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  • Filme

    Tarantino quer juntar Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Tom Cruise em seu novo filme

    16 de novembro de 2017 /

    O diretor Quentin Tarantino fechou parceria com o produtor David Heyman para ajudá-lo a produzir seu próximo filme, ainda sem título. Será o primeiro lançamento do cineasta sem produção de Harvey Weinstein desde o começo de sua carreira, e o primeiro que ele coproduzirá desde “À Prova de Morte”, lançado há 10 anos. Tarantino decidiu romper com a produtora The Weinstein Company após as inúmeras acusações de assédio e abuso sexual contra seu proprietário, mas não faltam interessados em distribuir seu novo longa, que se passará em 1969 e terá como pano de fundo os assassinatos cometidos pelos seguidores de Charles Manson. Heyman tem relação estreita com a Warner, para quem produziu os filmes de “Harry Potter”, e o estúdio quer tanto trabalhar com Tarantino que chegou a preparar uma recepção especial para o diretor, com decoração temática dos anos 1960, durante sua visita para conversar sobre o filme. Mas Sony e Paramount também estão jogando dinheiro na mesa para negociar a produção. O orçamento não será barato, já que o cineasta quer dirigir um elenco classe A. A lista inclui Leonardo DiCaprio, com quem ele já trabalhou em “Django Livre” (2012), e Brad Pitt, protagonista de “Bastardos Inglórios” (2009), mas não pára nisso: Tom Cruise também estaria sendo considerado. Para completar, Jennifer Lawrence e Margot Robbie são as favoritas para os papéis femininos. Não existem maiores informações sobre que papéis este elenco dos sonhos desempenharia, mas, segundo o site Deadline, não há tantos personagens principais na trama, o que significa que, se todos concordassem, Tarantino teria que deixar alguém de fora. A decisão sobre qual estúdio pagará os salários dos grandes astros cogitados deve ser tomada até o feriadão da próxima quinta-feira, 23 de novembro, quando é celebrado Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.

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  • Série

    Novo trailer da 2ª temporada de The Crown destaca a princesa Margaret

    15 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia destaca a princesa Margaret (Vanessa Kirby), seu ressentimento em relação à irmã, rainha Elizabeth II (Claire Foy), e seu envolvimento com o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, que é vivido por Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) nos novos episódios. Na 2ª temporada, a trama chega nos anos 1960, época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise evoluir para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.

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  • Série

    Trailer da midseason de Star Trek: Discovery aponta tramas clássicas de Jornada nas Estrelas

    13 de novembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou o trailer da segunda metade de “Star Trek: Discovery”, que encerrou seu arco inicial no domingo (12/11) nos EUA. O episódio do midseason finale chegou nesta segunda na Netflix do Brasil e a parte final da 1ª temporada será exibida a partir de janeiro. Após um curto-circuito interromper seu salto de volta à Terra, a nave Discovery se encontra num lugar desconhecido, sem conseguir identificar as estrelas ou os destroços espaciais a sua volta, enquanto o Tenente Stamets (Anthony Rapp) sofre uma contaminação por esporos e fica com os olhos embranquecidos. Fãs da série original dos anos 1960 devem ligar os eventos a dois episódios clássicos da “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A referência mais óbvia remete ao famoso piloto “Where No Man Has Gone Before”, de 1966. Para quem não lembra, o Tenente Gary Mitchell (personagem de Gary Lockwood) ganha poderes psíquicos quando a Enterprise penetra uma barreira espacial e fica com os olhos embranquecidos-prateados. O final é trágico. Para ressaltar a citação, o roteiro do último episódio, “Into the Forest I Go”, fez até o Capitão Lorca (Jason Isaacs) dizer a frase daquele título, “Onde nenhum homem jamais esteve”, que também reverberava na narração da abertura dos episódios de meio século atrás. A segunda referência veio em meio a esse mesmo diálogo, registrado durante uma conversa entre Lorca e Stamets, diante de um mapa dos saltos da Discovery por meio da tecnologia dos esporos, que apontariam universos paralelos. A chegada num lugar desconhecido, em pleno salto, evoca o acidente com o teletransporte de “Mirror, Mirror”, episódio de 1967 que mostrava um universo paralelo, em que a Federação era mais selvagem que os klingons. “Where No Man Has Gone Before” e “Mirror, Mirror” são duas das melhores histórias dos mais de 50 anos de roteiros da franquia. Se “Star Trek: Discovery” for realmente revisitá-las, os fãs vão querer se teleportar em massa para o CBS All Access, a plataforma que exibe a série com exclusividade nos EUA. As pistas da prévia abaixa apontam nesta direção. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro na Netflix do Brasil. Aproveite e reveja abaixo cenas dos episódios clássicos mencionados.

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  • Série

    Homem-Elástico ganha uniforme “feio de doer” no trailer do próximo episódio de The Flash

    8 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer de “When Harry Met Harry…”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar na próxima terça (14/10) nos Estados Unidos. O episódio é importante por incorporar de vez o Homem-Elástico (Hartley Sawyer) no time do Flash (Grant Gustin), com direito a seu próprio uniforme. Criado por Cisco (Carlos Valdes), é um traje cinzento que, apesar de ligeiramente similar à roupa original dos quadrinhos, inclui um capuz no lugar da primeira máscara que o herói usou – e logo abandonou. O resultado, como define o próprio Elástico, é “feio de doer” (tradução aproximada do termo “butt-ugly”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série é uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). Mas há uma contradição forte na produção de TV, em relação a episódios anteriores. Afinal, o nome de Ralph Dibny foi citado na 1ª temporada (no sétimo episódio, “Power Outage”) como uma das pessoas que morreram instantaneamente na explosão dos laboratórios Star. Oops. “The Flash” é exibido pelo canal pago Warner com cerca de três semanas de atraso no Brasil.

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    2ª temporada de The Crown ganha primeiro trailer e 65 fotos

    6 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou 65 fotos e o trailer completo da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia revela que a produção continua luxuosa, com inúmeros cenários, figurinos e recriação meticulosa de época, agora chegando nos anos 1960. A época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise mudar para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”) como a rainha Elizabeth II, Matt Smith (série “Doctor Who”) como o príncipe Philip e Vanessa Kirby (“Como Eu Era Antes de Você”) como a princesa Margaret. Entre as novidades da nova temporada, destacam-se as participações de Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), que interpretará o fotógrafo Lord Snowdon, marido de Margaret entre 1960 e 1978, e de Michael C. Hall (série “Dexter”) como o presidente americano John F. Kennedy. A premiada produção retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.

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  • Filme

    O Formidável tira sarro da seriedade de Godard

    4 de novembro de 2017 /

    Michel Hazanavicius procurou saber de Jean-Luc Godard se ele havia visto o seu “O Formidável”, se havia gostado ou desgostado do modo como foi caracterizado nesta comédia autobiográfica baseada no livro de uma das ex-esposas do cineasta, a alemã Anne Wiazemsky. Até onde se sabe, o jovem diretor não recebeu nenhuma resposta de seu “homenageado”. Apesar das aspas, podemos dizer que o filme de Hazanavicius consegue ser ao mesmo tempo uma homenagem a Godard, emulando e trazendo à tona momentos importantes de uma fase da vida e da obra do homem, como também um filme que tira sarro de Godard, vivido por Louis Garrel. O diretor do oscarizado “O Artista” (2011) novamente fala sobre cinema e seus bastidores, mas o foco agora é o cinema francês do final dos anos 1960, quando muita coisa estava mudando no mundo. Em um ano em que tivemos uma comédia que também brinca com os bastidores do cinema francês, a divertida “Rock’n’Roll – Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, é bom ver outro trabalho inteligente e espirituoso sobre o tema. E “O Formidável” talvez exija menos do espectador pouco habituado a ver filmes franceses, mesmo que cinéfilos se divirtam mais com as referências a Godard. A trama ecoa os protestos da primavera de Paris e a radicalização política da época, e se concentra numa tentativa de revolução num cinema que já era considerado revolucionário. Ao final da década de 1960, Godard encontrava-se num momento tão radical de sua vida que rejeitava até mesmo os seus próprios filmes, colocando os marcos da nouvelle vague na categoria de lixo burguês ou arte ultrapassada. Sua intenção era criar algo totalmente novo na forma e no conteúdo e ainda trazer muito da política que ele abraçava naquele momento, o maoismo. Uma das partes mais engraçadas do filme, aliás, é quando Godard fica sabendo que seu filme “A Chinesa” (1967) não foi apreciado pelos chineses. Segundo algumas fontes, os revolucionários chineses acharam que o diretor francês não entendeu nada da ideologia de Mao. Outras passagens bem engraçadas giram em torno das participações de Godard nas manifestações acirradas de 1968, quando havia briga entre a polícia e os estudantes. Além de perder muitos óculos, o diretor sempre se saía mal quando ia para as discussões entre os estudantes comunistas. Uma das melhores coisas do filme merece ser mencionada como destaque: Stacy Martin, a jovem francesa que encantou o mundo em “Ninfomaníaca” (2013), de Lars Von Trier, faz o papel da jovem esposa de Godard, Anne, que atura, com amor e paciência, as bobagens e os arroubos de arrogância daquele homem que se achava melhor do que todos. Com uma mulher tão doce quanto Anne, difícil não pensar no quanto Godard foi vacilão em ter deixado passar alguém tão especial na vida dele. E para acentuar ainda mais essa impressão, o filme a apresenta sem roupa diversas vezes, uma vez, inclusive, evocando uma cena do clássico “O Desprezo” (1963), em que a câmera de Godard passeia pelo corpo nu de Brigitte Bardot. O elenco ainda destaca Bérénice Bejo, esposa de Hazanavicius, que entretanto aparece pouco, em papel de coadjuvante, como uma das amigas de Godard. É um papel pequeno, mas o diretor faz bem em tê-la presente, já que Bejo tem feito uma série de trabalhos muito bons e é uma atriz talentosa.

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    Julianne Moore vai viver a famosa feminista Gloria Steinem em cinebiografia

    3 de novembro de 2017 /

    A atriz Julianne Moore, vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice” (2014), vai viver a jornalista e escritora feminista Gloria Steinem no cinema. Segundo o site Deadline, ela protagonizará a cinebiografia “My Life on the Road”, que será dirigida por Julie Taymor (de “Frida” e “Across the Universe”). O filme é baseado no livro de memórias homônimo de Steinem, lançado no Brasil com o título literal de “Minha Vida na Estrada”. E a adaptação está à cargo da dramaturga Sarah Ruhl, duas vezes finalista do Tony (o Oscar do teatro), em sua estreia como roteirista de cinema. O título se refere ao fato de a escritora ter passado parte da vida na estrada – seja em viagens familiares na infância ou, já adulta, como ativista e palestrante sobre feminismo e direitos das mulheres. Atualmente com 83 anos, Steinem foi uma das fundadoras da pioneira revista feminista “Ms.”, criada em 1971. Mas se tornou conhecida nos Estados Unidos ainda em 1969, com a publicação de um artigo-manifesto (“After Black Power, Women’s Liberation”), que tratava da luta das mulheres por igualdade de direitos.

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    Vídeos da série The Flash destacam a estreia do Homem-Elástico

    31 de outubro de 2017 /

    A rede CW divulgou uma cena e um vídeo de bastidores de “Elongated Journey Into Night”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar nesta terça (31/10) nos Estados Unidos. O episódio é importante por introduzir o Homem-Elástico, e a cena introduz o personagem em sua identidade civil. A decisão de incluir o Homem-Elástico na série é uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos, tendo inclusive feito sua estreia numa história do Velocista Escarlate em 1960, criado por John Broome e Carmine Infantino, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo personagem coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes dessa forma que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. Como mostra a cena, “The Flash” deve mostrar o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). Entretanto, o vídeo de bastidores também mostra mudanças em relação aos quadrinhos, como a origem de seus poderes e uma personalidade arrogante. Além disso, ele já aparece como detetive, após ter sido expulso da polícia por suposta corrupção – e os vídeos, inclusive, sugerem que ele foi denunciado por Barry Allen. Mas há uma contradição forte nesta história, em relação a episódios anteriores. Quem está prestando atenção em “The Flash” pode lembrar que o nome de Ralph Dibny foi citado na 1ª temporada (no sétimo episódio, “Power Outage”) como uma das pessoas que morreram instantaneamente na explosão dos laboratórios Star. #Fail? “The Flash” é exibido pelo canal pago Warner com cerca de três semanas de atraso no Brasil.

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  • Série

    Fotos e trailer de The Flash mostram a estreia do Homem-Elástico

    25 de outubro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer de “Elongated Journey Into Night”, próximo episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai introduzir o Homem-Elástico. A decisão de incluir o Homem-Elástico na série é uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos, tendo inclusive feito sua estreia numa história do Velocista Escarlate em 1960, criado por John Broome e Carmine Infantino, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo personagem coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes dessa forma que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. Como mostra o trailer, “The Flash” deve mostrar o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). O vídeo explora o elemento cômico de seus poderes, por meio da reação inesperada de quem os testemunha. Quem está prestando atenção em “The Flash” pode lembrar que o nome de Ralph Dibny foi citado na 1ª temporada (no sétimo episódio, “Power Outage”) como uma das pessoas que morreram instantaneamente na explosão dos laboratórios Star. Este detalhe, mais as cenas de uma luta contra Danny Trejo, que tem o papel de Breacher (pai de Gypsy, vivida por Jessica Camacho), um caçador de foragidos de outra dimensão, pode sinalizar que o Ralph Dibny da série vem de outra parte do multiverso. A explicação só deve surgir durante a exibição de “Elongated Journey Into Night”, que vai ao ar na próxima terça (31/10) nos Estados Unidos. “The Flash” é exibido pelo canal pago Warner com cerca de três semanas de atraso no Brasil.

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    Filme sobre juventude de Bruce Lee ganha trailer legendado

    25 de outubro de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “A Origem do Dragão” (Birth of the Dragon), filme sobre a juventude do ator e campeão de kung fu Bruce Lee. A prévia se passa no começo da carreira de Lee, mostrando o maior desafio de sua vida como lutador, quando precisou enfrentar Wong Jack Man, o mestre de kung fu mais famoso da China, enviado pelo templo shaolin para verificar se Lee estava ensinando artes marciais para brancos. O jovem petulante e o grande mestre se enfrentaram numa luta sem regras, que aconteceu na cidade de San Francisco em 1960, e cujo resultado influenciou a história das artes marciais. Os papéis principais são vividos pelos chineses Philip Ng (“Guarda-Costa e Assassinos”) e Yu Xia (“O Despertar de uma Paixão”), respectivamente como Bruce Lee e Wong Jack Man. E o elenco de apoio inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”) e Terry Chen (séries “Continuum” e “The Expanse”). “A Origem do Dragão” tem roteiro assinado por Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele, dupla especializada em cinebiografias. São deles os roteiros de “Nixon” (1995), “Ali” (2001), “O Segredo de Beethoven” (2006), “O Dono do Jogo” (2014), “Miles Ahead” (2005) e do vindouro “Bohemian Rhapsody” sobre a banda Queen. A direção é do cineasta George Nolfi (“Os Agentes do Destino”) e o lançamento nacional foi marcado para 30 de novembro, três meses após fracassar na América do Norte – rendeu apenas US$ 6,9 milhões com 21% de aprovação da crítica.

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    Renee Zellweger vai viver Judy Garland em cinebiografia

    23 de outubro de 2017 /

    A atriz Renee Zellweger, a eterna Bridget Jones, vai viver Judy Garland, a eterna Dorothy de “O Mágico de Oz” (1939) numa cinebiografia. Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme, batizado de “Judy”, vai retratar o final da vida de Garland. Situado em 1968, mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, sua relação com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme começará a ser rodado em fevereiro na Inglaterra, com roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”) e direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”).

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  • Wagner Moura
    Filme

    Wagner Moura poderá captar R$ 10 milhões para sua estreia como diretor

    23 de outubro de 2017 /

    A produção de “Marighella”, cinebiografia do guerrilheiro Carlos Marighella, ganhou aval para captar R$ 10,3 milhões através de edital do Ministério da Cultura. O filme marcará a estreia do ator Wagner Moura (série “Narcos”) na direção e será baseado no livro “Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, do jornalista Mário Magalhães. Agora, a produtora O2 Filmes deverá encontrar pessoas físicas ou jurídicas interessadas em financiar as filmagens. O longa já havia sido autorizado a captar via Lei do Audiovisual em janeiro de 2014, com a última prorrogação autorizada em 2016. Segundo o site da Ancine, dos R$ 10,3 milhões avalizados, apenas R$ 550 mil foram levantados pela produção até o momento. Há um ano, Wagner Moura reclamou, em entrevista ao blogueiro do UOL Leonardo Sakamoto, que estava tendo dificuldade para encontrar investidores. “Já recebemos e-mails de que não iriam apoiar um filme meu, ainda mais sobre alguém como o Mariguella, um ‘terrorista'”, ele disse na entrevista, em que ainda taxou a Lei Rouanet de “neoliberal” porque “deixa para as empresas a aplicação de dinheiro público”. Entretanto, o filme já contava na ocasião com o apoio do governo petista da Bahia, estado natal de Moura e também de Marighella. “O governador se comprometeu a fazer contato com algumas empresas como a Bahiagás, Embasa, etc, para ver a possibilidade de um patrocínio direto ou por meio do FazCultura ou da Lei Rouanet”, disse o secretário de cultura do estado, Jorge Portugal. “Marighella” pretende narrar vida do deputado federal comunista, que também foi escritor e estrategista da guerrilha no Brasil. O livro em que se baseia conta a história entre as décadas de 1930 e 1960, por meio de episódios da vida do político, como uma passagem pela prisão, assaltos a bancos, tiroteios e espionagem internacional. O longa ainda não tem data de estreia.

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    Evan Peters vira Charles Manson em foto de American Horror Story: Cult

    22 de outubro de 2017 /

    O produtor Ryan Murphy publicou uma foto em seu Instagram para mostrar o visual de Evan Peters como Charles Manson em “American Horror Story: Cult”, a 7ª temporada da série de antologia de terror do canal pago FX. Na atração, Peters interpreta várias personalidades que fascinam as pessoas ao seu redor, inspirando verdadeiras seitas, entre eles o pastor suicida Jim Jones, o artista plástico Andy Warhol (veja a foto aqui) e o psicopata Charles Manson. Intitulado “Charles (Manson) in Charge”, o episódio em que Evans vira Manson será o 10º da temporada. A exibição vai acontecer em 7 de novembro nos Estados Unidos. A série é exibida com poucas horas de diferença – na madrugada seguinte – no Brasil, também pelo canal pago FX.

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