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  • Titanic
    Filme

    James Cameron lembra em livro que todos apostavam no fracasso de Titanic

    25 de abril de 2017 /

    Duas décadas após o lançamento de “Titanic” (1997), o diretor James Cameron lembrou, em um texto publicado no livro sobre a produtora Sherry Lansing (“Leading Lady: Sherry Lansing and the Making of a Hollywood Groundbreaker”), que os estúdios achavam que teriam enorme prejuízo com a produção. Cameron conta no texto que a 20th Century Fox se assustou com os custos e decidiu que precisaria rachar as despesas de produção com outro estúdio. A previsão inicial era de US$ 100 milhões, mas o valor foi se multiplicando até dobrar durante a pré-produção, graças às exigências do diretor para captar o realismo que buscava. Com todos os sets construídos e prontos para começar a filmagem, a Fox ouviu da Universal que não tinha interesse em investir naquela loucura. O filme só acabou ganhando sinal verde porque a produtora Sherry Lansing trouxe a Paramount à bordo. Mas para conseguir isso, ela teve que enfrentar todos os demais executivos da empresa. “Sherry sempre amou o filme, mas os empresários da Paramount agiam como se eles tivessem sido diagnosticados com câncer terminal”, conta o diretor. “Todo mundo pensou que ia perder dinheiro e todos os esforços eram para que a ‘hemorragia’ não fosse fatal. Ninguém estava apostando num resultado positivo, inclusive eu, porque ninguém poderia imaginar o que viria depois”, diz. Para complicar ainda mais, o filme teve seu lançamento adiado, por conta da demora na conclusão dos efeitos visuais. “A realidade de terminar o filme no nível necessário de qualidade visual estava se tornando quase impossível. O filme era muito longo e os efeitos visuais eram muito inéditos”, explicou Cameron no livro. “Cortar o filme estava o tornando mais demorado. Na sala de corte, o filme ficava poucos segundos mais curto por dia. Era como cortar um diamante”, lembrou. Foi neste momento que a imprensa americana começou a criticar o longa antes de tê-lo visto, criando uma expectativa negativa sobre seu lançamento. As críticas batiam no custo épico, no atraso da produção, no medo dos executivos e outras histórias de bastidores. Cameron, então, jogou a estreia de “Titanic” para dezembro de 1997, antecipando o lançamento no Japão e em Londres, onde a imprensa se rendeu, aplaudindo o longa e tecendo grandes elogios – a estratégia incluiu uma exibição particular do filme para o Príncipe Charles, no Reino Unido. Foi o que bastou para fazer a imprensa americana mudar de tom, encarando o projeto com outros olhos. Em seu texto, o diretor elogia Sherry, a única que apoiou o filme incondicionalmente, e lembra como ela ficou emocionada quando o assistiu pela primeira vez, elogiando a química entre Jack e Rose, personagens de Leronardo DiCaprio e Kate Winslet. Ao final, “Titanic” fez uma fortuna para os estúdios que os produziram. E também para o diretor, que, diante das pressões negativas, aceitou trabalhar praticamente de graça, para que seu salário não pesasse nos custos, em troca de uma percentagem da bilheteria… O filme conseguiu mais de US$ 2 bilhões de arrecadação mundial e virou uma febre. Seu sucesso só veio a ser superado pelo filme seguinte de Cameron, outra loucura milionária, “Avatar” (2009), que fez a quantia recorde de US$ 2,7 bilhões.

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    Paulo Gustavo fica eufórico ao descobrir matéria sobre Minha Mãe É uma Peça 2 no Le Monde

    26 de março de 2017 /

    O ator Paulo Gustavo, que está em Paris com o marido Thales Bretas, descobriu que o jornal francês Le Monde, um dos mais famosos do mundo, publicou uma reportagem sobre o filme “Minha Mãe É Uma Peça 2”. E ele foi ao Instagram registrar o fato, feliz da vida. Em vídeo postado na rede social na madrugada de domingo (26/3), o ator apareceu eufórico com a descoberta. “Como é que dorme com isso?”. A matéria, publicada na revista que acompanha a edição dominical do Le Monde, tem uma página e é focada no sucesso de bilheteria do filme, que bateu recorde de público nos cinemas brasileiros. A maior parte dos comentários vem entre aspas, citando a crítica carioca Susana Schild. “No Brasil os espectadores não vão ao Cinema para refletir, para ver Godard, e sim para se divertir e sair de uma vida muitas vezes violenta”, diz ela num trecho da matéria, de forma impressionantemente estereotipada – como se o cotidiano parisiense, em tempos de terrorismo islâmico, não fosse violento e como se os filmes de Godard fossem “blockbusters”, quando, lá como aqui, são os besteiróis (com direito a comédia com ator em papel de mãe, “Eu, Mamãe e os Meninos”) que lotam os cinemas. Enfim… Ma mére , cette héroïne ! No Le Monde Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em Mar 25, 2017 às 5:38 PDT Eu to no LE MONDE hoje ! Que chique !! Minha mãe é uma peça fazendo historia !! Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em Mar 25, 2017 às 4:04 PDT

