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  • Série

    Neta de Elvis Presley vai estrelar série como cantora de rock dos anos 1970

    3 de dezembro de 2019 /

    Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) foi confirmada no papel principal de “Daisy Jones & The Six”, nova série da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – lançado no Brasil em junho, veja a capa abaixo – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira na música, começando a participar da cena musical clássica de Los Angeles. A atriz, que é neta de Elvis Presley, já viveu uma roqueira dos anos 1970 em “The Runaways”. No filme de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã da vocalista Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia” e da série “Anne with an E”). Para completar, a atriz Reese Witherspoon (“The Morning Show”) faz parte da equipe de produção. Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon.

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  • Filme

    Martin Scorsese planeja documentário sobre a cena musical de Nova York dos anos 1970

    27 de novembro de 2019 /

    Martin Scorsese definiu seu próximo projeto após “O Irlandês”. Em parceria com a produtora Imagine Entertainment, do colega Ron Howard, o cineasta vai retornar aos documentários musicais para explorar o cenário artístico de Nova York nos anos 1970. Não há muitos detalhes sobre o projeto, mas o período e local são os mesmos que inspiraram Scorsese a fazer a série “Vinyl”, da HBO, com Mick Jagger. Indiscutivelmente o caldeirão mais criativo da história da música popular, a cidade de Nova York deu origem ao punk rock, à new wave, à disco music, ao rap, ao hip-hop e ao garage house quase que de forma simultânea durante a década de 1970. Ainda não há distribuidora envolvida, mas Scorsese tem realizado seus trabalhos mais recentes com a Netflix, que nesta quarta (27/11) estreou “O Irlandês” em streaming, e no começo do ano lançou o documentário musical “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”.

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  • Filme,  Música

    Michael Jackson vai ganhar cinebiografia do produtor de Bohemian Rhapsody

    22 de novembro de 2019 /

    O sucesso de “Bohemian Rhapsody” convenceu o produtor Graham King a insistir na fórmula. Depois da cinebiografia de Freddie Mercury e seus parceiros de Queen, ele vai produzir um filme sobre Michael Jackson. Se “Bohemian Rhapsody” foi acusado de amenizar as polêmicas do cantor do Queen, o novo longa deve ir além. Com apoio da família e dos administradores do legado de Michael Jackson, o filme será uma versão chapa branca da vida do cantor, mostrando suas músicas e sua popularidade mundial. Polêmicas como a do documentário “Deixando Neverland” devem ser completamente ignoradas, refletindo a posição da família de Jackson. Falecido em 2009, aos 50 anos, Michael Jackson foi realmente o cantor mais popular do mundo, merecendo o título de Rei do Pop, mas sua fama também colocou um holofote sobre seu comportamento excêntrico, que incluíram cirurgias plásticas para torná-lo mais parecido com um homem branco e a obsessão por se cercar de crianças – a ponto de chamar sua propriedade particular de Neverland (a Terra do Nunca, onde as crianças não viravam adultos na história de “Peter Pan”). Essa proximidade rendeu processos de abuso contra o cantor. O roteiro foi encomendado para John Logan, criador da série “Penny Dreadful”, escritor de vários filmes de “007” e três vezes indicado ao Oscar – por “Gladiador” (2000), “O Aviador” (2004) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). Desta lista, “O Aviador”, foi uma biografia: do produtor, cineasta e empresário Howard Hughes. King e sua produtora GK Filmes ainda não tem apoio de nenhum estúdio para o projeto, por isso não há diretor ou cronograma de filmagens definido.

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  • Série

    Hunters: Al Pacino caça nazistas em novo teaser de série da Amazon

    21 de novembro de 2019 /

    A Amazon Prime Video divulgou um novo teaser de “Hunters”, que destaca a participação do ator Al Pacino (“O Irlandês”) na primeira série de sua carreira. O astro narra a prévia inteira, centrada em seu discurso de apresentação da organização secreta da trama. Passada nos anos 1970, “Hunters” reflete uma história supostamente real de caça a criminosos nazistas, que fugiram após a 2ª Guerra Mundial e se disfarçaram de pessoas comuns. “Os Caçadores” descobrem que vários oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich nos Estados Unidos. A eclética equipe tem o objetivo de desmascará-los, levá-los à justiça e frustrar seus novos planos genocidas. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e Nikki Toscano (“Revenge”), a série também reúne em seu elenco os atores Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). O lançamento vai acontecer em 2020, em data ainda não anunciada.

