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  • Filme

    Michael J. Pollard (1939 – 2019)

    22 de novembro de 2019 /

    Morreu Michael J. Pollard, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho no clássico “Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas” (1967). Ele tinha 80 anos de idade e a notícia de sua morte foi compartilhada pelo diretor Rob Zombie, amigo do ator, nas redes sociais. Zombie trabalhou com Pollard em um de seus filmes mais marcantes, “A Casa dos 1000 Corpos” (2003). “Ele foi um dos primeiros atores que eu escalei para o longa. Ele era muito divertido e sentiremos sua falta”, escreveu na rede social. Pollard apareceu em mais de uma centena de filmes e séries durante a carreira, que começou em 1958. Graças ao tamanho pequeno e aparência jovem, ele viveu adolescentes até quase os 30 anos, casos de suas participações nas séries clássicas “Perdidos no Espaço” e a “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) original. Nesta última, estrelou o famoso episódio “Miri”, em que apenas crianças sobreviveram a uma praga planetária. A virada em sua carreira veio com “Bonnie e Clyde”, lançado no ano seguinte, em que interpretou C.W. Moss, um frentista de posto de gasolina que acaba se juntando aos personagens-título (vividos por Warren Beatty e Faye Dunaway) em seus crimes. Além do Oscar, Pollard foi indicado ao BAFTA e ao Globo de Ouro pela atuação. Graças ao sucesso do filme, um dos mais influentes de Hollywood – marco zero do cinema “ultraviolento” – , ele passou a focar sua carreira apenas no cinema, estrelando filmes como “As Máquinas Quentes” (1970), ao lado de Robert Redford, “O Pequeno Billy” (1972), no papel de Billy the Kid, e uma porção de comédias, como “Melvin e Howard” (1980), “Roxanne” (1987), “Os Fantasmas Contra Atacam” (1988), além do filme de ação “Tango e Cash: Os Vingadores” (1989), estrelado por Sylvester Stallone e Kurt Russell. Pollard ainda voltou a se juntar ao colega de “Bonnie e Clyde”, Warren Beatty, em “Dick Tracy” (1990), desta vez do lado da lei. A adaptação dos quadrinhos foi dirigida e estrelada por Beatty, que deu ao amigo o papel de Bug Bailey, parceiro do detetive do título. A partir daí, porém, ele entrou numa fase de filmes de terror independentes, um pior que o outro. A exceção foi o drama “Arizona Dream: Um Sonho Americano” (1993), em que contracenou com Johnny Depp e Jerry Lewis. “A Casa dos 1000 Corpos”, de Zombie, foi uma das suas últimas aparições no cinema.

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  • Filme

    Estrada sem Lei vai do nada a lugar algum com mentalidade de direita

    13 de abril de 2019 /

    Existe uma razão muito clara para “Bonnie & Clyde”, do lendário cineasta Arthur Penn, ter virado um clássico do fim dos anos 1960. Clyde Barrow e Bonnie Parker cometeram crimes e assassinatos, mas, na época da crise financeira dos anos 1930, eles ganharam o apoio até de suas vítimas, pois roubavam dos bancos, não do povo. Viraram celebridades e símbolos numa luta inconsequente (e jovem até a raiz) contra o sistema. Toda essa simbologia fez do clássico de 1967 uma obra intrigante, capaz de questionar posições sociais e políticas – e que ainda contou com interpretações brilhantes de Warren Beatty e Faye Dunaway. Mas alguém achou que seria uma boa ideia recontar essa história do ponto de vista dos homens da lei que os perseguiam. O resultado, “Estrada Sem Lei” (The Highwaymen), é uma espécie de versão conservadora – de extrema direita mesmo – da saga de Bonnie & Clyde, onde os foras-da-lei não tem voz. E só são vistos de longe, de relance. O filme disponibilizado pela Netflix pinta os bandidos como monstros matadores de policiais e ladrões desalmados de bancos para justificar seu extermínio. Como são monstros, o negócio é meter bala sem perguntar se querem se render. Uma pegada nada surpreendente considerando que o diretor John Lee Hancock é responsável por filmes sobre white saviors (“Um Sonho Possível”) e sobre como mulheres são chatas até conhecerem homens maravilhosos (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). “Estrada Sem Lei” é um filme sob medida para quem acha que a polícia está sempre certa e deve descarregar uma rajada de balas em vez de prender criminosos com direito a julgamento. Quem busca traços de humanidade nesta história tem que se contentar com o retrato dos pistoleiros do lado “certo” da lei, vividos por Kevin Costner e Woody Harrelson. Eles materializam respectivamente Frank Hamer e Maney Gault, os Rangers contratados para justificar o clichê da história, “mais um serviço antes da aposentadoria definitiva”. Há algo de “Os Imperdoáveis” (1992) nesta fórmula. Afinal, os protagonistas foram matadores frios em seus anos dourados e, agora, com a ascensão do FBI, precisam lidar com regras. O Velho Oeste se foi e virou mitologia. Consequentemente, os dois perderam seus dias de glória, passando a viver rotinas com suas famílias, embora não se encaixem nesse estilo de vida. Quando recebem a oportunidade de acabar com o reinado de Bonnie e Clyde, eles não hesitam em pegar a estrada e as armas, mas para “fazer a lei” do jeito deles. O que, de certa forma, explica sua questionável tática homicida e a visão sombria de “Estrada Sem Lei” sobre essa caçada. Nunca apresentada de forma heroica. Para eles, voltar à ação não tem nada a ver com motivos financeiros, mas sim com uma chance de sair do marasmo de uma rotina que não combina com eles. Por isso, não há nada redentor em sua jornada, que os conduz do nada a lugar algum. Após o pó da última rajada assentar, nada muda em suas vidas. E isso resume o filme como um todo, uma enrolação costurada por belos planos até a conclusão da caçada. Fica, assim, demonstrado como uma história lendária, quando recontada pelos narradores errados, é capaz de perder sua graça e virar um tédio completo.

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    Kevin Costner caça Bonnie e Clyde no primeiro trailer legendado de Estrada sem Lei

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Estrada sem Lei” (The Highwaymen), que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na trama, ele caça ninguém menos que o infame casal Bonnie Parker e Clyde Barrow, ladrões de banco que aterrorizaram os Estados Unidos nos anos 1930. E está acompanhado por Woody Harrelson (“Quase 18”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer (Costner) e Maney Gault (Harrelson), que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie e Clyde. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. “Estrada sem Lei” tem roteiro escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e pelo diretor responsável pelas filmagens, John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”). A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e responsável pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “Estrada sem Lei”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “Estrada sem Lei” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

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    Kevin Costner e Woody Harrelson caçam Bonnie e Clyde em foto de filme da Netflix

    6 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma nova foto de “The Highwaymen”, que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres, numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na imagem, ele aparece ao lado de Woody Harrelson (“Quase 18”) e Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer (Costner) e Maney Gault (Harrelson), que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, o famoso casal de ladrões de banco que aterrorizaram os Estados Unidos nos anos 1930. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. “The Highwaymen” tem direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), roteiro escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”) e William Sadler (série “Power”). Mas os papéis de Bonnie e Clyde não foram revelados. A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e responsável pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “The Highwaymen”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “The Highwaymen” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

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    Kevin Costner e Woody Harrelson caçam Bonnie e Clyde na primeira foto de The Highwaymen

    10 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou a primeira foto de “The Highwaymen”, que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres, numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na imagem, ele aparece ao lado de Woody Harrelson (“Quase 18”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer e Maney Gault, que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, os notórios ladrões de banco que morreram num tiroteio contra a polícia em 1934. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. As filmagens de “The Highwaymen” tem direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”). Mas os papéis de Bonnie e Clyde não foram revelados. A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “The Highwaymen”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “The Highwaymen” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

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    Chloe Moretz e Jack O’Connell vão viver Bonnie e Clyde em novo filme sobre os gângsteres

    30 de outubro de 2018 /

    A famosa história do casal de gângsteres dos anos 1930 Bonnie e Clyde vai ganhar um novo filme. Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) foram confirmados nos papéis de Bonnie Parker e Clyde Barrow na produção, intitulada “Love Is a Gun”. O filme é baseada no livro de mesmo nome, do jornalista Jeff Guinn, que investiga a trajetória do casal de criminosos para descobrir o Hollywood não contou sobre sua relação explosiva e crimes violentos. A indústria cinematográfica americana já abordou os crimes do casal em diversas produções, como “Gangsters em Fúria” (1958) e mais famosamente “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967). Este último é considerado um marco do cinema americano, o primeiro hit de uma nova estética violenta nos cinemas, que o subtítulo nacional entrega, e um importante passo para o surgimento da chamada Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. A produção é tão famosa que foi homenageada pelo Oscar por ocasião de seus 50 anos, em 2017, com a participação dos protagonistas originais, Warren Beatty e Faye Dunaway, na entrega do troféu de Melhor Filme. E o vencedor não foi “La La Land”, como também entrou para a História da premiação. O roteiro de “Love Is a Gun” é assinado por de Sheldon Turner (“Amor Sem Escalas”) e Johnny Newman (“Narcos”) e a direção está a cargo do espanhol Kike Maíllo, que estreia em Hollywood após o sucesso do thriller “Toro” em seu país natal. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção, a história do casal também está sendo filmada para a Netflix, no longa “The Highwaymen”, que junta Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) como os policiais que caçaram os dois gângsteres. A foto abaixo mostra os verdadeiros Bonnie Parker e Clyde Barrow.

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    Kevin Costner e Woody Harrelson vão caçar Bonnie e Clyde em filme da Netflix

    12 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de “The Highwaymen”, filme policial de época, que vai juntar Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) na caça ao casal de gângsteres Bonnie e Clyde. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer e Maney Gault, que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, os notórios ladrões de banco que morreram num tiroteio contra a polícia em 1934. A história do casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. As filmagens de “The Highwaymen” já começaram em Louisiana, com direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”).

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    Academia deve homenagear 50 anos de Bonnie e Clyde no Oscar 2017

    18 de fevereiro de 2017 /

    Os atores Warren Beatty e Faye Dunaway foram convidados a apresentar o prêmio de Melhor Filme do Oscar 2017. Segundo o site The Hollywood Reporter, a escolha seria uma homenagem da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas aos 50 anos de “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), clássico do cinema estrelado pela dupla. Os dois produtores responsáveis pela festa, Michael De Luca e Jennifer Todd, não confirmaram a escolha, porém diversas fontes do THR afirmam que a definição por Beatty e Dunaway está fechada. Em 2016, o responsável por anunciar a vitória de “Spotlight – Segredos Revelados” foi o astro Morgan Freeman. “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” foi um marco do cinema americano, considerado o primeiro hit de uma nova estética violenta nos cinemas, que o subtítulo nacional entrega, e um importante passo para o surgimento da chamada Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”.

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