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    Batwoman terá nova personagem principal após saída de Ruby Rose

    2 de junho de 2020 /

    Os produtores de “Batwoman” encontraram uma solução radical para substituir Ruby Rose. Em vez de trocar a intérprete de Kate Kane, a Batwoman, a série vai ter uma nova personagem principal. Depois que Rose anunciou que não voltaria para a 2ª temporada, os produtores tiveram várias discussões e chegaram à conclusão que o melhor seria criar uma nova personagem para o papel de Batwoman, em vez de apenas trocar a atriz e manter Kate Kane, que é a identidade original da heroína nos quadrinhos. A mudança veio à tona por meio de um aviso de testes para a nova personagem, cuja cópia foi postada no Reddit e confirmada por diversos sites americanos. De acordo com o anúncio, a nova personagem vai se chamar “Ryan Wilder” e seria mais jovem que Kate. Ela é descrita como uma mulher de 20 e poucos anos que “está prestes a se tornar a Batwoman”. Não está claro se Ryan Wilder é um personagem recém-criado ou um código para designar outra personagem existente da DC, mas a 2ª temporada da série da CW mostrará como ela se torna a Batwoman. Curiosamente, a identidade de Batowoman foi assumida por apenas uma personagem ao longo nas publicações da DC, enquanto Batgirl já foi seis personagens diferentes. A primeira delas, ainda chamada de “Bat-Girl”, era sobrinha de Kate Kane. O detalhe é que seu nome real, Betty/Bette Kane, é muito parecido com o escolhido pelos produtores da série para nomear a irmã gêmea de Kate, Beth Kane, mais conhecida como a vilã Alice. O nome Ryan Wilder, por outro lado, parece mais uma homenagem ao filme “Van Wilder” (2002), estrelado por Ryan Reynolds – lançado no Brasil como “O Dono da Festa”. Segundo o aviso de testes, a nova personagem “é simpática, bagunçada, um pouco pateta e indomada. Ela também não é nada como Kate Kane, a mulher que usava o traje de batalha antes dela”. A descrição acrescenta que Ryan é ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan é lésbica, e o aviso pede que atrizes LGBTQIA+ se inscrevam para o papel. Quando Ruby Rose anunciou sua saída da série, a WBTV (Warner Bros. TV), que produz a atração, e a rede The CW, que a exibe, disseram em comunicado conjunto que escalariam um membro da comunidade LGBTQ no papel principal. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro se uma transição para uma nova protagonista seria estabelecida nos dois episódios que não foram concluídos.

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    Ruby Rose se despede de Batwoman e insinua motivos para sair da série

    28 de maio de 2020 /

    A atriz Ruby Rose publicou um vídeo no Instagram com cenas de “Batwoman” para se despedir de seu papel na série, e aproveitou para passar um recado velado para os produtores. Depois que boatos sobre ser uma “atriz-problema” começaram a circular por “fontes” não oficiais na mídia especializada, ela insinuou que teve bons motivos para deixar o papel e não quis torná-los públicos por decisão própria. Na legenda da postagem, ela explicou um pouco mais sobre a decisão. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, afirmaram que a decisão de sair da série não teria sido exclusiva da atriz. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para se fazer uma série. Entretanto, essa fonte misteriosa “esqueceu” de lembrar que a atriz sofreu um acidente grave nas gravações, logo no começo dos trabalhos, precisando passar por uma cirurgia na coluna. Ela correu o risco de ficar paralisada pelo resto da vida, mas em 10 dias voltou ao trabalho, para não atrasar a estreia da atração, e atuou toda a temporada com dores constantes. Depois de seu acidente, a produção ainda teve outro, que deixou uma produtora assistente com risco de ficar paraplégica, ao ter a cabeça atingida por um guindaste durante gravações noturnas em Vancouver. O texto de Ruby, termina de forma amigável. “Eu tenho certeza que a próxima temporada será ótima, também”. Os produtores ainda não revelaram como vão substituir a atriz principal de “Batwoman”. A showrunner Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria. Renovada para a 2ª temporada, “Batwoman” é uma das maiores audiências da rede CW. Ver essa foto no Instagram Thank you everyone for coming on this journey. If I mentioned everyone it would be 1000 tags.. but Thank you to the cast, crew, producers and studio. It wasn’t an easy decision but those who know, know.. I didn’t want to not acknowledge everyone involved and how big this was for TV and for our community. I have stayed silent because that’s my choice for now but know I adore you all. I’m sure next season will be amazing also. Xxx *hangs up cowl and cape. Also @mysmarvel Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 27 de Mai, 2020 às 5:03 PDT

