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  • Filme

    Midway surpreende com estreia à frente de Doutor Sono na América do Norte

    10 de novembro de 2019 /

    “Midway – Uma Batalha em Alto Mar” surpreendeu o mercado, ao abrir em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá com uma bilheteria de US$ 17,5 milhões. Mas os valores baixos da arredação indicam mais um problema de desempenho de “Doutor Sono”, terror que continua “O Iluminado” (1980) e entrou em cartaz cercado de expectativas. Imaginava-se uma vitória tranquila da mais nova adaptação de Stephen King. Entretanto, fez apenas US$ 14,1 milhões, em 2º lugar. Dirigido por Roland Emmerich, “Midway” recria a maior batalha natal da 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido um blockbuster em 1976 e foi considerado um longa à moda antiga (antiquado, em outras palavras), com aprovação de apenas 44% pela crítica cotada pelo site Rotten Tomatoes. Entretanto, o elenco com atores famosos e jovens populares – o cantor Nick Jonas, entre eles – , somada à expectativa de cenas de ação do diretor de “Independence Day” (1996), ajudou-o a vender mais ingressos que o estimado. “Doutor Sono” foi lançado em 500 salas a mais, o que só deve aumentar a incredibilidade da Warner, que imaginava repetir o fenômeno de “It – A Coisa”. Afinal, a produção agradou a crítica, com 74% de aprovação, e também conta com atores conhecidos – Ewan McGregor e Rebecca Ferguson. No entanto, os espectadores ficaram mais entusiasmados com “Midway”, e não apenas na bilheteria, conforme atesta a nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público, enquanto o terror atingiu um B+. Mesmo com a vitória, “Midway” não pode comemorar. US$ 17,5 milhões não é bilheteria de abertura digna para uma superprodução que custou mais de US$ 100 milhões. A Lionsgate não está em posição financeira confortável para somar um novo prejuízo em suas contas. A aposta, agora, é transformar a atenção gerada pela conquista norte-americana em atrativo para o mercado internacional. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, em 20 de novembro. O fim de semana ainda trouxe mais dois lançamentos aos cinemas da América do Norte. A trama infantil de “Brincando com Fogo”, estrelada por John Cena, e a comédia romântica natalina “Uma Segunda Chance para Amar”, com Emilia Clarke, abriram em 3º e 4º lugares, respectivamente. Ambos tiraram notas baixas junto à crítica e parecem produções típicas da Netflix. “Uma Segunda Chance para Amar” chega aos cinemas brasileiros em 28 de novembro, enquanto “Brincando com Fogo” tem previsão de estreia apenas para janeiro de 2020. O Top 5 se completa com “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, que caiu do 1º para o 5º lugar em apenas uma semana. Fracasso nos EUA, onde ainda se arrasta para atingir US$ 50 milhões, a continuação de ficção científica está com praticamente US$ 200 milhões mundiais. Enquanto isso, “Coringa” continua em campanha para ingressar no clube dos bilionários. Se repetir a arrecadação deste fim de semana, a carteirinha de membro exclusivo será emitida já no próximo domingo (17/11). Ao todo, a adaptação dos quadrinhos atingiu com US$ 984,7 milhões mundiais neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 17,5M Total EUA e Canadá: US$ 17,5M Total Mundo: US$ 17,5M 2. Doutor Sono Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 14,1M Total Mundo: US$ 19,7M 3. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA e Canadá: US$12,8M Total Mundo: US$ 15,3M 4. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 11,6M Total Mundo: US$ 14,7M 5. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 48,4M Total Mundo: US$ 199,3M   6. Coringa Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 313,4M Total Mundo: US$ 984,7M 7. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 97,3M Total Mundo: US$ 430,3M 8. Harriet Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 23,4M Total Mundo: US$ 23,4M 9. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 66,6M Total Mundo: US$ 101,9M 10. Família Addams Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 91,4M Total Mundo: US$ 154,8M

