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    Comerciais de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o mistério e os suspeitos

    16 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou três comerciais de “Assassinato no Expresso do Oriente”, em que o mistério e os suspeitos são apresentados. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Margot Robbie vai viver assaltante de banco dos anos 1930

    14 de outubro de 2017 /

    A atriz Margot Robbie vai viver uma nova criminosa antes de retomar o papel de Arlequina na continuação de “Esquadrão Suicida”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela irá estrelar e produzir “Dreamland”, filme de assalto passado nos anos 1930. O roteiro estava na black list de 2015 e atraiu o interesse da atriz, que quer se estabelecer como estrela e produtora de filmes de prestígio. Escrito por Nicolaas Zwart (roteirista da série “Riverdale”), passa-se durante a devastação causada pelo Dust Bowl, tempestade de areia que ocorreu com alta intensidade nos EUA durante toda década de 1930. A trama acompanha um garoto de 17 anos que resolve seguir uma ladra de banco para conseguir o dinheiro da recompensa. Mas ao encontrá-la antes da polícia, ele descobre que ela é muito mais complexa do que as autoridades divulgaram. O filme tem direção de Miles Joris-Peyrafitte, que venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Sundance com seu primeiro longa, “Como Você É” (2016). O elenco inclui Finn Cole (série “Animal Kingdom”), Travis Fimmel (série “Vikings”), Kerry Condon (série “Better Call Saul”) e Darby Camp (série “Big Little Lies”). A produção já começou a ser filmada, mas ainda não há previsão de estreia. Margot Robbie está se especializando em viver mulheres malvadas, a ponto de tentar sua primeira indicação ao Oscar neste ano, com a cinebiografia “I, Tonya”, sobre a patinadora criminosa Tonya Harding. O filme ficou em 2º lugar no Festival de Toronto 2017.

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    Johnny Depp flerta com Michelle Pfeiffer em cena de Assassinato no Expresso do Oriente

    11 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou uma cena de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que explora um flerte agressivo do gângster vivido por Johnny Depp sobre a nobre interpretada por Michelle Pfeiffer, durante um encontro nos corredores do trem que dá título à produção. Trata-se de um reencontro, já que os dois trabalharam juntos em “Sombras da Noite” (2012). O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino ainda inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Criador de Estranhos no Paraíso assina pôster do filme da origem real da Mulher-Maravilha

    9 de outubro de 2017 /

    A Annapurna divulgou um novo pôster do filme que conta a história real da criação da Mulher-Maravilha, “Professor Marston & the Wonder Women”. E se trata de uma obra especial, criada pelo cartunista Terry Moore como se fosse uma capa de revista em quadrinhos dos anos 1940, a Era de Ouro do gênero, quando a Mulher-Maravilha estreou na DC Comics. Veja abaixo. A escolha de Moore é bastante oportuna. Afinal, ele é o criador dos quadrinhos premiados de “Estranhos no Paraíso” (Strangers in Paradise), que tem um tema coincidente com o filme: um relacionamento a três. Além disso, “Estranhos no Paraíso” também vai virar filme com direção da mesma cineasta, Angela Robinson (“Herbie, Meu Fusca Turbinado”). “Professor Marston & the Wonder Women” acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra as acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da Mulher-Maravilha foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. Por muitos anos, o segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta da super-heroína. A produção traz Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como os protagonistas do escândalo que nunca estourou, mas é considerado verídico. A história já rendeu livros e uma peça de sucesso (“Lasso of Truth”), apesar de ainda parecer novidade para o grande público. Isto deve mudar com o filme, escrito e dirigido por Angela Robinson e produzido por Jill Soloway (criadora da série “Transparent”). Exibido no Festival de Toronto, o filme arrancou elogios da crítica norte-americana e chegou a atingir 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes (desde então, caiu para 84%). A estreia está marcada para sexta-feira (13/10) nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Vídeo de bastidores destaca grandiosidade de Assassinato no Expresso do Oriente

    8 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que, além de destacar o evidente elenco grandioso, chama atenção para a cenografia, figurinos e fotografia da produção. E é interessante como, apesar de se passar quase inteiramente num trem, o filme não parece nenhum pouco claustrofóbico ou teatral, muito antes pelo contrário, configurando-se praticamente como um épico. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do trem citado no título da produção. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Assassinato no Expresso do Oriente: 16 pôsteres destacam o grande elenco de suspeitos

    6 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou 16 pôsteres individuais dos personagens de “Assassinato no Expresso do Oriente”. O cartaz identifica os intérpretes e o arquétipo de cada um, incluindo “O Detetive” e os 15 suspeitos – “O Gângster”, “A Duquesa”, “O Mordomo”, “A Governanta”, “O Professor”, etc. Eles são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do trem citado no título da produção. E quem leu o livro de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como o maior de todos os estereótipos, “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Petição pede para que Mulher-Maravilha seja bissexual no próximo filme

    27 de setembro de 2017 /

    Uma petição no site Change.org está mobilizando fãs da Mulher-Maravilha numa campanha para que a heroína seja retratada como bissexual no próximo filme da franquia dirigida por Patty Jenkins. A personagem, vivida nos cinemas por Gal Gadot, teve sua bissexualidade sugerida nos quadrinhos recentemente. “Tudo o que eu peço é que a Warner Bros reconheça Diana Prince pelo que ela é, por quem ela sempre foi (independentemente de seu atual interesse amoroso), e o que a personagem pode representar para milhões de pessoas”, diz Gianna Collier-Pitts, autora da petição. Por muitos anos, fãs especularam sobre a sexualidade da heroína e, no ano passado, o roteirista de seus quadrinhos Greg Rucka confirmou que Diana “obviamente” já se apaixonou por outras mulheres. Rucka “lembrou” a todos que a heroína cresceu num lugar onde não havia homens, chamado de paraíso. E é justamente neste lugar (a Ilha Paraíso, também conhecida como Themyscira), que se passa a nova publicação da personagem, mostrando suas aventuras em meio a outras amazonas, com direito a muitos abraços apertados, flertes, sugestões pouco sutis e nudez. Nos quadrinhos, a Mulher Maravilha também já celebrou um casamento lésbico, numa história recente. Quando Clark Kent se disse surpreso por ela apoiar a união homossexual, a heroína respondeu: “Clark, o meu país é só de mulheres. Lá não há casamentos gays, apenas casamentos”. Para a autora do abaixo-assinado, “a Mulher-Maravilha seria o primeiro super-herói abertamente LGBTQ de qualquer gênero, dos universos cinematográficos da DC ou Marvel, e solidificaria seu lugar como um verdadeiro modelo para mulheres de todas as idades e identidades”. Por coincidência, Gal Gadot já havia comentado sobre a possível bissexualidade de sua personagem. “Ela é uma mulher que ama as pessoas por quem elas são. Ela pode ser bissexual. Ela ama as pessoas por seus corações”. Mas nunca é demais ressaltar que sua bissexualidade está presente desde os bastidores da criação da heroína. Afinal, o psicólogo William Moulton Marston, que além de criar a heroína também inventou o teste do polígrafo (mais conhecido como “detector de mentiras”), era adepto do amor livre e morava com a esposa e a amante na mesma casa nos anos 1930. Para comprovar que as duas mulheres se davam muito bem, Elizabeth Marston deu à sua primeira filha o nome de Olive, em homenagem à amante, Olive Byrne, que também teve filhos com Marston, adotados pelo casal “oficial” para manter as aparências. Além disso, Elizabeth foi uma “mulher de carreira”, dedicando-se à vida profissional, o que era considerado uma qualidade exclusivamente masculina no início do século 20, e teve filhos apenas após ter mais uma mulher na casa para ajudar a criá-los. Esta história deve ser contada no filme “Professor Marston and the Wonder Women”, sobre a criação da Mulher-Maravilha.

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    Todos são suspeitos no novo trailer legendado de Assassinato no Expresso do Oriente

    21 de setembro de 2017 /

    A Fox divulgou três novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Assassinato no Expresso do Oriente”. E a nova versão já chama atenção pelo título, diferente do filme de 1974, com uma preposição a mais, refletindo a tradução nacional do livro de Agatha Christie, publicado em 1934. A prévia apresenta os personagens como estereótipos de um romance de mistério – “o professor”, “o mordomo”, “a governanta”, etc. Todos são suspeitos de uma assassinato cometido a bordo do trem que dá título à produção. E quem leu o livro ou viu o filme anterior sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como outro estereótipo, “o maior detetive do mundo”, que se propõe a responder à pergunta inevitável dos enredos do gênero: “quem é o assassino”. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, cuja primeira adaptação rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Desta vez, quem vive o detetive belga Hercule Poirot é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Diane Kruger vai estrelar e produzir minissérie sobre a atriz e inventora Hedy Lamarr

    20 de setembro de 2017 /

    A atriz alemã Diane Kruger vai estrelar e produzir uma minissérie sobre Hedy Lamarr, estrela austríaca famosa dos anos 1930 e 1940, que brilhou em clássicos como “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949). Mas, além de estrela sexy de Hollywood, Lamarr também foi uma pioneira da tecnologia de comunicação. Ao lado do compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela inventou um sistema de comunicações que foi esnobado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial, mas hoje é a base do WiFi e do Bluetooth. Sua contribuição tecnológica foi reconhecida muito tarde em sua vida, e em 2014 ela foi homenageada postumamente com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. O Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa apoiam o projeto, que terá roteiro baseado no livro escrito por Richard Rhodes, “Hedy’s Folly: The Life and Breakthrough Inventions of Hedy Lamarr, The Most Beautiful Woman in the World”. Kruger adquiriu os direitos sobre o livro após vencer o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes deste ano por “In the Fade”. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer a minissérie. “Sou fascinada por Hedy Lamarr”, afirmou Diane Kruger em comunicado sobre o projeto. “Ela era uma inventora inteligente, espirituosa e visionária, muito à frente de seu tempo, e também era uma grande estrela de cinema. Mal posso esperar para contar a sua história para garantir que o seu legado viva para sempre e inspire outros.”

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  • Filme

    Sheena, A Rainha das Selvas vai ganhar novo filme

    10 de setembro de 2017 /

    Sheena, a Rainha das Selvas vai ganhar um novo filme. De acordo com o site Deadline, a Millennium Films já está trabalhando no novo longa, 33 anos após a personagem dos quadrinhos ter sido vivida por Tanya Roberts num biquíni de peles. Ela foi a primeira heroína dos quadrinhos a ter suas próprias histórias individuais a partir de 1937, quatro anos antes da Mulher-Maravilha. Mas foi mesmo o sucesso do recente filme da “Mulher-Maravilha” que voltou a despertar interesse na personagem. Inspirada tanto em Tarzan quanto em sua predecessora literária Rima, a Garota das Selvas (criada em 1904 e vivida por Audrey Hepburn no filme “A Flor que Não Morreu”, de 1959), Sheena foi concebida por S. M. “Jerry” Iger e ninguém menos que Will Eisner (o criador de “The Spirit”). Órfã como Tarzan, Sheena era filha de uma exploradora que morreu ao tomar acidentalmente uma poção mágica de um xamã na África, sendo a partir daí criada pelo próprio xamã. E é graças aos ensinamentos místicos de seu “pai” que Sheena se torna a rainha da selva, adotando um visual que virou a fonte original da subcultura pulp das loiras selvagens de maiô de oncinha. A ideia de uma rainha loira das selvas africanas era típica do período colonial e já se mostrou difícil de ser levada à sério pelo público dos anos 1980, quando foi adaptada pelo roteirista Lorenzo Semple Jr. (mesmo autor da adaptação de “Flash Gordon”) como uma heroína que falava com animais. Além do filme estrelado por Tanya Roberts em 1984, Sheena teve duas séries. A pin-up Irish McCalla incorporou a personagem entre 1955 a 1956, e Gena Lee Nolin fez a versão mais recente, entre 2000 e 2002, que ironicamente foi a mais pudica de todas, mostrando a heroína num maiô comportadíssimo. Ao menos, McCalla era sincera. Ela costumava dizer que não sabia atuar, mas era insuperável ao balançar seu corpo entre as árvores. Para completar as referências, a música dos Ramones “Sheena Is a Punk Rocker” (de 1977) é mesmo uma referência aos quadrinhos clássicos da personagem. A quarta encarnação de Sheena vai começar sua produção em 2018 e ainda não tem previsão de estreia.

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    Damnation: Série do diretor de A Qualquer Custo ganha trailer completo

