PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Cineasta James Toback é acusado de abuso sexual por quase 40 aspirantes a atriz

    22 de outubro de 2017 /

    O diretor e roteirista James Toback, indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), segue o produtor Harvey Weinstein num novo escândalo de abuso sexual em Hollywood. Quase 40 mulheres o denunciaram numa reportagem do jornal Los Angeles Times, relatando assédios desde a década de 1980. Segundo o Los Angeles Times, algumas das mulheres procuravam trabalho na indústria do entretenimento no momento dos incidentes, mas também houve relatos de mulheres que Toback se aproximava. 31 das vítimas se identificaram na reportagem, detalhando diversas ocasiões em que Toback lhes fez sugestões obscenas, conduziu conversas em território sexualmente explícito ou esfregou-se contra elas até ejacular em suas calças ou em seus corpos. “Do jeito que ele apresentou a situação, era como: ‘É assim que as coisas são feitas'”, disse a atriz Adrienne LaValley sobre um encontro no quarto de hotel de 2008 que terminou com Toback tentando esfregar sua virilha contra sua perna. Quando ela recuou, ele se levantou e ejaculou em suas calças. “Eu me senti como uma prostituta, um enorme desapontamento para mim, meus pais, meus amigos. E eu merecia não contar a ninguém “. Embora Toback não seja um nome amplamente reconhecido fora da comunidade de cinema, ele produziu, dirigiu e escreveu muitos filmes com atores proeminentes como James Caan, Robert Downey Jr. e Mark Wahlberg, e conseguia impressionar as mulheres que pensavam estar fazendo uma boa conexão na indústria. Terri Conn tinha 23 anos e atuou na telenovela “As the World Turns” quando, segundo ela, Toback se aproximou dela na rua. Querendo atuar em um filme independente, Conn concordou em se encontrar com o Toback no Central Park para discutir um projeto. Uma vez lá, Conn informa que Toback disse a ela que a melhor maneira de conhecer alguém é ver sua alma, o que é melhor alcançado ao olhar para os olhos enquanto experimentavam orgasmo. Nesse ponto, Conn disse que se ajoelhou na frente dela e começou a se esfregar em sua perna enquanto olhava nos olhos dela. “Fiquei chocada e congelada e não sabia o que fazer”, disse Conn. “Eu pensei que, se eu resistisse, poderia piorar. Ele poderia me dominar”. Ele rapidamente ejaculou, levantou-se e pediu-lhe para se encontrar para um jantar mais tarde para continuar a falar do projeto. Conn nunca mais o viu. Outras mulheres nomeadas na matéria do Times incluem Starr Rinaldi, Louise Post, Karen Sklaire, Anna Scott, Echo Danon, Sari Kamin e Chantal Cousineau. Todos relataram incidentes em que experimentaram alguma forma de assédio de Toback. Kamin compartilhou sua experiência nas redes sociais, revelando que tinha 23 anos em 2003 quando conheceu o diretor em um Kinko’s. Ele mostrou seu cartão da Academia e falou sobre o filme “Uma Paixão Para Duas” (1997). Intrigada, ela o encontrou várias vezes para o jantar. Cada vez, ele aludia a um “tipo de conexão que precisaria experimentar com suas atrizes”. Ela elaborou: “Ele nunca definiu exatamente o que era essa conexão, mas meu medo do que isso poderia significar fazia meu estômago doer”. Eventualmente, Toback pediu-lhe para acompanhá-lo para um quarto de hotel. Kamin concordou, pensando que se “pudesse passar por essa parte, então iria estar em um filme e seria uma atriz bem-sucedida”. No hotel, Toback teria pedido que ela tirasse suas roupas, dizendo que precisava saber se ela poderia lidar com cenas sexuais. Apesar de sentir-se desconfortável, Kamin começou a se despir, mas de repente Toback começou a se esfregar na virilha dela. Ela perguntou se ele estava tentando gozar e ao ter confirmação, pegou as roupas e saiu correndo. Este relato veio à tona antes da publicação da reportagem do Los Angeles Times, o que levou a revista Variety a procurar o cineasta. Antes do surgimento de novas denúncias, ele negou que tivesse se comportado de forma inapropriada, se disse vítima de calúnia e ainda afirmou que nem sequer conhecia sua acusadora. “Isso é totalmente angustiante para mim”, disse ele. “Nunca ouvi falar dessa mulher e é totalmente difamatório inventar essa acusação. Tenho 72 anos, mas não tenho Alzheimer e não tenho dificuldade em lembrar as coisas com grande detalhe”. Ele descreveu as acusações como “grotescas”, acrescentando: “Eu condeno totalmente o comportamento que ela retrata e nunca sonharia com a substância ou as especificidades das ações que ela descreveu”. “É um momento ruim para dizer essas coisas, porque se espera que acusações como esta gerem simpatia, mas não se deve ter simpatia por difamação, calúnia e mentiras. Embora seja simpatizante do conceito de ‘#metoo’, receio que isso não seja usado apenas para expressar raiva e queixa legítimas, mas também calúnias inventadas”. As alegações acontecem na sequência do escândalo de Harvey Weinstein, em que um número semelhante de mulheres denunciou um padrão de assédio sexual de décadas. A diferença é que as atrizes assediadas por Weinstein eram famosas. A maioria das que agora denunciam Toback não conseguiram seguir na carreira. Entre as atrizes famosas que Toback dirigiu, encontram-se Sienna Miller, Heather Graham, Molly Ringwald, Sarah Michelle Gellar, Neve Campbell, Joey Lauren Adams, Ornella Muti, Nastassja Kinski e a top model Claudia Schiffer. Nenhuma ainda se manifestou a respeito do escândalo.

    Leia mais
  • Etc

    Bob Weinstein, irmão de Harvey, é acusado de assédio sexual

    18 de outubro de 2017 /

    Após condenar publicamento o comportamento do irmão e ex-sócio Harvey Weinstein, envolvido num escândalo de abuso sexual que atravessa décadas, o produtor Bob Weinstein também foi acusado de conduta imprópria. Amanda Segel, showrunner da série “The Mist”, produzida pela The Weinstein Company para o canal pago americano Spike, afirmou que Bob fez diversas investidas contra ela em ambiente de trabalho e a convidou para jantares privados. O assédio começou no meio do ano passado e continuou por três meses até o advogado de Amanda, David Fox, informar aos executivos da TWC que ela deixaria a produção da série se Bob Weinstein não parasse de procurá-la para fins pessoais. A informação foi divulgada na terça-feira (17/10) pela revista Variety, que entrevistou a produtora. “Dizer ‘não’ deveria ser o bastante”, disse Amanda Segel para a publicação. “Depois do ‘não’, qualquer pessoa que te chamou para sair deveria seguir sua vida. Bob continuou a insistir que ele queria ter uma amizade comigo. Ele não queria ter uma amizade. Ele queria mais do que isso. Minha esperança é que ‘não’ seja o suficiente a partir de agora”. Um representante de Bob Weinstein emitiu uma nota negando que ele tenha tido qualquer comportamento inapropriado. “Bob jantou com a senhorita Segel em Los Angeles, em junho de 2016. Ele nega qualquer alegação de que tenha se comportado inapropriadamente durante ou depois do jantar. É muito lamentável que qualquer reclamação do tipo tenha sido feita”, disse a nota. A acusação acontece no momento em que Bob Weinstein tenta salvar o estúdio, que enfrenta adiamento de estreias de cinema e cancelamento de produções de séries, em meio a uma debandada geral de executivos e funcionários, causada pelas acusações diárias feitas por vítimas de Harvey Weinstein nas últimas quatro décadas. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.

    Leia mais
  • Etc

    Lena Headey conta ter chorado após sofrer assédio de Harvey Weinstein

    17 de outubro de 2017 /

    Intérprete da poderosa rainha Cersei de “Game of Thrones”, Lena Headey passou por uma experiência terrível de impotência na carreira, ao ser assediada por Harvey Weinstein. Ele compartilhou sua história no Twitter nesta terça-feira (17/10), revelando como ele abusava da sua posição para se aproximar das atrizes, além de mencionar ter sofrido bullying do diretor Terry Gilliam. Em uma série de tuítes, ela conta que conheceu Weinstein no Festival de Veneza. “’Os Irmãos Grimm’ estava passando lá (e durante a filmagem eu fui submetida a um bullying interminável por parte do diretor Terry Gilliam). Em certo momento, Harvey me pediu ir com ele até a água, eu fui com ele e ele parou e fez um comentário sugestivo, um gesto. Eu só levei na brincadeira, estava genuinamente chocada. Eu me lembro de pensar ‘tem que ser piada’. Disse alguma coisa como ‘Qual é, cara? É como beijar meu pai. Vamos pegar um drinque, voltar para o grupo’. Nunca participei de outro filme da Miramax”. O segundo encontro aconteceu em Los Angeles, anos depois, e foi bem mais sério. Lena foi convidada por Harvey para um café da manhã e disse acreditar que, após ela ter dito “não” de forma clara, ele “respeitaria seus limites” e trataria de uma proposta de trabalho. “Ele fez algumas perguntas sobre a minha vida amorosa. Eu mudei o assunto para algo menos pessoal. Então, ele foi ao banheiro. Ao voltar, disse ‘vamos até o quarto, eu quero te entregar um roteiro’. Nós entramos no elevador e a energia mudou. Meu corpo todo entrou em estado de alerta. O elevador estava subindo e eu disse ‘não estou interessada em nada além de trabalho, por favor não pense que eu entrei aqui por qualquer outra razão, nada vai acontecer’. Eu não sei o que me levou a falar naquele momento, só tive uma grande sensação de ‘não chegue perto de mim’”. Ela descreveu que Weinstein mudou rapidamente após ter-lhe dito aquilo. “Ele ficou em silêncio, furioso. Nós saímos do elevador e fomos até o quarto dele. A mão dele estava nas minhas costas, ele estava me conduzindo, sem dizer uma palavra, me senti completamente impotente. A chave dele não funcionou, então ele ficou muito bravo. Ele me levou de volta ao elevador e depois até o valet, segurando firme no meu braço. Ele pagou o meu carro e sussurrou no meu ouvido ‘não conte sobre isso para ninguém, nem o seu empresário, nem o seu agente.’ Eu entrei no meu carro e chorei”. Não havia roteiro, nem proposta de trabalho. pic.twitter.com/o1U06krn0q — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017 pic.twitter.com/QzS7EweJGe — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017 pic.twitter.com/VXzLNwT2yO — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017 pic.twitter.com/gX2cL6PyQN — lena headey (@IAMLenaHeadey) October 17, 2017

    Leia mais
  • Etc

    Jennifer Lawrence diz ter ficado nua para produtores que a consideravam “gorda”

    17 de outubro de 2017 /

    A atriz Jennifer Lawrence denunciou outro tipo de abuso que sofreu no começo da sua carreira. No mesmo evento da revista Elle em que Reese Witherspoon revelou ter sido assediada aos 16 anos por um diretor, a estrela da franquia “Jogos Vorazes” contou ter passado por um “teste de elenco” em que precisou ficar nua para produtores de cinema que a consideravam “gorda”. Vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”, Lawrence detalhou sua experiência difícil e o abuso sofrido por não se ajustar aos padrões de “100% massa magra” da indústria. “Quando eu estava começando, um produtor me disse para perder pelo menos 6 quilos em duas semanas”, ela contou, segundo relato do site Deadline. “Ao mesmo tempo, outra produtora, uma mulher, me fez ficar nua e perfilar ao lado de outras cinco mulheres que eram muito mais magras do que eu”. “Depois dessa experiência humilhante que se passou por um teste de elenco, a produtora me disse que eu deveria usar fotos de mim mesma nua como motivação para emagrecer. E então um outro produtor que estava presente disse que não me achava gorda – pelo contrário, que eu era ‘perfeitamente comível’”, relatou. “Eu deixei que eles me tratassem daquela maneira porque achei que precisava, pela minha carreira. Ainda estou aprendendo que não preciso sorrir quando um homem faz com que eu me sinta desconfortável. Todo ser humano deveria ter o poder de ser tratado com respeito”, completou.

    Leia mais
  • Etc

    Reese Witherspoon revela ter sido abusada por um diretor quando tinha 16 anos

    17 de outubro de 2017 /

    A atriz Reese Witherspoon revelou também ter sofrido agressões e assédios sexuais em diversas ocasiões de sua carreira, que iniciaram quando ela tinha apenas 16 anos. Naquela ocasião, o abuso foi cometido por um diretor, ela contou, durante um evento da revista Elle, em que aproveitou para demonstrar que o problema não é restrito a Harvey Weinstein, mas – como insinuou a cantora Björk – disseminado na indústria cinematográfica. “Tive múltiplas experiências de assédio e agressões sexuais e eu não falo sobre elas com muita frequência”, disse a atriz, ao tornar público o que sofreu. Ela confessou ter tido noites mal dormidas depois que outras mulheres começaram a colocar em evidência tudo aquilo que passaram no trabalho, porque, segundo ela, o silêncio diante do que sofreu era tido como o melhor caminho para manter-se na indústria cinematográfica. “Eu sinto desgosto de verdade pelo diretor que me agrediu quando eu tinha 16 anos e raiva dos agentes e produtores que me fizeram sentir que o silêncio era uma condição do meu emprego”, acusou Reese, que tem em seu currículo o Oscar de Melhor Atriz por seu papel no filme “Johnny e June” (2005). “Depois de ouvir todas essas histórias nos últimos dias e ouvir essas mulheres corajosas se abrirem sobre coisas que nós ouvimos que devemos esconder debaixo do tapete e não falar sobre elas, isso me deixou com vontade de falar. E falar alto. Porque eu, na verdade, me senti menos sozinha nesta semana do que eu me senti em toda minha carreira”. Muitas atrizes, como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Kate Beckinsale e Rose McGowan alegaram terem sofrido assédio do produtor Harvey Weinstein. Outras ainda o acusaram de estupro. Após a grande repercussão das denúncias, outras contaram vivências traumáticas provocadas por homens. America Ferrera, por exemplo, revelou no Instagram uma agressão sexual aos 9 anos. “Essa foi uma semana realmente muito difícil para as mulheres em Hollywood, para as mulheres em todo o mundo, e muitas situações e muitas indústrias são forçadas a lembrar e reviver muitas verdades tenebrosas. Eu tenho minhas próprias experiências, que voltaram a minha mente de forma muito vívida. Tenho tido muita dificuldade para dormir, para pensar, para falar sobre os sentimentos que tenho tido de ansiedade, pensando sobre honestidade, e a culpa por não ter revelado antes. Você só pode se curar ao contar a verdade”, afirmou Reese.

    Leia mais
  • Filme

    Vera Fischer é convidada a viver Hebe Camargo em minissérie sobre assédio

    12 de outubro de 2017 /

    A atriz Vera Fischer, que está afastada da TV desde 2012, quando fez a novela “Salve Jorge”, renovou contrato com a Globo até 2020 e, segundo o jornal O Globo, se prepara para voltar numa minissérie, no papel de Hebe Camargo. Vera foi convidada para interpretar a apresentadora na série “Assédio”, sobre o ex-médico Roger Abdelmassih, preso após estuprar 37 pacientes. Hebe foi amiga dele antes do escândalo. Até então um dos maiores especialistas em reprodução assistida do país, Abdelmassih foi condenado a 181 anos de prisão. Antonio Calloni (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”) será Abdelmassih na produção, que foi escrita por Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e será dirigida por Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). A expectativa é para um lançamento em 2018, mas ainda não há data definida.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz de One Tree Hill lembra abuso de Ben Affleck, que pede desculpas nas redes sociais

    11 de outubro de 2017 /

    A revelação dos assédios cometidos pelo produtor Harvey Weinstein abriu as portas para novas denúncias. A atriz Hilarie Burton aproveitou para lembrar, em seu Twitter, ter sido vítima de um avanço inapropriado do ator Ben Affleck quando estava começando a carreira. O caso aconteceu em 2003, quando ambos estavam participando de um programa da MTV. “Eu era apenas uma criança”, ela lembrou, após o comentário de uma seguidora. Na ocasião, Affleck a abraçou por trás e apertou um de seus seios diante das câmeras, para sua surpresa. No programa, o caso foi tratado como brincadeira, mas ela ficou claramente espantada e sem ação. Hilarie Burton é casada com o ator Jeffrey Dean Morgan, intérprete do pai do herói Batman vivido por Ben Affleck em “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Na ocasião em que o constrangimento aconteceu ela tinha apenas 18 anos e iniciava seu primeiro papel importante, na 1ª temporada de “One Tree Hill” (Lances da Vida). Diante da repercussão do caso de Weinstein, Affleck, que chegou a emitir um comunicado sobre as denúncias contra o produtor, resolveu pedir desculpas em suas redes sociais. “Eu agi de maneira inapropriada com a Senhorita Burton e peço sinceras desculpas”, ele escreveu. Veja abaixo. https://t.co/wh2MpJVQzl Girls. I'm so impressed with you brave ones. I had to laugh back then so I wouldn't cry. Sending love. — Hilarie Burton (@HilarieBurton) October 11, 2017 Seriously, thank you for that. I was a kid. — Hilarie Burton (@HilarieBurton) October 11, 2017 I acted inappropriately toward Ms. Burton and I sincerely apologize — Ben Affleck (@BenAffleck) October 11, 2017

    Leia mais
  • Etc

    Figurinista que acusa José Mayer de assédio é chamada a depor na polícia

    10 de abril de 2017 /

    A figurinista Susllem Tonani foi chamada a depor na delegacia para falar do assédio sexual que ela denunciou na mídia, praticado pelo ator José Mayer nos estúdios de gravação da Globo, durante a produção da novela “A Lei do Amor”. “Convoquei Susllem Tonani e estou aguardando a sua presença. Tudo vai depender do depoimento dela para que eu possa chamar ou não o ator José Mayer para também falar sobre o caso”, disse Rodolfo Waldeck, titular da 32ª Delegacia Policial do Rio de Janeiro (Taquara), nesta segunda-feira (10/4). O delegado não revelou a data do depoimento da figurinista, mas ele deve acontecer nos próximos dias. Em texto publicado num blog do jornal Folha de S.Paulo, no dia 31 de março, a figurinista acusou o ator José Mayer de assédio sexual. Ela contou que o assédio começou há oito meses durante gravações da novela “A Lei do Amor”, com elogios, que evoluíram para cantadas até chegar ao abuso, com o ator tocando suas partes íntimas sem o consentimento dela. No mesmo dia, aconteceu no Projac um protesto de atrizes e funcionárias da emissora contra o assédio. A TV Globo noticiou no “Jornal Hoje” e no “Jornal Nacional” a manifestação e confirmou a suspensão por tempo indeterminado de José Mayer. Por enquanto o caso é tratado como assédio e depende da denúncia da vítima. Caso Susllem Totani preencha um boletim de ocorrência, a acusação dará início a um inquérito policial, que pode vir a penalizar criminalmente o ator.

    Leia mais
  • Filme

    Vin Diesel pede desculpas “se ofendeu alguém” durante entrevista com youtuber brasileira

    25 de dezembro de 2016 /

    Vin Diesel usou seu perfil no Facebook para falar sobre a polêmica com a youtuber brasileira Carol Moreira, que o entrevistou durante a Comic-Con Experience, no começo do mês. Na ocasião, ele se portou de forma imprópria, assediando a jovem durante a gravação da entrevista, que durou 11 minutos e foi interrompida três vezes por cantadas do ator, tornando a situação desconfortável. O comportamento do ator acabou tendo repercussão internacional e levou seu perfil no Facebook a ser invadido por protestos. Em resposta, Diesel afirmou que tem o hábito de brincar em suas entrevistas e pediu desculpas se passou do limite. Além do curto texto publicado na noite da véspera de Natal (24/12), ele também incluiu um vídeo diferente da entrevista em sua página, sem a edição de Carol. “Como todos sabem, tento manter as minhas entrevistas mais brincalhonas e divertidas, especialmente quando estou na zona Xander (referência ao nome do personagem que ele interpreta no filme “xXx: Reativado”, que veio divulgar no Brasil). Mas, se ofendi alguém, então gostaria de me desculpar, pois essa nunca é minha intenção. Aqui está a versão sem cortes”, escreveu o ator. Veja abaixo:

    Leia mais
  • Filme

    Além de Vin Diesel, Jason Momoa também já “assediou” a youtuber brasileira

    24 de dezembro de 2016 /

    Vin Diesel não foi o único a assediar a youtuber Carol Moreira durante uma Comic-Con Experience. Em 2014, outro ator fortão, Jason Momoa, o Khal Drogo de “Game of Thrones” e futuro Aquaman de “Liga da Justiça”, também abusou da boa vontade da jovem. E foi ainda mais longe que Diesel: fez ela se sentar em seu colo e depois ainda fingiu um strip-tease praticamente se jogando em cima dela. Este momento também está disponível no Youtube (veja abaixo) e foi registrado numa foto no Instagram de Carol, com a seguinte legenda: “Como se não bastasse sentar no colo dele, ainda ganho um strip com dancinha. Jason Momoa subindo o nível dos boy magia”. Entretanto, a comparação entre as duas reações diferentes da youtuber a situações que poderiam ser consideras assédio gerou repercussão negativa na internet, alimentando uma onda de ataques de fãs de Vin Diesel nas redes sociais, que a acusam de querer aparecer em cima do ator, além de submetê-la a diversos xingamentos de cunho preconceituoso. Em entrevistas, a youtuber tem destacado que não chamou o comportamento inoportuno de assédio, o que ficou por conta da imprensa e de quem viu o vídeo. O fato, porém, não foi diferente do problema que escanteou a carreira do cantor Biel no Brasil. De todo modo, fica o registro das diferenças em relação à interação de Carol com Momoa. Para começar, o contexto foi de uma performance num palco da Comic-Con Experience, diante de uma plateia que estimulou tudo com gritos de aprovação. Mas o principal é que ela disse ter dado abertura para Momoa brincar mais à vontade, no contato que tiveram antes nos bastidores. Houve, em suma, um consentimento e vontade de entrar na brincadeira. O que claramente não aconteceu na entrevista com Vin Diesel (que pode ser vista aqui).

    Leia mais
  • Filme

    Imprensa internacional reage ao assédio de Vin Diesel à youtuber brasileira

    24 de dezembro de 2016 /

    A entrevista concedida por Vin Diesel à youtuber brasileira Carol Moreira, durante a Comic-Con Experience, alcançou repercussão internacional. A imprensa estrangeira fez coro contra o comportamento do ator, que cantou a jovem em plena entrevista, condenando sua postura como “constrangedora” e “bizarra”. O site Huffington Post escreveu que a entrevista foi “embaraçosa” e que, apesar de ser claro que Moreira estava constrangida, “Diesel continuou, totalmente alheio ao desconforto dela”. “Ser descontraído nas entrevistas é uma coisa, mas dar em cima de uma entrevistadora que só está tentando fazer o trabalho dela é outra”, acrescentou o texto. O canal americano E!, voltado às celebridades, disse que o ator “levou os elogios um pouco longe demais”. O site do programa “Entertainment Tonight” também repercutiu o assunto, com o título “Vin Diesel não para de dar em cima de youtuber brasileira”. O jornal britânico Daily Mail descreveu a entrevista de “extremamente constrangedora” e as cantadas como “agressivas”. A publicação afirmou ainda que o vídeo “vai botar lenha na fogueira das alegações de que o ator não é profissional”, numa alusão ao desabafo de Dwayne Johnson no Instagram, durante as filmagens de “Velozes e Furiosos 8” – que já estava sendo descartado como golpe publicitário, já que, como mostrou o trailer, o personagem de Diesel trai todo mundo no filme. O site The Wrap também descreveu a entrevista como “constrangedora” e destacou a “risada nervosa” de Moreira, finalizando o texto com um “conselho” para o artista: “De agora em diante, tome um banho frio antes de dar uma entrevista”. O tabloide britânico The Sun destacou no título o palavrão de Diesel no momento mais explícito da cantada e mencionou o momento em que o ator se ajoelha e vai em direção a Carol, deixando-a “se contorcendo com cantadas bizarras”. O jornal ainda ressaltou que a youtuber “é jovem o suficiente para ser a filha de Vin”. A edição britânica da revista “Elle” também fez uma crítica explícita ao ator em seu título: “Vin Diesel é extremamente desagradável com entrevistadora brasileira em vídeo no YouTube”. E no texto os repórteres confessam que ficaram “um pouco perturbados ao descobrir o vídeo em que o herói de ação age de forma superdesagradável com uma apresentadora brasileira”. A revista americana Us Magazine descreveu: “Moreira foi forçada a recuperar [a entrevista] mais uma vez e começou a questionar Diesel sobre seus papeis em ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Guardiães da Galáxia’, o que inexplicavelmente – e, muito provavelmente, para o desgosto da estrela da internet – inspirou outro acesso inapropriado”. O blogueiro americano Perez Hilton, conhecido por cobrir o universo das celebridades, respondeu a uma frase de Diesel, que diz na entrevista que ela “é bonita para c***” e que ele “não consegue nem fazer uma entrevista com ela”. Não consegue fazer a entrevista, mas consegue “ser desagradável para continuar dando em cima dela, constrangedoramente”, escreveu Hilton, que também lembrou o desentendimento do ator com Dwayne Johnson: “Nós achamos que Dwayne pode ter se contido quando falou do comportamento não profissional [de Diesel]”. Vários dos veículos ainda notaram que Vin Diesel está há muitos anos em um relacionamento com a modelo Paloma Jimenez e tem três filhos com ela.

    Leia mais
  • Etc

    Vin Diesel assedia youtuber brasileira durante entrevista

    22 de dezembro de 2016 /

    A youtuber Carol Moreira, que mantém um canal sobre cinema e séries, publicou nesta quarta-feira (21/12) um vídeo de uma entrevista com o ator Vin Diesel. Até aí, normal. O que não pode ser considerado normal, entretanto, foi o assédio que ela sofreu durante o trabalho. Diesel a interrompeu mais de uma vez, durante a conversa, para dizer como era linda, com direito a “I love you” e convite para sair. “Aconteceu uma coisa que eu não esperava. O Vin Diesel ficou ‘apaixonado’ por mim. Eu falo dessa forma porque ele começou a meio que me cantar no meio da entrevista, falar que eu era bonita, e ele interrompeu a entrevista três vezes para falar disso”, relata a YouTuber no vídeo. Após Carol perguntar ao ator sobre sua relação com Tom Hanks, Diesel interrompeu a resposta para elogiá-la. “Meu Deus, como você é bonita. Como é que eu vou conseguir fazer essa entrevista. Vamos sair daqui, vamos almoçar”. Em outro momento, ele disse estar “apaixonada pela entrevistadora”. No fim da conversa, Diesel disse que Carol “era muito sexy”. Ele ainda se ajoelhou e pediu para alguém “salvá-lo”. “Eu não sabia o que fazer, eu só ria. Só ria porque eu estava numa situação delicada, mas a verdade é que eu não gostei disso. Na hora eu não soube reagir, mas vocês vão ver que eu estava desconfortável. Ele interrompeu meu trabalho”, disse Carol. A entrevista aconteceu durante a passagem do ator pela Comic-Con Experience no começo de dezembro. Ele esteve no Brasil para promover o filme “xXx: Reativado”.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie