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  • Filme,  Série

    Filme da série The Sopranos vai mostrar infância de Tony Soprano

    7 de janeiro de 2019 /

    O roteirista e produtor David Chase, criador da série “The Sopranos” (ou “Família Soprano”, no Brasil) confirmou que as filmagens de um longa derivado da série vão começar em breve. Autor do roteiro, Chase revelou que o prólogo, passado nos anos 1970, vai mostrar uma versão mirim de Tony Soprano, o protagonista da série clássica, exibida entre entre 1999 e 2007 na HBO. Interpretado pelo já falecido ator James Gandolfini, Tony era o chefão da família mafiosa de Nova Jersey. Segundo Chase, a ideia é mostrar a época a que Tony se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores nesta época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos naquela época, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Por muitos anos, Chase considerou a ideia de criar uma sequência para “Família Soprano”, mas a possibilidade morreu junto com Gandolfini, em 2013. Assim, a única forma que retomar aquele universo mafioso foi por meio de um prólogo. Além disso, como se trata de um prólogo, nenhum ator da série vai reaparecer na produção. Mas alguns personagens mais velhos estarão de volta em versões jovens, como o pai e o tio de Tony. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original e, depois de trabalhar em “Game of Thrones”, virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas com críticas negativas.

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  • Filme

    Hilary Duff vira Sharon Tate em trailer de terror com o psicopata Charles Manson

    6 de janeiro de 2019 /

    A Voltage Pictures divulgou o trailer de “The Haunting of Sharon Tate”, uma versão de terror do assassinato da atriz Sharon Tate pelos seguidores do psicopata Charles Manson em 1969. É a mesma história que inspira o próximo filme de Quentin Tarantino, “Era uma vez em Hollywood”, só que em versão slasher-sobrenatural. A prévia é trash no último, demonstrando claramente o baixo orçamento e o fato de a produção ter durado apenas duas semanas. Hilary Duff (série “Younger”) vive Sharon Tate, que sofre com pesadelos e visões de sua morte, enquanto ouve mensagens subliminares numa música de Manson. A ideia foi inspirada por uma entrevista real de Sharon Tate, publicada um ano antes de sua morte. Nela, a atriz revelou ter sonhos sobre fantasmas que assombravam sua casa e previu sua própria morte nas mãos de um culto satânico. Roteiro e direção são de Daniel Farrands, que escreveu “Halloween 6: A Última Vingança” (1995) e dirigiu diversos documentários sobre franquias de terror. O elenco também inclui Jonathan Bennett (série “Awkward”), Lydia Hearst (série “South from Hell”) e o estreante Ben Mellish como Charles Mason. “The Haunting of Sharon Tate” ainda não tem previsão de estreia, mas não será surpresa se aparecer direto em VOD na véspera do lançamento do longa de Tarantino. c

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  • Série

    Capitão Pike e Spock são destaques em novos vídeo de bastidores e pôsteres de Star Trek: Discovery

    6 de janeiro de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um vídeo de bastidores e uma coleção de pôsteres da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. O vídeo destaca a introdução do Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), enquanto os cartazes incluem até um personagem supostamente morto, o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), além de Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), Saru (Doug Jones) e os personagens de Sonequa Martin-Green, Anthony Rapp e Mary Wiseman. Na prévia, Ason Mount lembra que Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e acabou integrado na cronologia oficial em 1966. Apesar disso, foi pouco explorado e a série mostrará uma parte desconhecida de sua história. Além dele, “Discovery” apresentará outros dois personagens do piloto original de “Star Trek”, a primeira oficial da Enterprise, conhecida como Número 1, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e o Sr. Spock, que já fazia parte da tripulação da Enterprise na época do Capitão Pike. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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  • Série

    Star Trek: Discovery ganha vídeo de bastidores da 2ª temporada

    20 de dezembro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que destaca a introdução do Capitão Pike. A prévia traz depoimentos do elenco e produtores, cenas inédias e uma narração de Sonequa Martin-Green, que repete a famosa frase da abertura da série original dos anos 1960: “Espaço, a fronteira final…” Por sinal, Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). No piloto original de 1964, Pike comandava a Enterprise, a Número 1 era seu primeiro oficial e Spock já fazia parte da tripulação. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, haverá a introdução de Spock, que será interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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  • Série

    Spock tem grande destaque nos trailers da 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    13 de dezembro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o pôster e dois novos trailers da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Repletos de ação e efeitos visuais, os vídeos mostram muitas novidades, mas nenhuma maior que o destaque dado ao jovem Spock. Ele surge barbudo e domina as prévias – está até no pôster oficial – , interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Outro destaque é o novo capitão da Discovery, Christopher Pike, que também é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). No piloto original de 1964, Pike comandava a Enterprise, a Número 1 era seu primeiro oficial e Spock já fazia parte da tripulação. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, há o retorno de Philippa Georgiou, a personagem de Michelle Yeoh, foragida da dimensão Espelho, que mais uma vez cruza o caminho da tripulação da Discovery. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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  • Série

