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  • Série

    Mrs. America: Série em que Cate Blanchett enfrenta o feminismo estreia no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    O canal pago Fox Premium estreia nesta sábado (19/9), às 22h15, a minissérie “Mrs. America”, estrelada por Cate Blanchett, que recria as lutas do feminismo dos anos 1970 nos EUA. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie tem nove episódios, foi lançada em abril nos EUA e recebeu 10 indicações ao prêmio Emmy, principal premiação da TV americana que acontece no domingo (20/9), incluindo Melhor Minissérie do ano. O detalhe é que, em vez de narrar a história pelo olhar feminista, a trama gira em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Blanchett concorre ao Emmy pelo papel, assim como suas coadjuvantes Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Margo Martindale (“The Americans”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), James Marsden (“Westworld”), Sarah Paulson (“Ratched”), John Slattery (“Madman”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Algumas dessas estrelas interpretam feministas históricas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Veja o trailer original da atração logo abaixo.

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  • Série

    Mrs. America: Cate Blanchett ataca feministas em trailer de nova série

    29 de março de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer de “Mrs. America”, série sobre o movimento feminista estrelada por Cate Blanchett. “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, que estreia em 15 de abril na plataforma Hulu. Originalmente concebida para o FX, a série mudou de endereço com o lançamento da iniciativa FX on Hulu, que leva produções do canal pago – consagradas ou inéditas – para o serviço de streaming adulto da Disney. A primeira série exclusiva dessa faixa foi “Devs”, sci-fi tecnológica de Alex Garland (diretor de “Ex Machina” e “Aniquilação”), lançada em 5 de março.

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  • Série

    Mrs. America: Fotos destacam elenco grandioso liderado por Cate Blanchett

    14 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou as primeiras fotos de “Mrs. America”, que destacam o elenco grandioso da minissérie. As imagens apresentam as caracterizações de Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). Mas o elenco também conta com Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.

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  • Série

    Elizabeth Banks vai enfrentar Cate Blanchett em minissérie sobre feminismo dos anos 1970

    8 de junho de 2019 /

    A atriz – e também diretora – Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) entrou no elenco de “Mrs. America”, série do canal pago FX sobre a luta histórica pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos. Ele vai viver uma das maiores rivais da protagonista, que será interpretada por Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), primeiro nome anunciado na produção. “Mrs. America” foi criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos (Equal Rights Amendment, ERA) na década de 1970. A sinopse apresentada pelo canal pago FX diz: “Através dos olhos das mulheres dessa época, tanto de Schlafly como das feministas Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus, a série explorará como um dos campos de batalha mais duros nas guerras culturais dos anos 1970 ajudou a dar origem ao movimento conservador da Maioria Moral e mudou para sempre a nossa paisagem política”. Na produção, Banks viverá Jill Ruckelshaus, política feminista que integrou uma comissão federal, equivalente à Comissão dos Direitos Humanos do Brasil, que, após conquistar igualdade de direitos entre as raças nos anos 1960, buscava mais direitos para as mulheres em 1975 – o Ano Internacional da Mulher. O elenco ainda contará com Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Kayli Carter (“Godless”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). A minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.

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  • Série

    I’m Dying Up Here é cancelada após duas temporadas

    30 de setembro de 2018 /

    O canal americano Showtime cancelou a série “I’m Dying Up Here”, produzida por Jim Carrey, ao final da 2ª temporada. O último episódio foi exibido em julho e o cancelamento era esperado devido à baixíssima audiência. “I’m Dying Up Here” tinha uma média de apenas 150 mil espectadores por episódio. E dizem que só chegou à 2ª temporada porque o canal queria cultivar uma relação com Carrey para estrelar “Kidding”, recém-lançada pelo Showtime. Carrey envolveu-se como produtor de “I’m Dying Up Here” após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. Na obra jornalística, os “personagens” são comediantes reais, como Jay Leno, David Letterman, Andy Kaufman, Richard Lewis, Robin Williams, Elayne Boosler e Tom Dreesen. E Carrey, claro, viveu Kaufman no cinema, na cinebiografia “O Mundo de Andy” (1999). Entretanto, a série alterou todos os nomes, tirando o interesse principal na trama, sobre um grupo de comediantes de stand-up dos anos 1970. A história deveria focar o surgimento dos clubes de comédia e o início da geração mais inovadora do humor americano. Mas o potencial nunca foi atingido e também dividiu a crítica, com 51% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco, ao menos, era de tirar o chapéu: Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Ao todo, foram produzidos 20 episódios. E a grande ironia disso é que uma série sobre a cena stand-up acabou se tornando o maior sucesso de crítica do ano: “The Marvelous Mrs. Maisel”, da Amazon – vencedora do Emmy 2018.

