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    Lethal Weapon: Série baseada na franquia Máquina Mortífera ganha novo comercial

    3 de julho de 2016 /

    A rede americana Fox divulgou um novo comercial de “Lethal Weapon”, série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. A prévia combina explosões e humor, como o filme original, e o elenco também se mostra bem selecionado e afinado. Deve se tornar um grande sucesso. Os personagens centrais e seu relacionamento volátil são os mesmos dos filmes. Clayne Crawford (série “Rectify”) vive Martin Riggs, que chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a morte da mulher, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”) vive seu parceiro Roger Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Os dois não poderiam ser mais diferentes. E esta é a graça da produção – e também do longa original de 1987, escrito por Shane Black, o diretor de “Homem de Ferro 3”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”, e teve seu piloto dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”). O elenco também conta com Kevin Rahm (série “Desperate Housewives”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A série vai estrear na próxima temporada de outono, no dia 21 de setembro nos EUA.

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    Michael Cimino (1939 – 2016)

    3 de julho de 2016 /

    Morreu o diretor Michael Cimino, que venceu o Oscar com o poderoso drama de guerra “O Franco Atirador” (1978) e logo em seguida quebrou um dos estúdios mais tradicionais de Hollywood. Ele morreu no sábado, aos 77 anos, em Los Angeles. Cimino nasceu e cresceu em Nova York, cidade em que também iniciou sua carreira como diretor de comerciais de TV. Em 1971, ele decidir ir para Los Angeles tentar fazer filmes, e impressionou Hollywood com seu primeiro trabalho como roteirista: a sci-fi ecológica “Corrida Silenciosa” (1972), um clássico estrelado por Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), que ele co-escreveu com Deric Washburn (“Fronteiras da Violência”) e Steven Bochco (criador da série “Murder in the First”). Dirigido por Douglas Trumbull, mago dos efeitos especiais que trabalhou em “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Corrida Silenciosa” acabou se tornando uma das influências de “Star Wars” (1977). Em seguida, trabalhou com John Milius (“Apocalipse Now”) no roteiro do segundo filme de Dirty Harry, “Magnum 44” (1973), estrelado por Clint Eastwood (“Gran Torino”). O sucesso desse lançamento rendeu nova parceria com Eastwood, “O Último Golpe”, que marcou a estreia de Cimino na direção. Também escrita pelo cineasta, a trama girava em torno de uma gangue de ladrões, liderada por Eastwood e seu parceiro irreverente, vivido pelo jovem Jeff Bridges (“O Doador de Memórias”), envolvidos num golpe mirabolante. Após esse começo convincente, Cimino recebeu várias ofertas de trabalho, mas deixou claro que só queria dirigir filmes que ele próprio escrevesse. Por isso, dispensou propostas comerciais para se dedicar à história de três amigos operários do interior dos EUA, que vão lutar na Guerra do Vietnã. Aprisionados pelos vietcongs, eles são submetidos a torturas físicas e psicológicas que os tornam marcados pelo resto da vida. Entre as cenas, a roleta russa entre os prisioneiros assombrou o público e a crítica, numa época em que as revelações do terror da guerra ainda eram incipientes em Hollywood – “Apocalypse Now”, por exemplo, só seria lançado no ano seguinte. “O Franco Atirador” capturou a imaginação dos EUA. Pessoas tinham crises de choro durante as sessões, veteranos do Vietnã faziam fila para assistir e o filme acabou indicado a nove Oscars, inclusive Melhor Roteiro para Cimino, Ator para Robert De Niro (“Joy”) e ainda rendeu a primeira nomeação da carreira de Meryl Streep (“Álbum de Família”), como Melhor Atriz Coadjuvante. Na cerimônia de premiação, levou cinco estatuetas, entre elas a de Melhor Ator Coadjuvante para Christopher Walken (“Jersey Boys”), Melhor Diretor para Cimino e Melhor Filme do ano. Coberto de glórias, Cimino embarcou em seu projeto mais ambicioso, “O Portal do Paraíso” (1980), western estrelado por Kris Kristofferson (“O Comboio”) no papel de um xerife, que tenta proteger fazendeiros pobres dos interesses de ricos criadores de gado. O resultado desse confronto é uma guerra civil, que aconteceu em 1890 no Wyoming. Conhecido por filmar em locações reais, que ele acreditava ajudar os atores a entrarem em seus papeis, Cimino decidiu construir uma cidade cenográfica no interior dos EUA. Preocupado com o realismo da produção, ele chegou a mandar demolir a rua principal inteira no primeiro dia de filmagem, porque “não parecia correta”, atrasando o cronograma logo de cara e deixando ocioso seu numeroso elenco, que incluía Christopher Walken, Jeff Bridges, John Hurt (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), Joseph Cotten (“O 3º Homem”), Sam Waterston (série “Law and Order”), até a francesa Isabelle Huppert (“Amor”) e Willem Dafoe (“Anticristo”) em seu primeiro papel. Ele também mandou construir um sistema de irrigação para manter a relva sempre verdejante, querendo um impacto de cores nas cenas em que o sangue escorresse nas batalhas. Por conta do realismo, também comprou brigas com ONGs que acusaram a produção de crueldade contra os cavalos em cena. A obsessão pelos detalhes ainda o levou a filmar exaustivamente vários ângulos da mesma cena, gastando 220 horas e mais de 1,2 milhões de metros de filme, um recorde no período. “O Portal do Paraíso” rapidamente estourou seu cronograma e orçamento, e seu título virou sinônimo de produção fora de controle. Quando os executivos do estúdio United Artists viram a conta, entraram em desespero. Para completar, Cimino montou uma “cópia de trabalho” de 325 minutos. Pressionado a entregar uma versão “exibível” a tempo de concorrer ao Oscar, montou o filme com 219 minutos (3 horas e 39 minutos), o que exasperou os donos de cinema. A pá de cal foram as críticas negativas. Para tentar se salvar, após a première em Nova York, o estúdio cancelou o lançamento para produzir uma versão reeditada, de 149 minutos, que entretanto não se saiu melhor. O filme que custou US$ 44 milhões faturou apenas US$ 3,5 milhões. Como resultado, a United Artists, fundada em 1919 por D. W. Griffith, Charlie Chaplin, Mary Pickford e Douglas Fairbanks, quebrou. Atolada em dívidas, viu seus investidores tomarem o controle, e foi vendida para a MGM no ano seguinte. O impacto negativo foi tão grande que o gênero western se tornou maldito, afastando os estúdios de produções passadas no Velho Oeste por um longo tempo. A carreira de Cimino nunca se recuperou. Ele só voltou a assinar um novo filme cinco anos depois, o thriller noir “O Ano do Dragão” (1985), estrelado por Mickey Rourke (“O Lutador”). Mas a história de gangues asiáticas em Chinatown voltou a provocar polêmica, ao ser acusada de racismo contra os chineses que moravam nos EUA. A pressão foi tanta que levou o estúdio a incluir um aviso no início do filme, salientando que era uma obra de ficção, ao mesmo tempo em que a submissão demonstrava como ninguém defenderia Cimino após o fiasco da United Artists. O filme ainda foi indicado a cinco prêmios Framboesa de Ouro, incluindo Pior Roteiro e Diretor do ano, mas se tornou um dos favoritos de Quentin Tarantino. Cimino nunca mais escreveu seus próprios filmes. Ele ainda dirigiu “O Siciliano” (1987), drama de máfia baseado em livro de Mario Puzo (“O Poderoso Chefão”), e o remake “Horas de Desespero” (1990), com Mickey Rourke reprisando o papel de gângster interpretado por Humphrey Bogart em 1955. O primeiro fez US$ 5 milhões e o segundo US$ 3 milhões nas bilheterias, de modo que seu último longa, “Na Trilha do Sol” (1996), foi lançado direto em vídeo. Depois disso, encerrou a carreira com um curta na antologia “Cada Um com Seu Cinema” (2007), que reuniu três dezenas de mestres do cinema mundial. Em 2005, a MGM resolveu resgatar a produção que lhe deu de bandeja a prestigiosa filmografia da United Artists, relançando a versão de 219 minutos de “O Portal do Paraíso” numa sessão de gala no Museu de Arte de Nova York. E desta vez, 25 anos depois da histeria provocada pelo estouro de seu orçamento, o filme teve uma recepção muito diferente. Uma nova geração de críticos rasgou as opiniões de seus predecessores, passando a considerar o filme como uma obra-prima. O diretor sempre acusou o cronograma pouco realista da United Artists pela culpa do fracasso do filme. Dizia que não teve tempo suficiente para trabalhar na edição do longa. Pois em 2012, a produtora especializada em clássicos Criterion, em acerto com a MGM, deu-lhe todo o tempo que ele queria para produzir uma versão definitiva, com a sua visão, para o lançamento de “O Portal do Paraíso” em Blu-ray. Esta versão, de 216 minutos, foi exibida em primeira mão durante o Festival de Veneza, com a presença do diretor. Ao final da projeção, Cimino foi às lágrimas, ovacionado durante meia hora de palmas ininterruptas. “Sofri rejeição por 33 anos”, o diretor desabafou na ocasião, em entrevista ao jornal The New York Times. “Agora, posso descansar em paz”.