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    Kong – A Ilha da Caveira é o único lançamento gigante em semana de 14 estreias

    9 de março de 2017 /

    A semana registra 14 lançamentos de cinema, mas a maioria em circuito limitado. A única estreia de tamanho gigante é “Kong – A Ilha da Caveira”, o novo filme de King Kong, que chega em quase mil salas, ocupando todas as telas IMAX. Desembarca nos trópicos precedido por críticas entusiasmadas nos EUA a seus efeitos visuais, apesar das inconsistências em sua trama e erros de continuidade dignos de Ed Wood. A ação se passa nos anos 1970 e acompanha uma equipe militar perdida na ilha que dá título à produção – e que apareceu em todas as versões da origem de King Kong. Ao privilegiar o “prólogo” clássico, o filme resgata a tradição pulp das histórias de dinossauros no mundo contemporâneo e remixa este conceito centenário – de clássicos de Edgar Rice Burroughs (“A Terra que o Tempo Esqueceu”) e Arthur Conan Doyle (“O Mundo Perdido”) – com o delírio de “Apocalypse Now” (1979). Mais quatro filmes falados em inglês entram em cartaz. Todos de tom dramático e que tiveram desempenho de chorar nas bilheterias norte-americanas. Dois deles são dramas de tribunal. “Versões de um Crime” puxa mais para o suspense, com Keanu Reeves defendendo o filho de uma antiga conhecida da acusação de assassinato do próprio pai, numa história de reviravoltas previsíveis. Já o britânico “Negação” é quase um docudrama, que questiona a existência do Holocausto num julgamento midiático, com Rachel Weisz tendo que provar que os crimes nazistas não foram apenas propaganda judaica. Os outros dois lançamentos foram concebidos de olho no nicho dos filmes de prestígio, mas se frustraram ao não conseguir indicações ao Oscar 2017. “Fome de Poder” conta a história polêmica da origem da rede McDonald’s, com Michael Keaton no papel de Ray Kroc, o empresário visionário e vigarista que se apropriou do negócio dos irmãos que batizam as lanchonetes. E “Silêncio” é o épico que Martin Scorsese levou décadas para tirar do papel. O filme sobre padres jesuítas, martirizados ao tentar levar o evangelho ao Japão do século 17, lhe permitiu fazer as pazes com o Vaticano, superando as polêmicas de “A Última Tentação de Cristo” (1988). O catolicismo também é o tema central de “Papa Francisco, Conquistando Corações”, cinebiografia do atual Papa, que, ao contrário do esperado, não carrega na pregação ou edulcora a religião, mostrando um retrato humano do religioso desde sua juventude até sua sagração. Chama atenção ainda o fato de a obra não evitar temas polêmicos, como a ditadura argentina e os escândalos de pedofilia entre padres. Duas produções brasileiras lutam por espaço onde não há. O documentário “Olhar Instigado” aborda um tema urgente: a arte de rua em São Paulo. Bem fotografado, o filme acompanha grafiteiros e pichadores pela noite paulistana, e chega às telas em momento de tensão política, após a Prefeitura considerar as latas de spray tão perigosas quanto armas nas mãos de bandidos. Mesmo assim, não faz distinção entre arte e vandalismo, não leva a discussão onde ela já está. O drama policial “O Crime da Gávea” também rende debate, devido à disputa de bastidores entre o roteirista e o diretor para definir quem foi seu “autor”. O roteirista Marcílio Moraes vem do mundo das novelas, que define como autor quem escreve o texto. Mas cinema é outra coisa. E com o diretor André Warwar escanteado na pós-produção, a premissa noir, do marido suspeito que tenta desvendar o assassinato da esposa, em meio ao contexto da boemia moderninha carioca, implode num acabamento (voice-overs, por exemplo) que não combina com o que foi filmado. Tanto ego rendeu uma estreia em cinco míseras salas. Para quem sentir falta de besteirol, a semana reserva a comédia italiana “Paro Quando Quero”. Por um lado, a trama embute uma crítica adequada à crise econômica europeia, que reduz universitários formados a trabalhadores braçais. Por outro, é descarada sua apropriação de “Breaking Bad” num contexto de enriquecimento rápido digno de “Até que a Sorte nos Separe”. A trama gira em torno de um grupo de sub-empregados que decidem unir seus conhecimentos acadêmicos para lançar uma nova droga no mercado, surtando quando o negócio os torna milionários. Para completar, a programação vai receber nada menos que cinco filmes franceses. Esse fenômeno resulta da supervalorização do cinema francófono entre as distribuidoras nacionais, reflexo de uma era longínqua em que produtos do país eram ícones de status social e cultural – a palavra “chique” é um galicismo do século 19. Com melhor distribuição entre os lançamentos franceses, “Personal Shopper” volta a juntar a atriz americana Kristen Stewart com o diretor Olivier Assayas, após a bem-sucedida parceria em “Acima das Nuvens” (2014). Levou o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes, mas é a ótima performance de atriz que prende o espectador em sua história de fantasmas, de clara inspiração hitchcockiana. “Souvenir” também deve sua distribuição à fama de sua estrela, a atriz Isabelle Huppert, indicada ao Oscar 2017 por “Elle”. Desta vez, porém, ela estrela um romance leve, francamente comercial, como uma cantora que flertou com o sucesso nos anos 1970 e, inspirada pela paixão de um jovem que a reconhece no trabalho, tenta retomar a carreira. Na mesma linha, “Insubstituível” traz François Cluzet como um médico do interior que treina, relutantemente, uma substituta mais jovem. Sem ligação com esse cinema descartável, “Fátima” lembra “Que Horas Ela Volta?” ao acompanhar uma mãe pobre e imigrante, que trabalha como faxineira e luta para manter as filhas na escola. Enquanto a mais nova vive sua rebelião adolescente, sem respeito pela mãe “burra” que mal fala francês, a mulher do título sacrifica a própria saúde para dar à filha mais velha a chance de cursar a faculdade. A produção usa o recurso de uma carta, escrita pela mãe, para amarrar a história, que venceu o César 2016 (o Oscar francês) de Melhor Filme, Roteiro e Atriz Revelação. Mesmo assim, há quem ache que o cinema francês decaiu muito desde a nouvelle vague. E para estes o circuito reserva a chance de conferir o relançamento, em cópia restaurada, do clássico “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, uma das primeiras obras-primas do movimento e que destaca a recém-falecida Emmanuelle Riva no papel principal. Clique nos títulos dos filmes destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e vira o filme brasileiro de maior bilheteria em todos os tempos

