A Voz Suprema do Blues: Último filme de Chadwick Boseman ganha pôsteres de personagens
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. Finalizado antes do falecimento do ator, o filme se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues. A trama gira em torno de uma disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Os demais integrantes do elenco destacados nos pôsteres abaixo são Taylour Paige (“Zola”), Dusan Brown (“Jamall & Gerald”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Glynn Turman (“How to Get Away with Murder”) e Michael Potts (“True Detective”). A estreia está marcada para 18 de dezembro nos EUA.
Buck Rogers vai virar filme e série
A Legendary estaria prestes a anunciar a compra dos direitos de adaptação do herói espacial “Buck Rogers” para uma grande variedade de projetos. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio tem interesse em desenvolver filmes, séries e até desenhos animados do homem do século 20 que vai parar no futuro, e está há anos negociando com herdeiros e empresas que detém os direitos do personagem e das histórias que ele viveu em diferentes publicações, nos seriados de aventura do cinema e na famosa série de televisão de 1979. A produção dos projetos está a cargo de Don Murphy e Susan Montford, por meio de sua empresa Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. O acordo de direitos envolve uma das últimas propriedades intelectuais da cultura pop do século 20 ainda disponíveis no mercado, permitindo o lançamento de uma franquia inédita. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.
A Voz Suprema do Blues: Veja as fotos do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix divulgou as primeiras cinco fotos de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. O filme, que chegou a ser finalizado antes do falecimento do ator, aborda tensões raciais e a história do blues. Passado na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. A estreia está marcada para 18 de dezembro nos EUA.
Viola, Denzel e equipe do último filme de Chadwick Boseman homenageiam ator
A equipe de “A Voz Suprema do Blues”, título nacional de “Ma Rainey’s Black Bottom”, homenageou o ator Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8), que desempenhou seu último papel no filme. Produção da Netflix, “A Voz Suprema do Blues” trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). Em comunicado, Ted Sarandos, co-CEO e Diretor de Conteúdo da Netflix, saudou o ator como “um super-herói na tela e na vida” e elogiou sua dedicação ao trabalho. “É impossível imaginar trabalhar no nível que ele trabalhava enquanto lutava bravamente contra sua doença. Seu legado como pessoa e artista inspirará milhões. Nossos pensamentos e orações estão com ele e sua família durante este momento difícil”, disse o executivo em comunicado. “Trabalhar com Chadwick em ‘Ma Rainey’ foi uma experiência gloriosa. Todos os dias pudemos testemunhar a ferocidade de seu talento e a gentileza de seu coração. Um ser humano verdadeiramente abençoado, amoroso, dotado e generoso”, acrescentou o diretor Wolfe. Produtor do filme, Denzel Washington também prestou sua homenagem. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante que ficará conosco por toda a eternidade através de suas performances icônicas ao longo de sua curta mas ilustre carreira. Deus abençoe Chadwick Boseman”, disse o astro. Já Viola Davis se manifestou nas redes sociais. “Chadwick … sem palavras para expressar minha devastação por ter perdido você. Seu talento, seu espírito, seu coração, sua autenticidade… Foi uma honra trabalhar ao seu lado, conhecê-lo… Descanse em paz, príncipe… Que bandos de anjos te cantem até o teu descanso celestial. Eu te amo!” A Netflix planejava começar a divulgação do filme na segunda (31/8), como uma première digital para a imprensa, seguida por perguntas e respostas para o elenco e o diretor, mas este evento foi cancelado devido à morte inesperada de Boseman. A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Com os planos originais para o filme suspensos, não há, no momento, previsão para seu lançamento em streaming.
