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    Aquarius, Boi Neon e Cinema Novo vão disputar o Prêmio Platino, o Oscar ibero-americano

    31 de maio de 2017 /

    A organização do Prêmio Platino, espécie de Oscar do cinema ibero-americano, anunciou os indicados para sua premiação de 2017, e o Brasil emplacou três longa-metragens na seleção, após passar em branco no ano passado. “Aquarius”, de Kebler Mendonça Filho, é o principal destaque, concorrendo em três categorias: Melhor Filme, Direção e Atriz com Sonia Braga – que por sinal ganhou um prêmio especial pela carreira na primeira edição do troféu, em 2014. “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, foi selecionado na categoria de Melhor Fotografia com Diego García. E “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, aparece na disputa de Melhor Documentário. Por sinal, “Aquarius” e “Boi Neon” venceram quase todas as categorias em que se encontram indicados em outro “Oscar ibero-americano”, o Prêmio Fênix, realizado em dezembro passado. Kebler Mendonça Filho e Sonia Braga foram premiados como Diretor e Atriz, e o filme de Gabriel Mascaro recebeu os troféus de Roteiro e Fotografia. Além dos citados, o Platino também incluiu na disputa de Melhor Animação uma coprodução entre Brasil e Espanha: “Bruxarias”, inédita no circuito cinematográfico nacional, com direção da espanhola Virginia Curiá. Mas é uma produção falada em inglês, do diretor do próximo “Jurassic World”, que lidera as indicações. Concorrendo a sete prêmios, a fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, do espanhol Juan Antonio Bayona, entrou na disputa pelos critérios de coprodução, já que foi feita em parceria entre estúdios da Espanha, Estados Unidos e Reino Unido. Logo em seguida, aparece o chileno “Neruda”, de Pablo Larraín com cinco indicações, seguido por cinco filmes selecionados em quatro categorias: o venezuelano “De Longe Te Observo”, de Lorenzo Vigas, o argentino “O Cidadão Ilustre”, de Gastón Duprat e Mariano Cohn, o espanhol “El Hombre de las Mil Caras”, de Alberto Rodríguez, o também espanhol “Julieta”, de Pedro Almodóvar e o mexicano “La Delgada Línea Amarilla”, de Celso García. A cerimônia de premiação vai acontecer em 22 de julho, em Madrid, com transmissão pelo Canal Brasil.

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    Divinas Divas: Documentário premiado de Leandra Leal sobre travestis históricos ganha trailer

    30 de maio de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer do documentário “Divinas Divas”, que marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora. A prévia também inclui narração de Leandra, que relembra sua ligação histórica com o Teatro Rival, herança da família, que serviu de palco para inúmeros espetáculos de revista. É neste palco que se passa o filme, documentando a reunião de alguns dos travestis mais famosos do Brasil para um espetáculo musical, com muitas confidências de bastidores. É interessante reparar na forma como eles se referem a si mesmos. No trailer, a famosa Rogéria se diz “o travesti mais família do Brasil”, assim mesmo, no gênero masculino. Além de Rogéria, participam do filme Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios. O documentário acompanha os artistas no processo de construção de um espetáculo que celebra seus 50 anos de carreira. “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio do ano passado, e o mesmo prêmio da Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), em Austin, no Texas. O filme estreia no dia 22 de junho.

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    Larissa Manoela vive nerd em vídeo e princesa em pôster de Meus 15 anos

    30 de maio de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e um novo vídeo do filme adolescente “Meus 15 Anos”, estrelado por Larissa Manoela (“Carrossel”). Além de cenas da produção, a prévia traz depoimentos do elenco e equipe para destacar a mensagem do filme, que seria de aceitação de si mesmo e inconformismo diante da pressão do grupo para se tornar diferente – isto é, igual a todos. “Você não precisa mudar para agradar todo mundo”, diz a jovem atriz. De fato, é uma mensagem importante para adolescentes – e o extremo oposto da trama de outro sucesso teen recente, “É Fada” (2016). O cartaz, porém, conta outra história. Ele mostra que, em sua festa, a nerdzinha vira Cinderela patricinha, com vestido pink e coroa de princesinha Disney. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, o filme conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa Manoela – que parece ótima de óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que descobre que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. O elenco também inclui Rafael Infante (“Desculpe o Transtorno”) e os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar e Pyong Lee, além da cantora Anitta. Com direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”), “Meus 15 Anos” tem previsão de estreia para 15 de junho.

