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  • Série

    Supla e Gretchen vão recriar novelas da Globo em série para o YouTube

    6 de fevereiro de 2022 /

    A primeira série da Globo em parceria com o YouTube escalou Supla, Gretchen e, claro, dois YouTubers populares: Whindersson Nunes e Kéfera. Produzido pela ViU Hub, unidade digital de social media da Globo, a série tem uma premissa claramente inspirada no filme “Rebobine, por Favor” (2008), escrito e dirigido por Michel Gondry. A trama gira em torno de um grupo de atores e “influenciadores” do YouTube que recebem a missão de recriar novelas de sucesso da Globo com muito humor e pouco orçamento. Supla surgirá como o doutor Albieri na recriação de “O Clone”, enquanto Whindersson Nunes vai regravar a abertura da trama. Já Gretchen será a Raquel Acioly de “Vale Tudo”, enquanto Kéfera viverá Odete Roitman. Além de YouTubers e memes, a produção contará com alguns atores da próprio Globo. Mas a descrição de seus personagens não indicam participarão nas recriações. Cauã Reymond, por exemplo, interpretará um ator decadente, Carolina Dieckmann será uma nerd que tem uma teoria da conspiração sobre novelas e Ary Fontoura apresentará um podcast, o Flowtoura. Tony Ramos, Claudia Raia e Susana Vieira também participarão, além de Paulo Vieira, que será responsável por reunir os “influenciadores” para “suecar” novelas clássicas – incluindo “Avenida Brasil”, “Senhora do Destino”, “O Cravo e a Rosa”, “Laços de Família”, “Vamp”, “Torre de Babel”, “Mulheres de Areia”, “O Clone” e “Vale Tudo”. Serão nove episódios, disponibilizados semanalmente no canal da Globo no YouTube, com uma 2ª temporada prevista, mas ainda não oficializada. O roteiro é assinado por Bia Braune (“Video Show”), a direção é de Felipe Joffly (“Muita Calma Nessa Hora”). E a previsão de estreia é para julho.

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  • Série

    Globo e YouTube fecham primeira parceria de conteúdo

    8 de dezembro de 2021 /

    A Globo e o YouTube fecharam sua primeira parceria de conteúdo para o lançamento da série “Novelei”. Produzido pela ViU Hub, unidade digital de social media da Globo, a série tem uma premissa claramente inspirada no filme “Rebobine, por Favor” (2008), escrito e dirigido por Michel Gondry, e gira em torno de um grupo de atores e “influenciadores” do YouTube que recebem a missão de recriar novelas de sucesso da Globo com muito humor e pouco orçamento. A equipe de produção inclui alguns nomes consagrados da Globo, entre eles Tony Ramos, Cláudia Raia, Susana Vieira, Cauã Reymond e Paulo Vieira, que vão trabalhar com Whindersson Nunes, Diva Depressão, Kéfera e outros YouTubes para “suecar” novelas como “Avenida Brasil”, “Senhora do Destino”, “O Cravo e a Rosa”, “Laços de Família”, “Vamp”, “Torre de Babel”, “Mulheres de Areia”, “O Clone” e “Vale Tudo”. O elenco com parte dos YouTubers pode ser visto acima. Além de buscar divertir, a produção tem o objetivo de homenagear os 70 anos das novelas brasileiras. O roteiro é assinado por Bia Braune (“Video Show”), a direção é de Felipe Joffly (“Muita Calma Nessa Hora”) e as gravações já estão acontecendo nos Estúdios Globo. “A Globo fez com que a dramaturgia brasileira se tornasse um produto ímpar em qualidade de produção e valor afetivo para seus espectadores. Este projeto faz história pois permite que os criadores de conteúdo do YouTube possam participar de um formato tão querido pelos brasileiros, unindo o melhor das novelas e dos novos formatos digitais, em um projeto exclusivo YouTube Originals. É um prazer firmar essa parceria com o Grupo Globo e combinar nossas expertises em uma produção tão divertida e que tocará diferentes gerações de brasileiros. Estamos muito animados”, disse Phillipe Carrasco, Gerente de Parcerias de Conteúdo do YouTube, em comunicado. “É um projeto inovador em todos os sentidos. Primeiro, pela parceria de duas empresas muito relevantes em seus mercados de atuação, que estão lado a lado para presentear o público e homenagear um dos símbolos mais tradicionais da cultura brasileira: as novelas. Segundo, pela linguagem autêntica que traz a essência do conteúdo digital e promove o encontro de grandes nomes da dramaturgia com produtores de conteúdo digital. E, ainda, pelo grande potencial comercial do projeto, que é capaz de atingir diversos segmentos de público”, acrescentou Vanessa Oliveira, diretora da ViU Hub. “Novelei” contará com nove episódios, que serão disponibilizados semanalmente no canal da Globo no YouTube, a partir do segundo semestre de 2022. A série faz parte de um projeto comercial mais amplo, baseado em novelas para o YouTube, que tem previsão de lançamento para o mercado em fevereiro.

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  • Filme

    Cauã Reymond é Dom Pedro I em teaser de drama épico

    25 de outubro de 2021 /

    A Vitrine Filmes divulgou o pôster e o teaser de “A Viagem de Pedro”, drama épico de Laís Bodanzky, em que Cauã Reymond (“Alemão”) vive Dom Pedro I. O filme acompanha o imperador brasileiro em sua viagem de exílio, durante a travessia do Atlântico em uma fragata inglesa rumo à Europa em 1831. Destronado e expulso do país, ele busca forças físicas e emocionais para enfrentar seu irmão que usurpou seu reino em Portugal. Doente e inseguro, entra na embarcação em busca de um lugar e uma pátria, enquanto recorda seu período no Brasil. Primeiro longa histórico da diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Como Nossos Pais” (2017), “A Viagem de Pedro” também destaca em seu elenco a atriz alemã Luise Heyer (da série “Dark”), responsável pela narração da prévia, que interpreta a imperatriz Leopoldina, e a artista plástica Rita Wainer, que estreia como atriz no papel de Domitila de Castro, a Marquesa de Santos. O elenco internacional ainda traz o irlandês Francis Magee (“Into the Badlands”) e o guineense Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”), além de vários atores português, com destaque para Luísa Cruz (“As Mil e uma Noites”), João Lagarto (“O Filme do Bruno Aleixo”) e Victória Guerra (“Variações”). Ainda sem previsão de estreia comercial, o filme integra a programação da Mostra de São Paulo, que acontece até 3 de novembro na capital paulista.

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  • Série

    “Ilha de Ferro” chega na Globo três anos após estrear na Globoplay

    9 de agosto de 2021 /

    Quase três anos depois de estrear no Globoplay, “Ilha de Ferro” finalmente começa a ser exibida em sua íntegra na TV aberta. A estreia acontece na noite desta segunda (9/8) na Globo. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e misturava romance, política e thriller com um cenário inusitado: uma plataforma de petróleo em alto mar. O mais impressionante é que a plataforma de 3 mil m² foi construída nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões. Com investimento alto e elogios até da revista americana Variety, que a considerou uma das melhores séries do mundo em 2018, a produção acabou cancelada de forma abrupta, antes da estreia do segundo ano de produção e com os roteiros da 3ª temporada em desenvolvimento. A explicação da Globoplay para o primeiro cancelamento de sua programação foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. A fama de série mais cara do Brasil incluiu várias cenas de fôlego cinematográfico, como uma queda de helicóptero no mar, mas também dependia de um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe – mas é fácil especular – se o governo interrompeu a parceria e descontinuou o auxílio da Marinha após a posse de Bolsonaro em 2019. Em vários discursos de cercadinho, Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Acompanhando o cotidiano de profissionais da plataforma de petróleo, entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme, a série destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”), Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e o veterano Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. Veja abaixo o novo trailer da série para a estreia na Globo.

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  • Série

    Cauã Reymond desenvolve série sobre futebol no Globoplay

    29 de maio de 2021 /

    Cauã Reymond está desenvolvendo uma série no Globoplay. Intitulada “Mata-Mata”, a atração terá como tema o futebol e será ambientada no Rio. A ideia do ator de “Ilha de Ferro” e “Dois Irmãos” é mostrar tanto os bastidores como a intimidade das pessoas envolvidas no esporte. O piloto tem redação final de Thiago Dottori (da série “Psi” e do filme “Turma da Mônica – Laços”) e Lucas Paraizo (de “Sob Pressão”) faz a supervisão de texto.

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  • Etc

    Cauã Reymond e Mariana Goldfarb tiveram covid-19

    11 de outubro de 2020 /

    O ator Cauã Reymond e a modelo Mariana Goldfarb foram diagnosticados com covid-19. A revelação foi feita pelo ator em entrevista à GloboNews no sábado (10/10). Ele disse que Mariana manifestou sintomas leves, como dor de cabeça e febre baixa, durante quatro dias. Mas sua reação foi pior. Raymond contou que acabou desenvolvendo uma “pequena pneumonia”. Os dois já estão recuperados. “Estou super bem, mas acabei ficando um tempo mais longo com sintomas”. Reymond contou que “já faz um tempo” que isso aconteceu. Desde então, os dois fizeram testes que confirmaram que não estão mais transmitindo o coronavírus. “A gente teve bastante sorte, passou muito bem”, disse. Ele contou que teve uma atitude positiva em relação à doença e não se deixou abater, porém afirmou entender que há pessoas que “estão com muito medo”. “Tenho bons hábitos, pratico esporte, bebo bastante água. Então não fiquei apreensivo. Fiquei realmente esperando passar, sabia que era um ciclo. Graças a Deus eu passei bem e foi isso”, disse.

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  • Filme

    Filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz aos 8 anos

    31 de agosto de 2020 /

    A filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz no próximo filme da diretora Laís Bodansky (“Como Nossos Pais”). A pequena Sofia Marques, de oito anos, foi escalada no filme “Pedro”, que será protagonizado por seu pai. Em entrevista para a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Grazi disse que a decisão de deixá-la participar do filme foi muito tranquila. “Sofia é uma menina, ela atua brincando. Eu a estimulo a ser criança, brincando o tempo todo, criando histórias e personagens”. O Pedro do título da produção é Dom Pedro I. Atualmente em fase de pós-produção, o filme é centrado na volta do ex-imperador do Brasil a Portugal, após ser destronado por um golpe parlamentar. Durante a travessia, ele reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância, quando chegou com seus pais de Portugal, em 1808, até sua saída na calada da noite, fugindo para não ser apedrejado pela população, em 1831. Orçado em R$ 11 milhões, o longa, que também será transformado em uma minissérie de quatro capítulos, tem 40% das cenas rodadas em Portugal e na Ilha dos Açores. A realização é uma coprodução de produtoras brasileiras com a portuguesa O Som e a Fúria. O roteiro é assinado por Bodanzky, seu marido e parceiro profissional Luiz Bolognesi e Chico Matoso.

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  • Etc

    Artistas que participaram do filme de Flordelis se dizem enganados

    26 de agosto de 2020 /

    Os famosos que participaram do filme “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar” (2009) se arrependeram de ter se envolvido com a produção. O filme era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela e na época tinha adotado 44 crianças, mas acabou contando com um elenco estrelado, digno de novela das 21h da Globo. Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella foram filmados recitando um roteiro de louvação à Flordelis, nesta semana indiciada pelo assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, junto com alguns dos filhos adotivos. Todos os atores trabalharam de graça, acreditando que estavam ajudando uma causa social, quando na verdade se tratava de uma peça de propaganda, que ajudou mesmo foi a aspiração política de Flordelis. Ela só não foi presa nos últimos dias porque tem imunidade parlamentar como deputada federal. Leticia Sabatella contou para o UOL que foi levada a participar do filme por seu empresário. “Todos fomos participar de uma ação beneficente. Foi muito rápido o contato com ela. A conheci no mesmo dia. Havia muitas crianças. Enfim, um engodo gigante…” Ela diz ter tirado uma lição da experiência. “Um crime como este… Horrível. Aprendi com o tempo a ter mais cautela com quem ostenta tanto a sua autopromoção, beirando a divindade. Lamento demais pelas vítimas destes lobos em pele de cordeiro”. Outro ator do elenco, Thiago Martins, também desabafou sobre sua participação no projeto. “Fiquei muito triste e decepcionado. Espero que a justiça seja feita e que ela pague pelo seu erro, uma pena apagar toda admiração e respeito que tinha por ela”. Anteriormente, um dos responsáveis pela produção, o editor de moda Marco Antônio Ferraz, já tinha se “arrependido” de ter co-dirigido o filme. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Não é a primeira vez que obras de santificação de personalidades brasileiras se provam problemáticas, basta lembrar o documentário “João de Deus: O Silêncio é uma Prece”, lançado um ano antes das denúncias de abuso de cerca de 100 mulheres contra o suposto médium. Flordelis foi indiciada sob acusação de crime de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa majorada. O assassinato do pastor Anderson do Carmo aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Veja abaixo o trailer do filme.

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  • Etc

    Diretor do filme de Flordelis se diz enganado por ter filmado “uma mentira”

    25 de agosto de 2020 /

    O diretor Marco Antônio Ferraz se disse arrependido de ter feito o filme “Flordelis: Basta Uma Palavra Para Mudar” (2009) sobre a mulher que adotou 44 filhos, e que agora é implicada no assassinato de seu marido pastor, com a ajuda de alguns dos filhos adotivos. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Único filme dirigido por Ferraz, um editor de moda que se sentiu inspirado pela história de Flordelis dos Santos de Souza, a cinebiografia foi codirigida por Anderson Corrêa (“Eu Odeio Meu Chefe!”) e tinha o pastor Anderson do Carmo, que teria sido assassinado por Flordelis, como produtor executivo. “Ele era louco por ela. Fazia qualquer coisa que ela quisesse ou mandasse”, contou Ferraz. “Ele me perguntou o que eu queria que ela vestisse para a pré-estreia e eu disse para contratar um personal stylist. Ele não quis. Pediu que eu comprasse um vestido chique, que dinheiro não seria um problema. Fomos a uma loja de grife e pagamos R$ 2 mil num vestido. Foi um sonho realizado ver aquela mulher, que saiu do morro, ali, chiquérrima e linda. E, no fim das contas, tudo isso não passava de uma mentira.” A produção era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela, mas contou com um elenco estrelado, com Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella, recitando um roteiro ao lado da verdadeira Flordelis. Na época da estreia, a produção divulgou que nenhum dos atores recebeu cachê para trabalhar no longa e que o lucro da bilheteria seria investido na compra de uma casa para Flordelis e os filhos. Flordelis ficou famosa, entrou na política, virou parlamentar e na segunda (24/8) foi denunciada pelo assassinato de seu marido. O crime aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Por ter imunidade parlamentar, a deputada não pode ser presa, a não ser em flagrante delito. Mas outras dez pessoas foram denunciadas pelo crime e presas. Entre elas estão uma neta e sete filhos da deputada.

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  • Filme

    Espaço Itaú lança festival online com filmes inéditos nos cinemas

    19 de junho de 2020 /

    O Espaço Itaú de Cinema aderiu ao streaming, promovendo um festival de “pré-estreias” de filmes online. A iniciativa começa nesta sexta (19/6), Dia do Cinema Brasileiro, e vai até o domingo que vem (28/6), oferecendo 19 títulos no lançamento de seu serviço Espaço Itaú Play – criado em parceria com a plataforma Looke. Os filmes ficarão disponíveis por apenas 48 horas, com preço de locação acessível, R$ 10, dos quais 20% serão destinado à APRO (Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais). Mas o primeiro título está no ar de graça. Trata-se de “Piedade”, de Cláudio Assis, estrelado por Fernanda Montenegro, Irandhir Santos, Matheus Nachtergaele e Cauã Reymond, e vencedor de três troféus no Festival de Brasília passado. O filme gira em torno de três histórias entrelaçadas, em que os personagens estão desesperados em viver um grande amor. Uma dessas tramas inclui uma cena homossexual muito falada entre Nachtergaele e Reymond (que vive o dono de um cinema pornô). A seleção de inéditos inclui ainda “Mangueira em Dois Tempos”, de Ana Maria Magalhães, “Três Verões”, de Sandra Kogut, “A Febre”, de Maya Da-Rin, “Dora e Gabriel”, de Ugo Giorgetti, “Boni Bonita”, de Daniel Barosa, “Música para Morrer de Amor”, de Rafael Gomes, “Pacarrete”, de Allan Deberton, “Querência”, de Helvécio Marins Jr, “Aos Olhos de Ernesto”, de Ana Luiza Azevedo, “Guerra de Algodão”, de Marília Hugues e Claudio Marques. “Três Verões” estava prestes a entrar em cartaz quando a pandemia fechou os cinemas. O filme rendeu o troféu de Melhor Atriz para Regina Casé no Festival do Rio e ainda recebeu prêmios nos festivais de Havana, em Cuba, e Antalya, na Turquia. “A Febre” e “Pacarrete” também foram reverenciados em grande circuito internacional e acumulam expectativas. Para completar, o festival online do Espaço Itaú ainda programou a exibição de títulos estrangeiros, em que se destacam “Deerskin – A Jaqueta De Couro De Cervo”, de Quentin Dupieux, “O Chão Sob Meus Pés”, de Marie Kreutzer, e “Liberté”, de Albert Serra, premiado no Festival de Cannes passado. Depois de serem exibidos online, os títulos entrarão em cartaz no circuito Itaú Cinemas, em datas a serem definidas, conforme plano de retomada das autoridades sanitárias. A lista completa, datas de exibição e o acesso direto para os filmes podem ser conferidos aqui.

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  • Filme

    Festival de Brasília premia minorias, filmes de temáticas ambiental e LGBTQIA+

    1 de dezembro de 2019 /

    Filmes passados na Amazônia, de temática LGBTQIA+ e dirigidos por mulheres dominaram a premiação do 52º Festival de Brasília, que se encerrou na noite de sábado (30/11) na capital brasileira. O principal vencedor do evento, “A Febre”, da carioca Maya Da-Rin, venceu cinco troféus: Melhor Filme, Direção, Ator, Fotografia e Som. A obra narra a história de Justino (o premiado Regis Myrupu), um indígena do povo Desana que trabalha como vigilante em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Tomado por uma febre misteriosa, ele passa a ser perseguido por uma criatura enigmática durante todas as noites, e a lutar para se manter acordado no trabalho. De forma convincente, Regis Myrupu, que realmente tem descendência indígena, já tinha sido premiado como Melhor Ator no 72º Festival de Locarno, na Suíça, por seu desempenho. Tanto o ator quanto a diretora Maya Da-Rin são estreantes em longas de ficção – mas a cineasta tem dois documentários sobre a Amazônia no currículo. Além de “A Febre”, o filme vencedor do Prêmio do Público, “O Tempo que Resta”, também trouxe uma história passada na Amazônia com direção de cineasta feminina, Thaís Borges. Documentário de estreia da diretora brasiliense, acompanha duas mulheres marcadas para morrer, por lutar pela causa de pequenos agricultores e ribeirinhos contra grupos de mineradoras e madeireiros ilegais na floresta tropical. Thaís Borges também foi premiada pelo Roteiro. Assim, Brasília premiou uma diretora e uma roteirista mulheres, e dois filmes sobre os problemas da Amazônia. Mas a forte mensagem política do festival não ficou nisso. Anne Celestino se tornou a primeira atriz transexual premiada no evento, pelo papel-título em “Alice Júnior”, de Gil Baroni. A comédia sobre uma youtuber transexual que precisa lidar com o conservadorismo na escola levou ao todo quatro Candangos — além de Melhor Atriz, Atriz Coadjuvante (Thais Schier), Trilha Sonora e Edição. O evento ainda destacou “Piedade”, do pernambucano Claudio Assis, com três troféus. Igualmente focado em temas LGBTQIA+ e questões ambientais, o drama refletiu os problemas causados pela construção de um porto, que interferiu no habitat de tubarões, gerando ataques em praias turísticas da região de Recife. Cauã Reymond, que vive o dono de um cinema pornô e cenas de sexo com o colega Matheus Nachtergaele, levou o Calango de Melhor Ator Coadjuvante. Os demais troféus do longa foram o Prêmio Especial do Júri e Direção de Arte. Paradoxalmente, em contraste com este resultado, a organização do festival enfrentou denúncias de censura – um ator local foi impedido de ler uma carta de protesto contra a interrupção das políticas públicas para o audiovisual – e agressão contra mulheres – durante a apresentação do filme de Thaís Borges, um diretor do evento gritou contra as mulheres no palco para que começassem logo o filme e ainda xingou outras realizadoras que tentaram alertar para o horror da situação. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Mostra Competitiva de Longas Melhor Longa-Metragem “A Febre” Melhor Direção Maya Da-Rin (“A Febre”) Melhor Ator Regis Myrupu (“A Febre”) Melhor Atriz Anne Celestino (“Alice Júnior”) Melhor Ator Coadjuvante Cauã Reymond (“Piedade”) Melhor Atriz Coadjuvante Thaís Schier (“Alice Júnior”) Melhor Roteiro Thaís Borges (“O Tempo que Resta”) Prêmio Especial do Júri “Piedade”, de Claudio Assis Prêmio do Júri Popular “O Tempo que Resta” Melhor Fotografia Bárbara Alvarez (“A Febre”) Melhor Edição Pedro Giongo (“Alice Júnior”) Melhor Direção de Arte Carla Sarmento (“Piedade”) Melhor Som Felippe Schultz Mussel, Breno Furtado, Emmanuel Croset (“A Febre”) Melhor Trilha Sonora Vinícius Nisi (“Alice Júnior”) Mostra Competitiva de Curtas Melhor Curta-Metragem “Rã”, de Júlia Zakia e Ana Flavia Cavalcanti Melhor Direção Sabrina Fidalgo (“Alfazema”) Melhor Ator Severino Dadá (“A Nave de Mané Socó”) Melhor Atriz Teuda Bara (“Angela”) Melhor Roteiro Camila Kater e Ana Julia Carvalheiro (“Carne”) Prêmio do Júri Popular “Carne”, de Camila Kater Melhor Fotografia João Castelo Branco (“Parabéns a Você”) Melhor Edição André Sampaio (“A Nave de Mané Socó”) Melhor Direção de Arte Isabelle Bittencourt (“Parabéns a Você”) Melhor Som Guma Farias e Bernardo Gebara (“A Nave de Mané Socó”) Melhor Trilha Sonora Vivian Caccuri (“Alfazema”)