    Vida de Audrey Hepburn vai virar série dos produtores de A Amiga Genial

    11 de dezembro de 2018 /

    A vida de uma das atrizes mais glamourosas de Hollywood vai virar série. Audrey Hepburn, estrela de clássicos como “Bonequinha de Luxo” (1961), “Sabrina” (1954) e “Cinderela em Paris” (1957), terá sua trajetória contada numa atração desenvolvida pela produtora italiana Wildside – responsável pelas séries “A Amiga Genial” e “O Jovem Papa”, ambas realizadas em parceria com o canal pago americano HBO. O roteiro é de Luca Dotti, um dos filhos de Hepburn, que está escrevendo a série em parceria com o jornalista italiano Luigi Spinola. Dotti é filho de um dos dois casamentos de Hepburn, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti – o casal ficou junto entre 1969 e 1982. Hepburn teve uma das carreiras mais impressionantes de Hollywood. Nascida na Bélgica, ela se destacou como modelo na Europa antes de virar sensação no cinema, vencendo o Oscar em seu primeiro papel de protagonista, em “A Princesa e o Plebeu” (1953). Ela foi indicada mais quatro vezes ao troféu da Academia e acabou recebendo um prêmio especial por seu trabalho beneficente, entregue postumamente ao outro filho da atriz, Sean Hepburn Ferrer. Belíssima, marcou época por ditar moda, sendo a principal responsável pela popularização do visual “pretinho básico”, a roupa preta que fica bem sempre. Modelo favorita de Givenchy, sua elegância e vestidos de alta-costura tiveram impacto enorme na forma como as estrelas de cinema passaram a se relacionar com o mundo da moda, transformando o tapete vermelho das premières em passarelas de grifes. Mas nem todo o glamour do mundo lhe deu fama de frívola. Ao contrário. Adorava papéis que a tirassem da zona de conforto. Muitos esquecem que a protagonista de “Bonequinha de Luxo” era uma prostituta. E que ela foi pioneira ao abordar a intolerância contra homossexuais na tela, ao estrelar “Infâmia” (1961), como uma professora acusada de ter um relacionamento lésbico com Shirley MacLaine. A partir dos anos 1970, Hepburn passou a se dividir entre o cinema e seu trabalho com a Unicef, onde também foi pioneira ao usar sua imagem de estrela em prol de uma causa humanitária, promovendo um fundo monetário que ajudava crianças em situação de extrema pobreza na África e na América Latina. O último filme da atriz foi “Além da Eternidade”, lançado em 1989, onde foi dirigida por Steven Spielberg. Hepburn morreu em 1993, aos 63 anos, após uma breve batalha contra o câncer.

