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    David Prowse, intérprete de Darth Vader, morreu de covid-19

    30 de novembro de 2020 /

    A filha de David Prowse, intérprete do icônico vilão Darth Vader, na saga “Star Wars”, revelou que o ator britânico morreu de complicações de covid-19. Prowse faleceu no último sábado (28/11), em Londres, no Reino Unido, aos 85 anos, mas a causa da morte não tinha sido noticiada na ocasião. Só mais tarde sua filha Rachel contou detalhes dos últimos dias do ator, em depoimento para o jornal britânico The Sun, revelando que ele morreu duas semanas após testar positivo para o coronavírus e ser internado em Londres. “É horrível que as restrições da covid-19 também tenham impedido a gente de se despedir dele”, afirmou Rachel na breve entrevista ao jornal. Ela também revelou que Prowse tinha diagnóstico de Alzheimer. Ainda assim, ressaltou que a enfermeira que cuidou de seu pai lhe disse o quanto ele era um “cara legal” e afirmou que ele “teria amado se ver viralizando no Twitter”.

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  • Etc,  Filme

    David Prowse (1935 – 2020)

    29 de novembro de 2020 /

    O ator e fisiculturista David Prowse, que interpretou o personagem Darth Vader na primeira trilogia de “Star Wars”, morreu no sábado (28/11) aos 85 anos, de causa não divulgada. Prowse se destacou como fisiculturista nos anos 1970 e foi seu porte físico imponente que levou o diretor George Lucas a escalá-lo para seu filme. Curiosamente, o cineasta tinha pensado nele para o papel de Chewbacca, mas logo mudou de ideia, levando-o a viver o grande vilão da franquia. Por ter um sotaque britânico muito forte, Prowse foi dublado pelo ator James Earl Jones no papel. Foi uma grande frustração para Prowse ter sua voz apagada no filme, porque seu papel mais famoso até então, Julian, em “Laranja Mecânica” (1971), praticamente não falava em cena. Ao longo da carreira, ele se especializou em viver monstros. Prowse estreou no cinema na comédia “Cassino Royale” (1967), uma paródia dos filmes de James Bond, em que viveu a criatura de Frankenstein, personagem que voltou a viver em “Frankenstein e o Monstro do Inferno” (1974). Ainda foi o Homem Forte em “O Circo dos Vampiros” (1972), um minotauro na série “Doctor Who”, um androide num arco de “Os Seres do Amanhã” (The Tomorrow People), um alienígena feito de nuvens num episódio de “Espaço: 1999” (Space: 1999) e um carrasco em “Criaturas que o Tempo Esqueceu”(1977). Mas também viveu um super-herói numa campanha de trânsito do Reino Unido, o Green Cross Code Man. Quando o primeiro “Star Wars”, então conhecido como “Guerra nas Estrelas”, chegou aos cinemas em 1977, muitos acreditavam que James Earl Jones era quem vivia o vilão, para aumentar a frustração de Prowse. Mas o sucesso da produção foi tamanha, que todos os detalhes de seus bastidores acabaram esmiuçados pelos fãs, dando enfim o reconhecimento que ele sempre buscou. Ele acabou se consagrando como o intérprete de Darth Vader, um dos vilões mais famosos da história do cinema. Prowse voltou a representar a encarnação do lado negro da Força em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Mas continuou ligado ao personagem anos após a trilogia original. Pode-se dizer que ele continuou sendo Vader pelo resto de sua vida, participando de convenções e até mesmo de um filme de fãs, “Saving Star Wars” (2004). Mesmo assim, segundo rumores, teria rompido com a saga em 2010, quando se desentendeu com o diretor George Lucas. Mark Hamill, que deu vida a Luke Skywalker na primeira trilogia de Star Wars, prestou homenagens a Prowse com uma publicação no Twitter. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, também deixou sua mensagem no Twitter. “A figura icônica de David dominou o filme em 1977 e vem dominando desde então. E seguirá fazendo isso”, escreveu.

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  • Filme

    Banda Heart vai ganhar filme biográfico na Amazon

    28 de novembro de 2020 /

    A cantora Ann Wilson revelou que a banda Heart vai ganhar um filme biográfico, que está sendo produzido para a Amazon. Wilson fez o anúncio durante uma participação num programa da rádio SiriusXM. A produção vai narrar os primeiros passos e o sucesso de Ann e sua irmã Nancy Wilson desde os anos 1970, à frente de uma das primeiras bandas de rock lideradas por mulheres. Apesar de Nancy ter sido casada com o diretor Cameron Crowe (“Quase Famosos”), com quem tem dois filhos e com quem costuma colaborar em trilhas sonoras, quem está à frente do projeto é uma cantora punk. Carrie Brownstein, da banda Sleater-Kinney e co-estrela de “Portlandia”, escreveu o roteiro e vai dirigir o filme. “Eu vi o primeiro rascunho do roteiro”, disse Ann Wilson no programa. “É muito legal. Ela está trabalhando com a empresa de cinema – Amazon Studios – e com a produtora Linda Obst, que fez ‘Sintonia de Amor’ (1993)”. Outros créditos de produção de Obst incluem “Flashdance” (1983), “Um Dia Especial” (1996), “Como Perder um Homem em 10 Dias’ (2003) e a série de TV “Hot in Cleveland”. Nenhuma decisão de elenco ainda foi feita e Ann Wilson disse que não tem preferência. “Eu simplesmente não tenho nenhuma ideia. Estou muito próxima para opinar”, afirmou. “Estou tão animada para descobrir quanto você.” Wilson disse que a atriz Anne Hathaway expressou algum interesse no papel. Mas observou: “Não acho que ela seja exatamente adequada para isso”. Se os atores serão obrigados a cantar o catálogo Heart também está em aberto. “Isso ainda está em desenvolvimento agora”, disse Wilson. “Por causa de Covid, está tudo atrasado. Mas definitivamente está acontecendo.” Veja abaixo alguns clipes da banda Heart, para lembrar seus hits de glam rock e a fase de laquê da MTV, e escute também a entrevista de Ann Wilson para a radialista Lyndsey Parker na SiriusXM. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lyndsey Parker (@lyndseyparker)

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  • Série

    Matheus Nachtergaele viverá gêmeos na nova série dos produtores de Arcanjo Renegado

    27 de novembro de 2020 /

    O ator Matheus Nachtergaele viverá gêmeos na nova série “O Jogo que Mudou a História”, sobre a origem da guerra do narcotráfico no Rio. Na produção, que será disponibilizada pelo Globoplay, o ator será um ex-policial, que começará a história na prisão por integrar um grupo de extermínio, e também um respeitado líder comunitário de uma favela, que não se envolve com o crime. Após anos sem nenhum contato, eles se reencontrarão e tentarão reestabelecer os laços familiares. “O Jogo que Mudou a História” é uma criação da equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas do Rio de Janeiro, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989. As gravações estão previstas para começar em 2021.

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  • Série

    One Day at a Time é cancelada pela segunda vez

    24 de novembro de 2020 /

    Durou pouco a alegria da equipe de “One Day at a Time” após ser salva do cancelamento no ano passado. Mais exatamente, durou meia temporada. A ViacomCBS anunciou nesta terça (24/11) o segundo cancelamento da série, agora definitivo, embora os produtores tenham voltado ao mercado atrás de um segundo milagre. A série é um remake latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. No remake, porém, a família se tornou latina e a série passou a acompanhar três gerações de parentes sob um mesmo teto. Na trama, a mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Apesar de queridinha da crítica, a série não tinha muita audiência e acabou cancelada pela Netflix em março de 2019. Esta situação, porém, durou só três meses. “One Day at a Time” acabou resgatada pelo canal pago Pop, do conglomerado ViacomCBS, que encomendou uma 4ª temporada, lançada em março deste ano. Mas aí veio a pandemia e a exibição dos episódios acabou cortada pela metade. Dos 13 episódios encomendados, apenas seis foram produzidos e exibidos. Assim, o cancelamento deixa a série interrompida e sem final, na metade de sua temporada. O final abrupto também foi efeito colateral de decisões da ViacomCBS, que tirou do ar todas as produções roteirizadas do canal Pop, justamente quando poderia capitalizar a notoriedade da emissora, lar americano da série de comédia “Schitt’s Creek”, que venceu o Emmy 2020 em sua temporada final. “One Day at a Time” foi a última atração a receber a notícia. De fato, mais que a série, o canal é que foi cancelado. Por conta desse impasse, a produtora Sony e a ViacomCBS estavam em negociações para renovar a comédia e transferir sua exibição para a plataforma de streaming CBS All Access. Mas esse acordo acabou frustrado por limitações contratuais que faziam parte do acordo original do programa com a Netflix, que cria empecilhos para outra empresa de streaming transmitir a série. Isto acabou causando o fim da série no conglomerado dono da CBS e da Paramount. “Muita coisa mudou na Viacom no ano passado e infelizmente não estaremos mais no Pop. Obrigado a todos pela oportunidade de fazer a 4ª temporada. E adivinhem? Ainda estamos tentando a 5ª temporada”, tuitou o co-showrunner Mike Royce, sobre a situação. A co-showrunner Gloria Calderón Kellett acrescentou: “Não estou triste ainda, pessoal. Ainda temos esperança de novos lares. Aguentem firme, meus amores. Vocês sabem que se eu cair, vou cair lutando por essa série (e elenco e equipe) que eu amo.”