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  • Etc

    Coringa vira a adaptação de quadrinhos mais lucrativa de Hollywood

    9 de novembro de 2019 /

    De acordo com as contas da revista Forbes, “Coringa” se tornou o filme de quadrinhos mais lucrativo de Hollywood. O longa dirigido por Todd Phillips superou a arrecadação mundial de US$ 950 milhões nesta sexta (8/11), o que representa mais de 15 vezes o seu orçamento de US$ 62,5 milhões. Mas o mais curioso é que “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria em todos os tempos, nem entra no Top 5 de lucratividade apresentado pela publicação. Antes de “Coringa”, a adaptação que mais deu retorno financeiro tinha sido “O Máskara”, que arrecadou US$ 351 milhões com um orçamento de US$ 26 milhões. Ainda segundo a Forbes, o Top 5 do gênero se completa com “Venom” (faturou US$ 854 milhões com um orçamento de US$ 90 milhões), “Batman” (US$ 411 milhões com um orçamento de US$ 35 milhões) e “Deadpool” (US$ 783 milhões com um orçamento de US$ 58 milhões). Este ranking, entretanto, não considera as despesas de marketing e divulgação, nem as variações de impostos e taxas sobre os filmes em diferentes países – na China, por exemplo, o retorno para Hollywood é de apenas 25% da arrecadação. O que torna o termo “lucrativo” impreciso. De todo modo, a Forbes prevê que “Coringa” ultrapassará US$ 1 bilhão nas bilheterias. Quando isso acontecer, a produção da Warner irá bater um recorde mais mensurável, tornando-se o filme mais barato a atingir a marca – até o momento, “Jurassic Park” tem essa honra, por ter custado US$ 63 milhões.

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  • Filme

    Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões

    4 de novembro de 2019 /

    Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.

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  • Filme

    Estreia em 1º lugar não impede Destino Sombrio da franquia Exterminador do Futuro

    3 de novembro de 2019 /

    “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas com um rendimento muito abaixo das expectativas do estúdio. Concebido para abrir uma nova trilogia, teve a tarefa muito dificultada pelo faturamento de US$ 29M (milhões) no final de semana. As projeções indicavam uma estreia de US$ 40M, o que já seria problemático para uma produção com orçamento de US$ 185M. Ainda assim, a falta de empolgação do público norte-americano foi compensada por bom desempenho internacional. O filme rendeu mais US$ 94,6M no exterior, puxado pelo mercado chinês (US$ 28M), chegando a um total mundial de US$ 123,6M. Mas, apesar do dinheiro chinês (só 25% dele retorna a Hollywood), vai dar prejuízo. E será a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu, em tom quase de brincadeira. O Top 3 do fim de semana norte-americano completou-se com “Coringa”, que praticamente atingiu US$ 300M no mercado doméstico, e “Malévola: Dona do Mal”, outro desastre financeiro de 2019. As bilheterias registraram ainda três novas estreias. Cinebiografia da ex-escrava abolicionista Harriet Tubman, “Harriet” abriu em 4º lugar com US$ 12M de arrecadação e elogios rasgados da imprensa (77% de aprovação entre os tops do Rotten Tomatoes). Apesar do circuito limitado e críticas medianas (55% dos tops), o suspense noir “Brooklyn Sem Pai nem Mãe”, dirigido e estrelado por Edward Norton, também conseguiu entrar no Top 10. Apareceu em 9º lugar, à frente da animação “Arctic Dogs”, um desastre com grande distribuição e pouca recomendação (17% no RT). Destes últimos, apenas “Brooklyn Sem Pai nem Mãe” tem estreia marcada no Brasil: em 5 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 29M Total EUA e Canadá: US$ 29M Total Mundo: US$ 123,6M 2. Coringa Fim de semana: US$ 13,9M Total EUA e Canadá: US$ 299,6M Total Mundo: US$ 934M 3. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA e Canadá: US$ 84,3M Total Mundo: US$ 383,2M 4. Harriet Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 12M 5. Família Addams Fim de semana: US$ 8,49M Total EUA e Canadá: US$ 85,2M Total Mundo: US$ 129,2M   6. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 59,3M Total Mundo: US$ 87,1M 7. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,7M Total Mundo: US$ 21,4M 8. Black and Blue Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Brooklyn Sem Pai nem Mãe Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 10. Arctic Dogs Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M

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    Coringa ultrapassa US$ 900 milhões de bilheteria mundial