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  • Filme

    Documentário resgata talento e importância de Henfil

    9 de dezembro de 2018 /

    A partir de 1969, com o golpe dentro do golpe militar, as esperanças de uma volta à democracia acabaram de vez. Um dos meus momentos de respiro e felicidade era ir às bancas de jornais, semanalmente, comprar e ler “O Pasquim”, jornal de humor e política que marcou época como mídia de resistência. A publicação reunia a fina flor do jornalismo crítico do período, gente como Millôr Fernandes, Tarso de Castro, Ivan Lessa, Paulo Francis, Sérgio Cabral pai, Sérgio Augusto, Tárik de Souza e cartunistas e desenhistas do quilate de um Ziraldo, um Jaguar, um Fortuna. Pois, diante desse time de cobras, um dos grandes destaques e sucesso comprovado do Pasquim era Henrique Filho, o Henfil (1944-1988). O mineirim, filho de D. Maria, irmão do cantor e compositor Chico Mário, de Glorinha e do Betinho. O país que sonhava “com a volta do irmão do Henfil”, na magnífica canção de João Bosco e Aldir Blanc, imortalizada por Elis Regina, referia-se ao Betinho da luta contra a fome, que ficou para as páginas mais bonitas da história do nosso país. Enquanto o general Figueiredo preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo, os personagens de Henfil exalavam povo por todos os poros. O povo era, para ele, a única esperança real. Os fradinhos, o cumprido resignado e o baixinho provocador, marcaram época. E a Graúna, o Zeferino, o bode Orelana, Ubaldo, o paranóico, e o Cabôco Mamadô são insuperáveis. Tem também o Urubu flamenguista, lançado nos tempos de sua participação na mídia esportiva. E quem pode se esquecer das famosas cartas que ele escrevia para a mãe, na revista Isto É , entre 1977 e 1984, com uma foto de D. Maria no alto? Cartunista e artista multimídia, diríamos hoje, Henfil escreveu livros, atuou na TV e no cinema, mas não chegou a concretizar um filme de animação com seus personagens. No documentário “Henfil”, dirigido por Angela Zoé, ela tenta reparar isso, filmando um grupo de jovens animadores que, a partir de um workshop sobre o trabalho de Henfil, cria um curta de animação com os personagens dele. O processo é mostrado e o resultado é apresentado no final do filme. Para isso, contaram com a ajuda de Ziraldo, por exemplo, que lhes mostrou que a Graúna não poderia ficar certinha e bonitinha, porque o traço que a caracterizava era sujo, nervoso, desenho em movimento. De fato, em poucas linhas, Henfil mostrava tudo, em ação. Com poucas palavras, dizia tudo, também. De um modo urgente, tinha que ser para já, como o lema “Diretas já”, que ele produziu e disseminou. Para essa urgência certamente contribuiu a hemofilia, a doença que o acompanhou por toda a vida e foi a causa de sua morte em decorrência da Aids, contraída numa transfusão de sangue, que fazia parte da sua rotina de sobrevivência. Só que num tempo em que o controle dos bancos de sangue no Brasil era precário. Haja vista o grande número de casos de contaminação pelo vírus HIV por essa via que ocorreu nos anos 1980. Nessa época, eu já trabalhava com educação sexual nas escolas públicas e particulares e costumava atender convites da mídia para falar sobre o assunto. Foi numa dessas situações que acabei conhecendo o Henfil pessoalmente. Num programa da TV Cultura, conduzido por Júlio Lerner (1939-2007). Apresentei o assunto mostrando sua importância, o valor científico e a seriedade que a abordagem exigia. Ele concordou totalmente, mas acrescentou que eu não me esquecesse de pôr humor nessa didática. A educação sexual tinha de ser divertida, também. É isso mesmo. Ele nunca deixou de pôr humor na vida, mesmo nos momentos mais tenebrosos do país, na ditadura militar, ou nos graves problemas de saúde que tinha de enfrentar. Participam do documentário “Henfil” gente que viveu e trabalhou ao seu lado, como os já citados Ziraldo, Jaguar, Sérgio Cabral pai, Tárik de Souza e ainda Lucas Mendes, amigos e familiares. Imagens do Henfil em entrevistas, em lançamento de livros, em filmagens familiares ou de viagens compõem um painel abrangente do grande talento que ele foi. E como ele faz falta até hoje! Ver o filme “Henfil” é recuperar a história desse grande artista brasileiro, de sua luta política valendo-se do humor corrosivo e do desafio que foi e continua sendo a luta contra a Aids.

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  • Série

    Quentin Tarantino pode lançar série “derivada” de Era uma Vez em Hollywood

    7 de dezembro de 2018 /

    Um detalhe do novo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, chamou atenção da revista The Hollywood Reporter. O longa, que se passa em 1969 na cidade de Los Angeles, tem entre seus personagens principais um antigo astro de série de western, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Mas embora os personagens sejam inventados, eles vão contracenar com figuras reais do período. E é significativo que o papel de Luke Perry (o pai de Archie em “Riverdale”) se chame Scott Lancer. O nome é o mesmo do protagonista da série “Lancer”, exibida entre 1968 e 1970 nos Estados Unidos. A série girava em torno do fazendeiro, que convoca seus filhos Johnny e Scott Lancer (de duas mães diferentes), vividos por James Stacy e Wayne Maunder, para ajudar a salvar a propriedade da família. Pois o THR descobriu que Tarantino negociou um acordo com a viúva do criador de “Lancer”, Samuel A. Peeples, pelos direitos da série e estaria planejando um reboot, como uma série ou filme. O diretor não faz segredo sobre sua paixão por westerns, já que realizou dois filmes no gênero, “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2016). Mas apesar da apuração do THR, não há nenhum projeto oficial em desenvolvimento para reviver a série clássica. Por enquanto.