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  • Filme

    Trailer da nova animação de Batman homenageia filmes clássicos de kung fu

    21 de novembro de 2020 /

    A DC Animation divulgou o trailer de sua nova animação feita para o mercado de VOD (locação digital). Intitulado “Batman: Soul of The Dragon”, o desenho se passa nos anos 1970 e presta homenagem aos filmes clássicos de kung fu e artes marciais daquela época, em particular “Operação Dragão” (1973). A trama vai mostrar Batman reencontrando antigos colegas, da época em que Bruce Wayne estudava artes marciais para lutar contra o crime. Estes colegas são Richard Dragon (também conhecido como Punhos do Dragão), Ben Turner (Tigre de Bronze) e Shiva (Lady Shiva). Mas vale observar que Dragon, originalmente ruivo nos quadrinhos, aparece retratado como um jovem asiático parecido com Bruce Lee (“O Dragão Chinês”), enquanto Turner troca sua careca lustrosa por um penteado afro ao estilo de Jim Kelly (“O Samurai Negro”) e Shiva passa uma vibe de Pei-Pei Cheng (“A Ermitã do Kung Fu”). Eles se juntam a Batman para enfrentar a terrível organização secreta conhecida como o Culto do Kobra. A animação é produzida por Bruce Timm (“Batman: A Série Animada”), dirigida por Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e traz em seu elenco de dublagem os atores David Giuntoli (o “Grimm”) como Batman, Mark Dacascos (“John Wick 3 – Parabellum”) como Dragon e dois ex-integrantes de “Arrow”: Michael Jai White, que repete seu papel televisivo como Ben Turner, e Kelly Hu, intérprete de China White na TV, com a voz de Lady Shiva. O lançamento está marcado para 26 de janeiro.

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    Ken Spears (1938 – 2020)

    9 de novembro de 2020 /

    O veterano roteirista-produtor Ken Spears, co-criador do adorado personagem “Scooby-Doo” com o também recentemente falecido Joe Ruby, morreu na sexta-feira (6/11) aos 82 anos, de complicações relacionadas à demência corporal de Lewy. “Ken será para sempre lembrado por sua inteligência, sua narrativa, sua lealdade à família e sua forte ética de trabalho”, diz seu filho, Kevin Spears. “Ele não deixou só uma impressão duradoura em sua família, mas tocou a vida de muitos como co-criador de ‘Scooby-Doo’. Ken tem sido um modelo para nós ao longo de sua vida e ele continuará a viver em nossos corações”. Nascido Charles Kenneth Spears em 12 de março de 1938, o artista cresceu em Los Angeles, Califórnia, onde se tornou amigo do filho do produtor de animação William Hanna. Spears foi posteriormente contratada na empresa de Hanna, a famosa Hanna-Barbera Productions em 1959 como editor de som. Enquanto trabalhava no departamento de edição, conheceu Joe Ruby, e os dois iniciaram uma parceria frutífera como autores de diversas histórias de desenhos clássicos. Juntos, eles escreveram episódios e criaram personagens para a Hanna-Barbera, Sid e Marty Krofft Television Productions e DePatie-Freleng Enterprises. Spears e Ruby criaram séries clássicas como “Scooby-Doo, Cadê Você!”, “Dinamite, o Bionicão”, “Capitão Caverna e as Panterinhas” e “Tutubarão” para a Hanna-Barbera, além de “Os Caretas”, “Os Cometas” e “Missão Quase Imprevisível” para a DePatie-Freleng. Além disso, Spears também foi consultor da adaptação animada de “Planeta dos Macacos”, que virou um desenho cultuado pelos fãs dos filmes em 1974. Os desenhos da dupla fizeram tanto sucesso que Fred Silverman, presidente de programação infantil da CBS, contratou-os no início dos anos 1970 para supervisionar a programação infantil das manhãs de sábado do canal, e quando Silverman se mudou para a ABC, levou-os juntos. Em 1977, Spears e Ruby criaram seu próprio estúdio, Ruby-Spears Productions, pelo qual produziram várias séries de animação, incluindo “Superman”, “Alvin e os Esquilos”, “Bicudo, o Lobisomem”, “Mister T”, “O Homem Elástico” e “Thundarr, o Bárbaro”, entre outros. Em 1981, a Ruby-Spears Productions foi comprada pela Taft Entertainment, a empresa-mãe da Hanna-Barbera, e dez anos depois o catálogo foi vendido, junto com a Hanna-Barbera, para a Turner Broadcasting, que atualmente integra a WarnerMedia. Spears morreu pouco mais de dois meses após seu grande parceiro Ruby, falecido em 26 de agosto passado.

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    Carol Arthur (1935 – 2020)

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Carol Arthur, viúva de Dom DeLuise e conhecida por aparecer nas comédias de Mel Brooks, morreu no domingo (1/11) aos 85 anos, na Mary Pickford House, lar de artistas aposentados mantido pelo Motion Picture & Television Fund em Woodland Hills, em Los Angeles. Arthur iniciou sua carreira em 1968 com participações no “The Dom DeLuise Show”, programa de variedades de DeLuise, com quem tinha se casado em 1965. Ela acabou se projetando e, após outros trabalhos, entrou na trupe de Brooks em 1974. Em “Banzé no Oeste”, ela chamou atenção por expressar “extremo desagrado” em relação ao xerife vivido por Cleavon Little em uma carta com palavras fortes. O filme também se tornou a primeira produção cinematográfica em que ela atuou ao lado do marido. Depois de aparecer no sucesso “Uma Dupla Desajustada” (1975), de Herbert Ross, ela retomou a parceria com Brooks – e DeLuise – , vivendo uma mulher grávida em “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976), no qual o diretor tentava produzir o primeiro filme mudo em décadas. Ela também estrelou “O Maior Amante do Mundo” (1977), de Gene Wilder, astro dos filmes de Brooks, e “Os Três Super-Tiras” (1979), dirigido por DeLuise, ao lado de seus filhos David DeLuise, Michael DeLuise e Peter DeLuise. O casal ainda voltou a se reunir com o diretor mais duas vezes, em “A Louca! Louca História de Robin Hood” (1993) e “Drácula, Morto mas Feliz” (1995). Seu último trabalho como atriz foi num episódio da série “Sétimo Céu” em 2004. Mas, cinco anos depois, ela voltou a ficar diante das câmeras para homenagear o marido, morto em 2009, gravando depoimentos para o documentário “According to Dom”.

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    Frank Zappa ganha documentário do astro de Bill & Ted. Veja o trailer

    1 de novembro de 2020 /

    A Magnolia Pictures divulgou o trailer de “Zappa”, documentário sobre o roqueiro Frank Zappa dirigido por Alex Winter, ator que estrela com Keanu Reeves as comédias de “Bill & Ted”. Frank Zappa já foi tema de muitas produções, mas o novo filme se diferencia por tentar cobrir toda a vida do artista e também porque Winter teve a aprovação e o apoio da família do músico, conseguindo acesso a gravações raras e imagens inéditas. O documentário inclui entrevistas do próprio biografado, de sua esposa Gail, de ex-integrantes do Mothers of Invention (a banda de Zappa dos anos 1960), dos guitarristas Steve Vai e Mike Keneally, que já trabalharam com o artista, e de Pamela Des Barres, a famosa groupie e membro da banda feminina The GTOs, produzida por Zappa entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970. “Zappa foi um homem extremamente complicado e brilhante, que tinha tantos detratores quanto fãs”, disse Winter, em entrevista à revista Rolling Stone norte-americana. “Eu espero que o público possa vê-lo como eu vejo, como um artista norte-americano cativante e extremamente relevante.” “Quando comecei a selecionar o material, eu descobri horas e horas de entrevistas inéditas que Frank armazenou, de diferentes momentos de sua vida”, continou. “Ele é um ótimo contador de histórias, e eu consegui fazer com que ele basicamente narrasse a própria vida. Em alguns casos ele começa uma anedota em 1969, continua o pensamento em 1980 e parece encerrar a mesma história em 1991. Isso permitiu que nós criássemos uma perspectiva caleidoscópica de Frank através do tempo – algo parecido com o que ele fez com sua música. O filme está cheio de surpresas para os fãs, mas acho que o que mais vai impactá-los é a intimidade da narração e o verdadeiro sentimento de quem Zappa realmente foi.” Segundo Ahmet, filho de Frank Zappa, “este é o documentário definitivo sobre Frank Zappa.” A estreia está mercada para 27 de novembro nos EUA.

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  • Filme

    Continuação de Halloween ganha primeiro teaser

    1 de novembro de 2020 /

    Um ano depois de divulgar um vídeo de bastidores das filmagens, a produtora Blumhouse voltou a aproveitar a data do Halloween (31/10) para compartilhar o primeiro teaser com cenas da continuação da franquia “Halloween” nas redes sociais. Depois do reboot de 2018, Jamie Lee Curtis voltará a enfrentar o serial killer mascarado Michael Myers em “Halloween Kills”, que no Brasil ganhou o subtítulo de “O Terror Continua”. A intérprete de Laurie Strode também voltará a contar com a companhia de Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta da personagem no filme mais recente. Além disso, a produção resgatará as crianças do filme original, que sobreviveram sob os cuidados da então babá Laurie durante o primeiro ataque do psicopata em 1978. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz (foi uma das enfermeiras de “Plantão Médico”/”E.R.”) repetirá seu papel da época, como Lindsey Wallace, mas Tommy Doyle terá novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). “Halloween Kills” deveria ter estreado neste fim de semana, mas devido à pandemia de coronavírus teve seu lançamento adiado em um ano. O vídeo revela a nova data, marcada para 15 de outubro de 2021. O próximo filme será o segundo de uma nova trilogia dirigida por David Gordon, que se encerrará em 2022 com “Halloween Ends”.

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  • Filme

    Stardust: Filme não autorizado sobre David Bowie ganha trailer

    28 de outubro de 2020 /

    A IFC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Stardust”, cinebiografia indie e não autorizada (pela família) de David Bowie. Os fãs do cantor podem apreciar o fato de a prévia ser bem melhor que as impressões iniciais sugeriam. Mas a verdade é que as (ainda poucas) primeiras críticas, geradas durante a passagem do filme por festivais, são negativas. O projeto foi desenvolvido pelo obscuro roteirista Christopher Bell (“Os Últimos Czares”) e o diretor indie Gabriel Range (“A Morte de George W. Bush”) e enfrentou vários entraves, a começar pelas diferenças físicas entre o ator Johnny Flynn (“Emma.”) e o cinebiografado, além da falta de bênção da família de Bowie e a proibição de usar as músicas do cantor. A ausência de músicas é frustrante, mas o recorte oferecido pela produção pode agradar aos fãs mais geeks de Bowie, apesar de ser uma gênese musical sem o som que a acompanhou. A trama se concentra na viagem do artista inglês aos EUA em 1971, quando sua carreira estava estagnada e ninguém se interessava por sua música na gravadora Mercury, exceto um executivo americano, que tenta sacudi-lo com essa excursão promocional. Foi nessa viagem que Bowie conheceu Lou Reed e encontrou inspiração para virar alienígena, transformando-se em Ziggy Stardust e estourando mundialmente. O título do filme, inclusive, refere-se ao personagem que ele criou no período O roteiro justifica a falta de músicas com um problema no visto do cantor, que embarcou para os EUA como turista e para dar entrevistas, não para fazer shows. O elenco também conta com Marc Maron (“GLOW”) como o executivo que apostou no sucesso de Bowie e Jena Malone (“Jogos Vorazes”) na pele de Angela Bowie, mulher do roqueiro na época – e inspiração da música “Angie”, dos Rolling Stones. A estreia comercial está marcada para 25 de novembro em circuito limitado e PVOD (premium video on demand) nos EUA. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Criador de Black-ish vai filmar cinebiografia de Richard Pryor

    26 de outubro de 2020 /

    O produtor-roteirista Kenya Barris, criador de “Black-ish” e seus derivados “Grown-ish” e “Mixed-ish”, vai escrever e dirigir a cinebiografia do famoso comediante Richard Pryor (1940–2005). Ainda sem título, o projeto do estúdio MGM marcará a estreia do produtor televisivo como diretor de longas. O filme vai retratar a vida e a época de Pryor, um dos comediantes mais influentes de todos os tempos. Ao longo de sua carreira, ele apareceu em mais de 50 filmes, entre eles “O Expresso de Chicago” (1976), “Loucos de Dar Nó” (1980) e “Chuva de Milhões” (1985), além de ter encabeçado as séries “The Richard Pryor Show” e “Pryor’s Place”, escrito e dirigido filmes e séries. “A maneira como Pryor fez o que fez – com verdade e especificidade autoconsciente, autodepreciativa e com um nível incomparável de vulnerabilidade – representou o poder e o impacto de seu trabalho”, disse Barris em um comunicado. “Pryor tinha uma voz que era distintamente sua e, em muitos aspectos, a comédia desde então foi derivada do que ele criou. Para mim, este é um filme sobre aquela voz, a jornada que a formou e o que foi necessário para ela acontecer. ” A viúva do comediante, Jennifer Lee Pryor, será coprodutora do filme. Ela também se manifestou em comunicado. “Tive um lugar na primeira fila de grande parte da vida de Richard, e estou animada que o mistério de sua genialidade será finalmente explorado, e Kenya Barris é a pessoa perfeita para isso. Richard e Kenya são irmãos criativos”, disse a viúva. O presidente do grupo de cinema da MGM, Michael De Luca, e a presidente do grupo de cinema da MGM, Pamela Abdy, acrescentaram: “O NY Times disse que Richard Pryor foi o ‘comediante de stand-up iconoclasta que transcendeu as barreiras raciais e trouxe um humor mordaz e irreverente para as salas de estar da América, cinemas, clubes e salas de concerto’. Não poderíamos estar mais de acordo. Junto com nossos parceiros, estamos incrivelmente animados em compartilhar a vida extraordinária de Richard com o público em todo o mundo.” A produção ainda não tem cronograma de filmagem nem previsão de estreia.

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    William Blinn (1938 – 2020)

    24 de outubro de 2020 /

    O roteirista-produtor William Blinn, que criou “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), “Raízes” (Roots), escreveu o musical “Purple Rain”, de Prince, e diversos projetos de TV marcantes, morreu na quinta-feira (22/10) de causas naturais em Burbank, na Califórnia, aos 83 anos. Em sua longa carreira, Blinn abordou todo tipo de preconceito, assinando histórias sobre atletas doentes, negros vítimas de racismo e romance LGBTQIA+, encontrando sucesso com essas narrativas numa época bem menos tolerante. Tudo começou por impulso, quando o nativo de Ohio e seu colega de classe Michael Gleason (futuro criador de “Remington Steele”) vieram para Los Angeles no início dos anos 1960 com o projeto de vender ideias de histórias e/ou scripts para programas de sucesso da TV. A ousadia deu certo e Blinn escreveu para séries como “Couro Cru” (Rawhide), “Bonanza”, “Maverick”, “Laramie” e “Meu Marciano Favorito” (My Favorite Martian). Acabou convidado a se juntar à equipe de roteiristas oficiais de “Bonanza” em 1965, quando Pernell Roberts estava deixando a série. E em seguida serviu como editor de histórias para as duas temporadas (1968-70) de “E as Noivas Chegaram” (Here Comes the Brides). Sua primeira criação foi a série médica “Os Homens de Branco” (The Interns), estrelada por Broderick Crawford em 1970. E seu primeiro telefilme veio no ano seguinte – e marcou época. Trabalhando nos estúdios da Screen Gems, ele foi selecionado aleatoriamente para adaptar um capítulo da autobiografia “I Am Third”, escrita por Gale Sayers, um jogador do time profissional de futebol americano Chicago Bears. Após escrever o roteiro, ele o batizou de “Brian’s Song”. Rodado ao longo de 12 dias em Indiana, o telefilme – lançado no Brasil como “Glória e Derrota” (1971) – centrava-se no forte relacionamento entre Sayers (interpretado por Billy Dee Williams) e seu companheiro de equipe Brian Piccolo (James Caan), que foi diagnosticado com câncer terminal logo após se tornar jogador profissional. Exibido em 30 de novembro de 1971, o longa foi visto por 55 milhões de espectadores – metade das pessoas que possuíam uma TV nos Estados Unidos na época – , tornando-se uma das maiores audiências de telefilme de todos os tempos. Mas Blinn não conquistou apenas o público. Ele venceu o Emmy e um prêmio Peabody pelo roteiro. O sucesso lhe deu carta branca para criar novas produções. Ele concebeu a primeira série sobre policiais inexperientes, “Os Novatos” (The Rookies), que durou quatro temporadas (entre 1972 e 1976), com a futura Pantera Kate Jackson no elenco. Mas teve menos felicidade ao tentar lançar uma série de western, um dos gêneros que mais escreveu no começo da carreira. Apesar de estrelada por Kurt Russell e Bonnie Bedelia, “The New Land” foi cancelada após seis episódios em 1974. O roteirista voltou a emplacar um fenômeno em 1975, ao criar “Justiça em Dobro”. Série policial mais violenta dos anos 1970, influenciada pelo cinema blaxploitation, a produção acompanhava dois policiais durões de Nova York que só trabalhavam à noite, infiltrados em zonas infestadas de crimes. O programa transformou os atores David Soul e Paul Michael Glaser em astros, mas Blinn largou os trabalhos após dois meses, brigando com os produtores Aaron Spelling e Len Goldberg. “Tínhamos em mente duas coisas diferentes … Eu queria mais humanidade, menos perseguição de carros”, contou em 2004. Mas nada o preparou para o impacto de seu trabalho seguinte, também premiado com o Emmy. Ele foi o grande responsável pela minissérie “Raízes”, escrevendo os episódios iniciais e comandando a adaptação do livro de Alex Haley, que ainda não tinha sido lançado. 85% da população total dos EUA assistiu a série na rede ABC, que chegou a atrair 100 milhões de telespectadores ao vivo em seu capítulo final, exibido em 1977. “Raízes” ainda venceu 9 prêmios Emmy, incluindo o de Melhor Roteiro para Blinn. Em entrevista recente sobre o legado da atração, ele lembrou que os produtores estavam preocupadíssimos com o conteúdo do minissérie, que foi a primeira a abordar racismo na televisão e ser centrada em protagonistas negros. “Seria enorme ou terrível; ninguém pensou que seria mediana e ignorada”, disse ele. “Havia duas visões entre os produtores. Uma era mergulhar o país nesta história, que todos nós precisávamos ver, etc., etc. A outra era se livrar logo dessa maldita coisa, que poderia matar a rede, apenas livrar-se dela assim que puder. Eu acredito mais na segunda versão. Acho que eles pensaram que seria um desastre”, completou. Ele também desenvolveu “Oito É Demais” (Eight Is Enough), comédia sobre uma família com oito filhos, que durou cinco temporadas entre 1977 e 1981, e depois disso voltou a se consagrar como roteirista, produtor e diretor do aclamado “A Question of Love” (1978), um dos primeiros teledramas de tema lésbico, estrelado por Gena Rowlands e Jane Alexander. Suas realizações ainda incluem roteiros e produção da série musical “Fama” (1982-1987), que ele ajustou antes da estreia na NBC, recebendo novas indicações ao Emmy, roteiros da série de comédia “Our House” (1986–1988), estrelada por Wilford Brimley, e a criação da atração militar “Pensacola: Wings of Gold” (1997-2000). Apesar de uma carreira movimentada carreira de quatro décadas, Blinn teve apenas um crédito no cinema, que ele compartilhou com o diretor Albert Magnoli. Ele escreveu o filme “Purple Rain” (1984), grande sucesso de Prince, a partir das músicas do cantor. Blinn disse que foi escolhido devido a seu trabalho em “Fama” e sentou-se com Prince em um restaurante italiano em Hollywood para trocar ideias sobre o que seria o filme, mas só soube que história desenvolver quando saiu para dar uma volta no carro do músico e ouviu “When Doves Cry”. “Ele tocou a música para mim e tinha um sistema de alto-falantes do céu. Quem sabe quantos alto-falantes havia naquele carro?” Blinn lembrou. “Para alguém da minha idade, gosto de rock, mas não tão alto. Mesmo assim, [a música] era melódica e tocada com grande intensidade. Eu disse: ‘Cara, você certamente tem uma base. Isso pode render no final.'” Em 2009, ele recebeu um troféu especial do Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) pelas realizações de sua carreira.

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