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    Ator de “Wandinha” se defende de acusações de assédio sexual

    8 de junho de 2023 /

    O ator Percy Hynes White, conhecido por sua atuação como Xavier Thorpe na 1ª temporada de “Wandinha”, divulgou uma declaração na quarta (7/6) sobre as acusações de abusos sexuais de que foi alvo nas redes sociais. Em janeiro, várias postagens no Twitter acusaram o jovem de 21 anos de envolvimento em atividades sexuais com diversas mulheres, incluindo pelo menos uma menor de idade. Embora esses tuítes tenham sido todos apagados, a repercussão chegou a gerar uma campanha viral “Cancele Percy” e prejudicou a carreira do ator White se pronunciou sobre as acusações nos Stories do Instagram, mas evitou entrar em detalhes específicos e não explicou o motivo da demora em responder às acusações iniciais. “Alguém que eu nunca conheci iniciou uma campanha de desinformação contra mim na internet no começo deste ano”, compartilhou White. “Como resultado, informações privadas sobre minha família foram expostas e meus amigos receberam ameaças de morte. “Eu nego as acusações. Rejeito a imagem que foi pintada de mim como alguém preconceituoso ou negligente com a segurança das pessoas. Essas alegações infundadas e prejudiciais podem gerar desconfiança em relação às verdadeiras vítimas.” Ele afirmou que a confusão entre seu personagem em “Wandinha” e sua personalidade na vida real contribuiu para o mal-entendido. “Fotos minhas de quando eu era menor de idade foram usadas e situações que interpretei em personagens de ficção foram interpretadas como manifestações de ódio”, acrescentou White. “Minha amiga Jane foi falsamente apresentada como vítima e suas tentativas de esclarecer a situação foram ignoradas. Ela me autorizou a mencioná-la nesta declaração.” Para concluir, ele expressou gratidão aos seus apoiadores. “É perturbador saber que essas informações errôneas têm abalado as pessoas”, escreveu. “Agradeço imensamente a todos que permaneceram ao meu lado e ajudaram a disseminar os fatos reais. Peço que cessem o assédio a minha família, amigos e colegas de trabalho. Agradeço por terem lido isto”, completou.

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  • Filme

    Diretor de “X-Men” planeja filme sobre denúncias de abuso sexual que enfrentou

    6 de junho de 2023 /

    O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) planeja realizar um documentário que irá abordar as alegações de má conduta sexual contra ele. No projeto, ele pretende narrar sua tentativa de retorno ao mercado cinematográfico anos após o declínio de sua carreira. Segundo a Variety, o próprio diretor está financiando o empreendimento. Singer está fora dos holofotes desde 2019, quando uma matéria na revista The Atlantic expôs uma série de alegações contra ele. A reportagem apontou quatro acusadores que relataram que o cineasta estuprou meninos adolescentes. Antes de toda a exposição, Singer havia sido contratado para dirigir o remake de “Red Sonja”, um clássico dos anos 1980. No entanto, foi retirado do projeto após a publicação da reportagem. Antes disso, em 2017, ele foi demitido do filme biográfico “Bohemian Rhapsody”, sobre Freddie Mercury e a banda Queen, após uma série de ausências do set. Em um passado não muito distante, o diretor chegou a ser considerado um arquiteto da franquia “X-Men”, tendo dirigido o filme original de 2000 e a sequência de 2003, “X-Men 2”, bem como “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Além da franquia, ele também esteve à frente de “Superman: O Retorno (2006) e o thriller da 2ª Guerra Mundial “Operação Valquíria” (2008), estrelado por Tom Cruise.   Relembre as acusações O cineasta foi acusado de estuprar um jovem de 17 anos em um iate em 2003. Segundo Cesar Sanchez-Guzman, autor da denúncia, Singer o teria forçado a fazer sexo e comprado seu silêncio em troca de um papel em um de seus filmes. Na época, a ação foi protocolada junto à corte de Seattle, a vítima alegou que o iate em que estavam era de Lester Waters, um investidor descrito como “anfitrião de festas para jovens gays na cidade”. Por meio de um representante, o diretor negou categoricamente as acusações e disse que se defenderia até que o processo chegasse ao fim. O advogado que defendeu Sanchez foi o mesmo que defendeu Michael Egan, em 2014, quando ele também acusou Singer de estuprá-lo quando ainda era menor de idade. A acusação, no entanto, tinha muitas inconsistências e caiu por terra quando o diretor conseguiu provar que na época que o suposto crime teria acontecido no Havaí, ele estava no Canadá filmando um longa da franquia “X-Men”.

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  • Schwarzenegger assume ter apalpado mulheres
    Série

    Schwarzenegger assume ter apalpado mulheres: “Não tem desculpas”

    5 de junho de 2023 /

    Em um dos episódios da série documental “Arnold” da Netflix, o astro Arnold Schwarzenegger (“O exterminador do futuro”) admitiu ter apalpado mulheres há algum tempo atrás. Em 2003, seis mulheres o acusaram de apalpá-las e humilhá-las, em uma matéria publicada pelo jornal The Los Angeles Times cinco dias antes da eleição para governador da Califórnia. Schwarzenegger negou as acusações na época, mas sugeriu que já havia se comportado mal no passado. Durante o episódio da nova atração, Schwarzenegger disse que a princípio negou as acusações, pois sua reação inicial foi ficar na defensiva. Ele acrescenta que hoje pode olhar para a situação de uma forma totalmente diferente. “Independente da época, não importa. Se foi há 40 anos, ou hoje, o que fiz foi errado. Foi uma palhaçada. Não tem desculpas, foi errado”. A série “Arnold” é dividida em três episódios e mostra um pouco dos bastidores da vida de Schwarzenegger. Durante a produção, é possível conferir sua trajetória no fisiculturismo, bem como sua fama e ainda sua transição da vida como astro do cinema para a política. A produção mostra ainda o dia a dia de sua vida pessoal. Relembre o caso Durante um dos episódios, a série foca a polêmica corrida em 2003. A produção mostra como as acusações contra Schwarzenegger surtiram pouco efeito. Mesmo com a reportagem investigativa apontando todas as acusações das vítimas, ele venceu a eleição com 48,6% dos votos contra 31,5% do democrata Cruz Bustmante. A repórter Carla Hall, responsável pela reportagem original, relatou que, quando Schwarzenegger anunciou que iria participar das eleições, a equipe do Los Angeles Times iniciou uma série de investigações. “Ouvimos diversas histórias por anos, mas ninguém nunca havia parado para investigar completamente o ocorrido”. Ela chegou às vítimas, que aceitaram ser identificadas, mas se surpreendeu com o fato de que as denúncias não afetaram o resultado das eleições. “Pensei que as pessoas ficariam mais ofendidas”, disse. A série documental “Arnold” será na lançada na quarta-feira (7/5) na Netflix. A atração tem direção e produção de Lesley Chilcott (produtora de “Uma Verdade Inconveniente”) e Allen Hughes (diretor de “O Livro de Eli”).

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  • Música

    DJ Paul Oakenfold é acusado de assédio sexual por ex-assistente

    4 de junho de 2023 /

    O renomado DJ Paul Oakenfold, compositor da trilha sonora de “A Senha: Swordfish” (2001), foi acusado de assédio sexual por sua ex-assistente pessoal. A possível vítima, identificada apenas como Jane Roe, uma mulher de 24 anos, alega também ter tido inúmeros direitos trabalhistas violados.  O processo foi aberto no dia 2 de junho no Tribunal Superior de Los Angeles. A autora alega que duas empresas administradas pelo CEO Paul Stepanek, New Frequency Management e Stepanek Management – Oakenfold, violaram seus direitos trabalhistas. A autora do processo declara que após conseguir um emprego em outubro de 2022, ela foi designada para ser assistente de Oakenfold. Para esse trabalho ela receberia US$ 20 por hora.  Jane Roe trabalhava na casa do DJ, segundo relata, e logo no início o DJ chegou a se masturbar na frente dela. Em meados de novembro de 2022, ele teria feito isso quatro vezes em um único dia. Ele também teria praticado o ato dentro do seu veículo.  Após relatar o processo à administração, a autora do processo relatou ter recebido um acordo de confidencialidade. Ela chegou também a ser impedida de voltar ao trabalho por não ter assinado tal acordo e teria sido ameaçada de demissão.  Ainda de acordo com o processo, a vítima relata ter assinado o termo de confidencialidade “sob coação”. Ela foi autorizada a voltar para o trabalho, no entanto, não foi designada para o mesmo posto e deixou de trabalhar com Oakenfold.  Contudo, segundo ela, suas horas de trabalho foram reduzidas e ela acabou sendo demitida em março deste ano por “falta de trabalho”. A reclamação possui cinco reivindicações e busca uma compensação de danos superiores a US$ 25 mil. Saiba quem é Paul Oakenfold Paul Oakenfold é DJ e produtor musical britânico. Considerado um dos pioneiros da música eletrônica, é um dos artistas mais influentes do ramo. Oakenfold iniciou sua carreira em meados dos anos 1980 e se tornou um dos principais nomes da cena clubbing de Londres.  Em 1987, ele lançou sua primeira mixtape, “The Theory of Mixtion”. O projeto foi um sucesso absoluto e levou o DJ a tocar em festas e clubes por toda a Europa. Oakenfold também é conhecido por ter sido um dos principais responsáveis pela popularização da música eletrônica nos Estados Unidos, tendo feito uma série de shows em clubes e festivais americanos na década de 1990.  Ele já produziu remixes para artistas como Madonna, U2 e Michael Jackson, além de ter lançado diversos álbuns de sucesso, como “Bunkka” e “A Lively Mind”, e continua a ser um dos DJs mais requisitados para shows, com apresentações em festivais e clubes ao redor do mundo.

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  • TV

    Bill Cosby é acusado de drogar e estuprar ex-modelo da Playboy

    2 de junho de 2023 /

    O veterano comediante americano Bill Cosby recebeu na quinta-feira (1/6) novas acusações de agressão sexual. Desta vez, ele foi acusado de drogar e estuprar uma ex-modelo da Playboy. O caso teria acontecido em 1969. O processo foi movido por Victoria Valentino, de 80 anos, que se valeu de uma nova lei do estado americano da Califórnia. A legislação permite que as vítimas de agressão sexual acionem à Justiça mesmo que os crimes tenham ocorrido há muito tempo. Victoria afirma ter sido abordada por Cosby em um café, quando ela estava chorando pelo afogamento de seu filho de 6 anos. A modelo acrescentou que ele a convidou para ir a um tratamento de Spa com uma amiga, local onde Cosby teria dado comprimidos às garotas durante um jantar, sob alegação de que as pílulas as fariam “se sentirem melhor”. No processo, Victoria relatou que Cosby decidiu levá-las para casa, quando ela desmaiou no caminho. Após recuperar a consciência, a modelo viu o humorista estuprando sua amiga e depois foi forçada a ter relações sexuais. Ela destacou que não conseguiu resistir por conta dos efeitos da droga. O porta-voz do ator, Andrew Wyatt, negou as alegações de Victoria Valentino e disse que o processo foi aberto “sem qualquer prova ou fato”. Em comunicado, ele também condenou as leis de “janela retrospectiva” e frisou que “são uma violação absoluta de todos os direitos constitucionais americanos”. Desde 2014, Bill Cosby recebe acusações de agressão sexual, assédio sexual e estupro de mais de 60 mulheres. Há menores de idade entre as vítimas. O humorista foi uma das primeiras celebridades a enfrentar consequências legais por conta do movimento #MeToo, que denunciou vários abusos na indústria do entretenimento dos EUA. Ele chegou a ser preso entre setembro de 2018 e junho de 2021, condenado por agressões sexuais com sentença de 3 a 10 anos de prisão, por drogar e agredir sexualmente Andrea Constand, ex-funcionária da universidade onde ele estudou, em 2004. Entretanto, foi liberado da prisão após a condenação no caso de Andrea ter sido anulada. Mas, no início deste ano, o comediante voltou a ser considerado culpado por um júri da Califórnia em um caso de abuso sexual de uma adolescente, em 1975. A denúncia também envolveu estupro após fornecimento de entorpecente. Ao todo, mais de 60 mulheres acusaram Bill Cosby de abusos sexuais ocorridos entre 1960 e 2000.

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  • Etc

    Wolf Maya rebate acusações de assédio de Alexandre Frota: “Pessoa deplorável”

    1 de junho de 2023 /

    O diretor Wolf Maya se defendeu das acusações de assédio feitas pelo ator e ex-deputado federal Alexandre Frota. Segundo o relato, o diretor teria tentado fazer sexo com ele nos bastidores da novela “Livres para Voar”, de 1985. No Instagram, Maya negou o episódio e detonou as atitudes do ator de 59 anos. Durante sua participação em um podcast, Frota disse que Maya teria o chamado para entrar em seu quarto e pedido para Frota tirar a roupa. Nesta quinta-feira (1/6), o diretor de 69 anos comentou o caso em uma publicação do blogueiro Hugo Gloss no Instagram. Maya relatou que foi amigo de Frota no início da carreira do ator, mas que o artista perdeu diversas amizades devido a suas atitudes. “No passado, o Alexandre fez comigo os seus melhores trabalhos como ator, e não precisei comê-lo para isso. Fomos amigos”, relatou o diretor. “No presente, ele se tornou essa pessoa deplorável e perdeu todos os amigos. Inclusive os novos de Brasília”, continuou. Wolf Maya se referiu ao período em que Frota trabalhou como deputado federal por São Paulo, entre 2019 e 2023. Frota compartilhou sua história no podcast “Não é Nada Pessoal”, apresentado por Arthur Pires e Gabriel Perline. Na ocasião, ele acrescentou que Wolf Maya ia “ficar put* de eu falar isso”. E confirmou que, após o episódio, eles se tornaram amigos. “Depois disso fiz outros trabalhos com ele, fiz [a peça] ‘Blue Jeans’, e ele nunca tocou no assunto comigo, tipo: ‘Pô, tu lembra lá quando a gente estava fazendo a novela’”, completou.