Netflix cancela divulgação do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix cancelou os planos de divulgação de “Ma Rainey’s Black Bottom”, que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8) de câncer de cólon aos 43 anos. Uma première digital para a imprensa estava marcada para segunda-feira (31/8), que seria acompanhada por uma sessão de perguntas com o elenco e o diretor. “Estamos com o coração partido com a notícia do falecimento de Chadwick Boseman, um ‘verdadeiro lutador’, como sua família o chamou em tributo comovente”, disse a Netflix em comunicado. “Esta é uma perda incrível. Estamos cancelando o evento de pré-estréia de ‘Ma Rainey’s Black Bottom’. Junte-se a nós para enviar seus pensamentos ao dele.” “Ma Rainey’s Black Bottom”, título que faz trocadilho com o “fundo do poço” e a “bunda negra” de Ma Raney, será lançado no Brasil com o título de “A Voz Suprema do Blues”. Ele chegou a ser finalizado e encontra-se pronto para ser lançado. O filme trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Embora tenha planejado começar já a divulgação do filme, a Netflix teria adiado o lançamento devido à morte inesperada de Boseman e não há previsão para sua chegada ao streaming.
As Telefonistas vira The Handmaid’s Tale no trailer da temporada final
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da parte final da 5ª temporada de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), sua primeira série espanhola, que conclui sua trama em clima de distopia. A prévia chega a evocar várias cenas da premiada série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, com prisão de rebeldes, destruição da cultura liberal, repressão à homossexualidade e campos de reeducação para mulheres. Só que “As Telefonistas” não se passa num futuro terrível, mas na primeira parte do século 20 e demonstra em sua reta final os horrores do fascismo, durante a ascensão do generalíssimo Franco ao poder na Espanha. O final da história se afasta dramaticamente do início idealista da atração, que acompanhava originalmente quatro mulheres empregadas como telefonistas na Madri dos anos 1920, conquistando independência financeira numa sociedade ainda dominada pelo machismo. O tom de melodrama virou terror, conforme a história chegou nos anos 1930, apresentando a repressão fascista contra a liberdade democrática e todos os avanços da sociedade, em nome de um conservadorismo brutal. A série foi criada pelo trio Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, que escreveram juntos “Seis Hermanas”, uma novela passada quase na mesma época. Já o elenco é liderado por Blanca Suárez (“A Pele que Habito”), Ana Polvorosa (“Mentiras y Gordas”), Nadia de Santiago (“Ninho de Musaranho”) e Maggie Civantos (“Temporal”), que na reta final ainda contracenou com sua filha da vida real, Anahí Civantos, estreante no papel de filha de sua personagem, uma jovem idealista que se torna guerrilheira contra os exércitos franquistas. Os últimos episódios estreia em 3 de julho em streaming.
Apple negocia tirar Martin Scorsese da Netflix e produzir seu próximo filme
A Apple está disposta a tirar Martin Scorsese da Netflix, que lançou “O Irlandês” no ano passado. A plataforma de streaming Apple TV+ negocia virar a parceira comercial do diretor em seu próximo filme, “Killers of the Flower Moon”. Segundo a revista Variety, a gigante da informática abriu negociações avançadas com a Paramount para coproduzir e bancar o projeto, mas o estúdio quer manter os direitos de distribuição no cinema – um pedido também de Scorsese. A conferir. O filme é uma adaptação do livro “Assassinos da Lua das Flores: Petróleo, Morte e a Criação do FBI”, de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), e será o primeiro a juntar os dois atores mais importantes da carreira de Scorsese, Robert De Niro e Leonardo DiCaprio, que nunca tinham estrelado juntos um longa para o diretor. Adaptada pelo veterano roteirista Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”), a trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado um dos crimes mais chocantes da história americana, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. A Paramount buscou auxílio no universo do streaming para ajudar a bancar as filmagens, porque se trata de uma superprodução. Só os salários de Scorsese, DiCaprio e DeNiro corresponderiam a cerca de US$ 60 milhões. Embora o valor total do orçamento não tenha sido revelado, estima-se que ele possa sair mais caro que “O Irlandês”. Como sugestão de custo, a Netflix ofereceu US$ 220 milhões para produzir “Killers of the Flower Moon” e a Paramount achou pouco, buscando uma oferta superior na Apple. De acordo com a Variety, o negócio deve ser fechado nos próximos dias.
