Atriz da série clássica Melrose Place é processada por abuso de menor
A atriz Jamie Luner, que estrelou a série dos anos 1990 “Melrose Place”, está sendo processada em US$ 250 milhões por ter supostamente abusado de menor na época da série. Quem acusa é Anthony Oliver, que tinha 16 anos quando o suposto abuso aconteceu em 1998. Ele conta que conheceu Luner por meio de um amigo de seu irmão mais velho e, apesar de não ser ator, foi convidado para uma festa da atriz, onde alega que ela lhe serviu álcool e drogas antes de levá-lo a um quarto com uma terceira pessoa, um maquiador que teria demonstrado interesse sexual no jovem. Os três teriam praticado sexo oral e gravado em vídeo. Atualmente com 38 anos, Anthony Oliver diz que demorou duas décadas para denunciar o caso porque sua mãe trabalhava na política. Agora, por aconselhamento de seu terapeuta, decidiu vir à público, por meio de uma denúncia criminal e um processo civil. Ele registrou uma queixa na polícia de Los Angeles e agora abriu um processo, no qual alega que a experiência lhe afetou psicologicamente. Segundo consta no processo, ele “passou a não saber se se sente atraído por mulheres, homens ou por ambos” e também culpa a atriz por ter virado alcoólatra depois desse encontro. Para compensar este trauma, ele pede os US$ 250 milhões de indenização. A atriz negou as acusações e afirmou que são parte de um “esquema de extorsão”. De acordo com a defesa, o acusador Anthony Oliver tem um histórico de mover processos, tendo dado entrada em 27 ações nos últimos oito anos.
Uma Equipe Muito Especial: Filme estrelado por Madonna pode virar série
A Amazon está desenvolvendo uma série baseada no longa “Uma Equipe Muito Especial” (1992), da diretora Penny Marshall, sobre o primeiro campeonato de beisebol feminino, que aconteceu nos anos 1940 nos Estados Unidos. A produção original trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks como técnico da equipe. O projeto está a cargo dos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e, segundo o site The Hollywood Reporter, não será uma adaptação literal, mas “um olhar moderno” para a história. Não está claro se isso significa atualizar a trama para os dias de hoje. Neste caso, porém, a série não teria nada a ver com o filme, aproveitando apenas o título original (“A League of Their Own”) pelo pagamento dos royalties. Por enquanto, a série não foi encomendada oficialmente, apenas roteiros foram encomendados pelo serviço de streaming, que analisará as histórias para tomar uma decisão em relação à produção.
Diretor de Invocação do Mal vai adaptar o clássico Tommyknockers de Stephen King
Um dos poucos livros clássicos de Stephen King que permanecem inéditos no cinema vai virar uma produção de James Wan, o diretor e produtor da franquia “Invocação do Mal”. Trata-se de “The Tommyknockers”, escrito por King em 1987. Assim como “It – A Coisa”, o livro foi adaptado apenas como minissérie nos anos 1990. E Wan se juntou justamente ao produtor do filme “It”, Roy Lee, e ao produtor da versão televisiva de 1993, Larry Sanitsky, para adquirir os direitos da produção. Wan não deve dirigir o filme, mas, segundo a revista The Hollywood Reporter, está encabeçando discussões com interessados, entre estúdios de Hollywood e plataformas de streaming. “É um conto alegórico de vício (Stephen estava lutando com o seu na época), a ameaça da energia nuclear, o perigo da histeria em massa e o absurdo da evolução tecnológica. Temas tão relevantes hoje quanto o dia em que o romance foi escrito. É também uma história sobre o poder eterno do amor e a graça da redenção”, escreveu Sanitsky, que detém os direitos de exibição, em uma apresentação enviado a interessados na produção e obtido pela THR. Lançado no Brasil como “Os Estranhos – Tommyknockers”, o livro foi uma das primeiras incursões de King na ficção científica, e inclui vários clichês do gênero, como a população possuída de uma cidadezinha, ao estilo de “Vampiro de Almas” (1956). Mesmo assim, vendeu mais que todos os clássicos do escritor, incluindo “It”, “O Iluminado” e “Carrie”. A história se numa cidade no Maine – obviamente – que sofre a influência do vazamento de um gás perigoso vindo de uma nave espacial desenterrada. O gás começa a transformar as pessoas, dando-lhes habilidades aprimoradas, mas também tornando-as violentas e sujeitas a objetivos alienígenas. Apenas um homem se mostra imune, graças a uma placa de aço na cabeça, e tenta impedir os demais moradores. A minissérie da rede ABC, estrelada por Jimmy Smits, Marg Helgenberger e a ex-porn star Traci Lords, foi um enorme sucesso de audiência. Vinte anos depois, em 2013, a NBC anunciou que faria outra adaptação, mas esses planos nunca saíram do papel.
Filme sobre Edir Macedo já bate recordes de bilheteria antes da estreia
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, vai estrear nesta quinta (29/3) com 4 milhões de ingressos vendidos de forma antecipada, segundo informações da Record. Com isso, bateu o recorde de pré-vendas do cinema nacional, que pertencia à outra produção religiosa da Record, “Os 10 Mandamentos” (2,3 milhões de ingressos), e, de quebra, já virou o filme nacional mais bem-sucedido do ano, antes mesmo de chegar aos cinemas. O jornal O Globo quis verificar se a estratégia seguia a fórmula bem-sucedida de “Os 10 Mandamentos”, que apesar do recorde da época abriu com salas vazias. Isto porque integrantes da Igreja Universal teriam comprado e distribuído ingressos entre seus fiéis, que não foram ao cinema. A publicação, que pertence a grupo de comunicação rival da Record, questionou três grandes exibidoras para saber se elas firmaram alguma parceria com a Universal. Apenas a Kinoplex confirmou ter vendido pacotes de ingressos para pastores e grupos a partir de cem pessoas, nos quais todos pagam meia entrada. A UCI disse ter vendido ingressos para grupos, “como faz com qualquer filme”. E a Cinemark não se pronunciou. Já a rede Cinépolis anunciou um sorteio relacionado à compra de ingressos, que daria direito a uma viagem a Israel para o vencedor, “com um acompanhante e seu líder religioso”, além de mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Em comunicado, a Universal negou comprar ingressos, mas diz estimular a ida dos fiéis ao cinema. “A imprensa, embasbacada com o espetacular sucesso de bilheteria que se anuncia, esforça-se para inventar uma explicação fajuta para o maior fenômeno cinematográfico brasileiro do ano — ou, talvez, de todos os tempos”, diz o comunicado da Igreja, que ainda chama a imprensa de “rancorosa e preconceituosa”. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estariam negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Elenco de Dawson’s Creek se reúne em comemoração aos 20 anos da série
O elenco da série “Dawson’s Creek” voltou a se reunir para uma sessão de fotos e entrevista da revista Entertainment Weekly, dedicada aos 20 anos da atração. O reencontro foi completo, com participação de todos os protagonistas, incluindo o quarteto central formado por James Van Der Beek (Dawson), Katie Holmes (Joey), Joshua Jackson (Pacey) e Michelle Williams (Jen). Também marcaram presença os principais coadjuvantes: Kerr Smith (Jack), Meredith Monroe (Andie), Busy Philipps (Audrey) e Mary Beth Peil (vovó Evelyn). Uma das séries adolescentes mais famosas da televisão americana, a atração criada por Kevin Williamson (que posteriormente fez “The Vampire Diaries”) e produzida por Greg Berlanti (o atual manda-chuva das séries da DC Comics) durou seis temporadas, encerrando-se em 2003. O elenco ainda tentou manter contato, mas eles confessam que acabaram se afastando com o tempo. “Acho que todos nós já nos encontramos desde o final da série, mas não todo mundo desse jeito”, apontou Katie Holmes. Berlenti definiu o lugar conquistado pela série na história da TV. “’Dawson’s’ sempre foi muito pura e muito americana. Eu acho que se as pessoas querem uma imagem perfeita de como foi crescer nos EUA durante os anos 1990, ‘Dawson’s’ é a série certa para isso”, descreve. “Eu amo ‘Dawson’s Creek’ e o fato de ter 20 anos e as pessoas ainda falaram dela, é muito recompensador”, resumiu Williamson Veja abaixo um vídeo com a entrevista nostálgica e as fotos tiradas para a comemoração.
Atriz de Star Trek se casa com filho de Leonard Nimoy
A atriz Terry Farrell, que interpretou a personagem Jadzia na série “Star Trek: Deep Space Nine” nos anos 1990, se casou na segunda-feira 26/3) com Adam Nimoy, filho de Leonard Nimoy, o Spock original da franquia. O casamento aconteceu justamente no dia em que Leonard Nimoy completaria 87 anos. O ator morreu em fevereiro de 2015, de uma doença pulmonar. Farrell e Nimoy ficaram noivos na metade do ano passado e o casamento aconteceu em San Francisco, nos Estados Unidos. Freakin AWESOME day!!!!!!! Love ya all! Aka: Mrs. Adam Nimoy ?❤️? https://t.co/i6AVzPxR8q — Terry Farrell (@4TerryFarrell) March 27, 2018
Agente Coulson vai voltar ao cinema no filme da Capitã Marvel
Os fãs do agente Coulson, que pediam o retorno do personagem vivido por Clark Gregg aos filmes da Marvel, tiveram uma boa notícia nesta segunda (26/3), quando o estúdio anunciou os integrantes finais do elenco de “Capitã Marvel”. Entre os nomes confirmados, Clark Gregg vai voltar a viver Coulson no cinema. Ele não aparecia num filme da Marvel desde “Os Vingadores”. Mas sua participação não significa que os heróis descobrirão que ele foi ressuscitado (na série “Agents of SHIELD”), após ser abatido por Loki no filme de 2012. Afinal, “Capitã Marvel” é um prólogo. O filme se passa anos antes de Tony Stark virar o Homem de Ferro. Segundo revelou o produtor Kevin Feige, a trama é localizada na década de 1990. Coulson deve aparecer entre outros agentes da SHIELD na produção, que também terá participação de Samuel L. Jackson reprisando o papel de Nick Fury. Por ser um prólogo, o filme também incluirá dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. “Capitã Marvel”, que tem Brie Larson como a protagonista, tem estreia marcada para 14 de março de 2019 no Brasil.
Street Fight vai virar série de TV
O jogo clássico “Street Fighter” vai virar uma série live action. A equipe responsável pela websérie “Street Fighter: Assassin’s Fist” vai produzir o projeto para o estúdio canadense eOne. A trama será baseada no jogo “Street Fighter II: The World Warrior”, de 1991, centrando-se em quatro protagonistas da franquia: Ryu, Ken, Guile e Chun-Li. Enquanto competem num torneio de lutas, eles se unem para derrubar o vilão M. Bison, o gênio do mal que dirige Shadaloo, uma organização criminosa global. Os produtores Joey Ansah, Jacqueline Quella e Mark Wooding devem trabalhar com a equipe de “Street Fighter: Assassin’s Fist”, séria lançada em 2014 na internet, no canal Machinima, mas contarão com um orçamento bem maior para a produção televisiva. Ansah escreveu e dirigiu a série de 12 episódios da série, que Wooding e Quella produziram. A atração foi vista por 16 milhões de espectadores e saudada na época como uma das melhores e mais fiéis adaptações da franquia de jogos até hoje. Após esse sucesso, a Capcom chegou a anunciar planos para uma sequência, “Street Fighter: World Warrior”, que acabou sendo transformada no projeto da nova série de TV. “’Street Fighter’ é uma franquia global, tendo conquistado imenso sucesso comercial em todo o mundo e construído uma vasta base de fãs dedicados que só cresceu em seu legado de 30 anos. Estamos entusiasmados por nos unirmos a Joey, Jacqueline e Mark, que já estão profundamente ligados a essa marca, para trazer essa história adorada para o público de televisão em todos os lugares”, disse Mark Gordon, presidente e diretor de conteúdo da eOne, em comunicado. “O apelo especial de ‘Street Fighter’ é a ampla gama de personagens etnicamente diversos e mulheres poderosas apresentadas no jogo. Isso nos permitirá construir um universo de TV inclusivo e envolvente”, acrescentou. Desenvolvido pela Capcom, “Street Fighter” é uma das franquias de videogame mais conhecidas e bem-sucedidas do mundo. Em seu lançamento original em arcade, em 1987, ela estabeleceu muitas das convenções do gênero dos jogos de luta. E, mais de três décadas depois, continua a ser uma das marcas mais vendidas da Capcom, atrás apenas de “Resident Evil” e “Monster Hunter”. Vale lembrar que a franquia já teve uma série animada em 1999 e foi adaptada para o cinema em dois filmes fraquíssimos: “Street Fighter: A Última Batalha” (1994), estrelado por Jean-Claude Van Damme e a cantora Kyle Minogue, e “Street Fighter: A Lenda de Chun-Li” (2009), com atriz de TV Kristin Kreuk.
Fotos e vídeo voltam a flagrar Brie Larson com o uniforme verde da Capitã Marvel
A atriz Brie Larson voltou a ser flagrada com o uniforme verde de “Capitã Marvel”, desta vez em vídeo e fotos, durante filmagens realizadas na área de Los Angeles. É a terceira vez que surgem imagens desse uniforme, que não é o mais conhecido dos quadrinhos, embora possa servir de referência ao traje usado por Mar-Vell (personagem de Jude Law no filme) em sua estreia nos quadrinhos dos anos 1960. O detalhe curioso é que a Marvel só confirmou que as filmagens de “Capitã Marvel” começaram nesta semana. Isto pode indicar que as fotos de janeiro foram tiradas durante a produção de um dos filmes dos Vingadores – “Vingadores: Guerra Infinita”, que estreia em abril, ou “Vingadores 4”, previsto para 2019. Mas isso criaria um paradoxo, porque a Marvel adiantou que o filme da heroína se passa nos anos 1990. E como ela deve terminar a trama com seu uniforme tradicional, não faria sentido aparece com o traje verde numa trama passada nos dias atuais. Ou será que o uniforme verde será adotado no filme inteiro? Um mistério, que só deve ser abordado quando “Capitã Marvel” estiver mais próxima de sua estreia. No Brasil, a previsão é para 14 de março de 2019. Get ready and KICK ASS! #CaptainMarvel pic.twitter.com/zIhjf1z1Mh — Captain Marvel News? (@CaptMarvelNews) March 20, 2018
Veja o trailer e as fotos do final de Arquivo X
A Fox divulgou o trailer e imagens do final da 11ª temporada de “Arquivo X”. A prévia mostra o aguardado encontro de Mulder (David Duchovny) com seu filho William (Miles Robbins) e o confronto com o Canceroso (William B. Davis). Intitulado “My Struggle IV”, o episódio pode ser o último produzido da atração, após Gillian Anderson afirmar que não voltará a interpretar Scully em uma nova temporada. Embora a Fox não tenha se comprometido com temporadas adicionais além da atual, o criador da série Chris Carter já afirmou que não concebeu o último episódio como um final da atração. O episódio vai ao ar nesta quarta (21/3) nos Estados Unidos e na próxima semana no Brasil.
Brie Larson é flagrada com uniforme de Capitã Marvel em vídeo
Brie Larson foi flagrada novamente com o uniforme verde de “Capitã Marvel” num vídeo amador feito do interior de uma empresa de nutrição. É a segunda vez que surgem imagens desse uniforme, que não é o mais conhecido dos quadrinhos. O destalhe curioso é que só agora a Marvel confirma que as filmagens de “Capitã Marvel” começaram. Isto pode indicar que anteriormente ela estava rodando cenas para um dos filmes dos Vingadores – “Vingadores: Guerra Infinita”, que estreia em abril, ou “Vingadores 4”, previsto para 2019. Mas isso criaria um paradoxo, porque a Marvel adiantou que o filme da heroína se passa nos anos 1990. E como ela deve terminar a trama com seu uniforme tradicional, não faria sentido aparece com o traje verde numa trama passada nos dias atuais. Um mistério, que só deve ser abordado quando “Capitã Marvel” estiver mais próxima de sua estreia. No Brasil, a previsão é para 14 de março de 2019. Its a MARVEL-ous Monday when you get a sneak peak of @marvelstudios shooting the new Captain Marvel outside of @questnutrition HQ!! ??? #marvel #marvelousmonday #onaquest #captainmarvel #nerdgirl #geekingout #wheresmycameo #quest #questnutrition #brielarson #comicnerd ? by @cpagaduan Uma publicação compartilhada por Nicki Robbins (@livingonaquest) em 19 de Mar, 2018 às 5:33 PDT
Mulheres prestam queixa criminal contra Steven Seagal por estupro e agressão sexual
Duas mulheres que anteriormente acusaram Steven Seagal de estupro e agressão sexual ofereceram relatos mais detalhados dos alegados abusos do ator, durante uma entrevista coletiva organizada pela advogada Lisa Bloom. As acusadoras prestaram queixa criminal e também vão processar o ator em busca de uma indenização financeira. “Steven Seagal pode ser uma grande estrela de ação”, introduziu Bloom. “Mas são Faviola e Regina que estão abrindo uma ação agora”, completou a advogada, referindo-se à modelo holandesa Faviola Dadis e a ex-aspirante a atriz Regina Simons. Simons relatou que tinha acabado de trabalhar como figurante no filme de Seagal “Em Terreno Selvagem” (1994), quando o ator a convidou para uma festa em sua casa. Quando ela chegou, ninguém mais estava lá. Ele a conduziu a um quarto com o pretexto de lhe mostrar algo e, segundo seu relato, a estuprou. “Fui apanhada de surpresa. Seagal era mais do dobro do meu tamanho e duas vezes mais velho. Eu não era sexualmente ativa, nem eu nunca estive nua na frente de um homem antes. Eu congelei”, disse Simons, que tinha 18 anos na época. “Lembro dele abrir o robe e a próxima coisa que percebi que ele já estava dentro de mim. Não houve nada consensual nisso.” Ela relatou que saiu correndo e dirigiu de volta para casa em lágrimas. “Isso mudou completamente a trajetória da minha vida”, disse ela. “Eu achei difícil comer ou dormir. Eu me esforcei para formar relacionamentos saudáveis”, acrescentando ter se sentido encorajada pelo movimento #MeToo para apresentar sua história. “Pela primeira vez em 25 anos, isso me permitiu processar o que aconteceu e trabalhar com a dor”, disse Simons, lutando contra as lágrimas diante da imprensa. “Rezo para que meu agressor também possa se curar. Eu quero que ele esteja ciente, eu quero que ele reconheça o que aconteceu e peça desculpas “. Dadis, por sua vez, contou que ela era um modelo de 17 anos quando deixou a Holanda em 2002 para buscar uma carreira de atriz em Los Angeles. Um produtor de música a apresentou à Seagal, que a convidou para um teste para um papel num filme sobre Genghis Khan. Ela disse que os dois se compartilhavam interesses comuns pelo budismo e as artes marciais, o que os fez compartilhar mensagens de texto e telefonemas. Até que Seagal solicitou uma audição “privada” num hotel em Beverly Hills, onde ele poderia “avaliar minha figura para ver se eu seria adequada para o papel”. Um assistente instruiu-a a chegar de biquíni ou sutiã e calcinha sob da roupa, um pedido que ela concordou, observando que era “bastante padrão” no negócio de modelagem. Um assistente escoltou Dadis para o encontro noturno com Seagal, depois a deixou sozinha com o ator e seu guarda-costas pessoal. “Steven me pediu para tirar minhas roupas, o que eu fiz, embora estivesse nervosa, considerando que não havia outros indivíduos presentes, e desfilar pela sala para ele”, disse Dadis. Seagal se aproximou dela sugerindo que eles representam uma “cena romântica” para testar sua química. “Eu me senti desconfortável porque estava de biquíni, e eu expressava timidamente isso”, disse Dadis. “No entanto, em vez de respeitar os meus limites, Seven deslizou a mão sob a parte parte superior do biquíni e começou a beliscar os mamilos e, ao mesmo tempo, deslizou a mão na minha área vaginal”. Dadis interrompeu o ator, juntou suas roupas e saiu. Ela não retornou suas chamadas telefônicas subsequentes e não falou a ninguém sobre o que aconteceu até que amigos e familiares notaram uma mudança em seu comportamento. “Ele achou que eu deveria saber o que significava fazer um teste tarde da noite”, disse Dadis. “Por isso, demorei a perceber que não era minha culpa. Eu tinha sido aproveitado por alguém com muito poder”, ela compeltou
Astro de Limitless será o filho de Murphy Brown no revival da série clássica
O ator Jake McDorman, protagonista da injustamente cancelada “Limitless”, vai voltar à TV no elenco do revival de uma série clássica. Ele será a principal novidade do resgate de “Murphy Brown”, no papel de filho da personagem-título. Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, “Murphy Brown” voltará à TV após 20 anos, tempo suficiente para o filho da protagonista ter atingido a maturidade. Na retomada da produção, Avery Brown será apresentado como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se mostra muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. A série original, que foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhava os bastidores de um telejornal. Murphy Brown era a jornalista celebridade do programa, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo e, quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Além do filho já adulto, as novidades do revival vão incluir um novo personagem, vivido por Nik Dodani (da série “Atypical”), que terá a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Segundo o site Deadline, a produção terá 13 episódios e deverá refletir os dias atuais, com a proliferação das notícias falsas (fake news) e o estilo de governança pelo Twitter de Donald Trump, mas ainda não há previsão para a estreia.












