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    Intérprete de Pantera Negra vai viver primeiro samurai negro do Japão

    7 de maio de 2019 /

    O ator Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra dos filmes da Marvel, assinou contrato para estrelar “Yasuke”, filme sobre o primeiro samurai negro da história do Japão. Nativo de Moçambique, Yasuke chegou ao Japão como escravo no século 16, mas acabou desenvolvendo uma relação de amizade e respeito com o general Oda Nobunaga, eventualmente ganhando o título de samurai. O filme tem roteiro de Doug Miro, um dos criadores da série “Narcos” – e autor de grandiosos fracassos do cinema, como “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” (2010), “O Aprendiz de Feiticeiro” (2010) e “A Grande Muralha” (2016). “A lenda de Yasuke é um dos segredos mais bem guardados da história. Ele foi a única pessoa de origem não asiática a se tornar um samurai”, comentou Boseman em comunicado oficial. “Este não será apenas um filme de ação, e sim um evento cultural. Estou animado de fazer parte deste projeto”. Ainda não há diretor confirmado nem previsão de estreia.

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    Trailer de filme de ação volta a juntar astro de Pantera Negra e diretores de Vingadores: Ultimato

    25 de abril de 2019 /

    A STX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “21 Bridges”, filme de ação policial estrelado por Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”). A prévia tem muita correria e tiroteios, mas dá mais ênfase aos nomes de Joe e Anthony Russo, os diretores de “Vingadores: Ultimato”. Eles assinam a produção do longa, que lança sua produtora AGBO no cinema. Boseman interpreta um detetive que perdeu seu pai, também policial, quando era apenas um garoto. Por conta disso, ele cultiva a reputação de ser “o cara que mata assassinos de policiais”. Quando um assalto rende a morte de oito policiais, ele é chamado para assumir a investigação e organiza um cerco aos criminosos foragidos, ordenando que as 21 pontes que ligam Manhattan ao resto de Nova York sejam fechadas, dando início a uma caçada por toda a ilha pelos suspeitos. O bom elenco também conta com Sienna Miller (“Sniper Americano”), J.K. Simmons (“Liga da Justiça”), Stephan James (“Se a Rua Beale Falasse”), Taylor Kitsch (“True Detective”) e Keith David (“Morte no Funeral”). O roteiro é de Matthew Michael Carnahan (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Adam Mervis (“O Garoto de Ouro”). E a direção ficou com Brian Kirk, que assinou episódios de “Game of Thrones”. A estreia está marcada para 17 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Spike Lee vai dirigir astro de Pantera Negra em drama para a Netflix

    13 de fevereiro de 2019 /

    Spike Lee já definiu seu próximo filme, após as indicações ao Oscar de “Infiltrado na Klan”. O cineasta vai escrever e dirigir o drama “Da 5 Bloods”, que será estrelado por Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”) e realizado para a Netflix. O longa vai acompanhar veteranos da guerra do Vietnã em sua volta para casa nos anos 1970, enfrentando dificuldades para se ajustar a um mundo que seguiu adiante sem eles. Será o segundo filme sobre militares de Lee, que em 2008 dirigiu “Milagre em Sta. Anna”, passado na 2ª Guerra Mundial. Em “Da 5 Bloods”, ele vai voltar a trabalhar com Kevin Willmott, com quem escreveu “Infiltrado na Klan” (2018) e “Chi-Raq” (2015), e ainda contará no elenco com Delroy Lindo (“The Good Fight”) e Jean Reno (“O Profissional”). Ainda não há data definida para a estreia da produção.

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    Vitória de Pantera Negra no SAG Awards abre conversas sobre a continuação do filme

    28 de janeiro de 2019 /

    A vitória de “Pantera Negra” na categoria de Melhor Elenco do SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA, que aconteceu na noite de domingo (27/1) em Los Angeles, abriu as conversas sobre a continuação do filme da Marvel. Já durante o discurso de agradecimento, o astro Chadwick Boseman abordou o tema ao refletir sobre a influência do filme em Hollywood. “O que eu sei que não dá mais para ter um ‘Pantera Negra’ sem um ‘2’ em seguida”, afirmou. Durante as entrevistas nos bastidores, o assunto voltou à tona, quando um dos repórteres presentes perguntou se algum dos atores hesitaria em assinar contrato para uma continuação. “Não”, cravou Michael B. Jordan. “Poder construir em cima deste mundo e deste legado, das coisas que Stan Lee e Jack Kirby criaram, é uma oportunidade e tanto. Acho que todo mundo ficaria muito animado de ser chamado de volta”. Sterling K. Brown completou a resposta dizendo que o diretor e roteirista Ryan Coogler também é uma razão pelo qual todos os atores voltariam para uma continuação. “Ele nunca erra”, elogiou. A Marvel confirmou em outubro que Coogler retornaria para a sequência, mas não estabeleceu um cronograma para o lançamento do filme.

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    Astro de Pantera Negra vai estrelar filme produzido pelos diretores dos Vingadores

    11 de julho de 2018 /

    Chadwick Boseman, que interpreta o “Pantera Negra” no cinema, vai continuar sua relação com os irmãos Russo, que o dirigiram em três filmes da Marvel – “Capitão América: Guerra Civil”, “Vingadores: Guerra Infinita” e o vindouro “Vingadores 4”. Ele vai estrelar o thriller de ação “17 Bridges”, que será produzido pelos irmãos cineastas. No longa, Boseman vai interpretar um detetive de Nova York, que se junta a uma equipe procurando por um assassino de policiais a solta pela cidade. Com fantasmas no seu passado, ele vê o caso como uma chance de redenção. O roteiro é de Adam Mervis (“O Garoto de Ouro”) e a direção está a cargo de Brian Kirk (série “Game of Thrones”). Financiado pelo estúdio STX, “17 Bridges” ainda não tem previsão de estreia, mas a próxima parceria entre Boseman e os Russo, “Vingadores 4”, chega aos cinemas em maio de 2019.

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    Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita

    28 de abril de 2018 /

    Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.

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    Música indicada ao Oscar 2018 vira hino não oficial de protestos nos Estados Unidos

    23 de fevereiro de 2018 /

    “Stand Up For Something”, composta por Diane Warren e o rapper Common para o filme “Marshall”, e indicada ao Oscar 2018 na categoria de Melhor Canção Original, virou o hino não oficial de diversas manifestações dos últimos meses nos Estados Unidos, e atingiu unanimidade de escolha em eventos contra a violência armada que tomaram conta do país desde 14 de fevereiro, dia em que 17 estudantes foram assassinados numa escola de Ensino Médio da Flórida. A canção, que traz uma mensagem sobre a importância de se defender o que se acredita, tem sido ouvida em vários eventos uma de suas frases, “Você não pode simplesmente falar a conversa, você tem que caminhar a caminhada”, foi adotada como slogan por diversas organizações. Entre as coberturas, eventos e manifestações em que a música ressoou incluem-se CNN Heroes, NAACP Image Awards (premiação de artistas negros), a Gala da Declaração de Direitos da ACLU, a Marcha das Mulheres, e até no programa “Jimmy Kimmel Live”, quando foi dedicada para a defesa dos direitos dos imigrantes. A música será apresentada durante a cerimônia de premiação do Oscar 2018, com interpretação de Common e da cantora Andra Day, que a entoa no filme. Apesar de toda essa repercussão, o filme “Marshall” foi ignorado pelas distribuidoras brasileiras. Assim como outra produção estrelada por ator atro indicada ao Oscar (“Roman J. Israel, Esq.”), não tem previsão de lançamento no Brasil – coincidência? Além do intérprete principal, o diretor também é negro e a trama aborda um caso jurídico real da juventude do primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos, quando atuava em defesa de negros acusados de crimes que não cometeram. Vale apontar que o ator principal, Chadwick Boseman, é o mesmo de “Pantera Negra”. Veja abaixo o clipe oficial de “Stand Up For Something”, bastante despojado, com cenas do filme, e a performance de Andra Day, Common e Diana Warren (nos teclados) durante a apresentação na noite de quinte (22/2) no programa de Jimmy Kimmel, o apresentador do Oscar 2018.

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    Relevante e atual, Pantera Negra não é só um filme de super-heróis

    17 de fevereiro de 2018 /

    “Pantera Negra” é um triunfo em quase todos os aspectos. Não é apenas o filme mais maduro do universo cinematográfico da Marvel, iniciado há 10 anos com “Homem de Ferro”; é um dos mais relevantes, ao elencar questões raciais, sociais e políticas que foram eventualmente pinceladas em “Guerra Civil”. Que fique claro: “Pantera Negra” não é o primeiro filme da Marvel protagonizado por um herói negro como alardeiam inadvertidamente alguns veículos sem muita credibilidade, ignorando três longas de “Blade”. Mas é o primeiro filme de herói africano, e é fato que poucas vezes a riqueza da cultura negra foi retratada com tanta pujança em uma produção com este calibre – ainda mais em um universo repleto de protagonistas que variam entre um deus nórdico, um playboy milionário, um adolescente deslocado, um ladrão de bom coração, um soldado idealista e… todos brancos. Ainda que lide com o universo fictício do país de Wakanda, o filme de Ryan Coogler – diretor dos excelentes “Fruitvale Station” (2013) e “Creed” (2015) – torna-se palpável ao lidar com questões absolutamente contemporâneas – como o isolamento político de uma nação versus a tragédia da imigração sem controle. O filme tem uma energia pulsante que é visível em cada fotograma, uma força narrativa que desafia com inteligência as convenções do gênero. Mas a trama é simples em sua essência. O soberano T’Challa (Chadwick Boseman) precisa lidar com suas novas funções como Rei de Wakanda, ao mesmo tempo em que sofre as ameaças de um jovem mercenário de passado misterioso – Erik Killmoger, papel de Michael B. Jordan, parceiro constante do diretor e cuja vilania encontra respaldo e autenticidade no roteiro. Com sabedoria, o diretor dedica tempo suficiente para desenvolver seus personagens de forma absolutamente satisfatória, desde a agente secreta interpretada por Lupita Nyong’o até a fortaleza moral que é a general Okoye, responsável pela segurança do reino. Isso sem contar a jovem Shuri (Letitia Wright) uma versão adolescente do personagem Q, da saga 007, e provavelmente uma das figuras mais carismáticas já apresentadas no universo cinematográfico da Marvel. Os veteranos Forest Whitaker e Angela Bassett, por sua vez, transmitem com talento toda a sabedoria e o peso decorrente de suas ações e responsabilidades. Dentre as figuras conhecidas, Andy Serkis parece um pouco fora da casinha, enquanto Martin Freeman faz a ponte correta entre este e os outros filmes do estúdio. Como ponto negativo, é um tanto desapontador perceber que o personagem de Daniel Kaluya (de “Corra!) é o único cujas motivações giram unicamente em função de avançar a história. Visualmente, o filme se alinha à nova tendência dos filmes do estúdio, investido mais em cores, texturas e elementos gráficos impactantes – como visto em “Thor Ragnarok” e “Guardiões da Galáxia 2”, no ano passado. Junte a isso uma trilha sonora arrebatadora – um mix de canções de Kendrick Lammar e ritmos tribais com muita percussão – e o resultado é um espetáculo de imagens que ainda evoca com propriedade elementos que parecem saídos de uma versão live action de “O Rei Leão”. Enquanto faz um trabalho merecedor de aplausos em relação aos personagens, é preciso admitir que, nas cenas de ação, Coogler não vai muito além do genérico. As perseguições e lutas funcionam sem problemas, mas não trazem nada que já não tenha sido visto, por exemplo, em “Guerra Civil” ou “Soldado Invernal” – filmes do Capitão América, que embutem um viés tão dramático quanto a nova produção. O desempate acontece nos efeitos visuais, com as criações de computação gráfica mostrando-se bem artificiais, o que eventualmente prejudica alguns momentos que deveriam ser impactantes – como todo o terceiro ato e em especial o embate final entre T’Challa e Killmonger. Tudo isso, porém, pouco conta diante dos inúmeros pontos positivos que o filme vai marcando ao longo de sua exibição. Ao trazer de forma orgânica, sem soar panfletário ou forçado, temas atuais para um universo quase sempre descompromissado, “Pantera Negra” revela-se um filme não apenas antenado com o seu tempo, mas consciente de que mesmo obras criadas para o entretenimento podem discutir questões que falam diretamente a uma boa parte da humanidade. Quando, em determinado momento, o soberano de Wakanda diz que “os sábios constroem pontes, enquanto os tolos constroem muros”, compreendemos que não estamos vendo apenas um simples filme de super-heróis.

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    Comercial legendado de Vingadores: Guerra Infinita revela novo escudo do Capitão América

    5 de fevereiro de 2018 /

    A Marvel divulgou o comercial legendado de “Vingadores: Guerra Infinita”, que foi exibido na noite de domingo (4/2) nos Estados Unidos, durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais valorizado da TV americana). A prévia tem apenas 30 minutos, mas só traz cenas inéditas, mostrando “um universo inteiro”. Como este universo é muito grande e o tempo pequeno, surgem apenas flashes de cada personagem, com destaque para o Capitão América (Chris Evans), que ganha um escudo novo e bastante diferente do Pantera Negra (Chadwick Boseman). Com direção dos irmãos Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), a estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.

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    Comercial explica obsessão da Marvel com cenas de carros em Pantera Negra

    25 de janeiro de 2018 /

    Da primeira imagem de divulgação à primeira cena completa do filme “Pantera Negra”, a Marvel priorizou sempre a mesma sequência, em que o herói aparece sobre o capô de um carro. Recém-divulgado, o comercial do novo Lexus explica a motivação ($$) por trás desta preferência. “Pantera Negra” não é “Velozes e Furiosos”, apenas faz comercial de carro. Misturando imagens do filme com cenas publicitárias, estreladas pelo ator Chadwick Boseman (o Pantera Negra), o novo comercial do Lexus mostra como as negociações comerciais invadiram descaradamente as tramas cinematográficas, e estão embutidas até na divulgação dos filmes, fixando mensagens subliminares em fanboys impressionáveis.

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    Cena inédita de Pantera Negra revela perseguição de carros espetacular

    22 de janeiro de 2018 /

    Uma cena inédita do filme “Pantera Negra” foi divulgada no programa americano “The Ellen Show”. Trata-se de uma sequência de perseguição de carros que tem recebido bastante atenção da divulgação da Marvel. A primeira imagem oficial do filme registrou este momento, que também aparece de forma proeminente em todos os trailers da produção, graças à capotagem espetacular que a encerra. O vídeo mostra mais detalhes da perseguição, revelando Shuri (Letitia Wright, de “Humans”) ao volante, na caça de inimigos armados de Wakanda, enquanto seu irmão T’Challa (Chadwick Boseman) se agarra ao topo do carro. A prévia confirma que o traje do herói é uma armadura resistente à balas e que ele é capaz de saltar como… uma pantera, entre um veículo e outro, sem perder o equilíbrio. A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. O elenco também inclui Michel B. Jordan (“Creed”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”) e Martin Freeman (outro que reprisa seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”), “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Pantera Negra: Novos vídeos destacam as guerreiras de Wakanda

    12 de janeiro de 2018 /

    A Marvel divulgou dois novos vídeos com entrevistas e cenas de “Pantera Negra”. O primeiro é legendado, mas o melhor é o segundo, que destaca as Dora Milaje, as guerreiras de Wakanda. Além de apresentar sequências inéditas de lutas das personagens, a prévia também introduz os papéis de Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa (Chadwick Boseman) para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. O elenco também inclui Michel B. Jordan (“Creed”), Letitia Wright (série “Humans”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), Andy Serkis e Martin Freeman (ambos reprisando seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil”), “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Pantera Negra bate recorde de pré-venda de ingressos da Marvel

    10 de janeiro de 2018 /

    O Fandango, maior site de venda de ingressos de cinema dos Estados Unidos, anunciou que “Pantera Negra” bateu o recorde de vendas antecipadas da Marvel, superando, em suas primeiras 24 horas, o faturamento de “Capitão América: Guerra Civil” nas bilheterias. Apesar desta proclamação, o site não divulgou a quantidade de ingressos vendidos. A forte pré-venda confirma previsões de analistas de mercado, que consideram que “Pantera Negra” será o primeiro blockbuster de 2018. Para ajudar, o filme vai estrear num fim de semana de feriado prolongado nos EUA – o Dia do Presidente, que cai numa segunda-feira (19 de fevereiro). A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa (Chadwick Boseman) para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. O elenco também inclui Michel B. Jordan (“Creed”), Letitia Wright (série “Humans”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”) e Martin Freeman (outro que reprisa seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”), “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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