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  • Série

    Ralph Macchio volta a viver Karatê Kid no primeiro teaser da série Cobra Kai

    15 de fevereiro de 2018 /

    O YouTube Red divulgou o primeiro teaser de “Cobra Kai”, série que vai mostrar a volta de Ralph Macchio ao papel de Daniel San, o Karatê Kid. Numa reviravolta da trama original, ele será coadjuvante de seu inimigo no filme clássico de 1984, Johnny Lawrence, vivido por William Zabka. A trama vai mostra que os dois “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. A trama vai girar em torno de seus esforços para reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, intérprete de Miyagi, que faleceu em 2005. Macchio e Zabka também serão produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia vai acontecer “em breve” no serviço de streaming do YouTube.

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  • Série

    Atriz de New Girl vai estrelar o piloto do remake de Super-Herói Americano

    13 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Hannah Simone já definiu seu próximo projeto após o fim da série “New Girl”. Ela foi contratada para estrelar o piloto de “The Greatest American Hero”, remake da série clássica “Super-Herói Americano”. Sucesso dos anos 1980, a comédia de super-herói vai tentar retornar do arquivo morto com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar seus poderes para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Simone foi uma das atrizes mais procuradas para estrelar pilotos em desenvolvimento nesta temporada. Ela recebeu múltiplas ofertas antes de escolher “The Greatest American Hero”. O projeto mantém a atriz, cujo pai é indiano, na produtora Fox, responsável por “New Girl” e que vai produzir a nova série, caso a rede ABC aprove o piloto. Ela será vista pela última vez no papel Cece, a melhor amiga de Jess (Zooey Deschanel), nos oito episódios finais de “New Girl”, que começam a ser exibidos em 10 de abril nos EUA.

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  • Série

    Trailer sangrento de The Americans mostra Paige em sua primeira missão secreta

    12 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer da 6ª e última temporada de “The Americans”, que traz cenas de violência e o casal Jennings coberto de sangue, enquanto Elizabeth (Keri Russell) tenta acalmar a filha Paige (Holly Taylor), elogiando a forma como ela manteve o disfarce, em sua primeira missão secreta. “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell e Matthew Rhys, que se passam por uma típica família americana nos anos 1980. Nem seus filhos sabiam de seu disfarce, até a mais velha descobrir a verdade há duas temporadas. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel da encarregada de transmitir as missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Michael Fassbender vai estrelar comédia kung fu passada nos anos 1980

    12 de fevereiro de 2018 /

    Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”) vai estrelar uma comédia de kung fu passada nos anos 1980, que também contará em seu elenco com David Hasselhoff (série “Supermáquina”). Trata-se de “Kung Fury II: The Movie”, a sequência em longa-metragem de um divertido curta feito por David Sandberg em 2015, em homenagem aos filmes trash de ação de 30 anos atrás. Não por acaso, a época em que a ação se passa é 1985, mesmo ano do cultuadíssimo “O Último Dragão”. Na trama, Miami é mantida segura sob o olhar atento de Kung Fury, o melhor policial do mundo. Seus Thundercops são a maior força policial, formada para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. Mas a morte trágica de um de seus membros faz com que o grupo se dissipe, ao mesmo tempo que um vilão misterioso nasce das sombras para auxiliar o Fuhrer na busca da arma definitiva. Assim, Kung Fury deve viajar pelo espaço e pelo tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Kung Fu de Miami e derrotar o mal de uma vez por todas. O longa também será dirigido por Sandberg, que ainda interpreta Kung Fury. Veja o curta original completo abaixo.

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  • Filme,  Série

    Série sci-fi clássica V – Visitantes vai virar filme

    12 de fevereiro de 2018 /

    O Desilu Studios anunciou que está desenvolvendo um filme baseado na clássica série sci-fi “V – Visitantes”. O roteiro da nova versão será escrito pelo criador da série original dos anos 1980, Kenneth Johnson. Chamado de “V – The Movie”, a produção pretende resumir a história da minissérie de duas partes, exibida pela rede NBC em 1983, sobre uma invasão alienígena. Na trama, criaturas de uma raça reptiliana chegavam em discos voadores à Terra, disfarçados de humanos e fingindo ter boas intenções. A minissérie se provou extremamente popular, inspirando uma sequência em 1984, “V – A Batalha Final”, e uma série em 1985, que foi cancelada na 1ª temporada. Seu remake de 2009 foi mais bem-sucedido, com duas temporadas e a brasileira Morena Baccarin no papel de líder da invasão, mas também saiu do ar sem encerrar a trama. Johnson não se envolveu com o remake, por supostas diferenças criativas com a rede NBC. Mas escreveu uma continuação literária, “V: The Second Generation”. Ele também criou as séries “O Incrível Hulk” (1977-1982), “A Mulher Biônica” (1976-1978) e “Alien Nation” (1989-1997), mas estava afastado há duas décadas. Seu último roteiro foi “Steel – O Homem De Aço” (1997), adaptação dos quadrinhos da DC Comics que foi enorme fracasso de público e crítica. “Estamos muito satisfeitos em nos juntar à Desilu para trazer essa história atemporal – e oportuna – de resistência contra a tirania no século 21”, disse Johnson em comunicado. “O filme de ‘V’ será o primeiro de uma trilogia cinematográfica que contará o conto épico completo da maneira que eu sempre imaginei”. Responsável pela produção, a Desilu foi fundada em 1950 pelo casal Desi Arnaz e Lucille Ball e se tornou a maior produtora independente de televisão nos Estados Unidos – lançou, entre outras, a franquia “Star Trek”. Ball comprou a parte do ex-marido Arnaz em 1962 e dirigiu a empresa por vários anos, até vender suas ações para a Gulf + Western. Posteriormente, a empresa tornou-se uma divisão televisiva da Paramount Pictures. Com a compra da Paramount pela Viacom, a biblioteca de séries clássicas da Desilu virou propriedade da CBS, mas a marca Desilu foi comprada pelo empresário Charles B. Hensley, que decidiu relançá-la no ano passado em Hollywood como um novo estúdio. “V – The Movie” é o primeiro projeto anunciado pelo estúdio revivido.

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  • Série

    Chucky, o brinquedo assassino, vai virar série

    10 de fevereiro de 2018 /

    O boneco assassino Chucky vai virar série. Segundo o site Bloody Disgusting, especializado em terror, o projeto está sendo desenvolvido por Don Mancini, criador da franquia. Mancini escreveu o roteiro de “Brinquedo Assassino” há 30 anos e desde então explora sem parar o boneco daquele filme. Ele escreveu todas as seis continuações e ainda dirigiu os três últimos longas do monstro de plástico. O projeto será uma continuação da trama do último filme, “O Culto de Chucky”, que foi lançado direto em DVD no ano passado. Em entrevista para o Bloody Disgusting, o roteirista-diretor afirmou que a série foi “deliberadamente configurada no final do último filme”, ​​acrescentando que o “tom é sombrio e perturbador”. Ele ainda adiantou que pretende usar o título do longa original de 1988 na série – “Child’s Play”, em inglês – e que Brad Dourif continuará a dublar Chucky, como em todos os filmes. “Child’s Play” também terá produção de David Kirschner, que produz os filmes de Chucky, mas ainda não possui canal definido nem previsão para de lançamento.

