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  • Filme

    Disney destaca novo “Avatar” em reunião com acionistas: “De tirar o fôlego”

    20 de março de 2025 /

    CEO Bob Iger exibiu imagens e comentou produções em andamento, além de adiantar novos projetos do estúdio

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  • Filme

    Animação “Viva – A Vida é uma Festa” vai ganhar sequência

    20 de março de 2025 /

    Novo filme será comandado pelos mesmos diretores e produtores do desenho vencedor do Oscar

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  • Filme

    Disney reduz iniciativas de diversidade em meio a pressões políticas nos EUA

    11 de fevereiro de 2025 /

    Gigante do entretenimento remove referências a programas de inclusão e reavalia diretrizes internas sob impacto do governo Trump

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  • TV

    Disney+ perde 700 mil assinantes após aumento de preços

    6 de fevereiro de 2025 /

    Evasão é compensada por um crescimento de 5% na receita total, graças à sucessos de cinema e aumento de procura da plataforma americana Hulu

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  • Filme

    Morre Richard M. Sherman, compositor de “Mary Poppins”, aos 95 anos

    26 de maio de 2024 /

    Vencedor de dois Oscars, Sherman foi responsável por canções icônicas dos filmes da Disney e marcou gerações com suas composições

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  • Filme

    CEO da Disney desdenha de críticas por “lacração”: “Impacto positivo no mundo”

    4 de abril de 2024 /

    Bob Iger espera que a Disney divirta, mas também promova aceitação e compreensão entre diferentes tipos de pessoas

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  • Filme

    Filme “Taylor Swift: The Eras Tour” terá músicas inéditas na Disney+

    7 de fevereiro de 2024 /

    A Disney+ vai lançar o filme “Taylor Swift: The Eras Tour” com faixas bônus em 15 de março. O anúncio foi feito por Bob Iger, CEO da Disney, durante uma apresentação dos resultados financeiros da empresa. Esta versão especial do filme de concerto, dirigida por Sam Wrench, incluirá cinco músicas adicionais que não estavam presentes nem na versão cinematográfica nem na edição digital anteriormente disponíveis. Entre as faixas bônus confirmadas está uma favorita dos fãs, “Cardigan”, do álbum “Folklore” de 2020. Desde sua estreia nos cinemas em 11 de outubro de 2023, o filme “The Eras Tour” arrecadou mais de US$ 262 milhões em todo o mundo, tornando-se o documentário mais bem-sucedido de todos os tempos. A própria turnê também bateu recorde de arrecadação, gerando mais US$ 1 bilhão em receita.   Detalhes da produção A produção foi filmada durante três noites no SoFi Stadium, em Los Angeles. Bob Iger, que se identifica como um fã de Swift, marcou presença em pelo menos um dos shows. A direção é de Sam Wrench, conhecido por ter comandado filmes de concertos para outras artistas notáveis como Billie Eilish, Lizzo e Brandi Carlile. Com “Taylor Swift: The Eras Tour”, ele oferece um vislumbre do verdadeiro fenômeno cultural que é Taylor Swift, reafirmando sua posição como uma das vozes mais populares de sua geração. Os shows representam um passeio pelas diferentes fases da carreira da artista, embaladas em uma atmosfera eufórica que apenas os grandes espetáculos podem criar e por mais de três dezenas de canções que marcaram a trajetória da cantora, desde o início até o ápice de sua popularidade. A estrutura do espetáculo é meticulosamente delineada, com segmentos que correspondem aos nove álbuns de Swift, desde “Fearless” (2008) até “Midnights” (2022), cada um com uma identidade visual distinta .   História com a Disney e novos projetos Swift já colaborou com a Disney anteriormente, destacando-se o documentário “Folklore: The Long Pond Studio Sessions” lançado pela Disney+ em 2020. Além disso, está trabalhando com a Searchlight Pictures, propriedade da Disney, em seu primeiro longa-metragem como diretora, baseado em um roteiro original de sua autoria. A estreia do filme na Disney+ precede o lançamento do novo álbum de Swift, “The Tortured Poets Department”, que chega em 19 de abril. A artista anunciou o álbum durante sua participação no Grammy em 4 de fevereiro, uma noite em que fez história ao ganhar o prêmio de Álbum do Ano pela quarta vez.