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    Leandro Hassum vai estrelar continuação de O Candidato Honesto

    27 de maio de 2017 /

    Leandro Hassum vai estrelar uma continuação do besteirol “O Candidato Honesto” (2014). Em entrevista ao G1, o ator afirmou que a situação política atual, desde o Impeachment de Dilma Rousseff, será refletida pelo filme. Mas, na verdade, o que não falta é inspiração para a história, e isso acabou se revelando um problema. “Estávamos com o roteiro pronto, mas infelizmente o Brasil, cada dia mais, cria novas versões. Certamente vamos ter que mexer no roteiro”, declarou o ator. O roteirista Paulo Cursino disse que a história só será finalizada na véspera das filmagens, marcadas para outubro. “O roteiro está dependendo muito de como o Brasil vai ficar para ser feito”, explicou. Cursino também escreveu a história do primeiro filme e pensava em buscar uma analogia com Donald Trump na continuação. A premissa de “O Candidato Honesto 2” é mostrar João Ernesto se entregando para a polícia após ser acusado de corrupção. Condenado a 400 anos de prisão, ele acaba cumprindo só 4 anos e é solto, voltando a se eleger graças à sinceridade. “Ele será uma espécie de Trump brasileiro, que fala altas bobagens na campanha e, mesmo assim, é eleito. As pessoas estão tão cansadas da política que elegem alguém que fala barbaridades, porque, pelo menos, ele é autêntico”. Com 2,2 milhões de espectadores, “O Candidato Honesto” foi o segundo longa nacional mais visto de 2014, perdendo apenas para “Até Que a Sorte nos Separe 2”. Por curiosidade, os dois filmes foram estrelados por Hassum, escritos por Cursino e dirigidos por Roberto Santucci. Santucci também deve dirigir “O Candidato Honesto 2”, que está autorizado pela Ancine a captar R$ 6,65 milhões incentivados. A previsão de estreia é próxima das eleições presidenciais de 2018.

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    Único filme brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha vence prêmio do festival

    25 de maio de 2017 /

    Único filme brasileiro na seleção do Festival de Cannes 2017, “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Gamarano Barbosa, venceu dois prêmios na tarde desta quinta-feira (25/5). Exibido na seção Semana da Crítica, o drama brasileiro venceu o principal prêmio de sua mostra, que é paralela à disputa principal. Além do troféu Revelação, “Gabriel e a Montanha” também ganhou o prêmio da Fundação Gan, que vai auxiliar o lançamento do filme na França com incentivo financeiro para sua distribuição. O filme já tinha conseguido críticas muito positivas da imprensa internacional e foi aplaudido de pé durante sua exibição para o público de Cannes. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pela África antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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    Maior estreia da semana, novo Piratas do Caribe tem distribuição de blockbuster no Brasil

    25 de maio de 2017 /

    Maior estreia de cinema da semana, “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar” chega em mais de 1,3 mil salas acompanhado de controvérsias de bastidores e críticas negativas – apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com o resgate de personagens da primeira trilogia, a produção acaba servindo de fecho para a franquia, já que seu próprio trailer a anuncia como capítulo final. Este é o maior atrativo para quem acompanha o Capitão Sparrow desde os primeiros filmes, mas é bom avisar que também há inúmeras reprises de situações já vistas. Além disso, o excesso de efeitos e atuações cartunescas funcionam como um desenho animado com atores, tendência dos últimos lançamentos da Disney. O grande circuito também recebe “Real – O Plano por Trás da História”, que radicais chamam de golpista – sua inclusão no Cine-PE teria motivado a desistência de cineastas de participarem do festival, em protesto contra a “direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe”. Seus problemas, porém, estão nas doses de fantasia e cartunismo com que descreve fatos e situações, contaminando seu potencial de docudrama com imaginação desvairada. Nem Itamar Franco foi um personagem de “Zorra Total”, nem Gustavo Franco foi o James Bond da economia nacional. Mas há um saldo positivo, na forma como o enredo explica, sem didatismo e com clareza, os debates por trás do plano Real, que tirou o Brasil do abismo – fatos importantes num país de memória seletiva. Infelizmente, faz isso com muitas frases de efeito e histeria, numa dramaturgia de telenovela, em que até os vilões são genéricos. A estreia nacional que merece maior destaque é outra: “Comeback”. Mas foi lançada em circuito limitado. Último filme de Nelson Xavier, falecido há duas semanas, traz o ator como um matador aposentado, que resolve voltar à ativa. Xavier foi premiado no Festival do Rio pela interpretação, e é uma pena que a distribuição não permita um alcance maior para a performance derradeira deste gigante do cinema brasileiro. A programação inclui outro filme brasileiro: “Muito Romântico”, coprodução alemã, dirigida e estrelada por Gustavo Jahn e Melissa Dullius em Berlim. Mas, neste caso, a distribuição limitada se justifica pelas atuações artificiais e abordagem experimental ao extremo. Com perfil de festival de cinema, onde pode agradar cinéfilos, a obra segue o manual de como entediar o espectador comum. O drama indie “Punhos de Sangue” tem a terceira maior distribuição da semana. E vale a pena. Trata-se da história real e obscura que originou um fenômeno pop. A cinebiografia resgata a façanha de Chuck Wepner, boxeador amador de Nova Jersey que aguentou 15 assaltos em uma luta de pesos-pesados contra Muhammad Ali em 1975, derrubando o campeão uma vez antes de ser derrotado. O feito foi tão impressionante que inspirou Sylvester Stallone a escrever “Rocky” (1976). Mas a vida de Chuck Wepner não teve direito a revanche vitoriosa, como em “Rocky II”. Sua façanha acabou esquecida, conforme Rocky Balboa se tornou mais e mais popular. Apesar do tom melancólico, o filme também inclui momentos doces e engraçados, além de uma performance campeã de Liev Schreiber (série “Ray Donovan”). Com maior alcance entre os lançamentos limitados, “Faces de uma Mulher” tem como atrativo a combinação de duas das melhores atrizes da nova geração francesa, Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”) e Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). A trama acompanha quatro mulheres em idades distintas, da infância à vida adulta, que flertam com o desastre permanente, até o título fazer sentido, mostrando que, por trás de nomes e intérpretes diferentes, há sempre a mesma mulher. Roteiro e direção são de Arnaud des Pallières (“Michael Kohlhaas – Justiça e Honra”), que transforma a trama complexa num filme fluído e acessível. O segundo filme francês da semana é o documentário “Reset – O Novo Balé da Ópera de Paris”, que capta com imagens belíssimas a criação do primeiro espetáculo de Benjamin Millepied como diretor artístico do Balé da Ópera de Paris. Millepied foi o criador da coreografia de “Cisne Negro” (2010), trabalho que lhe rendeu não apenas reconhecimento mundial, mas o casamento com a atriz Natalie Portman. Entretanto, foi considerado uma escolha pouco ortodoxa para seguir os passos dos gigantes da Ópera de Paris, como Serge Lifar e Rudolf Nureyev. Além de imagens deslumbrantes, o filme registra os dramas de bastidores, a luta contra o tempo e até um greve, entre os desafios que ele precisa superar. Mais restrita das estreias da semana, chega apenas no Rio. O circuito limitado ainda destaca filmes asiáticos das seleções do Festival de Cannes e Berlim do ano passado. O chinês “A Vida após a Vida” é um drama contemplativo e espiritual, que gira em torno de um menino possuído pelo espírito de sua falecida mãe, orientado a replantar uma árvore. Bem mais interessante, “Dégradé” combina comédia de salão de beleza com o clima da guerra permanente da Faixa de Gaza. O desequilíbrio é inevitável, mas não há como negar o apelo da premissa, em que se revelam vaidades de muçulmanas forçadas a usar véu, em meio ao cotidiano violento da Palestina. Clique nos títulos destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Alexandre Nero vive o maestro João Carlos Martins em trailer e novas fotos da cinebiografia

    23 de maio de 2017 /

    A produtora LC Barreto divulgou 21 novas fotos e o trailer do longa “João, o Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. A prévia, entretanto, dá mais espaço para a juventude de Martins, como uma criança prodígio e um jovem pianista com carreira internacional brilhante. Nestas fases, ele é vivido pelo estreante Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”). Já as fotos revelam, além de cenas do filme, os bastidores com a participação do próprio João Carlos Martins, dando dicas para Nero interpretá-lo. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” vai mostrar o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, terminando com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. O trailer só não precisava acrescentar, em texto, que se trata de “uma história de superação e amor a vida”, pois parece descrição – e título – de novela. O elenco também destaca Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.

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    A Mulher do Pai: Filme mais premiado do último Festival do Rio ganha primeiro trailer

    22 de maio de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer do drama “A Mulher do Pai”, filme mais premiado do último Festival do Rio. Passado no interior gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, o longa acompanha o cotidiano de uma jovem adolescente (a estreante Maria Galant), alterado radicalmente após a morte da avó, que a faz assumir o trabalho de cuidar do pai (Marat Descartes, de “Quando Eu Era Vivo”), deficiente visual, no mesmo momento em que ela começa seu despertar sexual. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando uma atraente uruguaia (Verónica Perrota, de “Una Noche sin Luna”) ganha espaço na vida de ambos. O filme foi premiado no Rio com os troféus de Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, em seu primeiro longa-metragem, Melhor Fotografia para Heloísa Passos (“Lixo Extraordinário”) e Melhor Atriz Coadjuvante para a uruguaia Verónica Perrota. Também ganhou prêmios da crítica no Festival do Uruguai e na Mostra de São Paulo, além de ter sido selecionado para o Festival de Berlim deste ano. A estreia está marcada para 22 de junho.

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    Últimos dias de Tancredo Neves vão virar filme

    21 de maio de 2017 /

    A história da jovem e corrompida democracia brasileira vai ganhar um novo capítulo cinematográfico. Desta vez, o projeto pretende mostrar como tudo começou, retratando os dramáticos últimos 30 dias da vida de Tancredo Neves, durante a transição da ditadura para a liberdade política. Com direção de Sérgio Rezende, que visitou a própria ditadura em “Lamarca” (1994) e “Zuzu Angel” (2006), além de outros períodos diferentes do Brasil em longas como “Guerra de Canudos” (1997) e “Salve Geral” (2009), o filme “O Paciente” lembrará como a saúde do primeiro presidente civil do país, após duas décadas de ditadura militar, quase colocou em risco o processo da redemocratização do Brasil. A trama será uma adaptação do livro “O Paciente: O Caso de Tancredo Neves”, de Luiz Mir, que descreveu o último mês de vida do político veterano e o nervosismo que acompanhou sua internação hospitalar em 1985. Tancredo Neves foi eleito, mas não sobreviveu para tomar posse, o que levou José Sarney, originalmente seu vice, a assumir a presidência. Segundo apurou a Folha de S. Paulo, a produção será um thriller que mostrará os duelos da equipe de médicos de Tancredo e a instabilidade política que os boletins de sua saúde suscitavam. Ainda não há elenco definido, mas as filmagens estão previstas para o segundo semestre.

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    Único longa brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha é elogiado pela crítica internacional

    21 de maio de 2017 /

    “Gabriel e a Montanha”, único longa-metragem brasileiro selecionado para o Festival de Cannes deste ano, foi exibido neste domingo (21/5), durante a programação da Semana da Crítica, prestigiada mostra paralela do festival. O filme dirigido por Fellipe Barbosa (“Casa Grande”) emocionou o público, que aplaudiu a obra no Espace Miramar, e a crítica internacional, que aplaudiu na internet. “O filme aborda sua narrativa com um ar de autenticidade inescapavelmente emocionante”, publicou o site Screen Daily. “Um sucesso brilhante em termos de forma para um filme que não visa resolver todas as questões misteriosas em torno de uma vida e uma morte, mas extrai um perfume de encanto inebriante”, classificou o site Cineuropa. “Barbosa tem de ser elogiado por querer enfrentar o que é claramente uma produção complexa em sua segunda empreitada cinematográfica, filmando em vários países da África e em locais que nem sempre são facilmente acessíveis e ainda contando parcialmente com um elenco não-profissional. Se nada mais, as imagens… são lindas na tela grande, sugerindo pelo menos uma das razões pelas quais Gabriel embarcou em sua viagem malfadada”, exaltou o site da revista The Hollywood Reporter. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann, jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pelo mundo antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. Ao subir o Monte Mulanje, pico mais alto do Malawi com mais de 3 mil metros de altitude, ele se perdeu e acabou morrendo de hipotermia. A projeção em Cannes contou com a presença de Fátima Buchmann. Mãe do personagem do título, ela assistiu ao longa pela primeira e, emocionada, foi a primeira a abraçar o diretor após o fim da exibição. Nina Buchmann, irmã de Gabriel, João Pedro Zappa – que interpreta o protagonista -, o ator Leonard Siampala e o produtor-executivo da TvZERO Rodrigo Letier também estiveram presentes na sessão. Gabriel Buchmann viajou para a África com o objetivo de analisar de perto a pobreza e se qualificar para um doutorado na UCLA, nos Estados Unidos. A adaptação cinematográfica foi desenvolvida a partir de anotações, e-mails de Gabriel para a mãe e a namorada e entrevistas com pessoas que cruzaram seu caminho na África. Algumas dessas pessoas trabalham no filme interpretando a si mesmas. Na viagem, Gabriel também passou por países como Quênia e Tanzânia, sempre preocupado em conhecer as particularidades das comunidades locais, como a tribo dos Massais. Ele gastava entre dois e três dólares por dia e chegou a ajudar amigos que fez nessas regiões, pagando o aluguel mensal da casa de uma família africana com somente 12 dólares. No filme, Gabriel (João Pedro Zappa) se aventura por outras subidas difíceis, como o Kilimanjaro, ponto mais alto do continente africano. Ele também recebe a visita de sua namorada, Cris (Caroline Abras), que estava na África do Sul participando de um seminário sobre políticas públicas e, juntos, viajaram pela Tanzânia e Zâmbia. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.

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    Selton Mello vai parar no gelo ártico no trailer e nas fotos de Soundtrack

    20 de maio de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Soundtrack”, drama estrelado por Selton Mello (“O Palhaço”) e filmado nos cenários desolados do Ártico. A prévia tem muita neve e horizontes brancos, com os atores expressando o tempo inteiro a vontade de sair dali, menos o protagonista. Na trama, Selton vive um fotógrafo que viaja para uma estação polar internacional, com o objetivo de realizar um projeto artístico. Ele quer reproduzir em imagens as sensações causadas pelas músicas de uma playlist. Mas ao chegar lá tem um bloqueio criativo. Sua presença ainda cria atrito com os cientistas, que não entendem o que ele realmente pretende fazer naquele fim de mundo. O elenco ainda inclui Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), o inglês Ralph Ineson (“A Bruxa”), o dinamarquês Thomas Chaanhing (série “Marco Polo”) e o sueco Lukas Loughran (“Nina Frisk”). O filme marca a estreia na direção de longas da dupla Manitou Felipe e Bernardo Dutra, que assinam como “300ml”. Os dois já tinham dirigido Selton Mello e Seu Jorge num curta-metragem há mais de uma década: “Tarantino’s Mind” (2006). A estreia está prevista para o dia 6 de julho.

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    Estreias: Fracasso épico do ano encontra o terror mais bem-sucedido nos cinemas brasileiros

    18 de maio de 2017 /

    Quatro novos cineastas brasileiros fazem suas estreias no cinema nesta quinta (18/5). Mas são os filmes americanos “Rei Arthur – A Lenda da Espada”, “Corra!” e “Antes que Eu Vá” que ganham lançamentos amplos no circuito. Destes, vale a pena ver “Corra!”. Dos outros, corra! O ator inglês Charlie Hunnam esteve no Brasil para promover seu “Rei Arthur” e deu um show de simpatia. Mas o filme é fraco, com muitos efeitos para compensar equívocos da premissa, que tenta fazer com Rei Arthur o que o diretor Guy Ritchie tinha feito anteriormente com “Sherlock Holmes” (2009). Assim, o futuro rei é apresentado como um rufião. Pior, um gângster medieval, que, após tirar a espada Excalibur da pedra, precisa provar a si mesmo o seu valor, antes de confrontar o rei usurpador para reivindicar seu trono. A avaliação do Rotten Tomatoes foi impiedosa: míseros 27% de aprovação. E o público norte-americano ecoou o desencanto nas bilheterias, ignorando a produção, orçada em US$ 175 milhões. É o maior fracasso de 2017. “Corra!” representa o oposto completo, um dos maiores sucessos do ano, com 99% de críticas positivas. Feito com orçamento de filme brasileiro, US$ 4,5 milhões, rendeu US$ 174 milhões e estabeleceu o recorde de maior arrecadação do gênero terror na América do Norte. O segredo foi misturar racismo numa história sinistra, que começa de forma romântica, num fim de semana em que a namorada de brancos ricos leva seu namorado negro para conhecer sua família numa casa de campo. Foi a estreia do comediante Jordan Peele como diretor e a repercussão já lhe rendeu inúmeros convites para novos trabalhos. “Antes que Eu Vá” é mais uma versão da trama de looping temporal de “Feitiço do Tempo” (1993), desta vez voltada para adolescentes. A ideia é exatamente a mesma, ainda que o roteiro, inspirado num best-seller infanto-juvenil, opte pela ausência de sutileza para explorar o moralismo inerente da situação: o dia se repete até a protagonista tomar decisões melhores, deixar de ser uma jovem cruel e progredir como pessoa antes de sua morte, que reinicia o looping. Com cara de filme de streaming, acabou passando em branco nos cinemas americanos, onde arrecadou míseros US$ 12 milhões – apesar de contar com 66% de aprovação da crítica. Outra história batida, moralista e melodramática, “Um Homem de Família” traz Gerard Butler (“Invasão a Londres”) como um capitalista que só percebe como negligencia sua família após o filho ser diagnosticado com uma doença fatal. Daí, óbvio, suas prioridades mudam da água para o vinho – uma descrição clichê para homenagear a produção, avaliada com inexoráveis 0% no Rotten Tomatoes. A programação inclui outro bom terror em circuito limitado. Trata-se de “O Rastro”, que também é a principal estreia nacional da semana. A produção investiu em acabamento caprichado e marketing, mas não conseguiu convencer os exibidores a abrir maior espaço nos cinemas lotados com blockbusters americanos. A trama combina assombração e o verdadeiro horror que é a saúde pública nacional. Envolve o fechamento de um hospital no Rio e acompanha o médico responsável por coordenar a transferência dos pacientes durante a noite. Quando uma paciente jovem desaparece, ele tenta localizá-la e acaba gradualmente engolido pelo prédio em condições precárias. Estreia de João Caetano Feyer (assistente de “Filme de Amor”) na direção de um longa-metragem, destaca em seu elenco Rafael Cardoso (novela “Sol Nascente”), Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”) e Alice Wegmann (“Tamo Junto”). “Entrelinhas” também marca a estreia de uma nova cineasta brasileira, Emilia Ferreira. O detalhe é que a mineira mora em Nova York, filmou em inglês a adaptação de um livro americano, com produtores americanos e atores americanos. Típico drama “cabeça”, acompanha o processo criativo de uma escritora que tenta materializar sua primeira peça de teatro, dividindo sua atenção entre o palco, a ficção e os relacionamentos de seu cotidiano. Ganha uma reduzidíssima estreia nacional, enquanto permanece inédito e sem previsão de lançamento nos Estados Unidos. A terceira cineasta estreante, Mônica Simões, chega às telas com o documentário “Um Casamento”, em que projeta uma história íntima: o casamento de seus pais, evocado com ajuda de um filme caseiro da ocasião, fotos e o depoimento de sua mãe. É bem melhor do que soa – e vale considerar que Naomi Kawase também começou registrando seu cotidiano familiar. Menor lançamento de todos, “Estamos Vivos”, de Filipe Codeço, assume o amadorismo em sua concepção, paradoxalmente ousada do ponto de vista formal. A trama gira em torno de um reencontro entre irmãos separados há muitos anos, registrado pela câmera de uma criança autista de oito anos, que gosta de ser o centro das atenções. O recurso da “câmera subjetiva”, geralmente usada em filmes de terror, acaba servindo perfeitamente ao drama, feito com baixíssimo orçamento e num único plano sequência. Claro que é preciso comprar a ideia de que um menino é capaz de manter enquadramento, conhecer profundidade de campo, fazer travelings, panorâmicas e perder pouco foco por 80 minutos de filmagem ininterrupta. Mas o verdadeiro cineasta atrás da câmera convence, apesar do roteiro culminar nas inevitáveis discussões histéricas que contrastam a opção estética com uma espécie de teatro filmado. Completa a programação o inevitável filme francês da semana, “Más Notícias para o Sr. Mars”, uma comédia absurda, em que uma espiral de eventos conspira para enlouquecer seu protagonista. A direção é de Dominik Moll (“O Monge”) e o Sr. Mars é vivido por François Damiens (“Os Cowboys”). Clique nos títulos destacados para assistir a todos os trailers das estreias da semana.

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    Festival Cine PE é adiado após saída de sete filmes em protesto

    11 de maio de 2017 /

    A saída de sete filmes da competição do festival Cine PE, em protesto contra as obras “alinhados à direita conservadora” da seleção oficial, causou um curto-circuito nos bastidores da organização, que decidiu adiar o evento. Marcado inicialmente para acontecer entre os dias 23 e 29 de maio, a 21ª edição do Cine PE, em Recife, vai refazer sua programação e só depois terá sua nova data anunciada. Em comunicado, a organização do festival lamenta a “surpresa por essa represália” em “tempo impróprio da pré-produção do evento”, que “proporcionou um ônus fora do planejamento”. Assinado pela diretora do Cine PE, Sandra Maria Ramos Bertini Bandeira, o texto aponta o histórico do festival, que jamais se pautou por priorizar uma linha política. “Com uma simples pesquisa sobre as edições passadas, facilmente será revelado que o Festival sempre se pautou em mostrar tendências, linguagens, estéticas e ideologias da forma mais coerente possível, por entender e evidenciar que o conceito da diversidade dever ser de todos e para todos”. Reiterando a confiança no trabalho da curadoria, ela explica que serão incluídos outros filmes que se inscreveram no evento, ressaltando o compromisso com “a liberdade de produzir e o sentimento de consideração pelas obras realizadas, na maioria das vezes, com enormes esforços”. O texto se encerra anunciando o adiamento. “Essa adequação da situação à nova grade de programação, por razões técnicas e burocráticas, demanda por um tempo superior ao prazo do período de realização agendado, de tal modo que, pelo dever da prudência que sempre inspirou o Festival, será necessária postergar a execução do evento, cuja nova data será divulgada oportunamente” Na quarta-feira (10/5), sete cineastas anunciaram a decisão de retirarem seus respectivos filmes da competição – cinco curtas e um longa-metragem. Em carta aberta, os dissidentes afirmam que a decisão foi tomada após a divulgação da programação na íntegra, quando foi revelada a presença de filmes que “favorecem um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. Não foram apontados quais são os “filmes golpistas”, mas o Cine PE incluiu em sua mostra competitiva o documentário “O Jardim das Aflições”, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que foi feito sem incentivo público, mas com cotas de patrocínio de uma editora que prepara uma biografia do deputado Jair Bolsonaro. Além disso, o festival anunciou a exibição fora da competição de “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que resgata a criação da moeda em 1993. Vale observar que “O Jardim das Aflições” foi recusado por vários festivais anteriormente. Em entrevista ao UOL, no ano passado, o diretor Josias Teófilo chegou a reclamar de censura. “Os critérios exclusivamente políticos se mesclam com julgamentos estéticos”, defendeu.

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