Calls: Série sem imagens do diretor da franquia Millennium ganha teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Calls”, série comandada pelo cineasta uruguaio Fede Álvarez (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”). A prévia é uma coleção de ligações telefônicas nervosas sem imagens do elenco. A proposta parece ser exatamente esta. Com nove episódios, “Calls” vai apresentar tramas complexas em que o público apenas ouve os atores, em conversas e ligações telefônicas. “Em Hollywood, você costuma ouvir as pessoas dizerem que estão fazendo algo que nunca foi feito antes, mas é ótimo quando é 100% verdadeiro”, disse Álvarez sobre o projeto, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Claro que a declaração é 100% falsa, afinal “Calls” é um remake. O original é uma produção francesa, criada por Timothée Hochet para o Channel+ (Channel Plus) em 2017. Apesar de não mostrar seu elenco, “Calls” conta com atores famosos, como Pedro Pascal (“The Mandalorian”), Rosario Dawson (“Luke Cage”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Aubrey Plaza (“Legion”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Riley Keogh (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Lily Collins (“Emily em Paris”), entre outros. A estreia (do podcast disfarçado) acontece em 19 de março com episódios curtos, de cerca de 15 minutos cada.
Central Park é renovada para 3ª temporada antes da estreia do segundo ano
A série animada “Central Park” foi renovada para seu terceiro ano de produção pela Apple TV+ três meses antes do lançamento da 2ª temporada. O anúncio foi feito nas redes sociais por Loren Bouchard, um dos criadores, escritores e produtores executivos da atração. “As pessoas que fazem este show me deslumbram com seu talento, ambição e vontade absoluta. E a Apple e a 20th mostraram sua vontade também! Estou honrado em fazer parte de algo com tanta ousadia”, acrescentou Bouchard. Bouchard, que também é o criador de “Bob’s Burgers”, desenvolveu “Central Park” em parceria com Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (o LeFou de “A Bela e a Fera”). A série acompanha uma família de zeladores, que vivem e trabalham no Central Park. Na trama, os Tillerman lutam para salvar o parque nova-iorquino – e o mundo – de planos imobiliários sinistos. E, de quebra, ainda cantam vários números musicais. O próprio Josh Gad é uma das vozes principais, junto com Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”) e Kathryn Hahn (“WandaVision”). Mas a 2ª temporada traz uma substituição no elenco original. Kristen Bell (“The Good Place”) pediu para sair após a 1ª temporada, após refletir sobre o fato de ser uma atriz branca dublando uma jovem de cor. Ela tomou a decisão logo após Jenny Slate anunciar que estava se afastando da voz de um personagem no programa “Big Mouth” da Netflix por razões semelhantes. No lugar de Bell, entrou Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”). Os novos episódios estreiam em 25 de junho.
Malala Yousafzai fecha contrato para desenvolver programas para a Apple TV+
A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, pessoa mais jovem a ser laureada com um prêmio Nobel, assinou uma parceria de programação de vários anos com a Apple TV+ (Apple TV Plus). O contrato prevê o desenvolvimento de uma programação original para a plataforma, cobrindo desde séries de dramas e comédias, até documentários, animação e séries infantis. Ela produzirá as atrações por meio de sua recém-formada produtora Extracurricular. “Eu acredito no poder das histórias para unir famílias, criar amizades, construir movimentos e inspirar as crianças a sonhar”, disse Malala, em comunicado postado em suas redes sociais. “E eu não poderia pedir um parceiro melhor do que a Apple para ajudar a dar vida a essas histórias. Sou grata pela oportunidade de apoiar mulheres, jovens, escritores e artistas a refletir o mundo como o vêem.” Malala começou a se destacar em 2009, quando, aos 11 anos, iniciou um blog junto ao site da BBC para descrever, sob pseudônimo, como era sua vida durante a ocupação talibã em sua aldeia. No ano seguinte, o New York Times produziu um documentário sobre ela, durante o resgate da aldeia pelas forças paquistanesas. Em 2012, quando entrou em sua van escolar, um homem armado chamou-a pelo nome e disparou três tiros em sua direção. Ela sobreviveu, mas os talibãs, que proíbem mulheres de estudar, reiteram sua intenção de matar Malala. A tentativa de assassinato desencadeou um movimento de apoio nacional e internacional, que a levou a se tratar na Inglaterra dos ferimentos. Aos 16 anos, em sua primeira aparição pública após se recuperar do ataque, ela discursou na ONU, afirmando que “uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A educação é a única solução”. O enviado especial das Nações Unidas para a educação global, Gordon Brown, lançou uma petição da ONU em nome de Malala com o slogan I am Malala (“Eu sou Malala”), exigindo que todas as crianças do mundo estivessem inscritas em escolas até ao fim de 2015. A iniciativa impulsionou a retificação da primeira lei de direito à educação no Paquistão. Em 2014, após completar 17 anos, ela recebeu oficialmente o Prêmio Nobel da Paz “pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação”. Ao mesmo tempo, a jovem publicou seu primeiro livro “Eu sou Malala”, que se tornou um best-seller. Desde então, ela escreveu mais dois livros, estrelou um documentário sobre sua infância e criou a Assembly, uma publicação digital para meninas e jovens disponível no Apple News. Desde o lançamento em 2018, a Assembly publicou histórias de mulheres jovens em mais de 100 países e em mais de 20 idiomas. A Apple se tornou sua parceira quando ela fundou o Malala Fund para defender o direito de todas as meninas a 12 anos de educação segura, gratuita e de qualidade. Em 2018, a Apple passou a apoiar o fundo, auxiliando o trabalho da organização, financiando defensores e professores em oito países onde as meninas enfrentam desafios educacionais significativos. Esta parceria se entende ao Brasil, onde a Apple promove com Malaia maiores oportunidades de educação para as meninas do país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Malala (@malala)
Apple TV+ anuncia série sci-fi sul-coreana com ator de Parasita
A Apple TV+ anunciou a produção de sua primeira série sul-coreana. Intitulada “Dr. Brain”, a atração é baseada num popular webtoon (quadrinhos sul-coreanos) de mesmo nome e será estrelado por Lee Sun-Kyun, de “Parasita”. “Dr. Brain” segue um cientista (Lee Sun-Kyun) especializado em pesquisa do cérebro humano, que tem a obsessão por descobrir novas tecnologias para acessar a consciência e as memórias. Quando sua família é vítima de um acidente misterioso, ele usa suas habilidades para acessar as memórias do cérebro de sua esposa para juntar as peças e descobrir o que realmente aconteceu com sua família e por quê. O thriller de ficção científica está sendo desenvolvido pelo cineasta Kim Jee-Woon, que dirigiu os filmes cultuados “Medo” (A Tale of Two Sisters) e “Eu Vi o Diabo” (I Saw The Devil). A produção está a cargo da YG Entertainment, braço dramático da empresa de entretenimento sul-coreana que cuida da carreira das estrelas do K-pop Blackpink. Atualmente em produção, a série tem lançamento previsto para o final deste ano.
Documentário de Billie Eilish faz crescer assinaturas da Apple TV+
A Apple informou à imprensa norte-americana que o documentário “Billie Eilish: The World A Little Blurry” quebrou o recorde de audiência juvenil de sua plataforma Apple TV+. Lançado na quinta-feira (25/3) em mais de 100 países, o filme fez aumentar em 33% a quantidade de novos assinantes do serviço, com o público jovem liderando a demanda. Quase metade deste público veio de fora dos Estados Unidos. Além disso, o programa foi o mais assistido da plataforma entre jovens adultos no fim de semana, incluindo nos mercados do Reino Unido, Austrália, México, Alemanha, Rússia, Holanda, França e Brasil. Para exibir o filme, a Apple precisou entrar num leilão com outras plataformas de streaming, e após o bom desempenho deve estar comemorando a aposta. “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” também agradou a crítica norte-americana, atingindo 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, graças à sua abordagem sem clichês. O filme é um dos raros documentários sobre estrelas da música pop que não apresenta seu tema como um artista incompreendido e sofredor, sob pressão para ser sempre glamouroso ao vivo, embora no fundo seja gente como a gente. Cobrindo a carreira precoce da cantora desde antes da fama, dos 15 aos 18 anos de idade, quando se tornou a artista mais jovem a vencer o Emmy, o filme troca holofotes por iluminação caseira, encontrando a cantora no quarto da casa da família Eilish, onde ela construiu toda a sua carreira. Sem o menor resquício de ostentação ou glamour, o trabalho do diretor R.J. Cutler (que no ano passado fez outro ótimo documentário sobre o ator John Belushi) traça a trajetória de uma garota deprimida, que transformou a música gravada em seu quarto, com a ajuda do irmão, na casa dos pais, numa das histórias de sucesso mais improváveis deste começo de século. Veja a baixo o trailer da atração.
