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    Battlestar Galactica vai virar filme do responsável por X-Men: Fênix Negra

    22 de outubro de 2020 /

    Simon Kinberg, responsável por implodir o universo dos “X-Men” no cinema, assumiu o controle de uma nova franquia querida. A Universal encomendou uma adaptação cinematográfica da série “Battlestar Galactica” para o diretor, roteirista e produtor de “X-Men: Fênix Negra”. Em desenvolvimento há mais de uma década, o projeto já atraiu interesse de cineastas como Bryan Singer (também da franquia “X-Men”) e Francis Lawrence (dos últimos “Jogos Vorazes”) ao longo dos anos. E teria sido abandonado em favor de uma nova série, supostamente em desenvolvimento na plataforma Peacock, da própria NBCUniversal, por um produtor muito mais gabaritado, Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. “‘Battlestar Galactica’ é um dos cálices sagrados da ficção científica, e eu não poderia estar mais animado em trazer algo novo para a franquia, enquanto honro o que a tornou tão icônica e duradoura”, disse Kinberg em um comunicado. “Estou muito grato por meus parceiros na Universal terem confiado em mim com este universo incrível.” Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978, criada por Glen A. Larson como resposta televisiva a “Star Wars” – ou seja, ignoraria o cultuado e premiado remake de 2003, produzido por Ronald D. Moore (atualmente à frente de “Outlander”). Nas duas versões, a trama acompanha a jornada dos últimos remanescentes da humanidade, após um ataque catastrófico de Cylons (alienígenas no original, robôs no remake) destruir todas as 12 colônias de um distante sistema solar. Galactica é a última nave de combate remanescente, comandando uma pequena frota de naves espaciais que carrega os sobreviventes em busca de refúgio num novo planeta habitável, a lendária 13º colônia humana, há muito considerada perdida e conhecida pelo nome de Terra. Kinberg vai lançar a seguir um filme de ação com espiãs femininas, “The 355”, que ele co-escreveu e dirigiu, com um elenco formado por Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), Penelope Cruz (“Wasp Network”), Diane Kruger (“Em Pedaços”) e Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que também será lançado pela Universal – em 15 de janeiro.

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  • Série

    Agarra-me se Puderes: Clássico dos anos 1970 vai virar série

    22 de outubro de 2020 /

    A Universal vai transformar o clássico “Agarra-me se Puderes” (Smokey and the Bandit) numa série. O filme de 1977 foi uma criação do dublê Hal Needham, que escreveu e dirigiu a produção em sua estreia atrás das câmeras, mas só saiu do papel porque um dos maiores astros da época, Burt Reynolds, topou estrelar. Feito sem maiores pretensões, a produção se tornou o maior sucesso da carreira do ator e a segunda maior bilheteria do ano em que “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) chegou aos cinemas. A trama acompanhava Bo “Bandit” Darville, que topava uma aposta para transportar caixas de cerveja do Texas para Atlanta em 28 horas. Ele achava que cumprir a missão seria fácil, até dar carona para Carrie, uma noiva em fuga, literalmente, que deixou o filho do xerife Bufford no altar. Este contratempo faz com que seu carrão conversível seja perseguido em alta velocidade pela polícia do Texas até o fim da projeção. “Agarre-Me Se Puderes” gerou duas continuações, rendeu um namoro entre Reynolds e sua coestrela Sally Field e inspirou inúmeras produções similares, inclusive séries, como as bem-sucedidas “Os Gatões” (1979–1985) e “Xerife Lobo” (1979-1981). Seu impacto na cultura pop foi além dos derivados e cópias, inspirando até o nome de uma banda, Boss Hogg, batizada em 1989 (e ainda em atividade) em homenagem ao vilão da história. O resgate da franquia está sendo desenvolvido pelo cineasta David Gordon Green (“Halloween”), o comediante Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) e os produtores Seth MacFarlane (“Uma Família da Pesada”) e Brian Sides (“Alaska: The Last Frontier”). Green também dirigirá o piloto da atração. “Por ter crescido no sul, ‘Agarra-me se Puderes’ foi uma franquia icônica para mim. O legado desses personagens é um playground de arrogância e atrevimento que estou animado para explorar”, disse Green, que nasceu em Little Rock, Arkansas, mas foi criado no Texas. Ainda sem canal ou plataforma definidos, a adaptação do filme dos anos 1970 faz parte de uma estratégia da NBCUniversal para explorar sua biblioteca de títulos e transformar seu acervo clássico em novas séries. Outras atualizações em andamento no estúdio incluem uma nova “Battlestar Galactica” para a plataforma Peacock e uma série de “Chucky” para o canal pago Syfy, entre outros.

