Vídeo de A Freira discute criação e cronologia do universo de Invocação do Mal
A Warner divulgou um novo vídeo de “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. A prévia traz os diretores James Wan (“Invocação do Mal”), David F. Sandberg (“Annabelle: A Criação do Mal”) e o responsável pelo terror atual, Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), discutindo a criação e a cronologia do universo “Invocação do Mal” (Conjuring). Como os spin-offs anteriores de “Invocação do Mal” (2013), “A Freira” será um prólogo, e o mais antigo de todos, situado em 1952. O diretor James Wan e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, em que Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça atormentada por visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo vídeo de A Freira foi considerado tão assustador que o YouTube tirou da página oficial
A Warner não poderia desejar propaganda melhor para “A Freira”, o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. O YouTube tirou um novo vídeo do terror da página oficial do estúdio, oficialmente por considerá-lo muito assustador. Veja o tuíte da justificativa abaixo. De acordo com uma política de anúncios que veta “conteúdo violento e chocante”, o YouTube proíbe “imagens horríveis” e “promoções que podem chocar ou assustar” o público. Mas o vídeo foi rapidamente copiado e sobreviveu em endereços não oficiais. E ele não faz jus ao “hype”, com um susto costumeiro de passeio de Trem Fantasma. Mostra apenas a criatura do título emergindo subitamente da escuridão por um segundo, acompanhada pelo som estridente de uma trilha sonora histérica – típica do gênero. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Appreciate you bringing this to our attention! This ad violates our shocking content policy and it's no longer running as an ad. More info here: https://t.co/dOUocjUevh — Team YouTube (@TeamYouTube) August 14, 2018
A Freira: Demián Bichir é enterrado vivo em novo vídeo do terror
A Warner divulgou novos pôsteres e vídeo do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”, centrados em Demián Bichir (de “Os Oito Odiados”). A prévia mostra o personagem do ator desesperado, ao ser enterrado vivo num caixão. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga (de “American Horror Story”) vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre (Bichir). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
A Freira: Novo terror do universo de Invocação do Mal ganha pôster inspirado em O Exorcista
A Warner divulgou um novo pôster do terror “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”, que faz uma clara referência ao clássico “O Exorcista” (1973) A imagem apresenta um padre (Demián Bichir, de “Os Oito Odiados”) carregando uma mala diante de um prédio. No pôster de “O Exorcista”, o padre vivido por Max Von Sydow observava pelo portão a casa de Regan, a menina possuída pelo demônio. No filme atual, o prédio é uma grande catedral, e a freira demoníaca aguarda o protagonista na porta. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Na trama, Taissa Farmiga vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre, vivido por Demián Bichir. A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco ainda inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Annabelle 3 voltará a trazer os personagens de Invocação do Mal
A Warner confirmou oficialmente a produção de “Annabelle 3”, terceiro filme da franquia da boneca demoníaca, introduzida no primeiro “Invocação do Mal”, em 2013. O cineasta James Wan, que produz todos os filmes do universo de “Invocação do Mal”, revelou que o roteirista da franquia, Gary Dauberman, fará sua estreia como diretor neste longa, após escrever os dois primeiros roteiros da boneca e trabalhar em “It: A Coisa”. No novo longa, Annabelle terá o poder de fazer com que outros objetos ganhem vida. “É como se ‘Uma Noite no Museu’ encontrasse ‘Annabelle'”, disse Wan durante a San Diego Comic-Con, fazendo uma comparação inusitada. Apesar disso, como nos filmes de Chucky, o “Brinquedo Assassino”, Annabelle vai aterrorizar uma criança. Será a menina Judy Warren, de dez anos, e toda sua família – ninguém mais, ninguém menos que Ed e Lorraine Warren, protagonistas de “Invocação do Mal”. Gary Dauberman explicou que o longa voltará ao cenário do longa de 2013 para mostrar a boneca na sala de artefatos dos Warren. Ela irá aumentar a escala do mal naquele quarto e passará a atormentar a filha de 10 anos do casal. A trama pretende mostrar vários dos artefatos daquele quarto em ação. Apesar da premissa, a Warner ainda não confirmou os retornos de Vera Farmiga e Patrick Wilson a seus papéis. A data prevista para a estreia de “Annabelle 3” é 3 de julho de 2019 nos Estados Unidos.
A Freira: Terror com criatura de Invocação do Mal 2 ganha novo pôster
A Warner divulgou o novo pôster de “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invoção do Mal 2”. A imagem mostra um retrato queimado de Taissa Farmiga (série “American Horror Story”), que esconde atrás de si a criatura – ou Bonnie Aarons maquiada e vestida para o Halloween. Como os spin-offs anteriores do universo de “Invocação do Mal”, “A Freira” será um prólogo. Mas sua ambientação vai ainda mais longe no tempo, situando-se antes mesmo dos eventos de “Annabelle: A Criação do Mal” (2017). Na trama, Taissa Farmiga vive uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia romena “com longa história”, na companhia de um padre, vivido por Demián Bichir (“Os Oito Odiados”). A criatura que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco também inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, mas a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). “A Freira” tem estreia prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
A Freira: Terror derivado de Invocação do Mal 2 ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “A Freira” (The Nun), o filme da freira demoníaca de “Invocação do Mal 2”. A prévia revela que se trata de um novo prólogo, passado antes mesmo dos eventos “Annabelle: A Criação do Mal”, que pertence ao mesmo universo sobrenatural. O vídeo enfatiza o papel de Taissa Farmiga (série “American Horror Story”) como uma jovem noviça, que tem visões da freira sombria. Estas visões alertam a Igreja, que a convoca para visitar uma abadia “com longa história” na Romênia na companhia de um padre, vivido por Demián Bichir (“Os Oito Odiados”). A freira que assombra seus sonhos teria a ver com eventos que aconteceram naquele lugar. Juntos, eles precisam desvendar um segredo profano, arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas para confrontar a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”. O elenco também inclui Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência) assinam a história, de clima bastante pesado, e a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). A estreia está prevista para 6 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Boneca Annabelle vai ganhar terceiro filme
A boneca Annabelle vai voltar a assombrar o cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, o roteirista Gary Dauberman, que escreveu os dois filmes anteriores, está desenvolvendo a história de um terceiro filme da franquia, que faz parte do universo cinematográfico de “Invocação do Mal”. A terceira aparição “solo” de Annabelle, que surgiu pela primeira vez em “Invocação do Mal” (2013), antes de estrelar seu spin-off, será novamente produzida por James Wan, diretor de “Invocação do Mal”. Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas a história se concentrará mais uma vez na boneca de porcelana que é possuída por uma força demoníaca. O primeiro “Annabelle” (2014) foi orçado em apenas US$ 6,5 milhões e rendeu US$ 257 milhões. Já “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017) teve um orçamento de US$ 15 milhões e rendeu US$ 306,5 milhões. Ainda não há diretor definido para a continuação, mas a estreia foi marcada para 3 de julho de 2019. O próximo filme desse universo compartilhado será “A Freira”, derivado de “Invocação do Mal 2”, que também foi escrito por Dauberman. Com direção de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), estreia em 6 de setembro no Brasil.
Filme da freira demoníaca de Invocação do Mal ganha primeira foto assustadora
A Warner divulgou a primeira foto de “The Nun”, o filme da freira demoníaca de “Incarnação do Mal 2”. A imagem traz a atriz Bonnie Aarons à caráter, repetindo seu papel assustador. Na trama, Demián Bichir (“Os Oito Odiados”) vive um padre enviado a Roma para investigar a morte misteriosa de uma freira. O elenco também inclui Taissa Farmiga (série “American Horror Story”), Jonas Bloquet (“Faces de uma Mulher”), Charlotte Hope (série “Game of Thrones”), Ingrid Bisu (“Toni Erdmann”) e Jonny Coyne (série “Mom”). O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência), assinam a história, e a direção está a cargo de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). A estreia está prevista para 12 de julho no Brasil. Além deste filme, o universo compartilhado de “Invocação do Mal”, que já ganhou dois filmes da boneca Annabelle, também terá um spin-off baseado no Homem-Torto, introduzido em “Invocação do Mal 2”.
Annabelle 2 é terror tradicional que funciona
Um filme que dialoga com o terror tradicional como “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017) pode passar a impressão de ser uma obra ultrapassada. Mas não deixa de ser admirável como o diretor David F. Sandberg consegue transformar o roteiro banal em algo elegante, em sua construção formal, e que sabe equilibrar a sutileza de mostrar o mal aos poucos, até revelar sua extensão de forma explícita em seu terceiro ato. O primeiro filme sobre Annabelle já havia sido feito para explorar o sucesso da boneca numa trama paralela de “Invocação do Mal” (2013), que deixou muitas pontas soltas. E “Annabelle” (2014), dirigido por John R. Leonetti, provou-se razoável, embora pouco memorável. Com um cineasta melhor, como é o caso de Sandberg, responsável por “Quando as Luzes se Apagam” (2016), vem um filme mais caprichado, pelo menos na condução narrativa. “Annabelle 2” é realmente o filme de origem da boneca, já que o longa anterior foi uma apresentação de fatos que antecederam o filme de Wan. Curiosamente, cada uma das três aparições da boneca acontece em ordem cronológica inversa. O modo como Sandberg e o roteirista Gary Dauberman resolvem contar a história de origem é bem satisfatória, introduzindo inicialmente a família composta por um pai (Anthony LaPaglia, da série “Without a Trace”), uma mãe (Miranda Otto, da série “24: Legacy”) e sua filha (Samara Lee, de “O Último Caçador de Bruxas”). O modo como eles perdem a menina é brutal e funciona como um prólogo muito bom para a verdadeira história que virá a seguir, passando-se 12 anos após o trágico evento. O salto no tempo apresenta novos personagens: um grupo de meninas que serão abrigadas na casa daquela família, que funcionará como orfanato. As que contarão para o espectador são as mais jovens, Linda (Lulu Wilson, de “Ouija: A Origem do Mal”) e Janice (Thalita Bateman, de “A 5ª Onda”). Esta segunda convive com uma sequela da poliomielite e tem dificuldade de locomoção. As duas são muito amigas e sonham em ser adotadas pela mesma família, para que se tornem, oficialmente, irmãs. Há, ainda, a personagem de uma amável freira (Stephanie Sigman, de “007 Contra Spectre”) que cuida das meninas e as demais crianças mais velhas, que já pensam em garotos e namoros, mesmo estando em um ambiente totalmente distante desse tipo de tentação. E o filme prefere não adicionar personagens masculinos, o que acaba por ser uma boa escolha, já que isso dá mais mais força às várias personagens, mesmo à misteriosa Sra. Mullins (Miranda Otto), que vive o tempo todo trancada em um quarto, sem ser vista pelos demais habitantes do novo orfanato. Há um cuidado especial na apresentação da casa, no quanto ela é grande e composta por lugares proibidos, como o quarto dos Mullins e, principalmente, o quarto onde habitava a garotinha morta Bee. O horror propriamente dito já começa no silêncio, ou melhor, no ainda não-dito, mas já previsto pelos espectadores. Aos poucos, pequenos eventos como janelas que se abrem sozinhas ou coisas do tipo vão ajudando a compor a narrativa de horror. As explicações sobre o mal que habita a boneca são rápidas, mas funcionam, embora o mais importante seja o quanto a direção sabe lidar com os ataques que as forças malignas impõem às crianças, aproveitando-se de sua inocência e curiosidade. Há uma opção por evitar sustos fáceis, o que fornece mais dignidade à obra, embora tudo siga as convenções dos filmes de horror – os próprios movimentos da câmera antecipam, em cada cena, quando o que vem a seguir é algo assustador. Em suma, “Annabelle 2” oferece ao público aquilo que ele espera. O espectador até mesmo imagina que, mais cedo ou mais tarde, verá a figura de uma freira maligna, fazendo com o que o filme tenha ligação também com “Invocação do Mal 2” (2016) e o vindouro spin-off sobre a freira, a ser dirigido por Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). Ou seja, “Annabelle 2” faz parte de um universo compartilhado, como as produções de super-heróis da Marvel. Há até mesmo uma cena pós-créditos. Ao menos, é um universo mais efetivo que o introduzido em “A Múmia”.
