Michel Legrand (1932 – 2019)
O compositor francês Michel Legrand, vencedor de três estatuetas do Oscar por suas trilhas sonoras, e que trabalhou com mitos da música como Frank Sinatra, Ray Charles, Miles Davis, Edith Piaf e Elis Regina, faleceu neste sábado (26/1) em Paris aos 86 anos. Sua carreira teve quase 70 anos, marcando tanto a história do jazz quanto a do cinema. Músico e arranjador, Legrand começou a compor música para filmes com o surgimento da Nouvelle Vague francesa, trabalhando para Agnès Varda no clássico “Cléo das 5 às 7” (1962), no qual também estrelou, com Jean-Luc Godard em “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962) e “Bando à Parte” (1964), mas sobretudo com Jacques Demy, para quem quem compôs dois musicais cultuadíssimos, “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964) e “Duas Garotas Românticas” (1967). Com o impacto causado pelos longas de Demy, Legrand chamou atenção do colega Henry Mancini, grande compositor de Hollywood, que lhe convidou a trabalhar em seu primeiro filme americano, assinando a trilha sonora de “Crown, o Magnífico” (1968). E a principal canção do longa, “The Windmills of Your Mind”, rendeu a primeira estatueta do Oscar ao compositor em 1969. Seguiram-se uma coleção de trilhas clássicas, 13 indicações ao Oscar e duas vitórias na Academia, pelas melodias inesquecíveis dos filmes “Houve uma vez um Verão” (1972) e “Yentl” (1984). Mas apesar do sucesso em Hollywood, Legrand não abandonou o cinema francês, trabalhando em obras nos dois continentes, e ainda manteve uma carreira paralela e igualmente premiada na música. Suas composições receberam 17 indicações ao Grammy, vencendo cinco troféus da indústria fonográfica. Entre as muitas trilhas famosas de sua carreira, também merecem citação os trabalhos de “Lola, a Flor Proibida” (1961), “Quem é Polly Maggoo?” (1966), “A Piscina” (1969), “Tempo para Amar, Tempo para Esquecer” (1969), “Mosaico de Sonhos” (1970), “A Garota no Automóvel – Com Óculos e um Rifle” (1970), “As 24 Horas de Le Mans” (1971), “Interlúdio de Amor” (1973), “Os Três Mosqueteiros” (1973), “Verdades e Mentiras” (1973), “Retratos da Vida” (1981), “Amigos Muito Íntimos” (1982), “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), “Prêt-à-Porter” (1994), “Os Miseráveis” (1995) e o filme recém-resgatado de Orson Welles “O Outro Lado do Vento” (2018). Relembre abaixo seis trabalhos famosos de Legrand no cinema. Na cena de “Cléo das 5 às 7”, é ele quem aparece cantando ao piano.
Primeiras fotos do novo filme de Tarantino destacam Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie
A revista americana Vanity Fair divulgou nesta sexta-feira (25/1) as primeiras fotos oficiais de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. As imagens destacam os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há bastante destaque nas imagens para Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Quem também aparece é Al Pacino, que interpretada Marvin Schwarz, o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. Além dos citados, o elenco grandioso inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”) e Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil
Coisa Mais Linda: Veja as primeiras fotos da série Bossa Nova da Netflix
A Netflix divulgou as três primeiras fotos de cenas da nova série brasileira “Coisa Mais Linda”, que se passa num clube de Bossa Nova, durante os anos 1960. A data para a divulgação das imagens não é casual: 25 de janeiro é o dia da Bossa Nova, também conhecido como data de aniversário do maestro Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, Tom para os fãs. Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração também conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série terá sete episódios escritos por Pati Corso e Leo Moreira. Ainda não há previsão de estreia.
