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  • Série

    Kristen Wiig e Octavia Spencer vão estrelar novas séries produzidas por Reese Witherspoon

    17 de janeiro de 2018 /

    As atrizes Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”) e Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) vão estrelar novas séries produzidas pela colega Reese Witherspoon, que ficou poderosa após o sucesso de “Big Little Lies” no canal pago HBO. Ambas as produções foram encomendadas pela Apple, que irá lançar sua nova programação de streaming ainda neste ano. Ainda sem título, a atração de Wiig é inspirada na coleção de contos de Curtis Sittenfeld, “You Think It, I’ll Say It”, desenvolvida por Colleen McGuinness (produtora-roteirista de “30 Rock”), e será a primeira série de comédia da Apple. Já a série de Spencer é um suspense intitulado “Are You Sleeping”. A adaptação do livro homônimo de Kathleen Barber foca a obsessão americana por podcasts sobre crimes reais, que se tornaram um fenômeno no país. O desenvolvimento está a cargo da roteirista Nichelle Tramble Spellman (série “The Good Wife”). Além desses dois projetos, Witherspoon também está em outra série da Apple, anteriormente anunciada. Trata-se de um drama ainda sem título, em que contracenará com sua “irmã” de “Friends”, Jennifer Aniston. A Apple também desenvolve um remake da série de antologia “Amazing Stories”, de Steven Spielberg, uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”), atualmente disputa com a HBO uma nova criação de J.J. Abrams, responsável pelos revivals de “Star Trek” e “Star Wars”. Nenhuma dessas séries tem previsão de estreia.

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  • Série

    J.J. Abrams cria sua primeira série desde Fringe e leva Apple e HBO à guerra para exibi-la

    17 de janeiro de 2018 /

    O cineasta J.J. Abrams, criador de “Lost” e diretor das franquias “Star Trek” e “Star Wars”, desenvolveu uma nova série sci-fi, e a definição de quem irá exibi-la está gerando uma guerra entre a Apple e a HBO, segundo a revista Variety. Detalhes sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo, mas a premissa incluirá a batalha de um mundo contra uma força invasora monstruosa. A atração será a primeira série criada por Abrams desde “Fringe”, em 2008. Neste meio tempo, ele assinou a produção executiva de diversas séries, como “Westworld”, da HBO, mas tem se dedicado mais ao cinema, sendo responsável por relançar “Star Trek” e “Star Wars”. Atualmente, ele trabalha nos próximos filmes de ambas as franquias. Está escrevendo e vai dirigir “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido, e trabalha na pré-produção do próximo “Star Trek”, que será dirigido por Quentin Tarantino.

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  • Filme

    Apple estaria estudando comprar a Netflix

    2 de janeiro de 2018 /

    Um artigo do site de economia Business Insider apurou que executivos da Apple estariam considerando comprar a Netflix em breve. O texto chega a estimar que existe uma probabilidade de 40% de que a que a empresa fundada por Steve Jobs compre a plataforma de streaming. Isto se deve ao incentivo fiscal que o presidente Trump tem dado a grandes corporações, diminuindo impostos e eliminando taxas para empresas que trazem dinheiro do exterior para os Estados Unidos. A Apple tem uma verdadeira fortuna internacional para repatriar, cerca de US$ 220 bilhões, que poderia ser usada para uma grande aquisição. A empresa tem lutado há anos para entrar no nicho do conteúdo exclusivo, que já é dominado por Netflix, Amazon e Hulu nos Estados Unidos, e recentemente montou uma divisão para produzir e lançar séries inédita – como um remake de “Amazing Stories”, uma série de comédia com Jennifer Aniston e Reese Whiterspoon e uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”).

