PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Maior rede pública de cinema do Brasil, Spcine completa um ano com números expressivos

    1 de abril de 2017 /

    Mais bem-sucedida iniciativa do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o circuito de cinema Spcine recebeu 380 mil espectadores em mais de 7,8 mil sessões realizadas em seu primeiro ano de atividade. Constituída como a maior rede pública de salas de cinema do Brasil, a Spcine conta com 20 telas, todas de pequeno porte e localizadas em CEUs, centros culturais e bibliotecas públicas do estado de São Paulo. Dentro de sua programação, os filmes infantis foram os mais assistidos. “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” foi a exibição mais lotada, com 24,5 mil espectadores, seguido de “Procurando Dory” (19,4 mil), “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (18,8 mil) e “Moana – Um Mar de Aventuras” (15,7 mil). A comédia “Minha Mãe é uma Peça 2” completa o Top 5, num ranking que não distingue o circuito das salas comerciais de shopping centers, exceto pelo preço do ingresso. De acordo com estudo do Observatório de Turismo e Eventos, da Spturis, realizado em dezembro, o circuito Spcine é avaliado positivamente por 95,3% dos entrevistados. No critério qualidade de projeção na tela, o nível de aprovação entre ótimo e bom é de 98,1%. No item estrutura da sala, 97%. Já a programação atinge 85% de aprovação.

    Leia mais
  • Filme

    Eu Te Levo é retrato em preto e branco da geração canguru

    30 de março de 2017 /

    “Eu Te Levo”, filme de Marcelo Müller, que também trabalhou no roteiro, toma como ponto de partida a chamada Geração Canguru, a dos jovens que permanecem vivendo na casa dos pais até uma idade avançada, por não conseguirem encontrar seus caminhos na vida e não serem capazes de prover o próprio sustento. Pesquisas indicam que cerca de 25% dos jovens entre 25 e 34 anos ainda moravam com os pais em 2014-2015 no Brasil. Encontrar-se, fazer escolhas, decidir seu rumo na vida, pode se tornar algo complexo, quando não encaminhado devidamente no período da adolescência. No filme “Eu Te Levo”, o personagem Rogério (Anderson Di Rizzi, da novela “Êta Mundo Bom!”), de 29 anos, se depara com a morte do pai e a herança de uma loja com a qual não se identifica, mas que representa muito, simbolicamente e como meio de vida, para sua mãe (Rosi Campos, também de “Êta Mundo Bom!”). Ele tem um sonho de criança, ser bombeiro, e uma experiência com uma banda de rock, como baterista, que ficou para trás. Na realidade, seus caminhos são nebulosos, ele não sabe o que quer. E os espectadores viverão esse dilema e essa angústia, embora não explicitada pelas ações do personagem, da indecisão, da perda de rumo. Isso se dá de modo abafado, já que Rogério é fechado, calado, prefere esconder do que compartilhar coisas. Tudo assim fica ainda mais difícil. Mas é interessante viver de dentro a indecisão do protagonista. Embora o filme pudesse explorar melhor as motivações e bloqueios do personagem. O jovem Cris (Giovanni Gallo, de “Califórnia”), a quem Rogério dá carona regularmente, a pedido de um amigo, é outro exemplo da Geração Canguru, um pouco mais jovem, mas igualmente em busca de algo que não se sabe bem o que é, desviando-se também do rumo que lhe foi traçado (ou que ele mesmo teria traçado?). Rosi Campos, grande atriz, faz a mãe Marta com a adequada intensidade, mas seu personagem não nos permite ir muito além do clichê da mãe sofredora. Um detalhe importante da trama chama a atenção para o papel da ideologia nas escolhas profissionais. Nas tratativas para chegar a se tornar bombeiro, Rogério é forçado a se posicionar frente ao comportamento da polícia militar do Estado de São Paulo, a quem pertence a corporação dos bombeiros. O que complicará enormemente a sua escolha. Ou seja, os dramas e conflitos não são só internos ao personagem. Dão-se objetivamente nas instituições, na sociedade. Rodada em preto e branco, a produção põe em discussão uma questão real dos jovens, sobretudo de classe média, que merece mesmo a nossa atenção, talvez ainda carecendo de personagens mais aprofundados. Para um primeiro longa-metragem como diretor, Marcelo Müller se saiu muito bem. Sua já larga experiência como roteirista – “Infância Clandestina”, “Amanhã Nunca Mais”, “O Outro Lado do Paraíso” – certamente contribuiu para esse resultado.

