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    Felicity Jones luta pelos direitos das mulheres em trailer de cinebiografia

    16 de julho de 2018 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o primeiro trailer de “On the Basis of Sex”. Ainda sem título ou previsão de estreia no Brasil, o filme traz a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. A personagem é considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história de reconhecimento de uma grande mulher. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Sam Waterson (“Law & Order”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Stephen Root (“Barry”) e Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, data em que são lançados filmes para crianças ou potenciais candidatos ao Oscar. “On the Basis of Sex” não é a primeira opção.

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    Ator de Me Chame pelo seu Nome precisou tomar soro e medicamentos para ir ao Oscar

    5 de março de 2018 /

    Coprotagonista de “Me Chame pelo Seu Nome”, o ator Armie Hammer precisou tomar soro e medicamentos na veia para comparecer à premiação. O ator de 31 anos, que faltou ao Spirit Awards na noite de sábado (3/3), chegou a compartilhar em seu Instagram uma foto “acamado” (na verdade, no sofá) com a legenda “a preparação para o Oscar tomou um caminho estranho”, que o mostra tomando a medicação. Na legenda, ele agradeceu a sua mulher, a jornalista Elizabeth Chambers, por tomar conta dele. Um dia antes, já tinha avisado: “Eu devo estar muito doente para estar no Indie Spirit Awards, mas graças a Elizabeth Chambers eu estou brindando com vocês com Pedialyte (uma solução eletrolítica usada para combater a desidratação) e canja de galinha”. Veja os dois posts abaixo. Hammer melhorou, porque chegou a apresentar um prêmio, ao lado de Gal Gadot. I may be too sick to be at the Indie Spirit Awards, but thanks to @elizabethchambers I am toasting you guys with pedialyte and chicken soup! Go get em guys! Uma publicação compartilhada por Armie Hammer (@armiehammer) em 3 de Mar, 2018 às 2:32 PST Oscar prep has taken a strange turn…. thank you @elizabethchambers for taking such good care of me. Uma publicação compartilhada por Armie Hammer (@armiehammer) em 3 de Mar, 2018 às 9:54 PST

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    Me Chame pelo seu Nome é um romance tão arrebatador que até seu sofrimento é bonito