Chris Pine negocia estrelar nova versão de O Santo no cinema
O ator Chris Pine, intérprete de Steve Trevor em “Mulher-Maravilha” e do Capitão Kirk em “Star Trek”, está em negociações finais para estrelar uma nova franquia. Segundo o site Deadline, a Paramount quer o astro de ação na nova versão de “O Santo” (The Saint), que será comandada pelo diretor de “Rocketman”, Dexter Fletcher. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o Santo é um personagem literário dos anos 1920, mas deve sua grande popularidade a uma série da década 1960, estrelada por Roger Moore. A atração fez um sucesso tão grande que acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, o Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, até uma bela cientista entrar em cena para fazê-lo rever seus pecados. Apesar de a nova versão ainda estar em estágio inicial, o projeto se arrasta há pelo menos quatro anos e chegou a motivar negociações anteriores com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar o longa. Um dos últimos a entregar roteiro para a atual adaptação foi Seth Grahame-Smith (“Uma Aventura Lego”), mas por enquanto não há maiores informações sobre o rumo da nova trama nem sobre o cronograma de produção. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
Leonardo DiCaprio oferece papel em seu próximo filme em troca de doações
Os atores Leonardo DiCaprio e Robert De Niro estão oferecendo uma chance para fãs contracenarem com eles em seu primeiro filme em conjunto, que será dirigido por Martin Scorsese. Os dois prometeram sortear um papel de figurante nas filmagens de “Killers of the Flower Moon” para quem doar para o America’s Food Fund. Trata-se de uma campanha filantrópica criada por DiCaprio e Laurene Powell Jobs, a viúva do fundador da Apple Steve Jobs, para ajudar pessoas vulneráveis a terem acesso a alimentos durante a pandemia do novo coronavírus. Os interessados em participar devem fazer uma doação através do site do All In Challenge. Os valores de doação começam em US$ 10 (cerca de R$ 52). Todos aqueles que doarem participarão de um sorteio que escolherá o premiado, mas aqueles que doarem US$ 50 (R$ 260) e US$ 100 (R$ 525) possuem mais chances de ganhar. O sorteado ainda poderá passar um dia inteiro no set, almoçar com o diretor e os atores da trama e participará da estreia no tapete vermelho quando o filme for lançado. DiCaprio publicou o anúncio da campanha em seu Instagram, dizendo: “Lançamos recentemente o #AmericasFoodFund para ajudar a garantir que todas as famílias necessitadas tenham acesso a alimentos neste momento crítico. Nossas comunidades mais vulneráveis precisam do nosso apoio agora mais do que nunca. Por isso, pedimos que você nos ajude com o #AllinChallenge. Se você já se perguntou como é trabalhar com o grande Martin Scorsese, Robert De Niro e eu, essa é sua chance.” “Killers of the Flower Moon” é baseado no livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título “Assassinos da Lua das Flores”. Adaptada pelo veterano roteirista Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”), a trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado um dos crimes mais chocantes da história americana, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. Todo valor arrecadado será doado para as fundações e ONGs Feeding America, Meals On Wheels, World Central Kitchen e No Kid Hungry. Veja o vídeo da campanha abaixo. Ver essa foto no Instagram We recently launched #AmericasFoodFund to help make sure every family in need gets access to food at this critical time. Our most vulnerable communities need our support now more than ever. That’s why we’re asking you to help us with the #AllinChallenge. If you’ve ever wondered what it’s like to be able to work with the great @martinscorsese_, Robert De Niro and myself, this is your chance. Robert and I are going to be starring in a new movie called Killers of the Flower Moon, directed by Martin Scorsese. We want to offer you a walk-on role, the opportunity to spend the day on the set with the three of us, and attend the premiere. To take part, please go to allinchallenge.com and donate whatever you can. 100% of your donation will go to @MealsonWheelsAmerica, @NoKidHungry and #AmericasFoodFund (@wckitchen & @feedingamerica) @officiallymcconaughey, @theellenshow and @iamjamiefoxx, will you go all in with us? Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 15 de Abr, 2020 às 5:44 PDT
Diretor de Rocketman vai filmar reboot de O Santo
