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  • Filme

    Frozen 2 supera primeiro filme nas bilheterias mundiais

    5 de janeiro de 2020 /

    “Frozen 2” continua lotando cinemas em todo o mundo. Embora tenha sido lançado no Brasil apenas na quinta passada (2/1), a produção da Disney superou neste fim de semana a bilheteria mundial do primeiro filme. Ao todo, “Frozen 2” já soma US$ 1,325 bilhão de arrecadação global, bem mais que o montante de US$ 1,274 bilhão do longa de 2013. Segundo a Disney, esta façanha é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Mas não é exatamente assim. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Vale lembrar que o indicado ao Globo de Ouro 2020 na categoria de Melhor Animação nem sequer usa captura de performance para dar vida aos animais falantes, criados inteiramente por computador em sua produção. Por mais foto-realista que seja sua tecnologia, a única cena real de “O Rei Leão” são alguns segundos que apresentam a savana africana logo em sua abertura. E se 99,9% do filme é animado… O recorde de maior bilheteria de animação, de “O Rei Leão”, é de US$ 1,656 bilhão. Na verdade, esta “polêmica” não passa de uma questão “interna” da Disney, que discute consigo mesma como celebrar seu sucesso impressionante em 2019. Ao todo, o estúdio teve seis filmes bilionários em 2019, um recorde nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Como se não bastasse, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” ainda vai aumentar nos próximos dias esse número para sete – a bilheteria é considerada pelo ano do lançamento. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker já se aproxima de US$ 1 bilhão nas bilheterias

    5 de janeiro de 2020 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” lidera as bilheterias da América do Norte – e do mundo – pela terceira semana consecutiva. Apesar da reprovação da crítica e de informações sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm, o longa já superou os US$ 450 milhões em arrecadação doméstica e está prestes a atingir US$ 1 bilhão de faturamento mundial. Ao todo, sua soma global está em US$ 918,7 milhões. Outras marcas importantes foram registradas no Top 5. Em 2º lugar, “Jumanji: Próxima Fase” ultrapassou os US$ 600 milhões de ingressos vendidos em todo o mundo. E “Frozen 2”, atualmente em 5º, somou US$ 1,3 bilhão e deixou para trás o montante mundial do primeiro longa. Segundo a Disney, a façanha de “Frozen 2” é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Só que não. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Saiba mais sobre estes números e a polêmica aqui. Para completar a discussão de recordes, a semana ainda teve um desempenho que gera preocupação. Em meio à programação repleta de blockbusters, a Sony arriscou lançar um filme de terror. E mesmo sendo a única estreia da semana na América do Norte, o reboot de “O Grito” provou-se um grande fiasco. Após ser destruído pela crítica (17% no Rotten Tomatoes) e receber a pior nota possível do público (F no CinemaScore), “O Grito” abriu em 4º lugar com US$ 11,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Sem assustar ninguém, o filme ainda bateu o recorde negativo de abertura da franquia no mercado norte-americano, abaixo até do lançamento fracassado de “O Grito 2”, em 2006. O estúdio não revelou o orçamento da produção, mas o site Deadline apurou que ela não custou menos de US$ 10 milhões, o que significa que, mesmo barato, pode dar prejuízo financeiro. Mais um para a Sony, que aumenta as dívidas geradas em outras tentativas de reviver franquias desgastadas, como “Homens de Preto” e “As Panteras”. Não foi por acaso que a empresa decidiu priorizar um novo longa do Homem-Aranha, mesmo que esta decisão tenha lhe rendido mais perdas em outro projeto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 33,7M Total EUA e Canadá: US$ 450,7M Total Mundo: US$ 918,7M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26.5M Total EUA e Canadá: US$ 236,2M Total Mundo: US$ 610,2M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 60M Total Mundo: US$ 80,4M 4. O Grito Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 17,1M 5. Frozen 2 Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 449,8M Total Mundo: US$ 1,3M   6. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 46,7M Total Mundo: US$ 88,8M 7. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 130,2M Total Mundo: US$ 247,4M 8. Joias Brutas Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,8M Total Mundo: US$ 36,8M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 24,5M Total Mundo: US$ 25M 10. Cats Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 57M

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  • Filme

    Disney termina 2019 com US$ 13 bilhões em bilheterias mundiais

    2 de janeiro de 2020 /

    No começo de dezembro, a Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. Mas, desde então, o estúdio teve a expansão internacional de “Frozen 2” e o lançamento de “Star Wars: Ascensão Skywalker”. E o sucesso desses dois filmes aumentou ainda mais o recorde de arrecadação. Ao fim de 2019, a Disney registrou uma receita global combinada de US$ 13.151,7 milhões entre lançamentos da Disney e da Fox. Como a aquisição da Fox pela Disney ocorreu no meio do ano, há quem prefira distinguir as receitas do antigo estúdio de Rupert Murdoch do bolo do Mickey Mouse (cujo total é de US$ 11.119,1 milhões). Mas, a partir de 2020, as receitas serão indistinguíveis. Desta contabilidade bilionária, US$ 4.328,3 milhões foram faturados no mercado norte-americano e US$ 8.823,4 milhões nas bilheterias internacionais. Este desempenho foi resultado de uma lista de blockbusters também recordista, com destaque para “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais cinco filmes com faturamento maior que US$ 1 bilhão: “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Atualmente com US$ 813,6 milhões, “Star Wars: Ascensão Skywalker” deve se juntar ao clube dos bilionários nos próximos dias. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Frozen 2 ultrapassa bilheteria total do primeiro filme na América do Norte

    29 de dezembro de 2019 /

    A animação “Frozen 2” já superou a bilheteria do primeiro filme na América do Norte. Em sua quinta semana em cartaz, a continuação atingiu US$ 416,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá, deixando para trás o total de US$ 400,7 milhões somados por “Frozen”. A nova produção da Disney também está perto de superar o longa de 2013 no mercado internacional. Em todo o mundo, “Frozen 2” atingiu US$ 1,21 bilhão neste domingo (29/12), ficando apenas 60 milhões atrás de “Frozen”, que faturou US$ 1,27 bilhão. Apesar de ter sido considerado a maior bilheteria de animação por muitos anos, “Frozen” não detém mais este recorde, tendo sido superado em 2019 pela remake de “O Rei Leão” (US$ 1,6 bilhão). Dentre as bilheterias mundiais do ano, “Frozen 2” ocupa o 3º lugar, atrás justamente de “O Rei Leão” e do filme que atingiu a maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,7 bilhão). Graças a esse desempenho, a Disney, que produziu os três longas citados, tornou-se o primeiro estúdio a somar mais de US$ 10 bilhões em bilheteria mundial num único ano. O público brasileiro, porém, ainda não viu o filme. O lançamento oficial só vai acontecer na quinta-feira (2/1) no Brasil, último país do mundo a receber a produção.

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    Frozen 2 ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria antes da estreia no Brasil

    15 de dezembro de 2019 /

    Ainda inédito no Brasil, o filme “Frozen 2” superou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial neste domingo (15/12). Ao todo, são US$ 366,5 milhões arrecadados nos Estados Unidos e Canadá e US$ 666 milhões no resto do mundo, somando US$ 1,033 bilhão de faturamento global. No mercado internacional, a China lidera a venda de ingressos, com US$ 111,5 milhões de arrecadação, seguida pela Coréia do Sul (US$ 85,4 milhões), Japão (US$ 67,3 milhões), Reino Unido (US$ 49,6 milhões), Alemanha (US$ 39,9 milhões) e França (US$ 37 milhões). O montante total ainda é inferior à bilheteria do primeiro longa, que fez US$ 1,2 bilhão em 2013. A diferença é que “Frozen” levou 15 semanas para atingir US$ 1 bilhão, enquanto a continuação precisou de apenas quatro semanas e ainda não chegou a vários países. No Brasil, por exemplo, a estreia só vai acontecer no primeiro fim de semana de janeiro. A expectativa é que “Frozen 2” supere a arrecadação do anterior, considerando que já quebrou diversos recordes financeiros, inclusive de maior estreia animada mundial de todos os tempos. O desempenho de “Frozen 2” também ajudou a Disney a quebrar um recorde histórico de faturamento, fazendo com que o estúdio se tornasse o primeiro a atingir US$ 10 bilhões de bilheteria anual no mundo, em todos os tempos. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” foi o sexto filme da Disney a atingir a marca bilionária neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Disney se torna primeiro estúdio de Hollywood a faturar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial

    8 de dezembro de 2019 /

    O forte desempenho de “Frozen 2”, que superou os US$ 900 milhões de faturamento neste fim de semana, ajudaram a Disney a bater seu próprio recorde de arrecadação mundial. Oficialmente, o estúdio vai se tornar na segunda-feira (8/12) o primeiro a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. A projeção se baseia no fato de o estúdio ter chegado a US$ 3,28 bilhões no mercado interno e US$ 6,717 bilhões nas bilheterias internacionais. Isso dá US$ 9,997 bilhões até este domingo. Mas a conta é baseada em estimativas, que normalmente resultam inferiores ao fechamento oficial – nem todos os países informam os valores a tempo de fechar a conta. Ou seja, os US$ 10 bilhões já podem ter sido ultrapassados. De qualquer jeito, já se trata de um novo recorde de bilheteria mundial para qualquer estúdio, deixando muito para trás a melhor marca anterior, que era de US$ 7,6 bilhões e foi atingida pela própria Disney em 2016. E tem um detalhe. Estes números não levam em consideração os títulos da Fox, que começou o ano como um estúdio independente. Quando eles são adicionados, a bilheteria global combinada da Disney sobe para US$ 11,94 bilhões (US$ 3,8 bilhões no mercado interno e US$ 8,14 bilhões no exterior)… até o momento. O estúdio comandado pelo CEO Bob Iger também bateu o recorde de faturamento anual do mercado norte-americano, ao atingir US$ 3,2 bilhões de ingressos vendidos nos Estados Unidos e Canadá na semana passada – superando com folga os US$ 3,09 bilhões da própria Disney em 2018. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” deve atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial até o próximo fim de semana, transformando-se no sexto filme da Disney a atingir a marca neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015. E vale lembrar que o estúdio ainda tem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” para lançar neste mês!

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  • Etc

    Mena Massoud não conseguiu mais nenhum papel no cinema depois de Aladdin

    4 de dezembro de 2019 /

    O ator Mena Massoud, que estrelou o blockbuster bilionário “Aladdin”, da Disney, revelou em entrevista ao site Daily Beast que não conseguiu mais nenhum papel no cinema desde que terminou as filmagens daquela produção. “Estou meio cansado de ficar calado sobre isso”, ele desabafou. “Quero que as pessoas saibam que nem tudo são pétalas de rosa quando se faz algo como ‘Aladdin’. ‘Ele deve ter faturado milhões. Ele deve estar recebendo todas essas ofertas de trabalho’. Não aconteceu nenhuma dessas coisas. Eu não tive uma única audição desde que ‘Aladdin’ foi lançado”, desabafou. Massoud derrotou outros 2 mil atores para conseguir o papel-título na produção da Disney, que arrecadou US$ 1,05 bilhão nas bilheterias mundiais. Ele está atualmente na série “Reprisal”, da plataforma Hulu , que estréia em 6 de dezembro, porque não conseguiu outros trabalhos no cinema. O ator egípcio, que cresceu no Canadá, já tinha reclamado anteriormente dos preconceitos que tem enfrentado e de sua recusa em aceitar interpretar personagens terroristas, uma sina de todo ator do Oriente Médio em Hollywood. “Embora eu tenha tido muita sorte e agradeço por ter interpretado Aladdin, tem uns quatro ou cinco diretores de elenco em Toronto que nunca me deram uma chance, nunca me chamaram para fazer um teste para eles”, ele desabafou à revista The Hollywood Reporter em setembro passado, ao lançar sua fundação, Ethnically Diverse Artists Foundation, que procura apoiar artistas de etnias sub-representadas na indústria de entretenimento norte-americana. Ele ainda contou que, durante o processo de seleção de elenco para “Reprisal”, que ocorreu após terminar a produção de “Aladdin”, o criador da série, Josh Corbin, “não fazia ideia de quem eu era”. “É selvagem imaginar isso, para muita gente”, acrescentou. “As pessoas têm essas idéias na cabeça. É como se eu estivesse aqui sentado, tipo, tudo bem, ‘Aladdin’ atingiu US$ 1 bilhão. Posso pelo menos fazer uma audição? Eu não estou esperando alguém me dar o papel do Batman, mas posso pelo menos entrar em uma audição? Posso ter uma chance?”.

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  • Filme

    Uma Segunda Chance para Amar tira Malévola do topo das bilheterias brasileiras

    2 de dezembro de 2019 /

    Após seis semanas no topo das bilheterias nacionais, “Malévola — Dona do Mal” perdeu o trono para uma comédia estrelada por Emilia Clarke, a Daenerys de “Game of Thrones”. Lançada em 284 salas, com público de 149 mil pessoas e R$ 2,4 milhões de faturamento, “Uma Segunda Chance para Amar” (Last Christmas) estreou em 1º lugar nos cinemas brasileiros e encerrou o longo reinado de Angelina Jolie. A fábula da Disney caiu para o 2º lugar com 143 mil ingressos vendidos e R$ 2,2 milhões em bilheteria O 3º lugar ficou com “Os Parças 2”, que, depois de meio mês em cartaz, finalmente “estreou”. Em seu primeiro fim de semana oficial, a comédia nacional registrou queda típica de terceira semana, com 142 mil ingressos vendidos e R$ 2,1 milhões de arrecadação. Na semana passada, estava em 2º lugar. Mas ainda não tinha estreado. Este paradoxo bizarro é consequência de uma tática da distribuidora, que lançou “Os Parças 2” há três semanas em centenas de cinema, com venda de ingressos aberta para consumidores em todos os horários, e chamou de pré-estreia. Por conta disso, a estreia oficial do filme ficou abaixo das expectativas. Afinal, rendeu muito mais no período não oficial – R$ 8 milhões até o fim de semana passado. Outro filme brasileiro apareceu entre os mais vistos, entre quinta e domingo (1/12). “Carcereiros — O Filme” arrecadou R$ 1,1 milhão na estreia, apesar de seu lançamento ter sido muito menor que os demais. O filme estrelado por Rodrigo Lombardi foi exibido em 154 salas e levou 81 mil pessoas aos cinemas, ocupando o 5º lugar no ranking. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 28/11-1/12:1. Uma Segunda Chance para Amar2. Malévola 3. Os Parças 24. Mais Que Vencedores5. Carcereiros 6. Coringa7. A Família Adams8. Dora e a Cidade Perdida9. Invasão ao Serviço Secreto10. Um Dia de Chuva em Nova York — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 2, 2019

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  • Filme

    Disney estabelece novo recorde de arrecadação anual na América do Norte

    2 de dezembro de 2019 /

    Os recordes de bilheteria conquistados por “Frozen 2” ajudaram a Disney a bater seu próprio recorde de arrecadação no mercado norte-americano. No domingo (1/12), o estúdio atingiu US$ 3,2 bilhões de ingressos vendidos nos Estados Unidos e Canadá em 2019. A nova marca supera com folga os US$ 3,09 bilhões da própria Disney no ano passado e coloca a participação da empresa no mercado em mais de 31%, segundo levantamento da Comscore. O detalhe é que esse desempenho ainda não inclui os filmes herdados da 20th Century Fox, como o sucesso “Ford vs. Ferrari”, já que a Fox iniciou o ano como empresa independente. A companhia rival com a segunda melhor arrecadação, a Warner Bros, fez menos da metade, com US$ 1,5 bilhão (e 15% do mercado), seguida pela Universal com US$ 1,4 bilhão (14,1%), Sony com US$ 1 bilhão (10,7%), Lionsgate com US$ 678,1 milhões (6,6%) e a Paramount com US$ 557,6 milhões (5,4%), de acordo com a Comscore. Para completar, os filmes da Fox faturaram US$ 489,8 milhões (4,9%) na América do Norte em 2019. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” deve atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial em até dois fins de semana, transformando-se no sexto filme da Disney a atingir a marca neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015. No mercado mundial, os títulos da Disney já bateram o recorde anual em julho passado e estão chegando atualmente ao faturamento total de US$ 10 bilhões – contando a Fox, até já ultrapassaram esse valor. Algo jamais contabilizado em Hollywood. E isto que o estúdio ainda tem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” para lançar neste mês.

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  • Filme

    Os Parças 2 já foi visto por mais de 500 mil pessoas “sem estrear”

    26 de novembro de 2019 /

    “Os Parças 2” já levou 526 mil pessoas aos cinemas em duas semanas, segundo levantamento da Comscore. Nesse período, arrecadou R$ 8 milhões em bilheteria. Mas o detalhe é que a comédia com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirullipa ainda não estreou. O lançamento oficial está marcado apenas para a próxima quinta (28/11). A piada do mercado brasileira é dizer que um filme com distribuição em centenas de cinema e venda de ingressos aberta para consumidores em todos os horários não está em cartaz. O que acontece, dizem, são pré-estreias. Mas pré-estreia é uma antecipação restrita em horário limitado, não uma exibição massiva em 249 salas. Não por acaso, a comédia brasileira foi o segundo filme mais assistido nos cinemas de quinta a domingo (24/11), atrás apenas de “Malévola — Dona do Mal”, que se manteve na liderança pela sexta semana consecutiva. Em termos de comparação, a fábula da Disney foi exibida em 219 salas – isto é, em menos cinemas que o filme que “ainda não estreou” – e arrecadou R$ 2,4 milhões no fim de semana. Desde o lançamento, a versão bruxa de Angelina Jolie levou 4,9 milhões de pessoas aos cinemas e faturou R$ 79,9 milhões em bilheteria no Brasil. Lançado na quinta, “Mais que vencedores” foi o 3º filme mais visto do período, apesar de ter a maior distribuição (em 280 salas), rendendo R$ 1,9 milhão. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 20 a 24 Nov:1. Malévola – A Dona do Mal2. Os Parças 23. Mais Que Vencedores4. Coringa 5. A Familia Adams6. Dora e a Cidade Perdida7. A Invasão ao Serviço Secreto8. As Panteras9. Ford vs Ferrari10. Um dia de Chuva em Nova York — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 25, 2019

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  • Filme

    Todd Phillips desmente reportagem que “antecipa” produção de Coringa 2

    21 de novembro de 2019 /

    O diretor Todd Phillips desmentiu a reportagem do site da revista The Hollywood Reporter que afirmou que ele já tinha fechado contrato para fazer a continuação de “Coringa”. Vários pontos do artigo já tinham sido desacreditados pelas publicações concorrentes Deadline e Variety. Agora, o próprio cineasta veio à público comentar as “revelações” de bastidores da reportagem, em entrevista para outro site, IndieWire. O THR afirmou que a Warner já tinha encaminhado a produção da sequência de “Coringa”, inclusive com uma reunião realizada entre Phillips e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, para alinhar os detalhes d produção. Neste encontro, Phillips também teria pedido direitos para “desenvolver um portfólio de personagens da DC”. A Variety confirmou que o presidente da Warner reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contestou a reportagem inteira, do início ao fim. O diretor foi cuidadoso ao escolher as palavras para rebater o artigo, deixando entrelinhas abertas. Segundo Phillips, ele não teve nenhuma reunião com Toby Emmerich no dia 7 de outubro, como publicado pelo THR. “Eu posso dizer honestamente que não fiz nenhuma reunião no dia 7 de outubro. Primeiro de tudo, você me conhece e conhece minha carreira, esse não é o meu estilo. Eu fiz uma comédia gigante com a Warner, ‘Se Beber Não Case’, e não me tornei um ‘produtor de fábrica’ de comédias do tipo: ‘ah, vamos apenas produzir filmes de comédia’. Bradley Cooper e eu temos uma empresa de produção na Warner. Eu tenho estado na Warner há 15, 16 anos. Nós temos duas coisas em desenvolvimento o tempo todo, não 40 como algumas pessoas estão dizendo. Não sou o tipo de cara que diz que quer 40 títulos. Eu simplesmente não tenho energia (para isso)”, explicou. Phillips ressaltou que apenas sugeriu à Warner fazer uma cinessérie mais sombria e focada em personagens das histórias dos quadrinhos quando começou a trabalhar no projeto do Coringa. “Quando eu ofereci para eles o ‘Coringa’, a ideia não era fazer um filme, e sim criar uma marca inteira [chamada Black Label]. Mas eles descartaram aquilo rapidamente e eu entendi. Quem sou eu para entrar e começar um projeto dentro de um estúdio de cinema? Mas eles disseram: vamos fazer esse aqui”, contou Phillips. O diretor também confirmou que não assinou nenhum contrato nem existe um roteiro em desenvolvimento para que uma sequência de “Coringa” neste momento. Mas isso não significa que a Warner não planeje uma continuação, já que o filme arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo. “Bem, um filme não ganha US$ 1 bilhão sem que eles não falem numa sequência. Joaquin e eu dissemos publicamente que conversamos sobre a continuação desde a segunda semana de filmagens, porque é uma coisa divertida de se falar. Mas o artigo do Hollywood Reporter estava se referindo a outras coisas além disso, que sãom francamente falsas. Não sei como tudo começou, se foi algum assistente tentando ganhar credibilidade como fonte de jornalista”, ressaltou Phillips. Ele se recusou, porém, a falar sobre o trecho da reportagem que alegou que ele estaria recebendo quase US$ 100 milhões por “Coringa”, porque “trocou seu salário inicial em troca de uma fatia maior da receita”. “Aqui está a verdade sobre uma possível sequência: Joaquin e eu conversamos sobre isso durante uma turnê pelo mundo com executivos da Warner. Estávamos sentados no jantar e eles estavam dizendo: ‘Então, vocês pensaram em (fazer uma continuação)?’ Mas, falando em contratos, não há contrato para desenvolver uma sequência, nunca abordamos Joaquin para fazer uma sequência. Isso vai acontecer? Mais uma vez, acho que o artigo foi antecipatório, na melhor das hipóteses”, finalizou o diretor.

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    Continuação de Coringa com Joaquin Phoenix já estaria em desenvolvimento

    20 de novembro de 2019 /

    A Warner Bros. já estaria preparando uma sequência de Coringa, que contaria com a volta o astro Joaquin Phoenix ao papel, além do diretor Todd Phillips e do roteirista Scott Silver. As informações foram apuradas pelo site The Hollywood Reporter e não encontraram confirmação nos sites concorrentes. A notícia vem pouco depois de o filme atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial, tornando-se o primeiro lançamento com classificação “para maiores” nos EUA a alcançar o feito. Phoenix e Phillips afirmaram, em entrevistas durante a divulgação de “Coringa”, que conversaram sobre possíveis sequências. O ator disse que havia “muito para explorar” no personagem, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Mas o THR apurou que o contrato assinado pelo intérprete já previa retorno para pelo menos uma continuação. Outras informações da reportagem do THR foram refutadas pela concorrência, como o projeto de desenvolvimento de outros filmes de origem para os personagens dos quadrinhos da DC, que seriam realizados por Phillips. A Variety confirma que o presidente da Warner, Toby Emmerich, reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contesta a reportagem inteira, do início ao fim. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics tem dado o que falar mesmo antes de sua estreia comercial, graças à trajetória iniciada com a vitória do Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. O que está realmente confirmado em relação ao futuro de “Coringa” é que a Warner pretende investir alto para emplacar o filme na disputa do Oscar 2020.

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    Málevola — Dona do Mal lidera bilheterias do Brasil pela quinta semana

    18 de novembro de 2019 /

    Contrariando tendência mundial, “Málevola — Dona do Mal” é um enorme sucesso no Brasil. O filme arrecadou R$ 75 milhões em ingressos vendidos durante suas cinco semanas de exibição no país e lidera até hoje as bilheterias nacionais, segundo levantamento da consultoria Comscore. A produção da Disney também se mantém como o filme com maior distribuição entre os cinemas brasileiros, o que ajuda a explicar seu sucesso local. Exibida em 446 salas, a produção foi assistida por 339 mil pessoas e obteve R$ 5,9 milhões entre quinta e domingo (17/11). Na América do Norte, “Málevola — Dona do Mal” teve desempenho bem diverso. Após as mesmas cinco semanas, ocupa atualmente o 9º lugar na bilheteria, tendo recém-cruzado os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. O ranking da Comscore ainda registra uma anomalia típica do parque exibidor nacional, ao qualificar um filme que ainda não estreou oficialmente em 2º lugar. A comédia brasileira “Os Parças 2” tem lançamento marcado apenas para a próxima semana, no dia 28 de novembro, mas já está entre os longas mais vistos. Fenômeno paranormal? Viagem no tempo? Brecha interdimensional? Apenas o velho truque de marcar uma data e lançar bem antes, com ampla distribuição, e chamar a venda de ingressos aberta a todo o público e em todos os horários de “pré-estreia”. “Coringa” completa o Top 3 com a comemoração de um recorde. Desde a estreia, há sete semanas, o filme acumula renda de R$ 149,7 milhões e público de 4,6 milhões de pessoas. Neste fim de semana em que o longa alcançou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornou-se o filme de maior arrecadação no Brasil com classificação etária para maiores de 16 anos. Para completar, o principal lançamento do fim de semana passado, “As Panteras”, fez fiasco maior no Brasil que nos Estados Unidos, abrindo apenas em 6º lugar. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 14 – 17/Nov:1. Malévola-Dona do Mal2. Os Parças 2 ( Pré Estreia) 3. Coringa4. A Família Adams5. Dora e a Cidade Perdida 6. As Panteras7. Invasão ao Serviço Secreto8. Ford vs Ferrari9. Exterminador do Futuro9. Doutor Sono — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 18, 2019

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