Série Valor é oficialmente cancelada na 1ª temporada
A rede americana CW oficializou o cancelamento de “Valor”. A série já era considerada virtualmente cancelada desde novembro do ano passado, quando não recebeu o pedido de “back-9”, a encomenda de 9 episódios a mais, que completaria sua temporada inicial. A ironia é que “Valor” tinha mais público que “Dynasty”, lançada na mesma época e que acabou renovada. O programa registrava em média 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio. Entretanto, sofria com uma pontuação horrível na demo (a faixa demográfica de 18 a 49 anos, público-alvo dos anunciantes), onde marcava apenas 0,24. Entre as séries atualmente em exibição na rede CW, apenas as comédias “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”, renovadas, e a estreante “Life Sentence”, recém-cancelada, tinham menos público. “Valor” também foi destruída pela crítica, com apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série militar foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony) e repercutia as consequências de uma missão de resgate mal-executada em território inimigo. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que os soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, seria necessário uma nova missão, mas além de enfrentar os inimigos, os protagonistas também precisavam contornar segredos cada vez mais perigosos. O elenco destacava Christina Ochoa (estrela da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”).
Tim Allen revela negociações para volta da série Last Man Standing
Um ano depois de ser cancelada pela rede ABC, “Last Man Standing” pode ser resgatada pela Fox. A novidade foi sugerida pelo astro Tim Allen, estrela da série, em mensagem a seus seguidores nas redes sociais. O revival ainda estaria em fase inicial de planejamento, mas Allen está otimista, ao falar que uma nova temporada “pode se tornar uma realidade”. Veja abaixo. A volta da série pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilita o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Muitos críticos comentaram que a ABC cometeu um erro estratégico ao cancelar a série de Tim Allen, porque ela tinha boa audiência na demografia dos eleitores de Donald Trump como poucas outras séries exibidas nos Estados Unidos. Afinal, os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Allen sofria por ser o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – e se sentia extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual. Para se ter noção do respaldo do público, “Last Man Standing” tinha uma das audiências mais consistentes da ABC. A 6ª temporada, encerrada em março de 2017, foi vista em média por 6,4 milhões de telespectadores, contra 6,7 milhões da temporada anterior. E o detalhe: com a desvantagem de ser exibida às sextas, dia de pior público da TV americana. Ao mesmo tempo, a progressista “Modern Family” da mesma ABC foi assistida por 5,7 milhões de telespectadores na atual temporada, em franco declínio – perde uma média de 1 milhão de telespectadores a cada ano. Mas enquanto “Modern Family” venceu prêmios e rende discussão, pouca gente repercutiu a persistência de Tim Allen em contar as mesmas piadas conservadoras, semana após semana. De forma significativa, “Last Man Standing” nem sequer tem avaliação no site Rotten Tomatoes, porque a crítica simplesmente não se interessou por ela. Só o povão que elegeu Trump gostava. Não por acaso, Allen chegou até a se fantasiar de Trump num episódio. Os proprietários atuais da Fox tem o mesmo perfil conservador da série, a ponto de o canal Fox News ser quase porta-voz de Trump. O problema para este projeto supostamente sob medida é que a Disney, tradicionalmente mais liberal (e dona da ABC), comprou o estúdio Fox, que detém os direitos de produção de “Last Man Standing”. Ainda não há previsão para a troca de comando, que depende de aprovação do governo (de Trump), mas essa pode ser uma pedra no caminho da produção, embora o próprio Tim Allen seja bastante querido pela Disney – ele é o dublador de Buzz Lightyear nos desenhos de “Toy Story”. They heard all your voices people!! LMS just might be a reality. Keep it up. Who wants more #LastManStanding ? — Tim Allen (@ofctimallen) May 3, 2018
Trailer revela clima tenso da 3ª e última temporada de Shades of Blue
A rede NBC divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “Shades of Blue”, série policial estrelada por Jennifer Lopez. A prévia revela o clima tenso do desfecho, que culmina com o testemunho da protagonista, revelando os crimes dos colegas policiais num tribunal. Criada pelo roteirista Adi Hasak, autor dos thrillers de ação “Dupla Implacável” (2010) e “3 Dias Para Matar (2014), a série marcou a volta de Lopez à TV após 20 anos – ela foi lançada como dançarina no programa humorístico “In Living Colour” nos anos 1990. A experiência só não vai durar mais devido à agenda lotada da atriz, que não está dando conta de seus compromissos – entre eles, o especial musical “Bye Bye Birdie”, dois filmes, o reality show “World of Dance” e uma residência de shows em Las Vegas, a ser finalizada em setembro. Além de estrelar a série, Lopez também é produtora executiva de “Shades of Blue”, em parceria com Ryan Seacrest, apresentador do “American Idol”, programa de calouros que teve Lopez como jurada. Os 10 episódios finais estrearão em 17 de junho nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.
