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  • Filme

    Críticos da Variety elegem os piores filmes de 2020

    18 de dezembro de 2020 /

    Os críticos da revista Variety elegeram os 10 piores filmes de 2020. Para chegar ao fundo do poço, Owen Gleiberman e Peter Debruge, disseram que não tiveram que fazer muito esforço. Cada um escolheu seus cinco piores e nenhuma das duas listas coincidiram. “Parece um julgamento, e um julgamento severo, mas é realmente uma sensação – que o filme em questão é tão mal concebido, tão pouco dramático ou sem graça, incrivelmente complicado ou simplesmente chato, que assisti-lo é o suficiente para se sentir dolorido”, escreveram, no texto que explica a seleção. Para Gleiberman, o pior filme do ano foi “Dolittle”, filme de animais falantes da Universal, em que Robert Downey Jr. perdeu toda a boa vontade conquistada entre público e crítica em seus filmes da Marvel. Considerando que até a versão de Eddie Murphy parece uma obra-prima perto deste lixo, ele questiona o que deu errado e conclui que Robert Downey Jr., em vez de interpretar um médico que fala com animais, mal dirige a palavra para os bichos, preferindo passar quase todo o filme “muito ocupado falando sozinho”. O resto do seu Top 5 inclui, em ordem descendente, “A Última Coisa que Ele Queria” (2º), thriller político de Dee Res, com Anne Hathaway e Ben Affleck, totalmente “perdido em sua pretensão”; “Estou Pensando em Acabar com Tudo” (3º), um novo “filme sem lógica” de Charlie Kaufman que parece um “episódio mal escrito de ‘Além da Imaginação'”; “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” (4º), uma comédia em que “nenhuma das piadas” funciona; e “Guest of Honour” (5ª), “um melodrama pouco convincente”, que é mais um filme ruim de Atom Egoyan. Já para Debruge, a experiência mais excruciante que ele enfrentou no ano foi assistir “The Painted Bird”, drama em preto e branco da República Tcheca sobre os horrores do nazismo na 2ª Guerra Mundial. “Literalmente difícil demais de assistir, e eu abandonei a sessão depois que soldados nazistas atiram numa mulher judia e seu filho com a mesma bala”. Ele também lista o fenômeno “365 Dias” (2º), um eurotrash pseudo-“Cinquenta Tons de Cinza” da Netflix, descrito como “o equivalente a uma produção teatral amadora, só que safadinha”; “Artemis Fowl” (3º), uma “monstruosidade derivativa da Disney”, que achou que tinha um novo “Harry Potter” – “Ainda bem que jogaram no Disney+ (Disney Plus), disfarçando o que certamente teria sido um desastre de bilheteria” – ; “Sonhos de Uma Vida” (4º), drama sobre demência de Sally Potter, estrelado por Javier Barden e tão “gratuitamente desagradável” que “ninguém precisa ver”; e “Capone” (5º) “duplamente desagradável” por trazer o mafioso “incontinente reclamando, enfurecendo-se e sujando seus lençóis” e pela interpretação forçada de Tom Hardy, que “torna impossível passar pela performance e se conectar com o monstro que está apodrecendo por dentro e por fora”.

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  • Filme

    Novo trailer de Artemis Fowl revela data da estreia em streaming

    17 de abril de 2020 /

    A Disney divulgou novos pôster e trailer de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, destacando as mudanças de data de estreia e local de exibição, agora na plataforma de streaming do estúdio. A superprodução, que chegaria nos cinemas em maio, agora será disponibilizada em 12 de junho na Disney+ (Disney Plus). Repleto de efeitos visuais, “Artemis Fowl” é baseado em best-sellers do escritor Eoin Colfer e vinha sendo considerado uma espécie de “Harry Potter” da Disney. Mais que um protagonista com a idade do bruxinho e uma trama envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas as comparações ficam nisso, já que o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresenta a “origem” da saga, mas a prévia atenua várias características do protagonista, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Em contraste com os livros, os vídeos da produção sugerem que ele é um herói que herda a missão de salvar o mundo de criaturas mágicas, e suas ações são motivadas pelo nobre objetivo de libertar o pai, sequestrado por um inimigo misterioso. O elenco grandioso demonstrava a ambição da Disney em relação à franquia, ao incluir Colin Farrell (“Dumbo”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“Cats”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolveu um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein, condenado por crimes sexuais. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para um empresário árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood, até ir parar na cadeia. Logo que a polêmica estourou, a Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme orçado em US$ 125 milhões vai sair diretamente em streaming, tornando-se a produção mais cara já realizada para a plataforma Disney+ (Disney Plus).