Sucesso de Annabelle 2 faz filmes de Invocação do Mal atingirem US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
Com o ótimo desempenho internacional de “Annabelle 2: A Criação do Mal”, a Warner está comemorando o sucesso de um novo “universo cinematográfico”, que junta os dois filmes da boneca do mal e os dois “Invocação do Mal”, com mais produções derivadas a caminho. Os US$ 160 milhões dos primeiros dez dias de exibição de “Annabelle 2” foram o empurrão que faltava para os quatro primeiros lançamentos ultrapassarem a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação mundial, instigando o estúdio a expandir ainda mais o mundo de terror do diretor-produtor James Wan. Vale lembrar que “Annabelle” surgiu como um spin-off de “Invocação do Mal”, o terror de 2013 que mostrou pela primeira vez a boneca possuída. O resultado nas bilheterias animou o estúdio a dobrar as apostas. Assim, “Invocação do Mal 2” renderá mais dois novos derivados: “The Nun”, longa baseado na freira demoníaca, com estreia marcada para julho, e “The Crooked Man”, sobre o homem-torto visto no mesmo filme, ainda sem previsão de lançamento. Além disso, também haverá um “Invocação do Mal 3”, novamente estrelado por Vera Farmiga e Patrick Wilson como o casal de investigadores paranormais Lorraine e Ed Warren.
Mulher é “possuída” após assistir Annabelle 2 no Piauí
Já virou lenda urbana. Uma jovem de aproximadamente 20 anos teve um surto após assistir ao filme de terror “Annabelle 2” em um shopping de Teresina, no Piauí, na noite da última quinta-feira (17/8). A cena assustadora foi filmada e compartilhada nas redes sociais, onde viralizou. Na gravação, a jovem parece caída no chão gritando e tossindo de forma descontrolada, o que chamou atenção de quem passava no local. Veja abaixo. O caso foi confirmado pela assessoria de imprensa do Shopping Teresina, que afirmou que a menina foi auxiliada pela brigada de incêndio e, em seguida, encaminhada a um hospital em uma ambulância. O que pode ser um problema de saúde virou possessão do diabo nos compartilhamentos do vídeo. Tem até pastor querendo salvar a alma da mulher. E estúdio de cinema agradecendo o marketing espontâneo. “Annabelle 2: A Criação do Mal” estreou no Brasil justamente na quinta passada. O longa é a continuação do filme lançado em 2014, que traz a história de uma boneca possuída por um espírito maligno.
Annabelle 2 leva terror a mais de mil salas de cinema
O segundo filme da boneca maldita, “Annabelle 2: A Criação do Mal”, é o maior lançamento da semana, com distribuição em 1,2 mil salas nesta quinta (17/8). O primeiro foi um fenômeno de bilheteria nacional e a continuação mostrou suas garras ao abrir em 1º lugar no fim de semana passado na América do Norte. Ao contar a origem da personagem do título, o terror também surpreendeu a crítica, com 69% de aprovação no site Rotten Tomatoes – um alívio diante dos 29% do primeiro “Annabelle” em 2014. Apesar deste predomínio absoluto, os cinemas vão receber mais nove filmes, dois deles em circuito (quase) amplo. A animação alemã “Uma Família Feliz” é a opção para as crianças, com criaturas de terror que não assustam. A trama acompanha uma família cheia de problemas que é transformada em monstros por uma bruxa. A dublagem nacional destaca Juliana Paes (novela “A Força do Querer”) como a mãe protagonista. Há nada menos que cinco estreias nacionais. A principal é “João, O Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), a cinebiografia mostra o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, até a volta por cima edificante, quando ele se reinventa como maestro. O marketing faz questão de focar o aspecto de “uma história de superação”. Destaque do circuito limitado, “Corpo Elétrico” é o longa de estreia do premiado curtametragista Marcelo Caetano (“Verona”). Drama de temática LGBT+, o filme gira em torno de Elias (o estreante Kelner Macêdo), gay nordestino que encontra trabalho como costureiro de uma fábrica em São Paulo e se divide entre o prazer de fazer o que gosta, a amizade com os colegas e a vida noturna repleta de encontros com outros homens – entre eles o funkeiro Linn da Quebrada. Com carreira internacional, o longa foi selecionado para o Festival de Roterdã, na Holanda, e premiado no Festival de Guadalajara, no México. “El Mate” é um suspense de humor negro escrito, dirigido e estrelado por Bruno Kott, que foi premiado como Ator Coadjuvante no Festival de Gramado de 2016 pelo papel. Na trama, ele vive um pregador evangélico que acaba refém de uma situação caótica e tarantinesca, detido por um criminoso ao bater na casa errada. A estreia do diretor é um filme de cinéfilo. Os outros brasileiros são documentários. “O Homem que Matou John Wayne” faz um registro do diretor cinemanovista Ruy Guerra, com ótimas entrevistas (Chico Buarque, Werner Herzog, etc), mas dispensáveis e longas sequências encenadas. “Intolerância.doc” acompanha o trabalho da Decradi – Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, mas foca mais as torcidas de futebol. E “Viva o Cinema!” é resultado de um programa da Cinemateca Francesa, em que crianças do 5º ano da Escola Carlitos, em São Paulo, tiveram a oportunidade de experimentar a vivência cinematográfica. A programação se completa com dois ótimos dramas europeus para poucos. São os dois melhores lançamentos da semana, que a distribuição limitada mantém à distância do grande público, enquanto os shoppings recebem o horror. Uma das produções britânicas mais comentadas do ano, “Lady Macbeth” adapta o romance homônimo de Nikolai Leskov e destaca a performance de Florence Pugh (“The Falling”), que tem causado sensação entre a crítica por sua atuação contida, mas também provocante, como Katherine, uma jovem presa num casamento sem amor na Inglaterra rural do século 19, obrigada a se relacionar com um homem com o dobro de sua idade e a agradar sua família fria e cruel. Mas, como ele vive viajando, ela logo embarca num caso romântico com um dos empregados, o que tem consequências terríveis para todos os envolvidos. Além de 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, o drama acumula diversos prêmios da crítica em festivais internacionais (San Sebastian, Zurique, Dublim, Jerusalém, etc). “Afterimage” é a última obra do maior diretor do cinema polonês, Andrzej Wajda, falecido no ano passado, e mais um excelente trabalho sobre seu tema favorito: a denúncia da intolerância, do autoritarismo e da repressão comunista. A cinebiografia do pintor vanguardista Wladyslaw Strzeminski também serve para lembrar que, embora a direita fascista tenha ficado com a fama, a esquerda radical também ataca a cultura quando toma o poder. Herói da 1ª Guerra Mundial, onde perdeu um braço e uma perna, Strzeminski revolucionou as artes, mas foi perseguido pelo stalinismo por ser um modernista e não replicar a estética oficial do realismo socialista. Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi o candidato polonês a uma vaga no Oscar 2017. Clique nos títulos dos filmes para assistir os trailers de todas as estreias.