    3 de novembro de 2019 /

    O filme “Coringa”, estrelado por Joaquin Phoenix, ultrapassou os US$ 900 milhões de bilheteria mundial na noite de sábado (2/11). De acordo com analistas americanos, o longa, que estreou em outubro, terminará sua passagem pelos cinemas com uma arrecadação em torno dos US$ 950 milhões. A produção pode até atingir a marca do US$ 1 bilhão, mas a possibilidade é bem pequena. Mesmo sem se tornar bilionário, o filme já é considerado um dos maiores sucessos da história do estúdio Warner, porque custou apenas US$ 55 milhões para ser produzido e não dispendeu rios de dinheiro em publicidade. Há, inclusive, quem defenda que “Coringa” deu mais lucro para a Warner que o recordista histórico “Vingadores: Ultimato” para a Disney, pelo investimento gigantesco naquela produção. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics ainda detém um recorde de arrecadação como o filme com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) de maior bilheteria mundial em todos os tempos. Mas este título é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior – US$ $588,8 milhões, contra US$ 289,5 milhões no mercado doméstico.

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    Coringa reassume a liderança das bilheterias na América do Norte

    27 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo alto nos cinemas. Em sua quarta semana em cartaz, o filme desbancou “Malévola: Dona do Mal” e recuperou o 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. No segundo round da luta dos vilões de fantasia, a adaptação dos quadrinhos estrelada por Joaquin Phoenix, que havia perdido a liderança no fim de semana passado, voltou ao topo ao arrecadar US$ 18,9M (milhões), contra US$ 18,5M da fábula protagonizada por Angelina Jolie. A produção da Warner chegou a US$ 277,5M no mercado doméstico e US$ 849M mundiais, aumentando ainda mais seu recorde como filme de classificação “R” (para maiores nos Estados Unidos) com maior bilheteria em todos os tempos, marca conquistada na última sexta-feira (25/10). “Coringa” deve terminar sua jornada com uma arrecadação superior a US$ 900M, o que também representará um dos maiores lucros de uma adaptação de quadrinhos, tendo em vista seu baixo orçamento. “Malévola: Dona do Mal” é um grande desapontamento na América do Norte, mas o mercado internacional deve evitar desastre maior. Enquanto a produção da Disney fez apenas US$ 65,4M em dez dias nos EUA e Canadá, a soma mundial de sua bilheteria está em quase US$ 300M, perto do total de “Dumbo” (US$ 350M), até então o pior desempenho do estúdio no ano. O Top 10 incluiu mais quatro títulos novos no fim de semana, mas apenas dois com distribuição ampla, em mais de 2 mil salas. O terror “A Hora da sua Morte” foi o que se deu melhor, abrindo em 5º lugar, seguido pelo policial “Black and Blue” em 6º. A crítica achou ambos ruins, mas considerou o terror ainda pior (apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes). “Black and Blue” (46%), estrelado por Naomie Harris, não deve passar no Brasil, mas “A Hora da sua Morte” será um peru de Natal, com lançamento marcado para 26 de dezembro. Vítima colateral do escândalo sexual de Harvey Weinstein, “A Batalha das Correntes” finalmente chegou aos cinemas norte-americanos (aqui, só em dezembro). O longo período de quarentena serviu para a produção de uma nova edição (do diretor Alfonso Gomez-Rejon), que agradou mais a crítica que a versão exibida pela primeira vez há dois anos, no Festival de Toronto, sob supervisão de Weinstein (famoso por alterar filmes à revelia dos diretores). Deixou de ser podre (33%) para virar apenas medíocre (57%), o que ainda é um desapontamento considerando sua história (a guerra elétrica entre Thomas Edison e George Westinghouse/Nicola Tesla) e seu elenco (Benedict Cumberbatch, Michael Shannon, Nicholas Hoult e Tom Holland). Lançado em mil cinemas, abriu apenas em 9º lugar, abaixo de um fenômeno indie. Grande surpresa do ranking, “O Farol” resplandeceu muito mais que seu 8º lugar. Filmado em preto e branco, com baixo orçamento e disponível em somente 500 telas, o filme brilhou com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo longa do diretor Robert Eggers (do premiado “A Bruxa”), o terror estrelado por Robert Pattinson e Willem DaFoe deu o que falar ao render três vezes mais por sala que “Coringa”. Trata-se uma coprodução da indie A24 em parceria com a brasileira RT Features. Apesar disso, só vai chegar ao Brasil em janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 18,9M Total EUA e Canadá: US$ 277,5M Total Mundo: US$ 849M 2. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,4M Total Mundo: US$ 293,5M 3. Família Addams Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 84M 4. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ 63,6M 5. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 9M Total Mundo: US$ 9M   6. Black and Blue Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 8,3M Total Mundo: US$ 8,3M 7. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 43,3M Total Mundo: US$ 148,2M 8. O Farol Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 9. A Batalha das Correntes Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 2,7M Total Mundo: US$ 7,5M 10. Abominável Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 56,8M Total Mundo: US$ US$ 144,6M

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  • Filme

    Todd Phillips celebra recorde mundial de Coringa nas redes sociais

    26 de outubro de 2019 /

    O diretor Todd Phillips celebrou nas redes sociais a façanha de “Coringa”, que se tornou a maior bilheteria de uma produção com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) do mundo em todos os tempos. Em sua comemoração, ele aproveitou para dar uma pequena alfinetada nas polêmicas que cercaram o filme, como um suposto incentivo de violência e o receio de atentados, que ganharam grande cobertura da mídia na semana de estreia da produção. “Uau! Agradeço a minha equipe e elenco, e obviamente aos fãs ao redor do mundo – por terem enxergado além de todo o “barulho” e aparecido nos cinemas (alguns mais de uma vez)! Estamos muito orgulhosos do filme e todas as mensagens maravilhosas que recebemos de vocês o torna ainda mais especial.” A adaptação do vilão da DC Comics deixou para trás um herói da Marvel ao faturar US$ 788,3 milhões mundiais. O primeiro “Deadpool” detinha o recorde com US$ 782,6 milhões. Vale considerar que “Deadpool 2” teria supostamente mais que isso (US$ 785 milhões), mas essa conta inclui quase US$ 50 milhões arrecadados sob outro título e classificação etária, quando o filme foi relançado nos cinemas como “Era uma Vez um Deadpool”. De todo modo, “Coringa” bate até esse truque. Vale lembrar que, apesar de receber classificação “R” em seu país de origem, tanto “Coringa” quanto os dois “Deadpool” foram lançados com restrição para 16 anos no Brasil. O mesmo aconteceu em vários países. Em Portugal, o filme passou com censura de 14 anos. Na França, “Coringa” chegou aos cinemas proibido para maiores de… 12 anos! Tudo isso ajudou na bilheteria internacional do filme, que somou o dobro da arrecadação americana, facilitando a quebra do recorde. O diretor de “Coringa”, Todd Phillips, afirmou recentemente que nunca divulgará cenas cortadas ou uma versão estendida do filme, para capitalizar um relançamento nos cinemas ou Blu-ray especial, mas que está aberto à ideia de uma possível sequência, o que Joaquin Phoenix, intérprete do Coringa, apoia. Ver essa foto no Instagram Wow!! Thanks to my wonderful cast & crew and of course, the fans from around the world— for seeing through all the “noise” and SHOWING UP (some more than once)! We are super proud of the film and all your wonderful messages make it that much more special. #Joker worldwide. Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 25 de Out, 2019 às 12:33 PDT

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    Coringa supera Deadpool e vira filme de classificação “R” com maior bilheteria em todos os tempos

    25 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo à toa. Ao atingir US$ 788,3 milhões em arrecadação mundial, o filme estrelado por Joaquin Phoenix virou oficialmente a maior bilheteria de um filme de classificação “R” (para “maiores” nos EUA) em todos os tempos. A adaptação do vilão da DC Comics deixou para trás um herói da Marvel nesse ranking. O primeiro “Deadpool” detinha o recorde com US$ 782,6 milhões. Vale considerar que “Deadpool 2” teria supostamente mais que isso (US$ 785 milhões), mas essa conta inclui quase US$ 50 milhões arrecadados sob outro título e classificação etária, quando o filme foi relançado nos cinemas como “Era uma Vez um Deadpool”. De todo modo, “Coringa” bate até esse truque. Diante dos números, o ator Ryan Reynolds, que interpreta Deadpool no cinema, mostrou que é um bom perdedor, ao parabenizar “Coringa” pela façanha. “Posts de parabenização por bilheteria para maiores não são como aqueles que você está acostumado”, brincou o ator no Twitter. Veja abaixo. Apesar de receber classificação “R” em seu país de origem, tanto “Coringa” quanto os dois “Deadpool” foram lançados com restrição para 16 anos no Brasil. O diretor de “Coringa”, Todd Phillips, afirmou recentemente que nunca divulgará cenas cortadas ou uma versão estendida do filme, para capitalizar um relançamento nos cinemas ou Blu-ray especial, mas que está aberto à ideia de uma possível sequência, o que Joaquin Phoenix apoia. R-Rated box office congratulatory posts aren’t like the ones you’re used to… pic.twitter.com/OTy2BqIP4f — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) October 25, 2019

