PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Flashdance: Musical dos anos 1980 vai virar série

    21 de outubro de 2020 /

    O filme “Flashdance – Em Ritmo de Embalo”, um dos musicais mais bem-sucedidos dos anos 1980, que lançou a carreira da atriz Jennifer Beals, vai virar série. O projeto, que já está em desenvolvimento para a plataforma Paramount+ (nome nome da CBS All Access a partir de 2021), vai girar em torno de uma jovem negra que sonha em construir uma carreira no balé, apesar da sua realidade em um clube de striptease. Na trama, ela irá encarar uma jornada em busca do seu lugar no mundo, enquanto a série aborda temas como dinheiro, arte, amizade e autoestima. Para quem não lembra, no longa de 1983, escrito por Joe Eszterhas (bem antes de “Instinto Selvagem”), Jennifer Beals interpretava uma operária de uma siderúrgica com o sonho de se tornar uma bailarina profissional. A adaptação está a cargo da roteirista Tracy McMillan, que trabalhou em “Good Girls Revolt” e “Fugitivos da Marvel” (Runaway), com produção da Paramount TV. Além de “Flashdance”, o estúdio também está envolvido num projeto de série baseado em outro musical famoso, o clássico “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978).

    Leia mais
  • Série

    Cobra Kai já foi vista mais de 50 milhões de vezes na Netflix

    20 de outubro de 2020 /

    A Netflix revelou um novo vislumbre de seus números de audiência, durante seu relatório trimestral para o mercado. E a grande surpresa foi o desempenho de “Cobra Kai”. A série já era a mais vista do YouTube Premium, serviço de streaming pago que o YouTube abandonou no ano passado, antes de ser adquirida pela Netflix. Mesmo assim, a 1ª temporada teve mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma. Os números superaram a série original da Netflix mais vista em 2020. Em antecipação ao relatório, a empresa já tinha anunciado que “Ratched”, em que Sarah Paulson vive a enfermeira maligna do filme “Um Estranho no Ninho”, era sua campeã de audiência anual, com 48 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias. Entre os filmes, o melhor desempenho inicial ficou com “Enola Holmes”, estrelado por Millie Bobby Brown na pele da irmã caçula de Sherlock Holmes. A produção teria sido visto 76 milhões de vezes no primeiro mês. Outros sucessos contabilizados incluem consolidações finais de lançamentos mais antigos, como “The Old Guard”, protagonizado por Charlize Theron, que atingiu 78 milhões de espectadores desde seu lançamento em julho passado – superando a expectativa inicial da Netflix, que esperava 72 milhões. Em seguida, a lista destaca “Power”, com Jamie Foxx, visualizado por 75 milhões de assinantes desde agosto, e “A Barraca do Beijo 2”, acompanhado por 66 milhões desde julho. A aposta do streamer em documentários também se provou bem-sucedida. “Cenas de um Homicídio: Uma Família Vizinha” (American Murder: The Family Next Door) se tornou a série documental mais assistida da plataforma até hoje, com 52 milhões de visualizações nos primeiros 28 dias. Esse sucesso também foi acompanhado pelo filme “O Dilema Social”, documentário sobre as redes sociais, visto por 38 milhões de residências nos primeiros 28 dias. Vale lembrar que o critério usado pela Netflix para considerar um filme ou série vistos é que um espectador assista apenas dois minutos da produção. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”.

    Leia mais
  • Filme

    Novo trailer do filme de Bill & Ted revela estreia nos cinemas brasileiros

    20 de outubro de 2020 /

    Lançado em formato digital (VOD) nos EUA, “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music) será lançado nos cinemas no Brasil. A Imagem Filmes divulgou um trailer legendado da produção, em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia, para anunciar a data de estreia. O filme traz o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de que, 30 anos depois de “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), ainda não fizeram a música que salvaria a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: viajar em sua cabine-telefônica-do-tempo para o futuro e descobrir logo a música que, no futuro, eles próprios já terão criado. Para quem não lembra do longa original, Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas não para sempre, pois em 2020 Bill e Ted ganharam uma nova chance para cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia vai acontecer em 5 de novembro nos cinemas brasileiros.