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  • Série

    Criador de Battlestar Galactica vai fazer nova série sci-fi espacial para a Apple

    19 de dezembro de 2017 /

    O roteirista e produtor Ronald D. Moore vai voltar a desenvolver uma sci-fi espacial. O criador do reboot de “Battlestar Galactica” recebeu sinal verde para produzir a 1ª temporada de uma nova série sci-fi, ainda sem título, para o serviço de streaming da Apple. Trata-se de uma série especulativa, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que aconteceria se a corrida espacial entre Estados Unidos e Rússia não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. Com coprodução da Sony Television, a série marcará uma parceria criativa de Moore com dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que também trabalharão nos roteiros da atração. A série de Moore é a segunda produção sci-fi encomendada pelo serviço de streaming da Apple, após um reboot da série de antologia clássica “Amazing Stories”, criada por Steven Spielberg nos anos 1980. Também será a terceira série de Moore com produção simultânea. Ele também é responsável pelo sucesso “Outlander”, no canal pago Starz, e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, na Amazon Prime.

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  • Série

    Jennifer Aniston vai voltar às séries em produção da Apple

    9 de novembro de 2017 /

    A Apple confirmou a volta de Jennifer Aniston para as séries, 13 anos após o final de “Friends”. Aniston e Reese Whiterspoon serão as protagonistas de uma série dramática sobre os bastidores de um talk-show matinal da TV. Pode não ser a reunião de “Friends” que fãs esperam ver, mas é sim uma reunião de “Friends”. Witherspoon participou da série clássica no começo de sua carreira, justamente como a irmã mais nova de Rachel, a personagem de Aniston. A série ainda não teve seu título e data de lançamento divulgados. Whiterspoon recentemente produziu e atuou em “Big Little Lies” (2017), série vencedora de oito prêmios Emmy, e pelo visto tomou gosto pela coisa. A nova atração é um projeto de Michael Ellenberg, produtor de “The Leftovers” e ex-chefe do departamento de drama da HBO. Ao assegurar as duas estrelas, o produtor fez um leilão por melhores ofertas – o que tem virado norma numa época em que se multiplicam interessados por séries premium – e a Apple acabou vencendo a concorrência. A série é uma das primeiras produções de ficção da Apple, que começou a produzir material original apostando em musicais e reality shows. A empresa de tecnologia pretende fazer frente à Netflix no mercado de streaming, e também confirmou a produção do remake de “Amazing Stories”, antologia sci-fi produzida por Steven Spielberg. A Apple pretende investir mais de US$ 1 bilhão em 2018 para criar conteúdo original. A empresa recentemente contratou Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, dupla de executivos da Sony, para comandar a investida. Os dois foram responsáveis por coordenar a produção de séries consagradas como “Breaking Bad” e “The Crown” e tem a missão de criar uma dúzia de programas originais para iniciar a era Apple no streaming.

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  • Etc,  Série

    Apple e Amazon cancelam produção de séries da Weinstein Company

    14 de outubro de 2017 /

    O escândalo da denúncia de abuso sexual de Harvey Weinstein, que assediou jovens atrizes e funcionárias ao longo de décadas, começou a custar caro para a produtora The Weinstein Company (TWC). Mesmo após a diretoria ter demitido o magnata, suas produções estão sendo recusadas por parceiros de negócios, que começaram a rever contratos para cancelar encomendas de séries. A Apple decidiu abandonar nada menos que quatro minisséries biográficas de cantores famosos, que seriam produzidas pela TWC. Segundo o site Deadline, a mais adiantada contaria a vida de Elvis Presley em dez episódios e tinha o aval dos herdeiros do cantor. Também foram dispensadas séries semelhantes centradas em Michael Jackson, Prince e Frank Sinatra. Todas ainda estavam em fase de desenvolvimento. Já a Amazon optou por assumir o prejuízo da pré-produção de uma série sem título do cineasta David O. Russell (“O Lado Bom da Vida”, “Trapaça” e “Joy”). Ela seria estrelada por Robert De Niro e Julianne Moore – dois astros que não costumam fazer séries – e tinha um orçamento megalômano: US$ 160 milhões. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a plataforma já havia investido US$ 40 milhões no projeto, que estava na fase de finalização de roteiros. O cancelamento não gerou protestos dos envolvidos, que emitiram um comunicado afirmando entender e concordar com a decisão. “Nós apoiamos a decisão da Amazon à luz das notícias recentes e, em respeito a todos os afetados, decidimos juntos que o melhor é não prosseguir com esse programa”, disseram David O. Russell, Robert De Niro e Julianne Moore numa declaração conjunta. Além de abandonar essa série, a Amazon negociou a saída da TWC de outro projeto, “The Romanoffs”, série de antologia desenvolvida por Matthew Weiner (criador de “Mad Men”), que já estava em fase de gravação. A plataforma agora vai bancar sozinha a produção, orçada em US$ 75 milhões, para não ter o nome de Weinstein como parceiro na produção. As duas produções tinham sido encomendadas por Roy Price, diretor do Amazon Studios, que também foi afastado nesta semana após se envolver em seu próprio escândalo de assédio sexual, além de ter sido denunciado por Rose McGowan de acobertar e ser cúmplice de Weinstein. Vários diretores e funcionários da TWC pediram demissão nos últimos dias. Apenas quatro permanecem no comando da empresa e anunciaram que vão tirar o nome de Harvey Weinstein de todos os projetos do estúdio. Ele costumava ser creditado como produtor. A minissérie “Waco”, que vai lançar o canal Paramount em janeiro, já será exibida sem o nome de Weinstein. O irmão de Harvey e sócio fundador da produtora, Bob Weinstein, disse ao site Deadline que, apesar dos problemas, os investidores garantem sustentação financeira para a companhia atravessar essa fase turbulenta. E que, por isso, não pretende colocar o estúdio à venda. Fontes do Hollywood Reporter afirmam que, diante da associação do nome Weinstein com o escândalo, Bob teria encomendado um estudo de emergência a algumas agências de publicidade para mudar o nome da empresa e lançar uma campanha de reinvenção.

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  • Série

    Steven Spielberg vai produzir nova versão de Amazing Stories para a Apple

    10 de outubro de 2017 /

    A Apple vai mesmo entrar forte na disputa do público do streaming. A empresa fechou contrato com Steven Spielberg para a produção de um reboot da série clássica “Amazing Stories”, concebida pelo cineasta nos anos 1980 – e lançada no Brasil como “Histórias Maravilhosas”. O anúncio revela que Bryan Fuller (criador das séries “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”) será o showrunner da nova versão, mas não adianta qual será o formato dos episódios. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também inclui Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), Clint Eastwood (“Sniper Americano”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou demais da história e decidiu que ela deveria virar um filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. Ainda não há previsão para a estreia do reboot.

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  • Etc,  Série

    Apple pretende investir US$ 1 bilhão na produção de séries em 2018

    16 de agosto de 2017 /

    A Apple planeja investir US$ 1 bilhão para comprar e produzir séries em 2018, revelou na quarta-feira (16/8) o jornal The Wall Street Journal. O valor colocaria a gigante tecnológica como uma das grandes produtoras de Hollywood, ainda que, segundo o jornal, o montante seja apenas metade do orçamento anual da HBO. E bem menor que os ambiciosos US$ 6 bilhões destinados pela Netflix para lançar novos conteúdos neste ano. Segundo fontes citadas pelo Wall Street Journal, com esse dinheiro a empresa poderia licenciar e produzir até dez séries, entrando assim na disputa por conteúdos premium com outras grandes empresas, como as citadas HBO e Netflix. Analistas acreditam que a Apple precisa de pelo menos uma série de grande sucesso para conseguir decolar, como aconteceu com a Netflix, com “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A empresa já começou a oferecer alguns programas próprios através do seu serviço de streaming, mas que não tiveram muita repercussão. Nenhum deles segue o formato das produções de ficção. Mas recentemente a empresa contratou os copresidentes da Sony Pictures Television, Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, que estiveram por trás dos lançamentos de “Breaking Bad”, “The Blacklist” e “The Crown”. Com reservas de mais de US$ 261 bilhões e um faturamento de US$ 215 bilhões, a Apple poderia fazer facilmente grandes apostas em Hollywood.

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  • Etc

    Propaganda da Siri com Dwayne Johnson vira fenômeno viral

    26 de julho de 2017 /

    A Apple divulgou um comercial da Siri, a assistente de voz de seu sistema operacional, mostrando como o produto ajuda o ator Dwayne Johnson a planejar seu cotidiano. E o vídeo virou um fenômeno viral, visto mais de 7,5 milhões de vezes no YouTube e mais que o triplo disso nas redes sociais do astro – em apenas três dias! O vídeo brinca com a fama de Dwayne como astro mais ocupado de Hollywood, mostrando ele organiza sua agenda. Graças à Siri ele consegue praticar jardinagem, dirigir de forma veloz e furiosa, pilotar um avião, restaurar a pintura do teto da Capela Sistina, lançar uma coleção de moda, criar um prato culinário, viajar ao espaço e, claro, filmar uma cena de blockbuster em apenas 24 horas. Na vida real, o ator também conhecido como The Rock vive fase ocupadíssima, com vários projetos acontecendo simultaneamente. Atualmente no ar na HBO, com a 3ª temporada da série “Ballers”, ele já estrelou dois filmes nos cinemas em 2017 e vem a seguir com “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, previsto para janeiro no Brasil, “Rampage”, em abril, “Skyscraper”, em julho, e tem mais dez filmes anunciados até 2020.

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  • Filme

    Apple disponibiliza curta emocionante de Michel Gondry, realizado com um iPhone

    2 de julho de 2017 /

    A Apple divulgou um curta-metragem infantil, singelo e emocionante, dirigido pelo cineasta francês Michel Gondry (“Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”). Intitulado “Détour”, o curta acompanha as aventuras de um triciclo, que se perde durante uma viagem de férias e passa o tempo todo correndo atras de sua pequena dona, pela estrada, floresta e até o mar. O tom de fábula encantada e a realização são deslumbrantes, com direito a um final lacrimejante. O objetivo da Apple com o projeto é demonstrar a capacidade do novo iPhone. Todo o filme foi gravado num iPhone, e além do resultado final a empresa também disponibilizou no YouTube uma série de vídeos de bastidores da produção, que detalham seu making of. Confira.

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  • Etc,  Série

    Apple contrata responsáveis pela produção de Breaking Bad e The Blacklist para desenvolver séries

    16 de junho de 2017 /

    A Apple anunciou na sexta-feira (16/6) a contratação dos copresidentes da Sony Pictures Television Jamie Erlicht e Zack Van Amburg para assumir o comando do projeto de desenvolvimento de séries da empresa. A dupla é responsável pelo lançamento de diversos sucessos desde 2005, quando assumiram como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e as recentes “Bloodline” e “The Crown”. “Jamie e Zack são dois dos mais talentosos executivos de televisão do mundo e foram fundamentais em fazer desta a era dourada da televisão”, disse Eddy Cue, vice-presidente sênior de Software e Serviços de Internet da Apple. A Apple fez estreia no ramo da produção de séries originais na última semana, com o reality show “Planet of the Apps”, sobre desenvolvedores que tentam chamar a atenção de mentores famosos em uma apresentação de 60 segundos em uma escada rolante. Os planos futuros da companhia incluem uma adaptação do quadro “Carpool Karaoke”, do comediante James Corden, que vai ao ar em agosto, assim como séries documentais sobre produtores musicais, como Dr. Dre, Puffy Daddy e Clive Davis. A chegada de Erlicht e Van Amburg assinala que também pretende desenvolver séries de ficção para fazer frente com outros serviços de streaming, como Netflix, Amazon e Hulu.

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  • Música

    Will Smith canta tema de Um Maluco no Pedaço no trailer da série Carpool Karaoke

    15 de fevereiro de 2017 /

    A série baseada no quadro “Carpool Karaoke” do talk show de James Corden ganhou um trailer que reúne diversas celebridades. Mas quem rouba a cena é Will Smith, cantando, ao lado de Corden, a música tema da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), que lançou sua carreira de ator em 1990. A prévia mostra que a nova versão de “Carpool Karaoke” terá outros “apresentadores”, convidados a dirigir carros na companhia de cantores famosos. Mas a principal diferença em relação ao quadro televisivo é que nem todo episódio será restrito à mobilidade de um carro. Metallica, por exemplo, vai parar num mercadinho e é saudado por um vendedor que canta “Enter Sandman”, enquanto John Legend experimenta um chapelão ao estilo de Pharrell Williams e confessa que “mulheres brancas” o confundem com o outro cantor. Mas é novamente Will Smith quem arranca os sorrisos mais simpáticos ao inaugurar, com Corden, o próximo “nível” do Karaoke, cantando a bordo de um helicóptero “I Believe I Can Fly” sobre Los Angeles. Dentre as celebridades que aparecem destacam-se ainda Alicia Keys, Taraji P. Henson, Chelsea Handler, Blake Shelton, Ariana Grande, Seth Meyers, Michael Strahan e Jeff Gordon. A série “Carpool Karaoke” é uma das primeiras iniciativas da Apple para incluir programas baseados em vídeo no serviço de streaming Apple Music, que pelo nome deixa claro ter como foco o streaming musical. Além da atração de James Corden, a Apple encomendou uma série sobre aplicativos e seu primeiro drama ficcional, “Vital Signs”, baseada na vida do rapper Dr. Dre – que já foi parcialmente contada no filme “Straight Outt Compton – A História do NWA” (2015). Ainda não há previsão de estreia para nenhum desses programas.

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  • Etc,  Série

    Apple estaria planejando virar rival da Netflix com filmes e séries originais

    15 de janeiro de 2017 /

    A Apple estaria planejando entrar em concorrência com a Netflix e produzir seu conteúdo exclusivo de séries e filmes para seu serviço de streaming, até o momento focado em música. Estes rumores existem nos bastidores de Hollywood há algum tempo, mas ganharam mais força após o jornal The Wall Street Journal ter ouvido de uma fonte que a companhia realmente está de olho nesse mercado, especialmente devido às quedas nas vendas de iPhones e iPads em 2016 e a constatação do lucro crescente dos serviços de streaming. Pela primeira vez em seis anos, o iPhone vendeu abaixo do esperado em seu lançamento, graças ao acirramento da competição do mercado de smart phones. Além disso, a Apple Music, mesmo com crescimento de 22% em vendas de faixas, terminou o ano com 20 milhões de assinantes, o que é apenas metade da base do Spotify. De acordo com os relatos apurados pelo Wall Street Journal, a Apple estaria conversando com produtores e roteiristas veteranos, em busca de histórias originais e estratégias de negócios. A ideia seria produzir atrações autorais, mas também viáveis comercialmente, e que possam gerar burburinho, como “Mr. Robot”, no canal pago USA Network, ou “Stranger Things” na própria Netflix. Essa investida também envolveria filmes, porém tudo isso ainda estaria em estágios preliminares. A expectativa é que a empresa venha a anunciar seu ingresso potencial no concorrido mercado das séries originais apenas no final de 2017. Vale lembrar que Apple recentemente adquiriu os direitos para produzir uma versão do “Carpool Karaoke”, sessões de karaokê com celebridades, do programa “The Late Show with James Corden”, da CBS, e vem desenvolvendo “Vital Signs”, série biográfica do rapper Dr. Dre, com estreia prevista para o segundo semestre.

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