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    Instinto Selvagem: Sharon Stone diz que estapeou diretor por filmá-la sem calcinha

    19 de março de 2021 /

    A atriz Sharon Stone revelou ter dado um tapa na cara do diretor Paul Verhoeven após ver pela primeira vez sua famosa cena sem calcinha no suspense “Instinto Selvagem”, de 1992. A novidade veio à tona num trecho de sua autobiografia, que foi antecipado pela revista Vanity Fair. Intitulado “The Beauty of Living Twice”, o livro será lançado em 30 de março nos EUA. Stone alegou que sua icônica “cruzada de pernas” foi filmada sem seu consentimento. Ela afirmou ter sido enganada por Verhoeven para ficar sem calcinha durante as filmagens. O cineasta teria dito que a peça íntima estava “refletindo na luz” e a convenceu a tirá-la, prometendo que não filmaria nada indevido. Por isso, se disse surpreendida pela inclusão da cena reveladora. “Fui chamada para assistir ao filme após encerrarmos as filmagens. Não éramos apenas eu e o diretor, era uma sala cheia de agentes e advogados, a maior parte deles não tinha nada a ver com o projeto. E foi assim que vi a cena com a minha vagina pela primeira vez, após me dizerem que ‘não veremos nada, só precisamos que você remova a calcinha por ela estar refletindo na luz e assim dá para saber que você está de calcinha”, escreveu a atriz em sua autobiografia. Ao contar a história, ela também rebateu as alegações de Verhoeven de que a cena teria sido filmada com seu consentimento. “Sim, há muitos pontos de vista em relação a esse tema, mas levando-se em conta que sou eu a dona da vagina em questão, posso dizer: os outros pontos de vista são uma besteira. Agora, a questão é. Não importa mais. Era eu e as minhas partes lá. Eu decidi fazer. Eu fui até a sala de projeção e dei um tapa na cara do Paul e saí, entrei no meu carro e liguei para o meu advogado, Marty Singer”, contou Apesar de ter considerado processar o diretor e os produtores do filme, ao final Stone concluiu que a cena era relevante para o contexto da história. A cruzada de pernas marcou época. “Instinto Selvagem” estourou nas bilheterias, Sharon Stone virou sex symbol, tornou-se uma atriz requisitadíssima, seu salário para novos projetos se multiplicou e ela até recebeu uma indicação ao Globo de Ouro por viver a psicopata sexy Catherine Tramell no filme de Verhoeven. Em 2006, ela estrelou a continuação do filme, evocando a cena icônica no cartaz do lançamento – desta vez, um fracasso de bilheterias. Veja abaixo a cruzada de pernas mais famosa do cinema e a capa do livro de memórias de Sharon Stone.

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    Atriz de Punky revela lado sombrio da carreira infantil em documentário

    12 de março de 2021 /

    A atriz Soleil Moon Frye, que marcou época como a personagem-título de “Punky – A Levada da Breca”, em meados dos anos 1980, assina um documentário que foi lançado na plataforma americana Hulu nesta sexta-feira (12/3). Produzido por seu amigo Leonardo DiCaprio, o filme se chama “Kid 90” e traz a atriz relembrando o lado nada infantil de sua carreira como estrela mirim, regada por excessos com entorpecentes, além de apresentar histórias de bastidores das filmagens com outros atores infantis da época. Dirigido e apresentado por Soleil, “Kid 90” traz imagens dela durante toda a sua juventude, mas se concentra na sua transição para a adolescência, após o fim da série infantil. “Fazíamos coisas que adolescentes fazem, só que acontecia de estarmos em Hollywood”, explicou a atriz em entrevista sobre o projeto para o The New York Times. Sobre o fato de DiCaprio produzir seu filme, ela contou que ambos faziam parte do mesmo grupo de astros infantis. “Havia umas 12 crianças na indústria, então a gente se conhecia”, citando outros amigos famosos como Brian Austin Green, Daniel O’Connor, Jenny Lewis, David Arquette, Jonathan Brandis, Sara Gilbert, Kevin Connolly e Charlie Sheen. Entre outras coisas, o documentário revela que Soleil perdeu a sua virgindade com Sheen quando tinha 18 anos, logo depois de se mudar para Nova York. Os dois tiveram um caso, mas segundo ela, nunca foi um namoro sério. Além disso, Soleil diz que Jenny Lewis, que se tornou uma cantora famosa na cena indie, era sua fornecedora de drogas, enquanto David Arquette era seu companheiro na hora de usar heroína. Livre das drogas, Soleil hoje tem quatro filhos, de seu casamento com o produtor Jason Goldberg, que durou de 1998 a 2020. Atualmente, ela estrela uma continuação de sua série clássica. “Punky Brewster” (o mesmo título original de “Punky – A Levada da Breca”) traz Soleil Moon Frye como uma Punky adulta e mãe divorciada de três crianças, prestes a incluir uma quarta menina adotada na família. A nova série foi lançada em 25 de fevereiro nos EUA, na plataforma de streaming Peacock. Veja o trailer de “Kid 90”, em que a atriz relembra “os velhos tempos”.

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    Leon Gast (1936 – 2021)

    8 de março de 2021 /

    O documentarista Leon Gast, vencedor do Oscar por “Quando Éramos Reis” (1996), que capturou em detalhes a luta “Rumble in the Jungle” de 1974 entre Muhammad Ali e George Foreman, morreu nesta segunda-feira (8/3), aos 85 anos. A causa da morte não foi divulgada. Gast começou sua carreira como diretor de fotografia de “Blonde on a Bum Trip”, uma produção hippie-psicodélica de 1968. Em 1974, ele viajou a Kinshasa, no país então chamado de Zaire (o Congo atual), para filmar um festival de música, mas no meio do trabalho resolveu se concentrar na luta entre Ali e Foreman, que registrou o momento histórico em que Ali recuperou o título dos pesos pesados com um nocaute em oito assaltos contra o jovem e favorito Foreman. Com o material do festival, ele lançou o curta “B.B. King: Live in Africa”, mas voltou com 300 mil pés de filme da luta que pretendia transformar num longa-metragem. Mas enfrentou uma série de dificuldades e, pela falta de recursos para concluir e lançar o documentário, seguiu filmando outros projetos musicais, como “Salsa” (1976), “The Grateful Dead Movie” (1977), que co-dirigiu com Jerry Garcia, e “Celia Cruz: Guantanamera” (1989). Ele explicou os desafios jurídicos que impediam o lançamento do filme numa entrevista ao jornal The Jersey Journal em 2011: “[o promotor de boxe] Don King processou, [o distribuidor] Hank Schwarz processou, [o promotor de música] Lloyd Price processou”… O filme só pôde ser visto quando o produtor David Sonenberg pagou uma fortuna para garantir todos os direitos em 1996. Assim que recebeu permissão para existir, “Quando Éramos Reis” teve reconhecimento imediato em sua première no Festival de Sundance, vencendo o Prêmio Especial do Júri. O filme também venceu o Critics Choice e o Spirit Award (o Oscar indie) de Melhor Documentário, antes de ser consagrado na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywoo. Cerca de duas décadas após sua filmagem original, o longa mudou a vida e a carreira de Gast. Seus projetos seguintes conseguiram apoios fartos financeiros, entre eles “Destrua essa Câmera” (2010), um retrato do pioneiro paparazzo Ron Galella, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Diretor de Documentário no Festival de Sundance. O cineasta também foi produtor executivo do documentário “The Trials of Muhammad Ali” (2013) da rede pública PBS, premiado com o Emmy.

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    Space Jam 2 vai corrigir sexualização de Lola Bunny

    5 de março de 2021 /

    O diretor Malcom D. Lee revelou que uma de suas missões em “Space Jam: O Novo Legado” foi corrigir o visual de Lola Bunny. A personagem, uma coelha que vira objeto de desejo do Pernalonga, chocou o diretor por sua sexualização no longa de 1996. “Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes. No nosso filme, ela é a melhor jogadora do time – sem contar o LeBron [James], é claro”, disse o diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Imagens adiantadas pela produção também revelam uma “nova Lola” completamente diferente do desenho dos anos 1990. Em vez da sex symbol de roupas curtas e curvas protuberantes, ela surge como uma garota esportista, em roupas largas que não a objetificam. Veja abaixo. Na entrevista, Lee também disse que Lola aparecerá inicialmente com as amazonas da Mulher-Maravilha, um dos vários mundos que integrarão a nova história. Ela inicialmente relutará em voltar para seu antigo time de basquete, apesar de ser a melhor jogadora. O novo “Space Jam” mostrará o Tune Squad, time dos Looney Tunes, enfrentando uma nova ameaça nas quadras de basquete. E para vencer o novo desafio, convocam ninguém menos que LeBron James, um dos maiores astros do esporte. Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (2017), em julho de 2019 – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia segue marcada, sem ter sido alterada pela pandemia, para julho de 2021. Lola Bunny redesign from 1996 > 2021 pic.twitter.com/Uc4uBX7FCT — SB® (@drakecereal) March 4, 2021

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    Pose vai acabar na 3ª temporada

    5 de março de 2021 /

    O canal pago americano FX anunciou que sua série inovadora “Pose” chegará ao fim em sua 3ª temporada. Como se já não fosse ruim o suficiente, a temporada final será a mais curta de todas, contando apenas com sete episódios. A série retorna em 2 de maio nos EUA, com a exibição de dois episódios, e o FX transmite o último capítulo no dia 6 de junho. Na fase final, a trama vai saltar de 1991 para 1994, quando a cena original dos salões de baile é uma memória distante para Blanca (MJ Rodriguez), que luta para equilibrar suas atividades como mãe, parceira de um novo amor e seu novo papel como auxiliar de enfermagem. Enquanto isso, à medida que a AIDS se torna a principal causa de morte de americanos com idades entre 25 e 44 anos, Pray Tell (Billy Porter) enfrenta problemas de saúde inesperados. Paralelamente, o surgimento de uma nova e poderosa casa força os membros da Casa Evangelista a lutar por seu legado. Embora o anúncio do final possa decepcionar os fãs, “Pose” deixou sua marca na História da TV ao apresentar um número recorde de personagens trans interpretados por atores trans, e também por transformar Billy Porter no primeiro homem assumidamente gay a ganhar o Emmy de Melhor Ator. Sem esquecer do feito de Janet Mock, a primeira mulher trans negra contratada como roteirista de uma série de TV, bem como a primeira trans a dirigir um episódio de TV. “Pose” também contratou o maior elenco de atores LGBTQIA+ de todos os tempos para uma série televisiva. “Pudemos contar a história exata que queríamos, como queríamos contá-la, e estou incrivelmente honrado e grato”, disse o co-criador Ryan Murphy em um comunicado divulgado nesta sexta-feira (5/3). A série premiada foi um dos últimos programas criados por Murphy no FX, antes de surpreender a indústria com sua mudança para a Netflix. Mas o co-criador Steven Canals permaneceu no canal, agora sob administração da Disney, e já está preparando outra série com tema LGBTQIA+ para exibição no FX. Canals também se manifestou sobre o final da série. “‘Escreva o programa de TV que você quer assistir! Isso é o que me disseram em 2014 enquanto concluí meu mestrado em roteiro”, disse o produtor no comunicado. “Na época, não víamos muitos personagens negros e latinos – que por acaso também eram LGBTQIA+ – preenchendo as telas. E então escrevi o primeiro rascunho de um piloto que o ‘eu mais jovem’ merecia. ‘Pose’ foi concebida como uma carta de amor para a comunidade underground dos salões de baile de Nova York, para minha amada Nova York, para minha família queer e trans, para mim mesmo. Eu, junto com meus incríveis colaboradores, nunca tive a intenção de mudar o cenário televisivo. Eu simplesmente queria contar uma história honesta sobre família, resiliência e amor. Tenho a sorte de ter feito isso por três temporadas. Estou muito grato aos nossos intrépidos escritores e elenco que fizeram ‘Pose’ ganhar vida, e me sinto comovido por nosso público leal, grato à comunidade dos bailes que confiou em nós para contar sua história, e pela crítica que nos abraçou calorosamente, além de eternamente grato a Ryan Murphy, FX e 20th Television por mudarem minha vida.” Ao lado dos criadores, o presidente da FX, John Landgraf, fez questão de registrar seus elogios ao trabalho desenvolvido. “As palavras não podem realmente expressar minha gratidão e apreço por aqueles que deram à FX e ao mundo o presente que é ‘Pose'”, disse o executivo. “Ryan Murphy, Steven Canals, nosso elenco incomparável e seus colaboradores criaram uma obra-prima e, ao fazer isso, deixaram um legado indelével que abrirá portas, novas portas, para a comunidade trans. ‘Pose’ é a prova de que nosso compromisso em dar mais oportunidades a escritores, diretores, produtores, atores e artesãos sub-representados não foi feito para sinalizar nossa virtude, mas sim porque nosso mundo está literalmente cheio de gênios inexplorados procurando nada mais do que uma chance para provar seu extraordinário talento, beleza e valor no mercado de histórias. ‘Pose’ sempre foi um drama familiar – um drama sobre aceitação e inclusão, dor e alegria, luta e perseverança e, acima de tudo, amor. A 3ª e última temporada é um final adequado e bonito para esta história.” Os elogios ainda ganharam eco de Dana Walden, presidente do conselho de entretenimento da Walt Disney TV. “‘Pose’ representa uma grande fonte de orgulho para todos nós da Disney Television Studios”, disse Walden. “Esta série demonstra o poder de nossa indústria para iluminar os sub-representados e apontar para nossa humanidade comum – e fazê-lo com brilho, bom gosto e pura fabulosidade! Um agradecimento especial a Ryan por nos apresentar a vozes como Steven Canals e Janet Mock, e abrir o caminho para que eles fizessem seu melhor trabalho. E embora estejamos tristes por nos despedirmos do programa no final desta temporada, o público está prestes a ter uma bela e emocionante viagem final.” Ryan Murphy finalizou: “‘Pose’ tem sido um dos maiores destaques criativos de toda a minha carreira. Desde o início, quando Steven Canals e eu sentamos para ouvir sua visão e ideias para o programa, tem sido um projeto apaixonante. Desde o início da minha carreira no final dos anos 1990, quando era quase impossível colocar um personagem LGBTQIA+ na televisão, até ‘Pose’ – que ficará na história por ter o maior elenco LGBTQIA+ de todos os tempos – foi uma evolução verdadeiramente completa para mim”, disse Murphy. “A história de ‘Pose’ pode terminar em 1996, mas seu impacto durará para sempre.”

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    Volta dos Animaniacs é renovada para 3ª temporada

    25 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu renovou a nova versão de “Animaniacs” para sua 3ª temporada. O anúncio de outra rodada de 10 episódios foi feito antes da estreia da 2ª temporada, que ainda não tem data, mas é esperada para este ano. O programa foi revivido em novembro passado, quando completou 22 anos fora do ar. A princípio, foram encomendadas duas novas temporadas simultâneas, num contrato firmado com as produtoras Warner Bros. Animation e Amblin Television (do cineasta Steven Spielberg). Por conta desse acordo, a renovação atual é, na verdade, a primeira encomenda de episódios inéditos desde que o projeto ganhou sinal verde. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e passaram a morar em segredo na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A cultuada série animada dos anos 1990 também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltaram em novos desenhos, em sua missão contínua para dominar o mundo. O revival conta com os dubladores originais e com o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).

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    Carla Diaz deixou Chiquititas porque achou que o mundo ia acabar no ano 2000

    21 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Carla Diaz fez uma revelação curiosa, que chocou e divertiu os participantes do “BBB 21”. Durante uma conversa registrada no reality show da rede Globo, ela contou que o motivo de sua saída da popular série infantil “Chiquititas” do SBT foi o medo de estar longe da família quando o mundo acabasse no ano 2000. Era a época em que se falava muito sobre o “bug do milênio” e profecias apocalípticas sobre a véspera do século 21. Estrela da trama do SBT entre os anos de 1997 e 1999, Carla tinha só 9 anos de idade e a produção de “Chiquititas” acontecia na Argentina, deixando-a afastada dos familiares. “Todo ano, minha mãe me perguntava se eu queria continuar”, contou. “E lembro que viviam falando naquela história de que o mundo iria acabar. Disse que queria parar”, relatou. “Pensei em ficar mais tempo com a minha família. Mas não disse para ela que tinha desistido por isso”, recordou a atriz. Depois de sua saída, “Chiquititas” teve só mais uma temporada, saindo do ar um pouco depois do fim do mundo, em 2001. Carla Diaz, por sua vez, entrou logo em seguida em “O Clone”, onde viveu sua personagem mais popular, a pequena Khadija. Para mostrar como essa época ficou distante, seu próximo papel nas telas é o oposto de inocente. A atriz é a estrela do filme “A Menina que Matou os Pais”, em que vive Suzane von Richthofen. Devido a pandemia de coronavírus, a produção está sem previsão de estreia.

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    Netflix revela trailer de documentário sobre o rapper Notorious B.I.G.

    15 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop” (Biggie: I Got a Story To Tell), documentário que retrata os muitos lados do rapper The Notorious B.I.G., também conhecido como Biggie Smalls e que nasceu Christopher Wallace. Um dos mais talentosos rappers dos anos 1990, Biggie foi assassinado em 1997 e já inspirou um filme sobre sua vida, “Notorious B.I.G. – Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), além de produções dedicadas à investigação de sua morte, como a minissérie “Unsolved” (2018) e o filme “City of Lies” (2018), com Johnny Depp. De acordo com a Netflix, o documentário “oferece um novo olhar sobre um dos maiores e mais influentes rappers de todos os tempos, feito por aqueles que o conheceram melhor. Produzido em colaboração com a família de Biggie, ‘A Lenda do Hip Hop’ é o retrato de um homem cuja rápida ascensão e fim trágico esteve no centro da tradição do rap por mais de 20 anos.” Dirigido por Emmett Malloy, que fez carreira dirigindo clipes de “rock” (de Metallica a Avril Lavigne), o filme apresenta imagens raras gravadas pelo melhor amigo de Wallace, Damion “D-Roc” Butler e novas entrevistas com amigos e familiares do rapper que foi assassinado em um tiroteio nunca solucionado em 9 de março de 1997, e teria relação com o assassinato de Tupac Shakur um ano antes. O filme tem produção executiva de Sean Combs, o produtor musical (também conhecido como Puff Daddy, P Diddy e Puffy) que lançou a carreira de Biggie, além de sua mãe, Voletta Wallace, Mark Pitts, Stanley Buchthal e Emmett e Brendan Malloy. “Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop” tem estreia marcada para 1º de março.

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    Nova versão de “A Outra Face” será continuação do filme de 1997

    12 de fevereiro de 2021 /

    O diretor Adam Wingard manifestou-se nas redes sociais sobre a notícia de que faria um remake de “A Outra Face”, thriller de ação de 1997 em que John Travolta e Nicolas Cage roubam a cara um do outro. “Eu nunca iria reimaginar ou refazer ‘A Outra Face’. É um filme de ação perfeito. Simon Barrett e eu estamos escrevendo uma continuação”, ele apontou em seu Instagram, grafando algumas palavras com caixa alta, ao lado de uma foto de Nicolas Cage gritando numa cena do longa. A explicação sugere que “A Outra Face” será um novo “Bruxa de Blair”. Wingard também fez uma continuação do filme de terror de 1999, que muita gente confundiu com remake por ter sido produzido com praticamente o mesmo título do original. Mas seu “Bruxa de Blair” realmente continuava a história de “A Bruxa de Blair”, ainda que de forma bastante marginal, via inclusão de uma parente de um personagem original. Isto significa que John Travolta e Nicolas Cage vão voltar aos papéis principais? Não necessariamente. Veja-se novamente “Bruxa de Blair”, que não repetiu nenhum integrante do filme original, embora eles fossem citados o tempo inteiro. O não remake é uma produção da Paramount Pictures, que escolheu o diretor do vindouro “Godzilla vs. Kong” para dirigir e escrever o roteiro com seu parceiro habitual Simon Barrett. O longa de 1997 acompanhava um agente do FBI que passava por um transplante facial para assumir a identidade de um terrorista. Mas o plano dá errado quando o vilão também começa a se passar pelo agente. Apesar de possuir uma premissa bastante absurda, o filme original se tornou o maior sucesso americano do diretor John Woo, com US$ 246 milhões em bilheteria mundial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adam Wingard (@adamwingard)

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    Diretor de “Godzilla vs. Kong” fará continuação de “A Outra Face”

    11 de fevereiro de 2021 /

    A Paramount Pictures escolheu o diretor Adam Wingard, do vindouro “Godzilla vs. Kong”, para comandar uma nova versão de “A Outra Face” (Face/Off), thriller de ação de 1997 em que John Travolta e Nicolas Cage roubavam a cara um do outro. O novo filme será uma continuação do original. Wingard, que não tem boas experiências com remakes/reboots (basta lembrar de seus “Death Note” e “Bruxa de Blair”), também escreverá o roteiro com seu parceiro habitual Simon Barrett. Isso significa que o estúdio descartou a ideia de Oren Uziel (“Paradoxo Cloverfield”), que estava escrevendo um primeiro esboço do projeto. Apesar de possuir uma premissa bastante absurda, o filme original se tornou o maior sucesso americano do diretor John Woo, com US$ 246 milhões em bilheteria mundial. O longa de 1997 acompanhava um agente do FBI que passava por um transplante facial para assumir a identidade de um terrorista. Mas o plano dá errado quando o vilão também começa a se passar pelo agente. Relembre abaixo o trailer do filme original.

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    Série baseada no filme True Lies tem piloto encomendado

    11 de fevereiro de 2021 /

    A rede CBS encomendou um piloto de série baseada no filme “True Lies”, thriller de ação de 1994 dirigido por James Cameron (“Avatar”) e estrelado por Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) e Jamie Lee Curtis (“Halloween”). A série vai partir da mesma premissa vista no cinema. Uma dona de casa suburbana insatisfeita fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão. Ao contrário do filme, a sinopse não menciona filhos. Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal no filme, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. Entretanto, James Cameron explora essa ideia há muito mais tempo – pelo menos há uma década. Por conta disso, o projeto já teve uma versão escrita por René Echevarria (criador de “The 4400”) e outra de Marc Guggenheim (um dos criadores de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”) – a do piloto recusado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade agora é de do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, mas James Cameron continua ligado à franquia como produtor executivo “True Lies” é a primeira encomenda de piloto da CBS para a temporada 2021-2022. Devido à paralisação da produção causada pela pandemia, a rede ainda está considerando alguns de seus pilotos da temporada passada.

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    Clarice: Comercial da nova série remete ao filme Silêncio dos Inocentes

    8 de fevereiro de 2021 /

    A rede CBS divulgou o comercial completo de “Clarice”, exibido durante o intervalo do Super Bowl (a final do campeonato americano). Com imagens simbólicas, a prévia remete ao pôster original e ao título em inglês do filme “O Silêncio dos Inocentes” (Silence of the Lambs, o silêncio dos cordeiros), que rendeu o segundo Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster, justamente pelo papel de Clarice Starling. A personagem agora é interpretada pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. Além de Jodie Foster, a personagem criada pelo escritor Thomas Harris também foi interpretada por Julianne Moore na continuação de “O Silêncio dos Inocentes”, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não vai citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. É que os direitos dos personagens estão divididos entre as produtoras MGM e Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar quem apareceu na série “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, sua colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para quinta-feira (11/2) nos Estados Unidos.

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    Personagens de Quanto Mais Idiota Melhor retornam em comercial com Cardi B

    3 de fevereiro de 2021 /

    Mike Myers e Dana Carvey ressuscitaram seus personagens de “Wayne’s World”, o esquete do humorístico “Saturday Night Live” que virou o filme “Quanto Mais Idiota Melhor” em 1993 (e sua continuação de 1994), para um comercial do Uber Eats que será exibido durante o intervalo do Super Bowl no próximo domingo (7/1). Disponibilizado antecipadamente no YouTube, o vídeo mostra que a dupla continua a mesma, apresentando seu programa sem orçamento, gravado num porão para um canal de acesso público sem audiência. Mesmo assim, eles ainda atraem participações de celebridades. Ninguém menos que a rapper Cardi B é a convidada da dupla no comercial, que é dedicado a destacar a importância de pedir comida em restaurantes locais. “Como um programa de TV de acesso local, queremos que todos apoiem os restaurantes locais”, diz Myers, com a peruca de Wayne Campbell, acompanhado por Carvey como Garth Algar, ambos trajados de forma “excelente” para os anos 1990. Vale destacar que a página oficial do Uber Easts no YouTube também postou uma versão estendida do comercial, com quase duas horas e meia de duração de “cenas de créditos”, que pode ser conferida abaixo.

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