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    Bud Spencer (1929 – 2016)

    28 de junho de 2016 /

    Morreu Bud Spencer, ator de diversos westerns e comédias italianas de sucesso. Ele faleceu na segunda (27/6) em Roma, aos 86 anos, de causa não revelada. Segundo seu filho, sua última palavra foi “Obrigado”. Nascido em Nápoles em 1929, Carlo Pedersoli começou a carreira de ator graças a seu porte físico. Ex-nadador profissional, chegou a disputar duas Olimpíadas, em 1952 e 1956, e se tornou requisitado para envergar uniformes e até mesmo aparecer sem camisa em filmes de época. A primeira figuração veio no clássico “Quo Vadis” (1951), como um guarda romano, fase que se estendeu até “Anibal, O Conquistador” (1959). Foi durante as filmagens de “Anibal” que Pedersoli encontrou seu futuro parceiro, Mario Girotti. Os dois mudariam de nome para estrelarem seu primeiro filme como protagonistas, “Deus Perdoa… Eu Não!”, um western spaghetti escrito e dirigido por Giuseppe Colizzi em 1967. Os pseudônimos americanizados eram regra das produções comerciais da época, visando o mercado internacional, para onde os filmes eram exportados com dublagem em inglês. Com isso, criava-se a ilusão de uma produção de Hollywood, muitas vezes incrementada com a participação de atores americanos para aumentar a credibilidade do elenco. No caso dos westerns filmados no deserto espanhol, a necessidade do “disfarce” era ainda maior, uma vez que o gênero era considerado o mais americano de todos. Pedersoli e Girotti escolheram seus nomes a partir de uma lista fornecida pelos produtores de seu primeiro western. Pedersoli escolheu virar Bud Spencer para homenagear seu ator favorito, Terence Spencer, e sua cerveja favorita, Budweiser. Girotti se tornou Terence Hill porque o nome tinha as iniciais de sua mãe. “Deus Perdoa… Eu Não!” acabou virando um sucesso inesperado e rendeu duas continuações, “Os Quatro da Ave Maria” (1968) e “A Colina dos Homens Maus” (1969), tornando os nomes de Terence Hill e Bud Spencer bastante conhecidos. Apesar de participarem de projetos independentes – Spencer, por exemplo, estrelou vários westerns como o estereótipo do fortão de diferentes gangues de pistoleiros – , a dupla acabou se tornando inseparável aos olhos do público a partir de uma nova franquia, lançada em 1970. Escrito e dirigido por Enzo Barboni, “Chamam-me Trinity” (1970) aumentou a carga de humor do western spaghetti, transformando as aventuras de Trinity (Hill) e seu parceiro Bambino (Spencer) em verdadeiros pastelões com tiroteios. O apelo cômico foi ainda mais longe na continuação, “Trinity Ainda é Meu Nome” (1971), que virou fenômeno internacional e sacramentou “Trinity” como a franquia mais bem-sucedida do cinema italiano do período. A esta altura, Hill e Spencer se tornaram os atores mais bem pagos da Itália. Mas isso trouxe um efeito colateral inevitável. Mesmo que interpretassem outros personagens, seus filmes eram lançados no exterior como “Trinity”. A situação chegou ao cúmulo de render “Que Assim Seja… Trinity” (1972) e “Trinity… Os Sete Magníficos” (1972) sem a participação de Terence Hill, o intérprete de Trinity. Já em “Dá-lhe Duro, Trinity!” (1972), a reunião da dupla aconteceu nos dias de hoje, numa aventura na selva. Marcado pelo gênero, Spencer raras vezes se arriscou fora do humor e do western. Numa dessas ocasiões, participou do giallo “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza” (1971), do mestre Dario Argento. Mas ficou nisso seu esforço para se distanciar do tipo que consagrou em “Trinity”: o fortão engraçado, de cara feia, mas