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  • Filme

    Viola Davis será primeira congressista negra dos EUA em drama de época da diretora de Noviciado

    29 de novembro de 2018 /

    Viola Davis, atualmente em cartaz nos cinemas no suspense “As Viúvas”, vai viver uma figura histórica dos EUA em seu próximo filme. Intitulado “The Fighting Shirley Chisholm”, o longa vai trazer a atriz no papel-título, como a primeira mulher negra eleita para o Congresso americano. Shirley Chisholm foi eleita como congressista (cargo equivalente a deputado federal) por Nova York em 1968 e permaneceu, por meio de várias reeleições, até 1983 no Congresso nacional. Em 1972, foi a primeira mulher e a primeira pessoa não-caucasiana a concorrer a uma indicação à presidência por um dos grandes partidos norte-americanos, o Partido Democrata. O roteiro foi escrito por Adam Countee (das séries “Silicon Valley” e “Community”), que realiza o seu primeiro projeto cinematográfico, e a direção está a cargo de Maggie Betts, premiada como Diretora Revelação no Festival de Sundance do ano passado por seu longa de estreia, “Noviciado” (2017). O projeto marca o começo de uma parceria entre Viola Davis e o Amazon Studios. A atriz firmou na quarta (28/11) um contrato de coprodução entre sua empresa, JuVee Productions, e a plataforma de streaming para o desenvolvimento de filmes e séries. Ainda não há data definida para o lançamento de “The Fighting Shirley Chisholm”.

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  • Filme

    Green Book: Drama vencedor do Festival de Toronto e cotadíssimo para o Oscar ganha primeiro trailer legendado

    29 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado de “Green Book”, que ganhou subtítulo para o lançamento no Brasil – “Green Book: O Guia”. Vencedor do Festival de Toronto 2018, o drama de época é uma das principais apostas para o Oscar 2019 e também já foi eleito o melhor filme do ano pela National Board of Review, a associação de críticos mais antiga dos Estados Unidos. A prévia revela uma trama envolvente sobre percepções raciais nos Estados Unidos segregado dos anos 1960, sugerindo um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas com dois atores do maior calibre. Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) interpreta um branco pobre que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também começam a diminuir. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, a situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, o título nacional evoca o fato histórico de “Green Book” ser o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período, com indicações de hotéis e restaurantes que aceitavam servir negros. A história é baseada em fatos reais e foi escrita e dirigida por Peter Farrelly em sua primeira incursão dramática, após ficar conhecido por formar com seu irmão Bobby uma das parcerias mais bem-sucedidas das comédias americanas dos anos 1990, responsável por sucessos como “Débi & Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). O elenco também inclui Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Don Stark (“Café Society”), P.J. Byrne (“Rampage”), Brian Stepanek (“Young Sheldon”) e Iqbal Theba (“Glee”). O filme estreou há uma semana em circuito limitado nos Estados Unidos, mas só chega ao Brasil em 24 de janeiro.

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  • Filme,  Música

    Conheça duas músicas da trilha de O Retorno de Mary Poppins

    27 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou as primeiras duas músicas da trilha sonora de “O Retorno de Mary Poppins”. “The Place Where Lost Things Go” é uma balada interpretada por Emily Blunt, que vive a personagem-título nessa nova versão. Vale lembrar que a atriz já tinha revelado seus dotes vocais numa produção anterior da Disney, “Caminhos da Floresta” (2014). Já “Trip a Little Light Fantastic” traz Lin-Manuel Miranda como a voz principal. Conhecido pelo musical “Hamilton”, o ator também já cedeu seu talento para a Disney em outra oportunidade, como compositor das canções de “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). No novo filme, ele interpreta Jack, um “ascendedor de lâmpadas”, profissional que antigamente ascendia as luminárias da rua, e aprendiz de aprendiz de Bert, personagem do filme original e um dos melhores amigos de Poppins. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda). A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.

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  • Filme,  Série

    Chris Pratt pode estrelar novo filme baseado na série clássica O Santo

    22 de novembro de 2018 /

    O ator Chris Pratt pode acrescentar mais uma franquia em sua filmografia. O astro de “Guardiões da Galáxia” e “Jurassic World” estaria negociando estrelar um novo filme de “O Santo”, baseado na famosa série homônima britânica dos anos 1960. A Paramount Pictures, dona dos direitos cinematográficos da obra, estaria planejando um longa com a produção de Lorenzo di Bonaventura, responsável pelo primeiro “Transformers” e, recentemente, “Megatubarão” e “Maze Runner”. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o personagem surgiu na literatura durante os anos 1920, mas deve sua popularidade à série da década 1960, estrelada por Roger Moore. Seu sucesso acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, O Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, quando uma bela cientista entra em cena e o faz rever seus pecados. Por enquanto, a nova versão ainda está em estágios iniciais e não há maiores informações sobre o rumo da trama ou da equipe encarregada de resgatar o Santo do limbo criativo. Relembre abaixo a abertura da série clássica:

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  • Filme

    Personagens de O Retorno de Mary Poppins ganham pôsteres individuais

    15 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou uma coleção de pôsteres dos personagens que acompanham a volta de Mary Poppins ao cinema. Além da protagonista, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), os cartazes trazem os personagens vividos por Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”) “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além do citado Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.

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