Reboot de “Ilha da Fantasia” é renovado para 2ª temporada
A rede americana Fox renovou o reboot feminino de “Ilha da Fantasia”. “Estamos emocionados por estar de volta para a 2ª temporada”, anunciou em comunicado Marie Jacobson, vice-presidente executiva do Gemstone Studios, responsável pela produção. “Liz, Sarah, Roselyn e toda a família Fantasy Island reimaginaram esta série histórica e deram a ela o toque feminino moderno de que precisava para ressoar com o público em todo o mundo. Estamos muito orgulhosos do programa e gratos por nossos parceiros estelares na Fox”. A série tem a mesma premissa da atração original dos anos 1970. Isto é, os episódios continuam funcionando como uma antologia de fantasia, que a cada semana traz diferentes hóspedes à ilha do título em busca da realização de seus sonhos e desejos. Ao final, eles despendem-se do resort de luxo totalmente transformados pela experiência. As praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica também continuam presentes. Mas os personagens fixos sofreram grandes mudanças. Para começar, não há um novo Tattoo. E o elegante Sr. Roarke agora é uma mulher, ainda que se vista da mesma forma, sempre com terninhos brancos. A nova anfitriã, chamada de Elena Roarke, é parente do Sr. Roarke original e vivida por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Em vez de um anão extremamento animado, sua mão direta é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros hóspedes a realizarem seus sonhos. As duas recebem e contracenam com novos personagens, que visitam o resort, toda a semana. A reimaginação foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e o Gemstone Studios. Aproveitando a temporada de férias do fim do ano, a Fox vai transmitir um episódio de Natal da série em 21 de dezembro, enquanto produz a 2ª temporada para uma estreia em 2022.
Mauro Lima revela imagens dos bastidores de “Rio Connection”
As gravações de “Rio Connection” estão a todo vapor. O diretor Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny”) postou várias imagens do elenco, carros e cenários da produção, que recriam os anos 1970. Projeto da Globoplay com coprodução da Sony, a série segue uma quadrilha europeia que usou o Rio de Janeiro como conexão para o tráfico de heroína durante aquela década. Vista na maioria das imagens, Marina Ruy Barbosa, atualmente no ar na reprise da novela “Império”, tem um dos papéis principais como uma mulher ligada ao tráfico. O elenco ainda inclui Bruno Gissoni (“Socorro, Virei uma Garota!”), Maria Casadevall (“Coisa Mais Linda”), Alexandre David (“Sob Pressão”), Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”), Carla Salle (“Onisciente”) e o francês Aksel Ustun (“Gangs of London”). Além da recriação de época, outro detalhe chama atenção na produção. Como faz parte de um acordo com a Sony para lançamento internacional, a série será falada em inglês, levando o elenco a intensificar os estudos da língua. “Rio Connection” ainda não tem previsão de estreia. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Mauro Lima (@mauro.lima.pavlov) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Mauro Lima (@mauro.lima.pavlov) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Mauro Lima (@mauro.lima.pavlov) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Mauro Lima (@mauro.lima.pavlov) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Mauro Lima (@mauro.lima.pavlov)
Gilberto Braga (1945-2021)
Gilberto Braga, um dos mais importantes autores de novelas do Brasil, morreu nesta terça-feira (26/10). O escritor, que completaria 76 anos na próxima segunda-feira, estava internado no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, onde enfrentava uma infecção sistêmica após uma perfuração do esôfago – lesão apontada como causa da morte. Casado com o decorador Edgar Moura Brasil, o autor também sofria do Mal de Alzheimer. Braga escreveu mais de 20 novelas, especializando-se em apresentar tramas de assassinato misterioso, que precisava ser resolvido nos últimos capítulos. Ele foi o primeiro teledramaturgo autêntico do Brasil, o primeiro autor brasileiro formado exclusivamente na televisão – jamais escreveu para teatro – , e fez sua trajetória praticamente inteira na rede Globo, iniciando com tramas do “Caso Especial” (antologia de teledramas) em 1972. Em toda a carreira, ele só fez uma obra fora da Globo, o roteiro do filme “Fim de Festa”, dirigido por Paulo Porto em 1978. A especialização em novelas aconteceu por acaso e sob pressão. Após entregar o quinto roteiro de “Caso Especial”, foi convencido pelo diretor Daniel Filho, na época responsável pela dramaturgia da Globo, a escrever seu primeiro folhetim em 1974, em parceria com o já experiente Lauro César Muniz. O