bom coração. Tampouco renegou a parceria com Hill, com quem filmou mais de uma dezena de comédias. A partir de 1974 os filmes da dupla já não precisavam mais trazer o nome de “Trinity” ou cenários do Velho Oeste para lotar os cinemas. Eles continuaram faturando alto com lançamentos como “Dois Missionários do Barulho” (1974), “A Dupla Explosiva” (1974), “Dois Tiras Fora de Ordem” (1977), “Par ou Ímpar” (1978), “Quem Encontra um Amigo, Encontra um Tesouro” (1981), “Dois Loucos com Sorte” (1983) e “Os Dois Super-Tiras em Miami” (1985). Paralelamente, Spencer também começou a intercalar sucessos individuais, como “Chamavam-lhe Bulldozer” (1978), em que viveu um treinador de futebol amador, “O Xerife e o Pequeno Extraterrestre” (1979), que teve sequência, “O Super Xerife” (1980), além de “Buddy no Velho Oeste” (1981), “Banana Joe” (1982) e “Aladdin” (1986), em que viveu o gênio da lâmpada. Em 1984, no auge do sucesso, Spencer e o parceiro chegaram a ser entrevistados por Renato Aragão no programa “Os Trapalhões”, quando o gordinho barbudo mostrou sua fluência em português, graças aos dois anos que morou no Brasil (entre 1947 e 1949), trabalhando como funcionário do consulado da Itália no Recife. Mas, ironicamente, logo em seguida a dupla caiu no ostracismo. Hill ainda viveu o herói dos quadrinhos belgas “Lucky Luke” em 1991. Contudo, as carreiras de ambos estagnaram nos anos 1990, a ponto de empurrá-los para um último reencontro sob o manto de “Tritiny”. Nove anos após “Os Dois Super-Tiras em Miami”, Hill e Spencer se despediram dos fãs com o lançamento de “A Volta de Trinity” (1994), seu retorno ao faroeste, com personagens diferentes de Trinity e Bambino, mas divulgados como se fossem os mesmos. Hill faria só mais um filme, em 1997. Spencer continuou ativo até 2009, mas sem emplacar nenhum sucesso. Apesar da fama alcançada, Bud Spencer nunca escondeu sua amargura por não ter merecido maior reconhecimento da crítica e jamais ter trabalhado com cineastas renomados. “Na Itália, eu e Terence Hill simplesmente não existimos, apesar da grande popularidade que temos hoje entre as crianças e os mais jovens”, lamentou há alguns anos.

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    Hap and Leonard é renovada para a 2ª temporada

    27 de junho de 2016 /

    O canal pago americano SundanceTV renovou “Hap and Leonard” para sua 2ª temporada. A notícia foi compartilhada por um dos astros da série, James Purefoy (anteriormente na série “The Following”), em seu Twitter. Entretanto, segundo o site Deadline, o canal está à procura de um novo showrunner para a produção. A série foi criada pelo diretor Jim Mickle e o roteirista Nick Damici, responsáveis pelo terror “Somos o que Somos” (2013), e adapta a coleção literária homônima, iniciada em 1990 pelo escritor Joe R. Landsdale (roteirista da série animada do “Batman”). A mais recente parceria da dupla foi o suspense “Julho Sangrento” (2014), que por sinal também é uma adaptação de livro de Landsdale. Passada nos anos 1980, “Hap and Leonard” gira em torno da improvável amizade entre Hap Collins (Purefoy), um homem branco da classe operária que é enviado para a prisão por se recusar a prestar o serviço militar, e Leonard Pine (Michael Kenneth Williams, de “Boardwalk Empire”), um gay negro e veterano da guerra do Vietnã com problemas para controlar sua raiva. Ambos são experts em artes marciais e se unem para solucionar crimes brutais na cidade fictícia de LaBorde, no Texas. Assim como no primeiro ano, a 2ª temporada contará com seis episódios, mas ainda não há previsão para a estreia.

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    Diretor de Invocação do Mal vai filmar primeiro episódio do novo MacGyver

    18 de junho de 2016 /

    O cineasta James Wan já definiu seu próximo projeto após o sucesso de “Invocação do Mal 2” nos cinemas. Antes de iniciar seu trabalho no filme de super-herói “Aquaman”, ele vai dirigir o primeiro episódio da série “MacGyver”, reboot da famosa atração televisiva dos anos 1990, conhecida no Brasil como “Profissão Perigo”. A série teve sua produção aprovada pela rede americana CBS com a condição de que o piloto fosse totalmente refeito. Segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, várias ideias e até integrantes do elenco foram rejeitados e ganharão nova reconfiguração. O roteiro do estreante Paul Downs Colaizzo, que desenvolveu o projeto, será substituído por uma nova abordagem sob a supervisão de Peter Lenkov (produtor-roteirista de “Havaii Five-0”). O que se tornou uma oportunidade para a produção retomar o plano original de ter Wan como diretor do primeiro capítulo. Wan está envolvido com o projeto desde sua concepção, atuando como produtor, e deveria ter dirigido o piloto original. Como as filmagens de “Invocação do Mal 2” se estenderam, ele passou a direção para David Von Ancken (série “Salem”). Cenas do episódio descartado, por sinal, foram divulgadas como trailer, após a aprovação oficial da série. A prévia divulgada destaca muitas explosões, tiros e o sorriso permanente de Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”), que vive uma versão mais jovem de MacGyver. Mas embora se passe na juventude do personagem encarnado por Richard Dean Anderson entre 1985 e 1992, o que foi mostrado não era uma história de “origem”. Mac já surgia cheio de habilidades e fazendo piadinha sobre o uso improvisado de chiclete e cotonete, trabalhando ao lado de George Eads (série “CSI”) numa agência secreta do governo americano. Mesmo com essa turbulência, a série ainda está mantida na programação da CBS para sua temporada de outono, com estreia entre setembro e novembro nos EUA.

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    Rubén Aguirre (1934 – 2016)

    17 de junho de 2016 /

    Morreu o ator mexicano Rubén Aguirre, conhecido por ter interpretado o Professor Girafales em “Chaves”. A notícia foi informada por Edgar Vivar, intérprete do Senhor Barriga, e confirmada pela filha de Aguirre, Verónica Aguirre, na manhã desta sexta-feira (17/6). Segundo Veronica, o ator morreu de madrugada por complicações de uma pneumonia. Aguirre nasceu em Coahuila, México, em 15 de junho de 1934, e atuou em áreas diversas, tanto à frente quanto atrás das câmeras: foi locutor de rádio e televisão, narrador de touradas, ventríloquo, ator e diretor de TV. Começou a trabalhar com Roberto Gómez Bolaños, o criador e intérprete de Chaves, no final da década de 1960 no programa “El Ciudadano Gómez” e, além de participar de “Chaves”, também atuou em outras séries famosas do comediante, como “Chespirito” e “Chapolin”. Como o personagem Girafales, do “Chaves”, conheceu o sucesso internacional. Seu personagem era um professor apaixonado pela dona Florinda, que sempre ficava nervoso com o menino Chaves. Também fez filmes com os personagens da televisão, como “El Chanfle” (1979), “El Chanfle 2” (1982) e e “Charrito” (1984), todos derivados de “Chesperito”. Após o fim de “Chaves”, produziu, em 1994, o programa “Aqui Esta la Chilindrina”, com a personagem Chiquinha, interpretada por Maria Antonieta de Las Nieves, e se dedicou ao circo, criando “El Circo del Professor Jirafales”. Mas, no final de 2007, o ator e sua mulher, Consuelo Reyes, sofreram um acidente de carro e ele teve de abandonar os palcos e usar cadeira de rodas. Já Consuelo perdeu uma das pernas e precisou passar por quatro cirurgias. Em sua biografia, “Después de Usted”, publicada em 2015, Aguirre contou toda sua vida, desde o início de sua trajetória na televisão, o nascimento do personagem Girafales, as brigas pelos direitos dos personagens do “Chaves”, entre outras memórias. O epílogo da obra dedicou ao amigo Bolaños, que morreu em novembro de 2014. Com idade avançada e problemas de saúde, Aguirre tinha sido recomendado por médicos para viver ao nível do mar. Por causa disso, não ia à capital, Cidade do México, a 2.250 m de altitude, e nem viajava longas distâncias, o que o impedia de vir ao Brasil com frequência. Em junho de 2015, chegou a publicar uma carta aberta, pedindo para a ANDA (Asociación Nacional de Actores) custear seus tratamentos médicos. Com título “E agora, quem poderá me defender?”, uma referência ao personagem Chapolin, Rubén revelou que há dez anos lutava pelo direito de ter assistência médica, já que sempre contribuiu com as cotas estabelecidas pela associação. “Minhas forças se acabaram”, assumiu o ator mexicano, que tinha diabetes, controlada com medicamentos, além de cálculos na vesícula e problemas de coluna, e não pôde retirar pedras em seus rins devido a uma dívida hospitalar. Aguirre sentia orgulho de ter vivido o Professor Girafales, especialmente porque, brincava, lhe “pagam muito melhor para ser o professor Girafales do que para ser Rubén Aguirre”. Amigo de Aguirre, Edgar Vivar foi quem anunciou a morte do ator. “Meu professor favorito descansa em paz”, ele escreveu no Twitter. E foi ecoado por Carlos Villagran, intérprete do Quico no “Chaves”. “Nosso querido professor se foi, nossa querida vizinhança está se reunindo no céu”, escreveu no Facebook. Mulher de Roberto Bolaños, Florinda Meza, a intérprete da Dona Florinda, afirmou à TV mexicana que, com as mortes de seu marido e de Rubén Aguirre, “está terminando uma era, uma linda era de algo bom e mágico que nunca se repetirá”.

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    Um Tira da Pesada 4 será dirigido por dupla belga premiada

    14 de junho de 2016 /

    A Paramount Pictures contratou uma dupla de diretores belgas para comandar a nova sequência da franquia “Um Tira da Pesada”. São Adil El Arbi e Bilall Fallah, do elogiado drama criminal “Black” (2015), premiado no último Festival de Toronto. Inicialmente idealizado para a TV, como piloto de uma série, a produção foi recusada pela rede CBS e acabou reconfigurada para virar o quarto filme da franquia pelos roteiristas Josh Appelbaum e Andre Nemec (ambos de “As Tartarugas Ninja”) “Um Tira da Pesada 4” vai voltar a trazer o ator Eddie Murphy no papel do detetive Axel Foley, que ele viveu com grande sucesso por dez anos, entre 1984 e 1994. Mais de duas décadas depois, a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, que também planeja fazer uma sequência de “Top Gun” nos cinemas. Ainda não há previsão de estreia.

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    Brahman Naman: Comédia teen indiana que foi destaque no Festival de Sundance ganha primeiro trailer

    14 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro trailer (sem legendas) de “Brahman Naman”, comédia sexual adolescente passada nos anos 1980, que presta homenagem aos clássicos do gênero do período, mas com um detalhe que a torna diferente das demais: foi filmada na Índia, com um elenco e equipe indianos. A produção foi adquirida no último Festival de Sundance, após elogios da críticas, dentro da estratégia de expansão global do Netflix. Dirigido por Q (abreviação de Quashik Mukherjee), o filme gira em torno de uma equipe campeã de uma competição universitária de conhecimentos gerais. Tão inteligentes quanto tímidos, os jovens nerds vão tentar vencer o campeonato nacional enquanto tentam perder a virgindade. O elenco de jovens praticamente desconhecidos é liderado por Shashank Arora, que estrelou “Titli” (2014), suspense indiano exibido no Festival de Cannes em 2014. A estreia está marcada para 7 de julho.

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    Atriz da série Halt and Catch Fire entra em Blade Runner 2

    9 de junho de 2016 /

    A atriz Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”) entrou no elenco de “Blade Runner 2”, voltando a trabalhar com Ridley Scott, que a dirigiu em “Perdido em Marte” (2015). Scott, porém, vai apenas produzir a continuação de seu clássico sci-fi. Ela é a mais nova contratação num elenco repleto de estrelas, que contará ainda com Harrison Ford, de volta à pela do agente Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Com direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o novo “Blade Runner” será ambientado décadas após os eventos da trama original. A história foi desenvolvida por Ridley Scott e Hampton Fancher, respectivamente diretor e roteirista do filme de 1982, e roteirizada por Fancher e Michael Green (“Lanterna Verde”). As filmagens vão começar em julho para uma estreia em outubro de 2017.

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    Sucesso dos anos 1980, Splash – Uma Sereia em Minha Vida vai ganhar remake

    8 de junho de 2016 /

    A comédia clássica “Splash – Uma Sereia em Minha Vida”, grande sucesso dos anos 1980, vai ganhar remake. A novidade foi revelada por Brian Grazer, produtor do filme de 1984 e um dos produtores mais bem-sucedidos de Hollywood, durante uma entrevista no programa “Binge”. Indagado sobre quem faria hoje o papel de Tom Hanks numa refilmagem, ele deu com a língua nos dentes. “Na verdade estou refazendo ‘Splash’ e não posso responder. Vou produzir uma nova versão do ponto de vista da… Não posso falar mais, tem uma grande estrela envolvida e o anúncio ainda não aconteceu”. A nova produção deve se basear no roteiro original de “Splash”, intitulado “Wet”, que narrava a história pelo ponto de vista da sereia – vivida por Daryl Hannah no auge de sua popularidade. Grazer confirmou. “Sim. Vamos partir daí, mas não posso revelar a mudança”. Dirigida por Ron Howard, o filme mostrava o relacionamento entre a sereia Madison (Hannah) e o empresário Allen Bauer (Hanks). Ele tinha sido do mar ainda criança pela sereia e, 25 anos depois, os dois se reencontram, fazendo com que ela decida deixar seu habitat para procurá-lo em Nova York. Unidos e apaixonados, eles são separados por pesquisadores governamentais, que a sequestram para estudos. Em 2009, a Universal comprou um roteiro chamado “Merman” (algo como “sereio”) sobre um tritão que deixa o mar para recuperar sua noiva sereia, que o largou por um humano. Até hoje, este filme não foi filmado. Mas também poderia se enquadrar como uma nova versão de “Splash”.

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  • Série

    Dead of Summer: Veja cinco comerciais da nova série de terror

    7 de junho de 2016 /

    O canal pago americano Freeform (ex-ABC Family) divulgou um novo trailer e cinco teasers curtos de “Dead of Summer”, série de terror dos criadores de “Once Upon a Time”. O trailer é basicamente igual ao anterior, apenas com uma trilha diferente. Bem apropriada, a música que acompanha as cenas é “Cruel Summer”, hit do Bananarama, que reforça a época em que a história acontece. Um dos teasers também traz outro clássico dos anos 1980, “Pictures of You”, da banda The Cure. Desenvolvida por Adam Horowitz e Edward Kitsis, a dupla de “Once Upon a Time”, em parceria com o roteirista Ian B. Goldberg, (também trabalhou da série das fábulas), a atração evoca o clima da franquia “Sexta-Feira 13” e similares, como “Acampamento Sinistro” (1983) e “Chamas da Morte” (1981). A história acontece em Camp Clearwater, um acampamento de férias de verão do meio-oeste americano, onde jovens dos anos 1980 vão experimentar seus primeiros amores, seus primeiros beijos – e também suas primeiras mortes, graças a um antigo e sombrio mito da região. O elenco inclui Elizabeth Mitchell (séries “Lost”, “Revolution”), Elizabeth Lail (série “Once Upon a Time”), Zelda Williams (série “Teen Wolf”), Mark Indelicato (série “Ugly Betty”), Alberto Frezza (“Resgate Impossível”), Eli Goree (série “The 100”), Ronen Rubenstein (série “Orange Is the New Black”), Paulina Singer (“Gotham”) e Amber Coney (série “Class”). A 1ª temporada foi aprovada sem precisar passar por fase de piloto, apenas pela força de seu roteiro. A estreia está marcada para 28 de junho nos EUA.

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    Ivan Cândido (1931 – 2016)

    2 de junho de 2016 /

    Morreu o ator Ivan Cândido, que participou de diversos filmes clássicos e novelas da Globo. Ele faleceu vítima de pneumonia, na terça-feira (31/6), aos 84 anos. Carioca, nascido em 21 de dezembro de 1931, Ivan começou a carreira no teatro, nos anos 1950, e foi estrear no cinema em 1962, vivendo o repórter Caveirinha no filme “Boca de Ouro”, adaptação de Nelson Rodriguez (que ele já tinha interpretado no teatro) com direção de Nelson Pereira dos Santos. O ator deu sequência a carreira em filmes importantes como “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra, e “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, antes de firmar parceria com o diretor e produtor Miguel Borges, com quem trabalhou em comédias sexuais e produções sensacionalistas – “Maria Bonita, Rainha do Cangaço” (1968), “As Escandalosas” (1970), “O Último Malandro” (1974) e “Pecado na Sacristia” (1975). Se não rendeu clássicos, a parceria lhe permitiu explorar outros talentos: roteirista em “O Último Malandro” e diretor assistente em “As Escandalosas”. A partir dos anos 1970, Ivan tornou-se mais conhecido por seus trabalhos televisivos, participando de marcos da teledramaturgia da rede Globo, como “Irmãos Coragem” (1970), “Pecado Capital” (1975), “Dancin’ Days” (1978) e “Pai Herói” (1979). Mas não largou o cinema, estrelando a adaptação de Machado de Assis “A Cartomante” (1974) e a pornochanchada “O Roubo das Calcinhas” (1975), além de dois clássicos que delimitaram a fase de abertura política no pais, “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, e “Pra Frente, Brasil” (1982), de Roberto Farias. Ele ainda voltaria ao tema da ditadura militar em “Zuzu Angel” (2006), de Sérgio Rezende. Esse ímpeto se arrefeceu após os anos 1980, quando também participou dos filmes “Tensão no Rio” (1982), de Gustavo Dahl, “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “Urubus e Papagaios” (1985), de José Joffily, e “Pedro Mico” (1985), de Ipojuca Pontes. Porém, mais de 20 anos se passaram até “Zuzu Angel”, seu filme seguinte – e último trabalho cinematográfico, no mesmo ano em que encerrou a carreira televisiva. Se ficou muito tempo afastado do cinema, Ivan quase não se ausentou das telas até 2006, aparecendo em novelas e minisséries consecutivas da Globo, como “Elas por Elas” (1982), “Tenda dos Milagres” (1985), “Roda de Fogo” (1986), “O Salvador da Pátria” (1989), “Lua Cheia de Amor” (1990), “Perigosas Peruas” (1992), “Anos Rebeldes” (1992), “Agosto” (1993), “Pátria Minha” (1994), “Incidente em Antares” (1994), “Hilda Furacão” (1998), “Suave Veneno” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “A Lua Me Disse” (2005) e no derradeiro papel, vivendo padre Valeriano na novela “Cobras & Lagartos” (2006). O ator já era viúvo e deixou três filhas e quatro netos.

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  • Série

    Criadora de Orange Is the New Black fará série sobre luta livre de mulheres

    1 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix aprovou a produção de uma nova série de Jenji Kohan, a criadora de “Orange Is The New Black”. Intitulada “G.L.O.W.”, a atração é inspirada na história real do programa homônimo de luta livre feminina, que foi exibido no final dos anos 1980. O programa mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre). No Brasil, foi exibido no SBT com o nome de “Luta Livre de Mulheres”. A série vai acompanhar uma dessas atrizes que entre numa equipe de luta do programa. A produção teve dez episódios encomendados, mas ainda não definiu elenco nem tem previsão de estreia.

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