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  • Filme

    Artemis Fowl: “Harry Potter” da Disney não será mais lançado no cinema

    3 de abril de 2020 /

    A pandemia de coronavírus rendeu o primeiro cancelamento oficial de uma estreia de cinema. A Disney abandonou os planos de lançamento de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, previsto para maio. O filme não foi apenas adiado, mas completamente descartado na nova programação do estúdio, anunciada nesta sexta (3/4). A superprodução não seguirá mais para o circuito cinematográfico, sendo disponibilizada diretamente na plataforma Disney+ (Disney Plus). Fantasia juvenil baseada nos livros de Eoin Colfer, Artemis Fowl: O Mundo Secreto” era considerado uma espécie de “Harry Potter” da Disney. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a trama envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estendia até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas as comparações ficam nisso, já que o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história filmada pela Disney apresenta a “origem” da saga, mas o trailer que chegou a ser divulgado atenuou várias características do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Artemis é herdeiro da família de criminosos Fowl, tem o maior Q.I. da Europa, uma frieza perceptível e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. No livro, ele enfrenta sérios problemas quando sequestra uma fada, com o objetivo de usar sua mágica para salvar seu pai, aprisionado por um inimigo misterioso. O elenco grandioso atestava a ambição da Disney em relação à franquia, ao incluir Colin Farrell (“Dumbo”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“Cats”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolveu um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein, condenado por crimes sexuais. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para um empresário árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood, até ir parar na cadeia. Logo que a polêmica estourou, a Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme orçado em US$ 125 milhões vai sair diretamente em streaming, tornando-se a produção mais cara já realizada para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer feito pela Disney quando os planos ainda previam lançamento cinematográfico.

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  • Filme

    Artemis Fowl: “Harry Potter” da Disney ganha novo trailer legendado

    2 de março de 2020 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, fantasia baseada nos livros de Eoin Colfer, que tem muito em comum com “Harry Potter”. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a ação envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, assim como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresenta a “origem” da saga, mas a prévia atenua várias características do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Ele é o único herdeiro da família Fowl, tem o maior Q.I. da Europa, uma frieza perceptível e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. No livro, ele enfrenta sérios problemas quando sequestra uma fada, com o objetivo de usar sua mágica para salvar sua família. Entretanto, o trailer sugere que ele é um herói que herda do pai a missão de salvar o mundo de criaturas mágicas, e sua ação é motivada pelo nobre motivo de libertar o pai, sequestrado por um inimigo misterioso. O elenco inclui Colin Farrell (“Dumbo”) como o pai Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“007: Operação Skyfall”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolve um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para uma empresa árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood. A Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme finalmente deve estrear em maio no Brasil e nos Estados Unidos. Atualização: os planos mudaram.

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  • Filme

    Disney anuncia nova trilogia de Star Wars e adia continuações de Avatar

    7 de maio de 2019 /

    A nova e vitaminada Disney divulgou seu calendário de lançamentos para a próxima década, o primeiro a incluir os filmes da Fox. A acomodação de tantos títulos acabou causando mudanças na programação original da antiga Fox, com alguns adiamentos e até sumiços. Por outro lado, também há algumas surpresas. A maior novidade foi a revelação de uma nova trilogia de filmes de “Star Wars”, com estreias marcadas para o mês de dezembro dos anos de 2022, 2024 e 2026. Não há nenhuma outra informação sobre a produção, mas a Lucasfilm encomendou o desenvolvimento de duas trilogias diferentes, respectivamente para o cineasta Rian Johnson (de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e os roteiristas David Benioff e D.B. Weiss (criadores de “Game of Thrones”). Para acomodar essas estreias, a franquia “Avatar” teve suas continuações adiadas. “Avatar 2”, que retoma os personagens do filme de James Cameron lançado em 2009, agora só vai chegar aos cinemas em dezembro de 2021, um ano depois do previsto pela Fox (vale lembrar que a primeira data de estreia deste filme era 2014), e os lançamentos dos filmes subsequentes da saga ficaram para 2023, 2025 e 2027. A Disney também adiou “X-Men: Os Novos Mutantes”, repetindo a Fox, que já tinha postergado o lançamento anteriormente. A adaptação dos quadrinhos da Marvel tinha sido programada para abril de 2018, foi remarcada para agosto deste ano, mas só chegará mesmo aos cinemas em abril de 2020, dois anos depois de sua previsão original. Já “Gambit”, outro projeto conturbado dos X-Men na Fox, foi removido da agenda. O longa estrelado por Channing Tatum estava há anos em desenvolvimento, mas nunca saiu do papel. Sem maiores detalhes, há também oito filmes sem título da Marvel, previstos até 2022. Entre os destaques originais da Disney, a principal data revelada foi do lançamento de “Cruella”, projeto similar a “Malévola” em que Emma Stone vive a vilã de “101 Dálmatas”, marcado para dezembro de 2020. Além disso, “Artemis Fowl”, adaptação dos livros de fantasia de Eoin Colfer, foi adiado de agosto deste ano para maio de 2020. O estúdio também aproveitou para anunciar que a ficção científica “Ad Astra”, com Brad Pitt, estreará agora em 20 de setembro. Confira abaixo a lista completa dos lançamentos da Disney (e Fox, Pixar, Marvel, LucasFilm, Fox Searchlight e Blue Sky), atualizada até 2027. 2019 Tolkien – Maio 10 Aladdin – Maio 24 X-Men: Fênix Negra – Junho 7 Toy Story 4 – Junho 21 Stuber – Julho 12 O Rei Leão – Julho 19 The Art of Racing in the Rain – Agosto 9 Ready or Not – Agosto 23 Ad Astra – Setembro 20 The Woman in the Window – Outubro 4 Malévola: A Mestra do Mal – Outubro 18 Ford v. Ferrari – Novembro 15 Frozen 2 – Novembro 22 Star Wars: A Ascensão Skywalker – Dezembro 20 Um Espião Animal – Dezembro 25 2020 Underwater – Janeiro 10 Untitled Kingsman Movie – Fevereiro 14 Call of the Wild – Fevereiro 21 Onward – Março 6 Mulan – Março 27 Os Novos Mutantes – April 3 Untitled Disney Marvel – Maio 1 Artemis Fowl – Maio 29 Untitled Pixar – Junho 19 Free Guy – Julho 3 Bob’s Burgers – Julho 17 Jungle Cruise – Julho 24 The One and Only Ivan – Agosto 14 Morte no Nile – Outubro 9 Untitled Disney Marvel – Novembro 6 Ron’s Gone Wrong – Novembro 6 Untitled Disney Animation – Novembro 25 West Side Story – Dezembro 18 Cruella – Dezembro 23 2021 Untitled Disney Marvel – Fevereiro 12 Nimona – Março 5 Untitled Disney Live Action – Março 12 Untitled Disney Marvel – Maio 5 Untitled Disney Live Action – Maio 28 Untitled Pixar – Junho 18 Untitled Indiana Jones – Julho 9 Untitled Disney Live Action – Julho 30 Untitled Disney Live Action – Outubro 8 Untitled Disney Marvel – Novembro 5 Untitled Disney Animation – Novembro 24 Avatar 2 – Dezembro 17 2022 Untitled Disney Marvel – Fevereiro 18 Untitled Pixar – Março 18 Untitled Disney Marvel – Maio 6 Untitled Disney Live Action – Maio 27 Untitled Pixar – Junho 17 Untitled Disney Live Action – Julho 8 Untitled Disney Marvel – Julho 29 Untitled Disney Live Action – Outubro 7 Untitled Disney Live Action – Novembro 4 Untitled Disney Animation – Novembro 23 Untitled Star Wars – Dezembro 16 2023 Untitled Disney Live Action – Fevereiro 17 Avatar 3 – Dezembro 22 2024 Untitled Star Wars – Dezembro 20 2025 Avatar 4 – Dezembro 19 2026 Untitled Star Wars – Dezembro 18 2027 Avatar 5 – Dezembro 17

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    Primeiro trailer legendado de Artemis Fowl revela o “Harry Potter do mal” da Disney

    27 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, fantasia baseada nos livros de Eoin Colfer, que tem muito em comum com “Harry Potter”. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a ação envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estende até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, assim como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história do filme apresentará a “origem” do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Ele é o único herdeiro da família Fowl, tem o maior Q.I. da Europa e uma frieza perceptível, e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. Entretanto, enfrentará sérios problemas quando sequestrar uma fada, cuja mágica seria utilizada para salvar sua família. O elenco inclui Judi Dench (“007: Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e destaca o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolve um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para uma empresa árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood. A Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme vai finalmente estrear em 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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