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  • Série

    Cauã Reymond vai estrelar nova série do diretor de Ilha de Ferro

    23 de outubro de 2019 /

    Com o fim da produção de “Ilha de Ferro”, que estreia sua última temporada na sexta (25/10), Cauã Reymond prepara-se para estrelar uma nova série. Ele está gravando o piloto de “Próteses”, nova empreitada do cineasta Afonso Poyart, responsável justamente por “Ilha de Ferro”. O piloto, porém, não é uma produção da Globo. Trata-se de uma iniciativa da produtora de Poyart, Black Filmes, que será oferecido ao mercado depois de finalizado. “Próteses” tem uma trama de sci-fi tecnológica, que vai mostrar atletas paraolímpicos intensamente disputados por grandes corporações que fabricam próteses. Além de Cauã, o elenco inclui o recordista paraolímpico de salto em altura Flávio Reitz e o ator Alli Willow (de “Bacurau”).

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  • Série

    Ilha de Ferro: Trailer da última temporada tem excesso de ação, tiros e explosões

    23 de outubro de 2019 /

    O Globoplay divulgou fotos e um trailer trepidante da 2ª e última temporada de “Ilha de Ferro”, série mais cara já feita no Brasil, que retorna em streaming. A prévia tem excesso de ação, tiros e explosões. Produção original mais badalada do serviço de streaming da Globo, lançado em novembro do ano passado com grande repercussão, “Ilha de Ferro” transformou-se também na primeira atração cancelada da plataforma. A explicação da Globoplay para o cancelamento foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. O detalhe é que, meses antes, os produtores receberam sinal verde para desenvolver os roteiros da 3ª temporada, que acabaram jogados no lixo. Até os cenários da série, inclusive a plataforma de petróleo de 3 mil m² que foi reproduzida nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões, já foram desmontados. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. Além disso, a produção conquistou aval internacional, ao ser elogiada pela revista americana Variety, numa reportagem que considerou “Ilha de Ferro” uma das melhores séries estrangeiras do ano. Mas o texto elogioso já chamava atenção para o fato de ser uma aposta arriscada da Globo, porque cara demais. A produção acompanha o cotidiano de profissionais de uma plataforma de petróleo, alterando-se entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme. O investimento elevado incluía cenas cinematográficas, como uma queda de helicóptero no mar, e um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe se o novo governo mudou de ideia em relação à parceria e descontinuou o auxílio da Marinha. Em várias intervenções, o presidente Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. A última temporada teve suas gravações encerradas em março e estreia na sexta-feira (25/10) em streaming.

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