    Leia mais
  • Filme

    Veja o trailer de Joaquim, cinebiografia de Tiradentes exibida no Festival de Berlim

    28 de março de 2017 /

    A Imovision divulgou o trailer de “Joaquim”, cinebiografia de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, dirigida pelo cineasta Marcelo Gomes (“Era uma Vez Eu, Veronica”). O filme foi exibido na mostra competitiva do Festival de Berlim 2017, ocasião em que recebeu críticas positivas de publicações internacionais. Alguns elogios foram pinçados e exibidos no trailer. A história de Tiradentes já rendeu vários filmes, entre eles o marcante “Os Inconfidentes” (1972), dirigido por José Pedro de Andrade e com José Wilker no papel principal, e até em novelas, interpretado por Carlos Zara em “Dez Vidas” (1969) e por Thiago Lacerda na recente “Liberdade, Liberdade” (2016). O filme de Marcelo Gomes tem como diferencial se passar antes da história tradicional do revolucionário que enfrentou a coroa portuguesa, situando a ação durante uma expedição do alferes, em busca de minerais preciosos no interior de Minas Gerais. Conforme revela o trailer, as conversas ao redor da fogueira e a convivência com escravos teriam ajudado a formar sua consciência política do jovem Tiradentes, vivido por Julio Machado (“Trago Comigo”). “Joaquim” surgiu inicialmente como parte de um projeto de coproduções da Televisão Espanhola (TVE), realizado em homenagem ao bicentenário das revoluções sul-americanas. Além do filme de Tiradentes, representando o Brasil, fizeram parte do plano original “José Marti: O Olho do Canário” (2010), do cubano Fernando Pérez (“Últimos Dias em Havana”), “Hidalgo – A História Jamais Contada” (2010), do mexicano Antonio Serrano (“Macho”), “Revolução: A Cruzada de San Martin” (2011), do argentino Leandro Ipiña (série “Exodo”), “Artigas – La Redota” (2011), do uruguaio César Charlone (série “3%”), e “Libertador” (2013), uma cinebiografia de Simon Bolivar feita pelo venezuelano Alberto Arvelo (“Habana, Havana”). O atraso na produção do representante brasileiro se deveu à crise financeira europeia, que fez com que “Joaquim” precisasse ser filmado com recursos próprios – pelo mesmo motivo, outros filmes do projeto jamais saíram do papel, como a produção chilena sobre Bernardo O’Higgins e a peruana a respeito de Tupac Amaru, por exemplo.

    Leia mais
  • Filme

    Com os Punhos Cerrados é para poucos, entre eles seus próprios diretores

    27 de março de 2017 /

    O coletivo cinematográfico Alumbramento surgiu com um modelo de produção que alude muito ao cinema de invenção (ou marginal, como é popularmente chamado), apropriando-se da democratização do digital para dar luz à narrativas que não atendem a estruturas convencionais, na qual a palavra é expressa com uma prosa particular em atos não muito bem demarcados. Por isso mesmo, o alcance de seus filmes é restrito, recebendo poucas chances no circuito comercial após uma trajetória por festivais mais susceptíveis a propostas experimentais por vezes radicais. Com atraso de três anos, “Com os Punhos Cerrados” finalmente chega em circuito limitadíssimo e seduzirá somente aos que apreciaram os feitos anteriores dos realizadores, como “Estrada para Ythaca” (2010) e “Os Monstros” (2011). Aqui, os irmãos Pretti e Pedro Diogenes se desdobram em inúmeras funções em nome do espírito coletivo, respondendo inclusive pelo protagonismo da trama, como um trio que se ocupa com transmissões de uma rádio clandestina, ouvida desde táxis até alto-falantes expostos em postes de Fortaleza. O propósito é recitar conteúdos de caráter subversivo, bem como problematizar questões de cunho artístico e político. Com muita boa vontade, é possível identificar na “anarquia” dessa ação um comentário sobre a condição de como um feito artístico libertário como “Com os Punhos Cerrados” se infiltra clandestinamente na sociedade. Porém, a experiência é como impor a comunicação de algo quando não há receptores muito interessados. Isso acontece justamente pelo caráter masturbatório do texto, com direito até mesmo à nudez frontal de Samya De Lavor (que debutou aqui antes de sua participação em “Boi Neon”) ilustrando discursos mais pretensiosos do que propriamente efetivos em seus tons críticos. Nada mais do que um filme feito para satisfazer unicamente aos seus realizadores e que nada acrescenta para as possibilidades de uma cinematografia ainda em progresso.

    Leia mais
  • Filme

    Paulo Gustavo fica eufórico ao descobrir matéria sobre Minha Mãe É uma Peça 2 no Le Monde

    26 de março de 2017 /

    O ator Paulo Gustavo, que está em Paris com o marido Thales Bretas, descobriu que o jornal francês Le Monde, um dos mais famosos do mundo, publicou uma reportagem sobre o filme “Minha Mãe É Uma Peça 2”. E ele foi ao Instagram registrar o fato, feliz da vida. Em vídeo postado na rede social na madrugada de domingo (26/3), o ator apareceu eufórico com a descoberta. “Como é que dorme com isso?”. A matéria, publicada na revista que acompanha a edição dominical do Le Monde, tem uma página e é focada no sucesso de bilheteria do filme, que bateu recorde de público nos cinemas brasileiros. A maior parte dos comentários vem entre aspas, citando a crítica carioca Susana Schild. “No Brasil os espectadores não vão ao Cinema para refletir, para ver Godard, e sim para se divertir e sair de uma vida muitas vezes violenta”, diz ela num trecho da matéria, de forma impressionantemente estereotipada – como se o cotidiano parisiense, em tempos de terrorismo islâmico, não fosse violento e como se os filmes de Godard fossem “blockbusters”, quando, lá como aqui, são os besteiróis (com direito a comédia com ator em papel de mãe, “Eu, Mamãe e os Meninos”) que lotam os cinemas. Enfim… Ma mére , cette héroïne ! No Le Monde Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em Mar 25, 2017 às 5:38 PDT Eu to no LE MONDE hoje ! Que chique !! Minha mãe é uma peça fazendo historia !! Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em Mar 25, 2017 às 4:04 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Advogados de Lula entram com ação contra filme da Lava Jato