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  • Série

    Sair de Batwoman não foi decisão exclusiva de Ruby Rose

    20 de maio de 2020 /

    O site TV Line apurou que a saída de Ruby Rose da série “Batwoman” não teria sido uma decisão exclusiva da atriz. Apesar dos comunicados de despedida terem sido marcados por elogios entre as partes, fontes ouvidas pelo editor Michael Ausiello afirmaram que os produtores também teriam interesse de vê-la fora da atração. “Não foi 100% decisão dela”, disse uma fonte citada pela publicação. “Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas por uma série. Representantes da produtora WBTV (Warner Bros. Television) e da rede The CW, que exibe “Batwoman” nos EUA, não quiseram comentar a notícia. Quem fez o anúncio sobre a saída de Ruby Rose foi a própria atriz, que enviou um comunicado para a imprensa, na terça (19/5), sobre a decisão de abandonar a série depois de apenas uma temporada. Nem ela nem os produtores, que se manifestaram em seguida, comentaram o motivo da sua saída. Renovada para a 2ª temporada, a série vai continuar com outra atriz principal. A produtora Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria.

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  • Série

    Bomba! Ruby Rose abandona série Batwoman

    19 de maio de 2020 /

    A atriz Ruby Rose comunicou que está fora da série “Batwoman”, que encerrou sua 1ª temporada no domingo passado (17/5). “Batwoman” foi renovada para uma 2ª temporada em janeiro, junto com outras 12 séries da CW, e integra a programação recém-anunciada da rede para o início de 2021. Desde a estreia, a série se consagrou como uma das mais vistas do canal, fazendo história como a primeira atração estrelada por uma super-heroína assumidamente lésbica. Sua estrela, Ruby Rose, também é assumida, assim como a criadora e showrunner da série, Caroline Dries. Nenhuma justificativa foi dada para a mudança. Em comunicado, Rose elogiou os produtores e foi elogiada de volta, apesar do problema que criou para a produção. “Tomei a decisão muito difícil de não voltar à ‘Batwoman’ na próxima temporada”, disse Rose. “Esta não foi uma decisão que tomei de forma leviana, pois tenho o maior respeito pelo elenco, equipe e todos os envolvidos com a série em Vancouver e em Los Angeles. Sou grato a Greg Berlanti, Sarah Schechter e Caroline Dries por não apenas me darem essa oportunidade incrível, mas também por me receberem no universo da DC que eles criaram tão bem. Obrigado Peter Roth e Mark Pedowitz e as equipes da Warner Bros. e The CW, que colocaram tanto no programa e sempre acreditaram em mim. Obrigado a todos que fizeram da 1ª temporada um sucesso – estou realmente agradecida. ” As equipes mencionadas disseram em conjunto: “A Warner Bros. Television, a CW e a Berlanti Productions agradecem a Ruby por suas contribuições ao sucesso de nossa 1ª temporada e desejam a ela tudo de bom. O estúdio e a rede estão firmemente comprometidos para a realização da 2ª temporada de ‘Batwoman’ e seu futuro a longo prazo, e nós – junto com a talentosa equipe criativa do programa – esperamos compartilhar seu novo rumo, incluindo a escalação de uma nova atriz principal e integrante da comunidade LGBTQIA+ nos próximos meses.” O texto deixa claro que os produtores procurarão outra atriz lésbica para o papel. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Os profissionais da produção de Greg Berlanti gravaram 20 dos 22 episódios planejados, e o capítulo exibido no passado foi o último de Rose no programa. Não está claro se havia planos para uma transição de intérpretes no final originalmente planejado, mas como a irmã da heroína, a vilã Alice (Rachel Skarsten), tem a capacidade de mudar cirurgicamente o rosto das pessoas, esse detalhe poderia ser aproveitado na trama. Spoiler: no último episódio exibido, o vilão Tommy Elliot (Gabriel Mann) foi transformado em Bruce Wayne (Warren Christie), por exemplo.

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    Próximo crossover do Arrowverso vai juntar apenas duas séries

    14 de maio de 2020 /

    O próximo crossover das séries de super-heróis da rede americana The CW será bem diferente de “Crise nas Infinitas Terras”. Desta vez, envolverá apenas duas séries e só acontecerá em 2021. Considerado já um evento anual do Arrowverso, o encontro de 2021 vai envolver as séries “Batwoman” e a estreante “Superman & Lois”, e será realizado “esperançosamente, no primeiro ou no segundo trimestre de 2021”, disse o presidente da CW Mark Pedowitz nesta quinta (14/5), durante uma teleconferência sobre a nova programação do rede. “Será um evento menor que o habitual”, confirmou Pedowitz. “Estamos planejando um evento de duas horas. Estamos falando de juntar Superman [ & Lois ] e Batwoman, com participação de outros personagens de nossas séries”. O crossover deve ir ao ar como um bloco de duas horas em um domingo, acrescentou Pedowitz. “Superman & Lois”, estrelado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, vai estrear em janeiro nos EUA, junto com a 2ª temporada de “Batwoman”, que já se consolidou como um dos maiores sucessos do canal.

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    The Flash, Riverdale e as séries da rede CW só voltarão em 2021

    14 de maio de 2020 /

    A rede americana The CW anunciou nesta quinta (14/5) sua programação para a próxima temporada. E assim se tornou o primeiro canal a assumir o adiamento de suas estreias para o inverno norte-americano, devido à pandemia do novo coronavírus. O presidente da CW, Mark Pedowitz, revelou que “Riverdale”, “The Flash” e demais séries só voltarão a ser exibidas a partir de janeiro de 2021. Na apresentação, Pedowitz disse que, após conversas com os estúdios WBTV (Warner Bros Television) e CBS Television, responsáveis pelas produções do canal, ficou claro que as gravações só poderiam começar em setembro. Isto o motivou a adquirir conteúdos exibidos em streaming e no exterior para criar uma temporada-tampão durante o outono (entre setembro e novembro) e assim ganhar tempo para programar a retomada dos capítulos inéditos de suas atrações tradicionais em janeiro. A exceção será “Supernatural”, que chegou perto de concluir as gravações, antes da suspensão dos trabalhos em março passado. A produção ainda tem sete episódios inéditos, cinco deles já totalmente gravados, para completar sua 15ª e última temporada. Como faltam cenas, especialmente no último capítulo, elenco e equipe desta série precisarão voltar ao trabalho antes dos demais para que a estreia aconteça no outono. Caso isso não seja possível, também ficará para janeiro. “Estamos comprometidos a encerrar a série do jeito adequado”, garantiu Pedowitz. Além do final de “Supernatural”, a programação de outono contará com o 3º ano de “The Outpost”, adiada do verão, “Two Sentence Horror Stories”, originalmente exibida no serviço de streaming do canal, CW Seed, e quatro aquisições: “Swamp Thing” (Monstro do Pântano), vinda da DC Universe, “Tell Me a Story”, da CBS All Access, “Dead Pixels”, produção do Channel 4 inglês, e “Coroner”, da rede canadense CBC. A temporada oficial, que ficou para o inverno, sofrerá ainda um adiamento por força maior: “Supergirl” só voltará no verão de 2021, após a estrela Melissa Benoist retornar de licença maternidade – ela anunciou a gravidez em março. A série da heroína será exibida junto de “Republic of Sarah” e “Kung Fu”, recentemente encomendadas, e as atrações de midseason, como “Legends of Tomorrow”, “Dynasty”, “In the Dark” e “Roswell, New Mexico”. Por outro lado, “Katy Keene”, que também ficou de fora do cronograma de janeiro, só ganhará mais episódios se tiver bom desempenho em streaming – no serviço HBO Max. Pedowitz também afirmou que não descartou ainda os spin-offs de “Arrow” e “The 100”, que, segundo ele, seguem em análise. E confirmou a produção de “The Lost Boys”, baseada no filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, para o próximo ciclo de desenvolvimento – isto é, em 2022. Em janeiro, a programação do CW só prevê duas estreias: “Superman & Lois” e “Walker, Texas Ranger”.

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    Batwoman estreia no Brasil em abril pela HBO

    24 de março de 2020 /

    A HBO anunciou que vai exibir a série “Batwoman” no Brasil. O canal pago programou a estreia da série da heroína da DC Comics para o dia 17 de abril, às 22h. Com isso, “Batwoman” se torna uma das poucas séries do Arrowverso sem transmissão no Brasil pelo canal pago Warner. Nos EUA, todas as séries derivadas de “Arrow” (que terminou em fevereiro), como “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, são transmitidos pela rede The CW, assim como “Black Lightning” (Raio Negro), integrada nesse universo durante a “Crise nas Infinitas Terras”. Com exceção da última, disponibilizada pela Netflix no Brasil, as demais fazem parte da programação nacional do Warner Channel. A decisão de exibir “Batwoman” na HBO reflete o destino da série nos EUA, que, após passar pela TV, será disponibilizada na HBO Max, vindoura plataforma da WarnerMedia, assim como “Katy Keene” e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino), séries baseadas em quadrinhos que também chegaram ao Brasil pelo combo HBO/Cinemax. A diferença é que as séries do Arrowverso fazem parte de um mesmo universo ficcional, frequentemente se cruzando em grandes eventos que atravessam episódios de todas as produções, normalmente exibidos na mesma semana. Foi o que aconteceu, por exemplo, no recente crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que o Warner exibiu capenga no Brasil, sem o capítulo de “Batwoman”. Agora, o episódio da heroína chegará à HBO desconectado do começo e do final da história original, fazendo pouco sentido para quem não souber do que se trata. Já renovada para sua 2ª temporada, “Batwoman” tem a terceira maior audiência da CW, atrás apenas de “The Flash” e “Supernatural”, que está em sua reta final, apesar de ataques organizados da extrema direita contra a produção. Alguns blogs geeks de direita chegaram a publicar fake news a respeito do cancelamento da produção por suposta baixa audiência – dias antes da renovação antecipada – , enquanto robôs multiplicam comentários negativos nos sites IMDb e Rotten Tomatoes. O motivo da “polêmica” é que Batwoman é a primeira heroína assumidamente lésbica a ter sua própria série nos EUA. Mais que isso, a personagem é interpretada por uma atriz igualmente assumida, Ruby Rose (de “Megatubarão” e “xXx: Reativado”), e os episódios são comandados pela showrunner lésbica Caroline Dries, que foi roteirista-produtora de “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane surgiu 12 anos antes de Barbara Gordon, a Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão lésbica de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”). Na série “live-action”, Ruby Rose vive Kate Kane, prima de Bruce Wayne que descobre a Batcaverna e o segredo da família, e decide usar seu treinamento militar para virar a versão feminina de Batman, após o misterioso desaparecimento do herói. Um detalhe criativo da trama é que sua arquiinimiga é ninguém menos que sua irmã, tida como morta há anos, que retorna enlouquecida como Alice (Rachel Skarsten, que foi Canário Negro na série “Birds of Prey”), uma vilã obcecada por “Alice no País das Maravilhas”. Outros personagens derivados do universo de Batman que ganham destaque nos episódios são Luke, o filho do empresário Lucius Fox, e, de forma recorrente, Julia, a filha do mordomo Alfred Pennyworth – ex-namorada de Kate – , vividos, respectivamente, por Camrus Johnson (“O Sol Também É uma Estrela”) e Christina Wolfe (“The Royals”). Nos EUA, a série já teve 16 capítulos exibidos em sua temporada de estreia.

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  • Etc

    Assistente de produção de Batwoman pode ficar paraplégica após acidente nas gravações

    16 de março de 2020 /

    Uma assistente de produção de “Batwoman” sofreu um acidente grave horas antes da produção ser interrompida por precaução contra a pandemia de coronavírus. Amanda Smith, de 30 anos, pode ter ficado paraplégica após ser atropelada por um guindaste. Segundo informações do jornal canadense Vancouver Sun, ela estava trabalhando na quarta feira (11/3), sobre um viaduto de Vancouver, quando se acidentou. Segundo testemunhas, o som do tráfego era intenso no local na hora das gravações, o que impediu Smith de ouvir a aproximação do guindaste. Ela teve a cabeça atingida e sofreu lesões graves na coluna vertebral. Levada imediatamente para o Hospital Geral de Vancouver, realizou uma cirurgia de emergência na espinha. Amanda Smith está sem sensibilidade abaixo da cintura, mas pode vir a responder à terapia de reabilitação. Ela permanecerá no hospital por certa de um mês até realizar a transferência para o GF Strong Rehabilitation Clinic, o maior hospital de reabilitação para lesões de medula da região. Sua família e amigos têm esperança de que, com o tempo e realizando a reabilitação, ela poderá recuperar a sensação nas pernas. Este não é o primeiro acidente grave envolvendo a produção de “Batwoman”. A atriz Ruby Rose, que interpreta a protagonista, também sofreu uma grave lesão no pescoço ao gravar uma cena de ação, que também poderia resultar em paralisia. Ela agora é obrigada a utilizar dublê em todas as sequências mais intensas.

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  • Etc,  Série

    Warner suspende a produção de todas suas séries, de Lucifer a The Flash

    13 de março de 2020 /

    A WBTV (Warner Bros. Television) anunciou a paralisação de várias séries, programas televisivos e pilotos atualmente em produção, devido à pandemia de coronavírus. O anúncio foi feito dois dias após a produção de “Riverdale” ser interrompida, devido ao contato de um integrante da equipe com uma pessoa que testou positivo para covid-19. “Com o avanço rápido da situação relacionada ao covid-19, e com muita cautela, a Warner Bros. Television Group está interrompendo a produção em algumas de nossas mais de 70 séries e pilotos, que estão sendo atualmente gravados ou prestes a começar sua produção”, disse a empresa em um comunicado. “A saúde e a segurança de nossos funcionários, elencos e equipes continuam sendo nossa principal prioridade. Durante esse período, continuaremos a seguir as orientações do CDC (Centro de Controle de Doenças), bem como autoridades locais e profissionais de saúde pública em cada cidade onde nossas produções estão localizadas.” Em seu comunicado, a empresa não nomeou títulos, mas é possível listar algumas séries que ainda gravavam episódios nesta semana. Entre elas, estão as séries de super-heróis “The Flash”, “Supergirl” e “Batwoman”, além do series finale de “Supernatural” na rede CW, as atrações “Young Sheldon”, “All Rise” e “God Friended Me”, da rede CBS, “Claws” e “Snowpiercer”, da TNT, “Queen Sugar”, da OWN, “Pennyworth”, da Epix, “Lucifer”, da Netflix, além das vindouras temporadas de “Euphoria”, “Succession”, “Barry” e “The Righteous Gemstones”, na HBO. A lista também inclui reality shows, como “The Bachelorette”, da ABC, e principalmente projetos que estavam começando seu desenvolvimento. Isto inclui diversas produções da plataforma HBO Max, como o reboot de “Gossip Girl”, que deveriam ser lançadas em maio, junto do serviço. O estúdio não anunciou nenhuma previsão para a retomada dos trabalhos. A exceção ficou por conta do piloto de “The Brides”, série de vampiras coproduzida com o Disney TV Studios. Os produtores da Disney comunicaram que estas gravações foram adiadas por três semanas. A paralisação deve gerar temporadas mais curtas para as séries exibidas na TV aberta. O consenso já compartilhado por outros estúdios tem sido encerrar as produções mais avançadas em seu último capítulo gravado, deixando os episódios que faltaram para exibição no começo da próxima temporada. Isto também pode resultar numa antecipação da estreia da programação do verão norte-americano, que possui temporadas já finalizadas. A série “The 100”, por exemplo, deveria encerrar a gravação do último capítulo de sua 7ª e derradeira temporada nesta semana, mas não está claro se a equipe de pós-produção continuará a trabalhar.

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    Batwoman enfrentou a filha do Coringa no episódio mais recente da série

    9 de março de 2020 /

    O episódio mais recente de “Batwoman”, exibido na noite de domingo (8/3) nos EUA, introduziu uma nova vilã com longa história nos quadrinhos: Duela Dent, que é mais conhecida como a filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras, dois dos maiores inimigos de Batman. Ela foi introduzida como heroína nos quadrinhos dos Titãs em 1976, dizendo que queria remediar todo o mal feito pelo pai e pelo tio, mas o reboot de “Crise nas Infinitas Terras” bagunçou sua origem, que se tornou ainda mais complicada pelos reboots seguintes. Em certo ponto, ela foi eliminada pelo Monitor por representar uma anomalia, uma sobrevivente de Terra 3, filha do Coringa e da versão feminina do Duas Caras, ambos super-heróis em sua dimensão. Ela também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até como uma mulher velha, ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A versão apresentada na série reflete a aparição mais recente da personagem, pós-“Novos 52”, como uma psicopata obcecada pelo Coringa, que mutila a própria cara para se parecer com o vilão. Em seu delírio, ela busca fazer uma transfusão de sangue do Coringa para dizer que é sua filha, e tenta obter a pele do rosto do criminoso para usar como máscara. Como curiosidade, Duela tem uma rixa particular com a Arlequina, alimentada pela obsessão compartilhada pelo Coringa e pela inclusão das duas no Esquadrão Suicida. Sua aparição no episódio “Grinning from Ear to Ear”, de “Batwoman”, não deixa claro se a vilã (vivida por Alessandra Torresani) pretende assumir o papel de filha do Coringa, nem mesmo se voltará a aparecer após ser presa pela heroína (Ruby Rose). Mas sua presença proporcionou uma versão feminina do célebre duelo “Batman vs. Coringa” na televisão. “Batwoman” ainda é inédita no Brasil, mas deve chegar junto da plataforma HBO Max, que será inaugurada em maio nos EUA e lançada até o fim do ano na América Latina.

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    Animador cria versão de Superamigos com os personagens do Arrowverso

    2 de março de 2020 /

    Quem viu o crossover “Crise nas Infinitas Terras” deve ter reparado que o final da história foi uma grande homenagem ao desenho clássico “Superamigos”, sucesso televisivo dos anos 1970. Pois o animador David M. Jones se entusiasmou com a ideia e resolveu imaginar uma versão animada dos superamigos do Arrowverso, criada ao estilo da série dos estúdios Hanna-Barbera. Ele postou o teaser em seu Twitter nesta segunda (2/3) e promete o desenho completo (isto é, a abertura da série reimaginada) ainda neste mês em seu canal do YouTube. Veja a prévia abaixo. Fã do Arrowverso, o animador já tinha chamado a atenção dos produtores de “Arrow” em 2016, quando criou uma versão animada do Arqueiro Verde vivido por Stephen Amell ao estilo da abertura da série “Batman”, dos anos 1960. O teaser do “Arroverse Super Friends” também agradou, a ponto de Marc Guggenheim, produtor executivo do universo de séries da DC Comics na rede The CW, retuitar o vídeo para seus seguidores. Será que essa brincadeira pode originar um trabalho oficial? Não faltam fãs interessados. Teaser for my new animation #ArrowverseSuperFriends. The full version will be released in March, so stay tuned! pic.twitter.com/gjO17Z24FR — David M. Jones (@BigRockDJ) February 28, 2020 Yes, please. https://t.co/4DlbIu8Zxa — Marc Guggenheim (@mguggenheim) February 28, 2020

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    Batwoman se torna primeira heroína publicamente LGBTQIA+ da televisão

    20 de janeiro de 2020 /

    O primeiro episódio de 2020 de “Batwoman” trouxe uma grande reviravolta para a vida da heroína de Gotham City. Intitulado “How Queer Everything Is Today!”, o episódio exibido no domingo (19/1) nos EUA mostrou Batwoman assumindo-se lésbica publicamente. Até então, os moradores de Gotham City não sabiam qual era a orientação sexual da heroína, afinal sua identidade secreta era – ainda é – desconhecida da maioria. Atormentada por uma cobertura de mídia que buscava transformá-la em par romântico de um policial bonitão – apelidado de “Capitão América” – , Kate Kane decidiu contestar a imagem equivocada de sua sexualidade. A saída do armário aconteceu logo após ela salvar a vida do tal policial, quando o público apontou celulares para o suposto casal e fez coro de “beija”. E minutos após ela ouvir a história de uma hacker delinquente, que se tornou criminosa após ser rejeitada pelos pais por ser lésbica. Sentindo-se culpada por não poder dizer que entendia essa rejeição, ela resolveu se assumir, com direito à capa da revista CatCo, numa entrevista exclusiva de Kara Danvers – a Supergirl, que virou a nova melhor amiga de Batwoman, após os eventos da “Crise nas Infinitas Terras”. A capa pode ser vista acima. As séries da DC tem outras personagens LGBTQIA+. Entretanto, embora sejam assumidas em seu cotidiano civil, nenhuma tinha explicitado a sexualidade de suas identidades no combate ao crime. Curiosamente, Kate Kane nem sempre foi lésbica. Para quem não lembra, a versão feminina de Batman surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. E toda a equipe dos quadrinhos da heroína pediu demissão em 2013, quando a DC proibiu seu casamento com Maggie Sawyer. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. “Batwoman” é estrelada por Ruby Rose (de “Megatubarão”), que é lésbica assumida, e produzida por Caroline Dries, que compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Inédita no Brasil, a série será distribuída internacionalmente pela plataforma HBO Max, que chega em maio nos EUA e não tem previsão de lançamento no país. A WarnerMedia chegou a dizer, em comunicado oficial, que o Brasil pode ficar sem o serviço “devido à incerteza regulatória existente no país”, numa crítica ao desgoverno do setor audiovisual no governo Bolsonaro.

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    Crise nas Infinitas Terras: Participação de Ezra Miller no crossover foi sugestão da própria Warner

    18 de janeiro de 2020 /

    A participação do Flash do cinema no crossover televisivo “Crise nas Infinitas Terras” foi iniciativa do estúdio Warner Bros. A revelação foi feita pelo produtor Marc Guggenheim em entrevista à Variety. O produtor contou que a produção já estava praticamente concluída quando o presidente da divisão televisiva da Warner entrou em contato perguntando se havia a possibilidade de encaixar uma aparição de Ezra Miller, que viveu Flash no filme “Liga da Justiça”. “Já tínhamos finalizado ‘Arrow’ e estávamos concluindo o crossover. Estávamos na pós-produção, alguns episódios estavam fechados, e outros estavam levemente fechados. Recebi uma ligação de Peter Roth (presidente da Warner Television) dizendo ‘Sei que você está fechando, mas é possível colocar Ezra no crossover?’ e eu disse que sim. Ele perguntou ‘como? Você já terminou o crossover?’ e eu respondi ‘já, mas se você está me dizendo que Ezra pode estar no crossover, eu posso fazer acontecer’”. Ele revelou também que procurou a equipe da série Flash perguntando se o encontro seria possível, especialmente para o ator Grant Gustin, já que uma de suas preocupações era o ator se sentir confortável com a situação. Gustin não só aprovou como ficou “incrivelmente entusiasmado”, segundo Guggenheim. A etapa final foi entrar em contato com Miller para combinar a gravação. “Liguei para Ezra e falei sobre a cena que escrevi e ele embarcou de cabeça nessa. Então juntamos a equipe e os sets de filmagem de Flash. Para nossa surpresa, ninguém percebeu que Ezra Miller viajou em Vancouver e ninguém vazou a informação.” O primeiro encontro entre os universos cinematográficos e televisivos da DC Comics foi ao ar na terça-feira (14/1) nos EUA e vai começar a exibida no domingo (19/1) na TV brasileira, pelo canal pago Warner. Além de Ezra Miller, o crossover contou com participações especiais de Tom Welling (repetindo o papel de Clark Kent de “Smallville”), Erica Durance (como a Lois Lane de “Smallville”) Burt Ward ( o Robin da série “Batman” dos anos 1960), Kevin Conroy (dublador oficial das animações de “Batman”, no papel do Batman do Futuro), John Wesley Shipp (o Flash dos anos 1990), Tom Ellis (reprisando seu papel da série “Lucifer”), Ashley Scott (vestindo o traje da Caçadora da série “Birds of Prey”), além de colocar Brandon Routh de volta no uniforme de Superman (como no filme “Superman – O Retorno”) e apresentar flashes com integrantes de “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl” e “Monstro do Pântano”. Vale observar que, infelizmente, o crossover será exibido incompleto no Brasil pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Já Ezra Miller voltará a viver o Flash em seu filme solo, que tem estreia marcada para julho de 2022. O longa será dirigido por Andy Muschietti (de “It: A Coisa”).

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