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  • Etc

    Alexandre Frota diz que Wolf Maya o assediou durante novela da Globo

    31 de maio de 2023 /

    O ator e ex-deputado federal Alexandre Frota revelou que o diretor da Globo Wolf Maya quis fazer sexo com ele nos bastidores da novela “Livre Para Voar” em 1985. As declarações foram dadas no podcast “Não é Nada Pessoal”, apresentado por Arthur Pires e Gabriel Perline. Na época, todo o elenco da trama morou em Poços de Caldas (MG) por um tempo para as gravações. Certa vez, Wolf teria convidado o ator para ir ao quarto dele no hotel. Segundo Frota, o diretor estava de roupão, com segundas intenções. “O Wolf correu atrás de mim. [Ele] me chamou lá no quarto, fui trocar uma ideia com ele… Veio com aquele papo, tira a calça aí, o caramba, e eu meio que corri assim por dentro do quarto…. [Falei:] ‘Porr* Wolf, tá louco’. E aí peguei e consegui sair do quarto, ele estava de roupão”, declarou. “Ele vai ficar put* de eu falar isso”, acrescentou. Apesar de achar que o diretor não vai ficar contente com a revelação, Frota contou também que, após o episódio, eles se tornaram amigos. “Depois disso fiz outros trabalhos com eles, fiz [a peça] ‘Blue Jeans’, e ele nunca tocou no assunto comigo, tipo: ‘Pô, tu lembra lá quando a gente estava fazendo a novela'”, completou. “Livre Pra Voar” foi exibida na faixa das seis da Globo e fechou com uma média surpreendente: 39 pontos no Ibope. Escrita por Walther Negrão (“Araguaia”) e Alcides Nogueira (“Tempo de Amar”), o elenco contou também com Tony Ramos (“Getúlio”), Carla Camurati (“Irmã Vap: O Retorno”), Elias Gleizer (“Caminho das Índias”), Laura Cardoso e Nívea Maria (ambas de “A Dona do Pedaço”).

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  • Filme

    Juíza rejeita processo por nudez com menores em “Romeu e Julieta” de 1968

    25 de maio de 2023 /

    O processo de abuso sexual e negligência relacionado ao filme “Romeu e Julieta” lançado há 55 anos, em 1968, será arquivado. A decisão foi estabelecida pela juíza Alison Mackenzie nesta quinta-feira (25/5). A justificativa foi de que o filme lançado pela Paramount é protegido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão. Em dezembro do ano passado, os protagonistas do filme, Olivia Hussey e Leonard Whiting, que deram vida ao casal principal, moveram uma ação legal contra o estúdio. Eles alegaram que foram coagidos pelo diretor Franco Zeffirelli a realizar uma cena de nudez no longa. Na época das filmagens, Hussey tinha 16 anos, enquanto Whiting tinha 17 anos. Como resposta, a Paramount solicitou o arquivamento do processo com base na lei anti-SLAPP da Califórnia, que tem o objetivo de eliminar processos judiciais incoerentes que restringem a liberdade de expressão. Apontando a indenização de US$ 100 milhões dos atores contra a Paramount, a juíza afirmou que a acusação de Hussey e Whiting contém uma “grosseira descaracterização” do ocorrido. Ela também rejeitou o argumento dos atores de que a cena de nudez poderia ser considerada “pornografia infantil”. “Os requerentes não apresentaram nenhuma evidência que comprove que o filme em questão pode ser considerado suficientemente sugestivo do ponto de vista sexual, a ponto de ser concluído que é ilegal”, escreveu a juíza. “O argumento dos requerentes se limita à interpretação seletiva de estatutos federais e estaduais, sem oferecer qualquer evidência sobre a interpretação ou aplicação dessas disposições legais a trabalhos artísticos de mérito, como o aclamado filme em questão”. Sob justificativa da emenda, a juíza concedeu a moção da Paramount para rejeitar o processo, concluindo que os requerentes não cumpriram as disposições de uma lei da Califórnia que suspende temporariamente o prazo de prescrição para alegações de abuso sexual infantil. “A moção especial do réu para eliminar toda a reclamação dos autores… é CONCEDIDA, pois cada causa de ação reivindicada surge de atividade protegida e os autores falharam em mostrar uma probabilidade de sucesso nos méritos dessas reivindicações”, declarou. Solomon Gresen, advogado representante de Hussey e Whiting, afirmou em entrevista que está consultando advogados especializados em apelações e planeja abrir um processo separado em um tribunal federal. Os atores planejam basear o novo processo em um Blu-ray lançado pela distribuidora Criterion em fevereiro, que inclui uma restauração digital em 4K. “As crianças não podem consentir com o uso dessas imagens”, defendeu Gresen. “Eles estão lucrando com essas imagens sem consentimento”. No filme, a cena polêmica mostra os dois atores em um quarto, com uma tomada prolongada das nádegas de Whiting e um breve vislumbre dos seios de Hussey quando ela sai da cama. Ambos prestaram depoimentos ao tribunal em 11 de maio, descrevendo sua experiência durante as filmagens. Segundo Hussey, durante a cena, Whiting “voltou para a cama, se cobriu com as cobertas, deitou-se em cima de mim e agimos como se estivéssemos tendo relações sexuais”. Já Whiting deu um relato semelhante, afirmando que “deitou-se embaixo das cobertas com a autora Hussey, subiu em cima dela e agiram como se estivessem tendo relações sexuais”. Em resposta, os advogados da Paramount chamaram esses depoimentos de “testemunhos completamente falsos e perjuros”. Eles afirmaram que o filme “representa uma cena e uma sequência de eventos completamente diferentes”. Já tendo enfrentado acusações de assédio sexual e agressão sexual no passado, o diretor Franco Zeffirelli faleceu em 2019, ficando incapaz de responder às acusações de Hussey e Whiting. Por outro lado, seu filho, Pippo Zeffirelli, comentou sobre o caso em seu nome. “É constrangedor ouvir que hoje, 55 anos após as filmagens, dois atores idosos que devem sua notoriedade essencialmente a este filme acordam para declarar que sofreram um abuso que lhes causou anos de ansiedade e desconforto emocional”, disse ele em janeiro de 2023. Lançado em 1968, “Romeu e Julieta” recebeu diversas indicações em premiações renomadas, incluindo nas categorias de Melhor Filme e Melhor Diretor no Oscar, onde o longa levou a estatueta por Melhor Fotografia e Melhor Figurino. Já no Globo de Ouro, a premiação reconheceu Hussey e Whiting como artistas revelação, com o longa vencendo na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

