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    Nova animação da Pixar enfrenta título ruim, boicote e Jumanji nas estreias da semana

    4 de janeiro de 2018 /

    O ano começa com estreias simultâneas de dois blockbusters voltados ao público infantil. Mas um deles não estará disponível em algumas redes. A nova animação da Pixar enfrenta boicote de parte do parque exibidor, num protesto contra a política de preços da Disney, que exige um aumento de 2% em seus repasses. Assim, o desenho estará presente em 650 salas, bem menos que “Carros 3”, o lançamento anterior da Disney-Pixar, que ocupou mais de mil telas. A distribuição é menor, inclusive, que a do outro título infantil da semana, disponível em 950 salas. Por coincidência, o circuito limitado também terá apenas dois lançamentos: dois títulos europeus excelentes e premiados, ambos selecionados para representar seus países no Oscar 2018. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada estreia. “Viva – A Vida É uma Festa” está tendo, na verdade, uma vida pouco festiva no Brasil. Seus problemas também incluem uma mudança de título. Nos outros países do mundo, a animação se chama “Coco”, mas aqui acharam que pareceria “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando toma água de coco na praia, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Não apenas isso: na dublagem brasileira, uma personagem importante deixa de se chamar Mamãe Coco — diminutivo de Socorro — para transformar-se em Lupita. Nenhum outro personagem mudou de nome em relação à versão original. A propósito, em Portugal, acharam que o público era mais inteligente e mantiveram “Coco”. Peculiaridades de um estúdio infantil. A animação ainda sofre com um lançamento nacional tardio, após ter se consagrado no mundo inteiro, com recordes de arrecadação no México e na China, e três semanas na liderança das bilheterias dos Estados Unidos. Além disso, tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público americano, em sua estreia doméstica em novembro passado. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta nota máxima, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica americana também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). “Jumanji: Bem-vindo à Selva” reinventa a franquia iniciada em 1995 com o ator Robin Williams. Além de o tabuleiro mágico ter virado um videogame, os protagonistas são sugados para dentro do jogo e mudam de aparência, transformando-se em Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), que precisarão enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 23 anos. Além dessas mudanças todas, o novo “Jumanji”, com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), é mais comédia que aventura, daquelas em que o elenco abusa das caretas. Mesmo assim, tem 77% no Rotten Tomatoes. Já os dois títulos do circuito limitado são “The Square – A Arte da Discórdia” e “120 Batimentos por Minuto”, candidatos respectivamente da Suécia e da França a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar. Infelizmente, o longa francês já ficou pelo caminho, o que rendeu protestos do diretor de “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Por coincidência, ambos tiveram première mundial no Festival de Cannes do ano passado. “120 Batimentos por Minuto” venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio da Crítica, enquanto “The Square” faturou simplesmente a Palma de Ouro. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa francês aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). A direção é de Robin Campillo, autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”. Trata-se do filme mais elogiado da França em 2017, com impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e diversos prêmios. Além das conquistas de Cannes, também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “The Square”, por sua vez, foi considerado o Melhor Filme Europeu de 2017. Além de vencer o troféu principal da Academia Europeia, faturou mais cinco prêmios do European Film Awards, inclusive Direção e Roteiro, recebidos pelo cineasta Ruben Östlund – que já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes há três anos. Em tom de humor negro, a comédia sueca acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, que a partir de um pequeno incidente desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além do dinamarquês Claes Bang (da série “Bron/Broen”) no papel principal, o longa inclui em seu elenco a atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). Curiosamente, o filme não obteve a mesma unanimidade entre a crítica americana, ficando com 82% no Rotten Tomatoes.

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    Exibidores cogitam boicotar lançamento de Viva: A Vida É uma Festa no Brasil

    28 de dezembro de 2017 /

    Os exibidores brasileiros de cinema estão planejando boicotar a nova animação da Disney, “Viva: A Vida É Uma Festa”. Isto porque o estúdio está exigindo um aumento de 2% no repasse a que tem direito das salas de cinema do Brasil. A Disney quer 52% do faturamento do filme, em vez dos tradicionais 50%. O presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado de São Paulo, Paulo Lui, disse para a Folha de S. Paulo que “o mercado foi pego de surpresa com esse aumento”. Para ter uma ideia, se “Viva” fizer o mesmo sucesso da última animação da Disney, “Moana”, as salas de cinema teriam que repassar à Disney R$ 1,4 milhão a mais. Presidente da associação que reúne os pequenos e médios exibidores, Marco Alexandre disse à Folha que a Ancine (Agência Nacional do Cinema) “deveria tomar providências”. “Não é justo. Se a Disney cobrar 52%, as outras exibidoras também vão querer cobrar o mesmo valor.” “Esse aumento é temerário”, também reclamou Márcio Eli de Lima, da rede Centerplex de cinemas. “O percentual de 50% era histórico. Dois pontos percentuais causarão desequilíbrio na negociação com os shoppings, por exemplo.” Como reação, as exibidoras cogitam não exibir o filme, que ficaria restrito às cadeias multinacionais: Cinemark e Cinépolis. Mas a ameaça pode não representar nada, já que as duas redes citadas representam um terço do total das salas do país (isto é, mil salas), circuito que normalmente é ocupado pelo lançamento de blockbuster no Brasil. As exigências da Disney por maior parte na divisão da receita não são exclusivas para o Brasil. Nos Estados Unidos, o estúdio exigiu um repasse de 65% (dez pontos percentuais a mais do que o usual no mercado ) para exibir o último capítulo de “Star Wars”. Também impôs que o filme teria de ser exibido nas salas maiores de cada complexo cinematográfico, e por quatro semanas consecutivas. Imagine o que virá a partir de 2019, quando o estúdio consolidar sua aquisição da Fox… Produção da Pixar, outro estúdio comprado pela Disney, “Viva: A Vida É Uma Festa” (que nos outros países se chama “Coco”) já faturou US$ 500 milhões em todo o mundo e a estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de janeiro.

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    Pressionada, Disney volta atrás e libera jornalistas do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A Disney sentiu o peso e a força da imprensa norte-americana. Após entidades de críticos de cinema e os principais jornais dos Estados Unidos anunciarem boicote contra seus filmes, o estúdio voltou atrás em sua decisão de impedir que jornalistas do Los Angeles Times participassem das sessões de imprensa de seus lançamentos. Sem mencionar a repercussão da união de jornalistas do país contra o estúdio, um porta-voz da Disney divulgou uma nota, em que menciona “discussões produtivas” com o Los Angeles Times para permitir que os críticos do jornal voltem a ter acesso a seus filmes. “Tivemos discussões produtivas com a nova liderança recém-instalada no Los Angeles Times sobre nossas preocupações específicas”, diz o comunicado. “E, como resultado, concordamos em restaurar o acesso às sessões de imprensa para seus críticos de cinema”. O estúdio quis boicotar o jornal por não ter gostado de uma reportagem feita sobre o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Furiosa com a reportagem, a Disney vetou jornalistas do Times em qualquer atividade, ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a empresa em comunicado, para justificar seu boicote. Entretanto, o estúdio não gostou de provar seu próprio remédio. A decisão de boicotar o Times levou quatro associações de críticos dos Estados Unidos e jornais como o New York Times e Washington Post a fazerem seu próprio boicote contra a Disney, ameaçando deixar de escrever críticas de seus filmes e produtos até o acesso dos jornalistas do LA Times ser restabelecido. A queda de braços não durou 24 horas, até o estúdio perceber a dimensão que tinha tomado sua decisão punitiva. O New York Times deu o tom ao divulgar sua decisão de forma editoral. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), também emitiram um comunicado conjunto, em que taxaram a iniciativa da Disney de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa. “A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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    Principais jornais dos EUA boicotam Disney após estúdio impedir críticos do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A decisão da Disney de proibir que jornalistas do Los Angeles Times tenham acesso às sessões de imprensa de seus filmes uniu os críticos de cinema e a imprensa americana contra o estúdio. Após quatro associações de críticos anunciarem boicote ao estúdio, críticos dos jornais New York Times e Washington Post, dois dos mais importantes veículos de comunicação dos Estados Unidos, anunciaram que não irão mais escrever sobre filmes da Disney, até o estúdio reverter sua posição. O New York Times assumiu a decisão de forma editoral, divulgando um comunicado. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. A polêmica começou quando após o Los Angeles Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. A Disney justificou seu veto a jornalistas do Times ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa.

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    Cinema do interior dos EUA não exibirá A Bela e a Fera em protesto contra personagem gay

    3 de março de 2017 /

    Silas Malafaia não é único fundamentalista em guerra contra a “agenda gay” da Disney. O dono de um cinema “drive-in” do Alabama, considerado um dos Estados mais conservadores dos Estados Unidos, decidiu banir o filme “A Bela e a Fera” por não querer expor seus clientes a um novo personagem gay nas telas. O caso foi revelado pelo site da revista Variety. A versão com atores de “A Bela e a Fera”, que estreia em duas semanas,

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    Silas Malafaia pede boicote à Disney por beijo gay em animação

    3 de março de 2017 /

    O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo divertido, pedindo um boicote à Disney, motivado pelo primeiro beijo gay exibido em uma animação do estúdio. A cena foi ao ar num episódio do desenho “Star vs. As Forças do Mal”, do Disney Channel. Nela, vários casais se beijam durante um show – entre eles gays, héteros e idosos. “A safadeza da Disney em querer erotizar e ensinar homossexualismo a crianças chegou em seus desenhos. Vamos dizer não para esses devassos”, escreveu ele no Twitter, abrindo uma série de publicações sobre o assunto. “A Disney fez a escolha de ensinar homossexualismo para as crianças. A declaração universal de direitos humanos diz que esse ensino é dos pais”, continuou, usando um termo pejorativo para designar a homossexualidade. “Vamos fazer uma grande campanha para os pais não comprarem nenhum produto da Disney. Essa é a resposta para esses que querem destruir a família. Não existe coisa mais covarde e asquerosa do que atingir crianças indefesas”. O vídeo que defende a disseminação da homofobia na infância destaca que a Disney “resolveu comprar a agenda gay”, novamente chamando o estúdio infantil de “asqueroso, nojento e covarde”. “Peço que todos os pais deixem de comprar produtos da Disney. Tem que doer no bolso dessa cambada”. O nível só caiu daí em diante. Ao responder um artigo sobre o assunto, do colunista Anselmo Goes do jornal O Globo, o pastor chamou o jornalista de “marica”, seguido por um kkk, demonstrando toda a sua seriedade e educação. E, em tom de pregação, tratou de disseminar o ódio. “Gays, esquerdopatas, devassos, imorais e anarquistas. É uma honra ter essa gente contra”. De todo modo, a histeria homofóbica já virou piada. Em vez de respostas favoráveis ou protestos contra a intolerância, a maioria dos comentários sobre os tuítes do pastor foram debochados. “Imagino agora, nesse momento, o pessoal da Disney numa sala, apavorados e discutindo sobre o tal Silas que quer boicote”, ironizou um internauta. “Não acredito que Malafaia causou a falência da Disney”, brincou outro. No ano passado, a Disney tomou uma posição bastante clara e firme contra a homofobia de políticos e religiosos, ao ameaçar tirar seus negócios do estado da Geórgia, quando uma lei de caráter preconceituoso foi aprovada pelo legislativo estadual. Graças à pressão econômica do maior estúdio de Hollywood, o governador da Geórgia não promulgou a lei. Para completar, é preciso avisar para o pastor sobre “A Bela e a Fera”, versão com atores do clássico animado de 1991. Já exibido para a imprensa, o final do filme deve merecer outro vídeo de “alerta às famílias e aos pais”.

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    YouTuber mais famoso do mundo perde apoio e patrocínios da Disney e do Google por “brincadeiras” antissemitas

    14 de fevereiro de 2017 /

    O youtuber mais famoso do mundo, o sueco Felix Kjellberg, conhecido como PewDiePie, perdeu patrocínios e apoios da Disney e do Google após fazer repetidas piadas antissemitas em seu canal na rede de vídeos. O boicote comercial demonstra que há limites para piadas de mau gosto no YouTube, defendidas sob o pretexto da alienação ou ignorância, ou mesmo como simples tentativa de criar polêmicas em busca de visualizações. A polêmica começou quando o jornal americano The Wall Street Journal publicou uma análise de nove vídeos do youtuber nos últimos seis meses. No material analisado, diversos vídeos exibiam suásticas, saudações nazistas e referências a Hitler. Três deles, inclusive, foram excluídos. Num dos vídeos removidos, um homem vestido de Jesus Cristo declarava que “Hitler não fez absolutamente nada de errado”. Em outra atitude polêmica, Felix contratou dois indianos por meio da plataforma Fiverr para segurarem um cartaz com a frase “morte a todos os judeus”. Num post no Tumblr, ele tentou explicar seu objetivo. “Eu estava tentando mostrar o quão louco é o mundo moderno, especialmente alguns dos serviços disponíveis online”, escreveu. “Escolhi algo absurdo para mim – pessoas no Fiverr que diriam qualquer coisa por US$ 5”. “De nenhuma maneira eu estou apoiando qualquer tipo de atitude odiosa”, Kjellberg explicou. “Eu penso no meu conteúdo como entretenimento e não em um lugar para comentários políticos sérios. Minha audiência entende e por isso eles vêm para o meu canal. Essa não era a minha intenção, mas entendo que essas piadas foram, no final das contas, ofensivas”. As explicações não convenceram. “Mesmo que Felix tenha conquistado seguidores sendo provocativo e irreverente, ele claramente foi longe demais neste caso e os vídeos são inapropriados”, declarou o porta-voz da Maker Studios, de propriedade da Disney, ao The Wall Street Journal, que cancelou seu contrato com o Youtuber. A partir de agora, Kjellberg também não faz mais parte do grupo exclusivo de publicidade do Google, voltado para os maiores criadores da internet. Além disso, a empresa cancelou o lançamento de uma nova temporada da série “Scare Pewdiepie”, produto do YouTube Red. Em compensação, o site neo-nazista The Daily Stormer se declarou o fansite número um de PewDiePie no mundo e agradeceu ao sueco por “fazer as massas ficarem mais confortáveis com as nossas ideias”.

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    Investigação conclui não ter havido maus tratos na filmagem de Quatro Vidas de um Cachorro

    4 de fevereiro de 2017 /

    Uma investigação independente, realizada pela organização American Humane, que promove segurança e bem-estar para animais, concluiu na sexta-feira (3/2) que não houve maus tratos contra cães durante as gravações do filme “Quatro Vidas de um Cachorro”. Segundo a instituição, o vídeo divulgado pelo site TMZ, que mostra um cão sendo jogado em uma piscina de ondas por um produtor do filme e que virou destaque na imprensa internacional “descaracterizou o que aconteceu no set”. Em comunicado oficial, a “American Humane” informou que a investigação sobre a denúncia de maus tratos foi feita por um “respeitado expert” no assunto. O documento afirma que “o vídeo editado, dado para o webloide TMZ, descaracterizou os eventos que aconteceram no set”. O texto ainda acrescenta que “as decisões do indivíduo ou indivíduos que capturaram e deliberadamente editaram as filmagens e depois esperaram mais de 15 meses para liberar o vídeo manipulado, dias antes da estréia do filme, levantam sérias questões sobre seus motivos e ética”. A nota também diz que o animal que aparece sendo jogado na piscina “foi selecionado pelo seu amor pela água e foi profissionalmente treinado por seis semanas para gravar cenas desse tipo”. Desde a divulgação do vídeo, a Peta, maior organização de defesa dos animais dos EUA, decidiu atacar o filme e organizar um boicote. Integrantes da ONG chegaram a participar de piquetes no fim de semana de estreia da produção, visando constranger o público que fosse ver o longa-metragem. Mesmo assim, “Quatro Vidas de um Cachorro” se saiu bem nas bilheterias norte-americanas, estreando em 2º lugar e com a mesma média de público de outras atrações sobre animais fofos.

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    Campanha contra Quatro Vidas de um Cachorro não impede sucesso do filme nos EUA

    30 de janeiro de 2017 /

    A Universal avaliou ter tomado a decisão correta ao manter a estreia de “Quatro Vidas de um Cachorro” na data prevista, após um vídeo editado, supostamente mostrando maus tratos a um dos cachorros do filme, ter sido publicado pelo site TMZ. As imagens vieram à tona poucos dias antes da estreia prevista para a produção, e chocaram até integrantes do elenco e da equipe técnica. O estúdio reagiu cancelando a pré-estreia e as entrevistas de divulgação, enquanto realizou uma investigação interna. Tão logo observou outras imagens registradas no mesmo dia de filmagem, a postura adotada foi de rechaçar o vídeo, em comunicado oficial e em entrevistas, afirmando que as imagens teriam sido montadas de forma sensacionalista e não refletiriam o que de fato aconteceu. Em suma, o cachorro não sofreu maus tratos. Os desmentidos não desarmaram a determinação da ONG Peta de protestar contra o longa, organizando um boicote, com direito a piquetes nas portas de alguns cinemas. Outras ONGs, inclusive no Brasil, teriam se aliado ao protesto. Embora o filme tenha aberto apenas em 6º lugar no Brasil, a polêmica parece não ter afetado seu desempenho nos EUA. Pesquisas do mercado norte-americano revelaram que “Quatro Vidas de um Cachorro” foi visto por famílias inteiras, que não se deixaram influenciar pelo vídeo. A história do cão que reencarna arrecadou US$ 18,4 milhões em seu final de semana de estreia nos EUA, ocupando o 2º lugar nas bilheterias. E isto estaria dentro das expectativas do estúdio. “Estreou na posição ideal, se é que não superou as expectativas”, disse Nick Carpou, chefe de distribuição regional da Universal, para a agência Reuters. “O fato de o filme ter dado tão certo tem relação direta com a ressonância de sua mensagem. A polêmica cercando os protestos gerados por um vídeo altamente editado é difícil de ignorar. Entretanto, a bilheteria mostra que o filme está acima disso”. O executivo observou que mesmo em complexos de salas onde houve manifestações, como o Arclight de Los Angeles, o longa se saiu bem. O resultado acompanhou o montante gerado pelas estreias de outros lançamentos focados no público amante de animais, como “Resgate Abaixo de Zero” (US$ 20,1 milhões) e “Winter, O Golfinho” (US$ 19,1 milhões), sendo que nenhum desses teve que enfrentar campanha negativa por maus tratos. “Quatro Vidas de um Cachorro” custou US$ 22 milhões para ser produzido e não deve dar prejuízo.

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    Proibido de participar do Oscar 2017, diretor iraniano diz que ato de Trump é humilhante

    29 de janeiro de 2017 /

    Asghar Farhadi, cineasta iraniano que já venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Separação” (2011) e está concorrendo de novo por “O Apartamento”, decidiu que não vai apelar ao governo americano para poder comparecer à cerimônia de premiação da Academia, após Donald Trump assinar um decreto proibindo a concessão de visto a turistas e imigrantes de sete países muçulmanos – entre eles, o Irã. Com a vigência da nova lei, ele não poderia participar da premiação, que acontece no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles. Para Farhadi, a situação é humilhante. Ele enviou uma declaração a respeito da sua proibição de participar do Oscar 2017 para o jornal New York Times. Nela, o cineasta afirma que decidiu não tentar comparecer à cerimônia, porque a situação é inaceitável. “Lamento anunciar que não comparecerei à cerimônia da Academia. A possibilidade da minha presença vem acompanhada de muitos ‘ses’ e ‘mas’, o que para mim é inaceitável, mesmo que sejam criadas exceções que garantam a minha viagem”. Ele continuou: “Humilhar uma nação sob o pretexto de proteger outra não é um fenômeno novo na História e sempre levou à criação de mais divisão e inimizade. Portanto, venho aqui expressar a minha condenação das condições injustas que meus compatriotas e cidadãos de outros seis países enfrentam ao tentar imigrar legalmente para os Estados Unidos. Espero que a situação atual não venha a criar mais divisões entre as nações”. Antes mesmo de Trump assinar o decreto, a atriz Taraneh Alidoosti, que estrela “O Apartamento”, já tinha anunciado sua decisão de boicotar a cerimônia em protesto contra as políticas do recém-empossado presidente dos Estados Unidos. Sua declaração foi menos política que a de Farhadi. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz nas redes sociais.

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    Trump impede cineasta iraniano que já venceu o Oscar de participar da premiação de 2017

    28 de janeiro de 2017 /

    O decreto assinado por Donald Trump proibindo a concessão de visto a turistas e imigrantes de sete países muçulmanos por, pelo menos, 90 dias vai ter efeitos imediatos na cerimônia do Oscar. Um dos atingidos é Asghar Farhadi, cineasta iraniano que já venceu a estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “A Separação” (2011) e está concorrendo de novo por “O Apartamento”. Com a vigência da nova lei, ele não poderá participar da premiação, que acontece no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles. Na semana passada, a atriz Taraneh Alidoosti, que estrela “O Apartamento”, já tinha anunciado sua decisão de boicotar a cerimônia em protesto contra as políticas do recém-empossado presidente dos Estados Unidos. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz de 33 anos. Além do Irã, pessoas provenientes do Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen não terão acesso a vistos de entrada nos EUA. Como a Índia foi poupada, o menino Sunny Pawar, astro de “Lion”, que apesar de ter só 8 anos já teve anteriormente o visto negado pelos EUA, poderá participar do Oscar 2017.

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    Autor de Quatro Vidas de um Cachorro diz que está recebendo ameaças de morte

    27 de janeiro de 2017 /

    O escritor W. Bruce Cameron, autor do livro “Quatro Vidas de um Cachorro” e roteirista do filme, revelou que está sendo ameaçado de morte, após o site TMZ divulgar um vídeo polêmico em que um cão parece ser maltratado no set de filmagem. “Eu e minha família recebemos ameaças de morte”, ele revelou, em entrevista ao site UOL, sem dizer de onde vieram as ameaças. A situação piorou após o escritor emitir um comunicado, afirmando que Hercules, o cachorro do vídeo, não sofreu maus tratos por parte da equipe. “O cachorro não ficou desesperado e não foi jogado na água. Apesar de não estar lá naquele momento, eu pude ver a gravação completa e Hercules estava executando as acrobacias tranquilamente na piscina horas antes”, ele escreveu. O vídeo, feito em novembro de 2015 no Canadá e divulgado pelo site TMZ no dia 18 de janeiro, mostra um adestrador aparentemente forçando o pastor alemão a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão é colocado pelo homem para dentro do reservatório. Após o choque inicial, responsáveis pela produção se manifestaram, afirmando que as imagens eram editadas e não condiziam com os fatos, visando apenas criar sensacionalismo. O ator Dennis Quaid foi além e chamou o vídeo de “golpe”. A empresa que forneceu o animal para o filme, Birds & Animal Unlimited, afirmou que irá processar os responsáveis pelo vídeo e usar todas os meios legais para se defender do que chama de “difamação feita pela imprensa”. Apesar disso, a ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), que defende tratamento ético aos animais, declarou guerra ao filme. A entidade preparou um boicote e anunciou que seus ativistas estarão nas portas dos cinemas dos Estados Unidos com o objetivo de constranger quem for assistir ao filme. Sobre a reação negativa, o escritor disse que tem tirado sua paz e que aprendeu uma lição com a polêmica. “A raiva fora de controle e os pedidos de boicote ao meu trabalho atrapalham meu sono, minha paz, e pior, a minha percepção sobre a humanidade. Eu sou uma pessoa que pode perdoar e acredito que a lição que devo tirar disso é que temos que tomar ainda mais cuidado com tudo o que fazemos. Mesmo sendo chamado de vendido e torturador, eu sigo apoiando o filme a mensagem por trás dele”, desabafou Cameron na entrevista ao UOL. O filme estreou na quinta (26) no Brasil e chega aos EUA nesta sexta-feira (27/1).

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    Atriz iraniana de O Apartamento vai boicotar o Oscar em protesto contra Trump

    26 de janeiro de 2017 /

    A atriz iraniana Taraneh Alidoosti, que protagoniza o filme “O Apartamento”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, usou o Twitter para declarar nesta quinta-feira (26/1) que vai boicotar a cerimônia de premiação nos EUA em protesto contra o “projeto racista” do presidente Donald Trump contra os imigrantes muçulmanos. “A proibição de visto para os iranianos é racista. Independente disso incluir ou não um evento cultural, não irei ao #AcademyAwards 2017 como protesto”, escreveu a atriz de 33 anos. Segundo a imprensa americana, o novo presidente dos Estados Unidos pretende assinar em breve um decreto para suspender a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos no país, entre eles o Irã, durante o período de um mês. Trump's visa ban for Iranians is racist. Whether this will include a cultural event or not,I won't attend the #AcademyAwards 2017 in protest pic.twitter.com/CW3EF6mupo — Taraneh Alidoosti (@t_alidoosti) 26 de janeiro de 2017

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