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  • Série

    Clássico noir Chinatown vai virar série da Netflix

    18 de novembro de 2019 /

    A Netflix vai produzir uma série baseada no clássico noir “Chinatown” (1974). O projeto está sendo desenvolvido pelo roteirista do filme original, Robert Towne, que venceu o Oscar por seu trabalho, em parceria com o cineasta David Fincher, que já produz a elogiada série “Mindhunter” para a plataforma. Assim como no clássico dirigido por Roman Polanski, a trama vai se passar na Los Angeles dos anos 1930 e acompanhar o ponto de vista de Jake Gittes, o detetive particular interpretado por Jack Nicholson no cinema. Mas a série vai contar casos diferentes daquele explorado no filme. O personagem, por sinal, já apareceu em outra produção, “A Chave do Enigma” (1990), continuação oficial de “Chinatown” que também foi escrita por Towne e estrelada por Nicholson. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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  • Etc

    Manifestantes impedem première do novo filme de Polanski na França

    13 de novembro de 2019 /

    Um grupo de cerca de 40 manifestantes bloqueou a entrada de um cinema que receberia a première de “An Officer and a Spy” (J’Accuse), novo filme de Roman Polanski, na noite de terça-feira (12/11) em Paris, resultando no cancelamento da exibição. Vestindo preto e equipado com sinalizadores vermelhos e cartazes com os nomes das mulheres que acusaram o diretor de estupro, o grupo se manifestou por cerca de uma hora em frente ao cinema Le Champo, até a sessão ser cancelada. Mas essa não foi a première principal do longa. A sessão de gala aconteceu na mesma hora no cinema UGC Normandie, nos Champs-Elysées, com a presença de Polanski, sem encontrar protestos semelhantes. Polanski foi recentemente acusado por um fotógrafa francesa, Valentine Monnier, de estuprá-la em seu chalé suíço em 1975. Ele negou as acusações por meio de seu advogado. Mas ela é a sexta mulher a acusar o diretor de violência sexual cometida nos anos 1970. O vencedor do Oscar vive na França desde que fugiu dos EUA em 1978, no meio de um julgamento em que se declarou culpado de fazer sexo com uma garota de 13 anos. Monnier disse que resolveu revelar o estupro justamente devido à estreia de “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. O diretor já teceu comentários comparando-se a Dreyfus. O longa foi lançado no Festival de Cinema de Veneza, onde venceu o Prêmio do Grande Júri. Na semana passada, o filme foi indicado a quatro European Film Awards pela Academia Europeia. Mas quanto mais prestígio conquista a obra, mais intensos se tornam os protestos. No início desta semana, o ator Jean Dujardin, indicado a Melhor Ator Europeu por “An Officer and a Spy”, cancelou uma entrevista com a principal emissora francesa, TF1, alegando que não queria responder perguntas sobre novas acusações contra Polanski. Também na terça-feira, embora sem mencionar Polanski pelo nome, a Associação Francesa de Cineastas, ARP, divulgou um comunicado dizendo que “apoia fortemente todas as vítimas de violência moral e sexual” e que “deve levar em conta que nossas profissões, pelo poder que exercem, podem abrir a porta a excessos repreensíveis ”. A declaração ainda avisa que a ARP “proporá ao próximo conselho de administração que, a partir de agora, qualquer membro considerado culpado de uma ofensa sexual seja excluído e que qualquer membro denunciado pelo mesmo motivo seja suspenso”. Polanski é membro da organização. “An Officer and a Spy” estreia comercialmente nesta quarta (13/11) na França, sob campanha de boicote de vários grupos de pressão. Não há previsão para seu lançamento no Brasil. Vale lembrar que manifestantes também impediram a première de outro filme europeu na semana passada, por motivos bem diferentes e num espectro político oposto na escala do radicalismo cultural. Manifestantes de extrema direita atacaram o público da estreia do premiado “And Then We Danced”, de Levan Akin, em Tbilisi, capital da Geórgia, por prestigiarem uma história de amor LGBTQIA+, entre dois jovens dançarinos georgianos de balé. Eles também querem impedir o filme vencedor de prêmios internacionais de ser exibido nos cinemas do país.