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  • TV

    Ana Maria Braga e Patrícia Poeta se unem a protesto contra assédio na Globo

    22 de maio de 2023 /

    Um caso de assédio revelado pela revista Piauí deixou os funcionários da rede Globo totalmente revoltados. Nesta segunda-feira (22/5), diversos comunicadores fizeram um protesto silencioso contra assédio moral e sexual na emissora. Segundo a reportagem, a engenheira Esmeralda da Silva (nome fictício adotado pela Piauí) teria sofrido violência sexual e moral por quatro colegas que trabalhavam no setor técnico da emissora. Em um dos casos, um dos funcionários (com mais de 20 anos de rede Globo) chegou a calar sua boca com a mão e tentou estuprá-la numa sala da sede de São Paulo. Além disso, Esmeralda também sofria xenofobia dentro da emissora por ter nascido na Paraíba. A engenheira afirmou ter seu sotaque satirizado pelos funcionários. Por causa do trauma, a funcionária desenvolveu depressão e síndrome do pânico. O caso polêmico resultou num processo movido pela engenheira na Justiça do Trabalho, que reconheceu os danos morais e decidiu pelo pagamento de uma multa de R$ 2 milhões. A ação ainda impediu a demissão da engenheira que, neste momento, está afastada. A revista não revelou os nomes dos acusados, mas afirmou que um dos profissionais ainda é funcionário da rede Globo. A não-demissão do profissional foi o estopim para o início do “Movimento Esmeralda”, protesto organizado na última sexta-feira (19/5) através de grupos de WhatsApp. No total, o protesto recebeu adesão de mais de 300 profissionais, que aceitaram trabalhar de verde, a cor da pedra esmeralda. A maior parte destes são funcionários de São Paulo, mas também há nomes do Rio de Janeiro. O movimento entrou em vigor nesta segunda-feira (22/5) depois que o protesto majoritariamente feminino se reuniu na sede paulista e entregou um manifesto para os chefões da rede Globo. O grupo ainda tirou fotos de apoio, que se espalharam pela empresa. Por conta da repercussão, as comunicadoras Ana Paula Araújo (“Bom Dia Brasil”), Patrícia Poeta (“Encontro”) e Ana Maria Braga (“Mais Você”) decidiram participar do ato e foram vistas com roupas verdes. Além delas, o apresentador Felipe Andreoli (“Globo Esporte SP”) também participou do “Mais Você” com trajes na cor verde. Nos bastidores, Ana Maria Braga e Patrícia Poeta reforçaram seu apoio e ainda se colocaram à disposição para usar sua influência no que for possível. Elas querem aumentar a pressão contra os casos de assédio vividos por funcionárias da emissora. As lideranças do “Movimento Esmeralda” vão se reunir com os chefes globais nos próximos dias. A reunião deve abordar o atual combate ao assédio no ambiente de trabalhos. Novas práticas serão sugeridas pelos protestantes. No Instagram, as jornalistas do movimento fizeram uma postagem confirmando o que aconteceu. “Quando‎ uma‎ de‎ nós‎ é‎ assediada‎ e‎ estuprada‎ dentro‎ da‎ empresa,‎ o‎ problema‎ é‎ de‎ todos.‎ A‎ história‎ de‎ Esmeralda‎ foi‎ publicada‎ pela‎ revista‎ Piauí‎ na‎ última‎ sexta-feira‎ (19/05),‎ nos‎ provocando‎ indignação‎ e‎ revolta. Precisamos‎ sim‎ ser‎ ouvidas‎ para‎ que‎ abusos‎ assim‎ não‎ se‎ repitam!‎ Hoje‎ usamos‎ verde‎ em‎ apoio‎ à‎ Esmeralda‎ e‎ a‎ todas‎ as‎ mulheres‎ pelo‎ nosso‎ direito‎ a‎ um‎ ambiente‎ seguro‎ de‎ trabalho”, diz o comunicado compartilhado por diversos perfis. A Globo afirmou que está ciente do protesto e deu apoio à livre manifestação de seus funcionários. “A livre manifestação dos profissionais da empresa está em total alinhamento com a nossa gestão de transparência e diálogo permanente. De qualquer forma, a Globo reitera que não comenta casos de Compliance e aproveita para reiterar também que a empresa mantém um Código de Ética em linha com as melhores práticas atualmente adotadas, que proíbe terminantemente o assédio e deve ser cumprido por todos os colaboradores, em todas as áreas da empresa”, afirmou em nota. A emissora acrescentou que vai analisar os casos criteriosamente, desde que registrados nas centrais. “Da mesma maneira, a Globo mantém uma Ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação de seu Código de Ética, que são apurados criteriosamente, com a punição dos responsáveis por desvios. Nesse mesmo Código, assumimos o compromisso de sigilo em relação a todos os relatos de Compliance, razão pela qual não fazemos comentários sobre as apurações. Nosso sistema de Compliance também prevê o apoio integral aos relatantes, proibindo qualquer forma de retaliação em razão das denúncias”, concluiu. #MovimentoEsmeralda Foi revoltante descobrir por meio de uma reportagem que uma colega teve a vida arrasada por múltiplos assédios sexuais e morais, inclusive estupro, em seu local de trabalho (que também é o nosso). Hoje viemos vestidas de verde em apoio à "Esmeralda". pic.twitter.com/OaUnmGVbtf — Carolina Moreno (@anarina) May 22, 2023 Profissionais da Globo SP participaram hoje do "Movimento Esmeralda" e usaram verde para protestar contra mais um caso de assédio registrado na emissora e revelado pela Revista Piauí na sexta passada. A Globo diz estar ciente do protesto e que mantém uma ouvidoria para acusações. pic.twitter.com/Y6nZalKNKW — fabiossance 🪩 (@souufabio) May 22, 2023 Quando uma de nós é assediada e estuprada dentro da empresa, o problema é de todos. A história de Esmeralda* foi publicada pela @revistapiaui na última sexta (19), provocando indignação e revolta. Precisamos, sim, ser ouvidas para que abusos assim não se repitam (+) pic.twitter.com/4RlNKeR4jn — Paula Lago (@paulalake) May 22, 2023

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  • TV

    Luís Miranda é acusado de assédio sexual por três atores da Globo

    18 de maio de 2023 /

    Depois de apoiar Dani Calabresa nas acusações de assédio sexual contra Marcius Melhem, o ator Luís Miranda se tornou alvo de denúncias pelo mesmo motivo. Segundo o jornalista Ricardo Feltrin, o artista teria assediado ao menos três atores homens da Globo. De acordo com a reportagem, as vítimas, que preferiram não ser identificados, relataram incômodo com as atitudes inadequadas de Luís Miranda durante o trabalho na emissora, como toques na cintura e conversas ao pé do ouvido. Um deles também acusou dois diretores. Os casos teriam ocorrido entre 2013 e 2015. Na época, a Globo não havia o compliance, departamento que deu voz às denúncias de Calabresa. Portanto, os atores não prestaram queixas com medo de perder o emprego. Hoje, apenas uma das vítimas continua na emissora. Além disso, uma das supostas vítimas disse ter feito um relato público sobre o caso durante as gravações da novela “Geração Brasil” (2014). Na trama, Luís Miranda interpretou a socialite transgênero Dorothy Benson. Luís Miranda, por sua vez, rebateu às acusações e afirmou tratar todos os funcionários com respeito. Além de negar as acusações, o ator disse “que isso é coisa plantada e jogo sujo de Melhem”, que teria se revoltado com sua defesa de Dani Calabresa. No entanto, o jornalista Ricardo Feltrin afirmou que os atores da Globo não eram do mesmo núcleo do ex-diretor da área de humor.

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  • Etc

    Globo diz à Justiça que assédio de Marcius Melhem não foi provado

    17 de maio de 2023 /

    No desenrolar do caso de suposto assédio envolvendo o comediante e ex-chefe do Departamento de Humor da Globo Marcius Melhem (“Tá no Ar”), a emissora atestou que a acusação não foi provada, de acordo com seu setor de Compliance. A empresa está atualmente enfrentando uma ação movida pelo Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), que alega que a Globo permitiu casos de assédio no ambiente de trabalho ao longo dos últimos anos. Essa informação foi revelada em um documento de 2,5 mil páginas obtido pela revista Veja e divulgado nesta quarta-feira (17/5). Após avaliar os materiais apresentados tanto a favor quanto contra Marcius Melhem, o Compliance da Globo concluiu, segundo o documento, que “restou, de fato, constatada a inadequação do artista com seus subordinados, sem que fosse possível comprovar prática deliberada de assédio sexual, dados os contornos legais que a conduta exige para sua caracterização”. Questionada pela imprensa, a assessoria da Globo afirmou que a empresa não comenta questões relacionadas a Compliance e que todas as informações sobre o caso já foram fornecidas às autoridades competentes. Até o momento, o escritório Tenório da Veiga Advogados, que representa a emissora, não se pronunciou sobre o assunto. Em relação ao processo em si, a assessoria do MPT ressaltou que o caso está sob sigilo, e seu setor de imprensa adicionou que não possui mais detalhes a serem divulgados. Marcius Melhem foi acusado de assédio por Dani Calabresa e outras 10 mulheres, entre vítimas e testemunhas, num processo que corre na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) do centro do Rio de Janeiro. Por meio de sua assessoria de imprensa, o humorista comentou a revelação do documento da Globo: “A declaração da Globo trazida na matéria da Veja não causa surpresa, pois não pode ser comprovado algo que nunca existiu. Cada vez mais se confirma o que digo desde o início: nunca cometi assédio sexual. A verdade continua aparecendo.” Até o momento, Dani Calabresa e sua advogada, Mayra Cotta, que também representa outras denunciantes, não se pronunciaram sobre a declaração.

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  • Etc

    Luís Miranda descreve assédios de Marcius Melhem como “jogo sujo de poder”

    1 de maio de 2023 /

    O ator Luís Miranda confirmou que Marcius Melhem teria usado o sexo como uma “prática de exercer poder” e revelou, em entrevista ao colunista Guilherme Amado, ter presenciado episódios de assédio no “Zorra”, um dos programas do núcleo de Humor da Globo que era chefiado pelo humorista. Na entrevista, o ator ainda confirmou que Melhem tinha atitudes inapropriadas nos bastidores. “Marcius tinha um comportamento íntimo demais para a hierarquia da casa. Como, por exemplo, entrar no camarim enquanto a Dani [Calabresa] estava trocando de roupa ou experimentando uma peça. E muitas brincadeiras e piadas de cunho sexualizado, além de armações de articulação do poder. Com mulheres, [Marcius] tinha esse excesso de elogios às formas físicas”, contou ele. Em seguida, Miranda disse ter ouvido de Dani que o comediante havia mostrado o pênis durante a festa dos cem episódios do “Zorra”. No entanto, ele confessou que sentiu dúvidas sobre ter sido um abuso sexual ou apenas “mais uma brincadeira” de Marcius Melhem. Vale lembrar que o evento virou investigação da Delegacia da Mulher do Rio de Janeiro. “Eu liguei para o Maurício Farias e depois consequentemente para o Mauro Farias para tirar umas opiniões sobre o assunto. Eu queria entender se aquilo partia de uma coisa que era uma queixa dela porque ele tinha tirado o programa [que Calabresa queria estrelar] e ela estava chateada, ou se de fato realmente a coisa do abuso sexual fazia parte”, disse Miranda. Apesar da dúvida, Miranda admitiu que ficou perturbado depois que entendeu a gravidade do caso. “Porque naquele momento a gente entendia aquilo como uma brincadeira. Mas depois eu pensei: ‘Pô, seria uma brincadeira se fosse comigo ou com os outros que faziam parte do elenco’. Mas, quando é chefe, a coisa é mais complicada”, analisou ele. Após a declaração, Marcius Melhem enviou, por meio de sua assessoria de imprensa, uma nota em que também inclui Miranda no círculo de pessoas que estariam envolvidas num complô contra ele e questionou por que o ator não é testemunha na investigação que corre na delegacia. “No mais, o golpe vai ficando claro, à medida que se revelam os movimentos de Dani Calabresa e as datas em que ela começa a agir”, afirmou, em referência à tese do complô. Diante dessa reação, Luís Miranda acrescentou que o humorista deveria buscar tratamento psicológico antes de acusar as vítimas de vingança. “Eu sinto que, muitas vezes, a gente faz um personagem para tentar jogar aquele jogo. É um jogo sujo das escalações. É um jogo sujo do poder, e no ‘Zorra’ foi muito sujo. Muito sujo mesmo, de dar ascensão e lugar às pessoas por puxa-saquismo”, afirmou ao Splash. “Isso tem que ser tratado por ele. Ele tinha que estar num psicólogo tratando o grau elevado da sexualidade dele. Tratando a prática de exercer poder dessa maneira. Isso é uma doença, ele tem uma doença que precisa ser tratada. E é triste, é lamentável, é penoso ver um doente relutar contra a cura.” Na sequência, Miranda confessou que o humorístico era “o sonho de todo mundo” e que ninguém gostaria de perder, embora tivesse “que enfrentar espécimes desse nível, que manipulam relações, comportamentos, que minam as coisas”. O ator acrescentou que Melhem não aceitava um “corte de intimidade” e que era uma maneira de se colocar fora dos projetos. Luís Miranda ainda antecipou que o humorista “vai trabalhar” em cima de suas entrevistas, mas não deve reconhecer suas atitudes abusivas. “Nunca sabe o que está dentro das pessoas, o que magoou aquelas pessoas. Não passa por esse critério. Não tem avaliações pessoais, sentimentais, sobre o mal que causa aos outros. É sobre o mal que causou a muitas pessoas. É sobre o mal que causou a um departamento. É sobre milhares e milhares de pessoas despedidas, passando necessidade, que ele matou, que ele minguou, por conta desse projeto de poder”, pontuou o ator. “É sobre esse projeto de poder que eu estou aqui falando. Não sobre Marcius, ele para mim já não tem nem valia. Eu gostaria de encontrar ele na rua e dizer: que pena, né, cara, que você não conseguiu gerir a sua vida. Gostaria, mas assim: cada vez que ele abre a boca, ele me afasta mais da conexão com ele”, concluiu.

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    Atriz de “Tá no Ar” acusa Marcius Melhem de assédio sexual

    20 de abril de 2023 /

    A atriz Carol Portes é a mais recente ex-funcionária da Globo a denunciar na imprensa Marcius Melhem por assédio. Ela acusou o ex-diretor do núcleo de Humor da emissora de beijá-la à força em 2014. Portes é a oitava mulher a acusar Melhem de praticar assédio sexual. Ele nega todas as acusações. Em entrevista ao UOL, a atriz contou que os assédios aconteceram na época em que ela trabalhava no “Tá no Ar”, programa que tinha Melhem como ator e redator final. Portes conta que o chefe pediu para tomar banho em seu apartamento. Ao sair do banheiro, usando apenas uma toalha, Melhem agarrou a atriz à força. “Ele saiu de toalha e me… me beijou à força, e… enfim, eu me desvencilhei, e aí superconstrangida. Bom, qualquer mulher já passou por isso, assim, de… desvencilhar, sabe? Ah, não, não, não… E aí eu: ‘Não, não, vamos, quero ir logo, vamos logo’, tipo, vamos embora, né? Não vai rolar nada”, explicou. Marcius Melhem nega ter assediado Carol Portes. Segundo o ator, os dois tiveram um “relacionamento de uma noite”, em que apenas trocaram um beijo consensual e que durou por, no máximo, cinco minutos. Além do ocorrido, Portes relata que constantemente recebia investidas de Melhem por mensagens de texto e presencialmente, no ambiente de trabalho – inclusive com toques inadequados. “De a gente estar no corredor e… aí passar, assim, pegar a nossa mão e colocar no membro dele, assim, sabe? Meio rápido, assim? Aí falar: ‘Ah, eu fiz isso?”, conta Portes. Até agora, oito atrizes já denunciaram Marcius Melhem. A primeira denúncia foi feita em 2019 por Dani Calabresa. Entretanto, o inquérito foi aberto apenas em 2021 e ainda não há previsão para a sua conclusão.

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