PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Documentários de Karim Aïnouz e Luiz Bolognesi são selecionados pelo Festival de Berlim

    15 de dezembro de 2017 /

    Três documentários brasileiros foram selecionados para a mostra Panorama da 68ª edição do Festival de Berlim: “Aeroporto Central”, de Karim Aïnouz, “Ex Pajé”, de Luiz Bolognesi, e “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman. Todos são focados em trajetórias de “personagens” reais. “Aeroporto Central” é o segundo filme de Aïnouz selecionado pela organização do festival. Como o anterior, o drama “Praia do Futuro” (2017), trata-se de uma co-produção alemã e é o primeiro trabalho do cineasta falado totalmente em língua estrangeira. A história se passa no antigo aeroporto de Tempelhof, em Berlim, uma das construções mais emblemáticas do regime nazista, que há dez anos foi desativada para voos. Em vez de aviões, atualmente o local abriga cerca de três mil refugiados do Oriente Médio à espera de asilo na Alemanha. No filme, Aïnouz acompanha um dos moradores do aeroporto, o jovem sírio Ibrahim Al-Hussein, de 18 anos. O garoto morou no local durante um ano, à espera de saber se seria beneficiado com a permissão de residência no país ou se seria deportado. “Ex-Pajé” é o novo trabalho do roteirista de “Elis”, “Como Nossos pais” e “Bingo: O Rei das Manhãs”. Luiz Bolognesi também dirigiu a premiada animação “Uma História de Amor e Fúria” (2013), sobre um índio imortal, e seu novo documentário registra os povos da floresta Amazônica nos dias de hoje, a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos numa tribo isolada onde se tornou pajé. Mas, após o contato com os homens brancos, ouviu de um pastor evangélico que ser pajé é coisa do diabo. Por fim, “Bixa Travesty” acompanha a cantora Linn da Quebrada, considerada uma das principais personalidades transexuais do Brasil. É a segunda vez que a dupla de cineastas Claudia Priscilla e Kiko Goifman aborda a transexualidade num documentário, após “Olhe pra Mim de Novo” (2012), e também o segundo filme da carreira de Linn, que também apareceu no filme “Corpo Elétrico” em 2017. Ela ainda estará em breve em “Sequestro Relâmpago”, de Tata Amaral. A mostra Panorama, da Berlinale 2018, exibirá ainda um documentário grego sobre outra artista transexual brasileira, Luana Muniz, morta em 2017. O filme “Obscuro Barroco”, da grega Evangelia Kranioti, foca o ícone queer do Rio de Janeiro, que desafiou limites de gênero e já tinha sido tema de outro documentário em 2017, “Luana Muniz – Filha da Lua”, de Rian Córdova e Leonardo Menezes, premiado no 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

    Leia mais
  • Filme

    Brasil completa 20 anos fora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira

    15 de dezembro de 2017 /

    O Brasil completou 20 anos sem conseguir emplacar uma indicação no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, após a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgar, na noite de quinta-feira (14/12), a lista de longas-metragens pré-selecionados para a disputa da categoria no Oscar 2018. Foram revelados nove títulos, de onde sairão os cinco finalistas ao Oscar. E o candidato brasileiro, “Bingo: O Rei das Manhãs”, do cineasta Daniel Rezende, ficou de fora. Rezende já havia sido indicado ao Oscar anteriormente, como Melhor Editor por “Cidade de Deus”, em 2004. Apesar disso, “Cidade de Deus” não foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Assim, o Brasil está fora da disputa da categoria desde “Que É Isso Companheiro?”, de Bruno Barreto, que concorreu ao prêmio em 1998. O país também tinha chances de disputar como coprodutor de outros três filmes: o argentino “Zama”, o italiano “A Ciambra” e o moçambicano “Comboio de Sal e Açúcar” – por sinal, dirigido por um brasileiro: Licínio Azevedo. Nenhum deles se classificou. A lista da Academia só contemplou uma produção latina: o drama chileno “Uma Mulher Fantástica”, que rendeu a Sebastián Lelio o Leão de Prata de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. As maiores surpresas foram a inclusão de dois filmes africanos, que não estavam entre os mais cotados: “Felicité”, do Senegal, também premiado em Berlim, e “The Wound”, da África do Sul, premiado no Festival de Londres. Os demais eram considerados favoritos. Entre eles, estão os vencedores dos festivais de Cannes e Berlim, respectivamente o sueco “The Square – A Arte da Discórdia” e o húngaro “Corpo e Alma”, além do alemão “Em Pedaços”, que deu a Diane Kruger o troféu de Melhor Atriz no Festival de Cannes, o russo “Loveless”, também premiado em Cannes, e o israelense “Foxtrot”, vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Veneza. Ao todo, 92 produções foram indicadas por seus países. Entre as ausências mais significativas, além do argentino “Zama”, de Lucrecia Martel, chamou atenção a não classificação do francês “128 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo, e o cambojano “First They Killed My Father”, dirigido pela americana Angelina Jolie. A lista final de indicados ao Oscar será anunciada no dia 23 de janeiro e a cerimônia de premiação acontece no dia 4 de março, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Em 2017, o vencedor foi o iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, que se recusou a participar da cerimônia em protesto contra a proibição instituída pelo presidente norte-americano Donald Trump de que pessoas de vários países muçulmanos, incluindo o Irã, pudessem visitar os EUA. Confira abaixo a lista dos nove filmes pré-selecionados para disputar as indicações ao Oscar 2018 de Melhor Filme em Língua Estrangeira: “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio (Chile) “Em Pedaços”, de Fatih Akin (Alemanha) “Corpo e Alma”, de Ildikó Enyedi (Hungria) “Foxtrot”, de Samuel Maoz (Israel) “O Insulto”, de Ziad Doueiri (Líbano) “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev (Rússia) “Felicité”, de Alain Gomis (Senegal) “The Wound”, de John Trengove (África do Sul) “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Óstlund (Suécia).

    Leia mais
  • Filme

    Star Wars: Os Últimos Jedi monopoliza os cinemas com sua Força

    14 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” chega aos cinemas como uma Estrela da Morte, ocupando 1,3 mil salas sem dar chances à concorrência. Para as demais estreias desta quinta (14/12), sobra apenas o circuito limitado. A maioria são documentários brasileiros de personalidades, quase uma programação de TV educativa. Mas um dos lançamentos mais esperados do ano acabou sacrificado, com uma distribuição ridícula em apenas 10 telas. Saiba mais sobre as novidades da programação abaixo. E não esqueça de clicar nos títulos para assistir aos trailers de cada filme. Com a demonstração da Força de sua distribuição, o oitavo filme da saga espacial está posicionado para quebrar recordes de bilheterias. O novo “Star Wars” já é uma unanimidade entre a crítica, contando atualmente com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Repleto de surpresas e reviravoltas, o filme acompanha a evolução de Rey (Daisy Ridley), que busca se tornar pupila do último jedi Luke Skywalker (Mark Hamill). Sim, a tradução brasileira de “the last jedi” está errada. Além de Rey, a trama também desenvolve bastante e humaniza os personagens de Kylo Ren (Adam Driver) e Finn (John Boyega), e marca a despedida cinematográfica da atriz Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia, que faleceu após terminar suas filmagens. A produção agradou tanto que a Lucasfilm encomendou uma nova trilogia ao diretor e roteirista Rian Johnson. Em compensação, poucos terão acesso à melhor estreia do circuito limitado. Aguardadíssimo, “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas” chega em apenas uma dezena de salas. E olha que seu tema é popularíssimo: a história “secreta” da origem da Mulher-Maravilha. A trama acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da personagem foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. Por muitos anos, o segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta da super-heroína. A produção traz Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como os protagonistas da história real, e tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Candidato da Suíça a uma vaga no Oscar 2018, “Mulheres Divinas” é a última ficção recomendada da semana. O filme também é sobre mulheres-maravilhas da vida real. Ambientado em 1971, conta a história de uma jovem dona de casa, casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suíço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto nem diversos direitos às mulheres. Inconformada com a opressão, Nora decide liderar uma campanha pelo voto feminino – com 70 anos de atraso em relação às sufragistas originais. Mistura de comédia e drama histórico, registra 83% no Rotten Tomatoes e ainda venceu os prêmios do Público e de Melhor Atriz no Festival de Tribeca. Como de praxe, a proximidade do Natal inspira programação religiosa. “Jesus – A Esperança” é uma versão da Paixão de Cristo produzida no Brasil. E “O Poder e o Impossível” transforma uma tragédia verídica numa história edificante de descoberta da fé. No filme americano, um atleta de hóquei viciado e descrente se perde numa nevasca ao ir sozinho fazer snowboarding, tem as pernas apodrecidas pelo frio intenso e passa a considerar sua salvação um milagre cristão. A crítica americana não levou fé, dando apenas 25% de aprovação. Os demais lançamentos são todos documentários. O mais interessante é o francês “Lumière! – A Aventura Começa”, que reúne os primeiros filmes (curta-metragens) da história do cinema, filmados pelos irmãos Lumière, inventores do cinematógrafo. O material foi remasterizado em 4k, ganhou nitidez impressionante e é acompanhado por comentários de Thierry Frémaux, que é diretor do Festival do Cannes e também preside o Instituto Lumière. Dos quatro documentários biográficos nacionais, só um foge da fórmula de depoimentos e imagens de arquivo, que iguala filme a programa de televisão. É “Cora Coralina – Todas as Vidas”, que dramatiza trechos da vida da escritora e reúne atrizes para declamar seus textos, entre as imagens de arquivo e os depoimentos. A programação se completa com “Silêncio no Estúdio”, que conta a história da apresentadora Edna Savaget, pioneira dos programas femininos da TV brasileira, “Tudo É Projeto”, sobre o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, e “Coragem! – As Muitas Vidas de Dom Paulo Evaristo Arns”, biografia do Cardeal brasileiro que se destacou por defender os direitos humanos durante o regime militar.

    Leia mais
  • Filme

    Filme brasileiro Colegas, estrelado por atores com síndrome de Down, vai ganhar sequência

    12 de dezembro de 2017 /

    O filme “Colegas”, de Marcelo Galvão, que venceu o Festival de Gramado em 2012 e se tornou referência em representatividade de pessoas com síndrome de Down, ganhará uma sequência. Intitulado “Colegas 2: A Missão”, o longa irá retomar a história dos personagens do primeiro filme, vividos por Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola, e trazer novos protagonistas. Segundo o jornal O Globo, serão oito protagonistas no total mas a produção contará com outros 50 atores, também com síndrome de Down. A direção estará novamente a cargo de Marcelo Galvão, que recentemente comandou o primeiro filme brasileiro produzido pela Netflix, “O Matador”.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Eva Todor (1922 – 2017)

    10 de dezembro de 2017 /

    A atriz Eva Todor morreu na manhã deste domingo (10/12) em sua casa de pneumonia, aos 98 anos. Ela sofria de Mal de Parkinson e chegou a ficar dez dias internada em março deste ano. A atriz estava longe da TV desde a novela “Salve Jorge”, exibida em 2012, e sua última aparição pública foi em novembro de 2014, quando recebeu uma homenagem feita por amigos artistas no Teatro Leblon. Com mais de 80 anos de carreira, ela começou a carreira no balé, ainda na infância. Húngara de nascimento, Eva Fódor Nolding chegou a dançar na Ópera Real de Budapeste. Filha de uma estilista e de um comerciante de tecidos, ela já mostrava talento para a vida artística, mas a realidade complicada do período entre guerras na Europa fez sua família vir para o Brasil, em 1929. Ao chegar no país, continuou a se dedicar ao balé, tendo aula com a renomada Maria Olenewa. Em entrevista ao site Memória Globo, Eva contou que seus pais, “como bons húngaros”, achavam que toda criança deveria ter uma educação ligada à arte. Seguiu no balé até ser convidada, ainda adolescente, para fazer teatro de revista no Teatro Recreio. Nessa época, adotou o nome Todor, uma versão aportuguesada de seu sobrenome. “Fiz um sucesso muito grande. Fiquei quatro ou cinco anos. E foi onde conheci meu primeiro marido, que era o diretor da companhia (Luis Iglesias). Eu me casei aos 14 anos. Depois, ele achou que aquilo não tinha futuro e montou uma companhia de comédia para mim. Todo mundo disse que ele era louco, porque eu era uma menina que não tinha experiência nenhuma e, além do mais, falava português pessimamente. Mas, deu certo. E a companhia ficou sendo Eva e seus Artistas, durante muitos anos. Só de Teatro Serrador, fiquei 23 anos”, relatou ela ao Memória Globo. Ela ganhou muitos admiradores por sua beleza e talento. Entre eles, o então presidente Getúlio Vargas, o que facilitou o processo para se naturalizar brasileira nos anos 1940. Dos palcos, pulou para o cinema, em plena era da chanchada. Fez seu primeiro longa-metragem em 1960, “Os Dois Ladrões”, de Carlos Manga, demonstrando sua veia humorística ao lado de Oscarito. A versatilidade lhe rendeu convite para comandar um programa na TV Tupi, chamado “As Aventuras de Eva” (1961), em que explorava sua aptidão para o humor. Sua estreia em novelas aconteceu na década seguinte, em “E Nós, Aonde Vamos?”, última novela da célebre autora cubana Glória Magadan escrita no Brasil, exibida em 1970. Mas foi só na Globo que sua carreira deslanchou, a partir da aparição na novela “Locomotivas”, de Cassiano Gabus Mendes, um fenômeno de audiência em 1977, no papel de Kiki Blanche, personagem tão marcante que Eva voltou a vivê-lo em 2010 na novela “Ti Ti Ti”. Dali para frente, a televisão se tornou seu foco. Foram dezenas de novelas, como “Te Contei?” (1978), “Coração Alado” (1980), “Sétimo Sentido” (1982), “Partido alto” (1984), “Top Model” (1989), “De Corpo e Alma” (1992), “Suave Veneno” (1989), “O Cravo e a Rosa” (2000), “América” (2005), “Caminho das Índias” (2009) e “Salve Jorge” (2012). E, entre uma e outra, ainda emplacou diversas aparições em séries e minisséries. Dedicada à TV, acabou fazendo poucos filmes. Foram apenas cinco, entre eles “Xuxa Abracadabra” (2003) e “Meu Nome Não É Johnny” (2009). Lucélia Santos, que contracenou com a atriz em “Locomotivas”, lembrou com saudades da atriz em depoimento ao Globo News. “Dona Eva era um ser humano iluminado. Ela se autochamava de ‘estilo Eva’, ninguém podia fazer o que ela fazia, era um jeito engraçado. Ela era contagiante”, definiu.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor de Pantera Negra diz que filme tem influência de Cidade de Deus

    9 de dezembro de 2017 /

    O diretor Ryan Coogler (“Creed”) revelou que “Cidade de Deus” (2002) foi um dos filmes de sua formação cinéfila. Falando por meio de um link de vídeo ao público da Comic Con Experience, em São Paulo, ele contou que a produção brasileira foi um dos primeiros filmes internacionais que assistiu na juventude, quando morava em Oakland, na Califórnia. Não só isso. Ele aprendeu algo com o filme dirigido por Fernando Meirelles, que tentou colocar em prática em “Pantera Negra”. “Dirigir ‘Pantera Negra’ foi uma grande oportunidade para um cara como eu, que faz parte da diáspora africana”, ele afirmou. “Desde que comecei a estudar a história da África e a ver filmes como ‘Cidade de Deus’, que me influenciou na minha escolha por ser cineasta, percebi que o cinema é um veículo para se viajar pelo mundo. Eu realmente viajei para aquele lugar. Senti que estava ali naquela cidade”, comentou. “É diferente quando é alguém de dentro que mostra as coisas, alguém que entende. Eu queria fazer isso com Wakanda [o reino de Pantera Negra]”, revelou Coogler, que é o primeiro diretor negro a comandar um filme da Marvel, justamente o do primeiro super-herói negro da história dos quadrinhos. Presente no evento, a atriz Danai Gurira (a Michonne de “The Walking Dead”), que interpreta Okoye, a chefe da guarda real de Wakanda, ressaltou o quanto o filme é importante. “Tem uma paixão por trás desse projeto. Eu cresci no Zimbábue, vendo filmes feitos no continente africano, e ver que jovens desses países vão poder ver super-heróis falando línguas africanas, com uma história próxima da deles, é uma coisa incrível. É muito legal que pessoas de todo o mundo, de todas as origens, estejam animadas para ver esse filme, que é algo que não vimos antes”, afirmou. A trama de “Pantera Negra” vai encontra T’Challa (Chadwick Boseman) imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. A estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Thogun Teixeira é afastado de minissérie da Globo após denúncia de estupro

    8 de dezembro de 2017 /

    Thogun Teixeira foi afastado das gravações da minissérie “Ilha de Ferro”, prevista para estrear em 2018 na Globo, após ser acusado de estupro durante a produção de um filme, em novembro. “O ator Thogun Teixeira não participará mais da minissérie ‘Ilha de Ferro’”, informou a assessoria da emissora, em comunicado ao UOL. Procurado, o advogado de Thogun, Humberto Adami, informou que seu cliente ainda não foi comunicado oficialmente pela emissora sobre o afastamento. “Ele deve ter um contato em breve e estamos aguardando. Ele tirou um período [de pausa das gravações], até porque é inconcebível ele permanecer com a rotina normal quando se tem uma acusação desse tipo. É um verdadeiro desastre”, afirmou. Ele foi acusado de estupro e tentativa de estupro por uma camareira e uma assistente de figurino ao final nas filmagens do longa “A Volta”, dirigido por Ronaldo Uzeda. Os nomes das vítimas estão sendo mantidos em sigilo. A denúncia foi feita em 28 de novembro e está sendo investigada pela Delegacia da Mulher de Sorocaba, no interior de São Paulo, onde a agressão teria acontecido. Ronaldo Uzeda informou que a participação do ator no filme, que estreia em 2018, foi cortada. Thogun teria papel importante em “Ilha de Ferro”, que se passa em uma plataforma de petróleo. O ator, que chegou a gravar algumas cenas, viveria Fiapo, o melhor amigo de Dante, papel do protagonista Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”). O personagem agora deverá ser interpretado por Jonathan Azevedo, que viveu o Sabiá em “A Força do Querer”. Azevedo já estava no elenco, mas em um papel menor.

    Leia mais
  • Filme

    Filmes com crianças extraordinárias são os destaques da semana nos cinemas

    7 de dezembro de 2017 /

    As melhores estreias de cinema da semana são histórias que trazem crianças com problemas de relacionamento. Enquanto uma delas é o lançamento mais amplo desta quinta (7/12), a outra, premiadíssima, chega em circuito limitado. A programação também entra em clima natalino com a continuação menos engraçada de um comédia do ano passado, despede-se de um ator genial e apresenta três novidades brasileiras. Clique nos títulos dos filmes abaixo para ver os trailers de cada um dos lançamentos. “Extraordinário” leva a mais de 500 telas a elogiada adaptação do best-seller infantil homônimo de RJ Palacio sobre o menino Auggie Pullman, que nasceu com uma deformidade facial e estudou em casa a maior parte da vida, até a família decidir matriculá-lo numa escola regular para que convivesse com outras crianças da sua idade. Dirigido por Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”), o filme tem uma mensagem anti-bullying tocante, que supera a fórmula do melodrama, e é estrelado por Jacob Tremblay, o ator-mirim de “O Quarto de Jack” (2015), irreconhecível sob a maquiagem da produção. Ele vive o filho deformado de Julia Roberts (“Jogo do Dinheiro”) e Owen Wilson (“Zoolander”), e neto da brasileira Sonia Braga (“Aquarius”). Sucesso nos cinemas americanos, enfrentou “Liga da Justiça” e “Viva – A Vida É uma Festa” sem se assustar, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Verão 1993” é o destaque do circuito limitado. Candidato da Espanha a uma indicação no Oscar 2018, acompanha Frida, uma menina de seis anos que vai viver com os tios no campo, após a morte súbita da mãe, mas não consegue se adaptar à nova vida e família. O longa de Carla Simón venceu o troféu de Melhor Filme de Estreia no Festival de Berlim 2017, além de se consagrar no circuito dos festivais. Para completar, tem impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Perfeita É a Mãe 2” é basicamente a versão feminina de “Pai em Dose Dupla 2” (já em cartaz): uma continuação em que as mães da história original recebem a visita das próprias mães para o Natal. A falta de boas ideias confirma que foi feito a toque de caixa para aproveitar o sucesso do primeiro filme, lançado no ano passado. O resultado foi uma bilheteria abaixo da expectativa e execração da crítica – 27%. Há mais três estreias do cinema americano. Enquanto duas refletem a inquietação que se espera de cineastas indies iniciantes, a terceira é assinada por um diretor famoso e clichê de doer. “Lucky” foi o último filme estrelado por Harry Dean Staton, que morreu em setembro aos 91 anos. Sua carreira foi marcada por papéis fantásticos. E o personagem-título de “Lucky” é um deles: um ateu espirituoso que precisa lidar com a própria mortalidade diante da idade avançada. Staton dá um show de interpretação, numa despedida emocionante do cinema sob aplausos da crítica – 98% no Rotten Tomatoes. Como curiosidade, o longa também marca a estreia na direção do ator John Carroll Lynch, intérprete do palhaço assassino Twisty na série “American Horror Story”. “Em Busca de Fellini” é uma história real em tom de fábula, de uma jovem que cresceu confinada por uma mãe superprotetora e descobre o mundo por meio dos filmes de Fellini. Instigada, ela decide conhecer a Itália e ver de perto as imagens que a encantaram no cinema. Embora pareça uma criação de cinéfilo, o filme é baseado na vida de Nancy Cartwright, a dubladora de Bart Simpson nos Estados Unidos. Ela própria assina o roteiro, que tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Apenas um Garoto em Nova York” marca a volta de Marc Webb às comédias românticas, após o fracasso espetacular de seus filmes do Homem-Aranha. Mas o resultado é muito diferente do cultuado “(500) Dias com Ela” (2009). O roteiro foi escrito por Allan Loeb (“Rock of Ages: O Filme”) e é centrado em um jovem que descobre que seu pai está tendo um caso. O filho tenta impedir que isso aconteça, mas no processo acaba se envolvendo com a mulher. Callum Turner (“Assassin’s Creed”) é o protagonista, Pierce Brosnan (“November Man: Um Espião Nunca Morre”) vive seu pai e Kate Beckinsale (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”) interpreta a amante. O triângulo tão velho quando Édipo Rei implodiu nas bilheterias norte-americanas, com apenas US$ 624 mil e uma péssima cotação – 33%. Três filmes brasileiros completam a programação. “Altas Expectativas” se diferencia das histórias de ricos instantâneos e vigaristas que marcam os besteiróis nacionais por usar suas piadas para contar uma “fábula” de superação e romance. Roteiro e direção da dupla Pedro Antônio (“Tô Ryca!”) e Alvaro Campos (“Leo & Carol”) contam o dilema de um treinador de cavalos anão que se apaixona por uma barista, mas sua baixa autoestima lhe impede de se declarar. Cansado de ser humilhado pela estatura, ele acaba revidando um comediante que o ridiculariza durante uma apresentação de stand-up e impressiona pelo humor autodepreciativo, iniciando uma nova carreira. E um dia faz a jovem melancólica, que ele adora, rir pela primeira vez em muito tempo, abrindo as portas para seu coração. O príncipe encantado incompreendido é Leonardo Reis, conhecido em shows de stand-up como Leo Gigante. A bela da história é interpretada por Camila Márdila, que dividiu com Regina Casé o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Sundance 2015 por “Que Horas Ela Volta?”. E não falta sequer o indefectível rival-vilão (o Gaston da vez), vivido pelo canalha favorito do cinema brasileiro, Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”). “Encantados” assume mais claramente o tom fantasioso de sua narrativa, ao materializar uma versão tupiniquim dos romances adolescentes sobrenaturais que foram tendência em Hollywood há meia década atrás. De fato, o filme é de 2014, mas só “desencantou” nos cinemas agora – trazendo consigo o “exilado” José Mayer. Na trama, a filha de um influente político paraense tem visões de um índio bonitão nas águas da Ilha de Marajó. Se o samba-enredo parece conhecido é porque a combinação de folclore, rios místicos e clichês da literatura tem sido a base de sucessos noveleiros como “Pantanal” (1990) e “Velho Chico” (2016) – sem esquecer que já há uma versão adulta similar, “Ele, o Boto” (1987). A direção é de Tizuka Yamasaki, que chegou a ser apontada como diretora promissora nos anos 1980, antes de se especializar em filmes da Xuxa. A menor distribuição cabe ao documentário da semana, “Corpo Delito”, sobre um preso que vai para o regime aberto com uma “tartaruga” no tornozelo. A gíria prisional é a novidade da história.

    Leia mais
  • Filme

    Maria Fernanda Cândido vai estrelar adaptação de A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector

    6 de dezembro de 2017 /

    A atriz Maria Fernanda Cândido vai estrelar “A Paixão Segundo G.H.”, adaptação cinematográfica do romance homônimo de Clarice Lispector (1920-1977). Trata-se de um projeto desafiador, já que a obra é estruturada como um longo monólogo. “A Paixão Segundo G.H.” mostra o fluxo de consciência de uma mulher que demite a empregada e se põe a limpar o quarto de serviço, quando se depara com uma barata. Ela supera o nojo pelo inseto para poder matá-lo e, então, comê-lo. Escrito em 1964, o romance é considerado pelos críticos literários a obra mais importante da autora. A direção está a cargo de Luiz Fernando Carvalho, que já dirigiu a atriz em vários trabalhos, desde a novela “Esperança” (2002) até a minissérie “Dois Irmãos” neste ano. Com o filme, Carvalho retornará ao cinema, após 16 anos dedicados à TV. Seu único longa é o ótimo “Lavoura Arcaica” (2001), que também é uma adaptação literária – de Raduan Nassar. Em entrevista ao jornal O Globo, o diretor contou que “A Paixão Segundo G.H” era o livro que o acompanhou durante a montagem de “Lavoura Arcaica”, “para dar um ‘descanso’ de Raduan”, ele brincou. “Foi ali que surgiu a semente desse projeto, que não é uma adaptação, assim como o ‘Lavoura’ também não era”.

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça lidera bilheterias no Brasil pela terceira semana

    4 de dezembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” completou sua terceira semana na liderança das bilheterias brasileiras. O filme de super-heróis foi visto por 767 mil pessoas e fez R$ 13,2M entre quinta (30/11) e domingo (3/12). Graças à diferença do calendário de lançamentos, a produção da Warner não enfrenta no país a concorrência de “Viva – A Vida É uma Festa”, a animação da Pixar que há duas semanas tomou a liderança das bilheterias na América do Norte. Segundo dados divulgados pela consultoria ComScore, o Top 3 do Brasil se completa com o estreante “Assassinato no Expresso do Oriente” (270 mil espectadores, R$ 4,8M) e o terror “Jogos Mortais: Jigsaw” (219 mil espectadores, R$ 3,3M). Maior lançamento nacional, o besteirol “Os Parças”, que marca a estreia do humorista Tom Cavalcanti no cinema e também traz o youtuber Whindersson Nunes como protagonista, teve dificuldades para enfrentar a concorrência dos blockbusters de Hollywood e abriu apenas em 4º lugar no fim de semana. O filme foi assistido por 208 mil espectadores e rendeu R$ 3,3M (milhões) em seu fim de semana de estreia nos cinemas.

    Leia mais
  • Filme

    Não Devore Meu Coração lida com amor e ódio de forma irregular

    1 de dezembro de 2017 /

    O novo filme de Felipe Bragança parece ser cheio de boas intenções. A narrativa se divide em capítulos, com letras grandes e de destaque e títulos chamativos. A trilha sonora meio anos 1980, com uso de sintetizadores, também contribui para algo elegante e retrô (está na moda, não é?). Mas “Não Devore Meu Coração” é uma obra irregular, que se apoia no talento de Cauã Raymond (“Alemão”), muito bem nas cenas com a família, o que só aumenta o contraste com o trabalho menos naturalista de interpretação dos atores jovens e pouco experientes do elenco. O resultado é uma obra torta, tanto do ponto de vista da atuação quanto em sua condução narrativa, que não consegue transmitir o sentimento que parece querer passar, seja o amor imenso do pequeno Joca (Eduardo Macedo) pela indiazinha paraguaia da fronteira (Adeli Gonzales), seja a relação de Fernando, o personagem de Cauã, com o ambiente hostil que o cerca. Este ambiente hostil, que evoca séculos de desavenças, desde a Guerra do Paraguai, traz como cenário principal uma guerra local entre gangues de motoqueiros: de um lado, um grupo de brasileiros do Mato Grosso do Sul com pinta de fascistas; do outro, um grupo de paraguaios-guaranis, que têm visto todos os dias corpos desovados no rio Apa, o rio que separa o Brasil do Paraguai. Bragança parece querer dar à trama um ar de fábula, a exemplo do que havia feito com “A Alegria” (2010), ainda mais estranho e menos palatável. Essa história de amor e ódio tem os seus momentos. Há algo de “Acossado” (1960) no momento em que o garotinho, inebriado pelo amor que sente pela jovem índia, conta algo sobre o irmão. Essa é uma das melhores cenas do filme. Mas é uma pena que ela pareça deslocada em uma obra que parece optar pelo distanciamento das emoções. Apesar de “Não Devore Meu Coração” ter sido exibido em festivais internacionais, a carreira de Bragança como cineasta até agora não emplacou, pelo menos não dentro de um circuito mais amplo. Mas ele busca um tom diferente, e isso não deixa de ser uma qualidade.

    Leia mais
  • Filme

    Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos celebra uma brasileira notável

    1 de dezembro de 2017 /

    O documentário “Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos” trata da figura forte, marcante, da escultora Maria Martins (1894-1973), também chamada de embaixatriz, de sua vida e de sua arte. Trabalho importante, uma vez que a grandeza da arte dessa mulher ainda é desconhecida do grande público. Em parte, por seu caráter polêmico, inovador, avançado para seu tempo. Mas também porque ela, na condição de esposa do embaixador Carlos Martins Pereira e Souza, cumpria suas funções no ambiente diplomático com discrição. Suas obras exalavam uma sexualidade feminina ativa e arrojada. Sua vida também comportou uma forte ligação amorosa com Marcel Duchamp, a quem influenciou e por quem foi influenciada, artisticamente. O filme tem o mérito de revelar Maria Martins nesses seus dois lados aparentemente inconciliáveis, mas que ela parece ter integrado bem. Avançar nas manifestações do feminismo, tanto na arte quanto em experiências de vida, não a levaram a romper barreiras institucionais. Cidadã do mundo, até por conta de deslocamentos diplomáticos do marido, conquistou espaço artístico de grande relevo, em cidades como Washington, Nova York, Paris, e projetou sua obra mundo afora. É significativa a referência à influência dos trópicos, origem que ela afirma e solidifica no seu trabalho nas artes plásticas e nas suas manifestações e atitudes públicas. O documentário acerta em cheio, ao mostrar a obra de Maria Martins, dando-lhe o merecido destaque. Agrega, também, em entrevistas, comentários críticos e material de arquivo, informações relevantes. Isso é o que mais importa, as formas que ela criou têm um impacto muito grande. É irrefutável a grandeza do seu trabalho. Sua vida, seus desejos, suas escolhas, também são uma parte importante da história que o filme aborda, dando a conhecer uma mulher brasileira notável do século 20.

    Leia mais
  • Filme

    Seu Jorge será o guerrilheiro Marighella no primeiro filme dirigido por Wagner Moura

    1 de dezembro de 2017 /

    O filme que marcará a estreia na direção do ator Wagner Moura (série “Narcos”) será estrelado por Seu Jorge (“E Aí… Comeu?”). O cantor e ator encarnará Carlos Marighella na produção, que acompanhará a trajetória do guerrilheiro baiano na luta armada contra a ditadura militar, entre 1964 e 1969, quando foi morto por policiais numa emboscada em São Paulo. O rapper Mano Brown chegou a ser cotado para o papel, mas a agenda de shows da banda Racionais MC’s acabou entrando em conflito com o cronograma das filmagens. Seria a estreia do rapper como ator, após compor a trilha de um documentário sobre Marighella, realizado em 2012 pela sobrinha do guerrilheiro, Isa Grinspum Ferraz. Wagner Moura já tinha trabalhado anteriormente com Seu Jorge, quando ambos contracenaram em “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” (2010). O elenco do filme, intitulado “Marighella”, destaca ainda Adriana Esteves (“Mundo Cão”) e Bruno Gagliasso (“Isolados”), entre outros. A produção foi autorizada a captar R$ 10 milhões via leis de incentivo, apurou 60% do valor até o momento, mas já começa a ser rodada neste fim de semana, adaptando o livro “Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, do jornalista Mário Magalhães. Em entrevista ao jornal O Globo, Moura citou Che Guevara, falou de golpe e disse que seu filme tomará partido da esquerda brasileira. “Meu filme não será imparcial, será um filme sobre quem está resistindo”, resumiu.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie