade, ela vive com as contas atrasadas e passa muito perrengue fazendo bicos e cuidando dos animais de estimação de celebridades. Mas quando a mãe delas some depois de ouvir uma discussão entre as irmãs, as duas terão que deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Filmes: 10 estreias para o cinema em casa

    18 de novembro de 2022 /

    A programação de estreias digitais da semana vai do terror extremo à fantasia infantil de Natal, incluindo também produções nacionais importantes, como o candidato do Brasil ao Oscar 2023 e um documentário sobre o mais famoso grupo de rap do país. Confira abaixo as 10 principais estreias para aproveitar em casa.   | X – A MARCA DA MORTE | VOD*   Um dos terrores mais elogiados do ano, o filme do diretor Ti West (“Cabana do Inferno 2”) atingiu 95% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Fez tanto sucesso que já ganhou um prólogo (ainda inédito no Brasil) e tem um continuação confirmada. O “X” do título se refere à classificação americana para filmes proibidos para menores. Passado nos anos 1970, o longa acompanha a equipe de um filme adulto, que aluga uma casa de um casal de velhinhos no interior do Texas para usar como cenário de uma nova produção. Só que os velhinhos não são inocentes e a locação se revela uma armadilha, que transforma a produção do pornô num terror slasher sanguinário, com direito a ataques de crocodilos e assassinatos sádicos. O elenco destaca Mia Goth (“Ninfomaníaca”) em papel duplo (como porn star e velhinha decrépita), Jenna Ortega (“Pânico”), Martin Henderson (“Virgin River”), Brittany Snow (“A Escolha Perfeita”), Owen Campbell (“A Mulher Invisível”), Stephen Ure (“Máquinas Mortais”) e Scott Mescudi (mais conhecido como o rapper Kid Cudi, visto em “Não Olhe para Cima”).   | VOCÊ NÃO ESTARÁ SÓ | VOD*   O terror fantasioso e envolvente de Goran Stolevski (da série australiana “Nowhere Boys”) explora lendas de seu país natal. A trama se passa numa aldeia isolada nas montanhas da Macedônia do século 19, quando uma criança é sequestrada e criada por uma bruxa, crescendo totalmente isolada e transformada numa criatura sombria. Ao se perceber abandonada, a jovem tenta se reconectar com a família perdida, mas a bruxa observa tudo à distância, com raiva e desejo de vingança. Premiado em dois dos principais festivais de filmes fantásticos, Sitges, na Espanha, e Bucheon, na Coreia do Sul, a obra agradou a crítica em cheio, com 92% no Rotten Tomatoes, mas há quem a considere artística demais para o gênero. O elenco destaca a sueca Noomi Rapace (“Prometheus”) e a australiana Alice Englert (“Ratched”).   | TERRIFIER | AMAZON PRIME VIDEO   O primeiro “Terrifier” – cuja sequência causou desmaios nos cinemas dos EUA – chegou de surpresa ao streaming. Lançado em 2016, o slasher é uma produção independente, escrita, produzida e dirigida por Damien Leone, que traz basicamente garotas sendo torturadas e fatiadas por um palhaço sádico. A trama se passa na noite de Halloween, quanto três jovens têm um encontro inesperado com Art, o Palhaço (David Howard Thornton). Curiosamente, esta não foi a primeira aparição de Art. Ele surgiu num curta de 2008, “The 9th Circle”, retornou em outro curta de 2011, também chamado “Terrifier”, e ainda apareceu na antologia “All Hallows’ Eve” (2013), sempre dirigido por Leone. Cenas desses filmes foram aproveitadas em “Terrifier” (ou “Aterrorizante”, fora do streaming no Brasil). Para completar, o palhaço assassino está de volta na continuação, que é ainda mais violenta e tem lançamento marcado para 29 de dezembro nos cinemas brasileiros.   | O MILAGRE | NETFLIX   O drama sobrenatural, que destaca nova performance arrebatadora de Florence Pugh (“Viúva Negra”), passa-se na Irlanda no ano de 1859, e acompanha uma enfermeira (personagem de Pugh) e uma freira (Josie Walker, de “Belfast”) levadas a uma pequena vila para observar uma menina que supostamente sobrevive há meses sem comer. Segundo a jovem, sua alimentação é fornecida diretamente por Deus. Elas devem determinar se o caso é milagre ou farsa. Baseado no romance homônimo de Emma Donoghue, o filme tem direção do chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”), que também escreveu o roteiro em parceria com Alice Birch (“Normal People”). Muito aplaudido no circuito dos festivais, chega na Netflix com 84% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | DESENCANTADA | DISNEY+   A aguardada sequência de “Encantada” (2007) volta a trazer Amy Adams no papel da Princesa Giselle. Pra quem não lembra, a comédia original foi uma sátira divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Giselle perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas descobre a felicidade com um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, que não dura para sempre, pois Giselle sente falta de seu reino encantado e deseja que tudo em sua vida volte a se tornar mágico. Mas quando esse desejo se materializa, o resultado não é o esperado, já que, ao transformar sua vida num conto de fadas, ela se descobre a madrasta malvada da filha adolescente do personagem de Dempsey, assumindo a personalidade de uma Rainha Má das fábulas. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”) no elenco.   | SPIRITED | APPLE TV+   A comédia musical satiriza o clássico “Um Conto de Natal” de Charles Dickens, trazendo Ryan Reynolds (o “Deadpool”) como um Scrooge moderno, que não liga para o Natal, e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) como um espírito tentando lhe dar uma lição de vida. O problema é que o personagem de Reynolds conhece a história de cor e se recusa a cooperar, enquanto Ferrell se esforça para não ser derrotado, tentando conduzi-lo por uma jornada transformadora com coreografias de musical da Broadway. O filme tem roteiro e direção de Sean Anders e John Morris, responsáveis pela comédia “Pai em Dose Dupla” e sua continuação, ambas estreladas por Ferrell.   | UMA HISTÓRIA DE NATAL NATALINA | HBO MAX   Esta comédia natalina é continuação do clássico infantil “Uma História de Natal”, de 1983. Para quem não lembra, a famosa Sessão da Tarde se passava na década de 1940 e acompanhava um garoto obcecado em convencer a todos que uma arma de ar comprimido era o presente de Natal perfeito. O novo filme acontece em 1970, com Ralphie levando mulher e filhos para uma visita a sua antiga casa de infância. O personagem é vivido pelo mesmíssimo ator. Peter Billingsley tinha 12 anos quando o filme original foi lançado e atualmente tem 50. Na trama, ele é convencido por sua mãe a realizar um Natal grandioso e a promessa o faz valorizar os esforços de seu falecido pai, que fazia parecer tão fácil organizar a festa, além de reviver alguns dos mesmos problemas de sua noite feliz de 40 anos atrás. O próprio Billingsley concebeu a história da continuação, que teve seu roteiro final escrito por Nick Schenk (parceiro de Clint Eastwood em “Gran Torino” e “A Mula”) e dirigido por Clay Kaytis (“Angry Birds: O Filme”).   | TERRA DOS SONHOS | NETFLIX   A fantasia estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) é baseada na obra-prima “Little Nemo in Slumberland”, de Winsor McKay, quadrinhos revolucionários lançados em 1905 que continuam influentes até hoje. Mas toma muitas liberdades com a concepção original, a começar pela mudança de sexo de Little Nemo, que deixa de ser um garoto com sonhos febris para virar uma menina (Marlow Barkley, de “Single Parents”) em jornada pelo continente onírico. Mesmo com grande orçamento para materializar a Terra dos Sonhos com muitos efeitos especiais, o filme não chega aos pés dos quadrinhos. Carece de referências mínimas, vislumbradas em alguns momentos de surrealismo, e até de vínculo com a história original. Enquanto Nemo buscava o Reino de Morfeu para brincar com sua filha, no filme sua versão feminina se refugia nos sonhos com saudades do pai falecido (Kyle Chandler, de “Godzilla vs Kong”). Até o personagem de Momoa é completamente distinto. McKay desenhava Flip como um palhaço maníaco e fumador de charuto, sempre disposto a perturbar Nemo com o objetivo de acordá-lo. No filme, ele vira um falastrão com cornos de bode. Todas essas mudanças foram rejeitadas pela crítica, que considerou o filme dirigido por Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”) medíocre – 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | MARTE UM | VOD*   Grande vencedor do Festival de Gramado e candidato brasileiro a uma vaga no Oscar 2023, o filme de Gabriel Martins (“Temporada”) acompanha uma família de periferia que tenta viver seus sonhos. Enquanto a mãe comemora mais trabalhos de faxina, o filho mais novo revela seu desejo de deixar de jogar futebol para virar astrofísico e ir à Marte. Rejane Faria (“Segunda Chamada”) e Carlos Francisco (“Bacurau”) vivem os pais. “Marte Um” também foi exibido no Festival de Sundance, nos EUA, onde encantou a crítica americana e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RACIONAIS: DAS RUAS DE SÃO PAULO PRO MUNDO | NETFLIX   O documentário traz depoimentos e imagens históricas da carreira dos rappers paulistas, traçando a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock. Além de cobrir toda sua trajetória de três décadas, a produção aborda o impacto e o legado dos artistas desde os primeiros shows nas quebradas de São Paulo – há imagens de uma performance fantástica em cima de uma laje – , apresentações polêmicas como da Virada Cultural de 2007, até os dias de hoje. Mas como sugere o título, o filme dirigido por Juliana Vicente (“Cidade Correria”) também fala das ruas, da periferia do Capão Redondo e da Vila Mazzei, bairros dos extremos paulistanos, que raramente ganham espaço no audiovisual brasileiro. Zonas de guerra, com marcas de balas e cadáveres, descritas em clássicos da música racional, devidamente celebrados nessa obra. E ainda há olhares femininos, de mães e esposas, que acompanharam a luta dos rappers para sobreviverem no inferno, como dizia o famoso álbum de 1997. Obrigatório para fãs do grupo e do rap em geral. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Confira os destaques de cinema da semana

    17 de novembro de 2022 /

    Com “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” ocupando a maioria das telas do país, os lançamentos da semana se concentram no circuito limitado. A exceção é o drama espírita nacional “Nada é por Acaso”, que chega em quase 500 telas. A programação inclui mais três produções nacionais, um terror derivado de série sul-coreana, o relançamento de um clássico e até uma produção da Netflix. Confira abaixo.   | A MALDIÇÃO – DESPERTAR DOS MORTOS |   O terror sul-coreano é baseado na série “The Curse”, disponível na Netflix, e volta a contar com direção de Kim Yong-wan (“Champion”), roteiro de Yeon Sang-ho (criador também da série “Profecia do Inferno”) e o elenco original, com destaque para as atrizes Uhm Ji-won (“As Três Irmãs”) e Jung Ji-so (“Profecia do Inferno”). A trama gira em torno de assassinatos cometidos por mortos-vivos. Um mago poderoso detém o poder de despertar os mortos e os usa para assassinar desafetos. Sem medo de se incriminar, ele desafia a polícia a detê-lo, anunciando suas intenções. E quando a polícia prepara um cerco para pegá-lo, é surpreendida pelo ataque de um exército de mortos.   | NADA É POR ACASO |   O drama espírita nacional acompanha duas mulheres desconhecidas que, após muitos encontros furtuitos, percebem estar ligados por laços formados além dessa vida. Curiosamente, o diretor Márcio Trigo, que estreia no cinema, é mais conhecido por programas humorísticos do Multishow, como “Treme Treme”, “Xilindró” e “Multi Tom”. O elenco destaca Giovanna Lancellotti (“Temporada de Verão”), Mika Guluzian (“Pacto de Sangue”) e Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”).   | DIÁRIO DE VIAGEM |   Manoela Aliperti (de “As Five”) vive uma adolescente dos anos 1990, que volta de uma viagem de intercâmbio na Irlanda com transtorno alimentar e precisa encarar os desafios da idade e do corpo. Roteiro e direção são de Paula Un Mi Kim (“Família Perfeita”).   | OS BRAVOS NUNCA SE CALAM |   A comédia gaúcha parte de uma investigação de mistério para satirizar os clichês do gênero, com direito a interpretações canastronas e situações esdrúxulas. Tudo começa quando os filhos de um escritor desconfiam que ele foi morto por ter descoberto um grande esquema de corrupção, que seria tema de seu próximo livro. Mas sua investigação atrapalhada faz os dois serem cercados de inimigos, ameaças e paranoia, descobrindo que nem tudo é o que parece. A direção é de Marcio Schoernardie (da série “Rotas do Ódio”) e o elenco destaca Duda Meneghetti (“Proibido para Maiores”) e Eduardo Mendonça (“A Nuvem Rosa”) como os filhos e o veterano José Rubens Chachá (“O Rei da TV”) como o pai falecido.   | BARDO, FALSA CRÔNICA DE ALGUMAS VERDADES |   O novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, ganha exibição limitada nos cinemas um mês antes de chegar na Netflix. A trama acompanha um jornalista mexicano, vivido por Daniel Giménez Cacho (“Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, travando uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo em que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção tem tom delirante e é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio cineasta em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), também destaca em seu elenco a atriz Griselda Siciliani (também de “Quem Matou Sara?”).   | KOBRA AUTO-RETRATO |   A diretora Lina Chamie (“Os Amigos”) documenta a obra do grafiteiro Kobra, enquanto ele relata episódios de sua vida, desde a infância difícil na periferia até o sucesso mundial como muralista. Nessa trajetória de vida, desde o grafite ilegal nas ruas de São Paulo até os grandes murais em mais de 30 países e diante da ONU, Kobra também apresenta a arte de rua como veículo de inserção política e de despertar democrático.   | E.T. – O EXTRATERRESTRE |   O clássico do alienígena fofinho volta às telas no aniversário de 40 anos de seu lançamento, totalmente repaginado para exibição pela primeira vez em versão IMAX. Lançado em dezembro 1982, o filme dirigido por Steven Spielberg já encantou gerações com a história do garotinho Elliott (Henry Thomas) e sua pequena irmã Gertie (Drew Barrymore) que ajudam um extraterrestre pacífico a escapar da perseguição de agentes do governo e retornar em segurança para seu planeta natal. A produção foi vencedora de quatro estatuetas do Oscar, marcando época também pela trilha sonora premiada de John Williams.

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    Filho da Mãe: Paulo Gustavo volta a fazer rir no trailer de seu último trabalho

    16 de novembro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o trailer de “Filho da Mãe”, documentário sobre o ator e humorista Paulo Gustavo. A prévia apresenta registros inéditas de Paulo Gustavo, nos bastidores e em apresentações do espetáculo “Filho da Mãe”, além de depoimentos de amigos e familiares, como sua mãe Déa Lúcia, o viúvo Thales Bretas e as atrizes Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, que foram gravados após a morte do artista. A produção começou a ser filmada antes de Paulo pegar covid-19. Seria um registro do espetáculo criado pelo comediante para homenagear sua mãe, por isso a Amazon tem chamado o documentário de “último trabalho de Paulo Gustavo”. Como mostram as imagens, o lançamento pretende arrancar risadas do público, mas também emocionar. Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021, após cerca de dois meses internado devido a complicações causadas pela covid-19. Um dos comediantes de maior sucesso do Brasil, ele concebeu a série “220 Volts” e o filme de maior bilheteria do país, “Minha Mãe É uma Peça 3”. Sua personagem nesse franquia, a Dona Hermínia, era inspirada em sua mãe. Co-dirigido por Susana Garcia (“Minha Mãe é uma Peça 3”) e Jú Amaral, irmã do comediante, “Filho da Mãe” chega ao streaming em 16 de dezembro.

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    Festival de Brasília começa nesta segunda com filmes premiados

    14 de novembro de 2022 /

    A 55ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais tradicionais festivais de cinema do país, começa nessa segunda (14/11) com uma programação diferente. Em vez de apresentar uma seleção de filmes inéditos, o evento vai contar com produções já exibidas e premiadas em outros festivais. Ao todo, serão exibidos 40 filmes, nos formatos de curta, média e longa-metragem, divididos em mostras competitivas, sessões especiais e homenagens. A Mostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens terá seis filmes: “Mato Seco em Chamas”, “Espumas ao Vento”, “Rumo”, “Mandado”, “Canção ao Longe” e “A Invenção do Outro”. Dirigido por Adirley Queirós e Joana Pimenta, “Mato Seco em Chamas” já foi exibido no Festival do Rio, de onde saiu premiado com o Troféu Redentor de Melhor Fotografia e com o Prêmio Especial do Júri. O filme é uma ficção científica distópica passada na Ceilândia, em Brasília, e acompanha três mulheres que recolhem petróleo de oleodutos subterrâneos e o refinam para transformá-lo em gasolina. “Espumas ao Vento”, tem direção de Taciano Valério, e mostra a catástrofe ocorrida durante espetáculo de uma trupe artística, num evento que leva duas irmãs a redefinirem as suas vidas. Depois disso, as irmãs precisam conviver com as consequências e lembranças do acontecimento, ao mesmo tempo que se deparam com um pastor que planeja expandir o reino de Deus na Terra. Com direção da dupla Bruno Victor e Marcus Azevedo, “Rumo” é um retrato do Brasil da era Bolsonaro. Abordando temáticas sociais que foram suprimidas nos últimos anos, o filme fala sobre os programas de cotas raciais implantadas em diversas universidades nos últimos 20 anos. “Mandado”, de João Paulo Reys e Brenda Melo Moraes, é um documentário que narra os eventos ocorridos na favela alguns meses antes do início da Copa do Mundo de 2014 (que aconteceu no Brasil) e mostra as consequências do mandado de busca emitido pela Justiça, que autorizou a Polícia a entrar em todas as casas de duas favelas cariocas. O filme tem entrevistas com Marielle Franco, além de jornalistas e moradores do Complexo da Maré. Com direção de Clarissa Campolina, “Canção ao Longe” acompanha o dia-a-dia de Jimena, uma jovem em busca da sua identidade que reescreve suas relações familiares ao criar novas formas de estabelecer vínculos amorosos, de amizade e trabalho. E “A Invenção do Outro”, de Bruno Jorge, é um documentário sobre a morte do sertanista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, assassinados há alguns meses na Amazônia. O Festival de Brasília também contará com uma mostra de curtas (em que 12 filmes foram selecionados) e uma mostra competitiva Brasília (composta por mais quatro longas e oito curtas). Todos eles disputam o Troféu Candango. A programação ainda terá Sessões Especiais, a Mostra Reexistências, a Mostra Festival dos Festivais (dedicadas a filmes prestigiados do cinema brasileiro) e uma homenagem ao cineasta Jorge Bodanzky. Neste último caso, serão exibidos os filmes “Distopia Utopia” e “Amazônia, a Nova Minamata?”, ambos dirigidos por Bodanzky, além de “Compasso de espera”, dirigido por Antunes Filho e fotografado por Jorge Bodanzky. O 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece até o dia 20 de novembro no Cine Brasília, em Brasília. O encerramento será com sessão especial do filme “Diálogos com Ruth de Souza”, de Juliana Vicente, uma homenagem à consagrada atriz (1921-2019). Confira abaixo a lista dos filmes selecionados. Mostra Competitiva Nacional – Longas “Mato Seco em Chamas” (DF), direção de Adirley Queirós e Joana Pimenta “Espumas ao Vento” (PE), direção de Taciano Valério “Rumo” (DF), direção de Bruno Victor e Marcus Azevedo “Mandado” (RJ), direção de João Paulo Reys e Brenda Melo Moraes “Canção ao Longe” (MG), direção de Clarissa Campolina “A Invenção do Outro” (SP/AM), direção de Bruno Jorge Mostra Competitiva Nacional – Curtas “Big Bang” (MG/RN), direção de Carlos Segundo “Ave Maria” (RJ), direção de Pê Moreira “Nossos Passos Seguirão os Seus…” (RJ), direção de Uilton Oliveira “Anticena” (DF), direção de Tom Motta e Marisa Arraes “Calunga Maior” (PB), direção de Thiago Costa “Sethico” (PE), direção de Wagner Montenegro “Escasso” (RJ), direção: Encruza – Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles “São Marino” (SP), direção de Leide Jacob “Capuchinhos” (PE), direção de Victor Laet “Nem o Mar tem Tanta Água” (PB), direção de Mayara Valentim “Um Tempo Para Mim” (RS), direção de Paola Mallmann de Oliveira “Lugar de Ladson” (SP), direção de Rogério Borges Mostra Brasília – Longas “Capitão Astúcia”, direção de Filipe Gontijo “Profissão Livreiro”, direção de Pedro Lacerda “Afeminadas”, direção de Wesley Godim “O Pastor e o Guerrilheiro”, direção de José Eduardo Belmonte Mostra Brasília – Curtas “Desamor”, direção de Herlon Kremer “Super-Heróis”, direção de Rafael de Andrade “Plutão Não É Tão Longe Daqui”, direção de Augusto Borges e Nathalya Brum “Manual da Pós-Verdade”, direção de Thiago Foresti “Tá Tudo Bem”, direção de Carolina Monte Rosa “Virada de Jogo”, direção de Juliana Corso “Levante pela Terra”, direção de Marcelo Cuhexê “Reviver”, direção de Vinícius Schuenquer Sessões Especiais “Quando a Coisa Vira Outra” (DF), direção de Marcio de Andrade “Diálogos com Ruth de Souza” (SP), direção de Juliana Vicente Mostra Reexistências “O Cangaceiro da Moviola” (MG/RJ), direção: de Luís Rocha Melo “Não É a Primeira Vez que Lutamos pelo Nosso Amor” (RJ), direção de Luis Carlos de Alencar “Uýra – A Retomada da Floresta” (AM), direção de Juliana Curi “Cordelina” (PB), direção de Jaime Guimarães Mostra Festival dos Festivais “A Filha do Palhaço” (CE), direção de Pedro Diógenes “Três Tigres Tristes” (SP), direção de Gustavo Vinagre “Fogaréu” (GO), direção de Flávia Neves Homenagem Jorge Bodanzky “Distopia Utopia”, direção de Jorge Bodanzky “Compasso de Espera”, direção de Antunes Filho “Amazônia, a Nova Minamata?”, direção de Jorge Bodanzky

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    Estreias: 10 filmes novos pra ver nas plataformas digitais

    11 de novembro de 2022 /

    Com produções para adultos e crianças, a programação de filmes digitais está bastante eclética nesta semana, dividindo-se entre filmes de cinema nas locadoras online e produções inéditas/exclusivas nas plataformas por assinatura. Confira abaixo 10 sugestões entre os principais lançamentos do período.   | NÃO SE PREOCUPE, QUERIDA | HBO MAX, *VOD   O segundo longa dirigido por Olivia Wilde (após “Fora de Série”) tem uma ambientação similar a do clássico “As Esposas de Stepford” (1975), com esposas levando vidas domésticas confortáveis num subúrbio isolado do deserto da Califórnia. Entretanto, há uma reviravolta ao estilo “Matrix”, relacionada ao trabalho dos maridos. Ninguém fala sobre o misterioso Projeto Vitória, que estaria “mudando o mundo”. Mas sinais de que algo está errado são cada vez mais evidentes, com pesadelos, apagões e coincidências marcando a vida das mulheres. E quando a personagem de Florence Pugh (“Viúva Negra”) começa a questionar tudo, não é apenas seu casamento com Harry Styles (“Dunkirk”) que fica em risco. O elenco ainda destaca Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”), Nick Kroll (“Nossa Bandeira é a Morte”), Kiki Layne (“Um Príncipe em Nova York 2”) e a própria Olivia Wilde. Apesar do talento envolvido, a produção deu mais o que falar por seus bastidores, de supostas brigas, namoros e intrigas, que pelo resultado apresentado na tela, por mais que tenha sido belamente fotografado.   | O BALCONISTA 3 | *VOD   Inédito nos cinemas brasileiros, o final da trilogia iniciada nos 1990 pelo diretor Kevin Smith fecha o ciclo de forma metalinguística. Envelhecidos e com problemas de saúde, os balconistas originais finalmente decidem mudar de vida. Cansados de assistir sempre aos mesmos filmes na loja de conveniência em que trabalham, resolvem fazer um filhe… sobre suas vidas na loja de conveniência em que trabalham. A história que vão filmar, claro, é a do primeiro “O Balconista”, que deu deu início à carreira de Smith em 1994. Rodado em preto e branco de forma totalmente independente, o longa original acabou premiado no Festival de Sundance e lançou o diretor em Hollywood. Geek assumido, Smith seguiu carreira com uma ideia visionária, decidindo repetir personagens de “O Balconista” e interligar as histórias da maioria de seus filmes posteriores, criando um universo compartilhado muito antes da Marvel pensar nisso. Vários desses personagens ressurgem na nova continuação. Além dos balconistas vividos por Jeff Anderson e Brian O’Halloran, destacam-se ainda a dupla Jay e Silent Bob, interpretados em dezenas de filmes por Jason Mewes e o próprio Kevin Smith, sem esquecer de Becky, a personagem de Rosario Dawson em “O Balconista 2” (2006), entre muitos outros, que voltam a se reunir num final surpreendentemente emocionante e nostálgico para os fãs da franquia.   | O DRAGÃO DO MEU PAI | NETFLIX   A nova animação da premiada diretora irlandesa Nora Twomey acompanha um menino que encontra um dragão numa ilha e se junta a ele numa jornada para salvar aquele local, contra diversas forças contrárias. O trabalho é mais infantil que os anteriores da cineasta, os espetaculares “Uma Viagem ao Mundo das Fábulas” (2009) e “A Ganha-Pão” (2017), ambos indicados ao Oscar. Mesmo assim, encantou a crítica, atingindo 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | FRENTE À FRENTE | *VOD   O thriller policial chinês traz Donnie Yen (“Rogue One”) numa trama de ação frenética, com muitas sequências explosivas e tensão sem fim. Ele vive um tira admirado por ter resolvido muitos casos, mas um dia seu passado volta para assombrá-lo. Sua operação policial é atacada por um misterioso grupo de criminosos liderados por um antigo protegido (Nicolas Tse), que já foi um policial talentoso que lhe admirava e respeitava, mas, após um acidente enviá-lo para a prisão, tornou-se um homem furioso e obcecado em matar todos que o prejudicaram – incluindo seu ex-mentor. O filme marcou a despedida de Benny Chan (“Geração X em Ação”), um dos mais famosos diretores de ação de Hong Kong, que ficou doente durante as filmagens e morreu antes da estreia.   | UMA QUEDINHA DE NATAL | NETFLIX   O retorno de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”, traz a atriz como uma herdeira de hotel mimada que sofre um queda de esqui durante as férias natalinas e fica com amnésia total. Sem ter para onde ir, ela aceita passar sua recuperação na pousada do homem que a resgatou, um proprietário galã (Chord Overstreet, de “Glee”) que vive com sua filha precoce. O casal se conecta quase que instantaneamente, mas quando as coisas começam a esquentar, a memória também começa a voltar, e com ela um antigo pretendente. A trama que lembra muito a comédia popular “Um Salto para a Felicidade” (1987), em versão requentada para o Natal, tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago americano Hallmark.   | THE POWER: HORROR NA ESCURIDÃO | GLOBOPLAY   O terror britânico se passa no inverno de 1974, quando mineiros entram em greve e deixam o país sem energia. Por conta disso, uma jovem enfermeira, é forçada a trabalhar no escuro durante o turno da noite num hospital em ruínas. Não bastasse isso, uma presença maligna começa a se manifestar na escuridão, ameaçando consumi-la e a todos do plantão noturno. Indicado ao BIFA, a premiação do cinema independente britânico, o primeiro filme escrito e dirigido por Corinna Faith (roteirista da série “The Innocents”) agradou a 84% da crítica no Rotten Tomatoes.   | CONVITE MALDITO | *VOD   O filme de vampiros traz Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”) como uma jovem que, após a morte de sua mãe, descobre que tem parentes ricos distantes. Convidada para um casamento em uma mansão luxuosa no interior da Inglaterra, ela se vê em meio a segredos sombrios e acaba em um jogo satânico. O segundo longa de Jessica M. Thompson (“The Light of the Moon”) traz Thomas Doherty (que foi um vampiro em “Legacies”), Sean Pertwee (“Gotham”), Hugh Skinner (“Fleabag”) e Alana Boden (“Uncharted – Fora do Mapa”) em seu elenco.   | RUMO À OUTRA MARGEM | MUBI   Conhecido como um dos principais mestres do terror japonês, Kyoshi Kurosawa (“Pulse”) desta vez troca os sustos por conversas melancólicas com um espírito sobrenatural. Lenta e contemplativa, a trama acompanha o reencontro de um morto e sua antiga namorada, num lugar que tanto pode ser o Japão atual quanto o mundo do além. Foi vencedor do prêmio de Direção da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e está mais para cinema de arte que horror.   | DUETTO | *VOD   O drama de Vicente Amorim (“A Princesa da Yakusa”, “Santo”) se passa na Itália no ano de 1965. Depois da trágica morte de seu pai em um acidente de carro, a jovem Cora (Luisa Arraes) viaja com a avó (Marieta Severo) para a cidade natal na família, na Apúlia. Entre o passado familiar e histórias da cidadezinha italiana, a adolescente brasileira acaba conhecendo um controverso cantor italiano, vivido por ninguém menos que Michele Morrone, da trilogia “365 Dias”.   | ESCOLA BASE – UM REPÓRTER ENFRENTA O PASSADO | *VOD   O experiente repórter Valmir Salaro, da rede Globo, assume o maior erro de sua carreira nessa produção corajosa. Concebida pelo próprio Salaro, o documentário examina o escândalo da Escola Base, que arruinou carreiras e destruiu vidas inocentes, devido a uma investigação falha da Polícia Civil, uma acusação mentirosa de uma mãe e o anúncio precipitado de crime inexistente por um delegado de São Paulo. Denunciados por pedofilia, os donos da Escola Base de educação infantil escaparam por pouco de um linchamento público. Mas sempre foram inocentes, vítimas de alucinações de uma mulher problemática, trabalho policial falho e imprensa sensacionalista. Salaro tenta reencontrar todos os integrantes da história que ainda estão vivos ou, no caso dos proprietários da escola, seus herdeiros para se desculpar e contar o que realmente aconteceu. A iniciativa serve de alerta e aula de Jornalismo sobre a importância da checagem de fontes e da apuração correta de informações, cada vez menos consideradas no mundo digital da pós-verdade e dos “fatos alternativos”.

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  • Série,  TV

    Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, morre aos 84 anos

    10 de novembro de 2022 /

    O ator Roberto Guilherme, que é conhecido pelo papel do Sargento Pincel em “Os Trapalhões”, morreu nesta quinta-feira (10/11), no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele lutava contra um câncer há alguns anos e estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul da capital carioca. Há seis semanas atrás, ele chegou a receber a visita de Dedé Santana, com quem contracenou no programa clássico da Globo. “Muito assunto para colocar em dia. Valeu compadre Dedé Santana pela visita!!”, ele escreveu em sua última postagem do Instagram. Roberto na verdade se chamava Edward e nasceu em Ladário, Corumbá (MT), em 25 de agosto de 1938. O nome artístico foi uma homenagem a Roberto Carlos. Antes de ser ator, ele passou por várias profissões, ainda menor de idade. Aos 11 anos, foi aprendiz de sapateiro. Aos 14, virou jogador de futebol profissional, integrando o time mirim do Vasco da Gama. Aos 18, alistou-se no Exército para seguir carreira, tornando-se paraquedista, mas sem abandonar o futebol. Ele chegou a disputar partidas pela Seleção Brasileira Militar de Futebol ao lado de Pelé. Representando o Brasil, Roberto Guilherme disputou campeonatos nos Estados Unidos, Inglaterra, Panamá, e Colômbia, e foi campeão sul-americano na categoria. Ainda no Exército, ele escreveu uma peça de teatro amador encenada no Olaria Atlético Clube, na Zona Norte do Rio. Mas um dia um ator faltou, e Guilherme acabou o substituindo. Um produtor viu a peça e convidou Roberto Guilherme para trabalhar na TV Rio. Foi o início de sua carreira definitiva. Ele teve o encontro que mudou sua vida quando começou a trabalhar na TV Excelsior e conheceu Renato Aragão, o Didi. Eles contracenaram pela primeira vez no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965) e levaram a parceria para o cinema em “Dois na Lona” (1968). Depois, o ator passou a fazer parte do elenco fixo de “Adoráveis Trapalhões”, que tinha como astros principais o comediante Aragão, o lutador galã Ted Boy Marino e os cantores Ivon Cury e Wanderley Cardoso. Com o mesmo elenco, também atuou em “Os Legionários” (1965), onde interpretou pela primeira vez um militar sem nome, que virou o embrião do Sargento Pincel. Na Excelsior, ele ainda atuou no programa de aventuras “002 Contra o Crime” (1965) e na novela infanto-juvenil “A Ilha do Tesouro” (1966). O Sargento Pincel, na verdade, materializou-se fora de “Os Trapalhões”, quando Guilherme foi para a TV Record e estrelou o programa “Quartel do Barulho” (1966). No novo canal, ele voltou a fazer dupla com Renato Aragão no humorístico “Praça da Alegria”. E depois se juntou ao elenco do protótipo de “Os Trapalhões”, batizado de “Os Insociáveis” (1971-1974), que juntou pela primeira vez o trio Didi, Dedé e Mussum, além da cantora Vanusa. No final dos anos 1960, Guilherme se separou dessa turma para ir para a TV Tupi, onde trabalhou com Costinha no programa “Do Que Se Trata” (1969). Esta parceria também foi parar no cinema, na comédia “Costinha e o King Mong” (1977). Mas não demorou para ele se reencontrar com Didi, Dedé e Mussum, que o seguiram rumo à Tupi, onde Zacarias acabou se juntando ao grupo. Essa trupe definitiva se reuniu pela primeira vez em 1975 para materializar um programa novo, chamado “Os Trapalhões”. Guilherme participou desde o início, mas com destaque bem menor que o quarteto central. Só que o programa não fez sucesso e foi cancelado no ano seguinte. Sério. Em 1980, com o colapso da Tupi, Guilherme chegou a fazer teste para interpretar o palhaço Bozo, no SBT. Sem conseguir a vaga, buscou a TV Globo, onde participou de humorísticos como “Viva o Gordo” e “Balança Mais Não Cai”, e reencontrou seus antigos colegas. A Globo tinha lançado a versão mais conhecida de “Os Trapalhões” em 1977. Mas Guilherme só entrou no programa em 1982, quando popularizou de vez o Sargento Pincel, líder de um grupo atrapalhado de recrutas militares. O programa ficou no ar até 1997, perseverando mesmo após as mortes de Zacarias (1934–1990) e Mussum (1941–1994). Roberto Guilherme também participou de oito filmes dos Trapalhões entre 1984 e 2017, incluindo dois longas “solos” de Renato Aragão e um “crossover” com Xuxa, “Xuxa e os Trapalhões em o Mistério de Robin Hood” (1990). Ao final de “Os Trapalhões”, ele seguiu ao lado de Renato Aragão na série “Aventuras do Didi” (2010-2013), que manteve o Sargento Pincel na ativa até 2013. Depois disso, ainda voltou a se juntar a Didi e Dedé em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, último filme do grupo, lançado em 2017. Com o fim da era de Renato Aragão na TV, Guilherme chegou aparecer no humorístico “Zorra” na Globo e em duas produções do Multishow, “Treme Treme” (em 2018) e “Dra. Darci” (2018-2020), ao lado de Tom Cavalcanti. Ao longo da carreira, Roberto Guilherme ficou bastante conhecido pela careca reluzente. Mas ele não era calvo de verdade. A falta de cabelos surgiu em uma esquete de “Os Trapalhões” na Globo, onde Didi e Dedé rasparam sua cabeça completamente com a desculpa de uma aposta. Quando o personagem Sargento Pincel completou 40 anos em 2021, ele lembrou a história da caracterização em entrevista ao jornal Extra. “A máquina [elétrica] estava cega e não cortava, arrancava o meu cabelo. Enquanto o auditório morria de rir, as lágrimas corriam pelo meu rosto, de tanta dor”, comentou. Como o público achou engraçado, ele manteve o corte zero dali em diante. “Sou um cara brincalhão. Moro em Jacarepaguá desde os anos 1960, com muito orgulho. E ando por lá de sandália, bermuda, camiseta e uma bolsinha do lado, tranquilão. Todo mundo é meu amigo, eu sou amigo de todo mundo, acho a vida maravilhosa. Quando perguntam ‘E aí, Pincel, como é que tá?’, digo ‘Tirando tudo que tá errado, para mim tá tudo certo, tá tudo ótimo'”, completou Roberto Guilherme na mesma entrevista.

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  • Filme

    “Pantera Negra 2” estreia em mais de 2 mil telas no Brasil

    10 de novembro de 2022 /

    A esperada continuação de “Pantera Negra” (2018) chega aos cinemas nesta quinta (10/11) com uma distribuição digna de blockbuster. O filme vai ocupar mais de 2,1 mil salas, superando “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” num monopólio raro de se ver no país. Para se ter noção, “Adão Negro” abriu em menos da metade desse circuito no mês passado. Apesar desse domínio, a programação cinematográfica ainda recebe outros sete filmes, cinco deles brasileiros, incluindo os premiados “Paloma” e “A Mãe”. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana.   | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   A continuação de “Pantera Negra” é um grande tributo ao ator Chadwick Boseman, o intérprete do herói do título, que morreu de câncer em 2020. Os temas do luto e sua superação dominam a narrativa, embora o diretor Ryan Coogler também aproveite para expandir o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) para novas fronteiras com a ameaça de uma invasão à Wakanda comandada por Namor, o Príncipe Submarino. Seu surgimento também introduz duas novas heroínas: a Pantera Negra e a Coração de Ferro. Apesar disso, o filme perde força sem seu protagonista original. A dificuldade de se desvencilhar dessa ausência prejudica o desenvolvimento da trama, que não repete o impacto do longa anterior. O elenco conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e apresenta Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023, além do mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) no papel de Namor.   | ARMAGEDDON TIME |   O drama semi-autobiográfico, baseado na infância do diretor James Gray (“Ad Astra”), passa-se nos anos 1980 nos EUA, mas reflete muitos fatos que têm sido acompanhados com espanto nos telejornais do Brasil atual. A trama mostra como um menino branco é empurrado para o racismo por sua mãe, escola de elite e colegas, enquanto seu avô tenta ensinar ao jovem que sua família judia também sofreu esse tipo de ataque… de nazistas. O elenco excepcional é formado por Anthony Hopkins (“Meu Pai”) como o avô, Jeremy Strong (“Succession”) e Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) como os pais, Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) como a diretora da escola e o menino Banks Repeta (“O Telefone Preto”) como o jovem protagonista. O filme tem coprodução da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray – , e após passar no circuito dos grandes festivais internacionais atingiu 75% de aprovação da crítica no portal Rotten Tomatoes.   | PALOMA |   O novo filme de Marcelo Gomes (“Joaquim”) destaca uma performance consagradora de Kika Sena, que se tornou a primeira artista trans a receber o Troféu Redentor de Melhor Atriz no Festival do Rio. Ela dá vida à personagem-título, uma mulher trans que vive com seu amor e trabalha como agricultora no sertão de Pernambuco. Ela dá duro numa plantação de mamão para guardar dinheiro e realizar um sonho: casar-se na Igreja com o homem que ama, de véu e grinalda. Mas a recusa do padre em aceitar seu pedido a obriga a enfrentar a sociedade rural e sofrer violência, traição, preconceito e injustiça. “Paloma” também venceu o troféu Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio deste ano e foi premiado no Festival de Chicago, nos EUA.   | A MÃE |   O drama de Cristiano Burlan (“Mataram o Meu Irmão”) rendeu um novo troféu para a premiada Marcélia Cartaxo (“Pacarrete”), como Melhor Atriz no Festival de Gramado deste ano. Ela vive Maria, migrante nordestina e vendedora ambulante em busca de seu filho, supostamente assassinado por policiais militares durante uma ação na vila onde mora. Numa jornada para descobrir o paradeiro do jovem desaparecido, ela enfrenta diversas adversidades, mas não consegue nenhuma notícia que a ajude a encontrá-lo. Essa tragédia deixa uma ferida profunda na sua personalidade. Burlan também venceu o Kikito de Melhor Direção pelo filme em Gramado, colocando nas telas a discussão cada vez mais necessária sobre a violência policial no país.   | ALDEOTAS |   O ator Gero Camilo (“Manhãs de Setembro”) dirige e estrela a adaptação de sua própria peça sobre dois amigos que se separam aos 17 anos em meio aos conflitos da adolescência turbulenta numa cidade pequena e conservadora do interior do Brasil. Levi, poeta, cansado de sofrer abusos, leva adiante o plano de fugir pra uma cidade grande mais liberal. Mas Elias, oprimido pela violência do seu pai, desiste de partir em cima da hora. Aos 50 anos, Levi (Camilo) volta para reencontrar o amigo (Marat Descartes) no dia de seu funeral onde as memórias dos dois são revividas antes do último adeus. Em cartaz por mais de uma década, e vencedora dos prêmios Shell e Qualidade Brasil, a peça chega ao cinema num formato bastante teatral, com economia cenográfica, dando a Gero Camilo um palco para enquadrar em sua estreia como cineasta.   | CONTRATEMPOS |   O drama francês acompanha uma mulher que luta para criar seus dois filhos sozinha no subúrbio e manter seu emprego em Paris. Quando finalmente consegue uma entrevista para um cargo correspondente às suas aspirações, uma greve geral eclode, paralisando o transporte. Em desespero, ela embarca em uma corrida frenética para chegar a tempo em seu emprego de arrumadeira num hotel, cumprir o horário da entrevista do novo trabalho e ainda atender às necessidades de sua família. Pelo filme, o cineasta Eric Gravel (da série “Versailles”) venceu o troféu de Melhor Diretor e Laure Calamy (“Minhas Férias com Patrick”) de Melhor Atriz na mostra Horizontes do Festival de Veneza deste ano.   | EU, UM OUTRO |   Em seu primeiro longa documental, a diretora Silvia Godinho (“Mostra Tua Cara”) acompanha a jornada de Luca, que nasceu como mulher biológica. Luca deixou sua cidade natal há 12 anos, mas agora finalmente decidiu procurar Ana, seu primeiro amor, que o rapaz não via desde que era uma menina. No meio do caminho, ele cruza o caminho com outros dois homens trans: Raul, um estudante de filosofia que quer ser professor, e Thalles, um segurança que odeia seu trabalho e enfrenta burocracia e preconceito para registrar seu nome masculino. O que todos eles têm em comum é a urgência de viver uma vida que acabou de começar.   | ARTHUR MOREIRA LIMA – UM PIANO PARA TODOS |   Um documentário sobre o mais premiado pianista brasileiro, que além de ter construído uma sólida carreira internacional, tocando com as mais importantes orquestras do planeta, também se dedicou a um gigantesco projeto de democratização da música de concerto: saiu pelo Brasil a bordo de um caminhão-teatro, se apresentando em praça pública por mais de 600 cidades pelo interior de todo o país. A direção é de Marcelo Mazuras.

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  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

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  • Filme,  Música

    Filme com Sophie Charlotte vai contar vida de Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, falecida na manhã desta quarta-feira (9/11), aos 77 anos, vai ter a vida retratada num filme que já está em desenvolvimento. “Meu nome é Gal” tem direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), e traz a atriz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel da artista. A trama retrata apenas uma pequena parte da trajetória da cantora, quando, aos 20 anos, decide se mudar para o Rio de Janeiro, onde encontra seus amigos da Bahia, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Em entrevista ao jornal o Globo, a codiretora Dandara Ferreira disse que “a maior tristeza é a de não ter podido mostrar o filme a ela”. “Ela, Wilma (Petrillo, empresária de Gal) e eu trabalhamos muito nisso, era um sonho. Ela dizia que queria que, depois do documentário, tivesse um filme de ficção, até brincava com o filme da Elis (Regina)”, contou a cineasta. O roteiro é assinado por Lô Politi. E o elenco tem Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo) e a própria Dandara Ferreira (Maria Bethânia), entre outros. Com produção é da Paris Entretenimento em coprodução da Globo Filmes e da Dramática Filmes, o longa tem previsão de lançamento para o dia 9 de março de 2023.

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