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  • Filme

    Malévola: Dona do Mal registra pior estreia da Disney no ano

    21 de outubro de 2019 /

    “Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma maldição. A continuação do sucesso de 2014 teve o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney no mercado doméstico. A superprodução orçada em US$ 185M (milhões) fez apenas US$ 36,9M em seu lançamento, muito abaixo das previsões do mercado. O valor é praticamente metade do que faturou o primeiro filme há três anos (US$ 69M), e bem abaixo do maior fracasso do estúdio no ano, “Dumbo”, que abriu com US$ 45,9M no final de março. Dos 11 remakes live-action que a Disney já produziu desde “Alice no País das Maravilhas” (2010), a sequência de “Malévola” se posiciona em 10º lugar em arrecadação, ficando à frente apenas de “Meu Amigo, O Dragão” (US$21,5M em 2016) O filme de Angelina Jolie também foi destruído pela crítica, com apenas 40% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O desastre só não é irremediável porque o mercado internacional correspondeu, com uma arrecadação de US$ 118M, que trouxe o total mundial para US$ 155M. Mesmo com a decepção financeira, a vilã da Disney conseguiu superar o vilão da DC Comics nas bilheterias da América do Norte. “Coringa” caiu para 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Fez mais 29,2M nos últimos três dias para atingir US$ 247,2M domesticamente. No mundo todo, a arrecadação já está em US$ 738,5M. “Coringa” é atualmente o 4º filme de maior bilheteria da DC no exterior e o maior em 17 mercados, incluindo Itália, Espanha, Rússia, Argentina e México. A outra continuação estreante da semana, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”, ficou em 3º lugar, com US$ 26,8M. Mas, paradoxalmente, esse valor fez a produção ser considerada um sucesso. O motivo é simples: o segundo “Zumbilândia” custou “apenas” US$ 42M e deve se pagar facilmente com a bilheteria doméstica, ao fim de sua passagem pelos cinemas. Assim, os números faturados no exterior vão entrar como lucro. Por sinal, a estreia no Brasil é nesta quinta (24/10). “Zumbilândia: Atire Duas Vezes” se saiu bem até na comparação com seu antecessor, que abriu com US$ 24,7M em 2009. E recebeu aprovação de 66% das críticas aferidas no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 36,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 155M 2. Coringa Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA e Canadá: US$ 247,2M Total Mundo: US$ 738,5M 3. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 26,8M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 32,1M 4. Família Addams Fim de semana: US$ 16,3M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 57M 5. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 118,5M   6. Abominável Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 114,7M 7. Downton Abbey Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 164,3M 8. Judy Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 9. As Golpistas Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 101,8M Total Mundo: US$ 125,4M 10. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 209,6M Total Mundo: US$ US$ 450,3M

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    Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos

    14 de outubro de 2019 /

    O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”. Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999. Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos. Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel. O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros. Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira. Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (cópias e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios. Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo. Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017). Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.

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    Coringa ri do fiasco de Projeto Gemini com liderança folgada nas bilheterias

    13 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo à toa. O filme vagamente inspirado nos quadrinhos da DC Comics manteve liderança folgada nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, com larga vantagem em relação aos demais lançamentos do período. E o mesmo aconteceu no resto do mundo. Com US$ 55 milhões faturados entre quinta e domingo (13/10), a produção da Warner já atingiu 192,7 milhões só no mercado doméstico. O sucesso, porém, é muito maior no exterior, o que ajudou sua bilheteria mundial a somar US$ 543,9 milhões em apenas dez dias. Na Europa, o filme estrelado por Joaquin Phoenix já superou toda a arrecadação de “Logan”, “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”. Mas é na América Latina que vem obtendo suas maiores somas, a ponto de já aparecer empatado com o blockbuster “Batman vs. Superman” na região, e muito acima de “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”, além de registrar mais que o dobro da bilheteria do filme anterior do personagem, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Os mercados internacionais em que “Coringa” está vendendo mais ingressos são Reino Unido (US$ 36,9 milhões), México (US$ 28,9 milhões), Coréia do Sul (US$ 28 milhões), Rússia (US$ 20,4 milhões) e Brasil (US$ 18 milhões). Para completar, o filme estreou na França e na Alemanha neste fim de semana batendo recordes de arrecadação. As três estreias amplas que arriscaram enfrentar o vilão dos quadrinhos em sua segunda semana em cartaz tiveram resultados variados. A animação “Família Addams” ficou em 2º lugar com respeitáveis US$ 30,2 milhões. O contexto é considerado positivo, diante da competição duríssima e do orçamento de US$ 50 milhões da produção, que poderia ser coberto com o sucesso internacional. Como parte desta estratégia, o lançamento do desenho foi restrito à América do Norte, chegando ao Brasil e a maioria dos demais países apenas a partir de 31 de outubro. Entretanto, o projeto de lucro pode ter sido esfriado pelas críticas negativas, que deixaram a aprovação do filme em apenas 44% no Rotten Tomatoes – mais difícil de vender no exterior. “Projeto Gemini” enfrenta problema ainda maior. A aposta em um suposto blockbuster 3D mundial fracassou epicamente. O thriller de ação estrelado por Will Smith, com tecnologia digital de última geração, fez apenas US$ 20,5M e abriu em 3º lugar nos Estados Unidos e Canadá. E não se saiu muito melhor no mercado internacional, onde abriu simultaneamente em 58 países e somou apenas US$ 39 milhões. Orçado em US$ 140 milhões sem P&A (custo de cópias e publicidade), “Projeto Gemini” vai dar prejuízo para a Sony. O tamanho do buraco já está sendo estimado em no mínimo US$ 60 milhões pelas publicações especializadas dos Estados Unidos. Mas pode aumentar com as críticas extremamente desfavoráveis – apenas 26% no Rotten Tomatoes. Será o segundo fracasso milionário consecutivo do diretor Ang Lee, que também privilegiou a tecnologia 3D de ponta em seu drama de guerra “A Longa Caminhada de Billy Lynn” (2016), orçado em US$ 40 milhões e que rendeu a quantia abissal de US$ 1,7 milhão nos cinemas norte-americanos. A terceira estreia da semana foi a comédia “Jexi”, escrita e dirigida pela dupla responsável por “Perfeita é a Mãe”, que implodiu em 9º lugar. Longe dessa tristeza comercial, o circuito limitado apresentou o maior sucesso por sala do ano inteiro, o drama sul-coreano “Parasita”, que estourou lotações nas três únicas telas em que começou a ser exibido. A arrecadação por sala do vencedor do Festival de Cannes ficou em US$ 125,4 mil, um fenômeno. Para dar a dimensão da façanha, a estreia de “Coringa” na semana passada rendeu exatamente 10% disso por sala. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 55M Total EUA e Canadá: US$ 192,7M Total Mundo: US$ 543,9M 2. Família Addams Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,2M Total Mundo: US$ 30,2M 3. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Abominável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ 108M 5. Downton Abbey Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 82,6M Total Mundo: US$ 152,6M   6. As Golpistas Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 98M Total Mundo: US$ 121,6M 7. Judy Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 14,9M 8. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 207,1M Total Mundo: US$ 445,6M 9. Jexi Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Ad Astra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ US$ 120,3M

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    Coringa estreia em 1º lugar com recorde de bilheteria na América do Norte

    6 de outubro de 2019 /

    O público norte-americano não se deixou influenciar pelo clima paranoico que cercou o lançamento do “Coringa”. Apesar do frenesi midiático em torno do tema do filme, que poderia inspirar atentados, os cinemas dos Estados Unidos e Canadá lotaram, e a estreia da produção da Warner bateu recorde com a maior arrecadação de todos os tempos durante o mês de outubro. A abertura de “Coringa” somou US$ 93,5 milhões durante seus primeiros três dias de exibição na América do Norte, superando com folga o antigo recordista, “Venom”, ironicamente outro filme de vilão de quadrinhos. A produção da Sony detinha o antigo recorde com US$ 80,2 milhões arrecadados em outubro do ano passado. Os recordes também se estendem às carreiras da equipe criativa do longa. Os números representam a maior arrecadação do diretor Todd Phillips e de todo o elenco da produção, incluindo os atores River Phoenix e Robert De Niro. Considerando ainda as últimas adaptações de quadrinhos da Warner, “Coringa” teve uma estreia mais bem-sucedida que a do blockbuster “Aquaman”, que abriu com US$ 67,8 milhões, e “Shazam!”, com US$ 53,5 milhões. No mercado internacional, a produção rendeu ainda mais, atingindo um total mundial de US$ 234 milhões. Os números impressionantes incluem um desempenho recorde na Coreia do Sul, com a maior estreia de um filme da Warner no país em todos os tempos. No México, foi a segunda maior, perdendo apenas para “Batman vs. Superman”. Já no Brasil, “Coringa” representou a maior estreia do estúdio em 2019. O resto do ranking ficou muito atrás, em relação ao grande assalto perpetrado pelo vilão da DC Comics nas bilheterias. Em 2º lugar na América do Norte, “Abominável” arrecadou apenas US$ 12 milhões em sua segunda semana em cartaz, uma diferença de mais de US$ 80 milhões. Em dez dias, a animação soma apenas US$ 37,83 milhões no mercado doméstico. “Downton Abbey” ficou em 3º com US$ 8 milhões, atingindo US$ 73,6 milhões na América do Norte após três fins de semana. A estreia no Brasil está prevista para o próximo dia 24 de outubro. Fecham o Top 5 “As Golpistas” e “It: Capítulo Dois”, com US$ 6,3 milhões e US$ 5,35 milhões, respectivamente. O primeiro já rendeu quase US$ 100 milhões e o segundo superou os US$ 200 milhões na América do Norte. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 93,5M Total EUA e Canadá: US$ 93,5M Total Mundo: US$ 234M 2. Abominável Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 37,8M Total Mundo: US$ 76,3M 3. Downton Abbey Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 73,6M Total Mundo: US$ 135,4M 4. As Golpistas Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 91,3M Total Mundo: US$ 110M 5. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 202,2M Total Mundo: US$ 436,7M   6. Ad Astra Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 43,6M Total Mundo: US$ 111,3M 7. Judy Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 8,9M Total Mundo: US$ 8,9M 8. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 64,3M 9. War Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M 10. Bons Meninos Fim de semana: US$ 0,9M Total EUA e Canadá: US$ 82M Total Mundo: US$ US$ 107,5M

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    Tom Holland teria sido responsável pela volta do Homem-Aranha aos filmes da Marvel

    2 de outubro de 2019 /

    O ator Tom Holland teve papel fundamental para que Disney e Sony fechassem um novo acordo em relação ao Homem-Aranha, apurou revista The Hollywood Reporter. A publicação informou que o intérprete do herói teve encontros com Bob Iger, CEO da Disney, e Tom Rothman, chefão da Sony, após o anúncio de que o Aranha não estaria mais no Universo Marvel. Ele usou sua participação na D23, a Comic Con da Disney, para mobilizar fãs e usar essa influência para demonstrar aos dois executivos como a permanência do Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) seria mais lucrativo para ambos, com maior venda de ingressos e nenhum protesto. Ele teria usado seu contrato para estrelar “Uncharted”, adaptação de game que a Sony pretende transformar em franquia, para fazer Rothman reconsiderar a separação, e se tornou uma das raras estrelas de cinema a ser recebida pessoalmente por Iger, um dos homens mais poderosos de Hollywood, para discutir uma questão puramente comercial. Tom Holland tem apenas 23 anos. O resultado dessa intervenção foi anunciado por outro defensor da permanência do Aranha no MCU, ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso”, disse Feige, em comunicado, na sexta-feira passada (27/9). “O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, completou. Detalhes da negociação entre Disney e Sony não foram revelados, mas o site Deadline apurou que a Disney conseguiu aumentar sua participação de 5% para 25% das bilheterias, em troca de um investimento equivalente (25%) no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. Em contrapartida, a Disney não vai mais se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo.

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