Descendentes 2 vira fenômeno de audiência com 21 milhões de telespectadores
Graças às reprises e transmissões em vários canais diferentes, a Disney conseguiu transformar “Descendentes 2” num dos maiores fenômenos de audiência dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original na noite de sexta-feira (21/7), o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores no Disney Channel. Isto representou menos que os 6,6 milhões que sintonizaram o primeiro filme em 2015. Mas, de forma estratégica, a Disney decidiu realizar o lançamento de forma simultânea em mais cinco canais de seu grupo: na rede ABC, no Disney XD, no Freeform, no Lifetime e até no Lifetime Movies. E somando a audiência de todas as exibições, “Os Descendentes 2” chegou a 13 milhões de telespectadores ao vivo. Praticamente dobrou o público do telefilme de dois anos atrás. Só que não ficou nisso. O telefilme foi reprisado à exaustão. E assim foi acumulando audiência. Segundo a Disney, 21 milhões de telespectadores viram a produção durante todo o fim de semana passado – e ela continua a ser exibida em alguns canais. Entre as faixas etárias, “Os Descendentes 2” se destacou como o programa mais visto deste ano – e mais que qualquer outro lançamento do ano passado – por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora está em 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, o telefilme dirigido por Kenny Ortega (“High School Musical”) continua a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney.
Pôster da 2ª temporada de The Exorcist afirma que o mal tem um novo lar
A rede americana Fox divulgou o pôster da 2ª temporada de “The Exorcist”. A imagem mostra os padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e Marcus Keane (Ben Daniels) se dirigindo para uma residência sinistra, no meio de uma floresta. O texto avisa que “o mal tem um novo lar”. A trama segundo ano vai se passar num abrigo para menores, localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Quando um dos jovens começa a manifestar sintomas de possessão, o psicólogo infantil que supervisiona o local entra em contato com os exorcistas. O ator John Cho (o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”) vai viver o psicólogo e Brianna Hildebrand (Negasonic Teenage Warhead em “Deadpool”) será uma das jovens internadas na ilha. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” surpreendeu por ter sido renovada. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. Isto representa uma das piores audiências da TV americana na temporada passada, que só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de seus episódios. Isto porque, além da série propriamente dita, os negócios pagam direitos pelo uso da marca “O Exorcista”, que pertence ao próprio conglomerado Fox. Não é por acaso que a Fox tem priorizado franquias. A 2ª temporada vai estrear na TV americana em 29 de setembro.
Estreia da 7ª temporada vira o episódio mais visto de Game of Thrones
A estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” registrou um novo recorde de audiência para a série, e também para o canal pago HBO, que alcançou 10,1 milhões de telespectadores sintonizados ao vivo nos Estados Unidos, na noite de domingo (16/7). Até então, o episódio de “Game of Thrones” com maior público tinha sido “The Winds of Winter”, o final da 6ª temporada, assistido por 8,9 milhões de espectadores ao vivo. O número também representa um aumento de 27% em relação à estreia da 6ª temporada, em abril do ano passado. Contando o público da plataforma de streaming do canal, o mais recente episódio, intitulado “Dragonstone”, foi visto ao todo por 16,1 milhões de pessoas. Além do recorde de audiência, o retorno da série também se tornou o episódio que gerou maior atividade no Twitter em todos os tempos, com 2,4 milhões de tuítes publicados durante sua exibição. O detalhe é que o fato gerador de mais comentários não foi nenhuma morte bombástica ou revelação da trama, e sim a aparição do cantor Ed Sheeran. 7% dos tuítes foram focados nas cenas do músico.
Atriz de Deadpool entra na 2ª temporada de The Exorcist
A atriz Brianna Hildebrand, que se destacou como a mutante Negasonic Teenage Warhead em “Deadpool” (2016), será a protagonista feminina da 2ª temporada de “The Exorcist”. Ela vai se juntar a John Cho (o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”), que será o protagonista masculino da produção. A trama do segundo ano vai girar em torno do personagem de Cho, um psicólogo infantil chamado Andrew Kim, que encontrará o padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e o ex-padre Marcus Keane (Ben Daniels) após a possessão de uma criança no abrigo para menores que ele dirige, convenientemente localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Hildebrand interpretará Verity, uma das crianças órfãs de Kim, que, perto de completar 18 anos, logo terá que sair do local. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” surpreendeu por ter sido renovada. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. Isto representa uma das piores audiências da TV americana na temporada passada, que só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Apesar do desempenho modesto, “The Exorcist” foi bem recebida pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de seus episódios. Isto porque, além da série propriamente dita, os negócios pagam direitos pelo uso da marca “O Exorcista”, que pertence ao próprio conglomerado Fox. Não é por acaso que a Fox tem priorizado franquias. A 2ª temporada vai estrear na TV americana em 29 de setembro.
