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  • Filme

    Vídeo mostra treinamento de Tom Hardy para Venom e sugere Carnificina

    24 de novembro de 2017 /

    Um vídeo feito pelos treinadores de Tom Hardy (“Dunkirk”) para o filme “Venom” emergiu na internet, mostrando cenas da preparação do ator para viver o personagem do título. Mark Mene e Nathan Jones treinaram Hardy em boxe, kickboxing e MMA para incorporar seu papel na produção, que já está sendo filmada. No vídeo, Mene descreve Hardy como “humilde” e “verdadeiro”, e ainda faz propaganda do filme. “O que o mundo vai ver é um dos mais sombrios e mais poderosos supervilões que a Marvel já criou. Será uma carnificina”. O uso da expressão “carnificina” pode ser casual, mas a escolha de palavras pareceu bastante calculada. Afinal, Carnificina é o nome de um vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha, que muitos especulam ser o antagonista de “Venom”. Além de Hardy, o elenco da produção inclui Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Jenny Slate (série “Married”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como personagens não revelados. Ahmed é quem viveria Carnificina, segundo os rumores. O único papel confirmado é de Tom Hardy, como o jornalista frustrado Eddie Brook, que acaba virando o hospedeiro da criatura alienígena. O personagem já apareceu nos cinemas, interpretado por Topher Grace em “Homem-Aranha 3” (2007), quando o herói aracnídeo ainda era vivido por Tobey Maguire. “Venom”, porém, não faz parte do acordo da Sony com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história, uma vez que a origem de Venom está relacionada a um uniforme negro do super-herói. Com direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”), “Venom” tem estreia prevista para outubro de 2018.

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  • Filme

    Michelle Williams negocia participar do filme do supervilão Venom

    30 de setembro de 2017 /

    A atriz Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) negocia entrar no elenco de “Venom”, filme do supervilão do Homem-Aranha. Segundo a revista Variety, o papel é de uma promotora que, possivelmente, fará par romântico com Tom Hardy. A Sony não confirmou a escalação. Tom Hardy (“Dunkirk”), por outro lado, está confirmado como o protagonista, enquanto Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) segue negociando sua participação. Hardy será o jornalista frustrado Eddie Brook, que acaba virando o hospedeiro da criatura alienígena. O personagem já apareceu nos cinemas, interpretado por Topher Grace em “Homem-Aranha 3” (2007), quando o herói-aracnídeo ainda era vivido por Tobey Maguire. O filme não faz parte do acordo da Sony com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história, uma vez que a origem de Venom está relacionada a um uniforme negro do super-herói. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e as filmagens não devem demorar, já que a estreia está marcada para outubro de 2018.

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  • Filme

    Riz Ahmed negocia viver “personagem popular da Marvel” no filme de Venom

    10 de agosto de 2017 /

    O ator Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) abriu negociações para participar do filme do supervilão Venom. Segundo o site Variety, ele dará vida a um “personagem popular da Marvel”, mas o papel não foi revelado. Já o site The Hollywood Reporter afirma que não se trata do supervilão Carnificina, que tem sido apontado como provável antagonista do filme. Até o momento, o único ator confirmado na produção da Sony Pictures é Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que viverá Venom. O filme não faz parte do acordo do estúdio com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). O detalhe é que tanto Venom quanto Carnificina são personagens derivados do próprio Homem-Aranha. Ambos foram infectados por simbiontes alienígenas que o herói aracnídeo trouxe para a Terra num uniforme negro, originário de outro planeta, durante a infame saga “Guerras Secretas”. Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e as filmagens não devem demorar, já que a estreia está marcada para outubro de 2018. Além deste filme, a Sony planeja outro spin-off, “Silver & Black”, que juntará Gata Negra e Sabre de Prata, além de mais dois projetos de supervilões, centrados em Kraven, o Caçador e Mystério. A ideia, segundo o site The Hollywood Reporter, é construir aos poucos um universo de personagens, em vez de lançar todos de uma vez, como era o plano original há alguns anos com o abandonado “Sexteto Sinistro”.

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  • Filme

    Venom irá enfrentar Carnificina no primeiro spin-off do Homem-Aranha

    21 de junho de 2017 /

    A Sony já definiu quem será o vilão do filme do Venom, primeiro spin-off da franquia do Homem-Aranha. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, Carnificina será o antagonista da produção. Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) viverá Venom, mas a Sony ainda não definiu o intérprete de Carnificina. Em uma entrevista recente, Amy Pascal, ex-presidente da Sony e produtora dos filmes do Aranha, disse que “Venom” estará sim dentro do Universo Cinematográfico da Marvel, ao contrário do que havia sido anunciado inicialmente. Não está claro o que isso significa, já que a Marvel não produzirá o spin-off e Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha, está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel. Uma curiosidade é que tanto Venom quanto Carnificina são personagens derivados do próprio Homem-Aranha. Ambos foram infectados por simbiontes alienígenas que o herói aracnídeo trouxe para a Terra num uniforme negro, originário de outro planeta, durante a infame saga “Guerras Secretas”. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e as filmagens começam no segundo semestre, para uma estreia em outubro de 2018. Além deste filme, a Sony planeja outro spin-off, “Silver & Black”, que juntará Gata Negra e Sabre de Prata, e a reportagem do THR ainda revelou mais dois projetos de supervilões: centrados em Kraven, o Caçador e Mystério. A ideia, segundo apurou a publicação, é construir aos poucos um universo de personagens, em vez de lançar todos de uma vez, como era o plano original há alguns anos com “Sexteto Sinistro”, que foi arquivado.

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  • Filme

    Mistura de fé e carnificina de Até o Último Homem é a cara de Mel Gibson

    26 de janeiro de 2017 /

    Nos filmes de “Mad Max” (1979-1985), “Máquina Mortífera” (1987-1998), “Coração Valente” (1995) e “Sinais” (2002), Mel Gibson incorporava o herói enfrentando desafios impossíveis. E ainda que ele não esteja em nenhuma cena de “Até o Último Homem”, sua presença atrás das câmeras confere a esse drama de guerra a sua cara. Truculento, reacionário e movido por uma contraditória fé religiosa. Hollywood adora emoldurar histórias de reabilitação, e depois de todos os revezes que o velho Mad Max passou, porque não abraçá-lo novamente? E “Até o Último Homem” funciona perfeitamente como peça de redenção. O filme está longe de ser ótimo, mas é feito por um sujeito que entende como poucos a ala conservadora da meca do cinema norte-americano (o que explica, e muito, as seis indicações ao Oscar – inclusive de Melhor Filme e Direção – que acaba de conquistar). Em cena, há uma história verídica, a proeza de um certo Desmond T. Doss, um pacifista americano temente a Deus, que serviu como um médico de combate durante a 2ª Guerra Mundial e, pessoalmente, salvou 75 soldados feridos da batalha de Okinawa, tornando-se finalmente o primeiro adventista do sétimo dia a receber a Medalha de Honra do Exército. Como fez em “Coração Valente” e “A Paixão do Cristo” (2004), Mel Gibson equipara virtude espiritual com um infernal teste de resistência corpórea. Seu assunto favorito é o teste e a purificação do temperamento moral de um homem – uma meta que só pode ser alcançada através do sofrimento e de uma brutalidade repugnante e intransigente. O que difere esse herói de outros que Gibson promoveu, é o fato de Desmond entrar na guerra de mãos limpas. Ele não pega em armas, nem mesmo quando seu pelotão é vencido e centenas de soldados japoneses ameaçam acuá-lo. O filme sugere que os buracos mágicos que nessas horas aparecem para o personagem se esconder, talvez tenham mais a ver com uma benção divina do que propriamente com sorte. O melhor em cena é a ironia que o diretor enxerga no compromisso de não-violência de Doss. Tudo começa depois que o ainda jovem e animado religioso (interpretado na infância pelo estreante Darcy Bryce) quase mata o irmão com um tijolo. Esse acidente leva Desmond a um momento messiânico, que Gibson dramatiza com close angustiados, música inchada e uma referência pesada a Caim e Abel. Então a ação salta uma década e vemos um Doss crescido em 1942, com o esforço de guerra americano em pleno andamento. Ele é um homem mudado – literalmente, interpretado por aquele bom moço que já foi “O Espetacular Homem Aranha”, Andrew Garfield. Um adventista do sétimo dia que se recusa a carregar armas, Doss, no entanto, anseia por servir ao seu país e se alista no exército – embora não antes de se apaixonar por uma bela enfermeira, Dorothy (Teresa Palmer, de “Meu Namorado É um Zumbi”), que ele persegue com a mesma alegre teimosia que caracteriza cada uma de suas decisões. Sem dúvida, ele herdou parte da vontade de ferro de seu pai, Tom (Hugo Weaving, da trilogia “O Hobbit”), um veterano da 1ª Guerra Mundial, com cicatrizes e amarguras, que irrompe regularmente em ataques de abuso de bebedeiras. Uma vez levantado o esqueleto da trama, Gibson não ousa pisar fora das fronteiras do maniqueísmo. É tudo muito preto ou muito branco. Os homens que Doss encontra no campo de treinamento são uma mistura previsível de caras duros e de arquétipos cômicos, mas todos eles, num momento, ou em outro, são malvados com o recruta. Entre eles estão Vince Vaughn (“Os Estagiários”), como um sargento bonachão, e Sam Worthington (“Evereste”) como um capitão intransigente. Depois, na segunda parte, transfere-se a malvadeza para os japoneses. Nenhum inimigo é tratado com profundidade. São todos caricatos. E então, na hora de mostrar a batalha, Gibson mal se segura. Dá pra sentir o prazer com que ele encena a carnificina. Não há nenhuma eficiência limpa e cauterizada que caracterize as cenas de guerra. É um festival de balas rasgando a carne, de corpos sendo explodidos em dois, de membros sendo arrancados ou sendo queimados. Em nome de mais realismo, o diretor exerce seu gosto pelo virtuosismo sádico. Mas não é o que mais incomoda em “Até o Último Homem”. Há algo mais desconfortável no centro desse projeto. Uma ênfase de que foi a pureza da fé de Doss que salvou o dia, o que implica em dizer que os mortos e os derrotados não eram suficientemente puros. O Doss real, que morreu em 2006, aparece em uma breve e emocionante entrevista pouco antes do rolo de créditos, acrescentando mais um pouco de veracidade à interpretação de Gibson dos eventos. E uma das coisas mais ressonantes que ele diz é que ele ainda acredita que “ninguém deve ser forçado a agir contra suas convicções”. Mas esse conto de heroísmo na vida real parece menos uma celebração das convicções humanistas e mais uma declaração da superioridade moral dos fiéis sobre os infiéis.

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    USS Indianopolis: Nicolas Cage enfrenta tubarões em trailer de carnificina marítima

    7 de maio de 2016 /

    Blake Lively não será a única vítima de tubarão nos cinemas americanos em 2016. Nicolas Cage lidera um navio inteiro de petiscos no trailer de “USS Indianapolis: Men of Courage”, filme de desastre passado durante a 2ª Guerra Mundial. A prévia é cheia de idas e vindas, mostrando, inclusive, quem sobrevive para contar o drama, baseado em fatos verídicos. Fãs do gênero conhecem essa história de cor, narrada por Robert Shaw com detalhes vívidos no clássico “Tubarão” (1975). Mas é a primeira vez que ela é dramatizada no cinema. Na trama, Cage vive o Capitão Charles Butler McVay, que lidera o USS Indianapolis numa missão secreta: transportar partes da primeira bomba atômica em 1945. Entretanto, após cumprir sua tarefa, que levou milhões à morte em Hiroshima, um submarino japonês se vinga, torpedeando o navio. As cenas da prévia remetem, claro, a “Titanic”, mas o melhor fica para depois do naufrágio, quando os sobreviventes se veem cercados por tubarões, que lentamente arrancam partes de seus corpos, ao longo de cinco dias de carnificina no mar. Dos mais de mil tripulantes a bordo, apenas 317 sobreviveram. O elenco também inclui Tom Sizemore (“Falcão Negro em Perigo”), Thomas Jane (série “The Expanse”), Matt Lanter (série “90210”) e Cody Walker, o irmão de Paul Walker em seu primeiro papel creditado, após servir de dublê do irmão em “Velozes & Furiosos 7”. O roteiro foi escrito por Cam Cannon (produtor de “A Fúria”) e Richard Rionda Del Castro, dono do estúdio Hannibal Classics, que produz o longa. Mas o destaque é da direção de Mario Van Peebles (“New Jack City”), que dá ao filme a aparência de uma superprodução, mesmo com orçamento limitado.

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