    24 de março de 2017 /

    Os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva querem impedir a utilização de imagens da condução coercitiva do ex-presidente, que teriam sido gravadas pela Polícia Federal em março de 2016, para a reconstituição dos fatos no filme “Polícia Federal – A Lei é para Todos”, sobre a Operação Lava-Jato. A gravação, de cerca de duas horas, teria sido cedida pela polícia para os produtores darem maior veracidade às filmagens. Em petição ao juiz Sérgio Moro, na noite de quinta-feira (23/3), os advogados de Lula pediram ao New Group Cine & TV LTDA, responsável pela obra, que se abstenha de utilizar a gravação do depoimento de Lula. Os advogados lembram na petição que Moro determinou que o cumprimento do mandato não fosse gravado e, inclusive, que fosse evitada gravação pela imprensa do deslocamento do ex-presidente para a colheita do depoimento. No relatório apresentado pela Polícia constou apenas que foi gravado o depoimento de Lula, das 8h às 10h35m. Para a defesa de Lula, as imagens gravadas não podem ser fornecidas para subsidiar a produção de um filme, “objeto completamente estranho à investigação”. Os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin solicitaram a Moro que seja decretado sigilo absoluto sobre o vídeo e que seja divulgada a relação de todos os policiais que tiveram acesso ao material. Eles argumentam que a gravação, que começou no interior da residência de Lula, fere os preceitos éticos, morais e institucionais do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo (Decreto nº 1.171/94), que veda “uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros”. Foram relacionadas notícias de jornais e revistas que dizem que o filme dará destaque para a cena da condução coercitiva de Lula e sugerem que a obra pretende macular a imagem do ex-presidente num momento em que os institutos de pesquisa o apontam em 1º lugar na disputa presidencial de 2018. “Uma operação de proporções gigantescas e que envolve centenas de ‘personagens’, terá como cena principal a reconstituição da condução coercitiva do peticionário (Lula), sobre o qual não pesa condenação judicial em nenhuma instância, em claro juízo de seletividade que visa macular sua imagem perante a sociedade”, diz a defesa do ex-presidente. No filme dirigido por Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3″) e estrelado por atores da Globo, o papel de Lula é desempenhado pelo veterano Ary Fontoura (novela “Êta Mundo Bom!”).

    Leia mais
  • Filme

    Era o Hotel Cambridge é ficção, mas parece documentário

    24 de março de 2017 /

    “Era o Hotel Cambridge” é um filme de ficção, porém, tão colado à realidade dos fatos e situações que representa, que, muitas vezes, é difícil distinguir a encenação do documentário. A história que o filme conta é a da ocupação de um prédio abandonado no centro de São Paulo, na avenida 9 de julho, que foi, era, o hotel Cambridge, pelo Movimento dos Sem-Teto do Centro. O filme foi feito lá mesmo, com os ocupantes representando seus papéis, sua história e a de outros, ao lado de atores profissionais. A diretora Eliane Caffé (“Narradores de Javé”), com sua equipe de filmagem, frequentou a ocupação por dois anos, conviveu e se envolveu com a vida dos moradores até criar sua ficção, que é uma interação entre personagens e situações daquele espaço e de relatos que vieram deles. Eliane descobriu, ao lado dos chamados sem-teto, refugiados estrangeiros vindos do Congo, da Síria e da Palestina, recém chegados ao Brasil. Buscou também registrar o convívio desses refugiados com os “refugiados” do próprio país, ou seja, os “refugiados da falta de direitos”. Aqui, o cinema não observou a realidade, se envolveu com ela (e ainda se envolve, diga-se de passagem). Mergulhou na situação vivida pelas pessoas que ocupam aquele prédio, mostrou fatos relativos a outras ocupações, à repressão policial, e se envolveu também com os aspectos psicológicos, humanos, daquelas pessoas sofridas, mas ativas e lutadoras. Mostrou o comando e a força do gênero feminino nessa batalha diária e constante que é a ocupação. Carmen Sílvia desponta como liderança popular, forte e decidida, e acaba se revelando como atriz. José Dumont (novela “Velho Chico”) e Suely Franco (“Minha Mãe é uma Peça 2”) estão muito integrados à situação, vivendo tudo aquilo junto com os ocupantes sem-teto, como se fossem eles próprios moradores e integrantes do movimento de moradia. “Era o Hotel Cambridge” reflete o amálgama de fatos, situações, encenações, personagens, que se confundem no real e no imaginário, oriundos do mundo interno ou da dimensão sociológica, sem delimitações claras. Toma o partido da FLM – Frente de Luta Pela Moradia – e dos demais movimentos a ela associados. Realiza uma imersão comprometida com a questão social que retrata. É um filme emocionante e envolvente. Um filme de luta, eu diria. A produção recebeu muitos prêmios pelo Brasil. O público da 40ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e o do Festival do Rio 2016 o elegeu como melhor longa brasileiro. Venceu também o Festival Aruanda, de João Pessoa, e foi premiado no Festival Cinema de Fronteira em Bagé, além de se destacar em festivais internacionais, como os de San Sebastian e Roterdã.