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  • Filme

    Paul Bettany é gay enrustido em trailer de comédia da Amazon

    17 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “Uncle Frank”, comédia dramática estrelada por Paul Bettany (o Visão de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”). Passada nos anos 1970, a trama traz Bettany como o Tio Frank do título, um professor universitário gay, que apesar de morar com seu “colega de quarto”, ainda está no armário. A situação é descoberta por sua sobrinha adolescente (Lillis), que o considera a melhor pessoa de sua família. Ao lhe fazer uma visita surpresa, ela primeiro se choca ao saber a verdade, mas aos poucos começa a aceitar e entender porque ele é tão maltratado pelo pai. Quando o pai de Frank morre inesperadamente, ele faz a jovem jurar que manterá o segredo, enquanto os dois viajam para o funeral no sul dos EUA, acompanhados pelo insistente “colega de quarto” (Peter Macdissi, de “A Sete Palmos”) que quer conhecer a família do parceiro. O elenco ainda destaca Stephen Root (“Barry”) e Margo Martindale (“The Americans”) como os pais de Frank, enquanto outros membros da família são interpretados por Steve Zahn (“Crush à Altura”), Judy Greer (“Homem-Formiga”) e Lois Smith (“True Blood”). Escrito e dirigido por Allan Ball, o criador das séries “A Sete Palmos” (Six Feet Under) e “True Blood”, “Uncle Frank” teve première no Festival de Sundance, foi premiado no Festival de Deauville, na França, e tem 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de novembro, véspera do Dia de Ação de Graças nos EUA, exclusivamente para os assinantes do Amazon Prime Video.

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  • Filme

    Buck Rogers vai virar filme e série

    14 de outubro de 2020 /

    A Legendary estaria prestes a anunciar a compra dos direitos de adaptação do herói espacial “Buck Rogers” para uma grande variedade de projetos. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio tem interesse em desenvolver filmes, séries e até desenhos animados do homem do século 20 que vai parar no futuro, e está há anos negociando com herdeiros e empresas que detém os direitos do personagem e das histórias que ele viveu em diferentes publicações, nos seriados de aventura do cinema e na famosa série de televisão de 1979. A produção dos projetos está a cargo de Don Murphy e Susan Montford, por meio de sua empresa Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. O acordo de direitos envolve uma das últimas propriedades intelectuais da cultura pop do século 20 ainda disponíveis no mercado, permitindo o lançamento de uma franquia inédita. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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    Rachel Brosnahan foge de assassinos em trailer de suspense

    13 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “I’m Your Woman”, suspense estrelado por Rachel Brosnahan, vencedora do Emmy por “A Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel). Passado nos anos 1970, o filme gira em torno de uma jovem mãe (Brosnahan), que é forçada a se esconder com seu bebê quando seu marido criminoso se envolve em um trabalho extremamente perigoso que inesperadamente dá errado e a transforma em alvo de capangas assassinos. A única pessoa que pode ajudá-la é um homem negro que ela não conhece (Arinzé Kene, de “Flack”), enviado pra levá-la para longe caso o pior acontecesse. O elenco também inclui Marsha Stephanie Blake (“Olhos que Condenam”) e o veterano Frankie Faison (“Banshee”) como membros de uma família afro-americana que ajudam a protagonista a se esconder. O roteiro e a direção são assinados pela cineasta independente Julia Hart, que antes havia feito o thriller sobrenatural “Fast Color”, com Gugu Mbatha-Raw, em 2018, e a comédia “Miss Stevens”, com Lily Rabe e Timothee Chalamet, em 2016. A estreia está marcada para 11 de dezembro em streaming.

