PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme,  Música

    Diretora do “Sítio do Picapau Amarelo” prepara longa infantil com trilha de MPB

    27 de novembro de 2021 /

    A diretora Cininha de Paula (“De Perto Ela Não é Normal”, “Sítio do Picapau Amarelo”) vai comandar um longa infantil com trilha sonora composta por clássicos da MPB. Intitulado “Clara e Tom”, o filme terá músicas de artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Tom Jobim, entre outros, com novos arranjos e gravações inéditas. O filme conta a história de duas crianças, Clara e Tom, que se conhecem quando a menina é levada para ficar com a avó durante uma viagem dos pais. Com personalidades diferentes, os dois viram melhores amigos e aprendem outras formas de encarar a vida. Produzido pela Mude Filmes, o projeto está em desenvolvimento e deve começar a ser filmado em 2022.

    Leia mais
  • Filme

    Filmes online: “Venom” e os lançamentos de locação digital

    26 de novembro de 2021 /

    Super-heróis, dramas premiados, terrores brasileiros e shows clássicos de rock são as principais novidades das locadoras digitais, que também recebem “Duna” – igualmente disponibilizado em streaming, sem custo adicional. O principal título é “Venom – Tempo de Carnificina”, que chega para locação após trazer o público de volta aos cinemas. Quem preferiu esperar para assistir na segurança e conforto do lar, tem a opção de se divertir com um filme que se leva bem menos a sério que as demais produções da Marvel. Veja outras dicas abaixo.     Venom – Tempo de Carnificina | Amazon, Apple, Google, Looke, Microsoft, NOW, Vivo, YouTube   Filme mais visto nos cinemas brasileiros desde o começo da pandemia, o segundo “Venom” foi o primeiro blockbuster dirigido pelo ator Andy Serkis (o macaco Caesar dos filmes de “O Planeta dos Macacos”), que opta por reforçar o que deu certo no primeiro longa: a convivência forçada do protagonista (Tom Hardy) com o alienígena simbionte que batiza a franquia. O tom é de “pastelão” – com direito a ketchup na cara. Mas as gracinhas ficam um pouco de lado quando o novo vilão aparece em cena. O “Tempo de Carnificina” do título completo se refere ao personagem introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme (vivido por Woody Harrelson), que na continuação se transforma em outro simbionte assassino, apropriadamente batizado de Carnificina. Por sinal, a cena pós-crédito de “Venom – Tempo de Carnificina” também tem um desenvolvimento importante, com provável conexão com “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”.     Duna | Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Vivo Play   Com opção de VOD, “Duna” também está disponível em streaming – incluído no preço da assinatura normal da HBO Max. Seja qual for sua preferência, o ideal é não vê-lo num celular e sim na maior tela possível, que valorize seu visual de tirar o fôlego. A cenografia, a profundidade de campo, a ambição, tudo é gigantesco no filme de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Adaptação do clássico sci-fi escrito originalmente por Frank Herbert em 1965 – e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”) – , a trama de “Duna” acompanha uma família aristocrática que assume a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo e que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com destaque para Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Artreides, Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Mas atenção: “Duna” também é uma história sem fim. Villeneuve adaptou apenas a primeira metade do livro de Frank Herbert e vai concluir a história em mais um filme (já confirmado).     Onde Fica o Paraíso | Amazon, Apple, Google, Looke, Microsoft, NOW, Vivo, YouTube   Gemma Arterton (“João e Maria: Caçadores de Bruxas”) vive uma pesquisadora solitária e reclusa num pequeno vilarejo inglês, que tem sua vida alterada quando, durante o auge da 2ª Guerra Mundial, recebe a missão de cuidar de um jovem fugitivo dos bombardeios nazistas em Londres. A inocência e a curiosidade do menino despertam nela lembranças de um passado que estava enterrado. Com muitos elogios para a performance de Arterton, o longa de estreia da diretora Jessica Swale atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.     Os Esquecidos | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   A diretora ucraniana Daria Onyshchenko (do premiado “Eastalgia”) mergulha nas manchetes de guerra de seu país, ao explorar a relação entre uma professora e um estudante em meio à ocupação da cidade de Luhansk por separatistas russos. Premiado em festivais europeus e pela Academia Ucraniana de Cinema, “Os Esquecidos” é uma homenagem à resistência contra a opressão, numa disputa territorial que está longe de terminar.     Sin Señas Particulares | Vivo Play   Outra história extraída dos noticiários atuais, “Sin Señas Particulares” acompanha a odisseia de uma mãe, que parte em viagem desesperada em busca do filho, supostamente morto enquanto tentava cruzar a fronteira para os Estados Unidos. Reflexão sobre a tragédia contemporânea da imigração ilegal, o primeiro longa da cineasta Fernanda Valadez tem 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu nada menos que 26 prêmios internacionais, incluindo o prêmio do público do Festival de Sundance e nove troféus da Academia Mexicana de Cinema – entre eles, o Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Filme em 2021.     O Novelo | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Vencedor do Prêmio do Público e de Melhor Ator (Nando Cunha) no Festival de Gramado deste ano, o primeiro longa de Cláudia Pinheiro acompanha cinco irmãos que mal lembram do pai e perderam a mãe cedo, transformando o mais velho num pai substituto. Já adultos, recebem a notícia de que um homem em coma numa UTI pode ser seu pai desaparecido. Reunidos na sala de espera do Hospital, eles mergulham em seus conflitos e memórias, enquanto passam o tempo fazendo tricô aprendido na infância. E esta é a única tradição que os une, já que se revelam completamente diferentes. Adaptação da peça homônima de Nanna De Castro, “O Novelo” usa linguagem cinematográfica para revelar a história de cada um, transformando cada fio de trajetória em reflexões sobre o papel do homem no mundo contemporâneo.     O Tio | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Descascado | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Dois filmes do cineasta paulista André Borelli. Em comum, “O Tio” (2020) e “Descascado” (2021) integram um universo sombrio de torturas físicas e psicológicas, em que personagens inocentes são enredados em tramas de falsos simpáticos, na verdade mal-intencionados. Ambos são terrores incômodos, que como os dois lançamentos anteriores do diretor (“Quase Livres” e “O Poço”) conseguem extrair o máximo da condição de produções independentes com a presença de poucos personagens e situações de confinamento. É quase uma marca autoral, já reconhecida no circuito dos festivais internacionais de cinema fantástico.     Bruce Springsteen: The Legendary 1979 No Nukes Concerts | NOW   Pink Floyd: Pulse | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Dois documentários de shows clássicos completam a seleção, mostrando o começo de uma lenda e o final de outra. “Bruce Springsteen: The Legendary 1979 No Nukes Concerts” reúne as melhores apresentações de Springsteen no Madison Square Garden, em shows que marcaram sua estreia no ativismo político em 1979 – num protesto contra a energia nuclear após o meltdown de Three Mile Island. A ironia é que as apresentações mostram a E Street Band em sua forma mais bombástica e incendiária. Trata-se de um momento importante e pouco conhecido da transformação de Springsteen num dos roqueiros mais aclamados de seu tempo. “Pink Floyd: Pulse” também foi um marco histórico e chegou a virar disco ao vivo. Mas enquanto o álbum reuniu trechos de vários shows da turnê “The Division Bell”, o filme é o registro de um único show daquela época, realizado em 1994 em Earls Court, Londres, com o repertório integral do disco “Dark Side of the Moon”. Trata-se de uma das últimas performances oficiais da banda, àquela altura já sem Roger Waters, que se separou ao fim da turnê. Depois disso, eles só se reuniram em concertos beneficentes.