    1 de setembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o trailer completo de sua nova série, “Damnation”, produzida e dirigida por David Mackenzie, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Direção por “A Qualquer Custo”. Criada por Tony Tost (produtor-roteirista de “Longmire”), a série é descrita como uma saga épica passada no interior dos Estados Unidos da década de 1930, centrada no conflito mítico e na luta sangrenta entre a riqueza e os oprimidos, Deus e a ganância, charlatães e profetas. A trama gira em torno de Seth Davenport (Killian Scott, da série “Ripper Street”), um homem que se passa por pastor de uma pequena cidade de Iowa na esperança de iniciar uma insurreição contra o status quo. Ao mesmo tempo, o poderoso magnata que comanda a região contratou um fura-greve profissional chamado Creeley Turner (Logan Marshall-Green, de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) para impedir por qualquer meio necessário a insurreição da classe trabalhadora. Mas o que ninguém sabe é que esses dois homens já compartilham um passado secreto sangrento. Além de Killian Scott e Logan Marshall-Green, a série conta também com Sarah Jones (séries “Vegas” e “The Path”), Zach McGowan (das séries “Black Sails” e “The 100”), Gabriel Mann (série “Revenge”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Timothy V. Murphy (série “The Bastard Executioner”), Melinda Page Hamilton (série “Mad Men”) e Joe Adler (série “Grey’s Anatomy”). “Damnation” estreia em outubro nos Estados Unidos e terá distribuição internacional pela Netflix.

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    Damnation: Série do diretor de A Qualquer Custo ganha primeiros teasers

    21 de julho de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou os primeiros teasers de sua nova série, “Damnation”, que tem direção de David Mackenzie, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Direção por “A Qualquer Custo”. Criada por Tony Tost (produtor-roteirista de “Longmire”), a série é descrita como uma saga épica passada no interior dos Estados Unidos da década de 1930, centrada no conflito mítico e na luta sangrenta entre a riqueza e os oprimidos, Deus e a ganância, charlatães e profetas. A trama gira em torno de Seth Davenport (Killian Scott, da série “Ripper Street”), um homem que se passa por pastor de uma pequena cidade de Iowa na esperança de iniciar uma insurreição contra o status quo. Ao mesmo tempo, o poderoso magnata que comanda a região contratou um fura-greve profissional chamado Creeley Turner (Logan Marshall-Green, de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) para impedir por qualquer meio necessário a insurreição da classe trabalhadora. Mas o que ninguém sabe é que esses dois homens já compartilham um passado secreto sangrento. Além de Killian Scott e Logan Marshall-Green, a série conta também com Sarah Jones (séries “Vegas” e “The Path”), Zach McGowan (das séries “Black Sails” e “The 100”), Gabriel Mann (série “Revenge”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Timothy V. Murphy (série “The Bastard Executioner”), Melinda Page Hamilton (série “Mad Men”) e Joe Adler (série “Grey’s Anatomy”). “Damnation” estreia em outubro nos Estados Unidos e terá distribuição internacional pela Netflix. The battle is here – it’s time to defend the downtrodden. USA’s newest epic saga Damnation premieres this October. pic.twitter.com/pM0iDSlsPc — USA Network (@USA_Network) July 20, 2017 There are two sides in the fight for salvation. Keep your eyes open – more of USA’s newest drama Damnation will soon reveal itself. pic.twitter.com/0xVDW9VwIr — USA Network (@USA_Network) July 19, 2017

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    Diretor de Esquadrão Suicida abandona remake de Scarface

    14 de julho de 2017 /

    O diretor de “Esquadrão Suicida” (2016), David Ayer, não vai mais comandar o novo remake de “Scarface”. Segundo a revista Variety, o estúdio Universal pretendia apressar o começo das filmagens, o que causou conflito com a agenda do cineasta. Ayer está atualmente trabalhando na pós-produção da sci-fi “Bright”, primeiro filme com orçamento de blockbuster da Netflix, estrelado por Will Smith, e está contratado pela Warner para filmar “Sereias de Gotham”, spin-off de “Esquadrão Suicida” centrado na personagem Arlequina. Ele foi o segundo diretor a abandonar o projeto do novo “Scarface”. Ayer tinha assumido o lugar do diretor Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”), que também abandonou o filme por conflito de agenda – no caso, com as filmagens da sequência de “O Protetor” (2014). Com a saída de Ayer, o estúdio está à procura de um novo diretor que possa filmar a produção até o fim do ano. O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One — Uma História Star Wars”) continua com o papel principal, como o novo Tony Montana. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. Nesse contexto, a escalação de Luna, um ator mexicano, deve ter repercussão direta na trama, ao ecoar a política de Donald Trump em relação às fronteiras dos Estados Unidos. A produção está a cargo de Martin Bregman, responsável pela versão lançada nos anos 1980. Vale lembrar que os planos do remake têm uma década, desde que a Universal contratou o próprio David Ayer para escrever o primeiro roteiro. Desde então, a história foi revisada por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), reescrita por Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), novamente revisada por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) e, há apenas seis meses, mais uma vez reescrita pelos irmãos Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”).

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