John Cho vai estrelar a 2ª temporada de The Exorcist
O ator John Cho, que interpreta o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”, vai estrelar a 2ª temporada de “The Exorcist” na rede Fox. Seu personagem se chama Andrew Kim e é um psicólogo infantil, que encontrará o padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e o ex-padre Marcus Keane (Ben Daniels) após a possessão de uma criança no abrigo para menores que ele dirige, convenientemente localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” surpreendeu por ter sido renovada. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. Isto representa uma das piores audiências da TV americana na temporada passada, que só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Apesar do desempenho modesto, “The Exorcist” foi bem recebida pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de seus episódios. Isto porque, além da série propriamente dita, os negócios pagam direitos pelo uso da marca “O Exorcista”, que pertence ao próprio conglomerado Fox. Não é por acaso que a Fox tem priorizado franquias. A 2ª temporada vai estrear na TV americana em 29 de setembro.
Desventuras em Série inclui Nathan Fillion, Tony Hale e outros no elenco de sua 2ª temporada
Os atores Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”) entraram na 2ª temporada de “Desventuras em Série” (A Series of Unfortunate Events). Mas a Netflix não revelou que papéis eles interpretarão. A 1ª temporada adaptou os quatro primeiros livros da coleção de Lemony Snicket, pseudônimo do escritor Daniel Handler. A expectativa é que a 2ª adapte mais quatro ou cinco, deixando os últimos volumes, de um total de 13 publicados, para a já encomendada 3ª temporada. Os livros originais foram publicados entre 1999 e 2006, mostrando como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Os próximos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só devem chegar à plataforma de streaming em 2018.
Still Star-Crossed: Continuação de Romeu e Julieta tem péssima estreia na TV americana
A rede ABC atrasou em quase um ano a estreia de “Still Star-Crossed”, série de época desenvolvida em 2015, que continua a história de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare. E o motivo ficou claro com a exibição do primeiro episódio na noite de segunda (29/5). O capítulo inaugural foi recebido com críticas muito negativas, rendendo uma média de 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas a pior notícia para o canal é que a atração também não interessou ao público. Foi assistida por 2,4 milhões ao vivo e marcou apenas meio ponto de audiência entre o alvo demográfico dos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A série pode testar o relacionamento do canal com a produtora Shonda Rhimes, responsável por alguns dos maiores sucessos da ABC, como “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”. Na atual temporada, a Shondaland, empresa de Rhimes, já perdeu uma série na ABC, com o cancelamento de “The Catch”. O detalhe é que “The Catch” saiu do ar com 2,9 milhões de telespectadores. Mais público que se interessou pela estreia de “Still Star-Crossed”. A tendência de todas as séries é perder público após o primeiro episódio. Dependendo da queda, “Still Star-Crossed” pode sair do ar sem dar continuidade à exibição de seus episódios. Mas tomar esta decisão seria amarga para o canal, pois o pedido inicial de 10 episódios foi totalmente produzido. As reclamações sobre a nova atração apontam seu tom romântico exagerado, voltado para o público feminino, muito mais próximo de “Reign” que “Outlander”, diálogos indecisos entre o inglês shakespeareano e o idioma coloquial, além de um evidente anacronismo racial. A abordagem politicamente correta e historicamente equivocada transporta para a Europa medieval a igualdade racial do século 21. A trama se baseia no livro homônimo da escritora Melinda Taub, que revela o que aconteceu com as famílias Capuleto e Montecchio após a morte de Romeu e Julieta, e ainda acompanha um novo romance proibido. Isto porque o clima beligerante entre os rivais faz com que o Príncipe Escalus (Sterling Sulieman, da série “Pretty Little Liars”) conclua que a única forma de trazer paz a Verona é fazer com que as duas famílias se unam em matrimônio. Assim, Benvolio (o australiano Wade Briggs, da série “Home and Away”), primo de Romeu, é o escolhido para se casar com Rosaline (a britânica Lashana Lynch, de “Entre Amigas”), prima de Julieta. Mas, ao contrário do casal original, os dois não se amam. Para complicar, o verdadeiro amor de Rosaline é justamente o Príncipe. Ainda assim, os dois são obrigados a concordar com a união para salvar as vidas de suas famílias e do povo de Verona. O detalhe desse melodrama é que não só Rosaline e o Príncipe, mas o próprio Romeu (o inglês Lucien Laviscount, da série “Scream Queens”) são negros – como Otello, que chamava atenção por ser o único mouro na peça que leva seu nome. A integração racial é característica das produções de Shonda Rhymes, ela própria uma mulher negra bem-sucedida. Basta lembrar que “Scandal” e “How to Get Away with Murder” são protagonizadas por atrizes negras. Mas o empoderamento racial na Europa medieval não motivou os mesmos elogios que costumam acompanhar suas iniciativas de inclusão no mundo moderno. Nem Baz Luhrmann, em seu “Romeu + Julieta” (1996) passado na era contemporânea, ousou tanto – no máximo, escalou Harold Perrineau como Mercutio, que não é Capuleto nem Montecchio. A série foi desenvolvida por Heather Mitchell, coprodutora das séries “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, e o elenco ainda inclui Torrance Coombs (série “Reign”), Zuleikha Robinson (série “Lost”), Anthony Head (série “Dominion”), Grant Bowler (série “Defiance”) e Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demons”).
Série baseada no terror O Exorcista é renovada para a 2ª temporada
A Fox encomendou a 2ª temporada da série “The Exorcist”, seu lançamento de pior audiência no ano passado. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. E só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Apesar do desempenho modesto, a série foi bem recebida pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de “The Exorcist”, cujos direitos pertencem ao conglomerado. Além disso, conforme tem demonstrado em seus projetos, a Fox está priorizando franquias. Para completar, o site Deadline apurou que a proposta para a 2ª temporada teria sido bem recebida pelos executivos da rede. Desenvolvida por Jeremy Slater (roteirista de “Renascida do Inferno”), “The Exorcist” é uma produção bastante caprichada, que inclusive contou com piloto dirigido por Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”). O cineasta é um dos produtores da atração. Baseada no clássico de terror “O Exorcista” – tanto no livro de William Peter Blatty quanto no filme de 1973 – , a narrativa acompanha a preocupação de uma mãe católica, vivida pela atriz Geena Davis (“Thelma & Louise”, “O Pequeno Stuart Little”), cuja filha teria voltado da faculdade possuída. Ao sentir outros sinais demoníacos em sua casa, ela pede ajuda ao padre de sua paróquia (o mexicano Alfonso Herrera, ex-“Rebelde” e atualmente na série “Sense8”), que, por sua vez, sente sinais do diabo e procura se consultar com um exorcista experiente (o inglês Ben Daniels, da série “House of Cards”). Os dois homens precisam juntar forças para enfrentar a face do mal verdadeiro. O elenco ainda inclui Alan Ruck (o eterno Cameron, de “Curtindo a Vida Adoidado”) como o marido de Davis e as jovens Hannah Kasulka (série “The Fosters”) e Camille Guaty (série “Scorpion”) como suas filhas. Não está claro se a 2ª temporada continuará a história desses personagens ou introduzirá uma trama e elenco completamente diferentes. No Brasil, “The Exorcist” é exibida no canal pago FX.
Sleepy Hollow é cancelada após quatro temporadas
A rede Fox anunciou o cancelamento da série sobrenatural “Sleepy Hollow”. A notícia não chega a surpreender, pois a 4ª e última temporada viu sua audiência desabar para menos de 2 milhões de telespectadores por episódio. A série simplesmente não conseguiu superar a perda da atriz Nicole Beharie, que, insatisfeita com os rumos da produção, pediu para sair e teve sua personagem, Abbie Mills, morta no final da 3ª temporada. Inspirada no conto gótico “A Lenda da Caverna Adormecida”, de Washington Irving, mais conhecido por seu título de Portugal, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”, a série foi criada por Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores de “Fringe”), o estreante Phillip Iscove e o cineasta Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Na trama, Ichabod Crane (Tom Mison, de “Amor Impossível”) desperta após 250 anos para impedir o fim do mundo, enfrentando ataques sobrenaturais, que incluem o Cavaleiro Sem Cabeça, mas também demônios e bruxaria. A permanência de Tom Mison como o protagonista Ichabod Crane não foi o suficiente para evitar a evasão de público. Em queda livre de audiência, a série que estreou em 2013 diante de 10 milhões de telespectadores ao vivo, iniciou sua última temporada em janeiro diante de apenas 2,2 milhões e foi perdendo cada vez mais público a cada episódio, encerrando sua trajetória diante de apenas 1,7 milhão de telespectadores nos Estados Unidos. O último episódio de “Sleepy Hollow” foi exibido no dia 31 de março.
É Fada! tem audiência recorde em sua estreia na TV paga
A estreia do filme “É Fada!”, protagonizado pela youtuber Kéfera Buchmann, teve audiência recorde na TV paga. A exibição deixou o Telecine em 1ª lugar na audiência entre dos canais premium e em 2º no ranking geral da TV paga, incluindo os canais de pacotes básicos. Uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016, a comédia foi exibida no dia 22 de abril, mas só agora o Telecine compartilhou os dados de audiência. . Baseado no livro “Uma Fada Veio me Visitar”, escrito por Thalita Rebouças, “É Fada!” foi dirigido por Cris d´Amato, teve produção do Daniel Filho e contou ainda em seu elenco com as participações de Klara Castanho, Mariana Santos, Silvio Guindane, Bruna Griphao, Clara Tiezzi e Christian Monassa. “É Fada!” continua na programação nos canais Telecine.
Desventuras em Série é renovada para a 3ª temporada, antes de começar a produção da 2ª
A Netflix está tão animada com “Desventuras em Série” que resolveu renovar a atração para sua 3ª temporada, quase um ano antes da estreia da 2ª. A informação, confirmada pelo site TVLine, vem menos de um mês após a renovação da série para seu segundo ano e antes de começar a produção dos novos capítulos já encomendados. Tudo indica que se trata de uma estratégia logística para emendar as gravações das duas temporadas, refletindo uma entrevista de Daniel Handler, o criador dos livros em que a série é baseada. “Considerando como os atores jovens envelhecem rápido, queremos tentar filmar tudo o mais rápido possível”, ele disse. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Handler sob o nome Lemony Snicket, publicados entre 1999 e 2006, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Ainda não há informações sobre a quantidade de episódios encomendados para a 3ª temporada, uma vez que a 2ª terá dez, dois a mais que a temporada inaugural.
The Walking Dead tem pior audiência de final de temporada em cinco anos
O último episódio da 7º ano de “The Walking Dead”, exibido na noite de domingo, registrou a pior audiência de fim de temporada do programa nos últimos cinco anos. De acordo com os dados da Nielsen, o episódio foi visto por 11,3 milhão de espectadores, número que só superou o desfecho das duas primeiras temporadas, quando a série ainda não era um fenômeno tão grande de popularidade. A diferença em relação ao season finale passado, visto por 14,2 milhões de pessoas, foi significativa: o público diminuiu em 20%. Mas a queda se torna realmente preocupante quando comparada à própria estreia da temporada. Vista por 17 milhões de telespectadores, a atual fase abriu com a segunda melhor audiência de todos os tempos da série, para encerrar com uma das piores. Após um começo frenético, que registrou duas mortes de personagens centrais, a série diminuiu o ritmo e passou a andar em ritmo de zumbi, a partir da decisão de dividir o grupo de protagonistas em núcleos distintos. Mas ao contrário de “Game of Thrones”, que consegue avançar diversas histórias paralelas simultaneamente, os produtores optaram por enfatizar um grupo por semana, truncando a narrativa. O showrunner atual, Scott M. Gimple, também tem buscado adaptar os quadrinhos de Robert Kirkman de forma mais fiel, inclusive transpondo diálogos completos dos gibis para a televisão. E isto também influenciou no ritmo, priorizando discursos e motivações de personagens sobre a ação. Pelo que Gimple vem dizendo, em entrevistas, os planos para a próxima temporada indicam uma continuação da tendência, com a adaptação do arco “All Out War”, na base de um gibi por episódio, até o final da temporada. A trama de 12 gibis, porém, poderia virar apenas quatro capítulos numa adaptação ao estilo de “Game of Thrones”.
The Walking Dead encerra temporada lutando contra seu pior inimigo: a queda de audiência
A série “The Walking Dead” leva ao ar neste domingo (2/4) o episódio final de sua 7ª temporada. Intitulado “The First Day of the Rest of Your Life” (O primeiro dia do resto de sua vida), ele terá duração estendida. No site da AMC (canal responsável pela veiculação da série nos EUA), o episódio apresenta duração de quase uma hora e meia com comerciais. Já o canal pago Fox inclui em sua programação brasileira o horário de exibição das 22h30 até 23h42, o que resulta em 1 hora e 12 minutos – provavelmente sem comerciais ou com poucos. Segundo os produtores, não haverá cliffhanger como no ano passado. Por isso, a longa duração deverá ser usada para amarrar todos os nós da trama para satisfazer o público. Que, por sinal, está bastante insatisfeito, conforme demonstra a queda vertiginosa de audiência que a série registrou neste ano. Desde a segunda metade da 4ª temporada, em 2014, a atração não registrava audiência tão “baixa”, na casa dos 10 milhões de telespectadores por episódio nos EUA. As duas fases de queda têm algo em comum: ritmo lento e uma estrutura de episódios dedicados a personagens ou grupos distantes, que só se encontram no final da temporada. Ambas também possuem o mesmo showrunner, Scott M. Gimple, o terceiro produtor a assumir o comando da série. Sob seu controle, a produção se aproximou mais dos quadrinhos de Robert Kirkman e desacelerou. 10 milhões ainda é um público considerável. Mas em outubro, quando voltou acompanhada pelas expectativas da revelação da vítima do ataque brutal de Negan (Jeffrey Dean Morgan), a série foi vista por 17 milhões de espectadores, sua segunda maior audiência. Cada capítulo que se passou desde então foi despertando menos interesse até despencar para os 10,5 milhões da semana passada. Isto representa uma queda de 62% do público. Mais da metade das pessoas que sintonizaram a estreia da temporada desistiram de continuar acompanhando a história. E isto também é considerável.