A Paramount contratou o diretor Dexter Fletcher para comandar o reboot/remake de “O Santo”, após a bem-sucedida parceria com o cineasta em “Rocketman”. Fletcher, que vem de duas cinebiografias musicais consecutivas – ele também finalizou, sem créditos, “Bohemian Rhapsody” – pode encaixar a seguir dois thrillers de ação e mistério, pois também está envolvido com as filmagens de “Sherlock Holmes 3”, atualmente em pré-produção na Warner. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o Santo surgiu na literatura durante os anos 1920, mas deve sua grande popularidade a uma série da década 1960, estrelada por Roger Moore. A atração fez um sucesso tão grande que acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, o Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, quando uma bela cientista entrava em cena para fazê-lo rever seus pecados. Apesar de a nova versão ainda estar em estágio inicial, o projeto se arrasta pelo menos há quatro anos e chegou a motivar negociações com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar o longa. Um dos últimos a entregar roteiro para a atual adaptação foi Seth Grahame-Smith (“Uma Aventura Lego”), mas por enquanto não há maiores informações sobre o rumo da nova trama nem cronograma de produção. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
As Telefonistas: Trailer anuncia final da primeira série espanhola da Netflix
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “As Telefonistas” (Las Chicas del Cable), sua primeira série espanhola, que vai concluir sua trama. Os episódios finais serão divididos em duas partes, com a primeira metade chegando em 14 de fevereiro. Drama de época passado em Madri nos anos 1920, a série acompanhava originalmente quatro mulheres que conseguem emprego como telefonistas, conquistando independência financeira numa sociedade ainda dominada pelo machismo. Mas a prévia mostra que a trama em tom de telenovela será substituído por um drama de guerra, conforme a história avança nos anos 1930 para retratar a luta contra os fascistas na Espanha. A série foi criada pelo trio Ramón Campos, Teresa Fernández-Valdés e Gema R. Neira, que escreveram juntos “Seis Hermanas”, uma novela passada quase na mesma época. O elenco é liderado por Blanca Suárez (“A Pele que Habito”), Ana Polvorosa (“Mentiras y Gordas”), Maggie Civantos (“Temporal”) e Nadia de Santiago (“Ninho de Musaranho”), mas vai destacar também a estreante Anahí Civantos, que na vida real é filha de uma das atrizes centrais e interpreta justamente no papel de filha da personagem, uma jovem idealista que se torna guerrilheira contra os exércitos franquistas. Confira abaixo.
O Gabinete do Dr. Caligari será exibido ao ar livre e com música ao vivo no final da Mostra de São Paulo
A Mostra de São Paulo, oficialmente encerrada na quarta (30/10), ganhou sua prorrogação e vai promover a exibição ao ar livre do clássico do cinema expressionista alemão “O Gabinete do Dr. Caligari”. O filme de Robert Wiene, que completa 100 anos em 2020, será apresentado com acompanhamento musical ao vivo neste sábado (2/11), às 19 horas, na área externa do Auditório Ibirapuera. Considerado uma das maiores obras-primas do cinema, o filme ficou famoso por seu visual surreal e uso de sombras, para dar vida à investigação de Francis (Friedrich Feher), um estudante que tenta resolver uma série de assassinatos. O jovem suspeita que os crimes são obra de um hipnotizador, Caligari (Werner Krauss), que se apresenta como uma atração em um parque de diversões, e de seu cúmplice, o sonâmbulo Cesare (Conrad Veidt), que age a partir das ordens de seu mestre. O acompanhamento musical da projeção será realizado pela Orquestra Jazz Sinfônica Brasil, regida pelo maestro João Maurício Galindom numa releitura da trilha original, composta por Giuseppe Becce.
Peaky Blinders: Netflix divulga o trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A prévia tem clima de “Game of Thrones”, com disputa do reinado do crime, traições, politicagem e aparição do Mindinho. Ou melhor, do ator Aidan Gillen. O vilão de “Game of Thrones” já tinha surgido na temporada anterior. Mas os novos episódios tem muitas caras novas, como Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). Na trama, a saga da família Shelby chega agora a 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”), “Peaky Blinders” já exibiu sua 5ª temporada no Reino Unido e também já se encontra renovada para sua 6ª temporada. Os fãs brasileiros poderão assistir aos novos episódios a partir de 4 de outubro na Netflix.