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  • Filme

    Johnny Depp vive fotojornalista famoso no trailer de Minamata

    11 de outubro de 2020 /

    A Vertigo Releasing divulgou dois pôsteres e o trailer de “Minamata”, que traz Johnny Depp no papel do premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918 – 1978). O filme conta a notável história real por trás da foto em preto e branco mais poderosa e famosa de W. Eugene Smith, “Tomoko Uemura in Her Bath”, feita pelo fotógrafo americano na pequena vila costeira de Minamata, no Japão, numa viagem para documentar os horríveis efeitos de uma doença que, graças à sua cobertura, foi batizada com o nome do local em 1971. A doença de Minamata é um tipo de envenenamento por mercúrio, que foi causado pela negligência grosseira de uma fábrica química japonesa local. Durante décadas, a empresa despejou metais pesados ​​na água, tornando o abastecimento tóxico. Como resultado, milhares de japoneses da região morreram ou tiveram sequelas. Deformidades e defeitos congênitos graves eram uma ocorrência comum. W. Eugene Smith foi quem denunciou a atrocidade ao mundo. Escrito e dirigido por Andrew Levitas (“A Última Canção”), o filme também inclui em seu elenco Bill Nighy (“A Livraria”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Jun Kunimura (“O Diretor Nu”), Ryo Kase (“O Fim da Viagem, O Começo de Tudo”), Minami (“Vision”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Akiko Iwase (“Pássaro do Oriente”) e a cantora Katherine Jenkins (“Doctor Who”). O trailer inclui alguns elogios da mídia, mas a verdade é que “Minamata” foi exibido no Festival de Berlim, no começo do ano, sem entusiasmar a crítica. O lançamento vai acontecer no início de 2021.

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  • Série

    Conspiração prepara série sobre a bailarina Bethania Gomes

    10 de outubro de 2020 /

    A produtora Conspiração Filmes está desenvolvendo “Pas de Deux”, uma série dramática sobre Bethania Gomes, a primeira bailarina brasileira do Harlem Dance Theatre e atual instrutora de dança da instituição nova-iorquina. A história gira em torno da relação e da vida de Gomes e sua mãe Maria Beatriz Nascimento, uma historiadora que foi precursora do movimento feminista negro do Brasil dos anos 1970 – e que foi morta por intervir numa briga doméstica de uma amiga. “Pas de Deux” vai tecer as vidas e respectivas lutas de mãe e filha em sociedades distintas, com 20 anos de diferença, mas submetidas ao mesmo racismo. Por conta desse tema, a série deve refletir os movimentos atuais por justiça racial, que foram retomados recentemente nos EUA e se alastraram por todo o mundo. “O Brasil ainda é muito racista, embora os negros representem cerca de 50% da nossa população”, disse Juliana Capelini, diretora da Conspiração, à revista americana Variety. Ela atua como produtora executiva da série, junto com a diretora internacional da empresa, Ramona Bakker. Gomes cresceu no Brasil e dançou nos Estados Unidos, França, África do Sul e vários outros países. O plano é filmar a série nesses países. “Esperamos encontrar os parceiros certos em cada território”, disse Bakker. Ela também dançou com o ícone pop Prince e se apresentou para Nelson Mandela e Bill Clinton. “Pas de Deux” se encaixa nas ambições globais da Conspiração. “Estamos buscando projetos bilíngues ou trilingues de apelo internacional”, ressaltou Bakker para a Variety, acrescentando que a empresa está desenvolvendo atualmente oito projetos internacionais e já se programa para produzir outros 12. Entre os vários projetos da produtora estão “Anitta”, série documental em parceria com a Netflix sobre a cantora brasileira, apelidada de Rainha do Funk Carioca, e o thriller de ação “DOM”, uma história de pai e filho tendo como pano de fundo o comércio de cocaína no Rio de Janeiro, desenvolvida para a Amazon. A Conspiração também se destacou por ser a primeira produtora a abordar a pandemia de covid-19 em um drama médico, em dois episódios especiais de “Sob Pressão”, atualmente sendo exibidos na Globo.

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    Cecil Thiré (1943 – 2020)

    9 de outubro de 2020 /

    O ator Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9/10), aos 77 anos, enquanto dormia em sua casa, no Rio de Janeiro. Filho da famosa atriz Tônia Carrero, ele enfrentava o Mal de Parkinson há alguns anos. Além de ser reconhecido como ator de novelas da Globo, especialmente por seus papéis de vilões, como Mário Liberato, em “Roda de Fogo” (1987), e Adalberto, em “A Próxima Vítima” (1995), Thiré também foi roteirista e diretor de diversas obras no cinema e no teatro. Nascido em 28 de maio de 1943, no Rio, Cecil Aldary Portocarrero Thiré foi o filho único do casamento entre Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, e desde cedo seguiu a tradição artística da família. Sua estreia nas telas foi aos 9 anos, numa pequena participação no filme “Tico-Tico no Fubá”, sucesso musical de 1952 estrelado pela mãe. Sua carreira teve impulso durante o apogeu do Cinema Novo. Aos 19 anos, apareceu em dois segmentos do clássico “Cinco Vezes Favela” (1962). Aos 21, fez sua estreia atrás das câmeras, como assistente de direção de Ruy Guerra em “Os Fuzis” (1964), em que também atuou. Com 24, ganhou projeção internacional no filme “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, e virou ator de novelas, no elenco de “Angústia de Amar” (1967), da TV Tupi. Ao chegar aos 25, tornou-se diretor de cinema, comandando o drama “O Diabo Mora no Sangue” (1968). Mas depois desse começo avassalador, o AI-5 mudou os rumos do cinema brasileiro e da maioria das pessoas que trabalhavam nele. Com a censura dos filmes de temática política e social, Cecil Thiré se reinventou como comediante. Integrou o programa humorístico “Balança Mas Não Cai” e ingressou nas pornochanchadas, que faziam sucesso na época, tanto como ator, em “Como Nos Livrar do Saco” (1973), “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974) e “Eu Dou o que Ela Gosta” (1975), quanto como roteirista, do último filme citado e de “O Roubo das Calcinhas” (1975). Ele também escreveu o sucesso musical “Amante Latino” (1979), estrelado pelo cantor Sidney Magal, enquanto se dedicava, ao mesmo tempo, ao teatro e à televisão. Sua primeira experiência como diretor de teatro foi em 1971, numa montagem de “Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e em 1975 recebeu o Prêmio Molière por sua montagem da peça “A Noite dos Campeões”, de Jason Miller. Ao ingressar na Globo, deu vazão ainda maior à sua versatilidade. Após se destacar como ator de novelas – em “O Espigão” (1974) e “Escalada” (1975) – , começou a aparecer em humorísticos, como “Planeta dos Homens” (a partir de 1976), o que o aproximou de Jô Soares e lhe abriu novos caminhos. Quando Jô Soares ganhou seu próprio programa, “Viva o Gordo”, em 1981, Thiré virou diretor de TV. Depois disso, passou a se alternar na frente e atrás das câmeras, inclusive em novelas. Ele estrelou “Sol de Verão” (1982), “Champanhe” (1983), “Roda de Fogo” (1987), “Top Model” (1989), “Renascer” (1993), “A Próxima Vítima” (1995), “Celebridade” (2003) e dirigiu “Sassaricando” (1987), “Araponga” (1990) e episódios de “Você Decide” e “Sai Debaixo”, além de ter ido para Portugal com sua mãe, para dirigi-la na série “Cupido Electrónico”, em 1993. Mesmo com tanto trabalho, sempre reservou espaço na agenda para o cinema, atuando em filmes famosos, como “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “A Bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra, “Forever – Juntos para Sempre” (1991), de Walter Hugo Khouri, “O Quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, indicado ao Oscar, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Sonhos Tropicais” (2001), de André Sturm, entre outros. Thiré chegou a viver o mesmo personagem, o Marechal Henrique Lott, na TV e no cinema, respectivamente na minissérie “JK” (2006) e no filme “Bela Noite para Voar” (2009), de Zelito Viana. Ainda apareceu em três novelas da Record, antes de se afastar das telas em 2013, após a novela “Máscaras” e a série “Se Eu Fosse Você”, ano em que também publicou o livro “A Carpintaria do Ator”, resultado de outra atividade paralela, ensinando o ofício da atuação. A doença o impediu de continuar em atividade. Durante a cerimônia de cremação da mãe, em março de 2018, seu estado de saúde chamou atenção, pela dificuldades demonstradas para andar e falar. Em um vídeo enviado pelo WhatsApp a pessoas próximas da família, a filha de Cecil, a atriz Luisa Thiré, disse: “Ele vai deixar muita saudade, porque papai foi um cara muito importante para a arte toda. Deixou muita coisa boa, muito aprendizado. Foi professor de muita gente, tanto de cinema quanto de teatro. Lembro de eu, pequena, entrando no Teatro Fênix, ele gravando o ‘Viva o Gordo’, e a claque inteira vindo falar comigo como papai era querido. Por onde andou, ele fez amigos de A a Z. Que ele descanse, porque ele merece. Esse final estava bem difícil”, contou a atriz. A família puxou o pai e a avó, com três dos quatro filhos de Thiré seguindo a carreira de atores: Luisa, Carlos e Miguel.

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  • Filme

    Oscar Isaac será Francis Ford Coppola em filme sobre O Poderoso Chefão

    30 de setembro de 2020 /

    O filme sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”, chamado de “Francis and The Godfather”, começou a definir seu elenco. E o ator Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) foi escolhido para o papel principal, como o diretor Francis Ford Coppola. Além dele, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) está confirmado como ex-chefe do estúdio da Paramount, Robert Evans. Dirigido pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”), o filme é baseado em um roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que incluiu a escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e um então pouco conhecido Al Pacino. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, disse Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há três anos, havia menção de produção da HBO, mas o nome do canal pago sumiu no novo comunicado, que afirma que a Endeavour Content e a FilmNation negociam os direitos de exibição mundial.

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  • Série

    Mrs. America: Série em que Cate Blanchett enfrenta o feminismo estreia no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    O canal pago Fox Premium estreia nesta sábado (19/9), às 22h15, a minissérie “Mrs. America”, estrelada por Cate Blanchett, que recria as lutas do feminismo dos anos 1970 nos EUA. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie tem nove episódios, foi lançada em abril nos EUA e recebeu 10 indicações ao prêmio Emmy, principal premiação da TV americana que acontece no domingo (20/9), incluindo Melhor Minissérie do ano. O detalhe é que, em vez de narrar a história pelo olhar feminista, a trama gira em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Blanchett concorre ao Emmy pelo papel, assim como suas coadjuvantes Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Margo Martindale (“The Americans”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), James Marsden (“Westworld”), Sarah Paulson (“Ratched”), John Slattery (“Madman”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Algumas dessas estrelas interpretam feministas históricas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Veja o trailer original da atração logo abaixo.

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  • Série

    Série clássica Good Times vai voltar em versão animada na Netflix

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix encomendou uma versão animada do sitcom clássico “Good Times”. A atração lançada pelo famoso produtor Norman Lear em 1974 vai reencarnar com uma ajuda do criador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy), Seth MacFarlane, e do produtor das séries animadas “The Boondocks” e “Black Dynamite”, Carl Jones. O projeto foi desenvolvido por Jones, que vai dividir a produção com Lear e MacFarlane. Estrelada por Esther Rolle, John Amos e Jimmie Walker, a atração original marcou época por se tornar a primeira série centrada numa família afro-americana de classe baixa, que precisava lidar com problemas bem reais, como o desemprego e a falta de dinheiro para sobreviver no ambiente urbano de Chicago. Embora a TV americana já tivesse mostrado famílias negras antes, elas costumavam pertencer à classe média. Já a família de “Good Times” refletia a forma como a maioria dos negros viviam nos EUA durante a década de 1970. No começo, o humor vinha basicamente da forma como o casal formado por Rolle e Amos lidava com seus problemas, mas aos poucos as tramas foram monopolizadas por seu filho (Walker), que se portava de forma caricada, refletindo o comportamento malandro e as gírias da juventude da época – ele ficou conhecido como “Kid Dy-no-mite!”. O casal acabou ofuscado não apenas na trama, mas na própria série, com Amos despachado do elenco após as três primeiras temporadas. A versão animada vai atualizar a trama, que se passará nos dias de hoje, seguindo a família Evans enquanto eles navegam pelas questões sociais contemporâneas. “Não podemos pensar em nada melhor, neste momento em nossa cultura, do que uma reimaginação de ‘Good Times’”, disse Lear em um comunicado para anunciar a atração. “Em um ano cheio de escuridão, esta é uma luz brilhante que não esqueceremos tão cedo.” MacFarlane acrescentou: “É uma emoção fazer parceria com Norman Lear e ajudar a trazer nova vida a sua inovadora ‘Good Times’… A animação é o meio ideal para reimaginar essa série original, e através das lentes do humor agudo e cortante de Carl, o público vai voltar a amar esses personagens clássicos. ” Na verdade, a série animada será o segundo revival recente de “Good Times”. Em dezembro passado, um episódio clássico da série de Lear foi encenado ao vivo, como parte do programa “Live in Front of a Studio Audience” da rede ABC. O elenco estrelado incluiu Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”), Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), Jay Pharoah (“O Bola Fora”), Asante Blackk (“Olhos que Condenam”) e Tiffany Haddish (“Operação Supletivo: Agora Vai!”).

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  • Série

    Ratched: Sarah Paulson vive a enfermeira de Um Estranho no Ninho em novo trailer

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ratched”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. Com clima hitchockiano, enfatizado pela época em que a trama se passa, a prévia apresenta os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata do título, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”). A história começa em 1947 e acompanha a jornada que transformou a enfermeira Mildred Ratched num “verdadeiro monstro”. A série pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental, ao longo de décadas e serve de prólogo para o livro “Um Estranho no Ninho” (1962), de Ken Kesey, mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). . O elenco inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”), que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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  • Etc,  Série

    Kevin Dobson (1943 – 2020)

    7 de setembro de 2020 /

    O ator Kevin Dobson, que viveu o parceiro de Telly Savalas na série policial “Kojak”, morreu na noite de domingo (6/9) em um hospital em Stockton, na Califórnia, de uma deficiência auto-imune, aos 77 anos. Dobson se consagrou em 1973 como o Detetive Crocker, o braço direito do tenente Theodopolus “Theo” Kojak na famosa série da rede CBS. Ele trabalhou lado a lado com Telly Savalas em todos os episódios daquela que se tornou a produção policial mais famosa dos anos 1970. Foram cinco temporadas até o cancelamento em 1978, além de um telefilme de reencontro, “Kojak: It’s Always Something”, lançado em 1990, em que seu personagem foi promovido a promotor público. O sucesso de “Kojak” fez com que o ator vivesse muitos detetives televisivos nos anos seguintes. Mas não deixa de ser curioso que seu primeiríssimo papel, como figurante na série “The Doctors” em 1969, tenha sido justamente o de um policial. Entre os muitos detetives que viveu na TV destacam-se o personagem-título da série “Shannon” (1981-82) e o Detetive Leo McCarty em “F/X: A Série” (1996-97), versão televisiva do personagem interpretado por Brian Dennehy no filme “F/X: Assassinato sem Morte” (1986). As duas séries tiveram vida curta. Em compensação, ele viveu outro detetive por uma década: Patrick “Mack” MacKenzie no longevo melodrama “Knots Landing”. Introduzido na 4ª temporada para investigar a morte de um personagem, Dobson permaneceu no novelão até sua conclusão, na 14ª temporada em 1993. “Eu era um policial militar do Exército, então sabia como segurar uma arma e atirar alguém contra a parede”, disse ele, numa entrevista sobre a carreira, para explicar porque costumava ser sempre escalado como detetive. Além das séries que estrelou, o ator também gravou dezenas de telefilmes e participações em episódios de inúmeras atrações – as mais recentes foram “CSI”, “Hawaii Five-0” e “Anger Management”. Mas foram poucos trabalhos para o cinema. A pequena lista inclui o papel de um marinheiro em “A Batalha de Midway” (1976), contracenando com Henry Fonda, e o marido de Barbra Streisand na comédia “Tudo em Família” (1981).

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