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  • Filme

    Remake de Um Salto para a Felicidade ganha novo trailer com Anna Faris

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Pantelion Films divulgou o segundo trailer de “Overboard”, remake da comédia clássica “Um Salto para a Felicidade” (1987), um dos grandes sucessos do diretor Garry Marshall (“Uma Linda Mulher”), originalmente estrelado pelo casal Goldie Hawn e Kurt Russell. A nova versão conta a mesma história, mas troca o gênero dos personagens. Desta vez, a loira é pobre e o homem rico. Anna Faris (série “Mom”) é uma mãe solteira que faz bico de faxineira e, após ser mal-tratada por um milionário, perde seu emprego. Mas o destino lhe permite uma oportunidade de ouro para se vingar. Isto acontece quando o personagem vivido pelo mexicano Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”) cai de seu um iate e perde a memória, esquecendo que é rico e arrogante. A mulher se apresenta no hospital como sua esposa e o leva para casa, fazendo-o cuidar das crianças e trabalhar em três empregos, crente que realmente é seu marido pobre. Além de Faris e Derbez, o elenco também conta com Eva Longoria (série “Desperate Housewives”) como a dona de uma pizzaria que emprega Kate. O papel não consta do filme original, mas é descrito de forma similar ao do melhor amigo do personagem de Russel – vivido por Michael G. Hagerty em 1987. O remake tem roteiro e direção de Bob Fisher e Rob Greenberg. O primeiro é roteirista de comédias de sucesso, como “Penetras Bons de Bico” (2005) e “Família do Bagulho” (2013) e fará sua estreia como diretor, enquanto Greenberg criou a série “We Are Men” e dirigiu episódios de várias sitcoms – de “Scrubs” a “How I Met Your Mother”. A estreia está marcada para 20 de abril nos Estados Unidos. Já o lançamento no Brasil ficou para alguns meses depois de sair em streaming, Blu-ray americano e DVD de camelô brasileiro, em 25 de outubro. Ruim para a Paramount, responsável pela distribuição nacional, se manter esta data.

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  • Série

    The Americans: Teaser anuncia data de estreia da última temporada

    10 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou o teaser da 6ª e última temporada de “The Americans”, que revela a data de estreia dos episódios finais. “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (série “Brothers & Sisters”), que se passam por uma típica família americana nos anos 1980. Nem seus filhos sabiam de seu disfarce, até a mais velha (Holly Taylor) descobrir a verdade há duas temporadas. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel de encarregada de transmitir missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.

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  • Série

    Remake de Amazing Stories é paralisado com saída dos produtores por “diferenças criativas”

    9 de fevereiro de 2018 /

    A primeira série anunciada pela vindoura plataforma de streaming da Apple, o remake de “Amazing Stories” pode não sair do papel. Contratado como showrunner, Bryan Fuller (criador das séries “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”) se demitiu da produção, e com ele também foi embora o produtor Hart Hanson (criador de “Bones”). Ambos alegaram “diferenças criativas”. “Amazing Stories” é a terceira série consecutiva abandonada por Fuller. Ele criou os personagens, o conceito e escreveu os primeiros episódios de “Star Trek: Discovery”, antes de ser pressionado pela CBS a escolher entre aquela série e “American Gods”, que desenvolveu ao mesmo tempo. Após fazer sua opção e a 1ª temporada de “American Gods” ser considerada um sucesso de crítica, Fuller não se acertou com a produtora Fremantle sobre os rumos do segundo ano e preferiu deixar a série. Em relação a “Amazing Stories”, o desenvolvimento ainda era muito inicial e nenhum roteiro chegou a ser entregue. Fuller e Hanson alegaram que nem a Apple nem a produtora Amblin, de Steven Spielberg, criador da “Amazing Stories” original, compartilhavam suas visões para a série. A dupla pretendia atualizar a atração sob um viés mais sombrio de ficção científica, ao estilo de “Black Mirror”, mas Spielberg e a Apple esperavam algo mais leve, como a atração original. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), Clint Eastwood (“Sniper Americano”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. Com a saída dos produtores, o projeto do remake irá recomeçar do zero. Bryan Fuller, por sua vez, vai desenvolver outra série, baseada nas “Crônicas Vampíricas” de Anne Rice.

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  • Magnum P.I.
    Filme

    Justin Lin vai dirigir o piloto do remake da série Magnum

    8 de fevereiro de 2018 /

    O cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) vai dirigir o piloto do remake de “Magnum”. E caso a série seja aprovada pela rede CBS, ele ganhará crédito de coprodutor. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização temporal, a principal diferença está na apresentação de Higgins. O personagem, vivido por John Hillerman na atração original, agora será uma mulher. Lin já dirigiu dois pilotos que foram aprovados e viraram séries na rede CBS: “Scorpion” e “S.W.A.T.”. Ele também é produtor executivo de ambas as atrações.

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  • Série

    Fuller House é renovada para sua 4ª temporada

    29 de janeiro de 2018 /

    A Netflix renovou a série “Full House” para sua 4ª temporada. A notícia foi adiantada pelo site Deadline, que se antecipou ao anúncio oficial do serviço de streaming. Uma das atrações de maior audiência do serviço de streaming, segundo medições independentes, “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. A série dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada terá maior presença dos “pais”, que, conforme revelado nos últimos episódios, estão se mudando de volta para San Francisco, além da gravidez de Kimmy. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos.

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  • Magnum P.I.
    Série

    Remakes de Magnum, Cagney & Lacey, Charmed e Super-Herói Americano podem virar séries em 2018

    28 de janeiro de 2018 /

    Após diversos revivals e remakes bem-sucedidos de séries clássicas, as redes americanas vão continuar investindo em nostalgia para 2018. Diferentes canais deram sinal verde para a produção de pilotos baseados em antigos sucessos televisivos, que, se aprovados, deixarão a programação da TV americana com cara de reprise. A rede CBS encomendou o remake de duas séries de detetives dos anos 1980: “Magnum” e “Cagney & Lacey”. A primeira marcou a década com a ferrari vermelha, as camisas floridas e o bigode de Tom Selleck, enquanto a segunda destacou a parceria de duas mulheres detetives, vividas por Tyne Daly e Sharon Gless. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização, a principal diferença está na escalação de uma mulher para o papel de Higgins, vivido por John Hillerman na atração original. A nova versão de “Cagney & Lacey” está sendo escrita por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a trama original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino torna a atualização mais fácil de ser feita para os dias atuais. Outro sucesso dos anos 1980, a comédia “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero) voltará com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o seu manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar a roupa para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Por fim, a rede CW encomendou um segundo piloto de “Charmed”, após ter reprovado o primeiro no ano passado. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. Elas continuam reclamando e ajudaram a implodir o segundo projeto, que seria um prólogo passado nos anos 1970. Os responsáveis pelo piloto rejeitado continuam a frente do remake, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Por enquanto, os quatro projetos são apenas possibilidades. Para que as séries clássicas voltem à programação televisiva, seus respectivos canais precisam aprovar os pilotos encomendados. Caso isso aconteça, as estreias devem acontecer já na próxima temporada de outono, que inicia em setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Diretor de Ouija: Origem do Mal vai filmar continuação de O Iluminado

    27 de janeiro de 2018 /

    A Warner Bros. contratou Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”) para dirigir “Doutor Sono” (Doctor Sleep), continuação do clássico “O Iluminado”. Será a segunda adaptação de King consecutiva na carreira do diretor, que filmou “Jogo Perigoso” neste ano para a Netflix. Segundo o site Deadline, além de dirigir, Flanagan também vai dar um novo tratamento para o roteiro. O que é importante, pois a Warner encomendou o texto para Akiva Goldsman, o mais superestimado roteirista de Hollywood, responsável por destruir outra adaptação de King, “A Torre Negra”. “Doutor Sono” se passa muitos anos depois dos acontecimentos de “O Iluminado” e acompanha Danny Torrance, o menino cujo pai (Jack Nicholson no cinema) enlouqueceu e tentou matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz se tornou traumatizado, mas continua desenvolvendo seus poderes psíquicos, até que entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O livro venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Considerado um dos maiores clássicos do cinema de terror, “O Iluminado” foi dirigido por Stanley Kubrick em 1980 e é citado até hoje como referência no gênero. Um detalhe curioso é que King acha o filme ruim e uma das piores adaptações de seus livros. Um dos maiores sucessos da Warner no ano passado foi outra adaptação de King, “It – A Coisa”, que arrecadou mais de US$ 700 milhões ao redor do mundo.

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