    8 de fevereiro de 2017 /

    Com o sucesso contínuo de público, a comédia “Minha Mãe É uma Peça 2” bateu o recorde de bilheterias no Brasil. Após sete semanas em cartaz e 8,8 milhões de espectadores, o longa já faturou mais de R$ 117 milhões em venda de ingressos, ultrapassando “Os Dez Mandamentos”, até então líder do ranking com R$ 116,8 milhões, segundo dados do Filme B. E os valores ainda devem aumentar bastante, pois “Minha Mãe É uma Peça 2” segue em exibição em 449 salas do país, ocupando atualmente o 3º lugar no ranking dos filmes mais vistos da semana. As novas peripécias de Dona Hermínia, mãe vivida pelo ator Paulo Gustavo, já superou em muito o longa original, que levou 4,6 milhões aos cinemas e se tornou o filme brasileiro mais visto de 2013. Os planos para a continuação já estão sendo discutidos e Paulo Gustavo mencionou a possibilidade de filmar “Minha Mãe É Uma Peça 3” em Nova York. Entretanto, ele não dá prazo para o início da produção, dizendo que tem “outros projetos”. “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou o ator.

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    James Cameron defende final de Titanic contra os Caçadores de Mitos

    31 de janeiro de 2017 /

    James Cameron resolveu defender o final de “Titanic” (1997) de uma antiga controvérsia, levantada pelo programa “Caçadores de Mitos” (Mythbusters) em 2012. Segundo a atração do Discovery Channel, Jack, o personagem de Leonardo DiCaprio, poderia ter sobrevivido ao naufrágio ao lado Rose, vivida por Kate Winslet. Durante uma entrevista ao The Daily Beast, o diretor respondeu que a alternativa de sobrevivência mostrada pelo programa era furada. “Ok, vamos falar sobre isso. Você é o Jack e está na água com a temperatura média de -3 graus, seu cérebro está começando a sofrer de hipotermia. Os Mythbusters podem falar para você tirar seu colete, submergir na água para amarrá-lo no pedaço de madeira, mas isso demoraria em torno de 5 a 10 minutos embaixo da água gelada. Então, até você retornar à superfície já estaria morto. Ou seja, não funcionaria”, disse o diretor. Apesar de afirmar que acha o programa bem divertido, ele defende que o final de seu filme não poderia ser diferente. A ciência não poderia salvar Jack. E nem Hollywood gostaria disso. Afinal, o desfecho trágico ajudou o longa a se tornar recordista de público, faturando US$ 2,1 milhões em todo o mundo – uma bilheteria que só foi superada mais de uma década depois por outro filme de Cameron, “Avatar” (2009). O diretor aproveitou para confirmar que está trabalhando na sequência de “Avatar” e se dedicando a projetos que visam a defesa do meio-ambiente, apesar de dizer que, com a eleição de Trump, “somos possivelmente a civilização mais idiota da História”. Veja abaixo o vídeo original do episódio dos “Caçadores de Mitos” sobre o final de “Titanic”.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 supera R$ 100 milhões de bilheteria

    30 de janeiro de 2017 /

    O sucesso da comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2” continua impressionante. No fim de semana, o filme conquistou uma façanha raríssima no cinema nacional, ao ultrapassar a arrecadação total de R$ 100 milhões. Ao todo, 8,1 milhões de ingressos já foram vendidos para o público assistir Paulo Gustavo vestido de mulher, somando R$ 109 milhões para a produção. A marca faz de “Minha Mãe É Uma Peça 2” o quarto filme brasileiro mais assistido de todos os tempos – ou, ao menos, desde 1970, quando o mercado passou a contabilizar seus números. Só perde para “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos” (2016). Há seis semanas em cartaz, o filme permanece entre os mais assistidos do Brasil, ocupando atualmente a 3ª colocação do ranking das maiores bilheterias da semana. Os planos para a continuação já estão sendo discutidos e Paulo Gustavo mencionou a possibilidade de filmar “Minha Mãe É Uma Peça 3” em Nova York. Entretanto, ele não dá prazo para o início da produção, dizendo que tem “outros projetos”. “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou o ator.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 pode se passar em Nova York

    17 de janeiro de 2017 /

    Como o levantamento das maiores bilheterias nacionais de 2016 aponta que o público brasileiro prefere ver coisas que já viu antes, a provável trama de “Minha Mãe É uma Peça 3” vai levar Paulo Gustavo para Nova York, repetindo “De Pernas pro Ar 2” (2012). Continuações passadas nos EUA são um mote recorrente da indústria das comédias brasileiras, e ainda incluem neste lugar-comum os filmes “Até que a Sorte nos Separe 2” (2015), “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2” (2015) e o estreante “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, remake/reboot/sequência do clássico “Os Saltimbancos Trapalhões” (1981). “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou Paulo Gustavo, em entrevista ao CinePop. No último fim de semana “Minha Mãe É Uma Peça 2” alcançou a marca de 6,5 milhões de espectadores, tornando-se o quinto filme mais visto da história do cinema brasileiro.

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  • É Fada - Kéfera Buchmann
    Filme

    Maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016 foram comédias e produtos televisivos

