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    Sony atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial pela primeira vez em três anos

    30 de dezembro de 2017 /

    Enquanto a Disney se aproxima dos US$ 7 bilhões de bilheteria mundial pelo segundo ano consecutivo, a Sony Pictures enfim completou US$ 1 bilhão de arrecadação ao redor do mundo. Embora pareça pouco, comparado a seus rivais – Universal e Warner fizeram mais de US$ 5 bilhões, por exemplo – , a Sony não atingia esta marca desde 2014. O estúdio atravessa uma grave crise financeira, e foi só por isso que topou dividir o Homem-Aranha com a Marvel. Por sinal, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi o maior sucesso do ano da companhia. Somente este filme responde por US$ 880,1 milhões de arrecadação. E mesmo que metade dos rendimentos tenha ficado com a Disney, dona da Marvel, nenhum outro filme rendeu tanto aos cofres da Sony. Para se ter ideia, o segundo filme de maior sucesso do estúdio fez US$ 312,2 milhões mundiais. Trata-se de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. E a queda é vertiginosa para os US$ 226,9 milhões do 3º lugar: “Em Ritmo de Fuga”, uma produção quase indie, que custou apenas US$ 34 milhões e sobre a qual havia poucas expectativas financeiras. Atualmente com US$ 186 milhões, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” deve ultrapassar este montante. E assim quebrar a maldição da Sony, que viu todas as suas apostas de blockbuster implodirem, abrindo uma cratera aterradora de prejuízo financeiro. Entre os fracassos do ano contam: “A Torre Negra”, “Vida”, “A Noite É Delas” e o filme de incêndio “Only the Brave”, ainda inédito no Brasil.

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    Novos Star Wars já superam nas bilheterias o valor que a Disney pagou pela Lucasfilm

    29 de dezembro de 2017 /

    Os três filmes da franquia “Star Wars” lançados pela Disney já faturaram uma fortuna. Quer saber quanto? Mais do que a Disney pagou para comprar a LucasFilm. O estúdio adquiriu a produtora de George Lucas por US$ 4,05 bilhões em outubro de 2012. E, cinco anos depois, os três “Star Wars” que a Disney produziu renderam… 4,06 bilhões nas bilheterias mundiais. “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que marcou o retorno da franquia ao cinema, faturou US$ 2,07 bilhões no mundo. O filme seguinte, o spin-off “Rogue One: Um História Star Wars” (2016), US$ 1,06 bilhão. E o novo “Os Últimos Jedi” (2017), lançado no último dia 14 dezembro, já soma US$ 934,2 milhões. Isto não significa, claro, que o investimento na compra da LucasFilm já esteja pago. Afinal, metade das bilheterias fica com o parque exibidor. E há custos de produção e marketing altíssimos. Provavelmente, a Disney lucrou US$ 1 bilhão do total arrecadado pelos três filmes. Mas o negócio da Disney com “Star Wars” não se resume à venda de ingressos. O estúdio fatura uma fortuna paralela em licenciamentos – de brinquedos a cessão de direitos para comerciais dos mais variados produtos – , além de desenhos animados. Como se não bastasse, “Star Wars” tem vários outros filmes engatilhados, a começar pelo spin-off do personagem Han Solo, que estreia em 2018, e “Star Wars: Episódio IX”, que encerra a atual trilogia da saga em 2019, sob comando de J.J. Abrams (“O Despertar da Força”). Para completar, a LucasFilm ainda anunciou a produção de uma nova trilogia, escrita e dirigida por Rian Johnson (de “Os Últimos Jedi”), que deverá ocupar as telas por mais uma década. Sem esquecer da primeira série live action da franquia, prevista para 2019. Uma coisa é certa: a compra da LucasFilm foi um ótimo negócio para a Disney, assim como as compras da Pixar e da Marvel. E, neste ano, o estúdio ainda comprou a Fox.

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    Novo Star Wars mantém liderança folgada contra avalanche de estreias nos EUA

    24 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” deu nova demonstração de sua força, ao se manter com folga na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido. A produção da Disney/Lucasfilm enfrentou nada menos que cinco estreias amplas, o que fez com que rendesse menos que o esperado, mas permaneceu bem distante dos demais lançamentos, com o dobro da bilheteria do 2º lugar. Mesmo assim, seus US$ 68,4M (milhões) arrecadados nos últimos três dias representam a maior queda semanal de faturamento da franquia: um recuo de 69% em relação à estreia na semana anterior. Tudo somado, o filme já está com US$ 365M no mercado doméstico e US$ 745M em todo o mundo. Deve ultrapassar os US$ 800M no Natal (25/12) e ainda nem estreou na China. O estreante mais bem posicionado foi “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que arrecadou US$ 34M em 2º lugar. O reboot/continuação da aventura juvenil de 1995 aparentemente agradou a crítica, com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas estes números se materializaram após as primeiras resenhas destilarem extrema negatividade. O que houve? A maioria achou que o “charme” do elenco (Dwayne Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black) compensou uma história absurda e muito fraca. Entretanto, entre condescendência e 77% de aprovação existe um abismo. O lançamento está marcado para 4 de janeiro no Brasil. Em 3º lugar, “A Escolha Perfeita 3” não contou com a mesma boa vontade. Considerado o pior da trilogia, o filme foi trucidado com 29% de aprovação. Isto é menos da metade da cotação do segundo filme, que foi recebido com aval de 65% da crítica norte-americana. E vale lembrar que o primeiro foi uma unanimidade, com 80% de resenhas positivas. Apesar das bordoadas, a continuação abriu com US$ 20,4M, um começo razoável para uma produção de orçamento médio. Mas tem um detalhe: a estreia no Brasil sumiu do cronograma da distribuidora, que lançou o último trailer legendado em setembro. Daí em diante, os fracassos se tornam mais claros. A começar pelo musical “O Rei do Show”, que abriu em 4º lugar. Indicado a três Globos de Ouro, o longa da Fox arrecadou apenas US$ 8,6M, 10% de seu orçamento. E, apesar do oba-oba da “imprensa estrangeira de Hollywood”, não impressionou a crítica norte-americana, com 51% no Rotten Tomatoes. Curiosamente, os maiores elogios e os comentários mais negativos tiveram o mesmo alvo: o clima de exaltação otimista, a energia positiva e a cafonice conservadora, sem matizes, do longa. A tombo seguinte vem em 7º lugar. Em “Pequena Grande Vida”, Matt Damon é encolhido para acompanhar o novo tamanho de sua carreira, após os fracassos consecutivos de “A Grande Muralha”, “Suburbicon” e comentários polêmicos sobre assediadores. Assim como “Suburbicon“, o filme dirigido por Alexander Payne ambicionava prêmios e foi lançado no Festival de Veneza. Mas foi rejeitado pelo público (US$ 4,6M) e recebeu a mesma avaliação de “O Rei do Show”: 51%. Desembarca em 22 de janeiro no Brasil. A comédia “Correndo Atrás de um Pai” conquistou apenas uma distinção: pior estreia da semana, tando do ponto de vista artístico quanto comercial. Filho bastardo de “Debi & Lóide” e “Mamma Mia!”, o longa traz Ed Helms (“Férias Frustadas”) e Owen Wilson (“Os Estagiários”) como irmãos gêmeos (!) em busca da identidade de seu pai biológico. E foi deserdado tanto pelo público (US$ 3,2M) quanto pela crítica (22%). Nova tentativa está marcada para 18 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 68,4M Total EUA: US$ 365M Total Mundo: US$ 745,3M 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 34M Total EUA: US$ 50,6M Total Mundo: US$ 100,1M 3. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 20,4M Total EUA: US$ 20,4M Total Mundo: US$ 30,2M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 5. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 7M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 34,1M 6. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 161,3M Total Mundo: US$ 486,3M 7. Pequena Grande Vida Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 4,6M Total Mundo: US$ 4,6M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 12,3M 9. Correndo Atrás de um Pai Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA: US$ 3,2M Total Mundo: US$ 3,2M 10. A Forma da Água Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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    Disney atinge US$ 6 bilhões em bilheteria mundial pela segundo ano consecutivo

