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    Filme sobre Edir Macedo já bate recordes de bilheteria antes da estreia

    28 de março de 2018 /

    A cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, vai estrear nesta quinta (29/3) com 4 milhões de ingressos vendidos de forma antecipada, segundo informações da Record. Com isso, bateu o recorde de pré-vendas do cinema nacional, que pertencia à outra produção religiosa da Record, “Os 10 Mandamentos” (2,3 milhões de ingressos), e, de quebra, já virou o filme nacional mais bem-sucedido do ano, antes mesmo de chegar aos cinemas. O jornal O Globo quis verificar se a estratégia seguia a fórmula bem-sucedida de “Os 10 Mandamentos”, que apesar do recorde da época abriu com salas vazias. Isto porque integrantes da Igreja Universal teriam comprado e distribuído ingressos entre seus fiéis, que não foram ao cinema. A publicação, que pertence a grupo de comunicação rival da Record, questionou três grandes exibidoras para saber se elas firmaram alguma parceria com a Universal. Apenas a Kinoplex confirmou ter vendido pacotes de ingressos para pastores e grupos a partir de cem pessoas, nos quais todos pagam meia entrada. A UCI disse ter vendido ingressos para grupos, “como faz com qualquer filme”. E a Cinemark não se pronunciou. Já a rede Cinépolis anunciou um sorteio relacionado à compra de ingressos, que daria direito a uma viagem a Israel para o vencedor, “com um acompanhante e seu líder religioso”, além de mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Em comunicado, a Universal negou comprar ingressos, mas diz estimular a ida dos fiéis ao cinema. “A imprensa, embasbacada com o espetacular sucesso de bilheteria que se anuncia, esforça-se para inventar uma explicação fajuta para o maior fenômeno cinematográfico brasileiro do ano — ou, talvez, de todos os tempos”, diz o comunicado da Igreja, que ainda chama a imprensa de “rancorosa e preconceituosa”. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estariam negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

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    Vida de Gretchen vai virar filme

    26 de março de 2018 /

    A vida da cantora Gretchen vai ser transformada numa cinebiografia pelas mãos da atriz e apresentadora Antonia Fontenelle (“Assalto ao Banco Central”). Ambas anunciaram a produção nas redes sociais. “Em 2018, a verdadeira história, contada por uma mulher forte e guerreira. Aguardem!”, escreveu Gretchen no post. Em seu pronunciamento, Antonia Fontenelle se alongou um pouco mais. “Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você Gretchen. Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver”, disse. O filme marcará a estreia da atriz na direção. Mas, segundo ela conta, o convite partiu da própria Gretchen. “Eu, assustada com a responsabilidade, levei alguns anos para dizer sim. Agora que disse sim, prepare-se para sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma”, explicou. Não há outros detalhes do projeto, como quem vai escrever o roteiro ou a intérprete de Gretchen – que foi vivida por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Nem mesmo previsão de estreia” “Ainda temos chão pela frente”, confirmou Antonia, ao assumir que falta muito a ser feito. Confira os posts originais na íntegra: EM 2018, A VERDADEIRA HISTÓRIA, CONTADA POR UMA MULHER FORTE E GUERREIRA @ladyfontenelle, AGUARDEM! Uma publicação compartilhada por Gretchenoficial (@mariagretchen) em 24 de Mar, 2018 às 1:29 PDT Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você @mariagretchen Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver. Hoje você me surpreendeu com esse video idealizado por você, pra dizer ao seu publico que a real historia da sua vida será contada no cinema. Ja faz um tempo que você me fez o convite pra dirigir e produzir sua biografia pras telonas e eu assustada com a responsabilidade levei alguns anos pra dizer sim. Agora que disse SIM, prepare se pra sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma. Ainda temos chão pela frente, chão esse que vamos tirar de letra, afinal mulheres como você, como eu, viemos ao mundo pra isso, pra desafiar a vida e fazer a diferença, tenho certeza absoluta que qualquer mulher nesse país, independende de cor, raça, cargo ou posição social se alegra ao ouvir o som da sua conga la conga, do seu freak le boom boom e do seu melo do piripipi…. Portanto você fez a diferença sim. #Brevenumcinemapertodevocê. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 24 de Mar, 2018 às 4:45 PDT

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    Chiwetel Ejiofor vive pastor polêmico no trailer legendado de A Caminho da Fé

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Caminho da Fé” (Come Sunday), drama religioso estrelado por Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), que dividiu a crítica durante o recente Festival de Sundance. Enquanto a interpretação do ator foi considerada divina e a mensagem da história louvada por sua importância, a opinião que prevaleceu sobre o resultado cinematográfico foi menos abençoada. O filme conta a história real do polêmico pastor Carlton Pearson, uma estrela evangélica em ascensão, que após uma crise de fé no começo do século passa a pregar que não existe inferno, apenas o criado pelo homem na Terra, e a defender a tolerância e a inclusão de todos no amor de Deus, independente da religião. A mensagem afastou os fiéis mais tradicionais, colocando-o em confronto com os líderes da Igreja até ser considerado um herege. Isto não o impediu de continuar pregando o chamado “Evangelho da Inclusão” e a tese da “reconciliação universal” em outra congregação, sob nova denominação evangélica. O roteiro é de Marcus Hinchey (“Entre Segredos e Mentiras”), a direção é de Joshua Marston (“Maria Cheia de Graça”) e o elenco inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Jason Segel (“Os Muppets”), Martin Sheen (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”) e Condola Rashad (série “Billions”). A estreia está marcada para 13 de abril em streaming.

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    Assassinato de Marielle Franco repercute em Hollywood

    20 de março de 2018 /

    A comoção e indignação pelo assassinato de Marielle Franco, vereadora carioca que defendia as minorias no Rio de Janeiro, ultrapassou as fronteiras do Brasil. Marielle foi destaque no jornal The Washington Post, ganhou homenagem no Parlamento Europeu e inspirou manifestações nas ruas de Nova York, Londres, Paris, Munique, Estocolmo e Lisboa. Além disso, teve seu nome adicionado ao movimento americano Black Lives Matter, com o compartilhamento da hashtag #SayHerName (#DigaONomeDela). E assim chegou a Hollywood. A atriz Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” e estrela da série “How to Get Away with Murder”, fez uma homenagem à vereadora e seu motorista, Anderson Pedro Gomes, ambos mortos à tiros na última quarta-feira (14/3), no centro do Rio de Janeiro, quando voltavam de um evento na Lapa. “Acabo de saber sobre esta mulher corajosa, #MarielleFranco, que lutou pelos direitos dos pobres nas favelas”, escreveu a atriz no Twitter. “Eu apoio e luto com vocês, Brasil!!” Viola termina o post dizendo: “Viva Marielle e Anderson!!!”. O post foi retuitando mais de 20 mil vezes. Em seguida, RuPaul fez coro. “O assassinato do ativista de direitos humanos Marielle Franco foi uma grande perda para o Brasil – e o mundo”, escreveu. A top model Naomi Campbell também se manifestou. “Fiquei triste de saber que Marielle Franco, que dedicou sua vida à luta contra o racismo, preconceito e violência policial no Rio de Janeiro, foi assassinada”, comentou, conclamando o Brasil a protestar. Em seu show no Brasil, Katy Perry projetou uma foto gigante de Marielle, e seu fã-clube internacional disseminou a informação nas redes sociais. O movimento da Marcha das Mulheres nos Estados Unidos e até a ONU trataram de espalhar ainda mais os protestos e homenagens. A jovem política de 38 anos, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, foi a 5ª vereadora mais votada das últimas eleições do Rio. Ela se destacou ao denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. Sua vida vai virar um filme, atualmente em desenvolvimento pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”). Just read about this courageous woman #MarielleFranco, who fought for the rights of the poor in the Favelas. I'm standing and fighting with you Brazil ??!! Viva Marielle and Anderson!!!https://t.co/nMTwBrUZrW — Viola Davis (@violadavis) March 20, 2018 The assassination of human rights activist #MarielleFranco was a huge loss for Brazil — and the world @ShaunKing https://t.co/POeQR2bsgG pic.twitter.com/Ocrw1WwYoB — RuPaul (@RuPaul) March 19, 2018 .@katyperry paying tribute to Marielle Franco, one of Brazil's few black female politicians, who was murdered in Rio this past week. She fought for the rights of women and was outspoken against police brutality and the incarceration of black youth. #MariellePresente #SayHerName pic.twitter.com/z92MMFjsvc — Katy Perry Updates (@katyspics) March 19, 2018

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    Vida de Emicida vai virar filme do produtor de Me Chame pelo Seu Nome

    20 de março de 2018 /

    A vida do rapper Emicida vai virar filme. E com produção de Rodrigo Teixeira, o produtor brasileiro por trás de sucessos marcantes do cinema indie americano, como “A Bruxa”, “Frances Ha” e o drama indicado ao Oscar 2018 “Me Chame pelo Seu Nome”. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o projeto está sendo escrito pelo próprio Emicida, que ainda deverá estrelar a produção, interpretando a si mesmo. A direção está a cargo de Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também divide o roteiro com Emicida, a roteirista Jessica Candal (com quem Muritiba trabalhou em “Ferrugem”) e o escritor Toni C., ligado à cena hip-hop. As primeiras reuniões entre o rapper e o produtor foram em abril do ano passado. As negociações chegaram até o Natal, quando o contrato para a produção foi assinado na casa de Teixeira. O filme vai se concentrar nos primeiros anos da carreira do rapper e marcará a segunda cinebiografia de músico brasileiro da carreira de Teixeira, após “Tim Maia”. Mas ele também produziu, nos EUA, “Patty Cake$”, sobre uma aspirante a rapper. A expectativa é que o roteiro final esteja pronto até o final do mês, para rodar o filme entre novembro e janeiro. A estreia vai acontecer em 2019.

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    Renee Zellweger vira Judy Garland em primeira foto de cinebiografia

    19 de março de 2018 /

    Os estúdios Pathe e BBC Films divulgaram a primeira foto de Renee Zellweger, a eterna Bridget Jones, caracterizada como Judy Garland, a eterna Dorothy de “O Mágico de Oz” (1939) numa cinebiografia. O filme, batizado de “Judy”, vai retratar o final da vida de Garland. Situado em 1968, mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, sua relação com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme começou a ser rodado em fevereiro na Inglaterra, com roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”) e direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”). O elenco também inclui Jessie Buckley (minissérie “War and Peace”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), John Dagleish (“Beaver Falls”) e Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Vida de Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio, vai virar filme

    19 de março de 2018 /

    A vida de Marielle Franco, vereadora carioca executada a tiros durante o atual período de intervenção militar no Rio de Janeiro, vai virar filme. Segundo o jornal O Globo, o projeto será realizado pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”), e trilha do músico Jorge Mautner. “Eu já conhecia a Marielle porque ela era uma das melhores amigas da minha filha, mas foi assistindo a um depoimento dela em um documentário do João Paulo Reys sobre a intervenção do Exército durante as Olimpíadas, ainda em fase de finalização, que percebi como ela era extraordinária. Logo depois, aconteceu o assassinato”, contou Paula Barreto ao jornal carioca. O longa, que ainda não tem diretor nem títulos definidos, vai focar na origem de Marielle, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, virando a 5ª vereadora mais votada no Rio. Seu trabalho como vereadora foi focado em denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. A ideia é incluir na produção atores e equipe vindos da Maré, e destinar a renda obtida aos moradores do complexo. Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros na última quarta-feira (14/3), no centro da cidade, quando voltavam de um evento na Lapa. “O que importa, agora, são os seus ideais”, disse a produtora, que espera que o filme sirva para conter as informações falsas sobre a vereadora espalhadas nas redes sociais. “Fiquei assustada quando entrei no Facebook e vi a quantidade de haters. Muita gente a denegrindo, sem saber se as informações são verdadeiras ou não. As pessoas não se preocupam em saber de onde vem a notícia. Há milhares de Marielles no Brasil, precisamos contar essa história”.

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    Lucas Hedges vai viver Shia LaBeouf em cinebiografia

    17 de março de 2018 /

    O ator Lucas Hedges, que foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Manchester à Beira-Mar” (2016), vai interpretar a versão jovem de Shia LaBeouf, astro dos primeiros “Transformers”, numa cinebiografia. Intitulado “Honey Boy”, o filme foi roteirizado pelo próprio LaBeouf, sob o pseudônimo de Otis Lort, e se foca no relacionamento entre o ator e seu pai. LaBeouf também está no elenco, no papel do pai. Já Hedges interpretará LaBeouf adolescente, no começo de sua carreira, quando ele era um astro infantil do Disney Channel – na série “Mano a Mana” (Even Stevens). Enquanto sua autoria não sido desvendada, o roteiro esteve em destaque na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados que circulam por Hollywood. A sinopse oficial resume a trama da seguinte forma: “Um ator infantil e seu pai que viola a lei e abusa do álcool tentam consertar seu relacionamento beligerante ao longo de uma década”. LaBeouf admitiu que Lort era seu pseudônimo em uma entrevista da revista Esquire publicada nesta semana. “Honey Boy” era como seu pai, um viciado em heroína, o chamava. A direção do projeto está a cargo da premiada documentarista israelense Alma Har’el, que já venceu os festivais de Tribeca e Karlovy Vary e fará sua estreia na ficção. Ela conheceu LaBeouf ao dirigi-lo num clipe da banda islandesa Sigur Rós, em 2012. Produção independente, “Honey Boy” ainda não tem previsão de estreia.

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    Madonna vai dirigir seu terceiro filme

    13 de março de 2018 /

    A cantora Madonna vai voltar a trocar o microfone pelas câmeras de cinema. Já distante dos fracassos comerciais de “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011), ela anunciou planos de dirigir seu terceiro filme. Trata-se de “Taking Flight”, cinebiografia da bailarina Michaela DePrince, com produção do estúdio MGM. O longa será baseado nas memórias da própria bailarina, nascida na Serra Leoa e adotada por uma família americana de Nova Jersey. O pai da menina foi assassinado por rebeldes, durante a guerra civil que incendiou o país africano, quando ela tinha 3 anos de idade e sua mãe morreu de febre e fome uma semana depois. Ela também teve três irmãos que morreram jovens. Sem condições de criá-la, seu tio a enviou para um orfanato, onde ela foi encontrada e adotada por uma família americana. Ela cresceu com 11 irmãos, nove deles adotados como ela, e foi incentivada pela família, ao notar seu talento como dançarina, a seguir o balé. Ela se formou no American Ballet Theatre de Nova York e fez sua estréia profissional aos 17 anos no Joburg Ballet na África do Sul. Em pouco tempo começou a chamar atenção. Apareceu no documentário de balé “First Position”, num dos vídeos de “Lemonade” de Beyoncé e, agora, aos 20 anos, é uma bailarina solo do Balé Nacional da Holanda. “A jornada de Michaela me tocou profundamente tanto como artista quanto como uma ativista que entende a adversidade. Temos uma oportunidade única de falar sobre a Serra Leoa e fazer de Michaela uma voz para todas as crianças órfãs com as quais ela cresceu. Estou honrada em trazer sua história à vida”, disse Madonna no comunicado do anúncio da produção. Madonna também abordou órfãos africanos como produtora e roteirista do documentário “I Am Because We Are” (2008), sobre os mais de 1 milhão de órfãos do Malawi, devido à pandemia da AIDS na região. A bailarina Michaela DePrince comemorou a notícia em seu Instagram. Veja abaixo. So excited to announce that I’m working with this wonderful human being and she’s directing my movie about my life. @madonna. Another incredible person I’m excited to work with is the one and only @thecamillard ❤️? #michaeladeprince Uma publicação compartilhada por Michaela DePrince (@michaeladeprince) em 13 de Mar, 2018 às 12:04 PDT

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    Homem é eletrocutado durante filmagens da cinebiografia da banda Mötley Crüe

    10 de março de 2018 /

    Um homem foi eletrocutado no set de “The Dirt”, cinebiografia da banda Mötley Crüe, durante as filmagens que aconteciam em Nova Orleans na tarde deste sábado (10/3). Segundo o site de celebridades TMZ, o homem fazia parte da equipe de produção e trabalhava no topo de um prédio quando sofreu o acidente. Imagens disponibilizadas no site mostram uma pessoa sendo atendida e levada ao hospital – veja abaixo. Não há mais informações sobre o estado de saúde da vítima. O filme sobre a banda de rock dos anos 1980 é uma produção da Netflix baseada na “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo autor Neil Strauss e pelos próprios membros do grupo. O elenco traz Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro da adaptação é assinado por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. “The Dirt” ainda não tem previsão de estreia.

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    SBT fará propaganda gratuita para o filme de Edir Macedo

    9 de março de 2018 /

    A rede Record e a Igreja Universal do Reino de Deus não serão as únicas empresas engajadas na divulgação do filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo. O canal SBT também fará propaganda gratuita do filme. Segundo o UOL, o dono do SBT mandou exibir comerciais do filme sem cobrar nada. Sílvio Santos também é personagem do filme, que mostra como ele vendeu a Record para Macedo. O empresário-apresentador teria dado a ordem para veicular os comerciais após assistir ao filme. Ele recebeu uma cópia em DVD da produção, que só estreia nos cinemas daqui a três semanas. Antes mesmo da campanha publicitária começar, “Nada a Perder” já vendeu mais de 3 milhões de ingressos. Originalmente previsto como trilogia, a cinebiografia de Edir Macedo deve ser divida em dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A estreia está marcada para 29 de março.

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    Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados

    7 de março de 2018 /

    A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

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    Andréa Beltrão vai estrelar filme sobre Hebe Camargo

    20 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Andréa Beltrão (“Sob Pressão”) vai viver Hebe Camargo no cinema. Ela será a protagonista da cinebiografia da apresentadora, de acordo com a coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. O longa terá roteiro de Carolina Kotscho (“Flores Raras”) e será dirigido pelo marido da atriz, Maurício Farias (“Vai que dá Certo”). Os dois trabalharam juntos na série “Tapas & Beijos” (2011-2015). A produção ainda não divulgou maiores detalhes, como data para o início das filmagens e previsão de estreia. Mas um longa chamado “Hebe – O Filme” recebeu autorização há 13 meses para captar até R$ 7,5 milhões de patrocínio pela Lei do Audiovisual. Vale lembrar que o projeto de um filme sobre Hebe vem sendo discutido desde 2013, originalmente com Cacá Diegues (“O Maior Amor do Mundo”) na direção e a atriz Mariana Ximenes (“Os Penetras 2”) cotada para viver a protagonista.

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