    Leia mais
  • Filme

    Filmes online: “Duna” e as estreias de streaming

    26 de novembro de 2021 /

    “Duna” é a grande estreia de streaming da semana. Mas com um detalhe: quem não for assinante da HBO Max também poderá vê-lo, pagando mais caro que a assinatura mensal, numa das muitas plataformas de VOD que passam a oferecer sua locação digital simultaneamente nesta sexta (26/11). Entre os demais dicas, há dois filmes de Natal e muitos lançamentos premiados no circuito dos festivais, com destaque para “Annette”, musical que conquistou dois troféus do Festival de Cannes deste ano e que é inédito no circuito oficial dos cinemas brasileiros. Veja abaixo 10 sugestões para aproveitar o melhor do streaming no fim de semana.     Duna | HBO Max   Maior sucesso cinematográfico da Warner durante a pandemia, “Duna” chega “de graça” ao streaming – incluído no preço da assinatura normal da HBO Max – para ser conferido de preferência numa Smart TV de tela gigante, que valorize seu visual de tirar o fôlego. A cenografia, a profundidade de campo, a ambição, tudo é gigantesco, babilônico. Escrita originalmente por Frank Herbert em 1965 e levada pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”), a trama de “Duna” acompanha uma família aristocrática que assume a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Se em primeiro plano há uma grande aventura, em segundo subsiste uma crítica ao colonialismo e à cobiça, com paralelos nos dias de hoje à crise energética e às disputas viscerais pelo mercado entre as grandes corporações. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com destaque para Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Artreides, Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Mas atenção: “Duna” também é uma história sem fim. O diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) adaptou apenas a primeira metade do livro de Frank Herbert e vai concluir a história em mais um filme – ou dois, pois planeja fazer a adaptação do livro seguinte, “O Messias de Duna”.     Annette | MUBI   Primeiro filme falado em inglês de Leos Carax (“Os Amantes de Pont Neuf”), que venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes neste ano, é um musical que destaca o estilo surreal do cineasta francês em cenas de visual impactante e muita música. Originalmente concebida como uma ópera rock pela banda Sparks, que assina a trilha sonora original, também premiada no festival francês, a trama acompanha Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como um arista de “stand up” e Marion Cotillard (“Aliados”) como uma cantora da fama internacional, que formam um casal cercado de glamour. Mas o nascimento de sua filha Annette, uma “menina misteriosa com um destino excepcional”, altera o rumo de suas vidas.     The Trouble with Being Born | MUBI   Uma das tramas de ficção científica mais provocadoras dos últimos tempos, “The Trouble with Being Born”, premiado no Festival de Berlim do ano passado, acompanha Elli, um robô androide com forma de criança, programada com memórias que significam tudo para seus donos, mas nada para ela. A trama traz o ponto de vista da máquina e choca a princípio com imagens de sexualização infantil, que sugerem abuso da relação entre dono e “filha” – e as insinuações de incesto foram suficientes para o Festival de Melbourne desistir de exibir o filme da cineasta austríaca Sandra Wollner (“The Impossible Picture”) em sua programação. Mas este é só o começo da história. Num impulso de fuga, Elli vai parar nas mãos de outra proprietária, assumindo outro visual e relacionamento tóxico. Trata-se, ao final, de uma parábola moral, que vai além de um óbvio comentário sobre os efeitos desumanizadores da tecnologia.     Ferida | Netflix   A estreia da atriz Halle Berry na direção é um mergulho no mundo das lutas profissionais femininas. Além de estar atrás das câmeras, ela também estrela a produção no papel de Jackie Justice, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Sua vida tem uma reviravolta quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para sua vida e ela se vê precisando sustentar a criança. Com seu currículo sem brilho, a forma de fazer isso é dar a volta por cima, num esforço para retomar a carreira e o prestígio em lutas contra estrelas jovens do esporte. Para as filmagens, a atriz de 55 anos treinou com a brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA. O treino foi puxado, mas ela encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram.     