Unbreakable Kimmy Schmidt evoca Mary Tyler Moore em vídeo de sua 4ª e última temporada
A Netflix divulgou um vídeo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que revela a data de estreia da 4ª e última temporada da atração. A prévia sugere um começo de episódio, no alto astral da personagem. E chama atenção a forma como a sequência remete à abertura da série clássica “Mary Tyler Moore”, com direito a boina atirada para cima, numa explosão de otimismo. Mas se os gorros de Mary Richards (a personagem de Mary Tyler Moore em 1970) desapareciam no ar de Minneapolis no começo de cada episódio, as boinas de Kimmy (Ellie Kemper) viram decoração de uma árvore em Nova York. A 4ª temporada será dividida em duas partes. Os primeiros seis episódios chegam à Netflix em 30 de maio e outros sete serão lançados mais adiante, encerrando a série. De acordo com o site Deadline, a Universal Television teria um plano de finalizar a trama com a produção de um filme, escrito por Tina Fey e Robert Carlock, co-criadores da série. Ainda não há posição oficial da plataforma sobre este projeto. Enquanto isso, compare abaixo as semelhanças entre os otimismos de Kimmy e Mary, duas garotas que acreditavam poder mudar o mundo com seus sorrisos. E Mary Richards, de fato, mudou.
Here and Now: Nova série do criador de True Blood é cancelada pela HBO após uma temporada
O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série “Here and Now” após sua 1ª temporada, que teve seu último episódio exibido em 10 de abril. Criada por Alan Ball, responsável por dois dos maiores sucessos do canal, “True Blood” e “Six Feet Under”, a série se provou um fracasso de público e crítica. A produção teve apenas 24% de aprovação no site Rotten Tomatoes e uma média de público em torno dos 370 mil telespectadores. Em comunicado, a HBO declarou que “após uma análise cuidadosa, decidimos não seguir com uma segunda temporada de Here and Now. Agradecemos a Alan por sua dedicação com esse programa inovador, e estamos ansiosos para conferir o seu próximo projeto”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. “Here and Now” girava em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e uma filha biológica. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ter visões. O elenco era liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e incluía os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”).
Série de terror Ghost Wars é cancelada e não terá 2ª temporada
O canal pago Syfy cancelou a série novata “Ghost Wars”, que não terá 2ª temporada. A atração tinha baixa audiência, vista por uma média de 376 mil telespectadores ao vivo, e exibiu seu último episódio em janeiro. Ao menos, concluiu sua história, sem terminar num cliffhanger. As pontas soltas, que não foram poucas, devem-se exclusivamente aos roteiros, repletos de situações sem explicação e contraditórias. “Ghost Wars” era uma produção canadense do roteirista-produtor Simon Berry, conhecido por criar a sci-fi “Continuum”, e tinha um climão de terror bastante acentuado. Graças ao prestígio atingido pelo trabalho anterior de Berry, a série contava com um bom elenco, encabeçado por Avan Jogia (série “Twisted”), Vincent D’Onofrio (“Jurassic World” e série “Demolidor”), Kim Coates (série “Sons of Anarchy”), Kandyse McClure (série “Battlestar Galactica”), Kristin Lehman (série “The Killing”), Zak Santiago (série “Shut Eye”), Luvia Petersen (série “Continuum”), Carmel Amit (série “Mistress”) e o roqueiro Meat Loaf (“A Sombra de um Homem”). A trama se passava em Port Moore, uma cidade remota do Alasca, que subitamente via-se invadida por forças sobrenaturais sanguinárias, após uma experiência secreta num grande laboratório particular da região. Cabe a um jovem médium local (Jogia) superar os preconceitos da cidade e seus próprios demônios para assumir seus poderes paranormais reprimidos e salvar a todos da infestação do além que ameaça destruir tudo. A série tinha produção da Nomadic Pictures, que também realiza “Van Helsing” no SyFy, e era disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Série de comédia 9JKL é cancelada ao final da 1ª temporada
A rede americana CBS cancelou “9JKL” ao final da sua 1ª temporada. A série era vista por cerca de 5 milhões de telespectadores por episódio, mas amargava as piores críticas da fall season, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E seu cancelamento quase passou batido, já que o anúncio veio misturado com a notícia da interrupção de “Living Biblically” e não mereceu um comunicado específico da emissora. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). Como a CBS já tinha cancelado anteriormente “Me, Myself & I”, três das quatro novas séries de comédia que a emissora levou ao ar no outono fracassaram e foram canceladas. Por coincidência, todas eram exibidas nas noites de segunda-feira nos Estados Unidos. Em compensação, a quarta série nova de comédia lançada pelo canal foi “The Young Sheldon”, maior sucesso recente da TV americana, que retornará em sua 2ª temporada.
Living Biblically é tirada do ar após oito episódios
A rede americana CBS tirou do ar a série “Living Biblically”, virtualmente cancelando a atração após oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série de comédia nunca foi um grande sucesso. O episódio de estreia, exibido em 26 de fevereiro, atraiu 5 milhões de telespectadores, mas marcou apenas 0,78 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Os capítulos subsequentes perderam audiência, registrando seu pior público na última segunda (16/4): 3,5 milhões e 0,6 na demo. A série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, da série “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. A partir desta segunda, “Living Biblically” será substituída por reprises de “The Big Bang Theory” na programação do canal, que não revelou o que fará com os episódios inéditos. Ainda restam cinco episódios não exibidos da atração.
Bruce Campbell se despede da série Ash vs Evil Dead: “Papel da minha vida”
Após a notícia do cancelamento de “Ash vs Evil Dead”, o ator Bruce Campbell, intérprete de Ash, postou uma despedida ao papel “de sua vida” no Twitter. “‘Ash vs Evil Dead’ foi a jornada de uma vida. Ash Williams foi o papel da minha vida. Eu sempre serei grato ao Starz, Sam Raimi, Rob Tapert e nossos incansáveis fãs pela oportunidade de revisitar a franquia que lançou nossas carreiras. Obrigado””, ele escreveu. A série era uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Além de Campbell, a atração incluía em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. A série vai acabar ao final de sua 3ª temporada, com a exibição do último episódio no próximo dia 29 de abril nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo FOX Premium e os episódios estão disponíveis na plataforma FOX Play. Ash Vs Evil Dead has been the ride of a lifetime. Ash Williams was the role of a lifetime. I will always be grateful to Starz, Sam Raimi, Rob Tapert and our tireless fans for the opportunity to revisit the franchise that launched our careers. Thank you! ? pic.twitter.com/oNmTopS1Ab — Bruce Campbell (@GroovyBruce) April 20, 2018
Ash vs. Evil Dead é cancelada em sua 3ª temporada
O canal pago americano Starz anunciou o cancelamento da série “Ash vs. Evil Dead”. Atualmente em sua 3ª temporada, a atração exibe seu último episódio nos Estados Unidos no próximo dia 29 de abril. Com audiência em queda, o mais recente episódio da série foi visto por apenas 175 mil telespectadores, marcando apenas 0,08 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A série era uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Além de Campbell, a atração incluía em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. A 3ª temporada ainda teve o reforço de mais uma dupla: o australiano Lindsay Farris (da longeva novela “Home and Away”) e Adrielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”), que vida a inesperada filha filha adolescente de Ash. No Brasil, a série é exibida pelo FOX Premium e os episódios estão disponíveis na plataforma FOX Play.
Série Homeland vai acabar na próxima temporada
A atriz Claire Danes, que estrela “Homeland”, anunciou que a série vai terminar na 8ª temporada. A atriz contou a novidade durante entrevista ao radialista Howard Stern, na quarta-feir (18/4). Na conversa, ela disse que se sente “muito dividida” com o fim de “Homeland”. Mas, por um lado, se sentirá “aliviada”, porque sua personagem, a espiã bipolar Carrie Mathison, exige muito dela. O papel lhe rendeu dois Emmys e dois Globos de Ouro. “Homeland” está atualmente na reta final de sua 7ª temporada, como sempre bastante elogiada pela crítica. O último episódio vai ao ar no dia 29 de abril nos Estados Unidos. Já a 8ª temporada será exibida apenas em 2019. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Fox Premium 2.
Taken: Série baseada na franquia Busca Implacável está virtualmente cancelada
A rede NBC tirou do ar a série “Taken”, derivada da trilogia de cinema “Busca Implacável”. Os episódios da 2ª temporada estavam sendo exibidos nas noites de sexta-feira e ironicamente vinham recuperando público. Após estrear a temporada diante de 2,7 milhões de espectadores, os dois últimos episódios foram vistos por 3 milhões. Mas a audiência de 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) foi determinante para a decisão. Agora, os episódios que sobraram serão despejados na programação de sábado, dia em que habitualmente não são exibidas séries, a partir de 26 de maio. Isto significa que “Taken” está virtualmente cancelada, aguardando apenas o anúncio oficial. A série quase foi cancelada no ano passado, após amargar apenas 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ela foi renovada devido ao interesse internacional. Por se basear numa franquia conhecida, atraiu interesse de muitos mercados estrangeiros, tornando-se lucrativa para o estúdio NBCUniversal, parceiro da EuropaCorp (estúdio do filme) na produção. Mas houve mudanças profundas da trama, com substituição de showrunner e quase todo o elenco da temporada inaugural. O público, porém, rejeitou as mudanças. Produzida pelo cineasta francês Luc Besson, um dos criadores da franquia cinematográfica, “Taken” era uma espécie de prólogo dos filmes estrelados por Liam Neeson, mas com muita liberdade criativa. Apesar de acompanhar a juventude do agente Bryan Mills, a trama é ambientada nos dias atuais e não nos anos 1970, como seria o caso se a idade do ator original fosse levada em conta. O elenco traz o norte-irlandês Clive Standen (o Rollo da série “Vikings”) como a versão jovem do personagem de Neeson, e ainda destaca Jeniffer Beals (séries “The L Word” e “Proof”) como Christina Hart, diretora de uma agência de inteligência, que se torna sua mentora. No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon.
Seven Seconds é cancelada pela Netflix após uma temporada
A série criminal “Seven Seconds” não terá 2ª temporada. A Netflix anunciou o cancelamento da atração, após apenas uma temporada. “Seven Seconds” foi disponibilizada em 23 de fevereiro e conquistou 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Veena Sud (“The Killing”), a série deveria trazer uma história diferente por ano, mantendo um estilo de antologia. Assim, a 1ª temporada contou uma história completa, explorando as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco. A ideia do título era que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências disso duram uma eternidade. Seu grande elenco destacava Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”).