resultado foi a novela “Corrida do Ouro”, desenvolvida para o horário das 19h “aos trancos e barrancos”, como ele próprio descreveu em entrevista à sua irmã historiadora Rosa Maria Araujo, num especial sobre os 70 da televisão do jornal O Globo. Em seguida, recebeu de Daniel Filho a missão de preencher o novo horário de novelas da emissora às 18h, inaugurando a fase áurea de adaptações de romances históricos com “Helena”, de Machado de Assis, em 1975. No mesmo ano, ainda escreveu a adaptação de “Senhora”, de José de Alencar, antes de criar seu primeiro fenômeno de audiência. Estrelada por Lucélia Santos, “Escrava Isaura” marcou época. A versão televisiva do romance de Bernardo Guimarães tornou-se a novela das 18h mais famosa de todos os tempos, ampliando sua popularidade com a passagem do tempo, graças a várias reprises. A produção também virou o primeiro grande produto de exportação da Globo, numa época em que a emissora carioca mal tinha planos de expansão internacional. Foi exibida até na China. Depois de despedir-se das 18h com “Dona Xepa” (1977), outro sucesso, foi direto, sem escalas, para o horário nobre, assinando sua primeira novela das 20h: o estouro “Dancin’ Days” em 1978. O melodrama, que combinava vida noturna moderna e drama existencial de uma ex-presidiária, foi a primeira novela urbana de Sonia Braga, fez deslanchar a carreira da adolescente Gloria Pires e contou com uma das melhores brigas femininas da história da TV brasileira (entre Sonia Braga e Joana Fomm), sem esquecer que lançou moda, vendeu muitos discos e ajudou a popularizar as discotecas no país. O autor continuou a fazer sucesso em “Água Viva” (1978), na qual inaugurou sua mania de mistérios criminais, lançando o bordão “Quem matou Miguel Fragonard?” (Raul Cortez), além de ter sido responsável por introduzir em “Brilhante” (1980) o primeiro protagonista homossexual (então no armário) da teledramaturgia nacional, vivido por Dennis Carvalho. Mais: com “Corpo a Corpo” e a genial atriz Zezé Motta, assinou mais um divisor de águas, transformando racismo em tema de novela em 1984. Entre tantas novelas, Braga ainda teve tempo para revolucionar as minisséries com sua primeira incursão no gênero, a romântica e nostálgica “Anos Dourados”, que fez o país se apaixonar por Malu Mader em 1986, seguida pela produção de “O Primo Basílio”, adaptação primorosa do romance histórico de Eça de Queirós. Revigorado pelas minisséries, ele voltou com tudo às narrativas longas. E dez anos depois de eletrizar o público com “Dancin’ Days”, parou o Brasil com “Vale Tudo” (1988). A trama de mau-caratismo consagrou a jovem adulta Gloria Pires como a malvadinha Maria de Fátima, eternizou a diva Beatriz Segall como a vilã das vilãs, Odete Roitman, e terminou quebrando todos os recordes de audiência, graças ao mistério de “Quem matou Odete Roitman”. Ironicamente, foi quando se achou o dono do mundo, em que nada que escrevia parecia falhar, que Braga amargou seu maior – talvez o único – dissabor, com a rejeição do público à trama de “O Dono do Mundo” (1991). A novela enfrentou vários protestos por sua premissa, em que Antonio Fagundes apostava ser capaz de tirar a virgindade de Malu Mader. A intenção era discutir ética. Mas o público se assustou. A ironia é que, dois anos depois, o mesmo público foi lotar os cinemas para ver uma parábola moral similar, só que made in Hollywood, no filme americano “Proposta Indecente”. O autor se vingou com a minissérie “Anos Rebeldes” (1992), retratando a resistência à ditadura, então ainda recente, com cenas de tortura para sacudir o público. A série acabou projetando Cláudia Abreu, que depois faria o melhor papel da carreira na melhor novela de Braga, “Celebridade”, em 2003. Juntando suas estrelas de “Anos Dourados” e “Anos Rebeldes”, Braga mostrou um novo “Vale Tudo” na era do culto às celebridades e com direito até a um “quem matou Lineu?” (Hugo Carvana). Só que, diferente dos anos 1980, pela primeira vez controlou todos os aspectos da obra, da escalação do elenco à trilha sonora. Por isso, dizia que “Celebridade” era sua novela favorita. Entre outras novelas, ainda se consagrou com “Paraíso Tropical” (2008), que também é lembrada por seus vilões – Bebel e Olavo, vividos por Camila Pitanga e Wagner Moura. A obra recebeu indicação ao Emmy Internacional. Ele continuou a escrever novelas até 2015, quando assinou “Babilônia”, mas a doença o tirou da TV. Nos últimos anos, tornou-se recluso. Mesmo assim, tinha planos. Na entrevista à irmã, publicada em 2020 em O Globo, disse que estava aproveitando a quarentena da pandemia para realizar com colaboradores uma adaptação do clássico britânico “Feira das Vaidades”, de William Makepeace Thackeray, passada no Rio de Janeiro dos anos 1920.
JoAnna Cameron (1951–2021)
A atriz JoAnna Cameron, que marcou época como “A Poderosa Isis”, morreu na sexta-feira (22/10) no Havaí, após sofrer um acidente vascular cerebral, com 70 anos de idade. Antes de virar super-heroína, ela já chamava atenção por aparecer em várias comédias que exploravam sua beleza. Seu primeiro papel foi em “Como Cometer um Casamento” (1969), contracenando com os comediantes Bob Hope e Jackie Gleason. Também apareceu em “O Seu Caso Era Mulher” (1970) com Elliott Gould, “Garotas Lindas aos Montes” (1971) com Rock Hudson e “O Super Amante” (1971) com Peter Kastner. Sua conversão em atriz televisiva aconteceu na série “Marcus Welby, M.D.”, na qual viveu uma enfermeira recorrente de 1970 a 1972. Ainda teve participações em “Daniel Boone”, “Os Audaciosos”, “Controle Remoto” e “Columbo”, mas só entrou para a História da TV ao vestir o microvestido da primeira super-heroína da televisão. “A Poderosa Isis” foi uma criação original de Marc Richards (que também assinou o desenho dos “Ghostbusters”) como complemento para as aventuras do Capitão Marvel em “Shazam!”. Na série, uma arqueóloga chamada Andrea Thomas ganhava poderes e minissaia ao encontrar uma relíquia egípcia da deusa Isis. Como a personagem também apareceu em crossovers de “Shazam!”, a DC Comics resolveu lançar seus quadrinhos. Com isso, ela virou personagem da editora e teve até sua própria revista, embora a série tenha durado apenas duas temporadas, entre 1975 e 1976. Isis acabou se tornando pioneira, ao provar que mulheres poderosas poderiam ter suas próprias séries de ação. Um ano depois de sua estreia, a TV ganhou mais duas heroínas: a Mulher Biônica de Lindsay Wagner e a Mulher-Maravilha de Lynda Carter. Após o fim de “A Poderosa Isis”, a atriz ainda foi para a Marvel e apareceu na série live-action do “Homem-Aranha” em 1978, mas largou a atuação logo em seguida, após o telefilme “Swan Song” com Davis Soul, em 1980. Tinha apenas 29 anos. Depois de deixar a TV, Cameron trabalhou por 10 anos como enfermeira no setor de saúde domiciliar antes de iniciar uma carreira em marketing hoteleiro no Havaí, onde morou até o fim da vida. A personagem que ela originou também desapareceu por várias décadas, mas acabou retornando durante a minissérie “52”, que serviu de reboot para os quadrinhos da DC Comics em 2006. Na ocasião, Isis teve seu nome alterado para Adrianna Tomaz e relacionada ao anti-herói Adão Negro. Embora tenha sido uma volta breve – ela morre na minissérie – , a editora decidiu rever seu status num novo reboot, “Os Novos 52”, que a devolveu permanentemente à continuidade dos quadrinhos da DC em 2011. Quase tão popular quanto na época de JoAnna Cameron, a personagem – sem o nome original, que hoje é relacionado à sigla em inglês do grupo terrorista Estado Islâmico – , pode ser vista atualmente na série “Legends of Tomorrow”, interpretada por Tala Ashe, e estará no filme “Adão Negro”, previsto para 2022, com interpretação de Sarah Shahi (“Sex/Life”).
Cynthia Harris (1934–2021)
A atriz Cynthia Harris, que estrelou a sitcom “Louco por Você” (Mad About You), morreu em 3 de outubro em Nova York, aos 87 anos. Harris passou a maior parte de sua carreira nos palcos da Broadway e à frente de sua própria companhia teatral no circuito off-Broadway, o que só lhe permitiu uma filmografia pequena, mas com alguns sucessos de bilheteria. Sua estreia nas telas aconteceu em 1968 no drama “Isadora”, cinebiografia da dançarina Isadora Duncan, estrelada por Vanessa Redgrave. Ela também participou da adaptação de “Tempestade” (1982) com John Cassavettes, e das comédias “Além das Fronteiras do Lar” (1972), com Barbra Streisand, “Três Solteirões e um Bebê” (1987), com Ted Danson, “Manequim: A Magia do Amor” (1991), com Kristy Swanson, e “Um Distinto Cavalheiro” (1992), com Eddie Murphy. Mas foi na TV que conquistou mais destaque. Além de participações em várias séries, de “Kojak” a “Law & Order”, ela estrelou a minissérie “Edward & Mrs. Simpson” em 1978 no papel de Wallis Simpson, a mulher que fez o Rei Edward abdicar do trono da Inglaterra. Seu papel mais marcante chegou em 1993, durante a 2ª temporada de “Louco por Você”, quando foi escalada como Sylvia Buchman, a mãe do protagonista Paul Buchman, vivido por Paul Reiser. Sua rivalidade ocasional com a nora Jamie Buchman (Helen Hunt) marcou alguns dos melhores episódios da sitcom premiada. Ao todo, Harris apareceu em 73 episódios da atração, incluindo duas vezes no revival de 2019. A retomada de Sylvia Buchman, uma década após se despedir do papel, foi seu último trabalho nas telas. Cocriador de “Louco por Você”, Paul Reiser homenageou sua mãe nas telas com um post nas redes sociais. “Que mulher excepcional. Verdadeiramente única”, ele escreveu. “E um coração tão grande. Foi uma honra e uma alegria ser seu ‘filho’ todos esses anos. Descanse em paz, querida amiga”. What an exceptional woman. Truly one of a kind. Cynthia could get a laugh just waiting to deliver a line you knew she would then absolutely crush. And such a big heart. It was an honor and a joy to be her "son" all these years. Rest in peace, dear friend. https://t.co/RTZKL7phwn — Paul Reiser (@PaulReiser) October 6, 2021
Renata Sorrah será dona de boate em série passada nos anos 1970
Renata Sorrah vai estrelar uma nova série após a recente “Filhas de Eva”, lançamento de março da Globoplay. Ela entrou em “Rio Connection”, produção da Globo em parceria com a Sony, em que viverá Cassandra, dona de uma boate carioca da década de 1970. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a atriz já começou a preparação e está fazendo as provas de figurino e caracterização. A trama segue uma quadrilha europeia que usou o Rio de Janeiro como conexão para o tráfico de heroína durante os anos 1970. Marina Ruy Barbosa, atualmente no ar na reprise da novela “Império”, tem um dos papéis principais como uma mulher ligada ao tráfico. A direção é de Mauro Lima, que já abordou o tema no filme “Meu Nome Não É Johnny” (2008), e o elenco ainda inclui Bruno Gissoni (“Socorro, Virei uma Garota!”), Maria Casadevall (“Coisa Mais Linda”), Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”) e Carla Salle (“Onisciente”). Um detalhe chama atenção na produção. Como faz parte de um acordo com a Sony para lançamento internacional, a série será falada em inglês, levando o elenco a intensificar os estudos da língua.
Família de Laurie Strode enfrenta Michael Myers em pôsteres e vídeo de “Halloween Kills”
A Universal Pictures divulgou novos pôsteres e mais um vídeo dos bastidores de “Halloween Kills: O Terror Continua”, que destacam três gerações de mulheres da família Strode, descritas como “guerreiras”. No novo filme, Michael Myers avança em busca da família de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), a “final girl” de seu massacre original de 1978. Desta vez, porém, Laurie, sua filha (Judy Greer) e sua neta (Andi Matichak) se juntam a outros sobreviventes para caçá-lo. Novamente dirigido por David Gordon Green, que comandou o “Halloween” de 2018, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.