    21 de janeiro de 2018 /

    Inspirado no livro homônimo de André Aciman, “Me Chame Pelo Seu Nome” descreve o primeiro amor de Elio (a revelação Timothée Chalamet), um menino de 17 anos aproveitando a juventude na casa dos pais em algum lugar do norte da Itália no ano de 1983. Elio tem uma namoradinha, mas rapidamente se encanta pelo estudante mais velho, Oliver (Armie Hammer), que ficará hospedado em sua casa durante seis semanas, a convite de seu pai. Os dois rapidamente travam uma amizade, que evolui para uma paixão. Afinal, não se vai para uma Itália tão ensolarada somente para devorar livros e estudar. É como se o diretor italiano Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”) utilizasse a arte que pulsa ao redor, assim como as belezas naturais do cenário, como convites para um romance inevitável. É possível sentir o calor da região, o cheiro das plantas, o gosto da comida e os drinks. Os grandes diretores conseguem transmitir isso à plateia. Por exemplo, David Lean colocou o espectador na temperatura infernal do deserto em “Lawrence da Arábia” (1962) e Steven Spielberg fez a sala de cinema se transformar num campo de batalha com cheiro de fogo e morte em “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). Luca Guadagnino fisga os sentidos ao aproveitar o ambiente para que os jovens não tenham escapatória e se entreguem um ao outro da mesma forma que o cinéfilo ao filme. Se o sentimento existe, por que alguém decidiria ignorá-lo? Inicialmente, Elio se faz essa pergunta. Não sabe se diz a Oliver o que realmente sente ou se esconde a verdade para evitar um sofrimento desnecessário. É claro que o ato de reprimir sentimentos ou impulsos gera sofrimento, embora as pessoas não estejam habituadas a aceitar isso quando estão na linha tênue entre se jogar ou não numa relação amorosa. O roteiro de James Ivory (cineasta veterano, responsável por “Retorno a Howards End” e “Vestígios do Dia”) provoca perguntas que todo mundo se fez ou fará algum dia: Se Elio jamais tivesse contado a verdade a Oliver, isso o pouparia de futuras dores ou mágoas? Seria o amor uma maldição? Teria sido melhor apenas manter a amizade? Ou será que ninguém precisa temer um momento especial mesmo sabendo que existe começo e fim para tudo? Mas Elio escolhe arriscar – senão, não teríamos filme. E ao fazer isso, leva o espectador a lembrar do primeiro beijo, do primeiro amor, daquele relacionamento mal-resolvido, mas também daquela pessoa a quem nunca scontou o que realmente sentia por ela. Esse é o poder do filme de Luca Guadagnino, que gruda na retina e não sai mais, com sua beleza e ternura, principalmente após a fala nos minutos finais do personagem de Michael Stuhlbarg, que interpreta o pai de Elio. Um monólogo que jamais será esquecido ao fazer a cabeça girar em torno de memórias, amores jamais superados, responsabilidade afetiva e desejos não concretizados. Porém, a maior qualidade de “Me Chame Pelo Seu Nome” é materializar algo simples e bastante corajoso: uma história de amor entre dois homens sem que, acredite, existe uma cena ou qualquer diálogo que sugira manifestações de preconceito. Mesmo assim, é um romance que só poderia ser contado nos dias de hoje, uma proposta que nunca teria uma visibilidade tão grande no mercado cinematográfico antes dos sucessos de obras como “Brokeback Mountain” e “Moonlight”, que fizeram todos os públicos pensarem. Filmes que ajudaram todos a olhar em volta, entender como é o mundo de verdade e as pessoas que nele vivem com suas próprias escolhas no caminho para a felicidade. “Me Chame Pelo Seu Nome” vem na sequência de algumas histórias que já foram contadas, mas é a virada de página. Não importa se Elio e Oliver são dois homens ou duas mulheres. Importa que eles sejam felizes enquanto o filme dura na tela. É o recado otimista de Luca Guadagnino, que carrega nas cores fortes para imaginar um mundo melhor e sem medo de amar. Uma experiência arrebatadora, de sensibilidade rara, que torna bonito até o sofrimento.

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    Pedro Almodóvar elege Me Chame pelo Seu Nome como seu filme favorito de 2017

    23 de dezembro de 2017 /

    Uma enquete do portal Outros Cines Europa revelou os filmes favoritos de 2017 de alguns diretores espanhóis. E Pedro Almodóvar elegeu “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino, como o seu preferido. Não só isso: ele teceu inúmeros elogios à produção. “Tudo é bonito, atraente, desejável e emocionante neste filme. Os meninos, as meninas, os cafés, as frutas, os cigarros, as piscinas, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a entrega dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, a relação do protagonista com seus pais. A aposta dos autores pela paixão dos sentidos. A luz do norte da Itália e especialmente Thimotée Chalamet, a grande revelação do ano”, saudou o diretor. Vencedor da primeira premiação importante da temporada, o Gotham Awards, e líder em indicações ao Spirit Awards, “Me Chame pelo Seu Nome” se passa numa idílica mansão rural italiana dos anos 1980 e mostra como o jovem filho de um professor americano se encanta com o novo pupilo convidado a passar o verão com a família. O elenco destaca Timothée Chalamet (“Interestelar”) como o filho, Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) como o pai e Armie Hammer (“Cavaleiro Solitário”) como o galã convidado. Adaptação de um romance aclamado de André Aciman, o filme estreia em 18 de janeiro no Brasil.

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    Destaque do Festival de Toronto, Me Chame pelo Seu Nome ganha trailer legendado

    19 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “Me Chame pelo Seu Nome” (Call Me By Your Name), um romance gay sensível de Luca Guadagnino (“Um Mergulho No Passado”), que foi o terceiro filme mais votado do Festival de Toronto e o vencedor do prêmio do público do Festival de Melbourne. A prévia destaca as belas imagens que costuma acompanhar os filmes do cineasta italiano, que pela primeira vez trabalha com o diretor de fotografia tailandês Sayombhu Mukdeeprom (do assombroso “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”). Passada numa idílica mansão rural italiana dos anos 1980, a trama acompanha como o jovem filho de um professor americano se encanta com o novo pupilo convidado a passar o verão com a família. O elenco destaca Timothée Chalamet (“Interestelar”) como o filho, Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) como o pai e Armie Hammer (“Cavaleiro Solitário”) como o convidado. Adaptação de um romance aclamado de André Aciman, o filme estreia em 24 de novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro no Brasil.

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    Armie Hammer é escalado para caçar monstros com Alicia Vikander

    3 de abril de 2017 /

    O ator Armie Hammer entrou no elenco de “Freakshift”, próximo longa do cineasta inglês Ben Wheatley, conhecido por produções britânicas cultuadas como “Kill List” (2011), “Turistas” (2012) e “No Topo do Poder” (2015). Por sinal, Hammer está no elenco do filme mais recente do diretor, “Free Fire”, que encantou a crítica no Festival SXSW e tem estreia prevista para o dia 21 nos EUA. Em “Freakshift”, ele irá contracenar com Alicia Vikander, com quem também já trabalhou em “O Agente da UNCLE” (2015). Os dois serão interesses românticos na trama, que acompanha um grupo de policiais desajustados que caça e mata monstros noturnos. Wheatley assina o roteiro com sua mulher e parceira Amy Jump e as filmagens devem começar em agosto.

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    Armie Hammer vive sniper perdido no deserto em trailer, fotos e pôster de suspense de guerra

    5 de março de 2017 /

    O suspense de guerra de “Mine”, estrelado por Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), ganhou seu primeiro trailer, pôsteres (italianos e americanos) e 22 fotos. A prévia mostra como uma tentativa frustrada de eliminar um alvo terrorista deixa o sniper vivido por Hammer perdido num deserto minado, em pleno Oriente Médio, sujeito à tempestades de areia, ataques de animais selvagens, alucinações e encontros com inimigos, enquanto aguarda seu resgate. “Mine” marca a estreia dos diretores italianos Fabio Guaglione e Fabio Resinaro, que também assinam o roteiro. O elenco também inclui Annabelle Wallis (“Annabelle”) e Tom Cullen (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Dev Patel fará filme sobre ataque terrorista

    15 de fevereiro de 2017 /

    O ator Dev Patel, que concorre ao Oscar 2017 como Melhor Coadjuvante por “Lion – Uma Jornada Para Casa”, vai protagonizar um filme de suspense com Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”). Trata-se de “Hotel Mumbai”, com direção do estreante em longas Anthony Maras. Segundo o site The Hollywood Reporter, a produção ainda conta no elenco com Anupam Kher (“O Lado Bom da Vida”), Jason Isaacs (série “The OA”) e Nazanin Boniadi (“Ben-Hur”). “Hotel Mumbai” gira em torno dos atentados terroristas ocorridos em Mumbai, em 2008. Ao todo, 195 pessoas morreram e outras 327 ficaram feridas nos ataques feitos por grupos radicais islâmicos em oito pontos da cidade indiana. O filmecontará as histórias dos sobreviventes e vítimas da tragédia. Com roteiro de Maras e John Collee (“Tanna”), baseado no documentário “Surviving Mumbai”, o filme teve os direitos de comercialização nos EUA adquiridos pela TWC (The Weinstein Company).

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    Geoffrey Rush tenta pintar Armie Hammer em teaser de drama dirigido por Stanley Tucci

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Potboiler Productions divulgou o primeiro teaser de “Final Portrait”, filme escrito e dirigido pelo ator Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”), que traz Geoffrey Rush (“A Menina que Roubava Livros”) como o artista plástico suíço Alberto Giacometti. A prévia mostra a angústia do personagem interpretado por Armie Hammer (“O Cavaleiro Solitário”) ao aceitar o convite para posar para um quatro do pintor. O filme é baseado no livro “A Giacometti Portrait”, escrito pelo crítico de arte James Lord, justamente o papel de Hammer na produção. A trama se passa em Paris em 1964, quando Giacometti pede que Lord pose para um retrato. Mas o que deveria ser um trabalho de apenas alguns dias logo se transforma em semanas. E enquanto Giacometti se esforça para capturar a essência de Lord, este percebe que toda a sua vida foi sequestrada pelo artista. “Final Portrait” é o quinto longa comandado por Tucci, que retoma a carreira de cineasta após uma pausa de dez anos – o último trabalho que ele dirigiu tinha sido “Encontro às Cegas” (2007), que ele próprio estrelou. O elenco também inclui Clémence Poésy (série “The Tunnel”), Tony Shalhoub (série “BrainDead”), James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”) e Sylvie Testud (“O Que as Mulheres Querem”). Incluído no Festival de Berlim, o filme ainda não não tem previsão de estreia comercial.

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    Animais Noturnos: Veja novas fotos e vídeos legendados com Amy Adams e Jake Gyllenhaal

    25 de novembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou 20 fotos, uma cena e um vídeo de bastidores legendado do drama “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). As prévias não explicam exatamente a premissa nem revelam a intrincada estrutura da história, mas as declarações dos atores debatem a essência da trama e a cena traz um momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) revela que seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), a chamava de “animal noturno”. Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor (Gyllenhaal) à ex-mulher, Susan (Adams), de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta a leitora Susan, para quem o livro foi dedicado, o que a leva a se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degenerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e fez parte da programação da Mostra de São Paulo. Entretanto, só vai estrear comercialmente no Brasil em 29 de dezembro, um mês após o lançamento nos EUA.

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    Animais Noturnos: Jake Gyllenhaal e Amy Adams têm relação complexa no novo trailer do suspense premiado

    24 de outubro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster nacional e o novo trailer legendado do suspense “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). A prévia não explica a premissa nem revela a intrincada estrutura da história, mas traz um momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) revela que seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), a chamava de “animal noturno”. Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor (Gyllenhaal) à ex-mulher, Susan (Adams), de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta a leitora Susan, para quem o livro foi dedicado, o que a leva a se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degenerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e faz parte da programação da Mostra de São Paulo. Entretanto, só vai estrear comercialmente no Brasil em 29 de dezembro, mais de um mês após o lançamento nos EUA.  

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    Animais Noturnos: Veja o trailer legendado do premiado filme de Tom Ford

    16 de setembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou os pôsteres dos personagens e o primeiro trailer legendado do suspense “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). A prévia não explica a premissa nem revela a intrincada estrutura da história, mas traz o momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) recebe um presente de seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”). Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor à ex-mulher, Susan, de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan (Adams) e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta sua leitora, para quem o livro foi dedicado, o que a leva se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. A obra é uma adaptação do livro “Tony and Susan”, de Austin Wright, e traz Jake Gyllenhaal e Amy Adams como um casal divorciado que descobre verdades obscuras sobre eles mesmos. No elenco da produção estão também Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Isla Fisher, Karl Glusman, Armie Hammer, Laura Linney, Andrea Riseborough e Michael Sheen.

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    Free Fire: Brie Larson se mete em tiroteio no trailer de seu primeiro filme após o Oscar

    14 de setembro de 2016 /

    O estúdio indie A24 divulgou quatro fotos, o pôster e o trailer de “Free Fire”, primeiro trabalho da atriz Brie Larson após vencer o Oscar de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”. No thriller de época, ela é a única mulher que participa de um encontro clandestino entre criminosos na Boston dos anos 1970. Mas o que deveria ser um simples acordo comercial descamba para um tiroteio generalizado, com direito a gritaria, palavrões e o esperado humor negro. Parece sinopse de filme de Quentin Tarantino, mas a direção e o roteiro são do inglês Ben Wheatley (“High-Rise”). O elenco também inclui Sharlto Copley (“Elysium”), Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jack Reynor (“Transformers: Era da Extinção”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Babou Ceesay (“Decisão de Risco”), Sam Riley (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) e Enzo Cilenti (“Perdido em Marte”). Exibido no Festival de Toronto, “Free Fire” recebeu críticas bastante positivas, inclusive um entusiasmado rótulo de “clássico cult”, e a seguir integrará a programação do Festival de Londres. O lançamento comercial, porém, só vai acontecer em março no Reino Unido.

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