    17 de janeiro de 2017 /

    Dados das bilheterias brasileiras, revelados pelo site Filme B, confirmam a manutenção do perfil dos blockbusters nacionais. A tendência vista no ano anterior se repetiu, e as maiores bilheterias do cinema falado em carioquês e paulistano em 2016 foram produtos derivados da TV e comédias besteiróis. Muito acima dos demais, o fenômeno “Os Dez Mandamentos”, uma versão condensada de novela, tornou-se não apenas o filme mais visto do Brasil em 2016, mas em todos os tempos. Milagre, diriam alguns. A tendência ainda inclui a adaptação da novela infantil “Carrossel”, mostrando uma reação da Record e do SBT ao predomínio da Globo Filmes. Mas também chama atenção o sucesso de “Minha Mãe É uma Peça 2”, besteirol em que um comediante do Multishow (da Globosat) se veste de mãe, ao estilo da franquia americana “Madea”, que não é distribuída no país por, ironicamente, medo de fracasso comercial. O primeiro filme já tinha sido a maior bilheteria nacional de 2013. O atual foi lançado no final de 2016 e ainda continua acumulando público – após quatro semanas em cartaz, está em 2º lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana. Entre as curiosidades da apuração, lançamentos que trazem números em seus títulos faturaram mais alto que os demais. À exceção de “Os Dez Mandamentos”, que não é sequência de “Os Nove Mandamentos”, a lista dos blockbusters nacionais inclui diversas continuações, como a já citada “Minha Mãe É uma Peça 2”, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina, “, “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Vai que Dá Certo 2”. Detalhe: “Até que a Sorte nos Separe 3” foi lançado no final de 2015. O roteirista Fil Braz, de “Minha Mãe É uma Peça 2”, também emplacou outro hit, “Tô Ryca”, que tem uma origem controversa, tamanhas são suas similaridades com o filme americano “Chuva de Milhões” (1985). Talvez a cara de pau seja outra característica marcante dos blockbusters nacionais. Três das comédias listadas tem ainda a mesma premissa, acompanhando um pobretão que vira novo rico de uma hora para outra: “Até que a Sorte nos Separe 3”, “Tô Ryca” e “Um Suburbano Sortudo”. O que parece indicar que o público brasileiro não quer ver nada realmente novo. Esta preferência reflete, inclusive, no sucesso de uma novela no cinema e na proliferação de sequências. O tom infantilóide da maioria dos besteiróis listados ainda encontra justificativa no êxito de filmes infantis, como “Carrossel 2” e “É Fada!”. Vale observar que, apesar de ser um longa estrelado por um(a) youtuber, “É Fada!” não chega a marcar uma nova tendência, já que a comédia do Porta do Fundos implodiu e o filme do Christian Figueiredo não fez tanto quanto se imaginava. Há apenas um drama original no Top 10, considerado um dos piores do ano no gênero: “O Vendedor de Sonhos”, baseado num best-seller de escritor de auto-ajuda. Cheio de frases impactantes que não dizem nada, o filme emula a ideia de um guru divino, transformando um sem-teto num Moisés hermano-urbano. Outra característica que salta e arranca os olhos: todos os 10 filmes mais vistos do país foram produzidos no eixo Rio e São Paulo. Sotaques diferentes só no circuito limitado. O pernambucano “Aquarius”, por sinal, foi a única produção da pequena distribuidora Vitrine Filmes, especialista em filmes de maior qualidade, na lista dos 20 longas nacionais mais vistos de 2016. Os chamados “filmes médios” ocuparam do 11º ao 20º lugar, num nicho estendido entre os 600 mil e os 100 mil ingressos vendidos. Nesta faixa, surge a preferência das cinebiografias, entre elas “Mais Forte que o Mundo”, sobre o lutador Zé Aldo, com 565 mil ingressos vendidos, e “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com 538 mil. Por fim, 11 dos 15 maiores campeões de bilheteria do país foram distribuídas pela dobradinha entre Downtown e Paris Filmes, que também monopolizam os grandes lançamentos nacionais, ocupando o maior número de salas disponíveis no parque cinematográfico brasileiro. Acessibilidade é um fator considerável para o sucesso. Confira abaixo a lista com os campeões nacionais de bilheteria. Top 10: Bilheterias do Brasil em 2016 1. Os Dez Mandamentos: 11,3 milhão de ingressos / R$ 116,8 milhões 2. Minha Mãe É uma Peça 2: 2,8 milhões de ingressos / R$ 36,9 milhões* 3. Carrossel 2: 2,5 milhões de ingressos / R$ 28,5 milhões 4. Até que a Sorte nos Separe 3: 2,4 milhões de ingressos / R$ 30,7 milhões 5. É Fada!: 1,7 milhão de ingressos / R$ 20,7 milhões 6. Tô Ryca: 1,1 milhão de ingressos / R$ 14,7 milhões 7. Um Suburbano Sortudo: 1 milhão de ingressos / R$ 14,3 milhões 8. Vai que Dá Certo 2: 923 mil ingressos / R$ 11,9 milhões 9. Um Namorado para Minha Mulher: 662 mil ingressos / R$ 9 milhões 10. O Vendedor de Sonhos: 611 mil ingressos / R$ 8,2 milhões