Vídeo de bastidores destaca volta de personagens clássicos de “Halloween”
A Universal Pictures revelou um novo vídeo dos bastidores de “Halloween Kills: O Terror Continua”, que destaca a volta de três atores do filme original, Charles Cyphers, Nancy Stephens e Kyle Richards. Além de depoimentos sobre o longa de 1978, dirigido por John Carpenter, o vídeo mostra o reencontro de Kyle Richards com Jamie Lee Curtis, estrela do longa original e que continua na franquia até hoje. Kyle era uma das crianças que Laurie Strode, a personagem de Curtis, cuidava como babá durante o primeiro massacre cometido por Michael Myers. A atriz deu continuidade à carreira e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Já o intérprete de seu irmão em 1978 desistiu de atuar e sua versão adulta será vivida por Anthony Michael Hall (“O Vidente”) no novo longa. Em “Halloween Kills”, os velhos personagens se aliam à família de Laurie Strode para caçar o psicopata e impedir um novo massacre. Novamente dirigido por David Gordon Green, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.
“Daisy Jones & The Six” ganha primeiras imagens de bastidores
A produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), divulgou no Instagram as primeiras imagens de bastidores de “Daisy Jones & The Six”, nova minissérie da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Um detalhe curioso da produção é que o papel principal é desempenhado por Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que além de atriz é neta de Elvis Presley. Por sinal, ela já viveu uma roqueira dos anos 1970 no cinema. Em “The Runaways”, de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã de Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). O elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o astro Sam Claflin (“Enola Holmes”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hello Sunshine (@hellosunshine)
Al Harrington (1935–2021)
O ator Al Harrington, conhecido por seu papel na versão original da série “Havaí Cinco-0”, morreu na terça-feira (21/9) em Honolulu aos 85 anos, uma semana após sofrer um derrame. Nascido nas ilhas da Samoa Ocidental, Harrington se mudou com a família para o Havaí aos quatro anos de idade e começou sua carreira fazendo pequenas figurações na 1ª temporada de “Havaí Cinco-0”, lançada em 1968. Ele apareceu em vários episódios em diferentes papéis até ser oficializado como o detetive Ben Kokua, integrante da equipe Cinco-0 de Steve McGarrett (Jack Lord) a partir da 5ª temporada, vindo a integrar o elenco fixo da atração por dois anos, de 1972 a 1974. Além de “Havaí Cinco-0”, também apareceu em “As Panteras”, “Magnum” e “Os Jeffersons”, e interpretou um âncora de TV no blockbuster “Forrest Gump” (1994), entre outros papéis. Em 2011, Harrington se tornou um dos raros atores do “Havaí Cinco-0” original a participar da produção do reboot contemporâneo, vivendo o personagem Mamo Kahike, um velho amigo da família de Steve McGarrett (Alex O’Loughlin), como integrante do elenco recorrente. Ele apareceu esporadicamente, mas de forma consistente, em 10 episódios de “Hawaii Five-0” até 2018. Harrington também teve uma carreira paralela como cantor e foi homenageado em 2018 com um troféu da Academia Havaiana de Gravações Artísticas por suas realizações.
Tim Donnelly (1944-2021)
O ator Tim Donnelly, que interpretou o bombeiro piadista Chet Kelly nas seis temporadas da série clássica “Emergência!”, morreu na sexta-feira (17/9) em sua casa em Santa Fé, Novo México, de complicações de uma cirurgia. Ele tinha 77 anos. Timothy David Donnelly era filho de Paul Donnelly, vice-presidente de produção da Universal Pictures, neto do ator Pat O’Malley (“Vampiros de Almas”) e irmão mais novo do ator mirim e futuro diretor Dannis Donnelly, e com essas credenciais decidiu tentar a carreira de ator ainda na adolescência. Sua estreia aconteceu como figurante em “Assassino Público Número Um”, filme do gângster Baby Face Nelson lançado em 1957. Mas ele acabou se limitando a uma carreira televisiva. Após uma década de figurações em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Havaí Cinco-0”, “Dragnet 1967” e “Adam-12”, foi escalado para seu primeiro e único papel fixo, como o bombeiro Chet de “Emergência!”. Precursora das séries de atendimentos de emergência, que viraram moda na TV americana nos últimos anos, a produção desenvolvida por Robert A. Cinader (criador de “Adam-12”) e Harold Jack Bloom (criador de “Projeto UFO”), acompanhava o trabalho da Estação 51 do Corpo de Bombeiros, além de de paramédicos, policiais e médicos de pronto socorro de Los Angeles. Junto com Donnelly, o elenco destacava ainda Robert Fuller (astro de “Laramie”), Kevin Tighe (visto na série “Lost”), Julie London (“A Casa Vermelha”) e Bobby Troup (“M*A*S*H”), entre outros. Donnelly participou dos 122 episódios da série, que durou de janeiro de 1972 até maio de 1977, geralmente ajudando a aliviar o clima tenso com piadas no corpo de bombeiros. Mas, depois disso, ele apareceu basicamente apenas em projetos dirigidos por seu irmão, Dennis Donnelly, como o terror slasher “Na Senda do Crime” (1978) e episódios das séries “Projeto UFO”, “Enos”, “Vega$” e “O Esquadrão Classe A”.
Sobreviventes do primeiro “Halloween” se juntam no trailer da continuação
A Universal divulgou o trailer legendado de “Halloween Kills”, segundo filme da nova trilogia do psicopata Michael Myers, que ganhou um subtítulo nacional: “O Terror Continua”. A prévia mostra um reencontro dos sobreviventes do longa clássico dos anos 1970, que se unem para acabar de vez com a ameaça do bicho-papão mascarado. Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando se tornou a última sobrevivente do massacre cometido por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original estão de volta. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, mudaram muito com a meia-idade. Doyle é interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina tem a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Eles se aliam à família de Laurie Strode para caçar o psicopata para impedir um novo massacre. Novamente dirigido por David Gordon Green, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.
Michael Constantine (1927–2021)
O ator Michael Constantine, que interpretou o pai de Nia Vardalos em “Meu Casamento Grego”, comédia romântica de maior bilheteria de todos os tempos, morreu em 31 de agosto, mas sua morte só foi confirmada na noite de quarta (9/9) por seu agente. Ele tinha 94 anos e faleceu de causas naturais. Constantine Joanides começou sua carreira nos primeiros dias da televisão americana, ainda em 1949. Após vários trabalhos na Broadway – e bicos de vigia noturno para complementar a renda – , fez sua estreia no cinema em “A Última Caminhada” (1959), interpretando um presidiário que tentava escapar da prisão com Mickey Rooney e grande elenco. Ele também teve papéis coadjuvantes memoráveis no clássico de bilhar “Desafio à Corrupção” (1961), ao lado de Paul Newman, e no blockbuster “Beau Geste” (1966), além de ter aparecido na maioria das séries produzidas na década de 1960, de “Os Intocáveis” a “Missão: Impossível”. O ano mais ocupado de sua carreira foi 1969, quando estrelou nada menos que quatro filmes – a aventura romântica “Justine” e três comédias: “Os Rebeldes”, com Steve McQueen, “Que Sequestro Aéreo!”, adaptação de uma peça de Woody Allen, e “Enquanto Viverem as Ilusões”, em que interpretou um ex-soldado em busca de um amor há muito perdido na Itália. E ainda assim teve tempo para interpretar seu primeiro papel fixo numa série, em “Room 222”. A atração criada por James L. Brooks (um dos criadores de “Os Simpsons”) se passava numa escola do Ensino Médio que tinha Constantine como diretor. A trama lidava com muitos temas contemporâneos, como racismo e divisões sociais, e marcou época na TV americana, durando cinco temporadas – até 1974. Por seu trabalho em “Room 222”, Constantine venceu o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em série de Comédia em 1970. Após o fim da série, ele integrou o elenco do drama sombrio “A Viagem dos Condenados” (1976) e teve papel recorrente na série infantil “Electra Woman and Dyna Girl” (também em 1976), onde viveu um feiticeiro. Sua carreira televisiva atravessou as décadas seguintes, com papéis em diversas atrações, incluindo nova participação recorrente em “Jogo Duplo” (Remington Steele) como um empresário idiossincrático. No cinema, ainda foi o pai de Patrick Dempsey na comédia romântica adolescente “Casanova – Adorável Sedutor” (1987), o pai de Michael Keaton no drama “Minha Vida” (1993) e o juiz do suspense “A Jurada” (1996), com Demi Moore, antes de conduzir Nia Vardalos ao altar em 2002. Patriarca da família de “Meu Casamento Grego”, o ator arrancava risos por encontrar raízes gregas em todas as palavras, manifestando um tradicionalismo ferrenho, que também era bem humorado e generoso. Após o sucesso avassalador do filme, que só nos EUA faturou US$ 241 milhões em 2002, Constantine reprisou seu papel em uma série curta da CBS, também estrelada por Vardalos em 2003, e na continuação do longa original, lançada em 2016. Foi seu último trabalho.












