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  • Música

    Lucy Boynton viverá a inspiração de “Love of My Life” no filme da banda Queen

    6 de setembro de 2017 /

    A jovem estrela em ascensão Lucy Boynton (“Sing Street”) entrou no filme sobre a banda Queen. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar Mary Austin, com quem o cantor Freddie Mercury viveu em Londres por muitos anos. Na vida real, Mary Austin namorou o guitarrista Brian May antes de se encantar com Mercury, e permaneceu amiga do cantor mesmo após ele abraçar sua homossexualidade. Mercury passou a ter relações com outros homens enquanto os dois ainda conviviam como um casal. O relacionamento durou até metade dos anos 1970, quando ela admitiu sua verdadeira inclinação sexual, mas eles continuaram próximos – literalmente, já que Freddie lhe comprou uma residência próxima da sua. O grande afeto que o cantor sentia por ela foi explicitado em muitas canções do Queen, inclusive no grande sucesso “Love of My Life”. O filme, por sinal, tem o título de outro hit da banda, “Bohemian Rhapsody”, e traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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  • Filme

    Dan Stevens vive Charles Dickens em imagens e trailer de fantasia natalina

    6 de setembro de 2017 /

    A Bleeker Street divulgou duas fotos, o pôster e o primeiro trailer de “The Man Who Invented Christmas”, em que Dan Stevens (“A Bela e a Fera”) dá vida ao escritor Charles Dickens. A prévia gira em torno da gênese do clássico “Um Conto de Natal”, mostrando a inspiração para a história natalina mais famosa de todos os tempos. Com tom fantasioso, os personagens ganham vida e conversam com o escritor, enquanto ele corre para terminar a história dentro do prazo de seus editores. A trama é uma adaptação do livro “O Homem que Inventou o Natal”, de Les Standiford, que encontra Dickens em outubro de 1873, desacreditado após o fracasso de seus três últimos livros. Rejeitado pelos editores, ele começou a escrever a história que se tornaria sua obra mais conhecida, “Um Conto de Natal”. O elenco também destaca Christopher Plummer (“Toda Forma de Amor”) como Scrooge e Jonathan Pryce (o Alto Pardal da série “Game of Thrones”) como o pai de Dickens. A direção é de Bharat Nalluri (“Spooks: O Mestre Espião”) e o roteiro foi escrito por Susan Coyne (roteirista da série brasileira “Som & Fúria”). “The Man Who Invented Christmas” estreia no dia 22 de novembro nos cinemas americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Rami Malek vira Freddie Mercury na primeira foto do filme sobre a banda Queen

    5 de setembro de 2017 /

    O filme sobre a banda Queen teve sua primeira foto divulgada, mostrando Rami Malek, que estrela a série “Mr. Robot”, caracterizado como o cantor Freddie Mercury. A imagem foi revelada pelo site da revista Entertainment Weekly. Intitulado “Bohemian Rhapsody”, como o hit mais popular do grupo, o filme é dirigido por Bryan Singer (“X-Men”) e, além de Malek, traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e Brian May e Roger Taylor são produtores. Por conta disso, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. “O lado sombrio da história de Freddie não será o foco. Será um filme sobre colaboração e celebração”, disse o diretor Bryan Siger ao EW. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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  • Filme

    Bingo – O Rei das Manhãs é um baita filme

    3 de setembro de 2017 /

    Daniel Rezende é pé quente. Seu primeiro filme como montador foi “Cidade de Deus” (2002). Já chegou com muita força, recebendo até indicação ao Oscar e um reconhecimento internacional que o levou a trabalhar com Terrence Malick, em “A Árvore da Vida” (2011). Sem falar em colaborações memoráveis em outros filmes marcantes de diretores brasileiros como Walter Salles, José Padilha, Laís Bodansky e novamente com Fernando Meirelles. Ser um editor de filmes de sucesso de público deve ter lhe dado uma sábia compreensão do que se deve fazer para que um filme flua bem. Em “Bingo – O Rei das Manhãs”, sua estreia na direção de longas-metragens, não parece haver nenhuma gordura. Tudo no filme está ali muito bem amarradinho. Difícil perder o interesse em algum momento. E não só porque é uma obra que fala de assuntos que interessam a quem viveu os anos 1980 e assistia ao programa do Bozo – embora tenha um sabor especial para quem testemunhou aqueles anos de exageros. “Bingo” tem uma estrutura mais clássica e um acabamento profissional que lembra bastante o cinema americano. Mas é, sim, um filme conceitualmente brasileiro, como foi a transformação do palhaço gringo Bozo em “coisa nossa”, como o Sílvio Santos, a Aracy de Almeida e o Pedro de Lara. Até a mudança do nome do palhaço para Bingo, por questões de direitos, contou para a “abrasileiração”, além de ampliar a liberdade da adaptação. Todos os personagens, à exceção de Gretchen (Emanuelle Araújo, de “S.O.S.: Mulheres ao Mar”), são tratados por outros nomes. Arlindo Barreto, o verdadeiro personagem da história, virou Augusto Mendes, vivido de maneira inspirada por Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”). O fato de “Bingo” trafegar por caminhos sombrios é outro aspecto atraente. Até dá pra entender o fato de ter sido a Warner a distribuidora do filme aqui, já que é uma empresa que tem raízes nos filmes de gângster e nunca se desvencilhou totalmente dessa linha mais dark – inclusive, produziu o vindouro terror de palhaço “It: A Coisa”. Por sinal, “Bingo” também explora como a figura do palhaço pode despertar medo em algumas pessoas. E isso se reflete numa cena tão forte que leva a questionar se aquilo aconteceu de verdade com o Arlindo no SBT. Na trama, Augusto Mendes é um ator de pornochanchada que está separado da esposa e tem uma relação muito próxima com o filho. Logo no começo do filme, o menino até chega a flagrar um pouco o trabalho do pai dentro daquele universo, numa época em que o cinema brasileiro era uma versão nua, crua e mais desbocada da dramaturgia que hoje é representada nas telenovelas da Globo. Inclusive, era possível ver algumas das atrizes globais nuas em determinados filmes. Isso fazia parte da graça da época e é representado no filme na figura da ex-esposa de Augusto. As coisas ficam mais interessantes para o protagonista quando ele, depois de se sentir humilhado com uma ponta em uma novela da Rede Globo (no filme, Mundial), vai parar, sem querer, no teste para ser o palhaço Bingo, em uma das apostas mais caras do SBT, que aqui aparece com outro nome também. E é com sua inteligência e astúcia que ele consegue não só tirar sarro do produtor gringo, como mostrar, à sua maneira, que era preciso adaptar as piadas para o Brasil, se quisesse arrancar o riso e conquistar as crianças. Mas o que mais encanta no filme é o quanto esse universo de programa infantil é tratado como uma fachada para a vida louca de Augusto, que bebia e cheirava muito nos bastidores, além de se envolver em orgias e desfrutar das loucuras que o dinheiro podia comprar. Talvez o ponto fraco do filme seja ter quase que uma obrigação de fazer um arco dramático para redimir o personagem, embora isso seja perfeitamente coerente com um tipo de cinema mais comercial – sem querer colocar nenhuma carga pejorativa no termo. Os ingredientes que mais divertem e emocionam são as inúmeras referências pop dos anos 1980. Não apenas à televisão, mas ao comportamento da época e as canções escolhidas, com muita new wave brasileira, mas também duas lindas faixas do Echo and the Bunnymen. O que não quer dizer que também não haja uma trilha sonora original ótima, que se destaca principalmente nos momentos mais dramáticos e sombrios do filme. Claro que é possível encontrar alguns problemas nas interpretações e no roteiro, mas são coisas que podem ser relevadas diante de um todo brilhante. É um baita filme. Embora o maior mérito seja de Rezende, a produção está repleta de técnicos ilustres: Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”) como diretor de fotografia, Luiz Bolognesi (“Como Nossos Pais”) como roteirista, Marcio Hashimoto (“O Filme da Minha Vida”) como montador, Cassio Amarante (“Xingu”) na direção de arte, além de um elenco de apoio muito bom – como esquecer da cena do Brichta com a Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”) em um restaurante? Aliás, como esquecer tantas cenas memoráveis de “Bingo”? É o tipo de filme que merece ser visto e revisto, algo raríssimo entre os lançamentos do cinema nacional.

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  • Música

    Filme sobre a banda Queen escala intérpretes dos músicos do grupo

    27 de agosto de 2017 /

    O filme sobre a banda Queen, intitulado “Bohemian Rhapsody”, finalmente escalou sua banda. Segundo o site The Hollywood Reporter, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) terá o papel do guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) viverá o baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) interpretará o baixista John Deacon. Eles se juntarão ao anteriormente anunciado Rami Malek (série “Mr. Robot”) , intérprete de Freddie Mercury. Dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), “Bohemian Rhapsody” tem roteiro de Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e previsão de estreia para o Natal de 2018.

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  • Filme

    Wagner Moura tenta roubar papel de Vladimir Brichta em vídeo de Bingo, O Rei das Manhãs

    15 de agosto de 2017 /

    A Warner divulgou um vídeo promocional diferente do filme “Bingo: O Rei das Manhãs”. Disfarçado de “making of”, o vídeo é uma esquete de humor, que brinca com uma puxada de tapete no ator Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”). Ao entrar em seu camarim, Britcha se depara com Wagner Moura (série “Narcos”) se maquiando para assumir o personagem do Bingo nas filmagens. Argumentando que o papel foi criado para ele e que sua agenda abriu com a morte de seu personagem (em “Narcos”), Moura vai tornando a situação cada vez mais incômoda. Ao final, quando vai reclamar com o diretor, Brichta encontra outro ator fantasiado de Bingo, ensaiando assumir o papel: Lázaro Ramos. Apesar do que insinua o vídeo, Brichta tem impressionado nos trailers da produção. Na trama, ele vive Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto. Assim como o homem real por trás da maquiagem do Bozo, Augusto é um artista que sonhava com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de programa infantil na televisão, que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. Com um humor ácido e uma narrativa surreal, o filme recria os anos 1980 num mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil. O filme marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002). O roteiro é de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), a fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”) e o elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”), Tainá Müller (“O Duelo”), Augusto Madeira (“Malasartes e o Duelo com a Morte”), o dinamarquês Soren Hellerup (“Meu Amigo Hindu”) e até o ex-apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. A estreia está marcada para 24 de agosto.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio pode estrelar cinebiografia de Leonardo Da Vinci

    11 de agosto de 2017 /

    A Paramount e a Universal estão disputando os direitos do livro “Leonardo Da Vinci”, uma biografia ainda inédita, escrita por Walter Isaacson. Segundo o site Deadline, ambos os estúdios querem produzir a adaptação, que em qualquer um deles será estrelada por outro Leonardo famoso: DiCaprio. Ex-editor da revista Time, Isaacson também escreveu “Steve Jobs”, que foi transformado no filme estrelado por Michael Fassbender, e “Albert Einstein”, que serviu de base base para a série “Genius”, estrelada por Geoffrey Rush. O livro sobre Da Vinci será lançado apenas em outubro pela editora Simon & Schuster. De acordo com informações da editora, Isaacson tece uma narrativa que conecta arte, ciência, imaginação e a curiosidade voraz de Da Vinci. Além de suas pinturas inestimáveis, ele prosseguiu estudos inovadores de anatomia (seu desenho icônico de Homem Vitruviano), fósseis, pássaros, máquinas voadoras, botânica, geologia e armamento. Ele descascou as faces dos cadáveres, atraiu os músculos que moviam os lábios e depois pintou o sorriso mais memorável da história em “Mona Lisa”. Ele explorou a matemática da óptica, mostrou como os raios de luz atingem a córnea e produziu ilusões de mudanças de perspectivas em “A Última Ceia”. Isaacson também descreve como o entusiasmo vital de Leonardo por organizar produções teatrais informou suas pinturas e invenções. De acordo com o livro, Da Vinci também era um pouco desajustado: bastardo, gay, vegetariano, canhoto, distraído e às vezes herético. DiCaprio tem interesse no papel para fazer jus à história de seu nascimento. Diz a lenda que ele foi batizado como Leonardo porque sua mãe grávida estava observando uma pintura de Da Vinci num museu italiano quando o futuro astro deu seu primeiro chute em sua barriga.

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  • Filme

    Cate Blanchett vai viver a comediante Lucille Ball em cinebiografia

    8 de agosto de 2017 /

    A atriz Cate Blanchett (“Carol”) vai estrelar a cinebiografia de Lucille Ball, atriz que marcou a história da TV e é considerada a “rainha da comédia” americana. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção, que tem roteiro de Aaron Sorkin (“Steve Jobs”), foi adquirida pela Amazon numa disputa acirrada com outros estúdios. Trata-se apenas da segunda produção exclusiva da Amazon. Até este ano, os filmes da plataforma de streaming eram coproduções com estúdios tradicionais de cinema. O primeiro filme exclusivo do serviço será o próximo trabalho de Woody Allen, “Wonder Wheel”, selecionado para a encerrar o Festival de Nova York, em 15 de outubro. Blanchett está ligada à cinebiografia já tem dois anos, e agora reservará espaço em sua agenda para as filmagens. A produção é da empresa Escape Artists, mas ainda não há diretor definido. O filme relatará o casamento de 20 anos de Ball e Desi Arnaz, com quem estrelou a série clássica “I Love Lucy” (1951–1957), a comédia mais famosa da TV americana. Ball teve dois filhos com Arnaz antes de se divorciarem em 1960. Ela se casou com Gary Morton no ano seguinte. Esta não será a primeira vez que Cate Blanchett encarnará um personagem da era clássica de Hollywood. Em “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese, ela interpretou Katharine Hepburn, papel que lhe rendeu seu primeiro Oscar.

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    Goodbye Christopher Robin: Filme sobre a criação do Ursinho Pooh ganha novo trailer

    4 de agosto de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Goodbye Christopher Robin”, que conta a história da criação do Ursinho Pooh pelo escritor Alan Alexander Milne. A trama é complexa, porque o filho de Milne, Christopher Robin, cresceu culpando o pai de ter explorado sua infância para vender livros. A prévia toca brevemente no ressentimento do menino, ao mesmo tempo em que o mostra feliz com seus bichinhos de pelúcia, que originaram os personagens do Bosque dos 100 Acres, além de revelar como escrever os livros curaram seu pai do trauma de ter lutado nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial. Na versão cinematográfica, a dificuldade de relacionamento entre pai e filho também teria motivado o artista a criar o célebre personagem, como forma de tentar uma aproximação com o garoto. Produção britânica, o filme marca a segunda parceria entre o diretor Simon Curtis e o ator Domhnall Gleeson, intérprete de Milne, após a ótima comédia “Questão de Tempo” (2013). O elenco também destaca Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como a mulher do escritor e o estreante Will Tilston como Christopher Robin. O personagem também vai aparecer adulto, interpretado pelo jovem Alex Lawther (“O Jogo da Imitação”). A estreia está marcada para 24 de setembro no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Woody Harrelson se transforma de forma impressionante no primeiro trailer de LBJ

    30 de julho de 2017 /

    O primeiro trailer de “LBJ” destaca uma transformação impressionante de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”), que aparece irreconhecível no papel do presidente norte-americano Lyndon B. Johnson. Recentemente, a HBO também produziu um filme sobre Johnson, “Até o Fim” (2016), com Bryan Cranston muito bem no papel, mas sem chegar na transfiguração impressionante de Harrelson, que virou fisicamente LBJ. A prévia é notável também por contextualizar o papel de Johnson no governo, primeiro como alguém escolhido para ser vice de John F. Kennedy pela capacidade de atrair votos de conservadores, por isso visto com desconfiança por Robert F. Kennedy, e depois como o responsável por levar adiante o legado do presidente assassinado. A cinebiografia cobre cinco anos da política americana, de 1959 a 1964, um dos períodos mais conturbados do país, com direção de Rob Reiner (“Conta Comigo”) e roteiro de Joey Hartstone (série “The Good Fight”). A produção indie também conta em seu elenco com Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Bill Pullman (“Independence Day”), Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”), Michael Stahl-David (série “Narcos”) e Jeffrey Donovan (série “Burn Notice”) como JFK. A première aconteceu no Festival de Toronto do ano passado. Graças ao telefilme da HBO e ao lançamento de “Jackie” (2016), que cobrem os mesmos eventos, “LBJ” teve seu lançamento adiado em um ano e só chegará aos cinemas americanos em 3 de novembro. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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    My Friend Dahmer: Trailer mostra juventude de um dos mais famosos serial killers americanos

    26 de julho de 2017 /

    A Film Rise divulgou o primeiro trailer de “My Friend Dahmer”, que traz o ídolo adolescente Ross Lynch (do telefilme “Teen Beach Movie” e da série “Austin & Ally”, do Disney Channel) como o famoso serial killer Jeffrey Dahmer. A prévia mostra Dahmer em seus dias de colegial, durante os anos 1970. O filme indie é uma adaptação da graphic novel de mesmo nome, do cartunista Derf Backderf, com roteiro e direção de Marc Meyers (“How He Fell In Love”), e mostra o futuro canibal lutando com as dificuldades da adolescência, sua família problemática e seu desejo de matar. O elenco também inclui Anne Heche (série “Aftermath”) e Dallas Roberts (série “The Walking Dead”) como os pais de Dhamer, além de Vincent Kartheiser (série “Mad Men”), Alex Wolff (“O Dia do Atentado”) e Miles Robbins (“Em Busca de Uma Nova Chance”). Conhecido por estuprar, matar, desmembrar e comer 17 homens e meninos entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1990, Dahmer foi diagnosticado como psicopata e acabou assassinado na prisão por outro presidiário em 1994. O serial killer já foi retratado no drama “Dahmer” (2002), obra responsável por impulsionar a carreira do ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”), que recebeu o troféu Indie Spirit Award pelo papel.

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  • Filme

    Nicholas Hoult é J.D. Salinger no trailer do filme sobre a criação de O Apanhador no Campo de Centeio

    26 de julho de 2017 /

    A IFC divulgou o primeiro trailer de “Rebel in the Rye”, cinebiografia que conta a origem do clássico literário “O Apanhador no Campo de Centeio”. A prévia mostra o jovem J.D. Salinger lutando com sua escrita na sala de aula e com nazistas na 2ª Guerra Mundial, enquanto escreve sua obra-prima, que ninguém parece apreciar, exceto seu professor mais exigente. O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) vive Salinger e Kevin Spacey (série “House of Cards”) interpreta o professor. O elenco ainda inclui Zoey Deutch (“Tinha Que Ser Ele?”), Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Victor Garber (série “Legends of Tomorrow”), Hope Davis (série “Wayward Pines”) e Brian d’Arcy James (série “13 Reasons Why”). O filme marca a estreia na direção cinematográfica do roteirista Danny Strong (da franquia “Jogos Vorazes” e “O Mordomo da Casa Branca”). Ele já dirigiu episódios da série “Empire”, da qual é criador, e vem se consolidando cada vez mais como um talento multifacetado, desde que despontou como ator nos anos 1990, vivendo um nerd vilão na série “Buffy: A Caça-Vampiros”. “Rebel in the Rye” teve première no Festival de Sundance e chega em 15 de setembro nos cinemas americanos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Nicholas Hoult negocia viver o autor de O Hobbit no cinema

    26 de julho de 2017 /

    Nicholas Hoult negocia interpretar J.R.R. Tolkien, o autor de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, em uma cinebiografia produzida pela Fox Searchlight. Segundo o site Deadline, as negociações estão em estágios iniciais, mas o ator é a primeira opção do estúdio. A direção será realizada por Dome Karukoski (“Tom of Finland”), um dos diretores mais premiados do cinema finlandês. O roteiro é de David Gleeson (“Caubóis e Anjos”) e Stephen Beresford (“Orgulho e Esperança”) e deverá se concentrar nos anos de formação de Tolkien, quando o jovem órfão forma um grupo de amigos com outros rejeitados, mas a eclosão da 1ª Guerra Mundial (1914-1918) surge como ameaça para esta irmandade. Caso esta seja mesmo a linha adotada, é possível antever paralelos entre a trama e a “Sociedade do Anel”, primeiro livro da trilogia “O Senhor dos Anéis”. O filme ainda não tem previsão de estreia.

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