Reação em Cadeia | Amazon Prime Video   Márcio Garcia se arrisca como diretor de thriller de ação em seu primeiro “filme brasileiro” – após rodar dois longas nos EUA – e o resultado surpreende. Mesmo sem orçamento hollywoodiano, “Reação em Cadeia” tem sequências decentes de perseguição de carros sem efeitos especiais exorbitantes. Mas seu grande trunfo é o roteiro escrito em parceria entre o diretor, Thiago Dottori (dos dois filmes da “Turma da Mônica”) e Bráulio Mantovani (dos dois “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus”). Com uma trama que aborda crime e corrupção, entrega um retrato autêntico da podridão política no Brasil. O protagonista (Bruno Gissoni) é o auditor fiscal de uma empresa que, sem querer, depara-se com um grande esquema de corrupção que abastece o sistema político brasileiro. A situação envolve o crime organizado e coloca sua família em risco. Mas, ao contrário dos filmes de ação de Hollywood, o herói não resolve a parada armando-se até os dentes. Sua principal arma é a inteligência com que enfrenta as ameaças e reviravoltas do enredo, traçando um plano para retomar sua vida normal. Chega no sábado (27/11) na Amazon.     O Fim do Mundo | Filmicca   Espécie de “Cidade de Deus” português, filmado com atores não profissionais, “O Fim do Mundo” acompanha um jovem de 18 anos que passou os últimos 8 em uma unidade de internação de menores e tenta retomar sua vida na Reboleira, uma favela de Lisboa. Seus amigos de infância continuam lá, assim como os cariocas e as festas. Mas também o tráfico e inimigos jurados. Buscar o equilíbrio é ainda mais difícil conforme as escavadeiras começam a demolir o bairro e todos tentam se agarrar a sonhos, sejam românticos ou violentos. Melhor Filme Português do IndieLisboa do ano passado, o segundo longa de Basil da Cunha fez bastante sucesso no circuito dos festivais internacionais, revelando um universo pouco visto no cinema europeu, e que já tinha aparecido no primeiro filme do diretor luso-suíço, “Até Ver a Luz”, no já distante ano de 2013.     Tirem o Sorriso do Rosto | Filmicca   Aclamado pela crítica ao passar nos festivais de Berlim e Tribeca, a estreia do diretor americano Daniel Patrick Carbone acompanham dois irmãos enquanto amadurecem abruptamente pelo choque da morte de um amigo. Perturbados de uma forma que não conseguem entender, eles buscam refúgio longe da cidade, enquanto ponderam os mistérios da natureza e a própria mortalidade. Ao filmar esta jornada, Carbone entrega um retrato belamente fotografado do interior rural americano sob a ótica distorcida da juventude.     Natal em 8 Bits | HBO Max   Um dos mais divertidos filmes de temática natalina deste ano, “Natal em 8 Bits” gira em torno das desventuras de um adolescente do final dos anos 1980 para conseguir o presente de seus sonhos: a última palavra em consoles de videogame, o Nintendo Entertainment System. Mesmo tendo o pedido de Natal recusado pela família, ele não desiste e entra num concurso repleto de desafios para ganhar o grande prêmio. A história lembra a conhecida epopeia do menino de “Uma História de Natal” (1983), mas também compartilha do humor doce e irônico de “A Princesa Prometida” (1987), na forma como Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) conta a história para sua filha, jurando que tudo é verdade e aconteceu em sua infância. Sem falar que é repleto de referências da década mais pop de todas.     Um Menino Chamado Natal | Netflix   A qualidade dos efeitos e o bom elenco diferenciam esta fantasia dos muitos títulos natalinos lançados pela Netflix neste final do ano. A história se revela conforme Maggie Smith (“Downton Abbey”) conta para um grupo de crianças como o Natal realmente começou, quando um menino chamado Nicholas e seu rato falante embarcaram numa jornada impossível em busca de um pouco de mágica. Com roteiro e direção de Gil Kenan (“Poltergeist – O Fenômeno”), o elenco também inclui Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Jim Broadbent (“Harry Potter”) e o menino estreante Henry Lawfull.     Becoming Cousteau | Disney+   Premiado no Festival de Londres, este documentário celebra a carreira e realizações, mas também lembra as tragédias que marcaram a vida do famoso explorador e ambientalista Jacques Cousteau (1910–1997). Ele próprio foi um documentarista premiado – vencedor de três Oscars – , que por muitos anos teve seu nome associado às maiores aventuras submarinas da vida real, além de ter sido responsável por invenções importantes e despertado a paixão oceanográfica em várias gerações que cresceram assistindo a seus programas televisivos, como “O Mundo Submarino de Jacques Custeau”, “A Odisséia de Custeau” e tantos outros – fez até uma série dedicada à exploração dos rios da Amazônia nos anos 1980.