Jonas Mekas (1922 – 2019)
Morreu o cineasta Jonas Mekas, ícone da vanguarda nova-iorquina e um dos grandes pioneiros na luta pela preservação de filmes independentes clássicos. Ele faleceu nesta quarta (23/1), aos 96 anos. O diretor Martin Scorsese assinou um longo texto para louvar o colega e amigo, dizendo que “Jonas Mekas fez e significou tanto para tantas pessoas no mundo do cinema que você precisaria de um dia e uma noite apenas para começar a falar dele”. E começou: “Ele era um profeta. Ele era um empresário. Ele foi um provocador no sentido mais verdadeiro e fundamental – ele provocou as pessoas em novas maneiras de pensar sobre o que uma imagem era, o que era um corte, o que era um filme, o que era compromisso. Quem foi mais comprometido do que Jonas com a arte do cinema? Eu me pergunto”. Nascido na Lituânia, Mekas foi um agitador cultural que trabalhou no jornal The Village Voice, fundou a célebre revista Film Culture e se tornou um dos grandes nomes do cinema experimental, firmando parcerias com artistas como Andy Warhol, John Lennon e Yoko Ono, Allen Ginsberg e Salvador Dalí. Seu primeiro longa, “Guns of the Trees” (1961), acompanhava uma mulher suicida enquanto pessoas tentavam dissuadi-la. Em 1964, ele venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes por “The Brig”, sobre o cotidiano de uma prisão de fuzileiros navais no Japão. Também filmou inúmeros curtas sobre seus amigos Dali, Lennon, Warhol, Ginsberg, José Luis Guerín, etc., num período que se estendeu por cinco décadas, de 1964 a 2013. Entre sua vasta filmografia, destaca-se seu trabalho como diretor de fotografia de “Empire”, o filme em preto e branco de oito horas de duração de Andy Warhol, que não era nada mais que um registro estático do edifício Empire State. Ele ainda registrou o famoso bed-in, como se chamou o protesto pela paz do casal Lennon e Ono, e imagens raras da banda Velvet Underground, de Lou Reed. Apaixonado por cinema, Mekas também realizava exibições especiais e chegou a ser preso em 1964 por conta de uma delas, quando programou uma sessão dupla gay com “Flaming Creatures” (terror sexualmente explícito de 1963), de Jack Smith, e o curta “Canção de Amor” (1950), de Jean Genet. Mas talvez sua maior contribuição ao mundo cinematográfico tenha sido a fundação em 1970 do Anthology Film Archives, descrito como “o centro internacional para a preservação, estudo e exibição de filmes e vídeos, com um foco particular em cinema independente, experimental e de vanguarda”. Prestes a completar 50 anos, o Anthology Film Archives existe até hoje e, por iniciativa própria, restaurou e preservou quase mil filmes, numa média de 25 por ano. “Eu tenho tantas lembranças maravilhosas de Jonas, memórias de momentos em que eu podia sentir o chão mudando sob meus pés”, escreveu Scorsese. “Houve a exibição de ‘Scorpio Rising’ (1963) que ele organizou no centro da cidade, reunindo toda a comunidade underground de Nova York. Houve a vez em que ele e seu irmão Adolfas vieram ao meu hotel, depois que ‘Caminhos Perigosos’ (1973) passou no Festival de Nova York, com pêssegos e champanhe para me receber na família do cinema”, contou o cineasta, que ainda lembrou a última vez que o viu. “Ele discordava apaixonadamente da ideia de que a tecnologia nova e barata desencadearia o caos e marcaria a morte do cinema: ‘Não é a morte do cinema, é o nascimento do cinema! Com todas essas novas ferramentas, imagine a liberdade para os jovens experimentarem – pode haver Mozarts por aí!!’” “Jonas sempre foi alegre, sempre esperançoso. Foi alguém que realmente se dedicou de verdade e sinceramente ao que ele amava. Acho que estamos apenas começando a entender o quanto ele nos deu”, concluiu.
Filho de James Gandolfini será Tony Soprano no filme derivado da série da HBO
O filme derivado da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) definiu o intérprete do jovem Tony Soprano, personagem vivido na série da HBO pelo falecido ator James Gandolfini. A produção contratou Michael Gandolfini, da série “The Deuce” e filho do ator original, para encenar a juventude do famoso personagem. Intitulado “The Many Saints of Newark” irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970 e também inclui os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Corey Stoll (“O Primeiro Homem”) em papéis não revelados. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. A ideia original era mostrar Tony ainda criança na nova produção, mas Michael Gandolfini já tem 18 anos de idades. Além de Tony, os integrantes mais velhos da família Soprano, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do longa está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.
O Retorno de Mary Poppins leva o espectador à era de ouro de Hollywood
Se atualmente a Disney quer transformar suas animações em filmes live-action, o próprio Walt pensou ao contrário quando decidiu adaptar o livro de P.L. Travers em live-action com cara de animação. “Mary Poppins” ainda é a maior referência em termos de mistura de atores e desenhos da Disney. Não há nada igual com tamanha qualidade. E independentemente de qualquer coisa, o clássico de 1964 e Julie Andrews permanecem eternos, irretocáveis e encantadores até hoje. Por isso mesmo, sua primeira continuação não poderia arriscar nada muito diferente, exceto uma homenagem emocionante ao original e, consequentemente, uma viagem ao tempo dos musicais de outra era de Hollywood. Ou seja, trilhando o caminho da nostalgia sem deixar de dar sequência aos eventos narrados no original. Por isso, “O Retorno de Mary Poppins” parece o mesmo filme de antigamente. Lembra sua estrutura de roteiro e um cinema “classudo” que não volta mais, porém alguns pontos técnicos e narrativos foram devidamente atualizados. A transição foi muito bem feita (com amor) e continua uma história mágica como deve ser, mas com uma Emily Blunt maravilhosa, uma deusa como a Mary Poppins deste século, que só pode ter deixado Julie Andrews orgulhosa. Esse filme é sua consagração definitiva como atriz e estrela de cinema. Isso não quer dizer que “O Retorno de Mary Poppins” não tenha novidades em relação ao longa de 1964. No longa original de Robert Stevenson, a babá vivida por Julie Andrews faz as crianças agirem como crianças e não como pequenos adultos, enquanto mostra a um homem a importância de ser pai. No filme de Rob Marshall, a babá, agora interpretada por Emily Blunt, volta a fazer o mesmo com as crianças, mas o principal foco é mostrar que ser adulto não significa necessariamente matar a criança que existe dentro de você. Se a estrutura é praticamente a mesma, além dos cenários reproduzidos com o máximo de fidelidade, deixando a impressão proposital de que o tempo não passou, até as músicas de “O Retorno de Mary Poppins” são boas, assim como os números musicais. Destaque para “A Cover is Not the Book” e “Trip a Little Light Fantastic”, que provam o quanto Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda nasceram para cantar e dançar juntos e com figurinos exuberantes, da mesma forma que Julie Andrews e Dick Van Dyke. O veterano ator e dançarino, por sinal, tem uma breve e emocionante participação na sequência, sapateando, claro, aos 93 anos de idade. Os mais velhos podem ir às lágrimas devido ao saudosismo e, embora o público infantil de hoje seja muito diferente da época de “Mary Poppins”, as crianças também podem embarcar na magia só pela grandiosidade em cena, embora tanta dança e cantoria possa parecer um tanto cansativo para a geração mais acostumada com explosões de games e de filmes de super-heróis. De todo modo, é possível reparar que, ao contrário do lançamento de 1964, um filme infantil para espectadores de todas as idades, o novo “Mary Poppins” mirou mesmo os adultos que amam o clássico, levando em consideração a mensagem para que ele não esqueça que foi criança um dia. É claro que “O Retorno de Mary Poppins” está longe de ser perfeito. O filme não precisava de um vilão e toda a sequência com Meryl Streep parece ter sido concebida só para contar com… a participação de Meryl Streep. Mas o diretor dos musicais “Chicago” (2002), “Nine” (2009) e “Caminhos da Floresta” (2014) conseguiu entregar seu melhor filme ao relembrar que o cinema ainda pode reviver sua era de ouro sem trair sua evolução natural – como unir animação tradicional com CGI, musicais à moda antiga com uma narrativa moderna e efeitos práticos com digitais.
Star Trek: Discovery revela nova abertura e fotos dos personagens da 2ª temporada
A plataforma CBS All Access divulgou fotos dos personagens principais, incluindo surpresas e novidades, e o vídeo da abertura da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que pode ser visto abaixo sem os créditos que acompanharão sua exibição na série. As novidades entre os personagens são o Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), que desembarca da Enterprise para comandar a Discovery, e Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), seu oficial de ciências, que também é irmão adotivo da protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green). Já as surpresas incluem o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), que morreu na temporada inaugural, a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), que retorna após escapar do Universo Espelho (uma dimensão alternativa onde a Federação representa o mal), e Ash Tyler (Shazad Latif), afastado da Discovery após se revelar um klingon infiltrado. Completam a lista os tripulantes Saru (Doug Jones), Paul Stamets (Anthony Rapp) e Sylvia Tilly (Mary Wiseman). Além destes, a série também introduzirá a Número 1, oficial da Enterprise, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e uma tripulante chamada Jett Reno, interpretada pela comediante Tig Notaro (“One Mississippi”). A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos, data que é homenagem à nave Enterprise, da série clássica “Star Trek”, cujo registro é NCC-1701. O primeiro episódio, por sinal, trará o encontro entre a Discovery e a Enterprise. Todos os capítulos serão disponibilizada semanalmente no Brasil pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.
Data de estreia da 2ª temporada de Star Trek: Discovery é homenagem à nave Enterprise
A nova temporada de “Star Trek: Discovery” estreia nesta quinta, dia 17 de janeiro, nos Estados Unidos. E o detalhe é que não se trata de uma data aleatória. Trata-se de uma referência à série clássica, conhecida no Brasil como “Jornada nas Estrelas”. A abreviatura da data, 17.01 corresponde ao registro da nave Enterprise, que é NCC-1701. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. O capitão original da Enterprise, Christopher Pike, será o novo capitão da Discovery a partir da 2ª temporada. E ele virá acompanhado por outros dois personagens clássicos, saídos do piloto original de “Star Trek”, gravado em 1964, que acabou recusado e refeito em 1966 com novo elenco. A tripulação original só ficou conhecida porque acabou resgatada num episódio especial da 1ª temporada da atração dos anos 1960, intitulado “The Cage”, que incluiu as cenas do piloto num longo flashback. Pike é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos), sua primeira oficial, conhecida como Número 1, por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e, como todo trekker sabe, a Enterprise original ainda inclui um oficial de ciências chamado Sr. Spock,. Ele mesmo, que vai aparecer em interpretação de Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck (vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos”, em 1963). A estreia da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” na Netflix acontece no dia seguinte, na sexta-feira (18/1). A plataforma seguirá disponibilizando os demais episódios da temporada com um dia de diferença em relação ao lançamento nos Estados Unidos.
Jon Bernthal e Vera Farmiga vão estrelar filme derivado da série The Sopranos
O filme com personagens da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) começou a escalar seu elenco, com a divulgação dos nomes de Jon Bernthal (“O Justiceiro”) e Vera Farmiga (“Bates Motel”) entre os primeiros anunciados. Os nomes de seus personagens não foram revelados, mas o filme, intitulado “The Many Saints of Newark”, irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Tony será um adolescente na nova produção, mas os integrantes mais velhos da família, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.
Marighella: Estreia de Wagner Moura na direção terá première mundial no Festival de Berlim
O primeiro filme dirigido pelo ator Wagner Moura, “Marighella”, terá sua première mundial do Festival de Berlim 2019. O longa sobre o guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 pela ditadura militar, será exibido fora de competição. Seu Jorge interpreta o papel-título da produção, que conta com Adriana Estevez, Bruno Gagliasso e Herson Capri no elenco. A organização do festival também anunciou novos filmes de Agnés Varda (“Varda par Agnés”) e de Chiwetel Ejiofor (“The Boy Who Harnessed the Wind”), outro ator que estreia na direção, como parte da seleção dos filmes fora de competição do evento, que acontece entre 7 e 17 de fevereiro na capital da Alemanha.
Novos pôsteres destacam personagens novos e antigos de Star Trek: Discovery
A plataforma CBS All Access divulgou novos pôsteres da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que incluem as duas principais novidades da temporada: Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos) e Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), além de Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), Saru (Doug Jones) e a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh). Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e acabou integrado na cronologia oficial em 1966. Apesar disso, permanece pouco conhecido e “Discovery” finalmente revelará mais de sua história. Ele desembarca em “Discovery” acompanhado de outros dois personagens do piloto original de “Star Trek”, a primeira oficial da Enterprise, conhecida como Número 1, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e o Sr. Spock, que já fazia parte da tripulação da Enterprise na época de Pike. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.
Chay Suede vira Erasmo Carlos no trailer de Minha Fama de Mau
A Downtown divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Minha Fama de Mau”, cinebiografia do cantor Erasmo Carlos. A prévia é toda narrada em primeira pessoa e centrada no estouro da Jovem Guarda, com destaque para a parceria com Roberto Carlos e Wanderléa no programa da TV Record que levou o nome do movimento musical nos anos 1960. Erasmo é vivido por Chay Suede (“Segundo Sol”), que não se parece nada fisicamente com o cantor, enquanto Gabriel Leone (“Onde Nascem os Fortes”) vive Roberto e Malu Rodrigues (“O Outro Lado do Paraíso”) interpreta a Ternurinha. São atores de novelas da Globo. A direção é do veterano Lui Farias, que chega ao seu quarto filme como diretor numa carreira de mais de 30 anos. O elenco inclui sua esposa, a cantora Paula Toller, como Candinha, a colunista que virou música do Roberto – “Mexerico da Candinha” – , além de Bianca Comparato (“3%”) como Nara Leão, Bruno de Luca (“Os Parças”) como Carlos Imperial e outros. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.
Filme da série The Sopranos vai mostrar infância de Tony Soprano
O roteirista e produtor David Chase, criador da série “The Sopranos” (ou “Família Soprano”, no Brasil) confirmou que as filmagens de um longa derivado da série vão começar em breve. Autor do roteiro, Chase revelou que o prólogo, passado nos anos 1970, vai mostrar uma versão mirim de Tony Soprano, o protagonista da série clássica, exibida entre entre 1999 e 2007 na HBO. Interpretado pelo já falecido ator James Gandolfini, Tony era o chefão da família mafiosa de Nova Jersey. Segundo Chase, a ideia é mostrar a época a que Tony se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores nesta época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos naquela época, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Por muitos anos, Chase considerou a ideia de criar uma sequência para “Família Soprano”, mas a possibilidade morreu junto com Gandolfini, em 2013. Assim, a única forma que retomar aquele universo mafioso foi por meio de um prólogo. Além disso, como se trata de um prólogo, nenhum ator da série vai reaparecer na produção. Mas alguns personagens mais velhos estarão de volta em versões jovens, como o pai e o tio de Tony. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original e, depois de trabalhar em “Game of Thrones”, virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas com críticas negativas.