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  • Série

    I’m Dying Up Here: Série de Jim Carrey sobre os pioneiros do stand-up é renovada

    9 de setembro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “I’m Dying Up Here” para sua 2ª temporada. Produzida pelo ator Jim Carrey (“Sim Senhor”), a série acompanha um grupo de comediantes de stand-up dos anos 1970, o surgimento dos clubes de comédia e o início da geração mais inovadora do humor americano. Apesar de fictícios, os personagens são todos inspirados em personalidades reais da época. Carrey envolveu-se como produtor após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. Na obra jornalística, os “personagens” são Jay Leno, David Letterman, Andy Kaufman, Richard Lewis, Robin Williams, Elayne Boosler e Tom Dreesen. Carrey, claro, viveu Kaufman no cinema, na cinebiografia “O Mundo de Andy” (1999). Na série, os nomes foram alterados. Apesar do potencial da história, a série dividiu a crítica, conquistando apenas 51% de aprovação no site Rotten Tomatoes por conta de roteiros fracos. Além disso, tem a pior audiência do canal e uma das mais baixas da TV paga no momento, registrando apenas 140 mil telespectadores por episódio. O voto de confiança do Showtime estaria relacionado aos talentos envolvidos na produção, mas espera-se que também seja consequência de uma apresentação inspiradíssima para uma reviravolta na 2ª temporada. O elenco, ao menos, é de tirar o chapéu: Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Os 10 primeiros episódios foram exibidos entre junho e agosto nos Estados Unidos. A 2ª temporada vai estrear em 2018.

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    Série sobre stand-up dos anos 1970 produzida por Jim Carrey ganha novo trailer

    11 de abril de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou um novo trailer da série de época “I’m Dying Up Here”, produção do comediante Jim Carrey (“Sim Senhor”) sobre a cena da comédia stand-up dos anos 1970. A prévia concentra a ação num bar de Los Angeles e sugere uma reconstituição de época primorosa, além de um equilíbrio entre drama e comédia, numa história repleta de personagens, que recria as condições que permitiram o surgimento da geração mais inovadora da comédia americana. O elenco é um caso à parte. Inclui Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Carrey envolveu-se como produtor após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. Na obra jornalística, os “personagens” são Jay Leno, David Letterman, Andy Kaufman, Richard Lewis, Robin Williams, Elayne Boosler e Tom Dreesen. Na série, porém, os nomes foram substituídos por criações fictícias. A criação propriamente dita ficou a cargo de Dave Flebotte, um ex-comediante stand-up que virou roteirista e produtor de séries como “Desperate Housewives” e “Masters of Sex”. Para completar, a atração teve seu piloto dirigido pelo cineasta Jonathan Levine (“Meu Namorado é um Zumbi”). O que explica o visual cinematográfico do trailer. A estreia está marcada para 4 de junho nos EUA.

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  • Série

    Série de Jim Carrey sobre stand-up dos anos 1970 ganha primeiro trailer e fotos

    12 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou três fotos e o primeiro trailer de sua nova série de época “I’m Dying Up Here”, produção do comediante Jim Carrey (“Sim Senhor”) sobre a cena de bares de comédia stand-up dos anos 1970. A prévia sugere uma reconstituição de época primorosa, além de um equilíbrio entre drama e comédia, numa história repleta de personagens, que recria as condições que permitiram o surgimento da geração mais inovadora da comédia americana. O elenco é um caso à parte. Inclui Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Carrey envolveu-se como produtor após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. A criação propriamente dita ficou a cargo de Dave Flebotte, um ex-comediante stand-up que virou roteirista e produtor de séries como “Desperate Housewives” e “Masters of Sex”. Para completar, a atração teve seu piloto dirigido pelo cineasta Jonathan Levine (“Meu Namorado é um Zumbi”). O que explica o visual cinematográfico do trailer. A estreia está marcada para 4 de junho nos EUA.

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