    Leia mais
  • Filme

    Brasil é o 10º maior mercado cinematográfico do mundo e o maior da América do Sul

    23 de março de 2017 /

    O relatório da MPA (Associação de Cinema dos EUA), que registrou o faturamento recorde de US$ 38,6 bilhões em bilheteria de cinema em todo o mundo, também documentou o crescimento do mercado cinematográfico brasileiro. Após dois anos ocupando a 11ª posição entre os maiores mercados de cinema do mundo, o Brasil voltou a figurar no Top 10 das bilheterias mundiais, com arrecadação de US$ 700 milhões durante o ano de 2016. O Brasil foi o único país da América Latina a ter crescimento de arrecadação em 2016. E um aumento significativo de 5%, diante do movimento global de 1%. Outro detalhe curioso é que o avanço do Brasil aconteceu num ano em que a América Latina liderou em queda de venda de ingressos, caindo 17,6% em geral, em relação ao período anterior. Mesmo assim, o mercado brasileiro permanece atrás do mexicano, que, com US$ 800 milhões de faturamento, é o 9º maior mercado do mundo. Mas está muito à frente do restante da América do Sul. O segundo país sul-americano mais bem posicionado no ranking é a Argentina, que ocupa a 17ª posição, com US$ 300 milhões.

    Leia mais
  • TV

    Ex-BBB Mayara Motti vai estrear no cinema em filme sobre Lampião

    22 de março de 2017 /

    Segunda eliminada do “Big Brother Brasil” deste ano, Mayara Motti saiu do paredão direto para a carreira da atriz. A modelo, que tem carreira como dubladora e é formada em Direito, vai filmar ainda neste ano o seu primeiro longa-metragem, “Lampião – O Filme”, com direção e roteiro de Bruno Azevedo (diretor de esquetes do “Fala que Eu Te Escuto”). Na verdade, ela passou no teste para integrar o elenco antes de aparecer no “BBB”. O diretor Bruno Azevedo confirmou que escolheu Mayara por conta de seus trabalhos de dublagem, muito antes dela aparecer no reality show da Globo. As filmagens começam em setembro. “Será uma trilogia do Lampião, com um elenco incrível. Vai ser um sucesso”, ela contou, em entrevista ao site Ego. Mayara ainda não sabe o nome de sua personagem, mas revelou que ela será de personalidade forte. “Vou fazer o papel de uma cangaceira muito amiga da Maria Bonita. Uma mulher com personalidade, muito forte e guerreira”, disse ela, que completou empolgada: “Vamos gravar na casa que foi do Lampião mesmo. A direção teve acesso a parentes que informaram segredos do Lampião. Vai ser demais.” O elenco terá Paulo Goulart Filho (“As Mães de Chico Xavier”) como Lampião e Emanuelle Araújo (novela “A Lei do Amor”) como Maria Bonita, mas até Rodrigo Santoro (série “Westworld”) poderá atuar com a ex-BBB Mayara. “Só falta definir o roteiro de gravação para bater o martelo que o Rodrigo estará mesmo disponível. Ele já aceitou o convite e poderá ser o cangaceiro Corisco”, antecipou Bruno.

    Leia mais
  • Filme

    Lázaro Ramos planeja estrear como diretor de cinema em adaptação da peça Namíbia, Não!

    21 de março de 2017 /

    O ator Lázaro Ramos planeja estrear como diretor de cinema ainda neste ano. Em entrevista ao jornal O Globo, ele revelou que pretende transformar a tragicomédia “Namíbia, Não!”, que já dirigiu no teatro, em filme. “Sou conhecido como ator, mas venho exercendo outras funções há tempos. Tem gente que não sabe que eu dirigi o [programa de entrevistas] “Espelho” por dez anos, tem gente que não sabe que estou indo para o meu quinto livro. Essa complexidade profissional tem sido uma luta interna e externa de aceitação”, ele disse. A história de “Namíbia, Não!” foi escrita pelo também ator baiano Aldri Anunciação e já foi encenada para mais de 100 mil espectadores em 234 apresentações em 10 estados brasileiros, desde 2011. A trama se passa no futuro próximo – em 2016, no texto original – , após o governo brasileiro baixar uma Medida Provisória obrigando que toda a população de “melanina acentuada” sejam capturada e enviada imediatamente à África. Mas, para não incorrer no crime de “Invasão a Domicílio”, as pessoas só podem ser capturadas na rua. Assim, os protagonistas André e Antônio passam o dia trancados no apartamento, debatendo as questões sociais e econômicas da vida atual, seus anseios pessoais e as consequências de um iminente retorno à África-mãe. Em 2012 o texto foi publicado em livro e venceu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Ficção para Jovens. Assim, Aldri Anunciação se tornou o primeiro negro a receber o prêmio por uma obra de ficção. Ainda não há previsão para o começo das filmagens.

    Leia mais
  • Filme

    Gafe histórica no trailer do filme do Plano Real vira zoeira nas redes sociais

    21 de março de 2017 /

    O trailer do filme “Real: O Plano por Trás da História” chegou solene na internet nesta segunda (21/3), mas não demorou a virar zoeira. Tudo por conta de uma gafe da produção. Apesar da preocupação em escalar um elenco fisicamente parecido com os economistas e políticos brasileiros dos anos 1990, os produtores cometeram um erro histórico, ao mostrar Emilio Orciollo Netto (“Paraísos Artificiais”) como Gustavo Franco, chegando em Brasília pela ponte JK. A ponte só foi inaugurada em 2002. Um internauta não perdoou o equívoco e classificou a obra como sci-fi. “O trailer do plano real era um falso promo. O enredo são economistas do plano real viajam no tempo pra salvar a economia brasileira em 2017”, ele escreveu (desse jeito) no Twitter. Outros trechos do vídeo também foram apontados pelos espectadores como estranhos. “O trailer do filme sobre o plano real tá cheio de referencias a cultura pop, se liga nessa daqui do filme ‘Cães de Aluguel'”, comentou outro. O longa é inspirado no livro “3.000 Dias no Bunker – Um Plano na Cabeça e um País na Mão”, do jornalista Guilherme Fiuza (autor do romance que virou o filme “Meu Nome Não É Johnny”). A trama conta como uma equipe econômica reunida por FHC se fechou em um “bunker” para debater e apresentar uma proposta de reforma do Estado e criação de uma nova moeda, logo após o Impeachment do Presidente Collor, nos anos 1990. Com direção de Rodrigo Bittencourt (“Totalmente Inocentes”), “Real: O Plano por Trás da História” tem estreia prevista para o dia 18 de maio. o trailer do plano real era um falso promo, o enredo são economistas do plano real viajam no tempo pra salvar a economia brasileira em 2017 — aquaman do cerrado (@apolinariosteps) March 20, 2017 O trailer do filme sobre o plano real tá cheio de referencias a cultura pop, se liga nessa daqui do filme Cães de Aluguel. pic.twitter.com/DIqEFzrrgz — Ivan Gomes (@ivangs8) March 20, 2017 novo filme revela bastidores da equipe que criou o plano real; veja trailer pic.twitter.com/GsSjonLGeE — Clarissa Passos (@clarissaaa) March 20, 2017 Filme resgata inflação de 1993 e criação do Plano Real pic.twitter.com/rJ6EwJTcEP — André (@andrepaste) March 20, 2017 Vi o trailer do PLANO REAL.Vai ser classificado no Netflix como COMÉDIA. pic.twitter.com/VycgvIVoSy — Bruno B Kalila (@BkerKali) March 20, 2017

    Leia mais
  • Filme

    Cléo Pires vai estrelar filme de terror nacional

    20 de março de 2017 /

    A atriz Cléo Pires vai voltar ao terror, após participar da minissérie “Supermax”. Ela vai estrelar o filme “Terapia do Medo”, ao lado de Sérgio Guizé (“Uma Loucura de Mulher”), com roteiro e direção de Roberto Moreira (“Quanto Dura o Amor?”). “Terapia do Medo” traz a história de uma campeã de vôlei de praia que passa por experiências assustadoras e recebe a ajuda de um médico pouco convencional. “É um filme muito mais de medo do que de susto”, conta Luciano Patrick, produtor e co-roteirista do longa, no site da produtora Globo Filmes, que cita influências de filmes americanos como “O Exorcista” (1973), “O Chamado” (1998), “Horror em Amityville” (1979), “O Iluminado” (1980), “Poltergeist” (1982). Interessada por temas que dizem respeito à espiritualidade, Cleo Pires disse ter se apaixonado pela história. Para ela, a trama remete a algumas doutrinas sobre as quais já leu: “(Esse tema) me atrai muito, muito! Acho que a física quântica, que eu amo, fala disso com outros termos. Gosto de conhecer os olhares diferentes sobre a questão; da ciência, do espiritismo, de cada doutrina ou estudo. Cada uma tem um termo, uma representação diferente, mas basicamente falam da mesma coisa, que é energia. Tudo é energia”. As filmagens já estão sendo realizadas em São Paulo e Ilha Bela, mas a estreia ainda não foi marcada.

    Leia mais
  • Filme

    Documentário de Leandra Leal é premiado no festival americano SXSW

    18 de março de 2017 /

    O documentário “Divinas Divas”, que marca a estreia da atriz Leandra Leal na direção, foi premiado pelo júri popular do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes do cinema indie, que se encerrou na noite deste sábado (18/3) em Austin, no Texas. O filme brasileiro venceu a seção Global, dedicada à narrativas inovadoras de todo o mundo. Leandra comemorou em seu Twitter: “Estávamos concorrendo com o mundo inteiro, com filmes de ficção e levamos essa. Nós, o único filme brasileiro, dirigido por uma mulher. Muito obrigado a todas as minhas divas por doarem seus talentos, suas histórias e suas vidas, e a toda galera que faz parte desse projeto sonho”. “Divinas Divas” aborda a primeira geração de artistas travestis no Brasil na década de 1970, como Rogéria, Valéria e Jane Di Castro. O filme acompanha o reencontro das atrizes para a montagem de um espetáculo, trazendo histórias e memórias de uma geração. Importante observar que a produção – agora reconhecido internacionalmente – teve dificuldades para conseguir patrocínio devido ao preconceito com seu tema, o que levou Leandra a apelar para o crowdfunding para conseguir finalizá-lo. Além do troféu texano, o filme já tinha sido premiado pelo público dos festivais do Rio e de Aruanda, no ano passado, e tem previsão de lançamento no Brasil em 22 de junho. Para completar a informação, o público do SXSW também premiou “The Light of the Moon”, de Jessica M. Thompson, como o melhor filme da mostra competitiva, e o muito elogiado “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver), de Edgar Wright, como o melhor filme da sessão Headliner, dedicada a filmes de maior apelo comercial. Na nova seção Episodic, voltada a séries, o vencedor foi “Dear White People”, da Netflix. Já os prêmios do júri para a mostra competitiva foram para a ficção “Most Beautiful Island”, um thriller centrado em mulheres imigrantes ilegais em Nova York, dirigido pela espanhola Ana Asensio, e o documentário “The Work”, sobre as sessões de terapia da prisão estadual de Folsom, com direção de Gethin Aldous e Jairus McLeary.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie