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  • Filme

    Cinebiografia de Edir Macedo pode virar trilogia e maior projeto do cinema brasileiro

    14 de outubro de 2016 /

    A vida do bispo Edir Macedo e a saga da Igreja Universal vão virar uma trilogia milionária. Ou seja, o próximo projeto de cinema da rede Record não será uma simples cinebiografia, como anteriormente anunciado, mas três filmes. Segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, cada filme será baseado num volume diferente das três biografias escritas pelo jornalista e diretor da Record, Douglas Tavolaro – também produtor-executivo dos filmes. O projeto teria um orçamento estimado em cerca de quase R$ 50 milhões. O jornalista afirma que cada um custaria R$ 16 milhões, mais que o dobro da média dos filmes de alto orçamento no país (R$ 7,5 milhões). A maior dificuldade para tirar o projeto do papel está em sua complexidade. A ideia é rodar os três filmes simultaneamente, devido à variedade de países e de locações previstas, o que tornaria a trilogia a maior empreendimento do cinema brasileiro em todos os tempos, em termos de escala de produção, orçamento, acordos para viabilização e logística. De acordo com Feltrin, a Record não pretende recorrer a nenhuma lei de incentivo, como a Rouanet, e deverá contar apenas com patrocínios diretos. A emissora, inclusive, já teria começado a sondar empresas e interessados em uma eventual parceria para a produção. As filmagens começariam no segundo semestre do próximo ano ou no mais tardar em 2018.

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  • Filme

    O Amor de Catarina: Novo filme com Kéfera Buchmann ganha primeiro trailer

    13 de outubro de 2016 /

    A Europa Filmes divulgou o trailer de “O Amor de Catarina”, novo longa que conta com Kéfera Buchmann (“É Fada”) no elenco. O tom é dramático, com direito a muitas lágrimas e caras de infelicidade. A prévia mostra Kéfera como estrela de uma novela melodramática, que sofre de amores diante do olhar de Rose (Greice Barros, mais conhecida do teatro), uma mulher que parece não fazer mais nada na vida além de ver TV. Ela descobre que está sendo traída pelo marido e cai em depressão profunda. Seu único conforto são os capítulos da novela que dá título ao filme. Escrito e dirigido por Gil Baroni (“Cantoras do Rádio – O Filme”), o longa tem estreia prevista para 17 de novembro.

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  • Filme

    Sucesso da TV brasileira dos anos 1980, Capitão Gay pode virar filme

    11 de outubro de 2016 /

    Um antigo personagem de Jô Soares pode virar filme. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, vem aí a comédia do “Capitão Gay”. O personagem era uma espécie de sátira gay do Batman, interpretado por Jô Soares no programa humorístico “Viva o Gordo”, nos anos 1980. Criado por Max Nunes, o personagem era um dos carro-chefe da atração da rede Globo, ao lado de seu fiel assistente, Carlos Suely, vivido por Eliezer Motta. A colunista adianta que o cineasta Matheus Souza (“Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida”) já entregou o roteiro e assinará a direção do longa, que será desenvolvido pela produtora Zola. Entretanto, não é a primeira vez que um filme do “Capitão Gay” é assunto da coluna. Em 2012, Kogut publicou que Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) viveria o personagem no cinema, num filme de José Henrique Fonseca (“Heleno”), com produção da Goritzia. Resta saber como um personagem caricato, que funcionava nos anos 1980, seria visto pelo público mais exigente e politicamente mais correto do século 21. Se bem que o terrível “Crô – O Filme” (2013) foi um sucesso de público.

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    O Vendedor de Sonhos: Trailer dramático anuncia overdose de frases de autoajuda

    11 de outubro de 2016 /

    A Warner divulgou o pôster e o trailer de “O Vendedor de Sonhos”, drama baseado no best-seller homônimo de Augusto Cury. A prévia começa como o clássico “A Felicidade Não se Compra” (1946), com um homem à beira do abismo, prestes a se suicidar, quando ouve uma voz que lhe convida a dar uma segunda chance para a vida. A diferença é que não se trata de um anjo, mas um sem-teto que, ao longo do trailer, despeja uma coleção de frases-feitas de livros de autoajuda, ensinando que – adivinhe – a felicidade não se compra. Se isso é a prévia, imagina-se a overdose de “ensinamentos” do longa-metragem. Cury é um expert em autoajuda. Já ajudou a si mesmo a vender mais de 25 milhões de exemplares de diversos livros. Só “O Vendedor de Sonhos”, lançado em 2008, vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares no Brasil e ainda virou trilogia. Outros títulos de seu repertório de lições de vida incluem “Você É Insubstituível”, “Dez Leis para Ser Feliz”, “Seja Líder de Si Mesmo”, “Nunca Desista de Seus Sonhos”, além de obras religiosas, conselhos para a família, dicas de como criar um filho e até manuais para suportar a prisão. Dirigido por Jayme Monjardim (de “Olga” e “O Tempo e o Vento”), o filme traz Dan Stulbach (“Onde Está a Felicidade?”) como o psicólogo suicida, que vai encontrar nas frases-feitas do guru uruguaio César Troncoso (também de “O Tempo e o Vento”) mais sentido para a vida do que nos ensinamentos da disciplina de Freud. Mas o personagem misterioso também tem um segredo. A estreia está marcada para dezembro.  

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
    Filme

    Bilheterias mostram Kéfera Buchman mais popular que Porta dos Fundos nos cinemas

    10 de outubro de 2016 /

    A youtuber Kéfera Buchman passou no teste de popularidade nos cinemas. Ele levou mais gente para ver seu filme de estreia que seus colegas mais famosos do YouTube, a trupe Porta dos Fundos. Os dados são da empresa especializada comScore. 368,5 mil pessoas pagaram para ver as caretas de Kéfera em “É Fada!”, que rendeu R$ 5 milhões em seus quatro primeiros dias. Foi o filme mais visto no fim de semana, mas não o de maior faturamento. Com lançamento em salas 3D e IMAX, “O Lar das Crianças Peculiares” manteve a liderança em arrecadação, tirando R$ 6,15 milhões de 362,9 mil de pagantes. Há duas semanas em cartaz, a fantasia de Tim Burton já soma 1 milhão de espectadores no Brasil. Já a versão de “Festa da Salsicha”, adaptada e dublada pela Porta dos Fundos, abriu apenas em 9º lugar, visto por 52,9 mil pessoas e rendendo 797,3 mil. Para servir de comparação, Kéfera bateu a Porta dos Fundos duas vezes. Além desse trabalho de adaptação, a estreia da trupe fez pouco mais da metade que a youtuber solo conquistou em seu primeiro filme. Vale lembrar: a comédia “Contrato Vitalício” abriu com R$ 2,7 milhões em 4º lugar no mês de julho.

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  • Filme

    Editorial: Traduções dos títulos de filmes no Brasil atingem níveis mais baixos da História

    10 de outubro de 2016 /

    A atual fase de tradução de títulos de filmes internacionais no Brasil está tão ruim que já tem gente com saudades dos anos 1980, quanto todo filme de terror iniciava com “A Hora do” e a maioria dos suspenses era “Selvagem”. O público já se rebelou na internet contra “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, título que o quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp ganhará com exclusividade no Brasil – o original é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”. Mas não fica nisso. Três décadas após os gênios da tradução nacional diferenciarem dois filmes da franquia “Evil Dead” com títulos diferentes – “A Hora do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), fazendo com o terceiro longa fosse batizado como “Uma Noite Alucinante 3”! – , a esperteza, a ginga e a malemolência brasileira voltou a se manifestar em novas nomeações “criativas” dentro da mesma franquia. Após “Uma Noite de Terror” (2013) e “Uma Noite de Terror: Anarquia” (2014), o terceiro filme da franquia “Purge” (nome original) chegou nos cinemas brasileiros no fim de semana passado como “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”. E quem foi ao cinema achando que veria um filme original deveria pedir o dinheiro de volta, diante de tantas e constantes referências e participações de personagens do lançamentos anteriores. Não contentes, os brasileiros mais inteligentes que o resto da população decidiram também diferenciar “De Volta ao Jogo” (2014) de sua continuação, que será lançada no Brasil como “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. Impressionante? Se a força de uma franquia está na valorização da marca, que supostamente gera acúmulo de público, o que ganha um distribuidor nacional ao querer lançar um filme de franquia como produto individual? Promoção? Aumento? Bônus de Natal? E que tal títulos de filmes que não fazem parte de franquias? Quem acertar como “The Bye Bye Man” vai se chamar no Brasil tem grandes chances de acertar a sequência certa da mega-sena. O título original tem quatro palavras e nenhuma delas aparece na “tradução” nacional, “Nunca Diga seu Nome”. E aí vem os “gringos” da MPA-AL, divisão latino-americana da MPA (Associação do Cinema dos EUA), dizer que o maior problema do cinema no Brasil é a pirataria… Faz sentido. Afinal, este é o país em que “Truth” (verdade) vira “Conspiração e Poder”.

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  • Etc,  Filme

    Quase metade da população brasileira mora em cidades sem cinema

    8 de outubro de 2016 /

    Um relatório divulgado pelo Sindicato da Indústria Audiovisual (SICAV) revelou que o número de salas de cinema no Brasil cresceu 12,2% entre 2013 e 2015, de 2.679 telas para 3.005. Mas o resultado mal pode ser comemorado, porque, apesar do crescimento, 46% dos brasileiros moram em cidades em que não há cinema algum. Os dados fazem parte do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, que teve consultoria da Associação de Cinema dos EUA (MPA), entidade que representa os seis maiores estúdios de Hollywood em todo o mundo, e foi revelado no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. “Há uma concentração geográfica das salas de cinema em relativamente poucos estados, portanto, precisa ter mais oferta física para que as pessoas possam consumir também produto audiovisual”, disse o diretor da divisão da associação americana para a America Latina (MPA-AL), Ricardo Castanheira, à Agência Brasil. Entre 2013 e 2015, o número de ingressos vendidos nos cinemas do país também subiu de 149,5 milhões para 173 milhões, o que provocou alta no faturamento de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,4 bilhões. O levantamento aponta ainda que, embora a participação dos filmes nacionais tenha crescido no total de lançamentos, saindo de 26,5% em 2009 para 28,9% em 2015, a renda com a venda de ingressos para as produções nacionais não acompanhou esse crescimento. E o motivo é o que os filmes estrangeiros concentram a maior parte da renda das bilheterias. O diretor da MPA-AL disse que muitos brasileiros ainda não frequentam o cinema por causa do valor dos ingressos, considerado elevado. “O valor médio do ingresso em 2013 corresponde 0,6 da renda mensal per capita do brasileiro. Nos países desenvolvidos, é apenas 0,3. Isso se deve à uma elevada carga tributária que incide sobre o setor audiovisual, que se projeta no preço final do ingresso. Reduzir a carga tributária é um desafio extremamente importante para dar um estímulo e vitalidade maior”, apontou. Apesar destes dados, Castanho conclui, como já é tradicional e piloto automático para a MPA, que o maior culpado pela dificuldade de expansão da indústria cinematográfica no país é a pirataria. Esta simplificação simplesmente não cola mais, já que o próprio relatório aponta a falta de salas, preços elevados e até a ausência completa de cinema em muitas cidades. Falta uma política audiovisual decente no país, que não incentive apenas a produção de filmes que a maioria da população não tem acesso. Uma reação à falta de infra-estrutura cinematográfica pode ser constatada em outra parte do relatório, que diz respeito ao crescimento do mercado dos serviços de Vídeo On Demand (VoD), como a plataforma Netflix. Em um ranking mundial, o Brasil é o 8º país que mais consome este tipo de serviço, com receita estimada em US$ 352,3 milhões em 2016. Superando, por exemplo, o México, com receita estimada em US$ 188,4 milhões, e Argentina (US$ 124,8 milhões). No entanto, o VoD também depende de uma política de expansão das telecomunicações, com ampliação do acesso à internet de banda larga a preços mais baixos e de maior velocidade. Afinal, mesmo somando o VoD, apenas 11% da população têm acesso a serviços audiovisuais no país. Se quase metade da população brasileira mora em cidades em que não existem cinemas, se apenas 11% da população tem acesso a serviços VoD, dá realmente para culpar a pirataria? Ao contrário, apenas a pirataria tem cumprido o serviço de levar filmes à maioria da população do país. E combatê-la, em vez de “resolver o problema”, só tende a agravar a dificuldade de acesso aos produtos audiovisuais para o público brasileiro. Infelizmente, a MPA vê a América Latina como um continente criminoso e busca incentivar táticas de repressão numa guerra frontal contra a pirataria, repetindo o que fez a DEA, em sua guerra ao narcotráfico. Tanto é que seu relatório aponta a existência de mais de 400 websites de pirataria voltados para o mercado brasileiro. Desta lista, 57 recebem mais de 1 milhão de visitas mensais. Então, aí está. Um país com 3 mil salas de cinema tem 1 milhão de visitas mensais em sites de pirataria cinematográfica e a culpa é do crime. Que fácil seria se fosse tão simples. Mas, gente, bora ler o relatório completo. Afinal, pagaram por isso.

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  • Etc

    Kleber Mendonça Filho pede exoneração de fundação do governo federal

    7 de outubro de 2016 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) entregou na quarta-feira (6/10) uma carta com pedido de exoneração da coordenadoria de cinema da Fundação Joaquim Nabuco. Mesmo assim, manteve agendados compromissos em Los Angeles e San Francisco, onde participará de debates e reuniões de trabalho relevantes às atividades da curadoria do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, segundo autorização que havia recebido anteriormente da autarquia, registrada no Diário Oficial da União. A viagem aproveitaria sua participação no Festival de Nova York, onde será exibido seu filme “Aquarius”. O vazamento de seu pedido de exoneração o pegou de surpresa. “Estou num avião indo para NY. Está tudo certo. Preciso de tempo para projetos de cinema e já pensava nisso há 2 anos”, disse Kleber, por mensagem de texto, ao ser procurado pela reportagem do Jornal do Commercio, de Recife. “Não era nunca para sair matéria antes de eu me explicar, vai ficar destorcido”, lamentou. “Vão fazer especulações em cima de basicamente zero”. Kleber atuava na autarquia ligada ao Ministério da Educação há 18 anos. O afastamento, segundo o cineasta, se deve à necessidade de se dedicar “a projetos de cinema”. Na carta, segundo apurou o Jornal do Commercio, ele não se refere ao fato de não reconhecer o “governo ilegítimo” do qual o Ministério da Educação faz parte. O cineasta adiantou que vai se pronunciar pelas redes sociais assim que chegar à Nova York. Entre os amigos mais próximos, a notícia já era esperada desde que o cineasta protestou contra um “golpe de estado”, convocando o mundo a se posicionar diante do fim da democracia no Brasil, durante a estreia de “Aquarius” no Festival de Cannes, e veio à tona que ele era funcionário de uma instituição do governo federal. Dias antes do protesto de tapete vermelho, o presidente anterior da Fundaj, Paulo Rubem Santiago, pediu demissão por não reconhecer a legitimidade de Michel Temer. O atual presidente da Fundaj, Luiz Otavio Cavalcanti, emitiu um comunicado se manifestando sobre a carta de exoneração, na qual diz que “respeita a decisão do cineasta Kleber Mendonça de entregar o cargo por considerar este um ato pessoal”. E ressalta: “O mesmo respeito com que tratou a decisão de Kleber Mendonça de permanecer no cargo durante os cinco meses da atual gestão”.

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    Tô Ryca! recicla história conhecida em busca do grande público

    7 de outubro de 2016 /

    Há filmes que funcionam mais como um estudo antropológico do que para serem apreciados por suas qualidades. É mais ou menos o caso de “Tô Ryca!”, de Pedro Antonio, que se assume popularesco mais do que popular, que pretende dar voz a uma parcela pobre da sociedade que vai ao cinema e vai gostar de se ver na tela, nem que seja nos pequenos dramas de não ter crédito para colocar no celular ou de só poder ligar para alguém da mesma operadora. Dá para ficar pensando como esse tipo de situação será visto daqui a dez anos. Herdeiro das comédias que tratam de pessoas pobres em contraste com pessoas ricas ou mais sofisticadas, “Tô Ryca!” remete às chanchadas dos anos 1950. Mas ultimamente essa obsessão pelo dinheiro aparece cada vez mais presente, em filmes como “Até que a Sorte nos Separe” (2012), “Vai que Cola” (2015) e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Diz muito sobre a nossa sociedade. Ou nosso cinema. Refletindo como as pessoas parecem mais interessadas em futilidades que conteúdo. Na trama extremamente simples, que funciona mais como um jogo, Selminha (Samantha Schmütz) é uma moça humilde que trabalha como frentista e vive reclamando da pobreza com sua melhor amiga Luane (Katiuscia Canoro). Até o dia em que ela recebe uma proposta de herança de um velho familiar. Ela teria que gastar R$ 30 milhões em um intervalo de um mês sem dizer a ninguém sobre isso e sem adquirir nenhum bem. A tarefa se mostra mais difícil do que ela imagina, como bem sabe quem já assistiu “Chuva de Milhões” (1985), que é basicamente a mesma história – inclusive no numerário e na parte política. “Tô Ryca!” quase consegue atingir um certo grau de decência graças à presença de Marcelo Adnet, que interpreta o político da linha conservadora desta “versão”, um “homem de bem”. Como Adnet é muito inteligente na criação dos mais variados tipos, ele se mostra muito à vontade no papel. É pequena a sua participação, mas é marcante, especialmente no terço final. É possível dar boas gargalhadas na cena do debate para prefeito do Rio de Janeiro entre ele e Selminha, a tal moça que tem a possibilidade de ficar milionária. O filme não é tão feio quanto aparenta, com seu elenco do programa “Zorra Total”, nem é uma tortura como muitos possam imaginar. É um filme que tem agradado ao grande público, que sai da sessão feliz. Além do mais, é uma das últimas vezes em que se poderá ver Marília Pêra no cinema. Ainda que por pouquíssimos minutos.

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    Regina Casé revela que fará outro filme com a diretora de Que Horas Ela Volta?

    7 de outubro de 2016 /

    A atriz Regina Casé revelou que vai voltar aos cinemas. A novidade foi anunciada durante o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ao agradecer seu prêmio de Melhor Atriz por “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, ela contou: “Há duas semanas a Anna me ligou e falou que tinha um outro filme pra gente fazer”. Regina não deu mais detalhes sobre o projeto. Após “Que Horas Ela Volta?”, a diretora Anna Muylaert já lançou “Mãe Só Há Uma” e trabalhou num documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff, que ainda não tem previsão de lançamento.

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    Danilo Gentili se machuca ao fazer cena de briga em seu filme

    5 de outubro de 2016 /

    O comediante Danilo Gentili cortou o dedo e ficou com o olho roxo ao buscar realismo nas filmagens de uma cena de luta para o seu filme “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”. O incidente rendeu dois pontos e uma marca no rosto de Gentili. Ele terá de usar maquiagem para seguir com as filmagens, que, apesar do incidente, seguem normalmente. Os golpes foram aplicados pelo ator Daniel Pimentel, que gravava as cenas com o humorista na suíte presidencial de um hotel em São Paulo. Os atores Raul Gazola e Joana Fomm e o músico Rogério Skylab também estavam no set. No elenco também estão o mexicano Carlos Villagrán (o Quico, do seriado Chaves) e Moacyr Franco, que interpretam o diretor e o faxineiro da escola. O longa é baseado no livro homônimo de 2009 do humorista e o próprio Gentili assina o roteiro da adaptação. A direção é de Fabrício Bittar, do MTV Sports, e a estreia deve acontecer no primeiro trimestre de 2017.

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    Sob Pressão: Trailer de drama brasileiro foca o caos da saúde pública

    5 de outubro de 2016 /

    A H2O Filmes divulgou fotos, o pôster e o trailer de “Sob Pressão”, de Andrucha Waddington. O filme marca a volta do diretor ao drama, entre um e outro “O Penetras”, e acompanha um dia de caos num hospital público. No fim de um plantão, chegam ao mesmo tempo e gravemente feridos um bandido, um policial e uma criança, e a equipe médica precisa decidir quem salvar primeiro, nas condições precárias da unidade hospitalar de periferia. A trama é livremente inspirada no livro homônimo do médico carioca Marcio Maranhão, mas esse dilema não é novidade para os fãs de séries médicas americanas. Curiosamente, a prévia mostra um hospital limpinho como os americanos, embora o longa tenha sido filmado em locação, no hospital Santa Casa de Misericórdia, em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outro detalhe é a falta de dinamismo nos diálogos mostrados, cheios de pausas dramáticas de televisão, no caso da TV brasileira – imagina-se que o trailer reflita o filme. O elenco inclui Julio Andrade (“Serra Pelada”), Marjorie Estiano (“Beatriz”), Andrea Beltrão (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Ícaro Silva (“Totalmente Inocentes”), Stepan Nercessian (“O Roubo da Taça”) e Thelmo Fernandes (“Disparos”), entre outros. A première vai acontecer no Festival do Rio e a estreia comercial está marcada para 17 de novembro.

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  • Que Horas Ela Volta
    Filme

    Que Horas Ela Volta? vence o “Oscar brasileiro”

    5 de outubro de 2016 /

    O drama “Que Horas Ela Volta?” foi o vencedor do 15° Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, evento da Academia Brasileira de Cinema, que é apelidado de “Oscar brasileiro”. A premiação aconteceu na noite de terça-feira (4/10) no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, e rendeu sete troféus ao longa escrito e dirigido por Anna Muylaert: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Montagem, Atriz (Regina Casé), Atriz Coadjuvante (Camila Márdilla) e o Prêmio do Público. “Demorei 19 anos para chegar a esse filme pronto. É o meu trabalho mais maduro. Dedico esse prêmio aos atores, que me ajudaram a terminar esse filme”, disse Anna Muylaert, em seu agradecimento. Até este prêmio demorou. “Que Horas Ela Volta?” recebeu seu primeiro prêmio internacional, no Festival de Sundance, há 21 meses. Estreou nos cinemas brasileiros há 15 meses. Desde então, Muylaert lançou outro filme, “Mãe Só Há Uma”, e já filmou um terceiro, um documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff. Mas isso é chover no molhado com o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, cujo nome já soa antiquado como qualquer manifestação de ufanismo. Alheio ao calendário, enquanto o foco está na discussão de “Aquarius” e o Oscar 2017, o “Oscar brasileiro” celebra os melhores de 2015. Mas graças aos problemas inerentes do circuito, acaba também premiando trabalhos de cinco e até 20 anos atrás, como, por exemplo, a interpretação de Marco Ricca, vencedor do troféu de Melhor Ator por “Chatô, o Rei do Brasil”, exibido no ano passado, mas realizado ao longo de duas décadas. A Melhor Animação foi “Até Que a Sbórnia Nos Separe”, de Otto Guerra, que teve première no Festival de Gramado de 2013. A Melhor Comédia, “Infância”, de Domingos de Oliveira, fez parte da programação de Gramado em 2014. Organizada pela Academia Brasileira de Cinema, a premiação se dividiu em 25 categorias e tinha, entre seus indicados, até um filme que venceu o Festival do Rio de 2011: “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, que rendeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante a Chico Anysio, falecido há quatro anos. Assim como os demais, “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” também só foi exibido nos cinemas no ano passado. E este é o estado da indústria cinematográfica nacional, celebrada pelo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Um dia, quem sabe, os grandes filmes brasileiros não terão que esperar tanto tempo para serem reconhecidos, especialmente pelo circuito, que renega produções premiadas, chegando a deixar obras paradas por meia década, apenas para lançá-las em meia dúzia de salas. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro sugeriu que o tema da premiação fosse “manifesto”, numa tentativa de atualizar sua sessão de nostalgia com fatos deste ano. Mas, em vez de partir para o oba-oba, podia se manifestar de fato junto ao circuito. Podia, inclusive, dar o exemplo, aproximando mais o seu próprio calendário de premiações da estreia dos filmes que premia. Novamente, chovendo no molhado…

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