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    Elon Musk xinga CEO da Disney: “Vá se f*der!”

    30 de novembro de 2023 /

    O bilionário Elon Musk, CEO da Tesla, da SpaceX e proprietário do X (antigo Twitter), xingou o CEO da Disney, Bob Iger, durante um evento televisado em Nova York na quarta-feira (29/11). Ele e Iger participaram, separadamente, do New York Times Dealbook Summit, e durante sua vez de ser entrevistado pelo jornalista Andrew Ross Sorkin, do New York Times, o dono do X atacou uma declaração dada pelo executivo da Disney momentos antes. Durante sua entrevista, Iger justificou a decisão de parar de anunciar no X pelas manifestações controversas de Musk, especialmente seu endosso de uma teoria de conspiração antissemita, afirmando que o nome do empresário é indistinguível de sua rede social. “Sabemos que Elon é maior que a vida em muitos aspectos e que seu nome está muito ligado às empresas que fundou ou possui. Ao assumir publicamente a posição que assumiu, sentimos que a associação não era necessariamente positiva para nós.” Quando Musk chegou para sua conversa individual com Sorkin, ele afirmou que o atual boicote dos anunciantes contra sua rede social poderá “matar a empresa”. “O que este boicote publicitário vai fazer é matar a empresa”, disse Musk. “E o mundo inteiro saberá que esses anunciantes mataram a empresa.” Então, ele provocou: “Não anunciem. Querem tentar me chantagear com publicidade? Chantagear-me com dinheiro? Vá se f*der”, disse Musk. “Vá se f*der, está claro? Ei, Bob, se você estiver na plateia. É assim que me sinto, não anuncie.”   Arrependeu-se Musk assumiu que errou em relação à postagem que desencadeou o êxodo dos anunciantes, dizendo que “eu não devia, em retrospecto, ter respondido a essa postagem em particular e deveria ter me expandido mais sobre o que eu quis dizer [ao responder]”. “Entreguei uma arma carregada àqueles que me odeiam”, acrescentou, definindo seu endosso a um post antissemita como “uma das coisas mais tolas” que fez na plataforma. Linda Yaccarino, CEO da X (que foi contratada em parte para atrair anunciantes), sentou-se na primeira fila enquanto Musk dizia, entre outras coisas: “Não tenho problema em ser odiado”. Elon Musk is melting down on live TV. He just told Disney CEO Bob Iger to “Go Fuck Yourself”!! pic.twitter.com/8kjmoYAtpa — @MysterySolvent2.0 (@DarkMSolvent) November 29, 2023

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  • Filme

    Disney prepara “Frozen 3″… e “Frozen 4”

    16 de novembro de 2023 /

    Antes mesmo da estreia de “Frozen 3”, a Disney já prepara um quarto filme. A revelação de que a equipe de animação do estúdio já trabalha em “Frozen 4” foi feita pelo CEO da Walt Disney Company, Bob Iger, em entrevista ao programa “Good Morning America” nesta quinta (16/11). “’Frozen 3′ está em desenvolvimento”, afirmou Iger. “E pode haver um ‘Frozen 4’ em desenvolvimento também. Mas não tenho muito a dizer sobre esses filmes no momento. Porém Jenn Lee, que criou Frozen – o original e o segundo filme –, está trabalhando duro com sua equipe da Disney Animation não em uma, mas na verdade em duas histórias”, confirmou ele. Curiosamente, as primeiras notícias apontavam que Jennifer Lee, codiretora e coroteirista dos primeiros filmes, não estaria envolvida na continuação, mas Bob Iger confirmou sua participação. Em 2018, a cineasta assumiu o cargo de chefe da Disney Animation, em substituição ao dispensado John Lasseter (“Toy Story”). Até o momento, não há informações ou detalhes concretos sobre as sequências. NEW: A new "Frozen 4" movie may be "in the works," @Disney CEO @RobertIger reveals! ❄️ Get the details here: https://t.co/LMUF7DsEHt pic.twitter.com/sDuNkrLr7P — Good Morning America (@GMA) November 16, 2023

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  • Etc

    CEO da Disney admite ilusão com crescimento da Disney+

    12 de agosto de 2023 /

    A plataforma Disney+ está enfrentando um declínio considerável no número de assinantes. O streaming encerrou o segundo trimestre com 146,1 milhões de assinantes, em comparação com os 158 milhões nos três primeiros meses do ano. O maior impacto sofrido pela The Walt Disney Company aconteceu no mercado asiático. Mais de 3,8 milhões de pessoas cancelaram suas assinaturas na região, atendida pela Disney+ Hotstar (Índia e Indonésia). O principal motivo para o declínio regional foi a perda dos direitos da Indian Premier League, o campeonato indiano de cricket.   Otimismo exagerado Bob Iger, CEO da empresa, admitiu que houve ilusão na companhia com o sucesso inicial do serviço, lançado em novembro de 2019. Na época, a estreia da Disney+ foi um sucesso absoluto e uma grande novidade no mercado, que ainda não tinha recebido a concorrência da HBO Max, Paramount+, Peacock e outras plataformas mais recentes. Com a nova configuração do mercado, apenas três anos depois, a plataforma presenciou uma redução no número de assinantes, indo em uma direção completamente oposta a que os executivos esperavam. Durante a apresentação trimestral de rendimentos da Disney ao mercado, Iger comentou o assunto e reforçou a falha da empresa em se iludir pelo crescimento exponencial da plataforma: “Uma das coisas que aconteceu foi que ficamos intoxicados por nosso próprio crescimento em assinaturas… Dissemos de 60 a 90 milhões de assinantes em cinco anos… superamos isso em um ano e, de repente, todo mundo estava trabalhando com esse aumento meteórico e [acreditando] que continuaria. Nós nos apoiamos nisso porque parecia que era a métrica primária pela qual seríamos medidos.”   Mudanças na percepção do sucesso A métrica para o sucesso de um serviço de streaming também mudou. O êxito deixou de representar quantidade de assinaturas e passou a ser lucro, como na velha e boa Economia de sempre. Plataformas que investiam bilhões para faturar milhões, como a própria Disney+, estão reajustando as contas. O corte em investimentos visa trocar o paradigma: qualificar a programação em vez de quantificar. Para piorar a situação, a divisão de cinema, que sempre dava um jeito de pagar as contas, acumulou prejuízos neste ano. Apenas “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e “Avatar: O Caminho da Água” (que saiu no ano passado) foram citados como sucessos recentes por Iger em sua apresentação trimestral ao mercado. A notícia afeta não apenas os conteúdos disponíveis na plataforma, mas também a vida de mais de 7 mil funcionários que serão demitidos. Segundo Bob Iger, a empresa precisa economizar cerca de US$ 5,5 bilhões para que não sinta o peso em suas finanças.

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    Billy Porter terá que vender sua casa devido à greve em Hollywood

    8 de agosto de 2023 /

    Billy Porter, vencedor do Emmy por “Pose”, revelou em entrevista ao jornal britânico Evening Standard que terá que vender sua casa devido à greve em Hollywood. Segundo o ator, a venda é uma medida de “corte de gastos”, já que vários projetos nos quais ele estava programado para trabalhar, incluindo a cinebiografia de James Baldwin, foram paralisados. “Eu tenho que vender minha casa”, disse Porter. “Estamos em greve e eu não sei quando vamos voltar. A vida de um artista, até você fazer dinheiro suficiente — o que eu ainda não fiz — ainda é aquela de salário em salário. Eu deveria estar em um novo filme e em uma nova série a partir de setembro. Mas nada disso está acontecendo”.   Críticas ao CEO da Disney Porter também criticou o CEO da Disney, Bob Iger, por uma entrevista que ele deu em julho, na Conferência Sun Valley, na qual disse que os grevistas dos sindicatos dos roteiristas (WGA) e dos atores (SAG-AFTRA) não estavam sendo “realistas” com suas demandas. “No final dos anos 1950, início dos anos 1960, eles estabeleceram uma maneira de compensar os artistas adequadamente por meio de pagamentos de cheques residuais… Aí o streaming entrou. Não há contrato para isso. E eles não precisam ser transparentes com os números — não são mais as classificações da Nielsen [que importam]. As empresas de streaming são notoriamente opacas com suas cifras de audiência. O negócio evoluiu. Portanto, o contrato precisa evoluir e mudar, ponto. Ouvir Bob Iger dizer que nossas demandas por um salário digno são irreais? Enquanto ele ganha US$ 78.000 por dia?”, seguiu. “Eu não tenho palavras para isso, exceto: vai se f****”, acrescentou.   Greve dos roteiristas e atores O WGA, sindicato dos roteiristas, entrou em greve oficialmente no dia 1º de maio, após as negociações iniciais com os estúdios não resultarem em um acordo. O sindicato trouxe várias reivindicações para a mesa, como mudanças no cálculo de pagamentos residuais (que roteiristas recebem pela exibição contínua de suas obras na TV e no streaming), regulamentação para a estrutura das salas de roteiristas televisivas, e proteções contra o uso de inteligência artificial na produção de filmes e séries. Em 14 de julho, o sindicato dos atores de Hollywood (SAG-AFTRA) se juntou ao WGA na greve, praticamente com as mesmas exigências. Como resultado, a grande maioria das produções filmadas nos EUA foram paralisadas, as divulgações com atores canceladas e datas de estreia de alguns filmes precisaram ser alteradas – incluindo “Homem-Aranha no Aranhaverso 3” e “Kraven, o Caçador”.

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    Astro de “Breaking Bad” critica CEO da Disney em discurso grevista: “Não tirará nossa dignidade”

    25 de julho de 2023 /

    O ator Bryan Cranston, conhecido por seu papel na série “Breaking Bad”, fez um discurso apaixonado durante a greve do Sindicato de Atores de Cinema e Televisão dos EUA (SAG-AFTRA), nesta terça-feira (25/7) em Nova York. Dirigindo-se diretamente ao CEO da Disney, Bob Iger, ele afirmou: “Temos uma mensagem para o Sr. Iger: sabemos, senhor, que você vê as coisas por uma lente diferente. Não esperamos que você entenda quem somos. Mas pedimos que nos ouça, e além disso, nos escute quando dizemos que não permitiremos que nossos empregos sejam tirados e entregues a robôs. Não permitiremos que você tire nosso direito de trabalhar e ganhar a vida decentemente. E, por último, e mais importante, não permitiremos que você tire nossa dignidade!” Cranston foi um dos vários atores conhecidos que subiram ao palco durante o protesto, onde o sindicato está pressionando os estúdios a conceder aos intérpretes uma parte da receita de assinatura de streaming e estabelecer limites para o uso de inteligência artificial, entre outras demandas.   Fala de Bob Iger Iger tornou-se alvo de atores e roteiristas em sua primeira greve conjunta em décadas, após seus recentes comentários chamando os grevistas de “não realistas”. “Existe um nível de expectativa que eles possuem que não é realista. E eles estão adicionando ainda mais desafios em cima daqueles que esse tipo de negócio já enfrenta”, afirmou o CEO da Disney, em entrevista ao canal pago de notícias CNBC na semana passada, lamentando a decisão dos sindicatos de paralisar os trabalhos.   Apoio dos atores Outros atores também se manifestaram durante o protesto. A estrela de “The Good Fight”, Christine Baranski, declarou: “Se esta indústria pode gerar milhões, centenas de milhões em compensação para aqueles no topo, pode se dar ao luxo de compartilhar a riqueza. Não viveremos sob o feudalismo corporativo. É hora de acertar as coisas. Nossa contribuição não será subvalorizada e não seremos substituídos.” O vilão de “Avatar”, Stephen Lang, declarou-se comovido pelos discursos da presidente do SAG-AFTRA, Fran Drescher, e pela razão da greve. “Duas qualidades se destacaram bastante: Primeiro, um sentido moral e totalmente merecido de indignação justa diante da atitude propositalmente obtusa, desrespeitosa, indiferente e irresponsável daqueles sentados do outro lado da mesa de negociação”, disse ele. “‘Vergonha sobre eles’, ela disse. Vergonha, de fato. A outra qualidade era seu profundo sentimento de tristeza por ter chegado a isso. Tantas vidas serão danificadas, tantas carreiras paralisadas ou destruídas; famílias já trabalhando duro para sobreviver sofrendo mais danos e degradação… todos eles pegos neste turbilhão de desigualdade causado pela ganância corporativa organizada… neste momento, somos a voz racional da civilização.”   Continuação da greve A greve dos atores está entrando em sua segunda semana, com milhares interrompendo o trabalho. Com isso, a maioria das produções de cinema e televisão foram paralisadas. O movimento também afeta a divulgação de filmes e participações de astros em eventos promocionais, como festivais de cinema.

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    Filme “A Cratera” é removido da Disney+ após apenas 50 dias

    5 de julho de 2023 /

    “A Cratera”, filme de ficção científica dos mesmos produtores de “Stranger Things”, foi retirado abruptamente do catálogo do Disney+ cerca de 50 dias após o seu lançamento. A decisão causou revolta entre os espectadores e reacendeu debates sobre a preservação de mídia em uma era dominada por plataformas de streaming. Produzido pela Disney com um custo estimado de US$ 53,4 milhões, o filme desapareceu sem aviso prévio da plataforma, anulando a chance de conquistar novos públicos e colocando em dúvida o modelo de produção direto para streaming. O acontecimento levantou questões sobre o destino de outros títulos da companhia que também estão sendo retirados do catálogo sem qualquer explicação. Política controversa de corte de conteúdo A remoção de “A Cratera” faz parte de uma política da Disney que já levou à exclusão de mais de duas dúzias de programas da Disney+ e da Hulu/Star+. Entre os títulos notáveis, está “Willow”, que encerrou sua temporada menos de seis meses antes de ser retirado do ar. Esta política de corte foi posta em prática após a decisão do CEO da Disney, Bob Iger, de reduzir o conteúdo de seus serviços de streaming para lidar com perdas superiores a US$ 1 bilhão. Iger planeja economizar US$ 3 bilhões até 2023 e espera que a redução do conteúdo resulte em uma economia de US$ 1,5 bilhão a US$ 1,8 bilhão. Em uma declaração recente, Iger afirmou: “Quando você faz muito conteúdo, tudo precisa ser divulgado. Você acaba gastando muito dinheiro em divulgação que não vão ter um impacto no fim das contas, exceto negativamente devido aos custos”. Preocupações com a Preservação de Mídia A nova estratégia da Disney para a curadoria de conteúdo, aliada à remoção em massa de programas de plataformas como a Max, gerou várias questões sobre a preservação de mídia. Com o declínio do lançamento físico de filmes e séries, muitos títulos podem estar condenados a desaparecer completamente. Por exemplo, “A Cratera” agora só pode ser assistido de forma ilegal. Lançado em 12 de maio, “A Cratera” contava a história de um menino que cresceu em uma colônia de mineração lunar e se aventura com seus amigos para explorar uma cratera lendária antes de ser transferido para outro planeta. Inspirado por aventuras do cinema dos anos 1980, o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. Os considerados críticos top do Rotten Tomatoes (grande imprensa) deram 100% de aprovação ao filme, fazendo comparação a clássicos juvenis produzidos por Steven Spielberg. Mas os blogueiros se dividiram e a nota média ficou com 64%, praticamente empatada com a aprovação de 63% do público. o primeiro filme dirigido por Kyle Patrick Alvarez (das séries “13 Reasons Why” e “Homecoming”) transforma a jornada dos adolescentes pela superfície inóspita do satélite natural da Terra numa história sobre crescimento e amadurecimento. Entretanto, seu lançamento aconteceu praticamente sem divulgação e boa parte dos assinantes da Disney+ sequer souberam que o filme existia, apesar do elenco incluir a popular atriz jovem Mckenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”). “A Cratera” agora se junta a uma lista crescente de produções desaparecidas da existência digital. Veja abaixo o trailer da produção.

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