Minissérie baseada em A Costa do Mosquito ganha trailer tenso
A Apple TV+ (Apple TV Plus) divulgou o trailer da minissérie baseada em “A Costa do Mosquito” (The Mosquito Coast), romance de Paul Theroux publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. A prévia descortina um clima de grande tensão e suspense, apontando algumas mudanças em relação à história popularizada nas telas pelo diretor Peter Weir e estrelada por Harrison Ford, Mirren e River Phoenix nos anos 1980. No filme, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia. Já na série, ele parece estar em fuga da polícia. Além disso, o filho com maior destaque é uma garota. A principal curiosidade da nova produção, entretanto, é a escalação do ator Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro original. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. A adaptação está a cargo do produtor-roteirista Neil Cross (criador da série “Luther”) em parceria com Tom Bissell (“Artista do Desastre”). Eles coproduzirão a atração com o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que assina a direção dos dois primeiros episódios. O que, por sinal, explica o visual extremamente cinematográfico do trailer. Serão sete episódios ao todo, com estreia marcada para 30 de abril em streaming.
Séries online: A polêmica de Allen v. Farrow é maior atração do fim de semana
A série documental “Allen v. Farrow”, que estreia domingo (21/2) na HBO e em sua plataforma de streaming, é a grande atração do fim de semana. Apesar de tomar partido declarado, o foco no suposto abuso cometido pelo diretor Woody Allen em sua filha adotiva Dylan Farrow na década de 1990, quando ela tinha 7 anos, tende a repercutir com força nas redes sociais, restaurando a campanha de cancelamento contra o cineasta. Qualquer resposta de Allen – e imagina-se que existirá – apenas garantirá mais audiência para os próximos capítulos dessa novela interminável da vida real. Entre o escapismo da ficção, os destaques são um novo suspense adolescente espanhol, uma sci-fi alemã dos produtores de “Dark”, a 2ª temporada de “For All Mankind” e todos os episódios da série musical “Glee”. Confira abaixo a relação completa e os trailers de 10 séries disponibilizadas em streaming nesta semana. Allen v. Farrow | EUA | Minissérie (HBO Go) O Internato: Las Cumbres | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Tribes of Europa | Alemanha | 1ª Temporada (Netflix) For all Mankind | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) Glee | EUA | 6 Temporadas (Disney+) Por Trás de Seus Olhos | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Bia – Um Mundo do Avesso | EUA | Especial (Disney+) Pit Stop | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Hard | Brasil | 2ª Temporada (HBO Go) EUA: A Luta pela Liberdade | EUA | 1ª Temporada (Netflix)
Florence Pugh será robô assassino em filme da Apple
A atriz Florence Pugh (de “Midsommar” e do vindouro filme da “Viúva Negra”) vai estrelar uma nova produção original da Apple TV+. Intitulado “Dolly”, o filme será um mistura de drama de tribunal e ficção científica, acompanhando o julgamento de um robô de companhia (Pugh) que mata seu dono e choca o mundo ao pedir um advogado para se defender na Justiça. Inspirada num conto de mesmo nome, escrito por Elizabeth Bear em 2011, o longa tem roteiro de Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e Drew Pearce (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), mas ainda não definiu diretor nem tem cronograma de filmagem. A Apple TV+ adquiriu os direitos de produção baseado na premissa e nos talentos envolvidos, vencendo vários outros rivais na disputa, incluindo uma plataforma de streaming concorrente.
Apple TV+ registra fim de semana de maior audiência com estreia de Palmer
O filme “Palmer”, estrelado por Justin Timberlake, ajudou a Apple TV+ (Apple TV Plus) a ter seu fim de semana de maior audiência. O lançamento do longa na sexta-feira (29/1) se juntou às estreias recentes das novas temporadas de “Servant” e “Dickinson”, além da chegada de “Losing Alice”, teria resultado num aumento de 33% em sintonia do público, de acordo com comunicado da própria plataforma. Embora o streamer não divulgue detalhes, “Palmer” teria sido o terceiro maior lançamento e segundo filme mais visto da curta história da Apple TV+. O longa traz Timberlake numa rara performance dramática, como o Palmer do título, que, depois de uma temporada na prisão, retorna à sua cidade natal para colocar sua vida nos trilhos. Lá, arranja emprego de faxineiro e enfrenta não apenas conflitos do seu passado, mas também uma nova responsabilidade: cuidar de um garoto abandonado pela mãe, que sofre bullying por seu comportamento considerado afeminado. Veja o trailer abaixo. Após o sucesso de “Palmer”, o investimento em filmes deve continuar forte na Apple, que nesta semana adquiriu “Coda”, drama vencedor do Festival de Sundance 2021, por US$ 25 milhões. A plataforma Apple TV+ também vai lançar este ano “Cherry” (com Tom Holland) e “Emancipation” (com Will Smith).
Apple TV+ renova Teerã para 2ª temporada
A Apple TV+ anunciou a renovação de “Teerã” (Tehran) para sua 2ª temporada. Desenvolvida por integrantes da equipe de “Fauda”, a série israelense é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A atriz Niv Sultan (“The Stylist”) vive a protagonista, uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente no país para uma missão secreta. Mas tudo dá errado e ela vê perseguida na capital do Irã por agentes do governo, sob comando de Shaun Toub (de “Homeland”). O elenco também destaca Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). A renovação ocorre cerca de três meses após o programa encerrar sua 1ª temporada na Apple TV+. Como outros streamers, a Apple não fornece dados de visualização de seus programas, mas “Teerã” recebeu críticas muito positivas, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Cherry: Irmãos Russo revelam cena inédita com Tom Holland
Os irmãos Russo divulgaram nas redes sociais um trecho de seu novo filme, “Cherry”, que marca o primeiro papel dramático e adulto de Tom Holland (o Homem-Aranha). A prévia traz o ator ao telefone com a namorada (Ciara Bravo, de “Wayne”), expressando o peso da decisão de ter se alistado num período de guerra no Oriente Médio. “Mal podemos esperar para vocês verem as performances devastadoras de Tom Holland e Ciara Bravo”, afirmaram os diretores no Twitter. Na produção, que volta a reunir o ator e os irmãos Russo após “Vingadores: Ultimato”, Holland interpreta um veterano de guerra viciado em drogas, que se torna ladrão de bancos para pagar suas dívidas. A história é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu primeiro filme após “Vingadores: Ultimato” – a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O roteiro de “Cherry” foi escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Jack Reynor (“Midsommar”), Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Thomas Lennon (“Reno 911!”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”) O filme terá um lançamento limitado nos cinemas em 26 de fevereiro, praticamente na data-limite da qualificação de candidatos ao Oscar 2021. Já o lançamento em streaming na plataforma Apple TV+ foi marcado para 12 de março. We can’t wait for you to experience the truly heart-wrenching performances from @TomHolland1996 and @CiaraBravo in #Cherry. Coming to theaters February 26th and on @AppleTV March 12th. https://t.co/9Pt9eGY8EB pic.twitter.com/gAfbYkGGM8 — Russo Brothers (@Russo_Brothers) January 22, 2021
Trailer da nova série de Snoopy revela origem da amizade com Charlie Brown
A Apple TV+ divulgou um novo trailer de “The Snoopy Show”, que mostra a origem do relacionamento entre o cachorrinho e seu dono, Charlie Brown, além de vários momentos divertidos de Snoopy com a turma dos “Peanuts”. A atração também reforça a volta ao visual clássico (2D) dos personagens após o último longa animado da franquia, “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), ter sido realizado por computação gráfica. Com seis episódios de histórias inéditas dos personagens criados por Charles M. Schulz, “The Snoopy Show” é o segundo projeto da Apple com o famoso beagle, após “Snoopy in Space”, lançado em 2019. A estreia da nova atração está marcada para 5 de fevereiro.
Brie Larson será química feminista em série da Apple TV+
A atriz Brie Larson vai estrelar e produzir sua segunda série para a plataforma Apple TV+. Intérprete da Capitã Marvel no cinema e vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack” (2015), ela não tinha papel fixo numa produção do gênero há uma década. Ainda era adolescente quando viveu a filha de Toni Collette em “O Mundo de Tara” (United States of Tara), exibida entre 2009 e 2011 na TV americana. Mas agora tem dois projetos simultâneos na Apple. A novidade é uma adaptação do romance ainda inédito de Bonnie Garmus, “Lessons in Chemistry” (Lições em Química, na tradução literal), ainda sem capa divulgada ou previsão de lançamento. Passada no início dos anos 1960, a trama segue Elizabeth Zott (Larson), uma jovem química que tem o grande sonho de se tornar uma cientista importante. No entanto, devido a época, ela precisa colocar seu sonho de lado por viver uma sociedade que ainda espera que as mulheres desempenhem apenas funções domésticas. Quando Elizabeth fica grávida, sozinha e é demitida do laboratório em que trabalhava, ela aceita um emprego como apresentadora de um programa de culinária na televisão. Mas ao começar sua nova carreira, ela percebe que pode aliar seu amor à ciência com as atuais circunstâncias que lhe são impostas, ensinando ao seu público cativo muito mais do que simples receitas. A adaptação está a cargo da roteirista Susannah Grant, indicada ao Oscar por “Erin Brockovich” (2000). Ela e Larson dividirão a produção com o também ator Jason Bateman (“Ozark”) e Michael Costigan (produtor de “The Outsider”). Além desse projeto, Larson está envolvida desde 2019 com o desenvolvimento de outra série da Apple TV+, baseada na autobiografia “Life Undercover: Coming of Age in the CIA”, de Amaryllis Fox, uma autêntica espiã da CIA, que era especialista em disfarces. Nenhuma das duas atrações têm previsão de estreia.