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  • Filme

    De Rogue One a Assassin’s Creed, excesso de superproduções pode gerar megafracassos no fim do ano

    11 de dezembro de 2016 /

    As próximas duas semanas de dezembro vão colocar nas telas de cinema dos EUA nada menos que quatro candidatos potenciais a blockbuster. Mas a lei da física ensina às criancinhas que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Imagine, então, quatro. “Rogue One: Uma História Star Wars” é o mais esperado de todos e sai na frente, com lançamento em 16 de dezembro nos EUA (15 de dezembro no Brasil). Sua estreia em 1º lugar é mais que garantida e, se não for um desastre completo – há relatos de muita agitação em seus bastidores – , deverá manter a posição na semana seguinte, onde enfrentará nada menos que três superproduções simultaneamente. A “battle royale” nas bilheterias norte-americanas inclui a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, a adaptação do game “Assassin’s Creed” e a sci-fi “Passageiros”. Os três serão lançados no dia 21 de dezembro nos EUA – no Brasil, a disputa é aliviada com o adiamento dos dois últimos para 5 de janeiro. Como todos possuem grandes orçamentos, os piores desempenhos tenderão a gerar grandes prejuízos. Ou seja, pelo menos um deles será marcado como um megafracasso, abrindo em 4º lugar com bilheteria girando em torno de US$ 20 milhões – o que é péssimo, considerando que o mais barato deles custou US$ 75 milhões, sem a verba de marketing. Como qualquer retrospectiva do ano poderá facilmente demonstrar, animações com bichinhos falantes – no caso de “Sing”, até cantantes – faturaram alto em 2016. E as projeções de mercado apontam que o longa da Illumination/Universal deve mesmo ficar com o 2º lugar, atrás de “Rogue One”, em sua estreia. O que deixa Magneto contra Rogue, ou melhor o filme estrelado por Michael Fassbender, “Assassin’s Creed”, em rota de colisão contra o filme estrelado por Jennifer Lawrence, “Passageiros”, na luta pelo 3º lugar. Ah, no meio disso tudo, ainda entrará “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, fantasia infantil de monstro com a atriz de “Rogue One”, Felicity Jones. E é um curioso caso de filme de monstro que se apavorou com a voracidade de Hollywood. Seu estúdio preferiu um plano mais furtivo de lançamento, fazendo uma distribuição limitada enquanto os grandões se devoram, para abrir em mais salas apenas na primeira semana de janeiro. Se vai dar certo ou se vai dar 5º lugar, o distinto público só saberá no começo de 2017.

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  • Filme

    Paris Filmes quer exportar besteiróis brasileiros para o mundo

    12 de novembro de 2016 /

    A Paris Filmes firmou uma parceria de coprodução internacional com a Globalgate Entertainment, empresa que tem como membros produtoras independentes do mundo todo, como a Gaumont (França), Lionsgate (EUA), Televisa (México), e Wanda (China), visando realizar remakes de sucessos estrangeiros e oferecer filmes brasileiros para refilmagem no exterior. Segundo um dos sócios da Paris Produções, Sandi Adamiu, já existem planos para uma versão brasileira do blockbuster francês “Intocáveis” (2011) e aparente interesse nos besteiróis nacionais. “A gente já mostrou interesse pelo remake do filme francês ‘Intocáveis’. E pretendemos oferecer ‘Até que a Sorte Nos Separe’ e ‘Internet – O Filme’, que é o nosso próximo lançamento”, ele revelou, em entrevista à revista Veja. Responsável também por longas nacionais como “Carrossel: O Filme” (2015) e “Mais Forte que o Mundo” (2016), a Paris Produções começará a negociar com as empresas estrangeiras da Globalgate em dezembro deste ano. Por isso, ainda não há previsão de quando sucessos europeus poderão ganhar versão brasileira ou quando as comédias nacionais chegarão aos cinemas estrangeiros. Além da troca de direitos de roteiros, a parceria também permitirá o desenvolvimento de coproduções internacionais. “Nós também podemos investir nos remakes. Se a França decidir rodar ‘Até Que a Sorte Nos Separe’, posso investir e entro como coprodutor. É uma parceria puramente de desenvolvimento de conteúdo, mas é uma abertura para o Brasil voar”, completa Adamiu. Vale adiantar que uma grandiosa franquia nacional deve se destacar aos olhos do mercado estrangeiro, a bem-sucedida série de filmes “O Filme”, que já rendeu várias continuações e derivados, tantos são os lançamentos com esta demoninação nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    É Fada vira blockbuster com mais de 1 milhão de ingressos vendidos

    17 de outubro de 2016 /

    O filme de estreia da youtuber Kéfera Buchmann virou blockbuster. A comédia “É Fada” chegou a 1 milhão de ingressos vendidos em dez dias em cartaz. Além de comprovar a popularidade de Kéfera, os números confirmam a diretora do longa, Cris D’Amato, como uma das principais responsáveis pela onda atual de besteiróis nos cinemas. Seus dois “S.O.S. – Mulheres ao Mar” também foram vistos por mais de 1 milhão de pessoas. “É Fada” é o quinto filme brasileiro a bater a marca milionária em 2016. Antes da fadinha, os filmes que levaram multidões aos cinemas foram “Um Suburbano Sortudo”, “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, “Os Dez Mandamentos – O Filme” e “Até que a Sorte nos Separe 3” (lançado em 24 de dezembro de 2015). Por sinal, os críticos odiaram basicamente todos eles. Confira a crítica de “É Fada” aqui.

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  • Jurassic World
    Filme

    Jurassic World 2 será um dos filmes mais caros já feitos

    21 de setembro de 2016 /

    Steven Spielberg previu em 2013 uma possível implosão de Hollywood, causada pelo excesso de filmes de grande orçamento. E agora ele faz sua parte, como produtor, para cumprir a profecia. Em entrevista para o jornal El Pais, o diretor J.A Bayona (“O Impossível”) revelou o custo previsto para a produção de “Jurassic World 2”: “apenas” US$ 260 milhões. Há uma regra não declarada em Hollywood que, quando um filme faz muito sucesso, sua sequência seja mais cara. “Jurassic World” (2015) custou US$ 150 milhões e rendeu US$ 1,6 bilhão mundialmente. Se a informação do diretor for verídica, “Jurassic World 2” será um dos filmes mais caros já feitos e terá que render em torno de US$ 1 bilhão para se pagar. “Batman vs. Superman”, que custou US$ 10 milhões a menos, parou na marca dos US$ 873 milhões. Apesar do orçamento escandaloso, “Jurassic World” nem chega nem perto do valor gasto pela Disney para bancar o filme mais caro já produzido em Hollywood: “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” detém o recorde, tendo custado US$ 378,5 milhões para chegar aos cinemas. A expectativa é que Chris Pratt e Bryce Howard Dallas retornem para “Jurassic World 2”, cuja sinopse está sendo mantida em sigilo. As filmagens devem começar assim que Bayona encerrar a divulgação de seu novo filme, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, que estreia em 13 de outubro no Brasil, mas apenas em dezembro nos EUA. “Jurassic World 2” tem estreia marcada para junho de 2018.

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  • Jurassic World
    Filme

    Diretor revela que Jurassic World será uma trilogia

    13 de setembro de 2016 /

    O diretor espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”), responsável pela sequência de “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015), revelou que a saga será uma trilogia. “Colin Trevorrow (diretor do primeiro filme) concebeu ‘Jurassic World’ como uma trilogia. Nós estamos escrevendo o segundo capítulo e é muito interessante aonde a história está nos levando”, disse o cineasta, em entrevista à revista Entertainment Weekly, durante sua participação no Festival de Toronto, onde divulga seu novo filme, a fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (2016). O diretor revelou que cresceu vendo os filmes de Steven Spielberg, diretor de “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” (1993), e espera poder conservar “o legado” da franquia com seu filme, mas também acrescentará “novos aspectos que o público aprovará”. Bayona acrescentou que atualmente se encontra em uma etapa “emocionante” da história, que se chamará simplesmente “Jurassic World 2”. “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” foi o quarto filme da franquia e o mais bem-sucedido de todos, arrecadando US$ 1,6 bilhão em todo o mundo, a quarta de maior bilheteira de todos os tempos. As filmagens de “Jurassic World 2” devem acontecer no começo de 2017 para um lançamento em junho de 2018.

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