    22 de dezembro de 2017 /

    A Disney ultrapassou na sexta (22/12) a impressionante marca de US$ 6 bilhões em bilheteria mundial. O estúdio é o único da história de Hollywood a ter faturado mais de US$ 6 bilhões num único ano. E não fez isso apenas uma vez. A marca foi atingida pelo segundo ano consecutivo, após a Disney bater o recorde de arrecadação em 2016. O estúdio somou mais de US$ 1 bilhão apenas em dezembro, com os lançamentos de “Viva – A Vida é uma Festa” (US$ 456 milhões) e “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 650 milhões antes de seu segundo fim de semana em cartaz). Apesar disso, não deve bater seu próprio recorde de arrecadação: US$ 7,6 bilhões em 2016. Este valor só foi atingido com a soma total da bilheteria de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que foi lançado em dezembro do ano passado e continuou faturando até março. O mesmo vai acontecer com “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que só estreia na China em 2018, gerando valores que ainda serão considerados como faturamento de 2017. Isto significa que a Disney ainda pode chegar a US$ 7 bilhões pelo segundo ano consecutivo. Entre os demais estúdios, os que conseguiram maiores bilheterias foram Warner e Universal. Ambos atingiram US$ 5 bilhões neste ano, pela segunda vez em suas contabilidades.

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    Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte

    17 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M

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    Universal se torna terceiro estúdio do ano a atingir US$ 5 bilhões de arrecadação mundial

    13 de dezembro de 2017 /

    A Universal Pictures se tornou o terceiro estúdio de Hollywood a bater a marca de US$ 5 bilhões de arrecadação mundial em 2017, juntando-se à Disney e à Warner na lista de empresas que atingiram o valor neste ano. Assim como aconteceu com a Warner, foi apenas a segunda vez que a Universal obteve este faturamento. Já a Disney atingiu US$ 5 bilhões nos três últimos anos consecutivos e é o único estúdio que conseguiu registrar US$ 6 milhões num único ano – justamente no ano passado. Quase 70% do montante da Universal veio de bilheterias internacionais, e duas produções respondem por quase metade do total: “Velozes & Furiosos 8” e “Meu Malvado Favorito 3”, que renderam US$ 1,23 bilhão e US$ 1,03 bilhão. “Velozes e Furiosos 8 ” virou o longa mais rentável de todos os tempos na China e, com o sucesso do novo filme, a franquia “Meu Malvado Favorito” tornou-se a saga animada de maior bilheteria da história. A Universal também foi a única empresa cinematográfica a emplacar dois lançamentos bilionários em 2017. A Disney, que chegou mais rapidamente à casa dos US$ 5 bilhões, só conseguiu um: “A Bela e a Fera”. Com US$ 1,26 bilhão, a fábula com atores foi a maior bilheteria do ano. Entretanto, este cenário pode mudar com a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi” a partir do fim de semana. Outras produções da Universal que também se destacaram neste ano foram “A Múmia”, que, apesar de ter arrecadado US$ 409 milhões ao redor do mundo, foi considerado um fracasso pelos altos custos de sua produção, além de “Cinquenta Tons Mais Escuros”, com US$ 381 milhões, e os surpreendentes “Fragmentado” e “Corra!”, produções baratas de terror que atingiram US$ 278 milhões e US$ 254 milhões, respectivamente.

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    Viva – A Vida É uma Festa lidera bilheterias da América do Norte pela terceira semana

    10 de dezembro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, batizada como “Viva – A Vida É uma Festa” para sua estreia em janeiro no Brasil, manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pela terceira e última semana consecutiva. A calmaria que proporcionou esta conquista vai acabar nos próximos dias, com a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Sem nenhum grande lançamento pela frente, “Coco”, ou melhor “Viva – A Vida É uma Festa” comandou as bilheterias com uma das mais baixas arrecadações de um líder do ranking deste ano, faturando US$ 18,3M (milhões) nos últimos três dias. Com isso, o filme atingiu US$ 135,5M nos Estados Unidos e Canadá. Em todo o mundo, já são US$ 389,5M. O resto do Top 3 também permaneceu inalterado, com “Liga da Justiça” cruzando a marca total de US$ 212M no mercado doméstico e “Extraordinário” atingindo US$ 100,3M. A maior novidade ficou por conta do desempenho de “O Artista do Desastre”. Críticas positivas e prêmios conquistados por James Franco, por sua interpretação no papel-título, ajudaram a produção indie a tomar o 4º lugar. Dirigido e estrelado por Franco, “O Artista do Desastre” faturou US$ 6,46M e atingiu 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Detalhe: mesmo com a ampliação de sua presença no circuito limitado, o filme tem a menor distribuição de todo o Top 10, em cartaz em cerca de 800 salas, o que torna sua presença na parte de cima do ranking bastante significativa. A estreia está marcada para 25 de janeiro no Brasil. “Thor: Ragnarok” fecha o Top 5 registrando outra marca expressiva. Com os ingressos vendidos no fim de semana, a produção da Marvel se tornou o sexto lançamento de 2017 a faturar mais de US$ 300M no mercado doméstico. A arrecadação mundial do filme do super-herói está em US$ 833,1M, a sétima maior entre as produções deste ano. Confira abaixo os números dos 10 filmes de maior arrecadação no fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 18,3M Total EUA: US$ 135,5M Total Mundo: US$ 389,5M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 212M Total Mundo: US$ 613,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA: US$ 100,3M Total Mundo: US$ 129,6M 4. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 6,46M Total EUA: US$ 8M Total Mundo: US$ 9,7M 5. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA: US$ 301,1M Total Mundo: US$ 833,1M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 142,3M 7. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 92,7M Total Mundo: US$ 274,7M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 21,3M Total Mundo: US$ 21,3M 9. Just Getting Started Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 18,3M Total Mundo: US$ 18,3M

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    Warner ultrapassa a marca de US$ 5 bilhões de bilheteria mundial pelo segundo ano

    6 de dezembro de 2017 /

    A Warner Bros. Pictures cruzou a marca dos US$ 5 bilhões de arrecadação na bilheteria mundial pela segunda vez em sua história. O feito foi conseguido principalmente por conta de cinco lançamentos que arrecadaram mais de US$ 500 milhões em todo o mundo, quantidade que também foi um recorde do estúdio. As cinco maiores bilheterias do estúdio em 2017 foram “Mulher-Maravilha” (US$ 821,8M), “It – A Coisa” (US$ 694,2M), “Liga da Justiça” (US$ 570,3), “Kong: Ilha da Caveira” (US$ 566.7M) e “Dunkirk” (US$ 525 milhões). Como “Liga da Justiça” é um lançamento recente, o faturamento da produção deve aumentar. Além destes, três lançamentos do estúdio atingiram US$ 250 milhões em todo o mundo em 2017: “Lego Batman: O Filme”, “Annabelle 2: A Criação do Mal” e “Blade Runner 2049”, coproduzido com a Sony. Vale apontar que, enquanto alguns filmes como “It” e “Dunkirk” somaram valores muito acima do esperado, outros decepcionaram, como “Liga da Justiça” e “Blade Runner 2049”, que devem dar prejuízo no balanço final entre gastos e rendimentos. De todo modo, a marca é significativa, já que a Warner foi o segundo estúdio a atingi-la este ano, e com apenas uma semana de diferença para o Walt Disney Studios. No caso da Disney, os US$ 5 bilhões foram ultrapassados pelo terceiro ano consecutivo. “Estamos entusiasmados em alcançar esse marca extraordinária à medida que chegamos ao fim de um incrível ano de filmagens”, disse Sue Kroll, presidente de marketing e distribuição mundial da WB, em comunicado. “Superar US$ 5 bilhões em um único ano só pode acontecer com um incrível nível de trabalho duro em todos os departamentos, bem como as inestimáveis ​​contribuições de muitos cineastas e atores talentosos com os quais somos muitos afortunados de poder contar. Parabéns a todos que compartilham desse sucesso”.

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    Viva – A Vida É uma Festa mantém liderança nas bilheterias da América do Norte

    3 de dezembro de 2017 /

    Sem nenhum grande lançamento para enfrentar, o novo longa animado da Pixar, que no mundo inteiro se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, manteve o 1º lugar pela segunda semana consecutiva nos Estados Unidos e Canadá. O filme faturou mais US$ 26,1M (milhões). Assim, chegou a US$ 108,6M no mercado doméstico e já se aproxima dos US$ 300M em todo o mundo, graças a recorde de arrecadação no México e a uma recepção muito positiva do público e da crítica. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. E a nota da crítica também foi bastante elevada: 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, subindo 1% desde a semana passada. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. O resto do Top 5 também se manteve inalterado, trazendo “Liga da Justiça” (2º) “Extraordinário” (3º) “Thor: Ragnarok” (4º) e “Pai em Dose Dupla” (5º). As mudanças no ranking norte-americano só aparecem a partir do destaque obtido pelas produções indies “Lady Bird” (7º) e “Três Anúncios para um Crime” (8º). A repercussão positiva de “Lady Bird”, que foi eleito o melhor filme do ano pela crítica de Nova York e bateu recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, encorajou a distribuidora a aumentar sua exposição, fazendo a comédia finalmente chegar a mais de mil salas. Com isso, sua arrecadação atingiu US$ 4,5M nos últimos três dias e um total de US$ 17M no mercado doméstico. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Para juntar injúria ao descaso, o filme ganhou um subtítulo daqueles. Será chamado de “Lady Bird – É Hora de Voar”. “Três Anúncios para um Crime”, vencedor do Festival de Toronto, está em 300 salas a mais que “Lady Bird”. Mesmo assim, faturou os mesmos US$ 4,5M nos últimos três dias e somou US$ 13,6M no mercado doméstico. Tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e sua estreia nacional também vai demorar. Está marcada somente para fevereiro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais assistidos do fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA: US$ 108,6M Total Mundo: US$ 279,9M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA: US$ 197,3M Total Mundo: US$ 567,4M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 100,2M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA: US$ 291,4M Total Mundo: US$ 816,4M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA: US$ 82,8M Total Mundo: US$ 116,8M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 84,7M Total Mundo: US$ 210,9M 7. Lady Bird Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 8. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 13,6M Total Mundo: US$ 13,6M 9. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 27,2M Total Mundo: US$ 29M 10. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 64,M Total Mundo: US$ 97,8M

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    Disney atinge US$ 5 bilhões nas bilheterias mundiais pelo terceiro ano consecutivo

    1 de dezembro de 2017 /

    As compras da Marvel, Pixar e LucasFilm não param de dar lucro para a Disney. Os filmes de super-heróis e animações lançados neste ano estão entre os maiores sucessos do estúdio e ajudaram a empresa a superar, pelo terceiro ano consecutivo, a impressionante marca de US$ 5 bilhões nas bilheterias mundiais. O valor foi atingido após a estreia de seus mais recentes lançamentos, o desenho da Pixar “Viva – A Vida é uma Festa”, que alcançou a marca dos US$ 179 milhões no final de semana, e “Thor: Ragnarok”, que já faturou US$ 800 milhões em todo o mundo. A Pixar e a Marvel respondem por outros sucessos deste ano, como “Carros 3” (US$ 383,2 milhões) e “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (US$ 863,6 milhões), sem esquecer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, produzido em parceria com a Sony. Para completar, o ano será fechado com o lançamento de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, da LucasFilm, que deve bater recorde de arrecadação em dezembro. Assim, o faturamento do estúdio ainda deve aumentar bastante, podendo repetir o recorde de faturamento registrado no ano passado, quando superou os 6 bilhões mundiais, valor nunca antes atingido por nenhum estúdio de cinema. Graças à força de seu conteúdo, o estúdio também prepara sua entrada no mercado de streaming, planejando lançar uma plataforma própria para competir com Netflix e Amazon a partir de 2019.

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    Viva – A Vida É uma Festa derrota Liga da Justiça e lidera bilheterias da América do Norte

    26 de novembro de 2017 /

    A Pixar tem um novo sucesso nas bilheterias. Após quebrar recordes no México, o novo longa animado do estúdio, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, enfrentando pouca resistência da “Liga da Justiça”. O filme faturou US$ 49M (milhões) no fim de semana, mas contando os cinco dias do feriadão de Ação de Graças chegou a US$ 71,1M, acima das expectativas, tendo em vista a competição do filme de super-heróis. O valor é a quarta maior abertura de Ação de Graças de todos os tempos, atrás apenas de produções da própria Pixar e de sua proprietária Disney – “Toy Story 2” (1999), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). O faturamento refletiu diretamente a aprovação do público. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. A positividade em torno de “Viva – A Vida É Uma Festa” acabou sendo um grande contraponto às más notícias da semana passada, quando a Pixar foi abalada por denúncias de assédio contra seu fundador, que se afastou da companhia. Não há como negar que havia muito receio na Disney, tanto pela proximidade do escândalo quanto pela temática do desenho, centrado em personagens e na cultura do México. A trama conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”), transformou temas mexicanos numa história de apelo universal, que ressoou em todo o mundo, atingindo faturamento global de US$ 153,3M. Mas no México foi muito mais bem-sucedido que o imaginado, virando um fenômeno. Com arrecadação de US$ 53,4M, “Viva” já é a maior bilheteria de todos os tempos no país. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. Com o sucesso de “Viva”, “Liga da Justiça” acabou caindo para o 2º lugar em seu segundo fim de semana em cartaz. Fez US$ 40,7M no fim de semana, chegando a US$ 60M no feriadão. Assim, o acumulado doméstico de dez dias está em US$ 171,5M, o pior desempenho de um filme do universo compartilhado da DC Comics. Como comparação, “Mulher Maravilha” fez US$ 203M em seus primeiros dez dias na América do Norte. A boa notícia para a Warner é que o filme arrebentou na China, onde foi promovido até com pôsteres piratas, em que os heróis da DC se impunham sobre cadáveres da Marvel. Em todo o mundo, “Liga da Justiça” respira com US$ 481,3M. O Top 3 também continua a registrar a boa vendagem de “Extraordinário”. O filme anti-bullying, que traz Sonia Braga em seu elenco, já faturou US$ 69,4M no mercado doméstico, antes de chegar aos demais países. A estreia no Brasil está marcada para 7 de dezembro. Mas impressionante mesmo é “Thor: Ragnarok”, que continua vendendo muitos ingressos em 4º lugar. Até o próximo fim de semana, a produção da Marvel deverá cruzar a marca de US$ 800M de arrecadação mundial. Para completar, um recorde foi quebrado por um lançamento limitado, logo abaixo do Top 10. O romance gay “Me Chame por Seu Nome”, que vem se destacando nas indicações aos prêmios de final de ano, estreou na sexta (24/11) em apenas quatro salas, e mesmo assim apareceu em 13º lugar no ranking, com US$ 404,8 mil de bilheteria. A média de US$ 101 mil por sala é a maior já registrada por qualquer filme neste ano nos Estados Unidos. “Me Chame por Seu Nome” estreia no Brasil apenas em 18 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 49M Total EUA: US$ 71,1M Total Mundo: US$ 153,3M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 40,7M Total EUA: US$ 171,5M Total Mundo: US$ 481,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 22,3M Total EUA: US$ 69,4M Total Mundo: US$ 70,3M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 277,4M Total Mundo: US$ 790M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA: US$ 72,6M Total Mundo: US$ 73,6M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 74,2M Total Mundo: US$ 175,3M 7. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 22M Total Mundo: US$ 22,7M 8. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 59,7M Total Mundo: US$ 92,8M 9. Roman J. Israel, Esq. Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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    Liga da Justiça estreia em 1º lugar, mas é maior fracasso do universo DC na América do Norte

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” abriu em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, faturando US$ 96M (milhões) em seu fim de semana de estreia. Números imponentes. Mas com um porém ainda maior: os US$ 300 milhões estimados de seu orçamento de produção. Ainda entusiasmados pelo bom resultado de “Mulher-Maravilha”, o público americano foi em massa assistir às pré-estreias e ao primeiro dia de exibição da nova produção de super-heróis da Warner Bros, o que jogou suas estimativas de faturamento para a casa dos US$ 120 milhões. Entretanto, o ímpeto diminuiu no sábado. As vendas de ingresso caíram e o filme, inesperadamente, não conseguiu ultrapassar os US$ 100 milhões. Por “coincidência”, a avaliação do site Rotten Tomatoes só foi liberada na véspera da estreia – de forma controversa – , e a nota foi péssima, oscilando entre 38 e 40% de aprovação. As críticas negativas contribuíram para arrefecer o entusiasmo do público. Ao final, o primeiro filme a juntar os maiores heróis da DC Comics estreou abaixo do longa individual da Mulher-Maravilha. O lançamento da heroína abriu com US$ 103M em junho, na América do Norte. Ainda mais significativo é seu desempenho diante da estreia de “Batman vs. Superman”, que estabeleceu a premissa do universo compartilhado da DC Comics – ao introduzir Mulher-Maravilha e apresentar rapidamente os demais integrantes da futura Liga da Justiça. O borrão sombrio de Zack Snyder abriu com US$ 166M no ano passado. Mas desabou em sua segunda semana, após ser execrado pela crítica – e terminou sua trajetória com quatro prêmios no troféu Framboesas de Ouro, anualmente concebidos aos piores trabalhos do cinema hollywoodiano. Considerando que “Esquadrão Suicida” fez US$ 133M e até “O Homem de Aço” começou com US$ 113M, os números definem “Liga da Justiça” não como o carro-chefe do universo compartilhado da DC Comics, como planejava a Warner, mas como seu maior fracasso. Para chegar em números mais baixos, é preciso lembrar o estado em que estavam as adaptações de quadrinhos há duas décadas, época de “Batman e Robin”, que levaram até “Batman Begins” a ser encarado com desconfiança – e uma bilheteria inicial de apenas US$ 48,7M há 12 anos. Superada esta fase, só “Liga da Justiça” faturou menos de US$ 100M para o catálogo da DC. Para cutucar com vara curta, vale lembrar que “Os Vingadores”, primeira produção a juntar os super-heróis da Marvel, fez mais que o dobro em sua estreia, estabelecendo a arrecadação recorde de US$ 204,7M em 2012 – e a continuação não ficou muito atrás, com US$ 191,3M em 2015. A briga de DC vs. Marvel quase ofuscou os demais lançamentos da semana. Mas é digno de nota o desempenho de “Extraordinário”, que se acomodou no 2º lugar. A história anti-bullying do menino deformado que encontra apoio para superar as dificuldades da vida escolar agradou em cheio, com 82% de aprovação da crítica. A arrecadação de US$ 27M ficou, inclusive, acima das expectativas do mercado, diante da concorrência dos blockbusters dos super-heróis valentões. A estreia no Brasil vai acontecer em 7 de dezembro. Com isso, “Thor: Ragnarok” perdeu duas posições, caindo para 3º lugar após duas semanas no topo. O longa tinha aberto com US$ 122,7M e já tem US$ 247,3M em bilheteria doméstica. Com um detalhe a mais para se vangloriar: custou 60% do preço da “Liga da Justiça”. Abaixo no ranking, a animação “A Estrela de Belém” implodiu com US$ 10M. História do nascimento de Jesus com bichos falantes, o filme foi aprovado pela crítica americana, com 62% no Rotten Tomatoes, e traz sua presepada ao Brasil em 30 de novembro. Destaca-se, ainda, o fenômeno registrado nas exibições limitadas de “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. O sucesso de “Lady Bird” na semana passada fez o filme dobrar a quantidade de telas, chegando em 238 salas. “Três Anúncios para um Crime” está em 53. E ambos se destacam no Top 10 à frente de títulos em cartaz em mais de mil salas. Na verdade, só “Liga da Justiça” faturou mais que os dois por sala neste fim de semana na América do Norte. Mas o público brasileiro só vai vê-los em 2018, após a confirmação de suas indicações para o Oscar. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 96M Total EUA: US$ 96M Total Mundo: US$ 281,5M 2. Extraordinário Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 21,7M Total EUA: US$ 247,3M Total Mundo: US$ 738M 4. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 14,85M Total EUA: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 51M 5. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 51,7M Total Mundo: US$ 148,2M 6. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 7. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 50,9M Total Mundo: US$ 77,5M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M 9. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 1M Total EUA: US$ 36,4M Total Mundo: US$ 88,8M

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    Thor: Ragnarok mantém 1º lugar e já supera bilheterias dos dois filmes anteriores da franquia

    12 de novembro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” enfrentou pais em dose dupla e trens expressos sem sair do lugar: o 1º lugar das bilheterias na América do Norte. O blockbuster da Marvel faturou US$ 56,6M (milhões) na estimativa do site Box Office Mojo, em seu segundo fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. É uma arrecadação incomum para uma produção em sua segunda semana, ainda mais por disputar ingressos com duas grandes estreias no período. O sucesso de “Thor: Ragnarok” é tão estrondoso que já superou, em apenas de dez dias, toda a arrecadação conquistada pelos dois longas anteriores da franquia, “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), tanto no mercado doméstico quando em seu faturamento mundial. O lançamento já soma US$ 211,5M na América do Norte e US$ 650M em todo o mundo, ultrapassando “Thor: O Mundo Sombrio”, que fez US$ 206M e US$ 644M em 23 semanas. Entre as estreias, “Pai em Dose Dupla 2” foi a que se saiu melhor. Apesar de ter sido destruída pela crítica, com míseros 16% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a curiosidade de ver Mel Gibson numa comédia, como o pai de Mark Wahlberg, lhe rendeu o 2º lugar no ranking com um faturamento considerável de US$ 30M. Mas “Assassinato no Expresso do Oriente” não ficou muito atrás, com US$ 28,2M. A diferença pode ser creditada às 230 salas a menos que receberam esta produção. Apesar do grande elenco – Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, etc – , o “remake” de Kenneth Branagh não conseguiu atingir a consagração da primeira versão da obra de Agatha Christie, encenada em 1974 e premiada pelo Oscar (Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por Ingrid Bergman). Sem empolgar a crítica, conquistou 58% de aprovação e elogios para sua direção de arte. “Pai em Dose Dupla 2” e “Assassinato no Expresso do Oriente” estreiam, respectivamente, em 23 e 30 de novembro no Brasil. A grande sensação da semana, porém, não foi nenhum título do Top 3. De forma inesperada e impressionante, a novidade mais celebrada acabou sendo o filme que fecha o Top 10. “Lady Bird” foi lançado na semana passada em circuito ultra-limitado, apenas em Los Angeles e Nova York, e expandiu suas salas na última sexta (10/11) para atingir um total de 37 cinemas. Mesmo assim, virou um dos dez filmes mais vistos do fim de semana nos Estados Unidos, faturando US$ 1,2M. O valor representa uma arrecadação de US$ 33,7 mil por sala. Para se ter noção, “Thor: Ragnarok” faturou no mesmo tempo US$ 13 mil por sala – mas nem em sua estreia conseguiu tanto (US$ 30 mil). Trata-se de um fenômeno, que transforma “Lady Bird” num dos filmes indies mais bem-sucedidos do ano, além de lhe jogar holofotes na véspera das premiações do cinema americano. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Trata-se de reincidência. Este descaso sempre costuma acontecer quando um grande estúdio (leia-se Universal) assume a distribuição internacional de uma produção indie. Confira, abaixo, o desempenho dos dez filmes de maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 56,6M Total EUA: US$ 211,5M Total Mundo: US$ 650M 2. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 30M Total EUA: US$ 30M Total Mundo: US$ 30M 3. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 28,2M Total EUA: US$ 28,2M Total Mundo: US$ 85,4M 4. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 46,5M 5. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 34,3M Total Mundo: US$ 79M 6. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 2M Total EUA: US$ 45,9M Total Mundo: US$ 46,6M 7. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 199M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 243M 9. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 88,1M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA: US$ 1,7M Total Mundo: US$ 1,7M

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