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  • Filme

    Ilha da Fantasia: Primeiros trailers confirmam transformação da série num filme de terror

    11 de novembro de 2019 /

    A Sony divulgou os primeiros trailers de “Ilha da Fantasia”, adaptação da série clássica dos anos 1970, que vai chegar aos cinemas como um filme de terror da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “Atividade Paranormal”). Um dos vídeos tem legenda, o outro foi disponibilizado no mercado americano e eles são bastante diferentes entre si. Para quem não lembra, “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas por um misterioso anfitrião, o Sr. Roarke (Ricardo Montalban, na série clássica), com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. No filme, o Sr. Roarke é vivido por Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), que, segundo a sinopse, “faz os sonhos secretos dos seus convidados sortudos se tornarem realidades em seu luxuoso, porém remoto, resort tropical”. Só que a prévia mostra que essas fantasias se transformam em pesadelos e podem custar as vidas dos “convidados sortudos”. O elenco não inclui um novo Tattoo, mas traz Parisa Fitz-Henley (a Fiji de “Midnight, Texas”) na função de anunciar “o avião, o avião” e fazer cara de esfinge. O resto do elenco inclui Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”), Maggie Q (a “Nikita”), Portia Doubleday (a Angela de “Mr. Robot”), Michael Rooker (o Yondu, de “Guardiões da Galáxia”), Ryan Hansen (Dick Casablancas de “Veronica Mars”) e Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”). A direção está a cargo de Jeff Wadlow, cujo filme anterior, “Verdade ou Desafio” (2018), também foi um terror estrelado por Lucy Hale. A estreia no Brasil está marcada para 16 de abril, dois meses depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ilha da Fantasia: Versão de cinema da série clássica ganha pôster, sinopse e data de estreia

    10 de novembro de 2019 /

    A Sony divulgou o primeiro pôster, a sinopse oficial e a data de estreia de “Ilha da Fantasia”, adaptação da série clássica dos anos 1970, que vai chegar aos cinemas como um filme de terror da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “Atividade Paranormal”). Para quem não lembra, “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas por um misterioso anfitrião, o Sr. Roarke (Ricardo Montalban, na série clássica), com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. No filme, o Sr. Roarke será vivido por Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), que, segundo a sinopse, “faz os sonhos secretos dos seus convidados sortudos se tornarem realidades em seu luxuoso, porém remoto, resort tropical”. “Mas quando essas fantasias se transformam em pesadelos, os convidados precisarão solucionar o mistério da Ilha para escaparem vivos”, completa o texto oficial. O elenco não identifica um novo Tattoo, mas inclui vários “convidados sortudos”, entre eles Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”), Maggie Q (a “Nikita”), Portia Doubleday (a Angela de “Mr. Robot”), Michael Rooker (o Yondu, de “Guardiões da Galáxia”), Ryan Hansen (Dick Casablancas de “Veronica Mars”) e Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”), além de trazer Kim Coates (o Tig de “Sons of Anarchy”) como um personagem identificado como Devil Face (Cara de Diabo). A direção está a cargo de Jeff Wadlow, cujo filme anterior, “Verdade ou Desafio” (2018), também foi um terror estrelado por Lucy Hale. O filme da “Ilha da Fantasia” vai estrear em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Maria Perego (1923 – 2019)

    9 de novembro de 2019 /

    A artista Maria Perego, criadora do personagem infantil Topo Gigio, morreu na quinta-feira passada (7/11), aos 95 anos. Apesar da idade avançada, ela estava trabalhando no retorno do personagem para a RAI, no ano que vem. A cauda da morte não foi revelada. Nascida em Veneza, em 1923, Perego começou a carreira no teatro de marionetes, e levou a experiência para a televisão. Alcançou o sucesso em 1959, quando criou, junto com o marido Federico Caldura, o ratinho Topo Gigio, inspirado no Mickey Mouse americano. Ela já trabalhava em programas infantis na RAI desde 1954, mas considerava a grande virada de sua carreira a decisão de abandonar os personagens de papel machê e investir em bonecos com mecanismos internos, manipulados por marionetistas vestidos de preto, incluindo capuz, que desapareciam sob o fundo, também preto, na TV. Topo Gigio nasceu desse processo. O personagem estreou na TV com a voz do ator Peppino Mazzullo e participou de diversos programas famosos da TV italiana, antes de iniciar sua bem-sucedida trajetória internacional. Fez sucesso no Japão, Espanha, em vários países da América Latina e até chegou até a ter carreira musical nos Estados Unidos, onde fez duetos com Louis Armstrong e Frank Sinatra. O ratinho estreou no Brasil em 1969, no programa “Mister Show”, na TV Globo, formando dupla com o comediante Agildo Ribeiro. Marcou época, vendeu muitos brinquedos. Mas o fenômeno foi incrivelmente curto. Foram apenas 32 apresentações até o final de 1970. O episódio final deixou milhões de crianças chorando por todo o país, ao apresentar o boneco indo embora, de volta para a Itália, com uma trouxinha no ombro, virando-se no último momento para acenar para o público. Os brasileiros voltaram a encontrar Topo Gigio 13 anos depois, num programa na Bandeirantes de 1983, ao lado do ator Ricardo Petraglia. Mas não foi a mesma coisa e a segunda vinda do ratinho durou menos ainda. Em 1987, os mesmos empresários insistiram mais uma vez e o personagem teve sua terceira passagem curta pelo Brasil.

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  • Etc

    Roman Polanki é alvo de nova denúncia de estupro cometido nos anos 1970

    8 de novembro de 2019 /

    A fotógrafa francesa Valentine Monnier acusou publicamente o cineasta Roman Polanski de tê-la estuprado em 1975 na Suíça, quando ela tinha 18 anos. A denúncia foi publicada pelo jornal Le Parisien nesta sexta (8/11), a poucos dias da estreia do novo filme do diretor de 86 anos. Este, por sinal, teria sido o motivo dela decidir se manifestar. Monnier disse que resolveu revelar o estupro devido à estreia do filme “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. Polanski já teceu comentários comparando o seu caso com o de Dreyfus. “Não tinha qualquer relação com ele, pessoal ou profissional, só o conhecia”, relatou Monnier, que foi modelo em Nova York e participou de alguns filmes nos anos 1980, como “Três Homens e um Bebê”. “Foi de uma violência extrema, após esquiar, em seu chalé em Gstaad (Suíça), me agrediu até que me entreguei. Então me violentou me fazendo sofrer”. O advogado do cineasta, Hervé Temime, afirmou ao jornal Parisien que Polanski “nega firmemente qualquer acusação de estupro”, e destaca que fatos que teriam ocorrido há 45 anos “jamais foram levados ao conhecimento das autoridades”. A denunciante confirmou que jamais informou o crime – agora prescrito – à polícia. Ela foi a sexta mulher a acusar Polanski de estupro. O cineasta é considerado foragido pela justiça dos Estados Unidos, após se exilar na França em meio ao julgamento de 1977 em que se declarou culpado de ter mantido relações sexuais com Samantha Geimer, então com 13 anos. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história, e nos últimos anos vem defendendo o diretor por considerar que ele cumpriu sua pena – ficou preso alguns dias nos anos 1970 e novamente em 2009, além de ficar impedido de trabalhar em Hollywood mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. As denúncias anteriores também relataram casos acontecidos nos anos 1970. A atriz alemã Renate Langer, vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), relatou ter sido estuprada duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39, também na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após o primeiro ataque, Polanski teria convidado Langer para figurar em seu filme “Que?”, como pedido de desculpas. O segundo abuso teria acontecido durante as filmagens, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que denunciou ter sido estuprada em 1983, quando ela tinha 16 anos, de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, também quando tinha 16 anos, e de Marianne Barnard, atacada em 1975 aos 10 anos de idade, durante uma sessão de fotos em que Polanski lhe pediu que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. A maioria das denúncias só veio à tona recentemente, durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. Por conta das novas denúncias, o cineasta foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que lhe premiou com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”, em 2003. O novo filme do diretor, “An Officer and a Spy” (J’accuse), também foi premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) do Festival de Veneza deste ano. A estreia está marcada para quinta-feira (13/11) na França, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Kung Fu: Série clássica vai ganhar remake com protagonista feminina

    6 de novembro de 2019 /

    Além de um Zorro feminino, outro reboot de franquia clássica prepara seu retorno com uma mulher no papel que pertenceu originalmente a um macho alfa. Desta vez é a série dos anos 1970 “Kung Fu”. O prolífico produtor Greg Berlanti (criador do Arrowverso) está desenvolvendo a nova versão, em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) para a rede The CW. A série original, criada por Ed Spielman, trazia David Carradine como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. A nova versão vai se passar no século 21 e acompanhar uma mulher de descendência asiática, que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que mudará sua vida num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal invadida por crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais e virtudes Shaolin para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A premissa é mais parecida com a trama original que outros projetos desenvolvidos por Berlanti no passado. Em comum, todos tinham uma mulher como protagonista. A primeira versão, escrita por Wendy Mericle (“Arrow”), acompanharia uma monja budista nos Estados Unidos dos anos 1950. A segunda, escrita por Albert Kim (“Nikita” e “Sleepy Hollow”), teria uma descendente de Kane que, após herdar o estúdio de kung fu da família, descobre que o local é um centro secreto dedicado a ajudar os membros da comunidade de Chinatown. As duas abordagens foram recusadas pela Fox. A Berlanti Productions produz mais de 20 séries atualmente, incluindo metade da programação da CW. O remake de “Kung Fu” se junta a mais quatro projetos encomendados pela rede para a próxima temporada: “Superman & Lois” (também de Berlanti), um spin-off de “Arrow” (idem), um remake de “Walker, Texas Ranger”, estrelado por Jared Padalecki, e um prólogo da série sci-fi “The 100”. Nem todos projetos vão virar séries.

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  • Filme,  Música

    Assassinato de pianista da bossa nova será tema de animação internacional dos diretores de Chico & Rita

    5 de novembro de 2019 /

    A nova animação da dupla espanhola Fernando Trueba e Javier Mariscal, indicados ao Oscar de 2012 por “Chico & Rita”, vai contar uma história brasileira que mistura personagens reais, ditadura e bossa nova. Intitulada, em inglês, “They Shot The Piano Player”, a produção foi definida, em comunicado da produtora britânica Film Constellation, como “uma história comemorativa de origem” da bossa nova, que “captura um tempo fugaz repleto de liberdade criativa em um momento decisivo na história da América Latina nas décadas de 1960 e 1970, pouco antes de o continente ser tomado por regimes totalitários”. O personagem principal é um jornalista musical de Nova York, que investiga o desaparecimento do talentoso pianista brasileiro Tenório Jr. No dia 18 de março de 1976, quando acompanhava os artistas Toquinho e Vinícius de Moraes em show na Argentina, Tenório desapareceu misteriosamente em Buenos Aires, depois de deixar no hotel um bilhete dizendo que ia “comer um sanduíche e comprar um remédio. Volto logo.”. Nunca mais voltou. Segundo testemunhas, Tenório Jr. teria sido sequestrado pelo serviço secreto da Marinha da Argentina e torturado durante nove dias. Após ter ficado claro que o pianista não tinha envolvimento em atividades políticas, foi morto com um tiro na cabeça. O ator Jeff Goldblum (de “Jurassic Park” e “Independence Day”) foi escalado como dublador do jornalista que apura essa história. A animação também prestará homenagens a João Gilberto (1931-2019), Caetano Veloso, Gilberto Gil, Vinicius de Moraes (1913-1980) e Paulo Moura (1932-2010). “They Shot The Piano Player” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Continuação de Halloween encerra suas filmagens

    4 de novembro de 2019 /

    O perfil da franquia “Halloween” anunciou no Twitter que as filmagens do novo capítulo da saga, “Halloween Kills”, foram encerradas. O anúncio foi acompanhado por uma imagem de bastidores com dois personagens do filme original, que tinham desaparecido das continuações. Os dois personagens eram as crianças que estavam sob os cuidados da então babá Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) durante o primeiro ataque do psicopata mascarado em 1978. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.), repete seu papel da época, como Lindsey Wallace, mas Tommy Doyle ganhou novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Jamie Lee Curtis também estará de volta, assim como Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta de Laurie Strode no filme de 2018. O próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará em 2021 com “Halloween Ends”. Novamente dirigido por David Gordon Green, “Halloween Kills” tem estreia prevista para o próximo Halloween. That’s a wrap on #HalloweenKills, in theatres October 16, 2020! ?? #Halloween #MichaelMyers pic.twitter.com/H3TSXmvGHd — HalloweenMovies™ (@Halloweenmovies) November 4, 2019

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