    Leia mais
  • Série

    Willow: Fantasia clássica dos anos 1980 vai virar série do Disney Plus

    20 de outubro de 2020 /

    A Disney oficializou a produção da série baseada na clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série será uma continuação dessa história e Warwick Davis voltará ao papel principal. Ele tinha 18 anos na época de “Willow” e agora está com 50. A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e o piloto contará com direção do cineasta Jon M. Chu (“G.I. Joe: Retaliação”). Além deles, a produção ainda inclui Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner. Os responsáveis pelo filme original, Ron Howard e o roteirista Bob Dolman, também estão envolvidos como produtores e consultores da série, que será realizada pela Lucasfilm para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Howard já tinha adiantado boa parte dos planos da produção no ano passado, durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, quando revelou que pretendia trazer de volta Warwick Davis como um Willow maduro. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard, na ocasião. “Tantos fãs me perguntaram ao longo dos anos se ‘Willow’ ia voltar, e agora estou emocionado em dizer a eles que ele realmente vai”, disse Davis, em comunicado da Disney sobre o projeto. “Muitos me disseram que cresceram com Willow e que o filme influenciou a forma como eles veem o heroísmo em nosso próprio mundo. Se Willow Ufgood pode representar o potencial heroico de todos nós, então ele é um personagem que estou extremamente honrado em repetir.” No comunicado, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, descreveu o projeto como parte de “uma nova era empolgante das narrativas da Lucasfilm”, que incluem “The Mandalorian” e mais dois derivados live-action de “Star Wars” em desenvolvimento. “A visão de Jon Chu, juntamente com a escrita de Jon Kasdan e Wendy Mericle, vai levar Willow a novas e emocionantes direções. Ron Howard e Warwick Davis queriam voltar a se reunir no mundo de ‘Willow’ há algum tempo, e eu não poderia estar mais orgulhosa da incrível equipe que montamos para trazer esta série para a Disney +.” Ainda não existe uma previsão de estreia para a série.

    Leia mais
  • Etc

    Duro de Matar: Bruce Willis volta a ser John McClane em comercial explosivo

    18 de outubro de 2020 /

    Os fãs de “Duro de Matar” ganharam uma continuação inesperada na forma de um comercial de bateria de carros. O astro Bruce Willis voltou a viver o icônico personagem John McClane numa propaganda da bateria Die Hard (o nome do filme original em inglês) exibida na noite deste domingo (13/10) na TV americana, com direito a muitos tiroteios, explosões e referências ao filme clássico de 1988. A história começa quando a bateria do carro do herói acaba no meio de uma cidadezinha deserta e ele é avistado pelo vilão Theo, novamente vivido por Clarence Gilyard Jr. Cercado por inimigos, McClane consegue entrar numa loja de autopeças para comprar uma bateria nova e, com o item precioso a tiracolo, escapa pelo duto de ventilação como no filme famoso. Para completar, ainda encontra Argyle, o divertido motorista de limosine vivido por De’voreaux White, que o ajuda em sua fuga, até a reviravolta de ação final. Após explosões dignas de blockbuster, Argyle comemora a vitória com um “Yippee ki yay”, que é interrompido por protestos de McClane: “Ei, essa é a minha fala!” Confira o comercial abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Um Príncipe em Nova York 2 troca cinemas pelo streaming

    15 de outubro de 2020 /

    A Paramount tirou a comédia “Um Príncipe em Nova York 2” dos cinemas. Segundo a revista Variety, o estúdio vendeu os direitos de distribuição do longa para a Amazon por US$ 125 milhões. Apesar do negócio estar bem encaminhado, o acordo ainda depende da assinatura de Eddie Murphy, que produz e protagoniza o filme. De todo modo, a estreia já está até agendada: para 18 de dezembro em streaming. A nova história vai se passar mais de 30 anos depois do filme original e encontrará o personagem de Murphy de volta aos Estados Unidos para encontrar um filho que não conhecia. A direção é de Craig Brewer (“Meu Nome é Dolemite”), com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”), e o elenco também traz de volta Arsenio Hall e James Earl Jones, do filme original, além de incluir Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”) e Jermaine Fowler (“Superior Donuts”). A venda para a Amazon reflete a estratégia da Paramount para fazer caixa durante a pandemia. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles e Nova York, o estúdio não tem esperado a volta ao “normal” e está fazendo negócios com as plataformas de streaming. Um dos títulos anteriores da Paramount que trocou o lançamento cinematográfico pelo digital foi o esperado “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, que originalmente deveria ter uma distribuição ampla nos cinemas neste mês, mas foi vendido para a Netflix por US$ 56 milhões. O drama baseado numa história real, que tende a ser um forte candidato ao Oscar, será lançado pela Netflix nesta sexta-feira (16/10).

    Leia mais
  • Série

    35 anos depois, Caverna do Dragão ganha seu final

    14 de outubro de 2020 /

    A série animada “Caverna do Dragão” finalmente ganhou um final. Fãs do desenho clássico dos anos 1980, baseado no game “Dungeons & Dragons”, criaram o desfecho esperado há décadas, a partir de um roteiro de Michael Reaves, que fazia parte da equipe de escritores da série, e uma edição de cenas extraídas dos demais episódios produzidos. Para quem não lembra – ou tem menos de 30 anos – , o desenho acompanhava um grupo de crianças e adolescentes que era transportado para uma terra de fantasia e precisava lutar contra um vilão poderoso com ajuda de armas mágicas. Exibido entre 1983 e 1985 nos Estados Unidos, a série animada foi cancelada ao final da sua 3ª temporada sem que as crianças conseguissem cumprir seu objetivo principal na história: vencer o mal para poder voltar para casa. Apesar disso, muita gente encarou maratonas da série no Brasil, esperando que a Globo exibisse o desfecho. A emissora transmitiu a “Caverna do Dragão” por nada menos que 20 anos e muitas pessoas viram os mesmos episódios várias vezes, sem nunca encontrar o capítulo final. A obsessão dos fãs finalmente chegou ao fim com a produção de “Requiem”, o episódio em que os seis jovens transportados para o Reino místico descobrem que o vilão Vingador é, na verdade, filho do Mestre dos Magos. Ao retorná-lo à sua verdadeira forma, o Mestre finalmente lhes dá a opção de voltarem para casa. A existência desse roteiro começou a circular no final dos anos 1990 em fóruns de fãs, mas muitos achavam que eram um fanfic (uma história de fã), até que o roteirista Michael Reaves revelou sua autoria. Ele foi escrito para ser, realmente, o series finale oficial. Fãs americanos resolveram dar imagens para o texto, num trabalho que levou quatro anos. E agora o vídeo original foi “nacionalizado” pelo fã brasileiro Kevin Costa, de apenas 17 anos, que acrescentou legendas em português há uma semana. Vale lembrar que, no ano passado, um comercial de carros, criado pela agência DPZT para a Renault, também tentou dar um final para a saga – o vídeo contou com aprovação da Hasbro, fabricante dos jogos em que o desenho era baseado. Veja abaixo “Requiem”, o mais próximo de um final oficial que os fãs terão da série clássica.

    Leia mais
  • Série

    The Crown: Trailer destaca o casamento de Charles e Diana

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 4ª temporada de “The Crown”, que destaca o casamento de Charles e Diana com imagens belíssimas. Além da chegada de Emma Corrin (“Pennyworth”) ao elenco, no papel da princesa Diana, a principal novidade dos novos episódios, passados nos anos 1980, é o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher, interpretada na série por Gillian Anderson (“Arquivo X”). A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip e Josh O’Connor como o príncipe Charles. A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 15 de novembro.

    Leia mais
  • Música

    Shows clássicos: The Smiths, Style Council, R.E.M., Sade, Lloyd Cole e mais

    11 de outubro de 2020 /

    A mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna chega a sua 10ª seleção com mais 25 apresentações dos anos 1980, abrangendo o sophisti-pop britânico, a cena indie e os hits menos estridentes do college rock americano. A seleção reúne hits da fase romântica da música inglesa, de Sade, Style Council e Everything But the Girl, mas também a suavidade indie de The Smiths, Pale Fountains e The Go-Betweens, antes de entrar em R.E.M., Lone Justice, Violent Femmes e o rock alternativo influenciado pelos Byrds e o country psicodélico dos anos 1960. Vale reparar que a lista abaixo inclui algumas playlists do YouTube, porque certos shows foram disponibilizados em duas partes ou espalhados em vídeos individuais. Para mergulhar ainda mais na história do pop/rock, também estão disponíveis abaixo os atalhos para as mostras anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) Simply Red | 1986 Sade | 1984 Style Council | 1987 Orange Juice | 1985 Prefab Sprout | 1985 Everything But the Girl | 1985 Aztec Camera | 1984 The Triffids | 1986 Lloyd Cole and the Commotions | 1984 The Woodentops | 1985 The Bluebells | 1982 Durutti Column | 1981 The Go Betweens | 1986 The Pale Fountains | 1985 The Smiths | 1983 Morrissey | 1988 Camper Van Beethoven | 1987 Blake Babes | 1988 10,000 Maniacs | 1987 R.E.M. | 1984 Let’s Active | 1989 The Db’s | 1981 Martha and the Muffins | 1980 Lone Justice | 1985 Violent Femmes | 1985

    Leia mais
  • Série

    Elenco de GLOW lança campanha para encerrar a série com filme

    11 de outubro de 2020 /

    O elenco completo de “GLOW” se reuniu num evento virtual no sábado (10/11) para relembrar os melhores momentos da série. O encontro, que deveria ser festivo, acabou tendo clima de velório, porque a série foi cancelada pela Netflix na semana passada, após ter sido renovada para sua 4ª temporada. A plataforma justificou a decisão pelas dificuldades criadas para gravar cenas de lutas em meio à pandemia de coronavírus. Ao introduzir a reunião, a atriz Betty Gilpin ressaltou que ela foi programada antes do cancelamento ser anunciado. “A gente ainda achava que teríamos uma 4ª temporada, então parece que a gente convidou vocês para o nosso casamento e daí o noivo fez sexo com uma garçonete e agora só estamos bêbadas no salão de festa gritando ‘aproveitem os quiches porque acabou!'” Durante a conversa, o ator Marc Maron defendeu que a Netflix fizesse um filme para concluir a história de “GLOW” e dar um encerramento mais respeitoso à série. “Seria uma coisa muito divertida, e me parece algo que a Netflix poderia fazer. Seria simples e resolveria o problema. Mas quem sabe o que eles vão fazer? Eu acho uma ótima ideia e eu espero que as pessoas apoiem o suficiente para levantar o interesse dos executivos lá”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Cecil Thiré (1943 – 2020)

    9 de outubro de 2020 /

    O ator Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9/10), aos 77 anos, enquanto dormia em sua casa, no Rio de Janeiro. Filho da famosa atriz Tônia Carrero, ele enfrentava o Mal de Parkinson há alguns anos. Além de ser reconhecido como ator de novelas da Globo, especialmente por seus papéis de vilões, como Mário Liberato, em “Roda de Fogo” (1987), e Adalberto, em “A Próxima Vítima” (1995), Thiré também foi roteirista e diretor de diversas obras no cinema e no teatro. Nascido em 28 de maio de 1943, no Rio, Cecil Aldary Portocarrero Thiré foi o filho único do casamento entre Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, e desde cedo seguiu a tradição artística da família. Sua estreia nas telas foi aos 9 anos, numa pequena participação no filme “Tico-Tico no Fubá”, sucesso musical de 1952 estrelado pela mãe. Sua carreira teve impulso durante o apogeu do Cinema Novo. Aos 19 anos, apareceu em dois segmentos do clássico “Cinco Vezes Favela” (1962). Aos 21, fez sua estreia atrás das câmeras, como assistente de direção de Ruy Guerra em “Os Fuzis” (1964), em que também atuou. Com 24, ganhou projeção internacional no filme “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, e virou ator de novelas, no elenco de “Angústia de Amar” (1967), da TV Tupi. Ao chegar aos 25, tornou-se diretor de cinema, comandando o drama “O Diabo Mora no Sangue” (1968). Mas depois desse começo avassalador, o AI-5 mudou os rumos do cinema brasileiro e da maioria das pessoas que trabalhavam nele. Com a censura dos filmes de temática política e social, Cecil Thiré se reinventou como comediante. Integrou o programa humorístico “Balança Mas Não Cai” e ingressou nas pornochanchadas, que faziam sucesso na época, tanto como ator, em “Como Nos Livrar do Saco” (1973), “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974) e “Eu Dou o que Ela Gosta” (1975), quanto como roteirista, do último filme citado e de “O Roubo das Calcinhas” (1975). Ele também escreveu o sucesso musical “Amante Latino” (1979), estrelado pelo cantor Sidney Magal, enquanto se dedicava, ao mesmo tempo, ao teatro e à televisão. Sua primeira experiência como diretor de teatro foi em 1971, numa montagem de “Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e em 1975 recebeu o Prêmio Molière por sua montagem da peça “A Noite dos Campeões”, de Jason Miller. Ao ingressar na Globo, deu vazão ainda maior à sua versatilidade. Após se destacar como ator de novelas – em “O Espigão” (1974) e “Escalada” (1975) – , começou a aparecer em humorísticos, como “Planeta dos Homens” (a partir de 1976), o que o aproximou de Jô Soares e lhe abriu novos caminhos. Quando Jô Soares ganhou seu próprio programa, “Viva o Gordo”, em 1981, Thiré virou diretor de TV. Depois disso, passou a se alternar na frente e atrás das câmeras, inclusive em novelas. Ele estrelou “Sol de Verão” (1982), “Champanhe” (1983), “Roda de Fogo” (1987), “Top Model” (1989), “Renascer” (1993), “A Próxima Vítima” (1995), “Celebridade” (2003) e dirigiu “Sassaricando” (1987), “Araponga” (1990) e episódios de “Você Decide” e “Sai Debaixo”, além de ter ido para Portugal com sua mãe, para dirigi-la na série “Cupido Electrónico”, em 1993. Mesmo com tanto trabalho, sempre reservou espaço na agenda para o cinema, atuando em filmes famosos, como “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “A Bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra, “Forever – Juntos para Sempre” (1991), de Walter Hugo Khouri, “O Quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, indicado ao Oscar, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Sonhos Tropicais” (2001), de André Sturm, entre outros. Thiré chegou a viver o mesmo personagem, o Marechal Henrique Lott, na TV e no cinema, respectivamente na minissérie “JK” (2006) e no filme “Bela Noite para Voar” (2009), de Zelito Viana. Ainda apareceu em três novelas da Record, antes de se afastar das telas em 2013, após a novela “Máscaras” e a série “Se Eu Fosse Você”, ano em que também publicou o livro “A Carpintaria do Ator”, resultado de outra atividade paralela, ensinando o ofício da atuação. A doença o impediu de continuar em atividade. Durante a cerimônia de cremação da mãe, em março de 2018, seu estado de saúde chamou atenção, pela dificuldades demonstradas para andar e falar. Em um vídeo enviado pelo WhatsApp a pessoas próximas da família, a filha de Cecil, a atriz Luisa Thiré, disse: “Ele vai deixar muita saudade, porque papai foi um cara muito importante para a arte toda. Deixou muita coisa boa, muito aprendizado. Foi professor de muita gente, tanto de cinema quanto de teatro. Lembro de eu, pequena, entrando no Teatro Fênix, ele gravando o ‘Viva o Gordo’, e a claque inteira vindo falar comigo como papai era querido. Por onde andou, ele fez amigos de A a Z. Que ele descanse, porque ele merece. Esse final estava bem difícil”, contou a atriz. A família puxou o pai e a avó, com três dos quatro filhos de Thiré seguindo a carreira de atores: Luisa, Carlos e Miguel.

    Leia mais
  • Série

    Elenco de GLOW reage com tristeza ao cancelamento da série

    6 de outubro de 2020 /

    O elenco de “GLOW” lamentou nas redes sociais a forma como aconteceu o cancelamento inesperado da série, anunciado pela Netflix na segunda-feira (5/10). A plataforma considerou que a produção tinha ficado inviabilizada, após seguidos adiamentos de gravações da 4ª temporada, devido à pandemia de coronavírus, e deixou a trama sem o final prometido. Alison Brie, Marc Maron e outras estrelas declararam-se tristes e desapontados com a decisão. “Vou sentir falta disso… Mas serei sempre grata à minha família ‘GLOW’ por mudar minha vida para sempre”, escreveu Brie no Instagram, compartilhando uma foto com suas colegas de elenco no set da produção, fazendo caretas estúpidas em seus trajes de luta. Rebekka Johnson, por sua vez, reagiu à notícia pedindo aos seguidores do Twitter que usassem suas máscaras, já que a covid-19 continua impedindo gravações de diversos outros títulos. Veja as reações das estrelas abaixo. Ver essa foto no Instagram Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em 5 de Out, 2020 às 4:32 PDT WEAR A MASK! 😭😭😭😭 https://t.co/nqTE7Rcirz — rebekka johnson (@HelloRebekka) October 5, 2020 devastated. #saveglow https://t.co/4eOhFlmTrG — Kimmy Gatewood (@kimmygatewood) October 6, 2020 No more GLOW. Sorry. Stinks. — marc maron (@marcmaron) October 5, 2020 My heart. pic.twitter.com/JCaQwTpfC3 — Britt Baron (@brittbaron) October 5, 2020 So glad to have been a tiny part of this show. I will play Betty Gilpin’s husband or ex-husband or mail carrier or anything, anytime anyone ever asks me to. She’s one of my favorite scene partners of all time, and I was beyond lucky to get to stand toe-to-toe with her. https://t.co/RgoPjZRJU0 — Rich Sommer (@richsommer) October 5, 2020 Thank you for changing my life Liz. https://t.co/ochd0m7LSw — Shakira Barrera (@Shakirax3) October 5, 2020

    Leia mais
  • Série

    GLOW: Pandemia impede 4ª temporada e série é cancelada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar a série “GLOW” após vários adiamentos do começo das gravações de sua 4ª temporada. As restrições impostas pelos protocolos de higiene e segurança para a retomada dos trabalhos durante a pandemia tornaram muito difícil a continuidade da produção, graças ao contato físico constante exigido pelas cenas que retratam lutas livres femininas. “Tomamos a difícil decisão de não fazer uma 4ª temporada de ‘GLOW’ devido ao coronavírus, que tornou a gravação desta série fisicamente íntima com seu grande elenco especialmente desafiadora”, disse a Netflix em um comunicado. “Somos muito gratos aos criadores Liz Flahive e Carly Mensch, Jenji Kohan e todos os escritores, elenco e equipe por compartilhar esta história sobre as mulheres incríveis de ‘GLOW’ conosco e com o mundo.” A série tinha sido renovada no ano passado e a produção chegou a começar os trabalhos da 4ª temporada nos primeiros meses do ano, mas foi interrompida em seu início devido à pandemia. Segundo apurou a revista Variety, os atores foram pagos integralmente pela 4ª temporada. “O coronavírus matou seres humanos reais. É uma tragédia nacional e deve ser nosso foco. O coronavírus também aparentemente tirou nosso programa do ar”, disseram os criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, em um comunicado. “A Netflix decidiu não terminar as gravações da última temporada de ‘GLOW’. Recebemos liberdade criativa para fazer uma comédia complicada sobre mulheres e contar suas histórias. E lutas. E agora isso se foi. Há um monte de coisas ruins acontecendo no mundo que são muito maiores do que isso agora. Mas ainda é uma pena que não possamos ver essas 15 mulheres juntas novamente. Sentiremos falta de nosso elenco de palhaços estranhos e de nossa equipe heroica. Foi o melhor trabalho”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão. A notícia é especialmente ruim para a produtora Jenji Kohan, que, além de “GLOW”, ainda perdeu sua nova série, “Caçadora de Recompensas”, também cancelada pela Netflix nesta segunda (5/10).

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie