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  • Filme

    Frozen 2 bate novo recorde de bilheteria nos Estados Unidos

    1 de dezembro de 2019 /

    A animação “Frozen 2” se manteve no 1º lugar das bilheterias da América do Norte, batendo um novo recorde de arrecadação durante o final de semana de Ação de Graças nos Estados Unidos. O filme da Disney faturou US$ 85,2 milhões nos três últimos dias e US$ 123,7 milhões no feriado de cinco dias. A quantia supera com muita folga o recorde anterior, obtido com “Jogos Vorazes: Em Chamas”, que registrou US$ 109,9 milhões em 2013. Lançada há apenas 10 dias, a sequência de “Frozen” (2013) já arrecadou US$ 287,5 milhões no mercado doméstico e impressionantes US$ 738,5 milhões em todo o mundo. Os valores mais que dobraram desde o fim de semana passado, quando conquistou o status de maior estreia mundial de uma animação em todos os tempos. Vale lembrar que a maioria das produções animadas costuma fazer mais sucesso nos EUA devido aos famosos dubladores originais. No caso atual, os personagens foram suficientes para convencer o público de dezenas de países diferentes a lotar os cinemas. Apesar desse sucesso, a crítica considerou a continuação inferior ao original, com “apenas” 76% de aprovação na média da avaliação computada pelo site Rotten Tomatoes, contra 90% de satisfação atingida pelo primeiro. O público brasileiro, porém, será o último a avaliar sua qualidade e contribuir com sua arrecadação. O lançamento no país só vai acontecer em 2 de janeiro, após “Frozen 2” ter passado por todo o resto do mundo. As bilheterias também refletiram o lançamento de dois novos filmes nos Estados Unidos e Canadá. O mais bem-sucedido foi a comédia de mistério “Entre Facas e Segredos”, que abriu em 2º lugar, com uma arrecadação doméstica de US$ 27 milhões no final de semana, 41,7 milhões na soma do feriado e US$ 70 milhões mundiais. Para completar, foi aclamado pela crítica, com 97% de aprovação. Homenagem do diretor-roteirista Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) aos velhos filmes de “whodunit”, que consistem em investigar suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”, “Entre Facas e Segredos” reúne um elenco de dar inveja no mais recente exemplar do gênero, “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). Daniel Craig (o James Bond) interpreta o detetive, Lakeith Stanfield (“Atlanta”) vive seu parceiro policial, Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) é a vítima e os suspeitos são nada menos que Chris Evans (o Capitão América), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”), Jaeden Martell (“It: A Coisa”) e Don Johnson (“Watchmen”). A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, em 12 de dezembro. “Queen & Slim” teve um desempenho mais modesto, abrindo em 5º lugar, atrás de “Ford vs. Ferrari” e “Um Belo Dia na Vizinhança”. O drama criminal traz um casal foragido da lei, após enfrentar um policial racista. Também bastante elogiado, atingiu 85% de aprovação e somou US$ 15,8 milhões no feriadão, além de colocar a modelo britânica Jodie Turner-Smith em evidência. Ela estrela o filme ao lado de Daniel Kaluuya (indicado ao Oscar por “Corra!”), após chamar atenção em séries de ação como “The Last Ship”, “Nightflyers” e “Jett” – e no clipe “Pillow Talk”, de Zayn Malik. Como teve baixo orçamento (US$ 30 milhões, uma fortuna para o cinema brasileiro, mas troco em Hollywood), “Queen & Slim” deve se bancar com o lançamento internacional, que só vai começar no final de dezembro pela Índia. A previsão de lançamento nacional é apenas para março. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 85,2M Total EUA e Canadá: US$ 287,5M Total Mundo: US$ 738,5M 2. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 27M Total EUA e Canadá: US$ 41,7M Total Mundo: US$ 70M 3. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA e Canadá: US$ 81M Total Mundo: US$ 143,3M 4. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 11,8M Total EUA e Canadá: US$ 34,3M Total Mundo: US$ 34,3M 5. Queen & Slim Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 15,8M Total Mundo: US$ 15,8M   6. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 19,4M Total Mundo: US$ 36,7M 7. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 9,2M Total Mundo: US$ 45,3M 8. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 50,2M Total Mundo: US$ 99,2M 9. Coringa Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 330,6M Total Mundo: US$ 1B 10. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 67,8M

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    Frozen 2 bate recordes e se torna maior estreia animada do mundo

    24 de novembro de 2019 /

    A estreia de “Frozen 2”, aguardada sequência da animação blockbuster de 2013, superou as expectativas da Disney, dobrando a bilheteria inicial do primeiro filme na América do Norte. Nos três primeiros dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá, “Frozen 2” arrecadou US$ 127 milhões. Há seis anos, o primeiro longa rendeu US$ 67 milhões em seu primeiro fim de semana. Mas o sucesso doméstico do filme é ainda mais impressionante porque foi a primeira vez que um longa animado teve uma abertura de mais de US$ 100 milhões fora do período de férias. “Frozen 2” ainda juntou mais US$ 223 milhões no mercado internacional para somar impressionantes US$ 350 milhões em seu lançamento mundial. Os números movimentaram vários recordes. Para começar, transformaram “Frozen 2” na maior estreia norte-americana de uma animação da Walt Disney Pictures e atrás só de dois filmes da Pixar, “Procurando Dory” (US$ 135 milhões) e “Os Incríveis 2” (US$ 180 milhões) entre todos os lançamentos animados. A arrecadação internacional ainda fez da continuação de “Frozen” a maior estreia mundial de uma animação em todos os tempos. Vale lembrar que a maioria das produções animadas costuma fazer mais sucesso nos EUA devido aos famosos dubladores originais. No caso atual, os personagens foram suficientes para convencer o público de 37 países diferentes a lotar os cinemas. Recordes de maior estreia de animação foram batidos em vários mercados, como Reino Unido (US$ 17,8 milhões) e França (US$ 13,4 milhões), além de maior lançamento animado americano na China (US$ 53 milhões), Japão (US$ 18,2 milhões), Alemanha (US$ 14,9 milhões) e Espanha (US$ 5,8 milhões). O filme também se tornou a 3ª maior abertura entre todos os filmes já exibidos na Coréia do Sul (US$ 31,5 milhões). Também caiu o recorde de maior lançamento animado em IMAX, com US$ 18 milhões de faturamento, acima dos US$ 15,6 milhões de “Os Incríveis 2”. Apesar desse sucesso, a crítica considerou a continuação inferior ao original, com “apenas” 76% de aprovação na média da avaliação computada pelo site Rotten Tomatoes, contra 90% de satisfação atingida pelo primeiro. O público brasileiro, porém, será o último a avaliar sua qualidade e contribuir com sua arrecadação. O lançamento no país só vai acontecer em 2 de janeiro, após “Frozen 2” ter passado por todo o resto do mundo. Campeão do ranking passado, “Ford vs Ferrari” ficou com o 2º lugar em seu segundo fim de semana na América do Norte, arrecadando US$ 16 milhões. O drama de época conseguiu bastante prestígio com críticas positivas (92%), mas ainda está longe de se pagar (custou US$ 97 milhões só de produção), com US$ 103,7 milhões mundiais. Dois outros lançamentos aparecem na sequência. O drama “Um Lindo Dia na Vizinhança”, com Tom Hanks, abriu em 3º (US$ 13,5 milhões), seguido por “Crime Sem Saída”, com Chadwick Boseman, em 4º (US$ 9,2 milhões). A cinebiografia do apresentador infantil Fred Rogers é o filme mais bem-avaliado em cartaz (96%) e pode dar a Hanks sua sexta indicação ao Oscar, enquanto o thriller de ação foi considerado uma decepção (45%) como primeiro lançamento cinematográfico da AGBO, produtora dos irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 127M Total EUA e Canadá: US$ 127M Total Mundo: US$ 350M 2. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 57,9M Total Mundo: US$ 103,7M 3. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 13,5M 4. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 9,3M Total Mundo: US$ 12M 5. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,1M Total Mundo: US$ 81,7M   6. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 36,7M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 11,7M Total Mundo: US$ 17,1M 8. As Panteras Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,9M Total Mundo: US$ 43,5M 9. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 27,7M Total Mundo: US$ 51,7M 10. Coringa Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 326,9M Total Mundo: US$ 1B

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    Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

    23 de novembro de 2019 /

    O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.

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    Todd Phillips desmente reportagem que “antecipa” produção de Coringa 2

    21 de novembro de 2019 /

    O diretor Todd Phillips desmentiu a reportagem do site da revista The Hollywood Reporter que afirmou que ele já tinha fechado contrato para fazer a continuação de “Coringa”. Vários pontos do artigo já tinham sido desacreditados pelas publicações concorrentes Deadline e Variety. Agora, o próprio cineasta veio à público comentar as “revelações” de bastidores da reportagem, em entrevista para outro site, IndieWire. O THR afirmou que a Warner já tinha encaminhado a produção da sequência de “Coringa”, inclusive com uma reunião realizada entre Phillips e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, para alinhar os detalhes d produção. Neste encontro, Phillips também teria pedido direitos para “desenvolver um portfólio de personagens da DC”. A Variety confirmou que o presidente da Warner reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contestou a reportagem inteira, do início ao fim. O diretor foi cuidadoso ao escolher as palavras para rebater o artigo, deixando entrelinhas abertas. Segundo Phillips, ele não teve nenhuma reunião com Toby Emmerich no dia 7 de outubro, como publicado pelo THR. “Eu posso dizer honestamente que não fiz nenhuma reunião no dia 7 de outubro. Primeiro de tudo, você me conhece e conhece minha carreira, esse não é o meu estilo. Eu fiz uma comédia gigante com a Warner, ‘Se Beber Não Case’, e não me tornei um ‘produtor de fábrica’ de comédias do tipo: ‘ah, vamos apenas produzir filmes de comédia’. Bradley Cooper e eu temos uma empresa de produção na Warner. Eu tenho estado na Warner há 15, 16 anos. Nós temos duas coisas em desenvolvimento o tempo todo, não 40 como algumas pessoas estão dizendo. Não sou o tipo de cara que diz que quer 40 títulos. Eu simplesmente não tenho energia (para isso)”, explicou. Phillips ressaltou que apenas sugeriu à Warner fazer uma cinessérie mais sombria e focada em personagens das histórias dos quadrinhos quando começou a trabalhar no projeto do Coringa. “Quando eu ofereci para eles o ‘Coringa’, a ideia não era fazer um filme, e sim criar uma marca inteira [chamada Black Label]. Mas eles descartaram aquilo rapidamente e eu entendi. Quem sou eu para entrar e começar um projeto dentro de um estúdio de cinema? Mas eles disseram: vamos fazer esse aqui”, contou Phillips. O diretor também confirmou que não assinou nenhum contrato nem existe um roteiro em desenvolvimento para que uma sequência de “Coringa” neste momento. Mas isso não significa que a Warner não planeje uma continuação, já que o filme arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo. “Bem, um filme não ganha US$ 1 bilhão sem que eles não falem numa sequência. Joaquin e eu dissemos publicamente que conversamos sobre a continuação desde a segunda semana de filmagens, porque é uma coisa divertida de se falar. Mas o artigo do Hollywood Reporter estava se referindo a outras coisas além disso, que sãom francamente falsas. Não sei como tudo começou, se foi algum assistente tentando ganhar credibilidade como fonte de jornalista”, ressaltou Phillips. Ele se recusou, porém, a falar sobre o trecho da reportagem que alegou que ele estaria recebendo quase US$ 100 milhões por “Coringa”, porque “trocou seu salário inicial em troca de uma fatia maior da receita”. “Aqui está a verdade sobre uma possível sequência: Joaquin e eu conversamos sobre isso durante uma turnê pelo mundo com executivos da Warner. Estávamos sentados no jantar e eles estavam dizendo: ‘Então, vocês pensaram em (fazer uma continuação)?’ Mas, falando em contratos, não há contrato para desenvolver uma sequência, nunca abordamos Joaquin para fazer uma sequência. Isso vai acontecer? Mais uma vez, acho que o artigo foi antecipatório, na melhor das hipóteses”, finalizou o diretor.

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    Continuação de Coringa com Joaquin Phoenix já estaria em desenvolvimento

    20 de novembro de 2019 /

    A Warner Bros. já estaria preparando uma sequência de Coringa, que contaria com a volta o astro Joaquin Phoenix ao papel, além do diretor Todd Phillips e do roteirista Scott Silver. As informações foram apuradas pelo site The Hollywood Reporter e não encontraram confirmação nos sites concorrentes. A notícia vem pouco depois de o filme atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial, tornando-se o primeiro lançamento com classificação “para maiores” nos EUA a alcançar o feito. Phoenix e Phillips afirmaram, em entrevistas durante a divulgação de “Coringa”, que conversaram sobre possíveis sequências. O ator disse que havia “muito para explorar” no personagem, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Mas o THR apurou que o contrato assinado pelo intérprete já previa retorno para pelo menos uma continuação. Outras informações da reportagem do THR foram refutadas pela concorrência, como o projeto de desenvolvimento de outros filmes de origem para os personagens dos quadrinhos da DC, que seriam realizados por Phillips. A Variety confirma que o presidente da Warner, Toby Emmerich, reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contesta a reportagem inteira, do início ao fim. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics tem dado o que falar mesmo antes de sua estreia comercial, graças à trajetória iniciada com a vitória do Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. O que está realmente confirmado em relação ao futuro de “Coringa” é que a Warner pretende investir alto para emplacar o filme na disputa do Oscar 2020.

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    Ford vs Ferrari atropela As Panteras nas bilheterias da América do Norte

    17 de novembro de 2019 /

    O drama automobilístico “Ford vs. Ferrari” conquistou uma vitória surpreendente nas bilheterias da América do Norte, com uma arrecadação muito acima do especulado por analistas da indústria cinematográfica. Ao subir no alto do pódio com US$ 31M (milhões), também rendeu o primeiro sucesso da Fox sob a administração da Disney, após sucessivos fracassos (“Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, etc). O filme dirigido por James Mangold (“Logan”) foi recepcionado por aplausos entusiasmados da crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas agradou ainda mais ao público, atingindo nota máxima, A+, no Cinemascore, a pesquisa feita com os espectadores após a exibição. Com Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Perdido em Marte”) nos papéis principais, “Ford vs. Ferrari” virou uma unanimidade e deve continuar acelerando até o Oscar. Não foi uma produção barata. A reconstituição de época (anos 1960), com uso de carros de corrida de verdade, teve orçamento de US$ 95 milhões. Mas suas virtudes cinematográficas e o prestígio que traz para a Disney são inestimáveis, num momento em que Martin Scorsese reclama do estúdio por priorizar filmes de super-heróis e diminuir o espaço no mercado para o “cinema de verdade”. “Ford vs. Ferrari” só não é cinema com C maiúsculo porque é cinema classe A+. Com sua liderança folgada, “Ford vs Ferrari” afundou “Midway – Batalha em Alto Mar”, a surpresa da semana passada, que conseguiu apenas US$ 8,7M em seu segundo fim de semana em cartaz, e atropelou a estreia de “As Panteras”, um distante 3º lugar com US$ 8,6M. Como os números estão muito próximos, as posições de “Midway” e “As Panteras” podem se inverter na contagem final dos ingressos vendidos, durante a segunda-feira (18/11). Apesar disso, os valores não sofrerão grande mudança. A Sony investiu menos que a Fox em seu filme, em torno de US$ 50M, mas deve ter gasto o equivalente em P&A (cópias e publicidade), pois o marketing de “As Panteras” foi muito agressivo. Projeções sugerem que o longa dirigido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”) deve faturar em torno de US$ 25 milhões, ao todo, na América do Norte, o que representaria a pior bilheteria de continuação/reboot/remake do ano – e talvez da década. Para piorar, não empolgou a crítica, com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nem o público internacional. No exterior, o faturamento atingiu US$ 19,3M, com nova decepção na China, onde rendeu US$ $7,7M. Relatos de problemas no roteiro, escrito por muitas mãos, começam a vir à tona. Mas o post-mortem sugere equívoco de conceito. Para começar, a ideia de transformar uma franquia policial da TV dos anos 1970 numa comédia adolescente de ação. Além disso, escalar uma completa desconhecida no trio principal. E, como cereja no bolo, alterar a premissa básica, de uma agência de detetives local para uma organização de espionagem internacional, após o resultado de outro fracasso recente do estúdio com ideia similar – “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Terceira estreia do fim de semana, o suspense “A Grande Mentira”, com Helen Mirren (“A Rainha”) e Ian McKellen (“X-Men”), abriu em 7º lugar, rendendo US$ 5,6M e 63% de aprovação. O filme da Warner chega na quinta-feira (21/11) no Brasil, após entrar quase desapercebido na lista das grandes decepções. Para completar, as arrecadações de sexta a domingo (17/11) registraram a saída de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” do Top 10 após apenas três semanas, em outro desempenho pífio de franquia antiga/antiquada. Diante deste quadro, fica claro porque a Paramount celebrou ter conseguido passar os direitos de produção de “Um Tira da Pesada 4” para a Netflix. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 31M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 52,4M 2. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 35,1M Total Mundo: US$ 53,7M 3. As Panteras Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 8,6M Total Mundo: US$ 27,9M 4. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 29,9M 5. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 35,5M   6. Doutor Sono Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 53,8M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 5,6M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Coringa Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 322,5M Total Mundo: US$ 1B 9. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 106M Total Mundo: US$ 458,9M 10. Harriet Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 31,8M Total Mundo: US$ 31,8M

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    Coringa atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    15 de novembro de 2019 /

    “Coringa” se tornou o primeiro filme com classificação “R” nos EUA a tingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Segundo a Warner Bros., os números de bilheteria desta sexta-feira (15/11) foram os responsáveis por empurrar o filme estrelado por Joaquin Phoenix para além da barreira do US$ 1 bilhão. Com um orçamento relativamente baixo para o gênero de super-heróis (entre US$ 55 e 70 milhões), o longa dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) também é considerado um dos filmes mais lucrativos de todos os tempos, superando neste quesito até o recordista histórico “Vingadores: Ultimato”, que teria rendido lucro menor pelo investimento gigantesco em sua produção. Mas o recorde mundial de maior bilheteria com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores apenas nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior, onde adolescentes puderam assisti-lo sem restrições. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics também tem feito História com uma trajetória premiada, especialmente ao vencer o Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. A Warner agora pretende investir em campanha para emplacar “Coringa” na disputa do Oscar 2020.

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  • Filme

    Midway surpreende com estreia à frente de Doutor Sono na América do Norte

    10 de novembro de 2019 /

    “Midway – Uma Batalha em Alto Mar” surpreendeu o mercado, ao abrir em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá com uma bilheteria de US$ 17,5 milhões. Mas os valores baixos da arredação indicam mais um problema de desempenho de “Doutor Sono”, terror que continua “O Iluminado” (1980) e entrou em cartaz cercado de expectativas. Imaginava-se uma vitória tranquila da mais nova adaptação de Stephen King. Entretanto, fez apenas US$ 14,1 milhões, em 2º lugar. Dirigido por Roland Emmerich, “Midway” recria a maior batalha natal da 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido um blockbuster em 1976 e foi considerado um longa à moda antiga (antiquado, em outras palavras), com aprovação de apenas 44% pela crítica cotada pelo site Rotten Tomatoes. Entretanto, o elenco com atores famosos e jovens populares – o cantor Nick Jonas, entre eles – , somada à expectativa de cenas de ação do diretor de “Independence Day” (1996), ajudou-o a vender mais ingressos que o estimado. “Doutor Sono” foi lançado em 500 salas a mais, o que só deve aumentar a incredibilidade da Warner, que imaginava repetir o fenômeno de “It – A Coisa”. Afinal, a produção agradou a crítica, com 74% de aprovação, e também conta com atores conhecidos – Ewan McGregor e Rebecca Ferguson. No entanto, os espectadores ficaram mais entusiasmados com “Midway”, e não apenas na bilheteria, conforme atesta a nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público, enquanto o terror atingiu um B+. Mesmo com a vitória, “Midway” não pode comemorar. US$ 17,5 milhões não é bilheteria de abertura digna para uma superprodução que custou mais de US$ 100 milhões. A Lionsgate não está em posição financeira confortável para somar um novo prejuízo em suas contas. A aposta, agora, é transformar a atenção gerada pela conquista norte-americana em atrativo para o mercado internacional. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, em 20 de novembro. O fim de semana ainda trouxe mais dois lançamentos aos cinemas da América do Norte. A trama infantil de “Brincando com Fogo”, estrelada por John Cena, e a comédia romântica natalina “Uma Segunda Chance para Amar”, com Emilia Clarke, abriram em 3º e 4º lugares, respectivamente. Ambos tiraram notas baixas junto à crítica e parecem produções típicas da Netflix. “Uma Segunda Chance para Amar” chega aos cinemas brasileiros em 28 de novembro, enquanto “Brincando com Fogo” tem previsão de estreia apenas para janeiro de 2020. O Top 5 se completa com “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, que caiu do 1º para o 5º lugar em apenas uma semana. Fracasso nos EUA, onde ainda se arrasta para atingir US$ 50 milhões, a continuação de ficção científica está com praticamente US$ 200 milhões mundiais. Enquanto isso, “Coringa” continua em campanha para ingressar no clube dos bilionários. Se repetir a arrecadação deste fim de semana, a carteirinha de membro exclusivo será emitida já no próximo domingo (17/11). Ao todo, a adaptação dos quadrinhos atingiu com US$ 984,7 milhões mundiais neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 17,5M Total EUA e Canadá: US$ 17,5M Total Mundo: US$ 17,5M 2. Doutor Sono Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 14,1M Total Mundo: US$ 19,7M 3. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA e Canadá: US$12,8M Total Mundo: US$ 15,3M 4. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 11,6M Total Mundo: US$ 14,7M 5. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 48,4M Total Mundo: US$ 199,3M   6. Coringa Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 313,4M Total Mundo: US$ 984,7M 7. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 97,3M Total Mundo: US$ 430,3M 8. Harriet Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 23,4M Total Mundo: US$ 23,4M 9. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 66,6M Total Mundo: US$ 101,9M 10. Família Addams Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 91,4M Total Mundo: US$ 154,8M

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    Coringa vira a adaptação de quadrinhos mais lucrativa de Hollywood

    9 de novembro de 2019 /

    De acordo com as contas da revista Forbes, “Coringa” se tornou o filme de quadrinhos mais lucrativo de Hollywood. O longa dirigido por Todd Phillips superou a arrecadação mundial de US$ 950 milhões nesta sexta (8/11), o que representa mais de 15 vezes o seu orçamento de US$ 62,5 milhões. Mas o mais curioso é que “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria em todos os tempos, nem entra no Top 5 de lucratividade apresentado pela publicação. Antes de “Coringa”, a adaptação que mais deu retorno financeiro tinha sido “O Máskara”, que arrecadou US$ 351 milhões com um orçamento de US$ 26 milhões. Ainda segundo a Forbes, o Top 5 do gênero se completa com “Venom” (faturou US$ 854 milhões com um orçamento de US$ 90 milhões), “Batman” (US$ 411 milhões com um orçamento de US$ 35 milhões) e “Deadpool” (US$ 783 milhões com um orçamento de US$ 58 milhões). Este ranking, entretanto, não considera as despesas de marketing e divulgação, nem as variações de impostos e taxas sobre os filmes em diferentes países – na China, por exemplo, o retorno para Hollywood é de apenas 25% da arrecadação. O que torna o termo “lucrativo” impreciso. De todo modo, a Forbes prevê que “Coringa” ultrapassará US$ 1 bilhão nas bilheterias. Quando isso acontecer, a produção da Warner irá bater um recorde mais mensurável, tornando-se o filme mais barato a atingir a marca – até o momento, “Jurassic Park” tem essa honra, por ter custado US$ 63 milhões.

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    Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões

    4 de novembro de 2019 /

    Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.

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    Estreia em 1º lugar não impede Destino Sombrio da franquia Exterminador do Futuro

    3 de novembro de 2019 /

    “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas com um rendimento muito abaixo das expectativas do estúdio. Concebido para abrir uma nova trilogia, teve a tarefa muito dificultada pelo faturamento de US$ 29M (milhões) no final de semana. As projeções indicavam uma estreia de US$ 40M, o que já seria problemático para uma produção com orçamento de US$ 185M. Ainda assim, a falta de empolgação do público norte-americano foi compensada por bom desempenho internacional. O filme rendeu mais US$ 94,6M no exterior, puxado pelo mercado chinês (US$ 28M), chegando a um total mundial de US$ 123,6M. Mas, apesar do dinheiro chinês (só 25% dele retorna a Hollywood), vai dar prejuízo. E será a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu, em tom quase de brincadeira. O Top 3 do fim de semana norte-americano completou-se com “Coringa”, que praticamente atingiu US$ 300M no mercado doméstico, e “Malévola: Dona do Mal”, outro desastre financeiro de 2019. As bilheterias registraram ainda três novas estreias. Cinebiografia da ex-escrava abolicionista Harriet Tubman, “Harriet” abriu em 4º lugar com US$ 12M de arrecadação e elogios rasgados da imprensa (77% de aprovação entre os tops do Rotten Tomatoes). Apesar do circuito limitado e críticas medianas (55% dos tops), o suspense noir “Brooklyn Sem Pai nem Mãe”, dirigido e estrelado por Edward Norton, também conseguiu entrar no Top 10. Apareceu em 9º lugar, à frente da animação “Arctic Dogs”, um desastre com grande distribuição e pouca recomendação (17% no RT). Destes últimos, apenas “Brooklyn Sem Pai nem Mãe” tem estreia marcada no Brasil: em 5 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 29M Total EUA e Canadá: US$ 29M Total Mundo: US$ 123,6M 2. Coringa Fim de semana: US$ 13,9M Total EUA e Canadá: US$ 299,6M Total Mundo: US$ 934M 3. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA e Canadá: US$ 84,3M Total Mundo: US$ 383,2M 4. Harriet Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 12M 5. Família Addams Fim de semana: US$ 8,49M Total EUA e Canadá: US$ 85,2M Total Mundo: US$ 129,2M   6. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 59,3M Total Mundo: US$ 87,1M 7. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,7M Total Mundo: US$ 21,4M 8. Black and Blue Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Brooklyn Sem Pai nem Mãe Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 10. Arctic Dogs Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M

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    Coringa ultrapassa US$ 900 milhões de bilheteria mundial

    3 de novembro de 2019 /

    O filme “Coringa”, estrelado por Joaquin Phoenix, ultrapassou os US$ 900 milhões de bilheteria mundial na noite de sábado (2/11). De acordo com analistas americanos, o longa, que estreou em outubro, terminará sua passagem pelos cinemas com uma arrecadação em torno dos US$ 950 milhões. A produção pode até atingir a marca do US$ 1 bilhão, mas a possibilidade é bem pequena. Mesmo sem se tornar bilionário, o filme já é considerado um dos maiores sucessos da história do estúdio Warner, porque custou apenas US$ 55 milhões para ser produzido e não dispendeu rios de dinheiro em publicidade. Há, inclusive, quem defenda que “Coringa” deu mais lucro para a Warner que o recordista histórico “Vingadores: Ultimato” para a Disney, pelo investimento gigantesco naquela produção. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics ainda detém um recorde de arrecadação como o filme com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) de maior bilheteria mundial em todos os tempos. Mas este título é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior – US$ $588,8 milhões, contra US$ 289,5 milhões no mercado doméstico.

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    Coringa reassume a liderança das bilheterias na América do Norte

    27 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo alto nos cinemas. Em sua quarta semana em cartaz, o filme desbancou “Malévola: Dona do Mal” e recuperou o 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. No segundo round da luta dos vilões de fantasia, a adaptação dos quadrinhos estrelada por Joaquin Phoenix, que havia perdido a liderança no fim de semana passado, voltou ao topo ao arrecadar US$ 18,9M (milhões), contra US$ 18,5M da fábula protagonizada por Angelina Jolie. A produção da Warner chegou a US$ 277,5M no mercado doméstico e US$ 849M mundiais, aumentando ainda mais seu recorde como filme de classificação “R” (para maiores nos Estados Unidos) com maior bilheteria em todos os tempos, marca conquistada na última sexta-feira (25/10). “Coringa” deve terminar sua jornada com uma arrecadação superior a US$ 900M, o que também representará um dos maiores lucros de uma adaptação de quadrinhos, tendo em vista seu baixo orçamento. “Malévola: Dona do Mal” é um grande desapontamento na América do Norte, mas o mercado internacional deve evitar desastre maior. Enquanto a produção da Disney fez apenas US$ 65,4M em dez dias nos EUA e Canadá, a soma mundial de sua bilheteria está em quase US$ 300M, perto do total de “Dumbo” (US$ 350M), até então o pior desempenho do estúdio no ano. O Top 10 incluiu mais quatro títulos novos no fim de semana, mas apenas dois com distribuição ampla, em mais de 2 mil salas. O terror “A Hora da sua Morte” foi o que se deu melhor, abrindo em 5º lugar, seguido pelo policial “Black and Blue” em 6º. A crítica achou ambos ruins, mas considerou o terror ainda pior (apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes). “Black and Blue” (46%), estrelado por Naomie Harris, não deve passar no Brasil, mas “A Hora da sua Morte” será um peru de Natal, com lançamento marcado para 26 de dezembro. Vítima colateral do escândalo sexual de Harvey Weinstein, “A Batalha das Correntes” finalmente chegou aos cinemas norte-americanos (aqui, só em dezembro). O longo período de quarentena serviu para a produção de uma nova edição (do diretor Alfonso Gomez-Rejon), que agradou mais a crítica que a versão exibida pela primeira vez há dois anos, no Festival de Toronto, sob supervisão de Weinstein (famoso por alterar filmes à revelia dos diretores). Deixou de ser podre (33%) para virar apenas medíocre (57%), o que ainda é um desapontamento considerando sua história (a guerra elétrica entre Thomas Edison e George Westinghouse/Nicola Tesla) e seu elenco (Benedict Cumberbatch, Michael Shannon, Nicholas Hoult e Tom Holland). Lançado em mil cinemas, abriu apenas em 9º lugar, abaixo de um fenômeno indie. Grande surpresa do ranking, “O Farol” resplandeceu muito mais que seu 8º lugar. Filmado em preto e branco, com baixo orçamento e disponível em somente 500 telas, o filme brilhou com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo longa do diretor Robert Eggers (do premiado “A Bruxa”), o terror estrelado por Robert Pattinson e Willem DaFoe deu o que falar ao render três vezes mais por sala que “Coringa”. Trata-se uma coprodução da indie A24 em parceria com a brasileira RT Features. Apesar disso, só vai chegar ao Brasil em janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 18,9M Total EUA e Canadá: US$ 277,5M Total Mundo: US$ 849M 2. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,4M Total Mundo: US$ 293,5M 3. Família Addams Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 72,8M Total Mundo: US$ 84M 4. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ 63,6M 5. A Hora da sua Morte Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 9M Total Mundo: US$ 9M   6. Black and Blue Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 8,3M Total Mundo: US$ 8,3M 7. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 43,3M Total Mundo: US$ 148,2M 8. O Farol Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ 3,6M 9. A Batalha das Correntes Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 2,7M Total Mundo: US$ 7,5M 10. Abominável Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 56,8M Total Mundo: US$ US$ 144,6M

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