    Leia mais
  • Filme

    Cinemas recebem animação da Disney, Lady Gaga e candidato brasileiro ao Oscar

    25 de novembro de 2021 /

    Os cinemas renovam a programação com opções bem variadas nesta quinta-feira (25/11), com destaque para um desenho animado da Disney, a volta de Lady Gaga aos papéis dramáticos, uma comédia com Cacau Protásio e o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar. Entre as estreias de circuito limitado, ainda há filmes premiados em festivais importantes, como Gramado e Veneza, além de uma produção da Netflix. Confira os detalhes abaixo.     Encanto   Com distribuição mais ampla, “Encanto” é a segunda incursão animada da Disney pelo universo latino, após “Viva – A Vida é uma Festa” (Coco), em 2017. Concebida pelo compositor Lin-Manuel Miranda, gira em torno dos Madrigal, uma família extraordinária que mora numa casa mágica nas montanhas da Colômbia. Cada integrante da família é abençoada com um dom único, desde superforça até o poder de curar. Exceto Mirabel. E quando a magia começa a entrar em colapso, é justamente ela, a única Madrigal sem poderes sobrenaturais, que se torna a última esperança de seus parentes excepcionais. Embora a perspectiva cultural latina ainda seja novidade para a Disney, o produto final é típico do estúdio: divertido, musical e lindamente animado. A produção também confirma a supervalorização de Lin-Manuel Miranda em Hollywood. “Encanto” é o quarto filme com suas digitais em 2021 – após “Em um Bairro em Nova York”, “Tick, Tick…Boom!” e outra animação, “Vivo: Um Amigo Show”. Já a direção está a cargo de Byron Howard e Jared Bush, co-diretores de “Zootopia”, em parceria com Charise Castro Smith – que faz sua estreia na função após uma carreira como roteirista de séries (de “Devious Maids” à “Maldição da Residência Hill”).     Casa Gucci   O veterano cineasta Ridley Scott (“Gladiador”) estreia no gênero “true crime”, mas o resultado parece mais um melodrama de novela sobre o mundo dos ricos e famosos. “Casa Gucci” também oferece paralelos aos filmes de máfia, com luta fraticida pelo poder, traições, informantes policiais, assassinos profissionais e atores americanos forçando sotaque italiano. Apesar disso, é um filme sobre uma grife do mercado de luxo. A produção é centrada no maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, envolvendo Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário trocá-la por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Como vingança, Patrizia encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O papel de Reggiani marca o primeiro projeto de Lady Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz – além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. E, de forma impressionante, ela ofusca os colegas, que incluem Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e um irreconhecível Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) careca. Sua performance marca de tal forma a produção que ameaça trazer o camp (o estilo cafona americano) de volta à moda.     Deserto Particular   Premiado no Festival de Veneza, “Deserto Particular” foi escolhido para tentar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2022. O novo drama de Aly Muritiba (“Ferrugem”) lida com aquilo que o diretor chama de “os afetos masculinos no Brasil contemporâneo” e traz Antonio Saboia (“Bacurau”) como protagonista, no papel de um policial curitibano que se relaciona virtualmente com uma moradora do sertão da Bahia. Profissional exemplar, ele comete um erro e é afastado de sua função, colocando sua carreira e honra em risco. Não vendo mais sentido em continuar vivendo em Curitiba, ele parte em busca da namorada virtual, que desaparece misteriosamente, sendo surpreendido ao encontrar o personagem de Pedro Fasanaro (“Onde Nascem os Fortes”). Bastante aplaudido ao ser exibido em Veneza, o longa venceu o prêmio do público ao ser exibido na mostra paralela Venice Days e o recente Festival Mix Brasil em São Paulo.     A Sogra Perfeita   A nova comédia da diretora Cris D’Amato (“SOS Mulheres ao Mar”) oferece protagonismo a Cacau Protásio, mais até que em “Amarração do Amor”, lançado no começo do ano, e não lhe falta carisma para brilhar fora da turma do “Vai que Cola”. Com humor simples, mas eficaz, Protásio vive Neide, dona de um salão de beleza de periferia, que desenvolve um plano para tirar o filho adulto folgado (Luis Navarro) de sua casa. Como uma mistura de cupido e pigmalião, ela consegue transformar uma nova e ingênua funcionária (Polliana Aleixo), recém-chegada do interior, na mulher da vida do rapaz, até que um mal-entendido muda sua disposição. O ponto alto é ver a atriz viver uma mulher empoderada e dona de si, após ser estereotipada como doméstica em outras produções. Pena a participação “especial” de Rodrigo Sant’anna como um gay muito estereotipado ir na contramão desse tom progressista.     O Novelo   Vencedor do Prêmio do Público e de Melhor Ator (Nando Cunha) no Festival de Gramado deste ano, o primeiro longa de Cláudia Pinheiro acompanha cinco irmãos que mal lembram do pai e perderam a mãe cedo, transformando o mais velho num pai substituto. Já adultos, recebem a notícia de que um homem em coma numa UTI pode ser seu pai desaparecido. Reunidos na sala de espera do Hospital, eles mergulham em seus conflitos e memórias, enquanto passam o tempo fazendo tricô aprendido na infância. E esta é a única tradição que os une, já que se revelam completamente diferentes. Adaptação da peça homônima de Nanna De Castro, “O Novelo” usa linguagem cinematográfica para revelar a história de cada um, transformando cada fio de trajetória em reflexões sobre o papel do homem no mundo contemporâneo.     Imperdoável   Neste lançamento da Netflix que chega primeiro aos cinemas, a estrela americana Sandra Bullock (“Gravidade”) vive um melodrama “imperdoável”, segundo as críticas impiedosas da imprensa norte-americana, que lhe deram apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. A história é remake de uma minissérie britânica (“Unforgiven”) de 2019, e a necessidade de refilmá-la leva a questionar se a distância de dois anos foi uma enormidade para o público esquecê-la. Num papel que lembra o de Sônia Braga na novela “Dancing Days”, Sandra Bullock sai da prisão, após cumprir pena de 20 anos por homicídio, mas tem dificuldades em se reintegrar a uma sociedade que se recusa a perdoar seu passado. Julgada por quase todos à sua volta, a protagonista se senta sozinha e desamparada, e sua única esperança de redenção é reencontrar a irmã mais nova, de quem foi forçada a se separar ao ser trancafiada na prisão. Só que o casal que tem a guarda da menina, vivido por Vincent D’Onofrio (“Demolidor”) e Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”), não está disposto a deixar a criminosa entrar em suas vidas.     Madre   Drama espanhol premiado de 2019, “Madre” acompanha o trauma causado pelo desaparecimento do filho da protagonista. Ele tinha seis anos de idade, quando, em uma ligação, disse que estava perdido em uma praia na França e não conseguia encontrar o seu pai. Dez anos depois, Elena mora nesta mesma praia, onde gerencia um restaurante e está finalmente se recuperando da tragédia, quando conhece um adolescente francês que a lembra muito o filho. Os dois embarcam em uma estranha relação, em meio a muita desconfiança. Intérprete da mãe do título, Marta Nieto conquistou o troféu de Melhor Atriz da mostra Horizontes no Festival de Veneza.     Meu Querido Supermercado   Cravos   A programação se completa com dois documentários brasileiros, que compartilham um detalhe em comum. Tali Yankelevich, que assina a direção de “Meu Querido Supermercado”, sobre o cotidiano de funcionários de um supermercado, editou e roteirizou “Cravos”, que conta a história de três artistas da família Cravo. Realizado em 2019, “Meu Querido Supermercado” foi o primeiro longa dirigido por Yankelevich e acabou premiado nos EUA, no Indie Memphis Film Festival. “Cravos” foi produzido um ano antes, com direção de Marco Del Fiol, e centra sua narrativa no fotógrafo Christian Cravo em viagem pela África, enquanto vive o luto pela morte do pai, Cravo Neto, ícone da fotografia brasileira, e desavenças com o avô, Cravo Junior, mestre da escultura modernista.

    Leia mais
  • Filme

    Filmes brasileiros são produções internacionais mais vistas na Netflix

    23 de novembro de 2021 /

    Ao atualizar seu Top 10 mundial nesta terça (23/11), a Netflix revelou que duas produções brasileiras se classificaram entre as mais vistas da última semana em sua plataforma. De acordo com o ranking divulgado no site Top 10 Netflix (top10.netflix.com), o filme não falado em inglês mais visto do período de 15 a 21 de novembro foi a comédia “Amor Sem Medida”. A comédia estrelada por Leandro Hassum e Juliana Paes foi consumida durante 9,6 milhões de horas. Fazendo dobradinha, o 2º lugar também é brasileiro, com um número bem próximo obtido por “7 Prisioneiros”: 9,57 milhões de horas. O drama estrelado por Sergio Malheiros e Rodrigo Santoro ainda recebeu muitos elogios da crítica e atingiu 98% de aprovação, uma das maiores do ano no Rotten Tomatoes. Por outro lado, “Amor Sem Medida” foi totalmente ignorado pela imprensa internacional. Entre os filmes falados em inglês, “Alerta Vermelho” destruiu a concorrência, registrando 129,1 milhões de horas de exibição no período. Somando o levantamento anterior, a comédia de ação estrelada pelo trio Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase), Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) já acumula 277,9 milhões de horas de exibição entre os assinantes do streaming, número que a transforma no segundo filme mais visto da Netflix em todos os tempos – atrás apenas das 282 milhões de horas de “Bird Box”.

    Leia mais
  • Filme

    “Alerta Vermelho” já é segundo filme mais visto da Netflix em todos os tempos

    23 de novembro de 2021 /

    Com menos de duas semanas no catálogo da Netflix, “Alerta Vermelho” já é o segundo filme mais visto da plataforma em todos os tempos, acumulando 277,9 milhões de horas de exibição entre os assinantes do streaming. A novidade foi revelada nesta terça (23/11) na atualização semanal do Top 10 mundial da Netflix. O detalhe é que a comédia de ação estrelada pelo trio Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase), Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) deve virar o filme mais visto de todos os tempos no serviço até a próxima semana. O líder do ranking atualmente é “Bird Box”, terror apocalíptico protagonizado por Sandra Bullock, que contabiliza 282 milhões de horas. “Alerta Vermelho” foi o filme mais assistido da Netflix de 15 a 21 de novembro, registrando 129,1 milhões de horas de exibição neste período. A diferença é brutal para o 2º lugar na relação: a continuação da franquia de Vanessa Hudgens, “A Princesa e a Plebeia 3: As Vilãs Também Amam”, teve 24,77 milhões de horas assistidas pelos assinantes. A lista também destaca produções brasileiras. O filme não falado em inglês mais visto do período foi a comédia “Amor Sem Medida”, estrelada por Leandro Hassum e Juliana Paes, que foi consumida durante 9,6 milhões de horas. E o 2º lugar também é brasileiro, com “7 Prisioneiros” bem pertinho, com registro de 9,57 milhões de horas. O drama estrelado por Sergio Malheiros e Rodrigo Santoro ainda recebeu muitos elogios da crítica e atingiu 98% de aprovação, uma das maiores do ano no Rotten Tomatoes. Por outro lado, “Amor Sem Medida” foi totalmente ignorado pela imprensa internacional. Entre as séries, a animação “Arcane” e a 2ª temporada de “A Máfia dos Tigres” dominaram o ranking, respectivamente com 38,4 milhões e 30 milhões de horas, enquanto uma nova série sul-coreana tomou o topo das produções internacional. Na verdade, “Profecia do Inferno” liderou não apenas o Top 10 das séries não faladas em inglês, mas foi a série mais vista em geral durante a última semana, gerando consumo de 43,4 milhões de horas.

    Leia mais
  • Filme

    Carga Máxima: Netflix revela fotos de seu primeiro filme brasileiro de ação

    23 de novembro de 2021 /

    A Netflix revelou nesta terça-feira (23/11) as fotos de “Carga Máxima”, seu primeiro filme de ação brasileiro. A novidade foi anunciada durante o evento “Mais Brasil na Tela”, dedicado às produções nacionais da plataforma. Na trama, Thiago Martins (“Amor de Mãe”) vive um piloto de Fórmula Truck (corrida de caminhões) que começa a dirigir para uma quadrilha de roubo de cargas a fim de manter sua equipe. Após ser perseguido pela polícia e mal escapar vivo, ele tenta desistir e passa a ser perseguido também pelos bandidos. O elenco ainda inclui Sheron Menezzes (“Novo Mundo”), que viverá outra piloto, Raphael Logam (“Impuros”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Evandro Mesquita (“Depois a Louca Sou Eu”) e Paulo Vilhena (“Turma da Mônica: Laços”). O roteiro é de Leandro Soares (“Vai que Cola”) e a direção de Tomás Portella (“Impuros”). A previsão de lançamento é para 2022. Veja abaixo as fotos e o anúncio da produção. Eu tô muito empolgada pra isso aqui 🚚💥 Carga Máxima é meu primeiro filme de ação 100% nacional e o elenco conta com Thiago Martins, Sheron Menezzes, Raphael Logam, Milhem Cortaz, Evandro Mesquita e Paulinho Vilhena. pic.twitter.com/IIdKF88xRX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Netflix fará ficção científica com Bruno Gagliasso

    23 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou nesta terça-feira (22/11) a produção de seu primeiro filme brasileiro de ficção científica. “Biônicos” tem direção de Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e, durante o evento “Mais Brasil na Tela”, a plataforma revelou que o projeto já está em desenvolvimento há três anos. “Passamos três anos tentando chegar na melhor versão dessa história, uma concepção visual mais apurada, e o melhor elenco que a gente pudesse conseguir”, explicou Adrien Muselet, diretor de filmes para o Brasil na Netflix. Este elenco é encabeçado por Bruno Gagliasso, nome que vazou em agosto passado sem ser contestado. Outro nomes ventilados são Jéssica Córes (“Cidade Invisível”) e Gabz (“As Seguidoras”), mas a Netflix ainda não oficializou as informações nem liberou nomes adicionais. Em post nas redes sociais, a plataforma divulgou a seguinte sinopse: “Quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas, Maria sonha em competir contra a irmã. Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência”. As filmagens devem começar em fevereiro e ainda não há previsão de estreia. Se preparem para Biônicos, meu novo filme de ação e ficção científica nacional. 👀 Quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas, Maria sonha em competir contra a irmã. Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021

    Leia mais
  • Filme

    “Eternos” segue como filme mais visto no Brasil

    22 de novembro de 2021 /

    “Eternos” se manteve no topo das bilheterias do Brasil pela terceira semana consecutiva. O longa da Marvel levou 370 mil pessoas aos cinemas e arrecadou cerca de R$ 7 milhões entre quinta e domingo (21/11), segundo dados da consultoria Comscore. Mas o feito mais impressionante foi registrado no 2º lugar, ocupado por um filme antigo em relançamento. A exibição especial de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” em comemoração aos 20 anos da franquia teve público de 322 mil pessoas e arrecadou R$ 6,8 milhões. Com isso, a principal estreia da semana, “Ghostbusters: Mais Além” ficou em 3º lugar, com 167 mil espectadores e R$ 3 milhões de arrecadação. As outras duas estreias de quinta passada (18/11) a entrar no ranking foram “Noite Passada em Soho”, que surgiu no 7º lugar com R$ 431 mil, e “A Crônica Francesa”, na 9ª posição com R$ 242 mil. Ambas ficaram abaixo de “Marighella”, que caiu para o 6º lugar, com 33 mil espectadores e R$ 686 mil em sua terceira semana de exibição. Veja abaixo a lista do Top 10 nacional, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 18-21/Nov:1. Eternos2. Harry Potter e a Pedra Filosofal : 20 anos de magia3. Ghostbusters: Mais Alem4. Venom5. Familia Adams 26. Mariguella7. Noite Passada em Soho8. Duna9. A Cronica Francesa10. Deus Não Está Morto — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 22, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Larissa Manoela pode ouvir pensamentos no trailer de sua nova comédia na Netflix

    22 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Lulli”, terceira comédia estrelada por Larissa Manoela na plataforma. Depois de “Modo Avião” (2020) e “Diários de Intercâmbio” (2021), ela embarca no humor fantasioso ao encarnar uma estudante de Medicina que toma um choque nos primeiros dias de residência e passa a ouvir os pensamentos de todos ao seu redor. O filme também marca uma nova parceria de Larissa com a escritora Thalita Rebouças após “Fala Sério, Mãe!” (2017). Desta vez, porém, não se trata da adaptação de um livro, mas um roteiro original escrito em parceria com Renato Fagundes (“Modo Avião”). O elenco ainda conta com Sérgio Malheiros (“Cinderela Pop”), Amanda de Godoi (“Malhação”), Vinícius Redd (“Perrengue”), Yara Charry (“Velho Chico”) e Paula Possani (“Assédio”), entre outros. Com direção de César Rodrigues (também de “Modo Avião”), “Lulli” estreia em 26 de dezembro.

    Leia mais
  • Filme

    Filmes online: 10 documentários brasileiros para o Dia da Consciência Negra

    20 de novembro de 2021 /

    Celebrado neste sábado (20/11), o Dia da Consciência Negra inspira reflexões. E nada melhor para isso que uma maratona de documentários. Sem exagero, a lista dos 10 títulos abaixo inclui alguns dos mais importantes trabalhos documentais sobre a questão racial já feitos no Brasil.     O Negro da Senzala ao Soul | YouTube   Produzido em 1977, o primeiro documentário televisionado sobte o movimento negro do Brasil foi feito pelo repórter Gabriel Priolli para a TV Cultura, na época em que o Departamento de Jornalismo do canal era comandado por Paulo Roberto Leandro e num momento em que a música soul e ideias de “black power” chegavam ao imaginário popular. Pioneiro, conseguiu driblar a censura para ir ao ar graças ao viés musical, mas foi seu claro engajamento que o fez circular em cópias piratas entre movimentos sociais. Um trecho do filme acabou reaparecendo em outro documentário da lista, “AmarElo”, do rapper Emicida.     Ôri | NOW   Lançado pela socióloga e cineasta Raquel Gerber em 1989, “Ôri” (consciência em Iorubá) documenta os movimentos negros brasileiros dos anos 1970 com comentários de uma mais maiores ativistas e pensadoras negras do país, Beatriz Nascimento (1942-1995). Levou 11 anos para ser concluído, porque parte do seu material foi apreendido pela ditadura militar. E já na época a diretora notou a ausência de imagens sobre a história negra no país, que nunca deixou de ser metodicamente apagada e destruída.     A Negação do Brasil | YouTube   Dirigido por Joel Zito Araújo, um dos maiores cineastas negros do país, “A Negação do Brasil” também é um dos mais importantes documentários da seleção. Lançado no ano 2000, conta a história dos negros na TV brasileira. Ou melhor, da falta de negros na TV brasileira, mostrando como eles foram escanteados, ignorados e até mesmo suprimidos da produção televisiva nacional, que só lhes permitia interpretar estereótipos, quando permitia, raramente reconhecendo o talento dos artistas.     Menino 23 | Globoplay   O filme de Belisário Franca acompanha as investigações de um historiador sobre tijolos marcados com suásticas nazistas, encontrados no interior de São Paulo, e acaba revelando uma história de terror, de meninos órfãos e negros, que foram submetidos a um projeto criminoso de eugenia pela elite política brasileira dos anos 1930.     Falcão – Meninos do Tráfico | YouTube   Produzido pelo rapper MV Bill e pelo centro de audiovisual da Central Única das Favelas, o filme de 2006 faz um relato duro da vida de jovens de favelas brasileiras, que pela falta de perspectivas são facilmente cooptados pelo tráfico de drogas. Durante as gravações, 16 dos 17 meninos entrevistados morreram, vítimas da violência na qual estavam inseridos. Exibido no “Fantástico”, o documentário teve ampla repercussão, mas nem a entrega simbólica de um DVD do filme nas mãos do então presidente Lula mudou a situação de abandono e omissão do Estado sobre o futuro das crianças das favelas brasileiras. Disponível de graça na página de MV Bill no YouTube.     A Última Abolição | Globoplay   O título se refere ao fato de o Brasil ter sido o último país do mundo a abolir a escravidão. O filme de Alice Gomes também lembra que isso não aconteceu por causa de um ato magnânimo da Princesa Isabel, mas por anos de lutas e pelo sacrifício de mulheres negras que conseguiram alforriar uma geração de crianças, tornando a liberdade dos negros irreversível.     Samba de Santo – Resistência Afro-Baiana | Globoplay   A história de três blocos de Carnaval centenários, nascidos em terreiros de candomblé na Bahia, Ilê Aiyê, Cortejo Afro e Bankoma, serve de ponto de partida para explorar a cultura negra, por meio de musicalidade, danças, religiosidade e ancestralidade. E mostram como a tradição carnavalesca politizou-se para ajudar suas comunidades e espalhar brilho no estado mais negro do país, e por isso também mais submetido ao racismo.     AmarElo | Netflix   Dirigido por Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), o documentário estabelece um elo entre o show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, com dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978 – que lutou pela auto-afirmação cultural e o incentivo à cultura de matriz africana, até então estigmatizada no Brasil.     Sementes – Mulheres Pretas No Poder | Globoplay   O filme de Julia Mariano e Éthel Oliveira foi feito sob o impacto do assassinato de Marielle Franco, transformando o luto em luta. Dos protestos às candidaturas políticas, acompanha o efeito multiplicador da luta pela resistência com o surgimento de novas lideranças negras e femininas em meio ao auge opressor do aparato político-miliciano que exterminou Marielle e resultou na eleição de Bolsonaro em 2018.     Dentro Da Minha Pele | Globoplay   O documentário de Toni Venturi conta histórias de 9 pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Entre os relatos há um médico confundido com bandido, uma faxineira tratada como escrava, um garoto assassinado pela polícia e uma funcionária trans que nunca é promovida.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix fará comédia de Natal com Vera Fischer, Gkay e Sérgio Malheiros

    19 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou uma nova comédia natalina com atores brasileiros para 2022. Depois de “Tudo Bem No Natal Que Vem”, protagonizada por Leandro Hassum no ano passado, vem aí uma nova produção, ainda sem título, estrelada por Vera Fischer (“Assédio”), Gkay (“Carnaval”) e Sérgio Malheiros (“Impuros”). O filme vai contar a história de Carlinhos (Sérgio Malheiros), que, após descobrir uma traição da namorada, resolve dispensá-la e levar uma desconhecida como companhia na ceia natalina servida na mansão de sua família. Só que Graça (Gkay) se revela uma convidada capaz de botar a casa abaixo e não agrada nada a matriarca da família, Lady Sofia (Vera Fischer). A publicação da novidade nas redes sociais gerou comentários de famosos. “Louca pra ver a Gessica natalina”, brincou Fernanda Paes Leme. “Que demaisss”, celebrou Maisa. Com produção da Glaz Entretenimento e direção de Pedro Antonio (“Um Tio Quase Perfeito”), o lançamento deve ficar para novembro ou dezembro que vem. Vim anunciar a produção do meu mais novo filme 🇧🇷 brasileiro 🇧🇷 de 🎄 Natal 🎄, uma comédia que estreia em ✨ 2022 ✨. Com @gessicakayane @SergioMalheiros e @VeraFischer. pic.twitter.com/hd7gVwL1vK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 19, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Filmes online: 10 estreias das locadoras digitais

    19 de novembro de 2021 /

    Se os serviços de streaming oferecem vários filmes exclusivos e inéditos para seus assinantes, os grandes lançamentos de cinema sempre chegam antes nas locadoras digitais – plataformas de VOD (video on demand) que funcionam como as antigas videolocadoras, cobrando aluguel por cada filme assistido. Excepcionalmente nesta semana, não há estreia online de blockbusters. Mas a seleção do Top 10 abaixo reúne títulos premiados, a maioria com passagem no circuito cinematográfico, que não estão disponíveis na Netflix, Amazon ou similares.     A Chorona | NOW, Google Play, YouTube   O grande destaque é um dos terrores mais bem-avaliados do ano, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Produção guatemalteca, “A Chorona”, de Jayro Bustamante (“Tremores”), inova ao juntar assombração e política com resultados arrepiantes. Mas mais que a trama sobrenatural, a história real do genocídio indígena que alimenta sua narrativa é que desperta verdadeiro horror. Venceu nada menos que 23 troféus internacionais, inclusive no Festival de Veneza.     Pornô – Sedutora e Fatal | Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Terrir debochado, “Pornô” gira em torno da curiosidade de um grupo de jovens funcionários do cinema de uma cidadezinha conservadora, que, ao projetarem um antigo rolo de filme abandonado, inadvertidamente liberam um súcubo demoníaco em sua comunidade reprimida. Exagerado e adulto (há nudez), mas não pornográfico como o nome pode ser sugerir, é para quem se diverte com produções trash que torram a maior parte do orçamento em sangue falso.     O Homem que Vendeu Sua Pele | NOW   Indicado ao Oscar 2021, “O Homem que Vendeu Sua Pele” foi premiado no Festival de Veneza e tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dirigido pela tunisiana Kaouther Ben Hania (“A Bela e os Cães”), o filme propõe questionamentos profundos sobre a sociedade moderna, a partir da história de um imigrante sírio que, para ir à Europa, aceita ter suas costas tatuadas por um artista plástico famoso e ser exposto como obra de arte. O processo de desumanização em troca de uma ilusória liberdade faz com que o filme se estenda em discussões após a sessão.     Angelo | Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Depois de estrear na direção com o impactante “Michael” (2011), a história de um pedófilo, o austríaco Markus Schleinzer voltou a provocar o circuito dos festivais com “Angelo”, sobre outro personagem de trajetória polêmica. Trata-se da história real de um menino escravo africano, que foi escolhido por uma condessa europeia para ser batizado e educado, e ao crescer se torna valete pessoal do Príncipe da Áustria no século 18. Angelo Soliman viveu em liberdade, mas sempre foi visto como diferente, exótico e uma espécie de mascote da corte vienense, até decidir se casar secretamente com uma mulher branca. O mais chocante é que, após sua morte, seu status de “curiosidade” foi investigado por “cientistas” da época, que resolveram transformá-lo numa múmia e exibi-lo num museu.     Mate ou Morra | Apple TV, NOW, Sky Play, Vivo Play   Opção mais comercial da semana, “Mate ou Morra” traz Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”) preso num looping temporal, repetindo sem parar o dia de seu assassinato. Por mais que as repetições lhe ensinem a evitar as ameaças, sempre há outra prestes a acontecer, que inevitavelmente leva à sua morte, antes que consiga descobrir porque isso está acontecendo. Com direção de um especialista em filmes de ação, Joe Carnahan (“A Perseguição”, “Esquadrão Classe A”), trata-se de uma produção B caprichada e com bom elenco, que destaca ainda Mel Gibson (“Herança de Sangue”), Naomi Watts (“Diana”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Annabelle Wallis (“A Múmia”) e Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”).     Surto | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Espécie de “Um Dia de Fúria” (1993) dos dias atuais, “Surto” é frenético como a performance ensandecida de Ben Whishaw (“007 – Sem Tempo para Morrer”), que pelo desempenho foi premiado como Melhor Ator no Festival de Sundance. Como diz o título, o personagem do ator britânico simplesmente surta, sob a pressão do trabalho e da família, e joga tudo para cima. Ele assalta um banco, rouba uma moto e se torna foragido, deixando um rastro de (auto)destruição pelo caminho. O caos é refletido por imagens tremidas, de câmera na mão e planos fechados.     Anna | Apple TV   O diretor Heitor Dhalia (“Tungstênio”) reflete sobre assédio moral em “Anna”, um filme sobre a obsessão de um diretor teatral com uma montagem de “Hamlet” e, em particular, com sua atriz principal. Interpretada por Bela Leindecker (“Desalma”), Anna é uma jovem atriz disposta a fazer esforços emocionais e físicos para representar a frágil Ofélia, e com isso acaba se submetendo ao abuso do diretor tirânico (o argentino Boy Olmi).     A Fuga de Akilla | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   O drama criminal independente “A Fuga de Akilla” traz o poeta Saul Williams (“K-Pax: O Caminho da Luz”) como um O.G. (gângster da velha guarda) que precisa fazer escolhas complexas, ao assumir a responsabilidade de lidar com o roubo de drogas de um traficante poderoso. Recusando a cartilha tradicional dos filmes de guerra de gângsteres, o diretor Charles Officer (“Coroner”) opta por uma via mais dramática, abordando temas como masculinidade, misericórdia e segundas chances. Com este diferencial, conquistou seis prêmios no Canadá.     O Leonardo Perdido | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube     Mothers of the Revolution | Google Play, NOW   O Top 10 da semana se completa com dois documentários: “O Leonardo Perdido”, sobre uma das pinturas mais caras de todos os tempos, que tanto pode ser uma obra-prima como uma falsificação de Leonardo Da Vinci, e “Mothers of the Revolution”, homenagem aos protestos históricos de um grupo de ativistas galesas, que impediu o Reino Unido de manter uma base de mísseis atômicos no País de Gales nos anos 1980.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie