Chico Buarque processa Facebook por uso não autorizado de música em vídeo com IA
Cantor move ação judicial após identificar trilha sonora de sua autoria em publicações políticas com imagens de Alexandre de Moraes feitas por IA
Chico Buarque passa por cirurgia no Rio para aliviar pressão intracraniana
Cantor e compositor de 80 anos foi operado pelo neurocirurgião Paulo Niemeyer no Hospital Copa Star
Atriz trans assume papel de Geni em filme sobre a música de Chico Buarque
Ayla Gabriela substituiu Thainá Duarte no protagonismo de "Geni e o Zepelim", que será ambientado na Amazônia e terá Seu Jorge no elenco
Cristina Buarque morre aos 74 anos. Lula e Chico prestam homenagens
Cantora e pesquisadora foi referência na preservação de repertórios clássicos do samba
Diretora cede às críticas e filme “Geni e o Zepelim” terá protagonista trans: “Foi um erro”
Anna Muylaert admite erro ao escalar atriz cis e anuncia mudanças no elenco e no roteiro após pressão da comunidade trans
Filme de “Geni e o Zepelim” é acusado de transfobia e diretora pede debate
Anna Muylaert diz que personagem pode ter múltiplas leituras e se dispõe a repensar projeto se sociedade considerar que papel só pode ser interpretado por mulher trans
Morre aos 89 anos a cantora e atriz Maricenne Costa, pioneira da bossa nova
A artista, que também se destacou no teatro, foi a primeira a gravar uma música de Chico Buarque
“Os Saltimbancos” vai virar animação do diretor de “Rio”
Animação baseada na peça de Chico Buarque foi anunciada na D23 Brasil e marca primeiro projeto de Saldanha com a Disney
Justiça ordena remoção da paródia de “Cálice” que ataca Alexandre de Moraes
A determinação é resultado de um processo aberto por Chico Buarque e Gilberto Gil contra o apresentador Tiago Pavinatto pelo uso indevido da música
Diretora de “Que Horas Ela Volta?” vai transformar música de Chico Buarque em filme
Adaptação de "Geni e o Zepelim", com direção de Anna Muylaert, foi anunciado durante o Festival de Cannes
Caetano e Chico processam deputado após acusação sobre uso de verba: “Fumar maconha”
Caetano Veloso e Chico Buarque se uniram num processo judicial contra o deputado federal Gilvan da Federal. Os cantores foram acusados pelo político de fazerem uso de dinheiro público para “fumar maconha”. O caso ocorreu no dia 25 de outubro durante um discurso na Câmara dos Deputados, onde o parlamentar criticou o governo federal por repassar R$ 15 bilhões em recursos à Cultura e esbravejou contra os artistas. A verba será distruibuída ao setor por meio da PNB (Política Nacional Aldir Blanc) até 2027. “Destinar 15 bilhões para a cultura? É brincadeira. R$ 3 bilhões por ano. Aí vão dizer: ‘Não, é para os municípios, é para aquele artista desconhecido’. Não é não. Boa parte é para o seu Caetano Veloso, é para o seu Chico Buarque fumar a maconha deles, morar em Miami, nas mansões que eles moram”, declarou Gilvan da Federal, na ocasião. Em outro momento, Gilvan diz que o repasse de verbas de incentivo cultura é uma “palhaçada”. O político também voltou a acusar os cantores de utilizarem os recursos públicos para a compra ilegal de drogas: “R$ 3 bilhões por ano para a cultura, para Caetano Veloso, para Chico Buarque, para Daniela Mercury. É uma palhaçada. Para você que fez o L, está aí, dinheiro para a Cultura, para esse pessoal que é milionário fumar uma maconha”. Caetano Veloso e Chico Buarque acionaram à Justiça contra Gilvan da Federal, que vai responder por informação caluniosa. Após o processo, o deputado se manifestou sobre a situação e disse não temer: “Podem me processar! Não tenho medo e nem me acovardo diante de ninguém! Sempre vou expor as mentiras dessa esquerda que só quer sugar as riquezas do nosso país”, esbravejou.
Luísa Sonza muda letra e dedica “Chico” a Chico Buarque em primeiro show após traição
Luísa Sonza cantou pela primeira vez a música “Chico” após a traição e o fim de seu namoro com Chico Moedas. Entretanto, a cantora mudou a letra, trocando “Chico, se tu me quiseres” por “Se acaso me quiseres”, e explicou a mudança às 6 mil pessoas presentes no show, realizado em Porto Alegre na noite de sexta-feira (29/9). Chico Buarque, se acaso me quiseres “Se tem alguma coisa que não vão me tirar, é a minha música”, ela disse, visivelmente emocionada, e justificou a mudança como uma homenagem ao cantor e compositor Chico Buarque. “Se acaso me quiseres” é o começo da música “Folhetim”, do Chico mais famoso. “Gente, eu vou parafrasear o Chico Buarque mais ainda e cantar: ‘Se acaso me quiseres, sou dessas mulheres…”, afirmou Luísa Sonza, diante de uma plateia eufórica. “Esse nome não é seu nome. Esse nome é do Chico Buarque, e essa música vai para o Chico Buarque agora”, acrescentou. Durante o show, o público presente não poupou críticas a Chico Moedas, entoando ofensas durante a apresentação. Na sequência, a cantora emendou “Eu Sou Bem Melhor Sozinha”, numa referência ao final do relacionamento. O namoro de Luísa foi curto. Eles assumiram a relação em julho deste ano e, quase dois meses depois, romperam devido a uma traição do influenciador em um bar do Rio de Janeiro. A cantora anunciou o fim do relacionamento no programa “Mais Você”, onde leu uma carta emocionante. O desabafo televisivo “Só quem já foi traída sabe a dor que se sente. A traição faz você se invalidar, faz você se sentir burra. É um medo de acreditar na pessoa, é toda sua entrega, amor jogados fora. Intensa demais?”, questionou-se a cantora, durante o depoimento, que também fez Ana Maria Braga derramar lágrimas. “Quando você é traída, é como se a traição já não bastasse… (Os homens) nos colocam como louca, invalidando tudo o que a gente acredita, e mentem olhando no olho, como se a gente fosse uma ameba. Eles acreditam que somos burras, e que nada é grave. Meu amor, infelizmente, você mexeu com a mulher errada”, disse ela, no programa da Globo. “Eles (os homens) acreditam que somos burras, frágeis e fáceis de convencer e de manipular. E que o mundo é deles, e eles podem tudo. Que nada é grave. E que, ‘sabe, como é?, homem é assim’. Hoje, vocês (homens) não vencem. Hoje eu quebro o ciclo pela minha mãe, por minhas tias e por todas as mulheres que eu vi a minha vida inteira sendo traídas e não tinham, muitas vezes, nem para onde ir, acabando por ter que ficar com um traidor dentro de casa”, prosseguiu a cantora “Hoje eu me escolho, mesmo que me doa, mesmo que por vez eu não queira. Mesmo ainda te amando, hoje eu me protejo e não vou te proteger. Mesmo que eu queira. Porque você aquela noite, naquele bar, não me protegeu. Hoje te dou um adeus, por mim e por todas nós. E, antes de ir, quero te responder que escolher não estar mais com você não é viver o amargor ao invés do amor, como você me disse. Eu vou viver o amor. Só não vai ser com você”, concluiu Luísa, diante de Ana Maria Braga chorando.
Best-seller de Chico Buarque vai virar filme
O livro “Leite Derramado”, de Chico Buarque, vai virar filme dirigido pelo primo do artista, Lula Buarque de Holanda (“Casseta & Planeta: A Taça do Mundo É Nossa”). Produzido pela Tambellini Filmes, o longa irá cobrir quase um século da história do Brasil, passando-se no Rio de Janeiro da década de 1920 até os anos 2000. Lançado pela editora Companhia das Letras em 2009, o best-seller que vendeu 300 mil exemplares é narrado pelo aristocrata decadente Eulálio Montenegro D’Assumpção, que conta numa cama de hospital, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. A fala desarticulada do ancião cria dúvidas e suspenses que prendem o leitor, num quebra-cabeça bem concebido, em que nenhum elemento é supérfluo. Com filmagens previstas para 2024, no Rio e em Búzios, o longa destaca no elenco o veterano Antônio Fagundes (“Deus É Brasileiro”) e seu filho Bruno Fagundes (“3%”). “Leite Derramado” foi o quarto romance de Chico Buarque. Os três anteriores também viraram filmes – “Estorvo” (em 2000), “Benjamin” (2003) e “Budapeste” (2009). Desde a publicação da obra, o cantor, compositor, dramaturgo e escritor já lançou mais dois romances e uma antologia de contos. Veja abaixo um vídeo em que Chico faz a leitura de um trecho do livro.










