Série Genius vai contar a história da autora de Frankenstein em sua 3ª temporada
O canal pago National Geographic definiu o tema da 3ª temporada da série “Genius”. Após contar a história do cientista Albert Einstein e do pintor Pablo Picasso, a atração vai contar a história da escritora Mary Shelley, autora de “Frankenstein”. “Mary Shelley inspirou incontáveis cineastas com sua história sobre uma maldição trazida à vida por erro da ciência, porém poucos capturaram as reflexões profundas sobre a sociedade no mito que ela criou”, disse o cineasta Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), produtor da série, em comunicado. “Poucos conhecem os desafios que ela enfrentou pela desigualdade de gênero e como ela foi uma significativa influência histórica e social.” Publicado em 1818, a história sobre a criação de um monstro pelo cientista Victor Frankenstein é considerada a primeira obra de ficção científica mundial. A primeira versão foi publicada sem dar os devidos créditos à Shelley, que na época tinha apenas 19 anos. Curiosamente, esta história será contada nos cinemas em poucas semanas. O filme “Mary Shelley”, em que a jovem escritora é vivida por Elle Fanning, estreia em maio nos Estados Unidos. Já os produtores da série ainda estão atrás de uma atriz para viver a romancista. Nas temporadas anteriores, Geoffrey Rush deu vida a Albert Einstein e Antonio Banderas interpretou Pablo Picasso. O anúncio da 3ª temporada foi feito poucos dias antes da estreia da 2ª. “Genius – A Vida de Pablo Picasso” (título nacional) irá ao ar em 22 de abril, às 21h45, no canal NatGeo.
Seven Seconds é cancelada pela Netflix após uma temporada
A série criminal “Seven Seconds” não terá 2ª temporada. A Netflix anunciou o cancelamento da atração, após apenas uma temporada. “Seven Seconds” foi disponibilizada em 23 de fevereiro e conquistou 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Veena Sud (“The Killing”), a série deveria trazer uma história diferente por ano, mantendo um estilo de antologia. Assim, a 1ª temporada contou uma história completa, explorando as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco. A ideia do título era que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências disso duram uma eternidade. Seu grande elenco destacava Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”).
Projetos de séries sobre o escândalo sexual do presidente Bill Clinton são cancelados nos EUA
Dois projetos de séries envolvendo o escândalo sexual do ex-presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky foram arquivados nos Estados Unidos: a minissérie “The Breach”, no canal History, e a adaptação do caso na série de antologia “American Crime Story”, do canal FX. “The Breach” deveria ser a primeira parte de uma nova série de antologia, “The Commanders” que dramatizaria “momentos cruciais da história dos EUA, que definiram o legado dos homens que serviram como presidentes dos Estados Unidos – do primeiro, George Washington, ao 42º, Bill Clinton”, segundo comunicado. As outras séries limitadas, sobre presidentes americanos como Ronald Reagan, Franklin Delano Roosevelt, Theodore Roosevelt e Thomas Jefferson, continuam em desenvolvimento. O capítulo de Clinton tinha sido anunciado como um thriller político focado no escândalo criado em torno da revelação de que o presidente estava tendo um caso com Monica Lewinsky, estagiária da Casa Branca. A produção seria baseada no livro “The Breach: Inside the Impeachment and Trial of William Jefferson Clinton” em que Peter Baker, jornalista do jornal Washington Post, afirma que o presidente quase renunciou no ápice do escândalo. Já a versão de “American Crime Story” estava sendo planejada para o quarto ano da atração, que acaba de encerrar sua 2ª temporada. A Fox 21 Television Studios e a FX Productions, parceiras do produtor Ryan Murphy no projeto, compraram os direitos de adaptação do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, de Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. Segundo o site The Hollywood Reporter, Murphy já estava trabalhando em ritmo acelerado na pré-produção, buscando atrizes para interpretar Monica Lewinsky e sua colega Linda Tripp, responsável por gravar secretamente as conversas da ex-estagiária com Bill Clinton. Mas, de repente, mudou de ideia, e informou a decisão em primeira mão a Monica Lewinsky, que encontrou em uma festa de Hollywood. “Eu disse para ela: ‘Ninguém deveria contar a sua história a não ser você, e é nojento se o fizerem. Se você quiser produzir comigo, eu adoraria, mas você deve ser a produtora e ganhar todo o dinheiro”, revelou o criador de “Glee” e “American Horror Story”, em entrevista ao THR. A 3ª temporada de “American Crime Story” vai girar em torno da tragédia do furacão Katrina e, no momento, não há mais nenhum tema definido para o quarto ano da atração.
Olivia de Havilland, de 101 anos, perde ação contra a série Feud
A ação movida pela lendária atriz Olivia de Havilland contra a série “Feud” não foi aceita pela justiça americana. O processo foi descartado pelo tribunal de Los Angeles nesta segunda (26/3). A atriz de 101 anos de idade acusava o canal FX de distorcer a verdade e manchar sua reputação ao retratá-la na 1ª temporada de “Feud”, na qual ela foi vivida por Catherine Zeta-Jones. Mas, no entendimento da Justiça americana, o direito da última estrela viva de “…E o Vento Levou” não está acima do direito da liberdade de expressão e criação, estabelecidos na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. A 1ª temporada de “Feud” era centrada na famosa rivalidade entre outras estrelas de Hollywood: Bette Davis, interpretada por Susan Sarandon, e Joan Crawford, encarnada por Jessica Lange. De Havilland é a única atriz viva dentre os personagens retratados na série. A advogada da atriz, Suzelle Smith, afirmou ante ao tribunal que a produção passa uma imagem negativa de sua cliente e viola seu direito à privacidade, ao mostrá-la na ficção referindo-se a sua irmã, Joan Fontaine, como uma “cadela” (“bitch”). “Uma das razões principais do grande respeito do público por Olivia de Havilland é que em sua carreira de mais de 80 anos sempre se negou a se envolver em fofocas de Hollywood sobre as relações entre os outros atores”, afirma a ação. Já a advogada do canal pago, Kelly Klaus, alegou em juízo que a ficção documental não se propõe a contar a história literalmente. “Essa é a função dos documentários”, afirmou. O tribunal de apelação não discutiu o mérito da calúnia, que seria outra ação, apenas considerou que a produção “Feud” estaria protegida constitucionalmente. Além disso, a Primeira Emenda exime os criadores de pagar pelos direitos da vida de alguém – porque a vida não é uma obra intelectual. “A decisão é uma vitória para a comunidade criativa e para a Primeira Emenda”, comemorou Ryan Murphy, criador da série, em um comunicado. “A vitória de hoje dá a todos os criadores o espaço necessário para respirar e continuar a contar histórias históricas importantes inspiradas em eventos reais. Acima de tudo, é um ótimo dia para a expressão artística e um lembrete de quão preciosa nossa liberdade permanece.”
8ª temporada de American Horror Story será protagonizada por Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates
A produção da 8ª temporada de “American Horror Story” já começou a definir seu elenco. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor Ryan Murphy revelou que Sarah Paulson, Evan Peters e Kathy Bates vão retornar na nova história da antologia de terror. “Kathy e Sarah Paulson terão um monte de coisas ótimas para fazer”, Murphy disse à publicação. “Assim, com Evan Peters, os três serão os protagonistas deste ano.” Do trio, apenas Bates não participou da 7ª temporada. Ela não estava disponível durante o ano passado, devido à produção de sua série na Netflix. Mas como “Disjointed” – que era um horror de verdade – foi cancelada, seu retorno foi rapidamente arranjado. Ela vai retomar a trajetória iniciada na 3ª temporada, que lhe valeu três indicações ao Emmy e uma vitória na premiação em 2014. A Entertainment Weekly também apurou que a 8ª temporada pode ter o subtítulo de “Radioactive”. O canal pago americano FX ainda não anunciou a data de estreia dos novos episódios.
Site afirma que Black Mirror terá episódio gravado no Brasil
A 5ª temporada da série “Black Mirror” teria um episódio passado no Brasil. Segundo fontes do site BuzzFeeds News, uma equipe internacional estaria de viagem marcada para as gravações, que aconteceriam em São Paulo e no Rio durante abril. O site afirma ter obtido a informação de três profissionais brasileiros que foram contratados para prestar apoio à equipe, e teve acesso aos seus contratos, todos com cláusulas de sigilo. Eles trabalhariam para a Conspiração Filmes. O set deve ser misto, com profissionais locais e estrangeiros, mas a equipe brasileira ainda não viu o roteiro do episódio. Nem a produtora, nem a Netflix confirmaram a notícia. A série, que gravou as primeiras temporadas no Reino Unido, seu local de origem, começou a rodar o mundo quando passou a ser produzida pela Netflix na 3ª temporada. Alguns episódios foram gravados em Toronto, no Canadá, na Almeria, cidade no sul da Espanha, na capital islandesa Reykjavik, no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, e em Lanzarote, uma das ilhas Canárias. Caso a gravação se confirme, não será a primeira vez que uma produção da Netflix usa o país como locação. Em 2016, o elenco de “Sense8” veio participar da parada LGBT de São Paulo e gravou cenas que foram exibidas na 2ª temporada da série. O anúncio da renovação de “Black Mirror” foi feito na segunda (5/3) pela Netflix, que não deu maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a 5ª temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição.
Série Black Mirror é renovada para sua 5ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “Black Mirror” para sua 5ª temporada. A novidade foi compartilhada no Twitter, por meio de um vídeo da série, que se encerra com o anúncio de que a atração “volta logo em seguida”. O anúncio não foi acompanhado de maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a próxima temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição. A série sci-fi britânica, criada por Charlie Brooker, teve seis episódios nas duas últimas temporadas, quando passou a ser produzida com exclusividade para a Netflix. Mas os dois primeiros anos foram feitos pelo Channel 4 britânico e tiveram, respectivamente, três e quatro episódios. Confira o anúncio abaixo. The future will be brighter than ever. pic.twitter.com/slVeg3VPd7 — Black Mirror (@blackmirror) March 5, 2018
Série de terror Lore é renovada para a 2ª temporada
A Amazon renovou a série de terror “Lore” para sua 2ª temporada. Com formato de antologia, a produção é baseada num podcast que relata histórias paranormais supostamente reais, que deram origem aos mitos e lendas dos dias atuais. A série foi lançada em outubro, num tom que mistura documentário e encenação e com apoio de um elenco formado por Robert Patrick (série “Arquivo X”), Kristin Bauer van Straten (série “True Blood”), Adam Goldberg (série “Fargo”), Holland Roden (série “Teen Wolf”), Colm Feore (série “House of Cards”) e Campbell Scott (também de “House of Cards”). As gravações dos novos episódios vão começar em abril com outros atores convidados e produção de Ben Silverman (série “The Office”), Howard T. Owens (reality “Planet of the Apps”), Gale Anne Hurd (série “The Walking Dead”), Brett-Patrick Jenkins (reality “Face Off”), Glen Morgan (série “Arquivo X”) e Aaron Mahnke, o criador do podcast.
Ray Fisher entra na 3ª temporada de True Detective
O ator Ray Fisher, que viveu o super-herói Ciborgue em “Liga da Justiça”, entrou no elenco da 3ª temporada de “True Detective”. Ele vai viver o filho do protagonista, vivido por Mahershala Ali (vencedor do Oscar 2017 por “Moonlight”). A 3ª temporada contará a história de um crime macabro no coração da região de Ozark, no Arkansas, e um mistério que se aprofunda por décadas e se desenrola em três períodos de tempo diferentes. Como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). Além de Ali e Fisher, o elenco central também destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”) e Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Roteiristas de Doentes de Amor desenvolvem série sobre imigrantes nos Estados Unidos
O casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”, está desenvolvendo uma série de antologia para a Apple. Intitulada “Little America”, a série vai contar histórias da vida real sobre imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. Nanjiani e Gordon estão desenvolvendo o projeto junto de Alan Yang, co-criador de “Master of None”, e do produtor Lee Eisenberg, da série “SMILF”. “Doentes de Amor” foi o filme independente de maior bilheteria de 2017 nos Estados Unidos. E, além de disputar o Oscar, Nanjiani também é uma das estrelas da série “Silicon Valley”, que retorna para a sua 5ª temporada no dia 25 de março no canal pago HBO.
Remake de Amazing Stories é paralisado com saída dos produtores por “diferenças criativas”
A primeira série anunciada pela vindoura plataforma de streaming da Apple, o remake de “Amazing Stories” pode não sair do papel. Contratado como showrunner, Bryan Fuller (criador das séries “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”) se demitiu da produção, e com ele também foi embora o produtor Hart Hanson (criador de “Bones”). Ambos alegaram “diferenças criativas”. “Amazing Stories” é a terceira série consecutiva abandonada por Fuller. Ele criou os personagens, o conceito e escreveu os primeiros episódios de “Star Trek: Discovery”, antes de ser pressionado pela CBS a escolher entre aquela série e “American Gods”, que desenvolveu ao mesmo tempo. Após fazer sua opção e a 1ª temporada de “American Gods” ser considerada um sucesso de crítica, Fuller não se acertou com a produtora Fremantle sobre os rumos do segundo ano e preferiu deixar a série. Em relação a “Amazing Stories”, o desenvolvimento ainda era muito inicial e nenhum roteiro chegou a ser entregue. Fuller e Hanson alegaram que nem a Apple nem a produtora Amblin, de Steven Spielberg, criador da “Amazing Stories” original, compartilhavam suas visões para a série. A dupla pretendia atualizar a atração sob um viés mais sombrio de ficção científica, ao estilo de “Black Mirror”, mas Spielberg e a Apple esperavam algo mais leve, como a atração original. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), Clint Eastwood (“Sniper Americano”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. Com a saída dos produtores, o projeto do remake irá recomeçar do zero. Bryan Fuller, por sua vez, vai desenvolver outra série, baseada nas “Crônicas Vampíricas” de Anne Rice.
Novo trailer da série de terror Castle Rock traz referências aos livros de Stephen King
A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, misteriosa série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia acompanha a chegada do personagem de André Holland (“Moonlight”) na cidade fictícia que dá nome à produção. Ele cita a prisão de “Um Sonho de Liberdade” (1994) e se encontra com o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, criada por Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de um livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. Mas depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. Além de André Holland e e Scott Glenn, o elenco da atração inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”),Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia prevista para o verão norte-americano (entre junho e agosto).
Seven Seconds: Nova série policial da criadora de The Killing ganha trailer tenso
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Seven Seconds”, nova série de antologia criminal criada por Veena Sud (“The Killing”). A prévia explora as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco, com muito drama, suspense e tensão, explorando as repercussões do crime. A ideia do título é que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências duram uma eternidade. O grande elenco da atração destaca Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”). A estreia está prevista para 23 de fevereiro.











